Crianças precisam de micróbios para desenvolver a imunidade, não de antibióticos – dizem os cientistas.

“Especialistas acreditam que o exagero na limpeza está a contribuir para uma série de condições crónicas que vão de alergias a obesidade.”

Claro que é muito importante lavar as mãos. Mas o grande problema, no ocidente pelo menos, é o excesso de zelo na desinfeção da casa e esterilização de objetos.

A ciência mostra que livrar-se dos minúsculos organismos chamados de micróbios com desinfetantes de mãos, sabonetes antibacterianos e doses exageradas de antibióticos estão a causar um impacto terrivelmente negativo no sistema imunológico dos nossos filhos, diz a microbiologista Marie-Claire Arrieta, co-autora de um livro chamado Let them eat dirt”.

Especialistas acreditam que o exagero na limpeza está a contribuir para uma série de condições crónicas que vão de alergias a obesidade. Marie-Claire Arrieta explica que ao nascermos não temos micróbios. O nosso sistema imunológico está subdesenvolvido. No entanto, assim que os micróbios entram em acção,  activam o nosso sistema imunológico que começa a funcionar corretamente.

O excesso de higiene é uma hipótese que explica por que as alergias, a obesidade e as doenças inflamatórias, são doenças que têm vindo a aumentar a nível mundial. De acordo com Marie-Claire Arrieta, não é apenas uma questão genética. “Os nossos genes simplesmente não mudam tão rápido”.

As crianças precisam de micróbios

A pesquisa mostra consistentemente que essa falta de exposição aos micróbios contribui para o aparecimento destas doenças. Os especialistas consideram que esta exposição no início de vida é necessária para que o nosso sistema imunológico seja treinado adequadamente e, eventualmente, possam evitar o desenvolvimento dessas doenças.

Um desses dados mostram que crianças que crescem num ambiente rural têm menos chances de desenvolver asma, segundo evidências epidemiológicas. O que o estudo sugere é que viver em um ambiente sem o excesso de limpeza é realmente melhor.

A mesma lógica se aplica ao benefício de quem tem um animal de estimação, especificamente um cão. Estudos também mostraram que limpar tudo o que os bebés põem na boca aumenta as hipóteses de desenvolver asma. A incidência de asma diminui quando a chucha é limpa na boca dos pais.

Claro que a higiene é essencial para a nossa saúde. Não devemos parar de lavar as mãos. Mas o correto é fazê-lo de forma eficaz para a prevenção de doenças. Antes das refeições. Quando vamos ao hospital. Quando estamos com gripe, etc.

O que passar disso, não é necessário. Se o seu filho estiver a brincar com terra, não precisa de ir a correr lavar-lhe as mãos. Deve haver um equilíbrio entre prevenir a infecção, que ainda é uma ameaça real na sociedade, mas também promover esta exposição microbiana que, para os estudiosos, é saudável.

Texto original publicado no TheStar, adaptado por Up To Kids

Programa da Tartaruga para Pais em Portugal

É frequente que as crianças de idade pré-escolar sintam medo e se retraíam quando se confrontam com pessoas, situações ou ambientes novos. Mas acabam por ultrapassar este medo e este retraimento iniciais. 

Algumas crianças podem demorar mais tempo a sentirem-se à vontade e a lidar com estes desafios. Dificuldade em juntar-se a crianças da mesma idade para brincar, a separar-se dos pais para explorar o ambiente. Dificuldade em falar com adultos com os quais não têm contacto regular, e a participar em atividades do jardim-de-infância ou outras atividades.

Os estudos mostram que, quando se prolongam no tempo, as dificuldades da criança em lidar com estes desafios podem afetar:

  • o seu bem-estar,
  • a relação que estabelece com as outras crianças da mesma idade
  • e a sua adaptação à escola.

Perante estas dificuldades, os pais podem sentir-se preocupados ou frustrados e nem sempre sabem como ajudar os seus filhos.

É importante que os pais tenham consciência que nem eles nem a criança têm culpa por este tipo de comportamento. Mas podem aprender e implementar algumas estratégias que podem ajudar as crianças a sentirem-se mais à vontade no dia-dia e a lidar de forma mais eficaz com estes desafios.

 

Quais os objetivos do Programa da Tartaruga?

Este projeto pretende

  • Adaptar para Portugal, implementar e avaliar um programa de intervenção dirigido aos pais e às crianças.
  • Ajudar os pais a conhecer e a implementar algumas estratégias que lhes permitam fortalecer a relação com os seus filhos através do brincar
  • Promover a confiança dos seus filhos para lidar com situações novas
  • Aumentar a cooperação e obediência dos seus filhos.

Paralelamente, as crianças terão oportunidade de conhecer e praticar estratégias que as ajudem a iniciar a interação com outras crianças, a comunicar com outras crianças e com os adultos, a expressar e a lidar com as emoções negativas (e.g., medo, frustração) de uma forma eficaz.

Programa da Tartaruga: Como funciona?

O Projeto Tartaruga é um programa de intervenção gratuito. Composto por oito encontros semanais em grupo (com 5-6 famílias) com duração de cerca de duas horas, num dia/horário a combinar de acordo com a disponibilidade das famílias.

Quem pode participar? Onde se dinamiza?

Podem participar neste programa mães, pais e crianças de idade pré-escolar (3-5 anos).

Estes encontros serão dinamizados no ISPA-Instituto Universitário (Lisboa), por psicólogos do Centro da Criança e da Família, William James Center for Research, ISPA-Instituto Universitário.

Quem está a desenvolver e apoiar este projecto?

Uma equipa de psicólogos do Centro da Criança e da Família do William James Center for Research, ISPA-Instituto Universitário. O projeto é apoiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (SFRH/BPD/11484/2016) e pela Fundação Calouste Gulbenkian.

Visite a página de facebook para mais informações. Ou contacte por email: mguedes@ispa.pt | programadatartarugaparapais@gmail.com

*O Programa da Tartaruga foi desenvolvido com base na evidência. Tem resultados comprovados nos EUA (Chronis-Tuscano e colaboradores, 2015).

 

A Matilde nasceu a 12 de Abril deste ano, tem um mano Rodrigo de 18 meses, e uma mana mais velha, a Thaís com 11 anos.

“Com 1 mês e meio a Matilde foi diagnosticada com Atrofia Muscular Espinhal Tipo I. A forma mais grave e fatal desta doença rara. É a notícia mais devastadora que alguém pode dar a um pai ou uma mãe…”

A Atrofia Muscular Espinhal Tipo I

É uma doença degenerativa neuromuscular autossómica recessiva frequente, reportada em 1/10.000 nados vivos e a principal causa genética de morte, atualmente.

O neurónios que partem da espinal medula e que transmitem informação aos músculos, vão progressivamente morrendo e o doente apesar de poder ter inicialmente ter uma força muscular normal, vai perdendo força e desenvolvendo atrofia muscular, paralisia progressiva e perda de capacidades motoras. Afeta todos os músculos do nosso corpo, poupando habitualmente a face. Além da fraqueza dos músculos membros, os músculos respiratórios são afetados condicionando insuficiência respiratória progressiva e geralmente numa fase mais avançada, dificuldades na deglutição. A fraqueza predomina nos músculos proximais, de forma mais marcada nos membros inferiores e acompanhando-se geralmente de escoliose.

O Tipo 1 (anteriormente conhecido como doença de Werdnig-Hoffman), que se manifesta antes dos 6 meses de vida, na qual as crianças nunca adquirem a posição de sentado independente e falecem (ou ficam dependentes de ventilação 24h) antes dos 2 anos de vida. Caracteriza-se por uma hipotonia grave, dificuldade no controle cefálico, dificuldades com o controlo da deglutição e insuficiência respiratória precoce.

O Diagnóstico e a Matilde

Os pais sempre acharam que a Matilde era diferente dos outros meninos. Mais molinha e por vezes engasgava-se a mamar. Quando a iam pesar perguntavam à enfermeira se era normal. Estavam preocupados. Na consulta de 1 mês, a Matilde não fazia algumas coisas que seria suposto fazer. A mãe, ainda mais preocupada, perguntou à doutora se era normal ao que respondeu: “os bebés não são todos iguais uns fazem umas coisas mais cedo que outros.”

Mas as mães têm um sexto sentido e pressentem quando os filhos não estão bem. E a mãe da Matilde, infelizmente, não estava enganada.

… o Dr. José Carlos Ferreira da Neuro pediatria, foi ter connosco para me observar e dizer o que achava que eu podia ter, e disse à mamã que o mais provável era ser uma doença genética rara e que era mau… a mamã e o papá choraram muito todos os dias…”

Com 1 mês e meio a Matilde foi diagnosticada com Atrofia Muscular Espinhal Tipo I. A forma mais grave e fatal desta doença rara.

É a notícia mais devastadora que alguém pode dar a um pai ou uma mãe…

A Matilde foi internada durante 2 semanas, começou a beber o leitinho pelo o biberão e a fazer fisioterapia com a Carolina, que ensinou aos pais uns exercícios de estimulação.

Na consulta de Neuropediatra especialista em doenças raras degenerativas – no Hospital Santa Maria também concordavam com o diagnóstico e pediram uma análise que conseguia os resultados do estudo genético em 4 dias. Explicaram aos pais o tratamento disponível que podia melhorar as funções motora e respiratória e a sobrevida. Que a Matilde iria ter de usar um suporte respiratório à noite para ajudar a expandir os pulmões e outros cuidados.
Teve alta do hospital no dia 07 à tarde e veio a confirmação do diagnóstico. Informaram do hospital que iriam pedir o medicamento para começar as injeções que ajudam a travar a progressão desta doença.
Mas os pais não desistem. Naturalmente. Eu faria e daria tudo para salvar a vida a um filho.
No dia 26 a Matilde voltou a ser internada, desta vez com insuficiência respiratória.

O Tratamento

Existe um medicamento novo Zolgensma “gene therapy” aprovado agora nos EUA pela FDA e que já foi enviado para a EMA para aprovação na Europa, que poderá ser a cura para esta doença, mas é “só” o medicamento mais caro do mundo e ainda vai demorar a chegar a Portugal (se chegar).

São cerca de 1.9 milhões de euros, mas neste momento é a única esperança para salvar a vida à Matilde.

Como ajudar

Carla e Miguel Sande, os pais, criaram uma conta solidária em nome de Matilde Sande – PT50 0035 0685 00008068 130 56 – Caixa Geral de Depósitos.
Criaram também uma página de FB  Matilde, uma bebé especial.
Os pais têm estado constantemente a actualizar  a página de Fb que criaram para este fim. Aqui fazem o ponto de situação dos donativos, com imagens do saldo de conta, fazem agradecimentos, e mais importante, partilham connosco o estado da pequena Matilde!

Olá meus queridos, 
Hoje estou um pouco mais calma, mas não passei bem a noite… ????
Tive febre e ainda me estou a adaptar à máscara da máquina de ventilação assistida. 
Mas vou continuar internada a tomar o antibiótico e a fazer a ventilação 24 horas…

Obrigada a todos pela a vossa preocupação e pelo vosso carinho, por caminharem junto connosco.”

E Ontem, mais uma vez:

“Olá meu queridos
Queria dizer vos que passei bem a noite… 
Estou a recuperar bem e ja respiro melhor, não tenho feito febre. 
Continuo a fazer antibiótico. Mas já tenho a máquina de ventilação assistida que vou usar em casa.

Obrigada mais uma vez a todos os que caminham ao nosso lado e que acreditam! 
Pelas orações e boas energias que nos têm enviado “

Agora toda a ajuda é bem vinda.
E se fosse consigo?

Matilde Sande – PT50 0035 0685 00008068 130 56 – Caixa Geral de Depósitos.

Neste momento já angariaram cerca de 1 milhão e 294 mil euros. Já faltou mais. Vamos ajudar a Matilde?

5 dicas para decorar o quarto do bebé

Preparar um quarto para bebés pode ser uma experiência divertida e recompensadora. Por outro lado pode ser um pouco extenuante especialmente se não souber por onde começar. Existem vários elementos na decoração que são absolutamente essenciais, tais como o berço e o lugar para alimentar o ou a bebé. Como tal, apresentamos alguns pontos de partida e dicas para começar a arrumar o quarto novo em ordem.

1. Esboço da disposição dos móveis

Recomendamos, em primeira instância, que comece a desenhar uma planta do quarto. Disponha os móveis no espaço onde acha que deveriam estar.

Tenha alguns cuidados extra.  Não deixe o berço perto da janela para evitar as correntes de ar, ou até mesmo das cortinas.

O armário para trocar as fraldas deve ser colocado perto do berço, por questões práticas. Igualmente perto deve estar uma poltrona, de preferência junto a uma janela, para que possa embalar e alimentar a criança. Esta poltrona deve ser um investimento bem pensado, pois será um lugar onde passará muito tempo durante os primeiros meses de vida do ou da bebé.

Quarto do bebé

2. Roupeiro deve estar sempre presente

É essencial que o quarto esteja sempre limpo e extremamente arrumado. Trata-se de uma questão de saúde e de protecção de possíveis alergias. Como tal, as roupas do ou da bebé devem estar bem arrumadas e de fácil acesso, bem como todos os brinquedos e outros acessórios.

Pode optar por adquirir ou pedir um roupeiro de bebé à medida a profissionais experientes. Se pretender algo mais a longo prazo e se o quarto do ou da bebé for para quando crescerem, pode considerar fazer um roupeiro embutido ou um closet mais neutro para a criança.

quarto do bebe 2

3. Roupa de cama a pensar na saúde

Cobertores pesados de lã, por exemplo, são grandes acumuladores de pó e ácaros, que podem ser prejudiciais para a saúde de recém-nascidos. Assim, opte antes por um edredão próprio e lençóis que sejam feitos de algodão puro. Os tecidos de algodão são altamente respiráveis e ajudam na circulação do ar. Isto fará com que o sono do ou da bebé seja muito mais confortável e tranquilo.

4. Palete de cores harmoniosas

Aposte em cores claras que transmitem um ambiente tranquilo e harmonioso. As paredes devem ter um tom claro, bem como as roupas de cama. No entanto, pode e deve também estimular ou pouco as sensações do ou da bebé com cor, vivacidade e alegria. Para dar este toque, o ideal é utilizar um ou outro elemento colorido que chame a atenção para o detalhe e dar um ar vibrante ao quarto. Ainda assim, é melhor não abusar destes elementos para não estimular a excitação.

Continuando neste ponto, lembramos também que os e as bebés passam muito tempo deitados de barriga para cima. Assim sendo, porque não considera pintar o tecto com algum mural ou pinturas harmoniosas mas que estimulem o cérebro da criança?

quarto do bebé

5. Reparações e adaptações

Outra acção absolutamente essencial passa por fazer todas as reparações e bricolage necessários para adaptar o quarto com toda a segurança e conforto que o ou a bebé necessita. Não se esqueça de tapar as tomadas eléctricas e colocar redes protectoras e, caso tenha receio de mexer, peça ajuda a um ou uma electricista.

Certifique-se que o berço está bem montado, sem parafusos soltos ou elementos que possam magoar a criança, bem como todos os outros móveis do quarto. Não coloque objectos pendurados e arranje protectores para as portas.

 

Siga estas dicas e terá o sítio perfeito para o ou a bebé relaxar e crescer feliz e em segurança!

Artigo do parceiro Zaask

A maioria das famílias devolveu manuais escolares emprestados

Os directores das escolas constatam o “trabalho escravo” de quem está a avaliar o estado de conservação de milhares de livros. Estes  têm de ser analisados página a página.

A maioria das famílias está a devolver os manuais escolares emprestados. Segundo um balanço dos directores das escolas, que constatam o “trabalho escravo” de quem está a avaliar o estado de conservação de milhares de livros.

Até sexta-feira, as escolas têm de dar por terminado o processo de avaliação do estado de conservação dos manuais escolares que o Ministério da Educação emprestou a mais de 500 mil alunos do 1.º e 2.º ciclos.

No início do ano lectivo, foram distribuídos cerca de 2,8 milhões de manuais que os encarregados de educação tiveram agora de devolver para poder continuar a beneficiar da medida.

“Os professores e funcionários têm estado a receber milhares de manuais. Têm estado a avaliar página a página o estado de conservação. Toda a escola está a trabalhar nisto. É um trabalho escravo”, conta à Lusa Manuel Pereira, presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE).

Também o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, reconhece que este é um trabalho hercúleo, mas considera natural que todos participem no processo de reutilização, caso contrário a medida poderá tornar-se economicamente inviável.

Este ano, a distribuição de manuais aos alunos do 1.º e 2.º ciclos custou cerca de 30 milhões. Para o ano, a iniciativa será alargada a todos os estudantes do ensino obrigatório e custará 145 milhões.

O sucesso da medida está dependente da reutilização dos manuais e este é um processo que só funciona se todos participaram, sublinha Filinto Lima.

Aos alunos foi pedido que estimassem os manuais. Aos encarregados de educação que apagassem o que tinha sido escrito durante o ano lectivo. Às escolas cabe a tarefa de avaliar o estado de conservação e colocar as informações na plataforma MEGA, que depois atribui os vouchers aos alunos.

A três dias do fim do processo, os dois representantes dos directores escolares fazem um balanço positivo do processo de reutilização. Segundo Manuel Pereira, “serão muito escassos os casos em que as famílias não devolveram os manuais, até porque foram todos avisados que não receberiam novos vouchers”.

A ideia é corroborada por Filinto Lima, que acredita que apenas os pais dos alunos mais pequenos poderão optar por ficar com os manuais. “Como recordação dos primeiros livros dos filhos”. Mas também lembrou esses são os manuais mais difíceis de reutilizar. São feitos para os alunos escreverem, desenharem e até colarem autocolantes.

Aumentar a taxa de reutilização

Tirando estes casos, o presidente da ANDAEP diz que já se nota uma maior cultura de reutilização. “Vamos aumentar a taxa de reutilização e de certeza que este é um processo que vai melhorar de ano para ano”, defende, reconhecendo que este ano lectivo apenas 4% dos manuais distribuídos pelo ministério eram em segunda mão.

Também Manuel Pereira fala numa “alta percentagem de reutilização”, mas reconhece que existem livros que “não serão muito estimulantes para quem pega neles pela primeira vez”.

Os professores estão a avaliar caso a caso. A verdade é que nem todos os alunos vivem em apartamentos com todas as mordomias. Há muitos livros com marcas de uso”explica, garantindo que os professores são sensíveis à situação dos alunos e não querem prejudicar quem tentou estimar os manuais durante o ano.

Nas escolas, o processo de carregar os dados dos alunos para o ano lectivo 2019/2020 na plataforma MEGA termina na sexta-feira.

Vouchers

Os vouchers para o próximo ano lectivo serão disponibilizados a partir de 9 de Julho. Para alunos que iniciam um novo ciclo ( 1º, 5º, 7º e 10º anos) estarão disponíveis a partir de 1 Agosto.

Fonte Publico

 

“Por lhe ensinares a dizer “se faz favor” e “obrigada”. A arrumar os talheres quando acaba de comer, e a lavar as mãos depois de ir à casa de banho. Por lhe ensinares os números, as cores, o som dos animais… Por ensinares a brincar, a partilhar, a ser amigo...”

À educadora e auxiliares que ficaram o meu filho neste ano:

Muito obrigada!

Obrigada por o teres ajudado a crescer!

A frase está gasta mas não encontro melhor. É mesmo isso que te quero dizer: Muito obrigada por o teres ajudado a crescer.

Obrigada por todas as fraldas que mudaste. Pelo desfralde que tão corajosamente iniciaste e acabaste por ensiná-lo tanto a ele como a mim.

Obrigada pelos almoços que ajudaste a dar, pelos lanches, pela paciência para quando ele não queria comer.

Pelo colo que deste, pelas músicas que lhe cantaste, pelos beijinhos, festas e abraços que sei que lhe deste todos os dias. Pelas brincadeiras e jogos que fizeram juntos.
Por tomares conta dele.

Obrigada por tudo o que lhe ensinaste.

Por lhe ensinares a dizer “se faz favor” e “obrigada”. A arrumar os talheres quando acaba de comer, e a lavar as mãos depois de ir à casa de banho. Por lhe ensinares os números, as cores, o som dos animais… Por ensinares a brincar, a partilhar, a ser amigo…

Obrigada por diariamente gostares dele e fazeres com que ele goste de ti.

Obrigada por todos os momentos em que estiveste lá.

Obrigada por o teres ajudado a crescer!

Mãe

 

LER TAMBÉM

11 coisas que aprendi com as Educadoras de infância sobre a pré-escolar

As lições mais importantes que as educadoras podem dar

Os equipamentos tecnológicos como pacificadores na educação

Carta às Mães, Pais e Encarregados de Educação

8 coisas que aprendi com a educação na Finlândia

 

Calendário escolar do ano lectivo 2019/2020

O ano escolar terá início entre os dias 10 e 13 de Setembro e as férias de Natal terão mais uma semana do que o habitual. Associações de pais não foram previamente avisadas do “alargamento do período de férias tão grande” e defendem que o Governo tem de ter “uma resposta social para estas famílias”.

O calendário do próximo ano lectivo para os estabelecimentos públicos da educação pré-escolar e do ensino básico e secundário foi publicado esta terça-feira em Diário da República.

Calendário escolar

  • O início do ano escolar está marcado para entre os dias 10 e 13 de Setembro. As férias do Natal de 17 de Dezembro, terça-feira, a 3 de Janeiro, sexta-feira, de 2020.
  • segundo período vai arrancar a 6 de Janeiro, segunda-feira. Irá terminar a 27 de Março de 2020, com umas miniférias de Carnaval entre 24 e 26 de Fevereiro.
  • terceiro e último período vai começar a 14 de Abril para todos os alunos. Termina a 4 de Junho para o 9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade, num total de menos de dois meses. Termina a 9 de Junho para 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade. E a 19 de Junho para o pré-escolar e 1.º ciclo.

RESUMO

1º PERÍODO: entre os dias 10 e 13 de Setembro

Férias de Natal: 17 de Dezembro, terça-feira, a 3 de Janeiro, sexta-feira, de 2020

2º PERÍODO: 6 de Janeiro, segunda-feira, e terminar a 27 de Março de 2020

Interrupção letiva Carnaval: entre 24 e 26 de Fevereiro.

3º PERÍODO: 14 de Abril  a 4 de Junho (9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade); 14 de Abril  a 9 de Junho (5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade)

O Ministério da Educação enviou entretanto um comunicado às redacções onde explica estas quase três semanas de férias de Natal:

“Tendo em conta que o dia 1 de Janeiro de 2020 é uma quarta-feira, os alunos terão mais um dia de férias, evitando-se o reinício das aulas a uma sexta-feira, tal como sucedeu no último ano lectivo em que 1 de Janeiro foi uma quarta-feira”.

Foram publicadas também as datas das provas de aferição do ensino básico que vão ocorrer entre 4 de Maio e 18 de Junho, e as datas dos exames finais nacionais do ensino secundário, cuja 1.ª fase arranca a 15 de Junho e termina a 7 de Julho.

No caso das provas de aferição, o documento contempla, pela primeira vez, “a avaliação da componente de produção e interacção orais na prova de aferição de língua estrangeira do 5.º ano (Inglês)”, que, em 2020, passa também a abranger a prova de Português Língua Não Materna (PLNM), no ensino secundário, a par das línguas estrangeiras.

Confap defende “resposta social para as famílias”

O presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap), Jorge Ascenção, explicou ao PÚBLICO que as associações de pais não foram previamente avisadas destas alterações e destaca desconhecer a razão para um “alargamento do período de férias tão grande”.

Embora a Confap tenha defendido anteriormente que “a distribuição das pausas lectivas ao longo do ano [em paralelo] com o ritmo de trabalho pode ser positivo para as aprendizagens”, Jorge Ascenção refere não entender o porquê da actual distribuição: “Temos três meses de trabalho, depois três semanas de pausa, depois mais três meses de trabalho e continua tudo na mesma, com esse pormenor de se alargar para três semanas as férias de Natal.”

O presidente da Confap mostra-se ainda preocupado com o impacto que o alargamento das férias poderá ter nas famílias. “Isto é uma dificuldade acrescida que a escola pública — porque a privada não o vai fazer — traz às famílias. Mais uma vez, aqueles que não podem, que não têm tanta capacidade financeira acabam por sair prejudicados. É contraproducente para uma política de família”, explica Jorge Ascenção, defendendo que é necessário incentivar os jovens casais a terem filhos e ajudá-los a cumprir as suas responsabilidades parentais.

Quanto aos pais, o presidente da Confap duvida de que haja alguma “entidade patronal que vá dar esse tempo de férias a todos os seus empregados”, destacando que a escola tem actualmente “um papel socioeducativo”.

“Não estamos a dizer que têm de ter aulas sempre, mas tem de haver uma resposta. Vou tentar perceber se existe da parte do Governo uma resposta social para estas famílias”, garante ao PÚBLICO.

Calendário “é prejudicial para o sucesso escolar”

Filinto Lima, que lidera a Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas, concorda que o alargamento das férias de Natal “poderá ser prejudicial sobretudo para os pais”, mas reconhece, por sua vez, que “o calendário foi publicado a tempo e horas”, pelo que os pais têm tempo de se organizar.

Ainda assim, o representante dos directores das escolas acredita que é “demasiado tempo para os alunos estarem desligados da escola”. Isto poderá ter consequências ao nível do ensino e aprendizagem. No entanto, Filinto Lima sublinha que “o Natal este ano calha a meio de uma semana e é difícil conciliar o calendário civil com o calendário escolar”.

O líder da associação de directores escolares acrescenta que o novo calendário “é feito à medida do calendário civil” e que está “refém” da Páscoa, tal como acontece todos os anos, assim como da altura em que calha o Natal. “Este ano, a Páscoa vai ser em Abril, o que implica que o terceiro período seja um período anão, muito pequeno comparado com o primeiro e o segundo”, esclarece ao PÚBLICO. O primeiro período terá 68 dias úteis de aulas, o segundo 57 e o terceiro 35 dias úteis de aulas.

Face a esta desigualdade, Filinto Lima defende o regime semestral no ensino básico e secundário, tal como acontece no ensino superior, acreditando que o calendário escolar para o próximo ano “vai dar força para que as escolas, no próximo ano, queiram aderir” a este projecto que “permite às escolas ter um regime de periodicidade semestral e, em vez de ter três períodos, ter um ano lectivo de dois semestres”.

Segundo o representante dos directores das escolas, o actual sistema de três períodos de aulas “é prejudicial para o sucesso escolar” e resulta até na desmotivação, em certos casos, dos alunos. Por exemplo, diz, um aluno que tire uma nota negativa (de dois) no primeiro e segundo períodos, vai entrar no terceiro período “desmotivado”. “Sabe que é um período curto” e que é provável que mantenha a mesma nota.

Fonte Público

Finalmente, o programa de acesso a manuais escolares gratuitos passa a abranger todo o ensino obrigatório. Saiba como fazer para obtê-los.

A tendência tem sido evidente, e está a cumprir-se o desígnio há muito antecipado. Os manuais escolares gratuitos têm-se tornado gradualmente acessíveis a um número maior de alunos em todo o país. No próximo ano letivo, todos os alunos do primeiro ao décimo segundo anos já não vão ter que pagar pelos livros escolares. Assim, todos os níveis de ensino obrigatório a partir do ano letivo 2019/2020 terão acesso gratuito aos manuais.

SAIBA COMO TER ACESSO A MANUAIS ESCOLARES GRATUITOS NO PRÓXIMO ANO

O ano letivo de 2019/2020 é o primeiro ano em que toda a escolaridade obrigatória vai receber manuais escolares gratuitos. O grande passo está tomado – agora interessa saber como obter os livros.

De acordo com o recém publicado despacho nº 921/2019 pelo Diário da República, no qual é aprovado o Manual de Apoio à Reutilização de Manuais Escolares, todos têm direito a um ensino que prima pela igualdade de oportunidades, sendo que esta medida se encaminha no sentido de assegurar que o ensino básico universal, obrigatório e gratuito chegará de forma gratuita a todos os alunos, de uma forma progressiva.

Este programa é aplicado, como já dissemos, apenas aos estudantes do ensino público, o que quer dizer que o ensino privado fica excluído. Se tem filhos a estudar no ensino público, poderá desde já contar com o facto de não ter que abrir os cordões à bolsa, pelo menos no que toca aos livros.

COMO TER ACESSO AOS MANUAIS ESCOLARES GRATUITOS?

Antes de mais, precisa de ter um computador com acesso à internet, uma vez que o processo deverá ser todo realizado através da plataforma MEGA.

O primeiro passo é efetuar o registo. Poderá ser feito de duas maneiras diferentes: no site ou em alternativa usando a app “Edu Rede Escolar” (disponível apenas para sistemas Android).

Depois de se registar como “encarregado de educação”, insere o seu número de contribuinte e os restantes dados de acesso ao portal das finanças.

Uma vez validado o registo, poderá ter acesso aos dados do seu educando, e poderá encontrar os vouchers a que ele tem direito relativamente aos manuais escolares, bem como acesso à lista de livrarias aderentes à iniciativa.

Será a esses estabelecimentos que deverá dirigir-se para levantar os livros, mediante a apresentação dos vouchers – não é obrigatório imprimir, basta apresentar em formato digital. Se pretender livros novos, deverá dirigir-se a qualquer uma das livrarias que constam na lista. Se optar por usados, será na escola que terá de os levantar.

Em caso de não poder usar a internet, há uma alternativa: dirigir-se à escola onde está matriculado o seu educando e pedir os vouchers em papel.

APONTE JÁ ESTAS DATAS!

Há duas datas importantes a reter:

  • 9 de julho será o dia em que serão emitidos os vales dos manuais escolares gratuitos dos alunos que continuam a frequentar a mesma escola no próximo ano letivo.
  • 1 de agosto é o dia em que serão emitidos os restantes vales.

QUE DESPESAS SÃO INERENTES A ESTE PROCESSO?

Nenhuma! A emissão dos vouchers não irá implicar qualquer despesa para os encarregados de educação.

QUAIS OS MATERIAIS PEDAGÓGICOS QUE NÃO SÃO GRATUITOS?

É também importante referir que mesmo assim ainda existem alguns materiais escolares pedagógicos que terão de ser adquiridos, uma vez que o  programa de gratuitidade e reutilização de manuais escolares não abrange nem os cadernos de atividades e fichas, nem os denominados packs pedagógicos.

CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES ACERCA DO USO DOS MANUAIS ESCOLARES GRATUITOS

Os alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos do ensino básico devem devolver, no final do ano, todos os seus manuais escolares, exceto os manuais das disciplinas que no 9º ano vão a exame. Já os alunos do ensino secundário poderão manter os manuais das disciplinas às quais irão fazer exame nacional. Todos deverão proceder à devolução dos manuais após os exames nacionais.

Para se conseguir concretizar a premissa da reutilização dos materiais, os manuais escolares gratuitos devem preservados e entregues às escolas, pelos encarregados de educação. Tal significa que, ao longo do ano letivo, os alunos têm de se comprometer a não riscar os livros com caneta; se os anotarem a lápis, é essencial que no fim do ano tudo seja apagado. Os livros devem ser preservados e bem tratados para que possam ser transferidos, em excelente estado, aos seus próximos utilizadores.

QUAL O TEMPO DE VIDA DOS MANUAIS REUTILIZADOS?

O tempo de vida útil da reutilização dos manuais é de três anos letivos. Caso eles ainda não tenham chegado a esse tempo de vida e se encontrem já muito deteriorados, o encarregado de educação deverá pagar o valor de capa.

O QUE ACONTECE SE O ENCARREGADO DE EDUCAÇÃO NÃO DEVOLVER OS MANUAIS?

Neste caso, se o encarregado de educação não devolver os manuais, deverá pagar o seu valor.

E NO CASO DE O ALUNO NÃO PASSAR DE ANO OU NOS EXAMES?

Em caso de “chumbo”, os alunos podem manter os manuais até que as respetivas disciplinas sejam concluídas com sucesso.

Fonte Ekonomista

Small Land Montessori, o novo colégio sustentável em Lisboa

Nos dias de hoje é prioritário falar em desenvolvimento sustentável. Quando pensamos em sustentabilidade é importante relembrar de que esta se estende a nível social, cultural, económico e ambiental!

Uma educação baseada no amor deve preparar a criança, enquanto futuro cidadão, para cuidar, saber ser e estar contribuindo de forma positiva para a sociedade. Desenvolver um efetivo sentido de participação na comunidade!

É indispensável educar para manter, preservar, restabelecer o equilíbrio da própria sociedade que foi quebrado pelo distanciamento do amor ao próximo.

O Colégio Small Land Montessori promove o respeito às necessidades humanas compatíveis com o uso sustentável dos recursos naturais e com as necessidades do nosso planeta. Fazendo isso, nutrimos o sentido de solidariedade global.

Esta é justamente a proposta de Maria Montessori, quando delineou o que chamou de Educação Cósmica. O seu objetivo foi chamar à atenção de todos para a importância do sentir-se integrante do todo universo. De que cada gesto, cada palavra, cada pensamento gera consequências.

É indispensável educar para manter, preservar, restabelecer o equilíbrio da própria sociedade que foi quebrado pelo distanciamento do amor ao próximo.

“Aqui promovemos, o respeito às necessidades humanas compatíveis com o uso sustentável dos recursos naturais e com as necessidades do nosso planeta, nutrindo a solidariedade global.
Ao pensarmos de forma sustentável podemos criar materiais e atividades cujas finalidades são carregadas de benefícios para o desenvolvimento global da criança – formando um cidadão que sabe ser e estar!

A verdade é que este tipo de atividades, para além de estimular a criatividade, contribui para contrariar gastos por vezes desnecessários com a compra de novos brinquedos para as crianças.

Small Land Montessori, o novo colégio sustentável em Lisboa
Jogo sensorial de encaixe e associação de cores. Feito com uma base de cartão, caixas de ovos e pompons.

“Ajude-me a crescer, mas deixe-me ser eu mesmo.” – Montessori

Montessori acreditava que todos nós nascemos com um determinado potencial. Que os adultos devem ajudar as crianças a desenvolver esse potencial. Deu-lhe o nome de – “Segredo da Infância”. Esse segredo precisa ser seguido pelo adulto com base em princípios fortes como:

  • ordem
  • liberdade de movimento
  • idioma
  • independência
  • ambiente preparado
  • liberdade
  • disciplina
  • desenvolvimento social
  • observação
  • música e artes.

Small Land Montessori, o novo colégio sustentável em Lisboa
Jogo de encaixe de pauzinhos de madeira numa caixa de ovos.

O método Montessori tem mais de um século de existência e assume-se como uma educação para a vida.

Dar autonomia, independência e liberdade supervisionada pelos educadores é a nossa forma de estar. Debaixo de ritmos de aprendizagem diferentes, as crianças são estimuladas a aprender com o mundo que as rodeia, respeitando-o.

Maria Montessori acreditava que os padrões de concentração estabelecidos na primeira infância tornam a crianças aprendizes confiantes e competentes nos anos posteriores.

Perante os materiais selecionados a criança tem a livre escolha de trabalhar com o que mais lhe interessar. Desengane-se, quem pense que as atividades são “sem acompanhamento”. O professor observa, acompanha tudo e atua como um mediador entre a criança, o material e o ensinamento que resulta dessa interação.

Tabuleiro de madeira com encaixes para rolhas de cortiça. Serve para contagens, sequências e motricidade fina.

“A tarefa do educador é preparar motivações para atividades culturais, num ambiente previamente organizado, e depois se abster de interferir” – Montessori

Os materiais variam de menos a mais avançados. Estes ão apresentados às crianças em apresentações individuais com base no nível da criança e não na idade.

Quando uma criança se junta ao grupo pela primeira vez, começa a trabalhar com as atividades da Vida Prática, que permitem que a criança se torne mais confiante. Apresentações sensoriais, matemáticas, linguísticas e culturais seguem o caminho de aprendizagem natural da criança. O ambiente preparado apoia o desenvolvimento da vontade da criança, convidando a criança a fazer escolhas independentes de uma certa quantidade de actividades.

Small Land Montessori, o novo colégio sustentável em Lisboa
Caixa sensorial. Feita a partir de uma caixa de sapatos, da qual puxamos diferentes pedaços de tecidos e materiais (diversas texturas e cores).

Valores e objectivos na Creche / Infantário Small Land de acordo com a nossa pedagogia:

  • Estimular a independência
  • Autoaprendizagem e autocorreção
  • Acompanhamento individual da criança
  • Ter boas maneiras, ser educado
  • Estimular a liderança, que é o cuidar dos outros
  • Musicalidade e liberdade de movimentos, com exploração sensorial
  • Celebração da vida

O papel do adulto é unicamente o de ajudar a criança a chegar ao êxito. Assim os materiais apresentados devem estar em consonância com o seu desenvolvimento cognitivo e motor. Desta forma Maria Montessori entendia que “a educação é uma ajuda à vida”.