Quando as emoções dos nossos filhos movem o nosso mundo

Ser pai é uma tarefa árdua.

Os nossos filhos, especialmente os mais pequenos, têm vários momentos em que nos tiram do sério.

Seja tolerante consigo, mas quando se sentir tranquilo e livre de stress, aproveite para “treinar” as emoções do seu filho. Futuramente, haverá menos explosões de emoções e o seu filho tornar-se-á mais competente em diferentes áreas.

O que poderá fazer para ser um “Treinador” de Emoções:

1º Reconhecer Emoções
Isto de reconhecer emoções pode ser difícil, no entanto, é essencial que consiga reconhecer as suas e as do seu filho, quer sejam estas mais ou menos intensas.

2º Oportunidade de Intimidade e de Aprendizagem
Depois de reconhecer as emoções temos a porta aberta para a aprendizagem dos miúdos e ainda, para ficarmos mais próximos deles.

3º Empatizar e Validar a Emoção
O seu filho precisa de se sentir compreendido e orientado por si, visto isso, terá apenas de mostrar que percebe o que ele está a sentir e respeitar a emoção presente.

4º Ajudar a dar nomes às Emoções
Como o seu filho ainda é pequeno, é absolutamente natural que ainda tenha dificuldade em saber o que está a sentir, sendo assim, precisa de si para aprender o nome da emoção, para que seja possível, posteriormente, compreender e dar sentido a estas emoções.

Eis as sete emoções fundamentais – alegria, surpresa, medo, tristeza, raiva, nojo e desprezo

5º Manter os Limites e ajudar na Resolução de Problemas
Finalmente, é preciso que o seu filho saiba quem é o pai, e que apesar de o compreender e de o ajudar a lidar com as emoções, é você quem manda e tem a última palavra. Você está a ajudar o seu filho a lidar com o que sente, o que não implica que lhe fará as vontades. Para além disso, poderá sugerir formas de resolver o problema, ou formas de lidar com a frustração que ele possa estar a sentir num dado momento.

Para que possa compreender melhor deixo uma situação exemplo:

O Henrique tem 8 anos e faz birra quando o irmão mais novo lhe tira o brinquedo com que estava a brincar.

Resposta mais frequente de um pai:
Dá o brinquedo ao teu irmão e pára de chorar. Agora é a vez dele brincar

O que nós sugerimos:
“Eu sei que estás com raiva porque o teu irmão te tirou o brinquedo. Sei que gostas muito de brincar com ele, mas agora quero que o emprestes ao teu irmão porque é a vez de ele brincar”

Em suma, o que se pretende é que você possa ser o treinador das emoções do seu filho, dando-lhes a possibilidade de aprender a dar nomes as emoções e a lidar com elas. Com o treino o seu filho será capaz de enfrentar as dificuldades e problemas da vida de forma eficaz e criativa porque com esta abordagem ele aprenderá que as emoções não são perigosas, que o seu pai é capaz de aceitar as emoções mais difíceis e que está presente para o ajudar a lidar com elas.

Resultados evidentes do treino das emoções dos nossos filhos

Com o tempo, o seu filho tornar-se-á mais calmo e fará menos birras, uma vez que o ensinou a lidar com as emoções que tem dentro dele. Finalmente, futuramente, o seu filho será também mais capaz em todas as adversidades que possam surgir, sendo por isso uma criança mais saudável (ex: terá melhores notas e não irá desistir se tirar uma negativa num teste; saberá resolver problemas com amigos ou colegas; será um adolescente capaz de tomar decisões mais acertadas).

Sei que pode parecer difícil, e que por vezes as emoções são assustadoras até para os adultos, no entanto, são elas que abrem espaço a uma oportunidade de crescimento, tanto sua, como do seu filho. Terá apenas de relaxar, aceitar e abraçar a oportunidade de ser o treinador de emoções do seu filho.

Divirta-se!

 

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O nosso dia a dia é enriquecido e estimulado com música. Seja no carro, em transportes públicos, no trabalho, através da televisão ou em casa estamos permanentemente rodeados de sonoridades que, mesmo de forma passiva, nos estimulam e desenvolvem.

Também na aquisição de uma língua, materna ou estrangeira, a música desempenha um papel fundamental. Não é por acaso que as pessoas cantam para os bebés, que existem músicas especificas para bebés e que todos os programas infantis são baseados em canções ou sonoridades. De facto, o ritmo das canções possibilita uma aprendizagem mais fácil e natural através da memorização de sons e rimas. Os bebés e crianças aprendem a cantar através da repetição dos sons, mesmo que na maioria das vezes não compreendam o significado das palavras que estão a cantarolar.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=nNaQKAt5IEg?list=PLHllW_2sCNGNB4fNMM10sMUH4McpKSb_E]

Esta metodologia, reconhecida pelo seu sucesso no ensino precoce da língua inglesa, baseia-se no método musical Suzuki utilizando nas aulas mais de 700 canções originais exclusivas, compostas de acordo com os propósitos linguísticos e necessidades da faixa etária em questão.

Ao memorizarem as músicas em inglês as crianças não só adquirem uma pronúncia natural e correta como associam os significados às palavras ensinadas nas aulas. Tendo em especial consideração a importância da música no desenvolvimento da linguagem todos têm à sua disposição, um canal de músicas exclusivas no youtube, destinado aos mais novos [aqui] e uma estação de rádio online [aqui] para os mais velhos.

Por Mariana Torres, Helen Doron National Franchisor Portugal
para Up To Lisbon Kids®

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Com a entrada no 1º ciclo, muitas são as dúvidas e expetativas dos pais em relação ao desempenho escolar dos seus filhos.

Não há dúvida que todos os pais querem o melhor para os seus filhos e com a escola não é exceção, também aqui esperam que os seus filhos não só venham a ser bons alunos como também alunos dedicados.

Mas por vezes quando as matérias começam a complicar e exigem maior concentração e dedicação por parte dos alunos, o cenário altera-se e é aqui que fica difícil perceber o que fazer para inverter a situação.

Antes demais, enquanto pais devem desde cedo proporcionar um ambiente de estudo adequado em suas casas.

É importante, mesmo quando eles ainda são pequeninos – 4/5 anos –, habituarem-se a ter um espaço em casa para aprender coisas novas e que o reconheçam como tal no futuro. Quando a criança chega à idade escolar, vai com certeza escolher esse local como o ideal para fazer os trabalhos da escola ou estudar. Claro está, que é sempre importante que os pais o acompanhem nesse processo e acreditem que as dificuldades são muitas vezes ultrapassadas, ou até mesmo evitadas, se desde tenra idade os pais explicarem a importância de estudar para a vida futura da criança. Assim, vão crescer e valorizar a importância da escola.

Ler também Muito estudo e pouco resultado? Estratégias para desenvolver com o seu filho/aluno

Quando ainda assim, as dificuldades persistem, não desistam dos vossos filhos:

  • Conversar com o seu filho para perceber o porquê das dificuldades: “O que é que se anda a passar para andar mais distraído?”; “Aconteceu alguma coisa na escola?”; etc;
  • Fazer uma retrospectiva da vossa vida nos últimos tempos a fim de perceber se houve algum acontecimento que possa ter desencadeado essa falta de atenção, falta de interesse;
  • Entrar em contacto com o Professor Titular ou com o Diretor de Turma e marcar uma hora de atendimento – lembrem-se que o envolvimento escola/família é fundamental;
  • É importante evitar o castigo, a punição, valorizem sempre a Educação pela Positiva – procurem sempre recompensar o esforço através de elogios, do reconhecimento, de pequenos prémios como mais 15min de T.V. (em vez de a “tirar” por completo), um passeio no fim de semana ao local preferido dele, ser ele a escolher o jogo para jogar em família, ser ele a escolher a comida na 6f , entre outros.

Para além de tudo isto, é fundamental darem o “exemplo” aos vossos filhos. Ou seja, não os queiram pôr a estudar, principalmente os mais pequeninos, enquanto assistem a um filme ou um jogo na televisão, por exemplo. Nessa altura, arranje qualquer coisa para fazer (organizar contabilidade, porque não; ou ler um livro/jornal) e sente-se com ele, vai ver que atitude muda completamente.

“Aprender” é desenvolvermo-nos, é tornarmo-nos adultos mais capazes.
Ajudem os vossos filhos a olhar para a escola de uma forma mais positiva.

imagem de capa@social.ukmedia.cz

Márcia Fidalgo, Professora de Educação Especial

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A How To… tem como preocupação fundamental o bem estar da criança/jovem, pois é-nos impossível apresentar resultados escolares satisfatórios quando não existe estabilidade. Neste sentido dispomos de parceiros qualificados para intervir nas mais diversas áreas nomeadamente a Terapia Familiar.

A Terapia Familiar e o sucesso escolar

O (in)sucesso escolar pode ser multifatorial. Em algumas situações está associado a dificuldades de aprendizagem, as quais podem ser do âmbito cognitivo ou apenas emocional. Neste último caso, podem estar relacionadas com instabilidade e problemáticas vividas na família, aos quais as crianças e jovens não são alheios.

Ausências prolongadas dos pais, discussões frequentes e por vezes fervorosas entre os vários elementos da família, sentimentos de incompreensão ou rejeição por parte dos filhos e/ou mau estar generalizado no seio familiar, proporcionam sentimentos de insegurança e outras fragilidades, que se podem manifestar através de desmotivação e consequentemente em maus resultados escolares.

A Terapia Familiar surge como um espaço de partilha destinado à comunicação entre os diversos elementos da família, onde se pretende fortalecer o sentimento de união, para que a criança ou o jovem mantenha o seu investimento orientado para o sucesso escolar sustentado pelo equilíbrio familiar.

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Conceito de Família

Um dicionário de Língua Portuguesa define o conceito de família como um conjunto de pessoas com relações de parentesco. No entanto, existem muitas outras definições em redor do conceito de família e não há dúvida que se trata de uma rede complexa de relações e emoções, onde passam sentimentos, sendo também um bem precioso que merece suprema atenção e reflexão e que é muito maior do que se possa imaginar, pois representa o passado, o presente e também o futuro.

 O que é a Terapia Familiar e qual o “papel” do Terapeuta Familiar?

A Terapia familiar é um diálogo que se constrói e se desenvolve no tempo, envolvendo um terapeuta disponível e uma família, normalmente em “sofrimento”.

O papel do Terapeuta Familiar consiste entre outras coisas, em avaliar e intervir nos conflitos familiares, conjugais e em situações relacionais que apresentem dificuldades. Pode ainda facilitar a comunicação, evidenciando as competências da própria família e ativando a sua participação na resolução dos seus próprios problemas.

O processo de mudança proposto em Terapia Familiar passa por progressivamente devolver às famílias a sua competência e capacidade em ultrapassar as suas crises e por vezes apoiá-las na resolução dos seus problemas, tanto no âmbito da saúde mental, como nos contextos psicossociais, educativos e judiciais;

Metodologia das consultas de Terapia Familiar

Nas consultas de terapia familiar, reúne-se toda a família nuclear, ou apenas alguns dos elementos que vivem em conjunto, com o objectivo de retratar e situar toda a dinâmica daquela família. Outros familiares poderão ser chamados a participar nas consultas.

Em que momentos a família procura ajuda? 

  • De uma forma geral, é um dos elementos da família que procura ajuda quando, em algum momento específico do ciclo de vida da família acontece uma situação preocupante, ou quando alguns dos elementos apresentam problemas de relação.
  • Quando existem problemas conjugais/casal;
  • Na presença de comportamento antissocial de crianças ou jovens adolescentes, tais como isolamento, insucesso ou absentismo escolar, abuso de drogas, comportamentos pré-delinquentes e/ou comportamento violento;
  • Após insucesso de outro tratamento, por exemplo quando as sessões de terapia individual foram utilizadas para discutir assuntos da família

Nuno Eduardo Pereira – Psicólogo (I.S.P.A.) / Terapeuta Familiar (Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar)
Colaborador – How To…

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São infinitos os momentos que podemos ter e construir com as nossas crianças.

Sou professora mas o que mais me orgulho é de ser mãe de duas meninas de nove e dez anos. Todos os dias a magia entra em nossa casa, através do nosso momento, o último momento que partilhamos antes de nos deitarmos – é apenas uma pergunta, uma pergunta especial diária:

“Qual foi o teu momento mágico de hoje?”

O mais bonito é que, algo tão simples, faz com que diariamente sejamos obrigados a rever o nosso dia e a sentirmo-nos agradecidos por tudo o que vivemos. Obriga-nos a ser capaz de selecionar, escolher e descrever aquilo que nos faz sorrir.
Desta forma, com este exercício, tenho a esperança que sejamos mais conscientes do presente, do agora e da nossa capacidade de sermos felizes.

Não existem momentos mágicos errados. Os momentos mágicos podem ser os que nós quisermos. Um segundo na natureza onde tudo nos pareceu perfeito, um sorriso, uma palavra no momento certo, um olhar, algo que fizemos, uma música especial, qualquer momento que por alguma razão foi diferente e ganhou peso dentro de nós.

Como mãe e professora é muito curioso constatar que a grande maioria destes momentos relatados pela minha família são momentos de pura empatia.

  • “ Quando tu (mãe) dançaste comigo e pareceu que não existia mais ninguém”,
  • “ Quando a professora disse que tinha gostado muito do meu texto, e o Sebastião (o rapaz que costuma gozar com tudo o que digo) disse que estava mesmo giro”,
  • “ Quando estava no trânsito e de repente passou uma borboleta, que pousou na flor mesmo ao lado do carro e a minha música preferida estava a tocar”, 
  • “Quando a Maria sorriu para mim”….

Podia aqui descrever vários significados que foram dados à empatia, mas preferi escolher a do dicionário de forma a simplificar o tema.
Empatia: a faculdade de compreender emocionalmente (pessoa, objecto), capacidade de se identificar com outra pessoa; entendimento.

 

A importância de criar partilha através da empatia

 

A empatia é sem dúvida a grande palavra mágica. Aquela que nos faz ligar ao mundo, ao outro, a tudo e que intensifica e fortalece o nosso sentimento de pertença.

São afortunados aqueles que nascem com muitos quilos de empatia, os que conseguem agradar a gregos e troianos, contudo a empatia pode ser desenvolvida. Como adultos podemos ensinar às nossas crianças a desenvolver esta característica ou em muitos casos aprender com elas como fortalece-la.

Quanto mais autoconscientes formos, quanto melhor conseguirmos identificar e conhecer as nossas próprias emoções mais facilmente iremos conseguir identificar, ver e sentir o outro.

Com base nesta ideia, comecei a trabalhar com crianças do 1º e 2º ciclo com o objetivo de desenvolver determinadas competências e a gerir conflitos, e para que tal acontecesse a empatia era fundamental. Em cada aula, o momento de partilha ajudava a aumentar a empatia entre todos.

As crianças são excelentes alunos e professores, e capazes de ouvir com os seus três ouvidos. Os três ouvidos são uma brincadeira que é real. São os nossos dois ouvidos e o terceiro é o do coração. Ninguém ouve tão bem como as crianças, mas muitas vezes é preciso provocar esses momentos de escuta real. Momentos onde a nossa atenção está realmente focada no outro, não só no que nos diz com as palavras mas também com o corpo.

Experimentem fazer em casa o exercício das caretas que correspondem a determinadas emoções e peçam aos vossos filhos, família, amigos para identificarem as mesmas e preparem-se para momentos no mínimo engraçados. A empatia pode começar por aí, em sermos capazes de identificarmos as expressões do outro. Se conseguirmos identificar corretamente a emoção, o que o outro sente, mais facilmente vamos agir de acordo com o que o universo nos pede.

Como um dos meus autores preferidos, Daniel Coleman escreveu: ”Na educação dos sentimentos, as emoções são simultaneamente o meio e a mensagem”

Nas aulas do IUPI Be nestes últimos anos, é maravilhoso constatar que foram os momentos de empatia que transformaram verdadeiramente as relações entre as crianças, e nunca os famosos sermões ou castigos.

Foram muitos os casos, contudo um deles está bem presente na minha memória: passou-se há dois anos, onde a melhor aluna da turma e também uma criança com muita empatia, fantástica com todos com muitas habilidades a todos os níveis e de quem todos gostavam, foi durante três meses alvo de brincadeiras. Tudo começou com piadas que rapidamente se tornaram diárias e contínuas, onde tudo o que fazia era questionado: a hora que chegava, o que vestia, o que trazia para o almoço… são só alguns exemplos do que levou esta criança, que adorava aprender, a pedir à mãe para ficar em casa. Numa das nossas aulas, do IUPI Be, trabalhamos esta questão. Criámos uma actividade com o nome “Máquina de lavar”, onde em círculo cada criança dizia o que gostaria de resolver com os colegas. Essa criança ficou sentada ao meu lado e foi a última a falar. Durante as “lavagens” todas as crianças desabafaram e resolveram as suas questões. Quando falamos de coração aberto tudo se resolve. Quando chegou à última aluna eu pedi para ela falar sem medo e dizer o que andava a sentir. Ela desabafou e quando acabou, mais de dez colegas levantaram-se para lhe pedir desculpas. Muitos disseram que não imaginavam que a estavam a magoar. Perguntei se sabiam o porque de terem tido aquelas atitudes com aquela aluna e as respostas foram “ela é perfeita demais, é boa em tudo…” o que gerava neles sentimentos “maus” contra aquela criança.

Depois do “programa da máquina ter acabado” fizemos uma festa, onde todos riram e se divertiram. Acabamos a aula como todas as outras, com cada um a dar um auto-abraço.

Felizmente nesta situação bastaram duas horas letivas para tudo se resolver, as coisas boas passaram a ser vistas e valorizadas como coisas boas que eram e muitas destas crianças, até ao fim do ano, tiveram atitudes de grande amizade para com esta criança. As famosas “ brincadeiras” desapareceram por completo e sobretudo, em toda a turma, as relações estreitaram-se e fortaleceram-se.

São muitos os jogos que fazemos nas aulas, muitos deles repetidos em casa, jogos e brincadeiras que fazem a diferença, contudo nada mais valorizo do que os momentos de partilha. É nestes momentos onde criamos magia, onde a empatia cresce e nos torna pessoas melhores, com mais um sentido, o do coração. Este que sabe ouvir, falar, sentir e tocar como ninguém independente da nossa idade e tamanho.

Brinquem muito, joguem muito, falem muito, mas principalmente vejam e oiçam o outro com o vosso coração, pois a empatia nasce aí!

Muitos momentos mágicos para todos!

Por Filipa Cunha, StartIupi
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Morcego
1. Material necessário: 
  • fita;
  • molas em madeira para a roupa;
  • lápis de cera preto;
  • lápis;
  • tesoura;
  • cola;
  • cartolina preta.

Morcego
Morcego
2 e 3 Pintar a mola de madeira com o lápis de cera.


Morcego4. Desenhar a asa de um morcego;

Morcego
5. Passar para a cartolina e cortar;

Morcego

6. dobrar a extremidade e aplicar cola;

Morcego
7. Colar as asas na mola

Morcego
Morcego
8 e 9. prender a fita e enfeitar a casa para brincar ao Halloween

Morcego

 

 

imagens fornecidas pela autora

Já começam os preparativos para aquela que é uma das festas que teve maior ascensão nos últimos anos, em Portugal. O Halloween é um evento tradicional e cultural originário dos povos celtas, e que se celebra principalmente nos países de língua inglesa, especialmente dos EUA, que tem vindo a ganhar adeptos pelo mundo fora.

É já usual, até nas escola portuguesas, fazer-se uma festa da Halloween, onde as crianças se podem mascarar daqueles personagens que habitam os seus pesadelos, ajudando assim a espantar e demistificar os medos.

Porque não há festa sem decoração, deixamos aqui algumas das nossas sugestões, retiradas do Pinterest.

Por ocasião do Dia Mundial da Alimentação, que se assinalou há umas semanas com iniciativas de ordem variada, dei por mim a pensar o quanto mudou a alimentação da minha família, após o diagnóstico da alergia alimentar do meu filho.

As mudanças começaram pela óbvia supressão do alergénio: a proteína do leite de vaca, neste caso. Eu fui a primeira a adoptá-la, pois à altura do diagnóstico ainda amamentava e tive de fazer a evicção como se eu também fosse alérgica.

Creio que ao longo do processo a maior mudança sucedeu, justament, ao nível da nossa relação com os alimentos, bem como, ao nível das experiências a eles associadas.

Do plano “isto faz bem/faz mal” mais ou menos comum a todas as famílias, passámos a escrutinar todos os rótulos e a dominar a, por vezes hermética, linguagem dos mesmos. Aos poucos, começámos a “tratar por tu” a caseína, a lactoalbumina, a lactoglobulina e afins – ainda que os seus nomes complexos remetessem para uma certa formalidade. Este escrutínio dos rótulos (incluindo os dos produtos não alimentares), passou do plano “vamos lá ver se isto tem proteína do leite”, para um outro ainda mais detalhado e, creio, foi neste ponto que sucedeu a grande mudança. Começámos a determo-nos nos gramas absurdos de açúcares e gorduras de certos produtos, na quantidade preocupante de corantes, aromatizantes e conservantes e a reflectir, seriamente, sobre aquilo que andamos a comer.

Citando George Orwell, “Ver aquilo que temos à frente do nariz, requer uma luta constante”.

No caso da alimentação, não poderia ser mais verdade.

Por Marlene Pequenão, Autora do blogue Copinho de Leite
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LUÍS PACHECO, Setúbal, especializado em Administração Escolar pela Universidade Católica Portuguesa.

«Tento ser um cidadão ativo na comunidade. Neste sentido realizei várias iniciativas no concelho de Setúbal e Palmela no âmbito da temática Suporte Básico de Vida (SBV), incentivando a formação dos cidadãos leigos nesta matéria, promovendo uma participação cívica pró-ativa e reforçando a responsabilização social.»

Como docente acredito que a formação em Suporte Básico de Vida deve ser disponibilizada aos mais jovens desde cedo, pois só desta forma se conseguirá ter uma população mais informada e capaz de dar a resposta adequada nas situações de emergência médica em que é necessário fazer SBV, sendo que este implica obrigatoriamente, e em primeiro lugar, a realização de uma correta ativação do serviço de emergência médica – 112.

Assim, nasceu a obra GESTO CERTO, o primeiro livro infantil que aborda a importância dos elos da cadeia de sobrevivência e o algoritmo de Suporte Básico de Vida. O lançamento ocorreu no dia 1 de junho, na Feira do Livro de Lisboa e também marcou presença na Feira do Livro do Porto.

Para mim, o Gesto Certo é mais do que um projeto, é uma missão, porque aprender a Salvar Uma Vida é uma obrigação de qualquer cidadão.

GESTO CERTO | O LIVRO
O prefácio do livro é da Dr.ª Manuela Ramalho Eanes, presidente do Instituto de Apoio à Criança, que aceitou o pedido de participação neste projeto, dirigido pelo seu autor. Conta ainda com o apoio do INEM, que reconheceu publicamente o seu mérito e recomenda a sua aquisição.

Está associado à obra uma música, “O Poder e o Saber dos Teus Gestos”, letra e interpretação de Luís Pacheco e música de Pedro Gomes, que complementa o livro em termos de informação sobre a temática. Esta música é um Hino ao Suporte Básico de Vida e à sua importância.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=A1nKDVFqxYs]

Atualmente o GESTO CERTO já conta com quase meia centena de escolas inscritas para a sua apresentação, entre públicas, constituindo em si o primeiro passo para que a aprendizagem do Suporte Básico de Vida nas Escolas, seja uma realidade.

E estarei aqui, na Up To Lisbon Kids, todos os meses, a partilhar conselhos e a tornar-vos mais confiantes.

O AUTOR
Luis Jorge Nunes Pereira Pacheco, residente no concelho de Setúbal, especializado em Administração Escolar pela Universidade Católica Portuguesa, licenciou-se em ensino (variante matemática e ciências da natureza), em 1999. Professor cooperante e orientador de estágios, entre 1999 e 2001, dos Cursos de Licenciatura em Educação de Infância e Ensino Básico e de Professores do Ensino Básico de 1.º e 2.º Ciclos.

Docente desde 1998. Iniciou a sua atividade docente, e durante dois anos, em escolas particulares. Em 2001 entrou para o Quadro Distrital de Vinculação de Setúbal (atualmente com a designação de Quadro de Zona Pedagógica). Em 2009 entrou para o Quadro de Agrupamento.

Exerceu vários cargos de gestão intermédia de natureza pedagógica.

Em regime de acumulação de funções letivas, exerceu ainda atividade docente no ensino básico recorrente 1.º Ciclo na sua maioria a adultos da faixa etária sénior, no concelho de Palmela.

Até ao ano letivo 2013-2014 exerceu a função de Subdiretor de um Agrupamento de Escolas no concelho de Sesimbra.

Atualmente leciona a disciplina de matemática no 2.° Ciclo e acumula a função de diretor de turma.

É representante do ensino básico no Conselho Municipal de Educação de Sesimbra.

Cidadão ativo na comunidade, realizou várias iniciativas no concelho de Setúbal e Palmela no âmbito da temática Suporte Básico de Vida em parceria com entidades acreditadas pelo INEM, incentivando a formação dos cidadãos (leigos) nesta matéria, promovendo uma participação cívica pró-ativa e reforçando a responsabilização social.

 

AÇÕES | SUPORTE BÁSICO DE VIDA NAS ESCOLAS JÁ É UMA REALIDADE COM O GESTO CERTO
No dia 6 de outubro de 2014 o GESTO CERTO começou a sua digressão pelas escolas do país, levando a história do Gesto Certo e o Suporte Básico de Vida a todas as crianças. O GESTO CERTO disponibiliza também documentação neste âmbito cedida pelo INEM, no âmbito desta parceria.

Aqui ficam as primeiras 17 escolas, cujas datas e horas de apresentação já estão confirmadas. Estão ainda a ser marcados os dias e horas para mais 20 escolas, entre públicas e privadas. Faça já a sua marcação para gestocerto@gestocerto.pt

Externato António Sérgio
JI Palhacinho Vaidoso
EB1/JI Cremilde e Norvinda
EB1/JI Paio Pires
EBI Vale Rosal
EB1 Vale Figueira
EBI Nun’Álvares
EB1 Arrentela
EB1/JI S.João
EB1/JI Marco Cabaço
EB Charneca da Caparica
EBI Quinta do Conde
EB1/JI Fontainhas
EB1/JI Qta. Courel
EB1/JI Casal do Marco
EBI Charneca da Caparica
EB1/JI Louro Artur

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Aprender inglês desde tenra idade possibilita uma fluência futura e uma facilidade de aprendizagem e estimulação auditivas naturalmente vantajosas no mundo global dos dias de hoje.

Apesar da reação comum e vulgar ser a incredulidade face a esta apresentação, os resultados estão comprovados. O número de alunos desta faixa etária está a aumentar por todo o mundo, e é possível começar a aprender esta, ou qualquer outra língua, a partir dos três meses de idade.

Um curso para bebés e crianças de tenra idade assenta em vocabulário básico em inglês, que permite o desenvolvimento social com outras crianças, na implementação de técnicas de pré-leitura, música e ritmos diferentes em todas as aulas, que impulsionam o desenvolvimento cerebral, e implica a utilização de linguagem gestual universal que desenvolve a destreza física dos bebés.

As aulas têm a duração de 45 minutos, uma vez por semana e a mãe ou o pai do bebé participam ativamente na aula de modo a compreenderem a metodologia e poderem estimular a criança em casa durante a semana através das histórias e CD de canções originais.

As aulas de inglês para bebés e crianças são extremamente estimulantes e alternam entre actividades de grupo, jogos de associação, canções, gestos e coreografias. Os grupos têm no máximo 8 bebés por aula de modo a garantir um ensino personalizado e o conforto necessário para que tudo decorra com naturalidade e alegria.
Por Mariana Torres, Helen Doron National Franchisor Portugal
para Up To Lisbon Kids