Já é um hábito para os pais, a agitação constante de todos os Natais. Todos os anos o ciclo se repete, e a busca pelo presente perfeito parece um caminho interminável.

Uns gostam mais de carrinhos e pistas para voar sem sair do chão. Outros preferem brinquedos científicos e descobrir comos e porquês. As meninas preferem os Nenucos e as Barbies, os peluches e as casinhas de bonecas. Mas… Sabia que o que as crianças preferem mesmo é brincar com os pais?

Segundo um estudo recentemente revelado pela Imaginarium, o desejo de todas as crianças é ter mais tempo para brincar com os pais. Brincar é sempre uma diversão, mas brincar com os pais, de uma maneira plena e sem pressas, é o verdadeiro prazer de viver.

Este estudo surge a propósito da comemoração do Dia Internacional dos Direitos da Criança, e reveste-se de especial importância, não só a propósito deste dia, mas a propósito de uma reflexão constante que fazemos todos os anos por esta altura: qual o melhor presente que podemos dar às nossas crianças, todos os dias? A resposta é fácil: estar perto, estar atento, estar presente.

Ser pai, mãe ou professor é uma tarefa dura, recheada de dias difíceis e birras intermináveis mas também é muito gratificante. Significa resistir e saber estar presente em cada momento, dar liberdade para brincar, protestar e perdoar.

Mais do que um brinquedo, um videojogo ou outro bem material que possamos oferecer, este Natal, importa que ofereçamos o nosso tempo: enquanto pais, irmãos, tios, primos, educadores, porque todos nós temos uma missão clara e doce.

Para 31,2% dos pais portugueses, à semelhança do que acontece em outros países do Sul da Europa, aquilo que os faz mais felizes no seu dia-a-dia é estar com a família. Por isso, mais importante do que escolher o brinquedo certo, por ser mais apropriado a cada idade, por ser fácil de utilizar ou por ter sido o preferido das crianças, o importante é que este Natal, pense no tempo que vai dedicar a partilhar esse momento com os seus filhos.

As crianças são felizes enquanto brincam. Aprendem enquanto brincam e divertem-se aprendendo! Mas aquilo que os faz realmente felizes é que os pais façam parte desse momento.

Também aqui, métodos de ensino e formas de educar se fundem, ao permitir que pais e filhos partilhem momentos de absorção e aprendizagem de conhecimentos, em conjunto. Sentar no chão, ouvir canções, repeti-las infinitas vezes, rir e chorar, fá-los compreender que o caminho se constrói em conjunto e que a peça mais importante do puzzle da vida são os pais, que a cada momento estiveram por perto.

Brincar com os filhos torna os pais especiais!

Por isso, este Natal seja especial, dedique-se aos mais novos, volte a ser criança e desfrute da actividade mais vital, divertida e essencial de levar a vida: a brincar!

Outubro é mês de início de atividades extracurriculares, de chegada da chuva, de muitos santos, de comemoração da implantação da república, (este ano) de eleições e de Halloween!

Pelo menos desde que a tradição anglo-saxónica invadiu a Europa e inundou o nosso Dia das Bruxas de consumismo e capitalismo!

As crianças deliram, os pais nem tanto, mas a verdade é que um mês antes se começa a falar de máscaras, pinturas, festas, lanches e muitas outras surpresas arrepiantes! Na realidade, o conceito de Halloween remonta aos tempos celtas do século XVII, em que se dedicava um dia a relembrar e celebrar os mortos.

Atualmente, o conceito base alargou-se e apesar de alguma alusão a tudo o que provém de outro mundo, este dia tornou-se célebre pelas máscaras, partidas e os famosos “trick or treat” que encantam os mais novos que batem de porta em porta em busca de doces e guloseimas.

Existe uma série de lojas onde os pais podem comprar fatos e acessórios a preços acessíveis e, agora, até os hipermercados disponibilizam uma variedade enorme de opções. Contudo, não só de fatos e guloseimas se faz o Halloween. É importante estimular os sentidos dos mais novos com diferentes actividades, que lhes permitam compreender o espirito e mensagem da época ao mesmo tempo que se divertem em projectos de grupo.

Também aqui, a língua inglesa, assume um papel fundamental: o de levar os mais novos até às raízes, origens e tradições de Halloween. Desde o vocabulário e adereços até às comidas típicas, actividades e rituais, é possível transmitir aos mais pequenos os conceitos de cultura e tradição, de uma forma inovadora e dinâmica.

Importa não só deixá-los brincar, porque são crianças e essa é a tarefa mais importante das suas vidas, mas também, ensinar-lhes a origem das coisas. É fundamental perceberem o que comemoram, porque comemoram, como devem comemorar. Seja o Halloween, a Páscoa ou o Natal, trata-se da transmissão de valores e essa é a missão mais importante de todas. Missão que educadores e professores, em conjunto com os pais, abraçam todos os dias de corpo e alma.

Claro que a época é de festa e por isso nós, adultos, devemos alinhar com os mais novos e aproveitar o (escasso) tempo que temos livre. Durante este mês, museus, bibliotecas e outros espaços comemoram o Halloween de forma animada e interactiva, tal como nos centros Helen Doron. O que interessa é que nos envolvamos em conjunto com os mais novos, seja em desfiles de máscaras, tardes de culinária, storytelling ou outras actividades que encantam todas as idades!

A oferta é vastíssima…basta escolher!

E assim estamos de novo no regresso às aulas. Entre testes, estações do ano, notas, estudo, apontamentos, visitas e reuniões de pais voltámos a Setembro!

É tempo de decisões, opções e preocupações. Renovar matrículas, mudar de escola, estudar os conteúdos programáticos, conhecer as professoras, comprar e forrar os livros e escolher o material escolar.

Diariamente somos bombardeados com promoções, descontos e ofertas. Mais uma altura do ano aproveitada ao máximo pelo princípio capitalista do consumismo. Mas o regresso às aulas é muito mais do que isto. É a altura em que os mais novos se sentem postos à prova, é tempo de retomar as rotinas e horários e para algumas mães é altura de se despedirem da licença de maternidade e entregarem os bebés ao cuidado de alguém estranho.

É ainda período de definição de metas pessoais, pedagógicas e profissionais.

Tempo de repensar prioridades e estabelecer medidas de organização familiar. A educação é, cada vez mais, parte crucial de quem somos e de quem queremos que os nossos filhos sejam. É selecionador de oportunidades e define competências e preferências. O regresso às aulas deixou de ser apenas período de reencontrar os amigos e professores. Ganhou uma importância acrescida de responsabilidade futura. Não basta ser razoável. Nos dias competitivos de hoje, há que ser mais e melhor. Superar e superarmo-nos diariamente.

É, ainda tempo de reencontrar ou criar novos afectos. Numa era de independência feminina, a figura de educadores e professores assume também um carácter afectivo de peso, pois substitui a presença paternal imediata. As crianças passam cada vez mais tempo na instituição escolar pelo que a transmissão de valores e princípios deixa de ser uma tarefa única e exclusiva da família.

Por isso, talvez mais do que nunca, as escolas e instituições, sejam curriculares ou extracurriculares, ganham agora um perfil mais carinhoso, mais caloroso e mais afetivo.

 

Por Mariana Torres, para Up To Kids®
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Muito se tem debatido sobre a melhor forma de educar. Em várias publicações da especialidade, blogs e portais podemos encontrar diversas técnicas que nos ajudam e guiam na difícil tarefa de educar uma criança. Mas qual o limite entre a permissividade e a autoridade? Qual o limite para conquistar a atenção de uma criança? Qual a melhor forma de lidarmos com a nossa consciência?

Enquanto empresária na área da educação muito me tenho questionado sobre as melhores soluções para este problema. Até onde deverá a escola ir? Qual o máximo de interferência que deveremos assumir?

A experiência mostrou-me que não há uma fórmula certa, nem uma única resposta correcta. O mais importante é compreendermos e aceitarmos que cada criança é diferente, provém de um meio diferente, vive experiências diferentes e está a desenvolver uma personalidade diferente. Assim sendo temos que apresentar propostas diferentes para crianças diferentes. A diversidade de estratégias aplicadas numa metodologia de ensino, poderá conduzir os alunos ao sucesso. Aulas que intercalem actividades mais académicas com jogos movimentados, materiais interactivos e visuais terão uma probabilidade maior de agradar a todo o tipo de aluno uma vez que satisfazem necessidades distintas de aprendizagem.

A relação escola/família é, cada vez mais, crucial no processo de ensino e evolução da criança. O modelo familiar mudou. Os Pais têm cada vez menos tempo para os filhos que consequentemente passam cada vez mais tempo na escola. Os papéis estão invertidos e a comunicação é a chave para o sucesso. As estratégias e valores têm que estar alinhados para nenhum dos elementos educadores se sobrepor ao outro.

Com entreajuda e confiança poderemos educar cada vez mais e melhor.

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O inicio de um novo ano é sempre sinónimo de balanço e mudanças. Mudanças na nossa vida profissional, mudanças na nossa vida pessoal, mudanças na forma como nos relacionamos com os outros.

Mas se é tão importante porque nos custa tanto mudar?

A mudança implica sempre uma saída da nossa zona de conforto, alterações nos nossos hábitos e padrões comportamentais, que à partida nos parecem sempre tão simples e naturais. Contudo, nem sempre é fácil, até porque, na maioria das vezes, a mudança tem que partir de nós para que se projecte em tudo o que nos rodeia.

Mudar de casa ou de escola, de trabalho ou de cidade, é sempre difícil mas as mudanças profissionais são, provavelmente, as mais dolorosas e sensíveis… Não é fácil mudar a nossa equipa nem a forma como os outros lidam connosco. Mas é cada vez mais necessário. Num panorama cada vez mais competitivo torna-se imperativo rentabilizar os negócios, os serviços e os produtos. Infelizmente ser bom não chega, temos que ser cada vez melhores, cada vez mais produtivos e cada vez mais competitivos. Não é um paradigma fácil de instalar principalmente quando há um estigma geral de conformismo e de queixa face às ocupações e situações profissionais e pessoais.

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 Mudar, é bom ou mau?

É por isso que a gestão emocional é um processo que nos acompanha desde cedo e que caminha connosco ao longo da vida. É importante preparamos as nossas crianças para as necessidades de mudanças constantes. Mudanças que implicam alterações de comportamento e atitude que começam dentro de todos nós e se reflectem no dia-a-dia com os demais.

Há que preparar as crianças de hoje para a realidade de amanhã. Uma realidade mais seletiva, mais exigente e significativamente mais cruel.

 

 

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O inicio do ano de 2014 foi abalado pelo sangrento massacre no Jornal Francês Charlie Hebdo. Esta tragédia promoveu, uma vez mais, o recorrente debate sobre um direito fundamental de um sistema democrático – a liberdade de expressão.

A liberdade de manifestarmos a nossa opinião a nível pessoal, profissional e até público foi uma das maiores conquistas europeias e até há bem pouco tempo, algo que dávamos como adquirido e até natural. Estes recentes acontecimentos fizeram-me refletir sobre este assunto e chegar à conclusão de que muitos dos valores aceites e praticados nos últimos tempos estão em crise.

Claro que a nossa liberdade termina onde começa a liberdade do outro e que o respeito pela opinião tem que ser tido em consideração mas comportamento algum justifica a violência e a crueldade a que assistimos no passado dia 7 de Janeiro.

Educamos e criamos crianças para que falem e se expressem no máximo de línguas possível de modo a alargar horizontes e abrir portas a novas oportunidades.

Potencializamos o sentido crítico desde cedo para que as crianças de hoje possam ser adultos informados de amanhã. Insistimos no acesso precoce à tecnologia para que os jovens possam ter acesso ao mundo que os rodeia.

São estes os exemplos que passaremos?

Serão estes os valores democráticos com que sempre sonhámos?

 

Por Mariana Torres, Helen Doron National Franchisor Portugal
para Up To Lisbon Kids®

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Estamos em contagem decrescente para o Natal.

É altura de estar com a família, mimar as crianças e repensarmos o ano que passou. Mas numa altura em que somos inundados por anúncios de brinquedos qual o melhor presente que podemos oferecer às crianças?

Alvin Toffler, futurista e escritor americano previu a Terceira Vaga de revolução em que nos encontramos há mais de 30 anos. Vivemos uma era competitiva em que mais do que o trabalho físico ou industrial, o conhecimento tornou-se a arma mais poderosa de inovação e desenvolvimento. O mercado de trabalho está saturado e a licenciatura outrora uma mais valia já não é, em muitos casos, suficiente. É preciso ser melhor que todos.

Estudar, terminar de estudar e voltar a estudar. Frequentar especializações, mestrados e mantermo-nos actualizados numa era que tudo se desactualiza e passa de moda a cada instante.

A educação é a chave para um futuro de sucesso. Este é o melhor presente que poderemos oferecer aos nossos filhos. Uma educação completa que lhes permita acesso a um mercado de oportunidades. Um excelente domínio de línguas que lhes abra portas para outros países, outras realidades.

Há que investir hoje para um melhor amanhã. É preciso brincar, sorrir e amar mas é preciso também educar, ensinar, proporcionar e desenvolver.

Por Mariana Torres, Helen Doron National Franchisor Portugal
para Up To Lisbon Kids®

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O nosso dia a dia é enriquecido e estimulado com música. Seja no carro, em transportes públicos, no trabalho, através da televisão ou em casa estamos permanentemente rodeados de sonoridades que, mesmo de forma passiva, nos estimulam e desenvolvem.

Também na aquisição de uma língua, materna ou estrangeira, a música desempenha um papel fundamental. Não é por acaso que as pessoas cantam para os bebés, que existem músicas especificas para bebés e que todos os programas infantis são baseados em canções ou sonoridades. De facto, o ritmo das canções possibilita uma aprendizagem mais fácil e natural através da memorização de sons e rimas. Os bebés e crianças aprendem a cantar através da repetição dos sons, mesmo que na maioria das vezes não compreendam o significado das palavras que estão a cantarolar.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=nNaQKAt5IEg?list=PLHllW_2sCNGNB4fNMM10sMUH4McpKSb_E]

Esta metodologia, reconhecida pelo seu sucesso no ensino precoce da língua inglesa, baseia-se no método musical Suzuki utilizando nas aulas mais de 700 canções originais exclusivas, compostas de acordo com os propósitos linguísticos e necessidades da faixa etária em questão.

Ao memorizarem as músicas em inglês as crianças não só adquirem uma pronúncia natural e correta como associam os significados às palavras ensinadas nas aulas. Tendo em especial consideração a importância da música no desenvolvimento da linguagem todos têm à sua disposição, um canal de músicas exclusivas no youtube, destinado aos mais novos [aqui] e uma estação de rádio online [aqui] para os mais velhos.

Por Mariana Torres, Helen Doron National Franchisor Portugal
para Up To Lisbon Kids®

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Aprender inglês desde tenra idade possibilita uma fluência futura e uma facilidade de aprendizagem e estimulação auditivas naturalmente vantajosas no mundo global dos dias de hoje.

Apesar da reação comum e vulgar ser a incredulidade face a esta apresentação, os resultados estão comprovados. O número de alunos desta faixa etária está a aumentar por todo o mundo, e é possível começar a aprender esta, ou qualquer outra língua, a partir dos três meses de idade.

Um curso para bebés e crianças de tenra idade assenta em vocabulário básico em inglês, que permite o desenvolvimento social com outras crianças, na implementação de técnicas de pré-leitura, música e ritmos diferentes em todas as aulas, que impulsionam o desenvolvimento cerebral, e implica a utilização de linguagem gestual universal que desenvolve a destreza física dos bebés.

As aulas têm a duração de 45 minutos, uma vez por semana e a mãe ou o pai do bebé participam ativamente na aula de modo a compreenderem a metodologia e poderem estimular a criança em casa durante a semana através das histórias e CD de canções originais.

As aulas de inglês para bebés e crianças são extremamente estimulantes e alternam entre actividades de grupo, jogos de associação, canções, gestos e coreografias. Os grupos têm no máximo 8 bebés por aula de modo a garantir um ensino personalizado e o conforto necessário para que tudo decorra com naturalidade e alegria.
Por Mariana Torres, Helen Doron National Franchisor Portugal
para Up To Lisbon Kids

O curso Baby’s Best Start foi especialmente desenvolvido para ensinar inglês a bebés dos 3 aos 22 meses de idade.

Apesar da reação comum e vulgar ser a incredulidade face a esta apresentação, os resultados estão comprovados e o número de alunos desta faixa etária está a aumentar nos Centros de Ensino Helen Doron por todo o mundo.

Baby’s Best Start oferece sete cursos num só: ensina vocabulário básico em inglês, permite o desenvolvimento social com outras crianças, implementa técnicas de préleitura, introduz música e ritmos diferentes todas as aulas, impulsiona o desenvolvimento cerebral, utiliza linguagem gestual universal e desenvolve a destreza física dos bebés através de diversas atividades motoras.

O estímulo desde tenra idade possibilita uma fluência futura e uma facilidade de aprendizagem e estimulação auditivas naturalmente vantajosas no mundo global dos dias de hoje.

As aulas têm a duração de 45 minutos, uma vez por semana e a mãe ou o pai do bebé participam ativamente na aula de modo a compreenderem a metodologia e poderem estimular a criança em casa durante a semana através das histórias Helen Doron e do CD de canções originais.

São aulas extremamente estimulantes que alternam entre atividades de grupo, jogos de associação, canções, gestos e coreografias. Os grupos têm no máximo 8 bebés por aula de modo a garantir um ensino personalizado e o conforto necessário para que tudo decorra com naturalidade e alegria.

Participe numa aula de demonstração gratuita e observe os resultados.

Por Mariana Torres, Helen Doron National Franchisor Portugal,
Para Up To Lisbon Kids