Como promover competências chave para a preparação para o 1º ciclo?

A entrada para a escola é uma realidade obrigatória para todas as crianças a partir dos 6 anos de idade, porém, o mesmo não acontece com algumas crianças em idade pré-escolar, que por opção dos pais, por falta de vagas na escola pública e/ou por impossibilidade financeira de recorrerem ao ensino privado, optam ou são obrigados a encontrar alternativas para os seus filhos.

A não frequência da escola em idade pré-escolar, não é, no entanto, sinónimo de não educação ou de não preparação da criança para a entrada no ensino formal.

Sabemos que o cérebro da criança nos primeiros 5 anos de vida está particularmente activo, atingindo 90% do tamanho adulto. Como tal, em casa ou na escola, é fundamental estimular o desenvolvimento global da criança, através da promoção de competências sociais, emocionais e intelectuais, consideradas chave para a vida adulta e para a entrada no ensino formal. É por isso, importante, envolver a criança em actividades que estimulem estas competências chave.

Se para a maior parte dos profissionais da área da educação, estes são fundamentos inerentes à sua prática profissional diária, para os pais, avós ou outros adultos que ficam responsáveis a tempo inteiro pela criança, nem sempre é assim tão simples.

Por este motivo, aqui ficam algumas dicas, que o vão ajudar a promover na criança, as competências necessárias à sua entrada no ensino formal. São estas as competências chave para a preparação para o 1º ciclo:

Competências Intelectuais de preparação para o 1º ciclo:

⁃ Ler histórias

⁃ Cantar e ensinar cantigas, rimas e/ou lenga-lengas

⁃ Ensinar uma letra – mostrar à criança palavras e objectos começados por uma letra, de preferência palavras com significado para a criança – (exemplo: Letra A – Água, Árvore)

⁃ Ensinar a criança a contar – (exemplo: contar os brinquedos, ou os carros que passam na rua)

⁃ Ensinar as cores – (exemplo: “Vamos procurar a cor verde!”);

⁃ Brincar às construções

⁃ Brincar ao faz de conta – (exemplo: fingir que somos cozinheiros e vamos preparar o almoço; fingir que somos animais, etc.)

Competências sociais de preparação para o 1º ciclo:

⁃ Levar a criança ao parque infantil

⁃ Levar a criança ao café, ao supermercado, etc.

⁃ Participar em workshops ou espetáculos para crianças

⁃ Proporcionar o convívio e a interacção com outras crianças e adultos

Competências artísticas de preparação para o 1º ciclo:

⁃ Desenhar, pintar com diferentes objectos (pincéis, esponjas, escovas de dentes, etc.), fazer colagens, brincar com plasticina.

Competências musicais de preparação para o 1º ciclo:

– Dar um concerto com a criança e explorar diferentes sons e ritmos – usar tachos, colheres, embalagens, etc.

⁃ Ouvir e dançar diferentes tipos de música.

Competências Físicas de preparação para o 1º ciclo:

⁃ Correr

⁃ Andar de baloiço e escorrega

⁃ Saltar

⁃ Dançar

⁃ Nadar

A par destas actividades, os adultos devem estimular regras e rotinas. Estas vão fazer parte do dia a dia da criança quando entrar para a escola, por isso, porque não começar aos poucos a introduzi-las na sua vida?

Estas são apenas algumas sugestões, de actividades simples e acessíveis a todos, que promovem a aprendizagem e que preparam a criança para a entrada na escola e para a vida adulta.

imagem@expertbeacon

Já é um hábito para os pais, a agitação constante de todos os Natais. Todos os anos o ciclo se repete, e a busca pelo presente perfeito parece um caminho interminável.

Uns gostam mais de carrinhos e pistas para voar sem sair do chão. Outros preferem brinquedos científicos e descobrir comos e porquês. As meninas preferem os Nenucos e as Barbies, os peluches e as casinhas de bonecas. Mas… Sabia que o que as crianças preferem mesmo é brincar com os pais?

Segundo um estudo recentemente revelado pela Imaginarium, o desejo de todas as crianças é ter mais tempo para brincar com os pais. Brincar é sempre uma diversão, mas brincar com os pais, de uma maneira plena e sem pressas, é o verdadeiro prazer de viver.

Este estudo surge a propósito da comemoração do Dia Internacional dos Direitos da Criança, e reveste-se de especial importância, não só a propósito deste dia, mas a propósito de uma reflexão constante que fazemos todos os anos por esta altura: qual o melhor presente que podemos dar às nossas crianças, todos os dias? A resposta é fácil: estar perto, estar atento, estar presente.

Ser pai, mãe ou professor é uma tarefa dura, recheada de dias difíceis e birras intermináveis mas também é muito gratificante. Significa resistir e saber estar presente em cada momento, dar liberdade para brincar, protestar e perdoar.

Mais do que um brinquedo, um videojogo ou outro bem material que possamos oferecer, este Natal, importa que ofereçamos o nosso tempo: enquanto pais, irmãos, tios, primos, educadores, porque todos nós temos uma missão clara e doce.

Para 31,2% dos pais portugueses, à semelhança do que acontece em outros países do Sul da Europa, aquilo que os faz mais felizes no seu dia-a-dia é estar com a família. Por isso, mais importante do que escolher o brinquedo certo, por ser mais apropriado a cada idade, por ser fácil de utilizar ou por ter sido o preferido das crianças, o importante é que este Natal, pense no tempo que vai dedicar a partilhar esse momento com os seus filhos.

As crianças são felizes enquanto brincam. Aprendem enquanto brincam e divertem-se aprendendo! Mas aquilo que os faz realmente felizes é que os pais façam parte desse momento.

Também aqui, métodos de ensino e formas de educar se fundem, ao permitir que pais e filhos partilhem momentos de absorção e aprendizagem de conhecimentos, em conjunto. Sentar no chão, ouvir canções, repeti-las infinitas vezes, rir e chorar, fá-los compreender que o caminho se constrói em conjunto e que a peça mais importante do puzzle da vida são os pais, que a cada momento estiveram por perto.

Brincar com os filhos torna os pais especiais!

Por isso, este Natal seja especial, dedique-se aos mais novos, volte a ser criança e desfrute da actividade mais vital, divertida e essencial de levar a vida: a brincar!

Cuidado com as crianças que se deitam tarde

“Vai dormir senão não cresces!”

Alguém já ouviu essa frase em criança?

Quase todos ouvimos isso em criança. Mas sempre como uma forma de intimar as crianças para que se deitassem e acordassem cedo sem reclamações.

Acontece que o tal “dormir cedo”, de facto, faz muita diferença no seu crescimento e desenvolvimento, confirma o psiquiatra pediátrico, Dr. José Ferreira Belisário Filho.

Os nossos hábitos mudaram, e ir para a cama antes das 21 horas não é uma realidade muito comum. Acontece que isso tem influenciado directamente o futuro das crianças quer fisica quer emocionalmente.  Verifica-se uma descida da estatura média prevista para esta geração estatura e as criança estão mais desatentas e mais ansiosas. Apresentam diferentes transtornos que tem vindo a encher os consultórios de psicologia e psicoterapia.

É possível mudar esses hábitos?

As mães também sofrem com esta pressão social. Se se ausentam mais cedo de algum programa social para pôr a prole na cama, são criticadas. Quando o telefone toca em casa depois das 21:30h e atendem num tom mais baixo porque as crianças estão a adormecer ou a dormir – “Ah não sabia que se deitavam tão cedo!”.  Tudo isto acaba por gerar alguma tensão e ansiedade!

Para mudar os hábitos de sono de uma criança, é importante mudar os hábitos da família.

A criança não querer ir para a cama cedo se perceber que toda a casa está a pé, luzes acesas, TV ligada, e só ela é que tem de se deitar.

Portanto, a orientação do psiquiatra, nestes casos é simples:

  • ler estórias
  • preparar o ambiente
  • desligar as luzes da casa. Sim, todas as luzes.

E esta mudança de hábitos pode mesmo passar por alterar o tipo de iluminação da casa, especialmente na sala e nos quartos. Nada de luzes brancas, por favor! Uma casa precisa de luzes amarelas, que relaxam e fomentam a chegada do sono. Segundo o Dr. Belisário, a luz branca emite uma onda azul que actua directamente nas mitocondrias da nossa retina, inibindo a hormona do sono, a melatonina.

E é a mesma luz que sai dos aparelhos electrónicos.

Telemóveis e ipads antes de dormir, nas palavras do psiquiatra, são uma desgraça. Isto serve também para os pais. O whatsapp que não pára de até de madrugada desperta muito as pessoas. Ainda que consiga adormecer depois de ler uma mensagem, certamente dormiria melhor se não a tivesse lido. Acordar de madrugada e olhar para o telemóvel só prejudica o sono.

As crianças precisam dormir cedo por um simples motivo: a hormona do crescimento age sempre às 00h30 em quase todas as pessoas. Mas actua no quarto estágio do sono.

Desta forma, se a criança for para a cama às 22h, 23h, a hormona terá muito menos tempo de actuação, prejudicando assim o seu crescimento.

Funcionamento cerebral e o sono

Observando imagens do cérebro de uma criança que adormecia cedo e de outra adormecia tarde, antes de uma prova de matemática, percebe-se que na primeira há várias áreas destacadas em actividade, enquanto na outra, há só uma pequena parte. Possivelmente, a que dormiu mal vai-se lembrar menos do que estudou do que a outra criança.

Aquelas crianças que adquirirem um hábito de sono desde cedo, vão se tornar adultos com menos propensão de ter outras doenças, como o Alzheimer, que tem afectado um número cada vez maior de pessoas. Segundo o psiquiatra, apenas duas coisas realmente retardam essa doença: exercícios físicos e sono. Quanto mais, melhor.

Uma das boas coisas que os pais podem fazer pelos filhos é habitua-los a praticar desporto desde cedo. “Crianças que fazem exercício antes de ir dormir, dormem muito melhor”, afirma o psiquiatra.

O Dr. Belisário também alerta sobre a quantidade de prescrição de ritalina, e que isso está directamente ligada à má qualidade de sono.

Os pais devem pensar seriamente em estratégias para melhorar a qualidade do sono de toda a família. Trocar as lâmpadas, incentivar os desportos, assumir ainda mais a família como a sua mais importante tarefa. Os pais trabalham como loucos e esquecem que não estão numa corrida, mas sim com uma missão: fazer de sua casa o melhor lugar para se viver.

Fazer da sua família uma prioridade consciente,  criará crianças felizes. Crianças felizes têm uma maior probabilidade de se tornem adultos seguros, realizados e saudáveis – física e psicologicamente.

 

Texto publicado em soutãoboa

imagem@paranaportal

Muitas vezes os pais preocupam-se porque os filhos manifestam baixo rendimento escolar desde o início do 1.º ano a par de dificuldades em manter a atenção e alterações de comportamento, tal como a recusa.

Antes de qualquer outra coisa, é importante perceber qual a causa destas dificuldades:

Imaturidade? Muitas vezes as crianças não estão preparadas para integrar o 1.º ciclo por questões que se prendem com terem interiorizado e definido as suas motivações para a aprendizagem e terem cumprido as tarefas de desenvolvimento necessárias para tal.
A idade para integrar o 1.º ciclo não é consensual. Em Portugal, entendemos que aos 6 anos as crianças estão aptas, ao passo que na Alemanha defendem que deve ser aos 7 anos.

Para além disso, as crianças desenvolvem-se a ritmos diferentes e é de crucial importância para o sucesso educativo que seja feita uma avaliação cuidada caso a caso. O insucesso pode refletir-se na autoestima e dar origem a ciclos de recusa e resistência que tendem a perpetuá-lo.

Dificuldades específicas de aprendizagem? Esta hipótese nunca deve ser descartada com leviandade. Frequentemente, e por imperativos diversos, a escola é pensada para a maioria, recorrendo-se a estratégias que servem ao grande grupo. Contudo, cada criança privilegia uma forma específica de aprender, pelo que a estratégia da maioria pode não ser a que lhe serve.

Perturbações específicas da aprendizagem, como é o caso da dislexia, manifestam-se desde cedo. O seu diagnóstico precoce é fundamental.

As hipóteses não se esgotam aqui. Por este motivo, é fundamental que as crianças sejam avaliadas tanto no domínio cognitivo como emocional.

Só assim poderemos apurar causas e, claro, definir estratégias que visem a promoção do sucesso educativo.

imagem@jotaclub

Todos os pais querem proteger seus filhos dos predadores. Mas como manter os seus filhos seguros se não sabe identificar o perigo? Qualquer pessoa pode ser um pedófilo. A maioria dos pedófilos inicialmente conquista a confiança das crianças que sofrem o abuso.

Saiba quais os comportamentos e características a que deve prestar atenção, as situações que deve evitar e como impedir que os seus filhos sejam alvos.

Lembre-se: nem todos os pedófilos são molestadores de crianças. Fantasiar com crianças não é o mesmo que agir contra elas. Além do mais, alguém que costuma interagir melhor com crianças do que com adultos não tem, necessariamente, uma tendência à pedofilia. Acusar alguém erroneamente de pedofilia pode causar depressão e problemas sociais gravíssimos.

Perceber que qualquer adulto pode ser um pedófilo.

Não há nenhuma característica física, profissão ou tipo de personalidade comum a todos os pedófilos. Podem ser de qualquer género, raça e religião. A profissão ou hobbies dessas pessoas podem ser os mais diversos possíveis. Um pedófilo pode ser charmoso, carinhoso e parecer uma pessoa boa enquanto tem pensamentos predatórios. Isto significa que os pais nunca devem descartar a ideia de que alguém possa ser pedófilo.

Muitos pedófilos são conhecidos das crianças que abusam.

30% das crianças que sofreram abuso sexual foram abusadas por um membro da família; 60% por um adulto que conheciam e que não era um membro da família. Os dados indicam que apenas 10% das crianças abusadas foram abordadas por um estranho.

  • Na maioria dos casos, o pedófilo é algum conhecido da criança. Por ser da escola da escola ou de outra atividade. Pode ser um vizinho, um professor, um membro da igreja, um instrutor de música ou uma babysitter.
  • Também podem ser predadores sexuais membros da família, tais como pais, mães, padrastos, madrastas, avôs e avós, etc.

Características comuns de um pedófilo.

  • Maioritariamente do sexo masculino, quer sejam as suas vítimas meninos ou meninas.
  • Muitos têm algum histórico de abuso no passado, seja físico ou sexual.
  • Alguns também têm problemas mentais, como um distúrbio de humor ou personalidade.
  • Os homens heterossexuais ou homossexuais podem ser pedófilos. A ideia de que os homossexuais têm mais tendência à pedofilia é um mito.
  • As mulheres pedófilas têm uma tendência maior de abusarem de meninos do que meninas.

Comportamentos comuns demonstrados pelos pedófilos.

  • Normalmente, não demonstram tanto interesse por adultos como por crianças.
  • Costumam ter muitos empregos que permitem o contato com crianças de determinada faixa etária ou planeiam outras formas para que possam passar algum tempo com elas, actuando como professores ou babysitters.
  • Os pedófilos tendem a falar sobre crianças como se estivessem a falar sobre adultos. Fazem referência a uma criança como fariam a um amigo adulto ou companheiro.
  • Normalmente dizem que amam todas as crianças e sentem-se como se ainda fossem uma.

O pedófilo normalmente passa por um processo de conquista da confiança da criança, e por vezes até a dos pais.

Preste atenção a esse detalhe. Durante meses ou até anos, um pedófilo pode tornar-se um amigo confiável da família e pode oferecer-se para cuidar da criança, levá-la ao shopping, para passear ou passar algum tempo com ela de outras formas. Muitos pedófilos não começam a abusar da criança antes de conquistarem a sua confiança.

  • Os pedófilos procuram por crianças que são vulneráveis às suas táticas. Ou seja, eles procuram alvos que tenham pouco apoio emocional ou que não têm atenção suficiente em casa. O pedófilo tentará representar para a criança uma figura paterna.
  • Alguns pedófilos procuram crianças de pais solteiros que não conseguem dar muita atenção aos filhos.
  • Um molestador de crianças normalmente usará vários jogos, truques, atividades e linguagens para ganhar a confiança e/ou enganar a criança. Entre essas táticas estão: guardar segredos (os segredos são muito valiosos para a maioria das crianças, que sentem-se “adultas” e poderosas), jogos sexuais explícitos, carícias, beijos, toques, comportamentos sexualmente sugestivos, exposição da criança a materiais pornográficos, coerção, suborno, bajulação, e – o pior de todos – afeição e amor. Saiba que essas táticas são usadas basicamente para isolar e confundir a criança.

 

 

Texto completo em Wikihow


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magem@Wikihow

(…) e de entre várias problemáticas que atingem o “livro” mundial, onde todos somos personagens, eu destaco, hoje, o das famílias disfuncionais, porque é na Família, que a criança dá os primeiros passos na sua formação como ser humano.

É a Família, que terá presença constante e assídua na vida da criança, na sua formação e na relação que, ela mais tarde, estabelecerá com ela própria e com o mundo. Com este mesmo Mundo, que a cada dia se torna mais exigente, mais competitivo, exigindo da criança uma “dança de cintura” exaustiva para fazer face a todos os desafios.

…………

Imaginem agora quando essa criança nasce e cresce numa família disfuncional

Só estando dentro da família, conseguimos ter noção do seu funcionamento patológico.

Acompanhei, bem de perto, a dinâmica de uma família e toda a vivência de uma criança inserida numa família disfuncional e posso afirmar que …cheguei a temer pela minha sanidade mental!

A definição de família disfuncional, transporta-nos para um tipo de família conflituosa, onde a dificuldade em comunicar entre os vários elementos, faz dela, não funcional na sociedade em que está inserida.

Na família disfuncional, os conflitos, a má conduta e muitas vezes o abuso por parte de um elemento ocorre continuamente, levando a que os outros membros da família se acomodem com tais comportamentos. Crianças que nascem neste contexto, crescem com a ideia de que tal convívio é o normal. As regras, continuamente alteradas, estão sujeitas aos caprichos da pessoa que está “no comando” na hora, levando a criança a perder-se no entendimento das mesmas, pois o que hoje é proibido, amanhã já não o será. Estas crianças são caracterizadas pela timidez, solidão e isolamento. Têm dificuldade em se relacionar com os seus pares, tendo por isso, poucos amigos. Sentem-se como estranhos na família, ignoradas por pais e familiares. Não são comunicativas, sofrendo, muitas vezes uma instabilidade emocional que pode conduzir a doenças do foro psicológico.

.Os pais são sempre figuras autoritárias, não permitindo nunca que a sua palavra seja questionada. Não existe negociação, chegando muitas vezes ao extremos da criança perder a liberdade de expressar o que sente. Assim, fecha-se na sua concha, tentando encontrar justificação para tal comportamento, daqueles que deveriam estar mais próximo, ajudando-a a criar estruturas para que, mais tarde, ela consiga lidar com o mundo de todas as cores.

Enquanto nas famílias saudáveis, os pais tentam criar, gradualmente, uma independência nos filhos, para os pais disfuncionais é uma afronta!

Estas crianças possuem uma baixa auto estima, pois são confrontadas, diariamente, com comentários como “Quem pensas que és”, “Achas que mandas alguma coisa”, “Cala-te, porque já te mandei calar”. Aos poucos vão perdendo a sua identidade dentro da família, não conseguindo identificar o seu papel dentro da mesma.

Dentro de uma família disfuncional, existem “regras” impostas, nunca faladas/negociadas, ditadas por uma ditadura parental.

Uma criança nascida numa família disfuncional, será um adulto que se sentirá diferente dos seus pares, tendo muita dificuldade em confiar nos outros, procurando sempre afirmação e que viverá num emaranhado de sentires e emoções sem as conseguir identificar nem falar sobre as mesmas. Não aceitará quaisquer críticas pessoais e não conseguirá concluir projetos.

Estes adultos habitualmente tentam controlar circunstâncias e relações, reagindo de forma extrema a mudanças sobre as quais não consigam ter controlo, pois vivem num mundo imaginário onde há muito a realidade se esfumou.

imagem@contioutra

“A alienação parental, também designada por implantação de falsas memórias, consiste na prática de atos ou omissões, depois da separação ou divórcio, por parte do pai ou da mãe para com a criança ou adolescente, manifestadas de forma clara ou subtil, que constituem intencionalmente manipulação psicológica do menor, gerando neste repúdio, ódio e outros sentimentos negativos em relação ao outro progenitor.
Trata-se de abuso moral e agressão emocional para com o menor e de manipulação da imagem do ex-conjuge, o progenitor alienado, com o propósito de causar danos na manutenção dos laços afetivos dos filhos com aquele, mas que acabam por causar distúrbios psicológicos no próprio menor, afetando-o para o resto da vida.

É o designado Síndrome de Alienação Parental (SAP).

Segundo a Drª Teresa Paula Marques, Psicóloga Clínica, especialista em Psicologia Infantil e do Adolescente, da Clinica da Criança

Existem três níveis de intensidades diferentes do processo de alienação:

 Tipo ligeiro

Os filhos apresentam fortes vínculos emocionais, com ambos os progenitores e estes reconhecem que os conflitos afectam os seus filhos e, embora haja alguma difamação, esta tem pouca intensidade.

Os períodos de separação entre o progenitor e os filhos são curtos e ocorrem sem grandes conflitos. Embora neste primeiro estádio o filho apoie pontualmente o progenitor alienador, demonstra ter um pensamento independente e um grande desejo que os problemas se resolvam.

– Tipo moderado

Assiste-se a uma deterioração dos vínculos afectivos com o progenitor alienado (que não possui a guarda), ao mesmo tempo que há um fortalecimento da relação com o progenitor alienador (com quem vive).

As visitas ao progenitor que não é detentor da custódia, assim como as visitas aos avós e restantes membros da família alargada, começam a ser conflituosas. A criança não revela capacidade para pensar de uma maneira autónoma e repete aquilo que lhe é dito.

– Tipo grave

O progenitor alienado é visto como um indivíduo perigoso, chegando a ser encarado como um inimigo. Surgem sentimentos de ódio e recusa para com o progenitor alienado, enquanto que o outro progenitor é amado e defendido de forma irracional.

As visitas ao progenitor tornam-se escassas ou mesmo inexistentes tal como as visitas aos avós e família alargada que se ocorrer convertem-se em reacções adversas. Ainda que a campanha de difamação seja mais contínua e intensa, a criança já revela alguma independência de pensamento pois não justifica as suas acções com recurso a ideias transmitidas por outros. Justifica as suas próprias ideias e atitudes.

Apesar das abundantes abordagens na literatura é praticamente ignorado pelo poder judicial e, ainda que sendo um problema de enorme gravidade e sobejamente conhecido, existe sobre ele pouquíssima jurisprudência produzida pelos tribunais portugueses. Ora, perante a inércia da justiça, são mais do que frequentes os abusos do progenitor alienador, abusos esses com que a recente alteração do Código Civil veio pactuar ainda mais, por razões óbvias. “
São inúmeros os casos em que se perdem definitivamente os laços entre os filhos e o pai ou mãe, e em que os primeiros se recusam a aceitar qualquer contacto com um dos segundos, violando reiterada, e indisciplinadamente, até, o dever de obediência, também previsto no CC.
Chegados à transição da adolescência para a vida adulta, os filhos tomam decisões sustentadas por uma pseudo-realidade formatadora da sua mente durante anos do seu crescimento, com efeitos irreversíveis no resto da vida.
O progenitor alienador nem sequer tem de agir, bastando-lhe, por vezes, manter uma aparente imparcialidade ou abster-se de opinar, concedendo, assim, ao menor, total liberdade para decidir se pretende ou não ter a companhia do pai ou mãe em determinado momento.

São pequenos atos de omissão, supostamente inofensivos, mas que contribuem decisivamente para o processo de alienação, iniciado com esporádicas e ingénuas decisões de recusa do filho a uma proposta de passeio com o pai ou mãe e que vão evoluindo até à desobediência, repúdio e sentimentos de ódio do filho, já adolescente ou adulto, para com o progenitor alienado.

Trata-se de sentimentos criados por manipulação da mente do indivíduo, na sua tenra idade e falta de experiência de vida, por parte de uma pessoa, o progenitor alienador, que gera danos emocionais e psicológicos noutra pessoa, o menor, que subsistirão para o resto da vida e afetam inúmeras vezes a sua conduta e postura na sociedade e chegam a ser determinantes, no futuro, nas decisões sobre a construção de uma nova família ou na educação dos seus próprios filhos. A literatura aponta as diversas e graves consequências.

Perante a inércia do legislador e, consequentemente, da justiça, e considerando a vasta abundância de casos, geradores de imensuráveis repercussões, sendo certo que se revestem de enorme gravidade, na medida em que afetam a vida para sempre, quer a do agora menor, quer a do cônjuge alienado, é imprescindível consagrar no ordenamento jurídico medidas sancionatórias dissuasoras da prática de atos ou omissões que conduzam ao Síndrome de Alienação Parental.
Considerando a gravidade dos danos causados pelo SAP nos indivíduos, a sanção deverá ter natureza penal, pelo que se exige a sua qualificação como crime e integração no Código Penal. Perante os ouvidos de mercador do legislador, importa levar o assunto à praça pública e unificar as vozes. Assim, pretende-se levar os responsáveis da governação do Estado a agir em conformidade com a gravidade dos comportamentos do cônjuge alienador ou de outros familiares que adotem a mesma conduta.

Assine esta petição aqui

imagem@Justificando

Esta é uma atividade para realizar hoje!
Imprima as folhas, leia a história com ou para os seus filhos e peça-lhes que a ilustrem.

Nunca mais se irão esquecer de como começou o magusto!

Os resultados serão maravilhosos!
Envie-nos uma fotografia do desenho do seu filho para que possamos publicar!
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Hoje em dia a Meditação está em voga! A maioria das pessoas já sabe o que é ou, pelo menos, já tem uma noção… O stress, a ansiedade, a correria do dia-a-dia leva cada vez mais adultos a procurar actividades que os ajudem a relaxar, a parar e a desligar do frenesim diário. A Meditação, o Yoga, o Mindfulness e tantas outras actividades do género acabam, por ser a tábua de salvação de gerações que têm pautado a sua vida pelo sucesso que alcançam tanto na vida profissional, como na pessoal.

No entanto, ser O MELHOR parece já não ser suficiente…

Mas, a minha questão é a seguinte: se os adultos se sentem “perdidos” no meio de tanta agitação, como se sentirão as crianças?

No meu percurso pelas escolas, colégios e ATL’s tenho encontrado crianças desorientadas, desorganizadas, agitadas e descontroladas. Com pais mais ou menos ausentes, mais ou menos conscientes, mais ou menos atentos, as crianças de hoje em dia têm muita dificuldade em gerir as suas emoções; em respirar fundo; em compreender oque sentem, o que pensam e em medir as consequências do que fazem. Agem sem pensar e pensam sem agir… Têm medo de desiludir os pais, mas não sabem ao certo oque isso significa. Têm medo de falhar, mas não sabem bem no quê… Sabem que têm de se portar bem, sem saber ao certo o que isso é. Dizem-lhes que devem ser os melhores, para terem um bom futuro! Que têm de ter boas notas (logo no 1º ciclo…), senão não serão ninguém na vida… Todas estas questões estão a provocar ansiedade e medo nas nossas crianças! Cada vez mais, encontramos crianças perdidas, revoltadas, desafiadoras, que levam aos limites pais e professores.

Como é que a Meditação as pode ajudar?

Sendo uma técnica de relaxamento e de auto-observação, a Meditação ajuda as crianças a concentrar; a identificar e a observar os seus comportamentos; a autovalorizar-se; a conhecer o seu potencial… Quando meditam estão apenas e só no momento presente! O passado já não existe e o futuro ainda não é conhecido.

Mas meditar é muito mais do que relaxar! É ter consciência de nós próprios e dos outros; dos nossos actos; do que fazemos e do que dizemos; do respeito que devemos ter por nós próprios e pelos outros; é ter consciência do que sentimos e conseguir partilhá-lo com os outros, da melhor forma possível.

Com maior ou menor estranheza, as crianças apercebem-se que o que lhes é pedido nesta actividade não é só estar sentado em silêncio… É-lhes pedido para partilhar o que sentem a cada momento, sem juízos de valor, sem expectativas de resposta, sem certos nem errados. É-lhes restituída a liberdade de expressão, de pensamento e de acção. No inicio ficam meio baralhados, pois estão habituados a que lhes seja dada a forma certa de fazer cada coisa. Mas depressa valorizam a liberdade que lhes é dada e aventuram-se a ser quem realmente são.

Aprendem a respirar conscientemente e apreendem os benefícios que essa prática traz ao seu corpo e ao seu dia-a-dia. Percebem que respirar é bem mais do que apenas sobreviver. A respirar de forma consciente conseguimos acalmar o corpo, a mente e o coração. A respirar de forma consciente conseguimos energizar o corpo, a mente e o coração. Conscientes da nossa intenção somos capazes de gerir de forma inteligente e mais produtiva as nossas emoções, acções e pensamentos. Rapidamente, as crianças começam a perceber o que sentem, porque o sentem e o que podem fazer para gerir da melhor forma esse turbilhão.

Quando começam a olhar para si próprias, as crianças começam a questionar tudo. Quem sou eu? Do que gosto? Do que não gosto? O que me faz feliz? O que gosto de fazer? Quais são os meus talentos? E desafios? A pouco e pouco começam a compreender e a conquistar o seu papel num mundo que antes lhes parecia tão louco… Agora já não têm tanto medo de crescer, pois começam a ter confiança em si e nas suas forças. Deixam de resistir pela força e começam a questionar, a escutar e a dialogar. Conscientes de si, começam a olhar para os outros com outros olhos. Uns olhos mais presentes, mais atentos e tranquilos.

imagem@doutissima

Comunicar eficazmente com os filhos sem ferir a sua autoestima

Como transmitir ordens sem ferir a sua autoestima

Uma boa comunicação está na base de uma relação equilibrada e saudável, sendo ainda de maior relevância quando falamos na relação entre Pais e Filhos. É através dela que expressamos aos outros o que queremos, o que sentimos, o que não gostamos, do que precisamos e é graças a ela que podemos atingir a sensação de que somos realmente compreendidos e respeitados.

Um dos principais motivos que leva os Pais a frequentarem os Workshops de Parentalidade Positiva prende-se com as dificuldades em chegar aos filhos através das palavras.
Porque é que ele não me ouve?” ou “Não liga nada ao que eu lhe digo!” são frases recorrentes e que surgem nas sessões quase como desabafo, sejam os filhos crianças ou adolescentes.

Como mudar a forma como comunicamos?

Se pretende mudar o seu estilo comunicacional e falar ao seu/sua filho(a) de forma a que ele/ela o/a oiça, sugiro que comece por uma coisa muito simples – escute-se a si próprio com muita atenção. Nas próximas 24 horas esteja especialmente atento(a) ao que diz ao seu filho e à forma como o diz. Tome pequenas notas das conversas que mantém com eles e do que sentiu nessas trocas de palavras.

É comum os Pais, após a realização do exercício de tomarem pequenas notas das conversas que tiveram com os seus filhos nas últimas 24 horas, constatarem que dizem muitas coisas que não gostariam de dizer às suas crianças e adolescentes, ouvindo tantas outras com as quais também não se sentem nada satisfeitos. Também é recorrente os Pais se queixarem que, não poucas vezes, as conversas facilmente se transformam em discussões e que os seus filhos não lhes contam as coisas. 

Na verdade ouvirem-se a si próprios já representa um progresso. É o primeiro passo para a mudança. Uma vez que qualquer processo de mudança não é possível sem esforço e determinação, comece por pequenas alterações:

1.º Ouça com muita atenção e de forma empática.

Quando a criança estiver a falar consigo deixe o que está a fazer, olhe para ela e não se limite a anuir. É muito mais fácil contar os problemas a um Pai que está realmente a ouvir. Nem precisa de dizer nada. Muitas vezes, um silêncio complacente é só o que a criança precisa.

2.º Em vez de fazer perguntas e dar conselhos sobre o que a criança lhe está a transmitir, demonstre que está a ouvir.

É difícil para uma criança pensar com clareza ou construtivamente quando está a ser interrogada, acusada ou aconselhada. Um simples “Oh…”, “Hum…” ou “Estou a ver” por si só pode ser uma grande ajuda. Palavras deste tipo acompanhadas de uma atitude preocupada convidam a criança a explorar o que pensa e o que sente, e talvez a arranjar sozinha uma solução para o seu problema sem a intervenção dos pais.

3.º Não negue ou contrarie o que o/a seu/sua filho/a sente.

Uma das questões mais importantes e desafiantes na relação comunicacional Pais – Filhos, prende-se com a expressão das emoções.Imagine a seguinte situação: O seu filho, por motivos de saúde, tem que levar uma injeção todas as semanas durante um mês. Apesar de saber que o pequeno tem pavor de agulhas, também sabe que a maior parte das vezes as injeções só doem um segundo. Hoje, depois de saírem do consultório, o seu filho queixa-se amargamente. Sabendo que a cena se repetirá durante as próximas semanas, você quer acabar rapidamente com aquilo e tenta minimizar a situação dizendo coisas do género:
  • Não chores. Também não dói assim tanto.” ;
  • “Estás a fazer disto um bicho de sete cabeças” ;
  • “O teu irmão nunca se queixa quando leva injeções.”
  • “Estás a portar-te como um bebé.”
A intenção que está por trás destas observações é boa, é certo, contudo, ela só piora a situação pois, além da criança não se sentir melhor com as palavras da mãe ela fica irritada por esta não reconhecer a sua dor. Quando compreendemos o que a criança sente, ajudamo-la imenso. Fazemo-la lidar com a sua realidade interior. E quando ela percebe essa realidade, arranja força para a suportar.


As suas palavras devem demonstrar que está mesmo a ouvir e que aceita o que a criança sente.
Por exemplo:

  • ”Isso deve ter doído” ;
  • “Hum, foi mesmo mau.” ;
  • “É daquelas dores que só desejas ao teu pior inimigo” ;
  • “Não é fácil levar estas injeções todas as semanas.
  • “Aposto que vais ficar todo contente quando acabarem.

As crianças não precisam que concordem com o que elas sentem; precisam que compreendam o que elas sentem.

Um dos muitos desafios inerentes à paternidade é a luta (quase) diária para que as crianças compreendam que nem sempre podem ter tudo o que desejam, no momento em que desejam. Fazer-lhes entender e aceitar a realidade é muitas vezes fonte de conflito, conflito esse causador de troca de palavras menos agradáveis e geradoras de mau estar na relação. Se por vezes não se consegue evitar discussões desgastantes para os Pais e também os filhos, outras ocasiões ocorrem em que, com imaginação e boa vontade as mesmas podem ser contornadas. Assim, segue mais uma estratégia comunicacional que os Pais podem usar na sua relação com as crianças:


4.º Satisfaça o desejo da criança em fantasia

Quando as crianças querem algo que não lhes podemos dar, geralmente reagimos com explicações lógicas sobre o motivo pelo qual não lhes podemos dar o que elas pedem. E estamos a falar de coisas tão díspares como o brinquedo que os amiguinhos já têm, ir brincar no parque à noite ou os seus cereais preferidos. Mas, o que acontece muito frequentemente é que quanto mais explicamos mais elas argumentam e protestam. Fazendo assim os Pais perder a paciência e irritarem-se.

O que lhe sugerimos é que, quando assim for possível, satisfaça o desejo da criança em fantasia. Por exemplo: o seu filho, que adora astronomia, pede-lhe incessantemente um telescópio novo. Tem um mas considera que  já está ultrapassado. Em vez de iniciarem uma discussão sobre o seu (caro) pedido demonstre-lhe que ouviu o seu desejo. Diga-lhe “Estou a ver que gostavas muito de ter um telescópio de 200 polegadas.” E continue: “Sabes do que eu gostava? Gostava de ter dinheiro para te comprar. Não, gostava de ter dinheiro para te comprar um telescópio de 400 polegadas. Mais, de 600 polegadas. E veríamos as estrelas e os planetas todas as noites. Seria mesmo divertido.

Por vezes, só o facto de a outra pessoa entender que queremos muito uma coisa torna mais fácil encarar a realidade.

5º. Dê ordens sem ofender ou humilhar a criança.

Não raras vezes, motivados pelo cansaço e saturação, ao chamarmos a atenção da criança para um determinado comportamento desadequado ou incumprimento de regra, juntamos palavras pejorativas ou críticas negativas à ordem, transformando-a num ataque à auto estima da criança.

Exemplificando: Apesar de estar estabelecido nas regras da família que os trabalhos de casa são para serem feitos antes do tempo de brincadeira e convívio familiar, o seu filho protela sistematicamente esta tarefa. Os pais, desgastados por terem que estar sempre a relembrar a criança que tem que fazer os deveres, acabam por proferir algo do género:
” Vai já fazer os trabalhos de casa. Todos os dias é a mesma coisa. És mesmo irresponsável!”
A criança, ouvindo estas palavras, vai sentir que está a ser atacada. Vai concentrar-se mais na crítica dos pais do que na tarefa que lhe dizem que tem que realizar. Aceitar ordens ditadas por quem nos está a pôr defeitos não é fácil e origina uma maior resistência à colaboração.

Comunicar eficazmente com os filhos sem ferir a sua autoestima

5 formas diferentes de chamar a atenção da criança sem a ofender ou humilhar. Desta forma fomenta-se um clima de respeito em que o espírito de cooperação pode começar a aumentar.

  • Descreva o que vê: “Não estás a fazer os TPC!”
  • Informe:Amanhã vais ter falta na escola porque não fizeste os TPC”
  • Comente com uma única palavra: “TPC”
  • Descreva o que sentiu: ” Não gosto de estar sempre a lembrar-te que tens de fazer os TPC”
  • Escreva um recado: Deixe um recado colado na TV: “Antes de me ligares pensa se já concluíste os TPC hoje!”

 

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