8 formas de reforçar a conexão com os seus filhos diariamente

A relação emocional entre pais e filhos é algo que está sempre em desenvolvimento. Constrói-se todos os dias e é feita de pequenas coisas. Por vezes, corre bem, outras vezes, nem por isso. E, nos dias em que corre menos bem, é realmente preciso reforçar a conexão.

No entanto, a parentalidade é um trabalho contínuo no qual, tanto os pais, como os filhos, aprendem constantemente.

Crianças que cresçam com uma forte ligação com os pais têm mais facilidade em relacionarem-se com as outras pessoas. Além disso, são crianças que crescem mais saudáveis e felizes.

Assistir ao crescimento dos filhos, e ao processo de se tornarem cada vez mais independentes é ótimo. Ao mesmo tempo, é um desafio, pois há que reforçar a conexão com eles, e esse é um trabalho diário.

Reforçar a conexão com os seus filhos: 8 formas de o fazer diariamente

Com todos os desafios do dia a dia, por vezes é difícil chegar a todo o lado. Contas para pagar, desafios profissionais (e nós que gerimos um centro de estudos bem o sabemos)… No meio de tantas coisas, educar um filho é um dos desafios mais importantes de uma família, mas também um dos mais difíceis.

Há várias formas de reforçar os laços e promover uma maior ligação entre pais e filhos

1 – Tempo

Dar o nosso tempo a alguém é das coisas mais importantes que podemos fazer. Passe tempo de qualidade com o seu filho, converse com ele, façam alguma atividade em conjunto, vejam um filme…

Esteja presente durante todo esse tempo, observe-o e tente conhecê-lo melhor. Não se distraia com redes sociais, e-mails ou roupa para lavar…

Este tempo, sem distrações, será muito valioso para reforçar a conexão com o seu filho.

2 – Tenha empatia

Saber ouvir e colocarmo-nos no lugar do outro é uma das características mais valiosas que o ser humano pode desenvolver.

Entenda o seu filho, os desafios pelos quais está a passar, as suas dúvidas e inseguranças, sem julgamento ou crítica.

Pode ser muito difícil para os mais pequenos exporem as suas inseguranças, por receio da reação da outra pessoa. Por isso, apenas ouça e mostre interesse.

3 – Organize-se

Se tiver uma rotina mais ou menos definida, isso irá deixar-lhe tempo para se dedicar ao que realmente importa. A organização diminui o stress e aumenta a produtividade.

Isto aplica-se a vários aspetos da vida, e a vida familiar não é exceção.

Tendo uma rotina de tarefas e atividades, será mais fácil focar-se naquilo que interessa

4 – Brinque!

Esta é uma das coisas que mais vai reforçar a conexão entre pais e filhos. Muitas vezes, os adultos esquecem-se de ser crianças, e é tão bom brincar! Desarrume, suje-se, invente e deixe a sua espontaneidade fluir, sem filtros.

Sugestão: monte um acampamento dentro de casa, ou no jardim, se o tempo permitir. Uma pequena aventura, sem sair de casa, com direito a lanternas no escuro e muitas histórias para mais tarde recordar!

5 – Respeite o espaço do seu filho

As crianças também precisam da sua privacidade. Deve manter uma relação próxima com o seu filho mas sem invadir o espaço dele. Desta forma, ele vai sentir-se mais seguro.

6 – Saia da rotina

Na tal organização, que referimos acima, é importante deixar espaço para algum plano ou atividade fora do comum.

Um passeio a algum sítio novo, por exemplo, pode ser o suficiente para reforçar a conexão entre pais e filhos e viverem novas experiências em conjunto.

Além do mais, é algo que vai ficar sempre na memória dos mais pequenos!

7 – Estimule a partilha de tarefas em casa

Desta forma, irá juntar o útil ao agradável! Talvez as coisas não fiquem tão bem feitas logo de início, talvez demore um pouco mais de tempo.

No entanto, as tarefas domésticas não têm de ser chatas. Podem até ser divertidas e ajudam no desenvolvimento da criança, que se sentirá mais útil e responsável

8 – Leia para o seu filho

Crie um momento especial e explore toda a sua criatividade neste momento de leitura, tentando interpretar as vozes e estados de espírito dos personagens.

Como vê não é assim tão complicado reforçar a conexão com os seus filhos. Mas, este será um trabalho a ser realizado diariamente, pois só assim se conseguem alcançar resultados.

Dificuldades de Aprendizagem: Avaliar e Intervir

Muitas crianças, adolescentes e jovens passam por situações de dificuldades de aprendizagem. Estas podem ser ligeiras, moderadas ou graves, temporárias ou contínuas ao longo do tempo, gerais ou específicas de alguma(s) disciplina(s) ou matéria(s). Em alguns casos, essas dificuldades estão associadas a um diagnóstico ou perturbação – por exemplo, dislexia, discalculia, hiperatividade, défice de atenção, perturbações do espetro do autismo, perturbações de desenvolvimento, défices cognitivos, paralisia cerebral, síndrome Down, etc – a outras questões sócio-emocionais do aluno ou mesmo a variáveis contextuais, que remetem para a integração, bem estar e envolvência do aluno na turma e na escola.

Assim, e existindo uma tão grande diversidade de situações, o primeiro passo para uma intervenção de qualidade no âmbito das dificuldades de aprendizagem passa por uma boa avaliação de cada caso. Por avaliação entende-se não só a aplicação de testes e provas que permitem a caraterização das funções cognitivas do aluno e aceder ao seu perfil de aprendizagem, como a observação atenta da situação e a capacidade de ler a criança ou jovem em questão, procurando compreendê-lo enquanto pessoa e não só enquanto aluno. Através da avaliação, procura-se também perceber as causas do insucesso do aluno, reunindo-se um conjunto de informação muito importante para preparar a intervenção.

De referir que uma boa intervenção deve passar por uma abordagem flexível, assente na criança/adolescente e nas suas necessidades e incluir a escola e a família. Em alguns casos, a intervenção com a escola pode ser preponderante uma vez que podem existir fatores de sala de aula ou relacionais (aluno-aluno; aluno-professor) a contribuir para o problema. Em outros casos, a intervenção com os pais, e a orientação e acompanhamento destes são especialmente importantes, na medida em que através da melhoria/alteração de algumas práticas educacionais se podem conseguir progressos importantes. De qualquer modo, e em qualquer situação, o trabalho individual com o aluno é fundamental.

Intervenção centrada no aluno

A relação que se estabelece entre o técnico e a criança/jovem é determinante para o sucesso da intervenção. O técnico deve investir no conhecimento e compreensão do sujeito com quem vai trabalhar, investigar as suas áreas de interesse, gostos e preferências, interessar-se pela sua vida para além da escola e das dificuldades de aprendizagem, em suma, participar do seu mundo, criar elos. É muito importante que a criança/jovem se sinta confortável e motivada ao longo da intervenção e que se implique nesta com tanta intensidade quanto lhe for possível. Para o efeito, as sessões devem ser organizadas de modo a ser apelativas e motivantes, para além de trabalharem as áreas que interessa promover. Neste sentido, o ideal são tarefas variadas e desafiantes, se possível com alguma componente lúdica ou de jogo e, quando viável, enquadradas em algo motivante para a criança/jovem e que lhe desperte entusiasmo.

Por fim, é muito importante que ao longo da intervenção o técnico tenha bem presente os objetivos para cada criança/jovem – competências a desenvolver, áreas da cognição a promover – e que esteja familiarizado com as estratégias e modelos teóricos de atuação mais indicados e favoráveis para cada situação. Conciliar uma boa intervenção do ponto de vista técnico com a capacidade de motivar e envolver a criança/jovem e de lhe devolver a confiança e a segurança são os grandes desafios que estes casos lançam.

Por Sandra Farropas

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Conhecer as emoções no comportamento das crianças

 

Todas as crianças são, no seu nascimento, uma tela em branco. À medida que crescem, revelam-se.

É incrível como, desde tão pequenos, já são entre si tão diferentes, com os seus temperamentos, sensibilidades, manias e opiniões. As crianças trazem consigo muitos e muitos sonhos, que porão em marcha com a ajuda sábia dos seus pais.

Crianças autónomas são crianças mais felizes. São crianças que se sentem confiantes ao explorar o mundo em redor e que partem para a relação com os outros de uma forma mais espontânea, segura e recetiva. Compreendem os seus comportamentos e assumem a sua responsabilidade sobre os mesmos, desenvolvendo uma matriz de valores pessoais e sociais fundamental para si e para o Mundo em geral. Estas crianças compreendem o seu papel, enquanto filho, enquanto aluno e, um dia, enquanto profissional, reconhecendo que o seu sucesso está diretamente relacionado com a qualidade do empenho que colocam nos seus desafios, e estão dispostos a aprender e a repensar a sua atitude após os seus erros.

Ensinar requer tempo e paciência. É muitas vezes mais fácil supervisionar as tarefas e acabar por ser a mãe a acabá-las, porque o faz mais rápido, porque o faz melhor e porque sentiu pena do seu filho ao vê-lo com dificuldades. Contudo, são estas dificuldades que empurram as crianças para o seu crescimento e as tornarão adultos mais capazes e, consequentemente, mais felizes.

Pais e Educadores devem criar oportunidades onde as crianças possam tomar decisões e assumir a responsabilidade resultante da mesma.

Ensinar como fazer e manter-se na retaguarda, deixando-as explorar, cometer erros e aprender com os mesmos, é o tipo de postura que mais potencia o desenvolvimento da autonomia. Como? Segundo Ridvan Foxhall, estas são as melhores formas:

  • Permita que as crianças façam escolhas: A possibilidade de escolha dá às crianças a oportunidade de ter algum controlo num mundo onde os adultos tomam todas as decisões;
  • Respeite a luta: Dêem-lhes tempo para vivenciar as suas dificuldades. Estas desenvolvem a sua força;
  • Quando têm um problema, não lhes dê a resposta de bandeja: Encoraje-os a responder às suas próprias questões, pesquisando, refletindo, conversando;
  • Deixe-os fazer por si próprios: Não faça pelas crianças aquilo que conseguem fazer por si próprias. Incentive-os a vestir-se sozinhos, a escovar os dentes ou a ajudar nas tarefas em casa. Se o fizer desde cedo, verá o orgulho com que se apresentarão perante os outros;
  • Não os desencoraje: Mesmo que considere que a criança não será capaz de determinada coisa, deixe-a tentar e dê-lhe o seu apoio. Permita que saiam da sua zona de conforto. Se a criança conseguir, perfeito. Se não conseguir, aprenderá com a experiência e sentirá que pode contar consigo;
  • Deixe as crianças falar por si: Quando alguém faz uma pergunta ao seu filho, deixe que ele responda. É um forte sinal de respeito por si e pelas suas opiniões.

Mãos à obra: o Crescimento do seu filho já está em andamento!

Márcia Fidalgo, Professora de 1º Ciclo e de Educação Especial

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Como criar os filhos para serem felizes?

Attachment parenting | Parentalidade com apego

 

WORKSHOP | 13 Dez’14 | 15h00-18h00 | @Centro ser + | Telheiras

É no primeiro ano que o crescimento e o desenvolvimento acontecem com maior rapidez, o que suscita muitas dúvidas e preocupações junto dos recém-papás.

Uma alimentação correta é fundamental para garantir a satisfação das necessidades biológicas e fisiológicas do bebé, assegurando um futuro saudável.

  • Introdução aos alimentos
  • Alergias e Intolerâncias
  • Amamentação
  • Receitas
  • Benefícios da educação alimentar
  • Outros

 

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Com a entrada no 1º ciclo, muitas são as dúvidas e expetativas dos pais em relação ao desempenho escolar dos seus filhos.

Não há dúvida que todos os pais querem o melhor para os seus filhos e com a escola não é exceção, também aqui esperam que os seus filhos não só venham a ser bons alunos como também alunos dedicados.

Mas por vezes quando as matérias começam a complicar e exigem maior concentração e dedicação por parte dos alunos, o cenário altera-se e é aqui que fica difícil perceber o que fazer para inverter a situação.

Antes demais, enquanto pais devem desde cedo proporcionar um ambiente de estudo adequado em suas casas.

É importante, mesmo quando eles ainda são pequeninos – 4/5 anos –, habituarem-se a ter um espaço em casa para aprender coisas novas e que o reconheçam como tal no futuro. Quando a criança chega à idade escolar, vai com certeza escolher esse local como o ideal para fazer os trabalhos da escola ou estudar. Claro está, que é sempre importante que os pais o acompanhem nesse processo e acreditem que as dificuldades são muitas vezes ultrapassadas, ou até mesmo evitadas, se desde tenra idade os pais explicarem a importância de estudar para a vida futura da criança. Assim, vão crescer e valorizar a importância da escola.

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Quando ainda assim, as dificuldades persistem, não desistam dos vossos filhos:

  • Conversar com o seu filho para perceber o porquê das dificuldades: “O que é que se anda a passar para andar mais distraído?”; “Aconteceu alguma coisa na escola?”; etc;
  • Fazer uma retrospectiva da vossa vida nos últimos tempos a fim de perceber se houve algum acontecimento que possa ter desencadeado essa falta de atenção, falta de interesse;
  • Entrar em contacto com o Professor Titular ou com o Diretor de Turma e marcar uma hora de atendimento – lembrem-se que o envolvimento escola/família é fundamental;
  • É importante evitar o castigo, a punição, valorizem sempre a Educação pela Positiva – procurem sempre recompensar o esforço através de elogios, do reconhecimento, de pequenos prémios como mais 15min de T.V. (em vez de a “tirar” por completo), um passeio no fim de semana ao local preferido dele, ser ele a escolher o jogo para jogar em família, ser ele a escolher a comida na 6f , entre outros.

Para além de tudo isto, é fundamental darem o “exemplo” aos vossos filhos. Ou seja, não os queiram pôr a estudar, principalmente os mais pequeninos, enquanto assistem a um filme ou um jogo na televisão, por exemplo. Nessa altura, arranje qualquer coisa para fazer (organizar contabilidade, porque não; ou ler um livro/jornal) e sente-se com ele, vai ver que atitude muda completamente.

“Aprender” é desenvolvermo-nos, é tornarmo-nos adultos mais capazes.
Ajudem os vossos filhos a olhar para a escola de uma forma mais positiva.

imagem de capa@social.ukmedia.cz

Márcia Fidalgo, Professora de Educação Especial

Pais que protegem demais aumentam os riscos dos filhos se tornarem vítimas de bullying

É uma ideia de senso comum que negligenciar uma criança é prejudicial ao seu desenvolvimento.

Contudo, o que se começa a compreender é que a proteção em excesso pode ser tanto ou mais perigosa quanto a negligência.

A comunidade de psicólogos compreendeu que uma criança cujos pais não sejam suficientemente atentos pode desenvolver algumas problemáticas emocionais, mas tende a readaptar-se para se proteger e manter equilibrada. Já as crianças cujos pais são excessivamente protetores podem acabar por não conseguir desenvolver-se adequadamente de todo.

A questão do bullying Dieter Wolke, Ph. D, Professor de Psicologia do desenvolvimento da Universidade de Warwick no Reino Unido e autor deste estudo, dá-nos um exemplo prático das consequências:

“A sobreproteção pode aumentar o risco das crianças se tornarem vítimas de bullying”.

De acordo com esta revisão de 70 estudos que englobam 200 mil crianças, pais que protegem os seus filhos de experiências negativas tornam-nos mais vulneráveis. Pais atentos e que acompanham a vida diária dos seus filhos previnem o bullying. Pais que protegem demasiado os seus filhos, aumentam os riscos destes se tornarem alvos mais fáceis.
O objetivo dos pais, segundo o Dr. Wolke, é o de tornar as crianças competentes, efetivas e autónomas. As crianças precisam de lidar com doses controladas de stress e de experiências negativas para que possa desenvolver estratégias para lidar futuramente com situações de perigo/ desgaste mais acentuados.

5 aspetos a considerar (para pais e professores):

1. Ensine às crianças formas de resolver os seus problemas;

2. Mostre-lhes a importância de saber gerir os conflitos com os outros, recorrendo à lógica, à empatia e à sua capacidade de dialogar;

3. Ajude-os a desenvolver a inteligência emocional – a IE permite-nos tornar-nos mais auto-conscientes, conseguir gerir as nossas próprias emoções, ser socialmente consciente e gerir a relação com os outros. A IE desenvolve a resiliência;

4. Ensine-os a definir e a gerir expetativas;

5. Não faça por eles. Ensine-os a fazer por si próprios.

Agora é convosco, pais e professores, o que acrescentariam a esta lista?

 

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Márcia Fidalgo, Professora de Educação Especial Centro Ser Mais,
Para Up To Kids®

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imagem capa@Hugh Kretschmer for TIME

Quem não se lembra do seu primeiro dia de aulas no 1º ciclo? Ou quem não se lembra de levar o seu filho ao primeiro dia de aulas da “escolinha primária”? Não há dúvida, que a entrada no 1º ano é um marco importante tanto para a criança como para a família, deixando para ambos recordações para a vida.

Com a entrada no 1º ciclo muita coisa muda – horários que devem ser respeitados, pontualidade e assiduidade que assumem (ou pelo menos deviam assumir) um papel mais rigoroso e postura na sala de aula mais exigente com períodos de atenção mais longos.

Enfim, uma grande mudança!

É importante que em família se faça uma preparação inicial, no entanto não há necessidade de ser exagerada.

Não há necessidade de tornar este processo natural, num complicado e problemático. A maioria das crianças já se empolgam por si só com a entrada para a escola dos mais crescidos, ou seja, para além de saberem que vão fazer novas descobertas e novas aprendizagens, entusiasmam-se bastante com o facto de se poderem igualar ao irmão ou ao amigo mais velho. Basta então, aproveitar este entusiasmo e mostrar à criança todas as mais valias que terá à sua espera com a entrada para o 1º ano – amiguinhos(as) novos(as), professores que a ajudarão em tudo o que precisar, novas aprendizagens nas mais diversas áreas (português, matemática, ciências…), entre outros.

A única alteração que merece um pouco mais da nossa atenção, e que por isso também deixámos para o fim, tem a ver com o quotidiano da família, principalmente no que respeita aos “horários”. Há que dar especial atenção aos horários do deitar e do levantar, das refeições e, principalmente a partir desta nova etapa, aos do estudo.

É fundamental ajudar a criança, logo desde o 1º ano de escolaridade, a criar hábitos e métodos de estudo – 30/45min diários após a escola para fazer os chamados t.p.c’s ou, por exemplo, para contar ao pai/mãe o que aprendeu de novo naquele dia.

Márcia Fidalgo, Professora de 1º Ciclo e de Educação Especial

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