Passamos a vida a dizer que somos aquilo que fazemos, pensamos, sentimos, comemos, desejamos…Mas alguma vez ouviu alguém dizer que somos aquilo que ouvimos?

Para nós, o saber ouvir é muito importante. É uma competência moldável, flexível e extremamente poderosa. Como tantas outras competências, o saber ouvir poder ser treinado, ensinado e disciplinada.

Saber ouvir vai muito além do sentido físico. Ouvir em sentido lato é estar atendo, é observar, é aprender com as situações que nos rodeiam e construir, a partir dessa aprendizagem, uma realidade melhor.

Esta é uma das principais competências de um empreendedor. Curiosamente, não é o saber falar, é o saber ouvir. E saber ouvir os outros com atenção, é de fato, um superpoder. Todos os dias ouvimos, é verdade, mas nem sempre ouvimos com atenção! Para sabermos ouvir temos estar interessados, ter uma mente aberta e querer aprender mais. É somar aquilo que ouvimos àquilo que já sabemos, sem nunca deixar de ouvir a essência das coisas. Perante um problema temos de ter a capacidade e o desejo de ouvir os outros, de saber as opiniões dos outros de ouvir toda a informação que nos poderá ser útil para solucionar o nosso problema. É isto o que um empreendedor faz!

É claro que nem sempre vamos ouvir aquilo que queremos ouvir, nem vamos ouvir só coisas boas ou aquilo que é significativo para nós, mas é na mesma importante saber ouvir. Acreditamos que tudo contribui para o nosso desenvolvimento e crescimento, daí ser importante ouvir tudo! O bom o mau, tudo! O bom enche-nos o coração…o mau serve para crescermos e mudarmos para melhor.

Saber ouvir é tão importante quanto saber falar. Quando ouvimos demonstramos que estamos a dar atenção real a que está a falar, que a respeitamos e que estamos interessados no que estamos a ouvir. Nem sempre é fácil ouvir, é verdade! Ou está demasiado ruído e não conseguimos ouvir bem, ou estamos distraídos com o que nos rodeia, ou simplesmente não entendemos o que nos está a ser dito.

 

Mas se para nós adultos, muitas vezes é difícil ouvir…imagine para as crianças?

Sabemos que as crianças tendem a ter mais dificuldade em saber ouvir porque estão a desenvolver a comunicação e consideram que é mais importante falar do que ouvir. Elas refilam, elas contam histórias, elas cantam…mas quando chega à parte de ouvir, aí é que a coisa se torna mais difícil. Mas tudo é possível! Existem maneiras simples para trabalhar e desenvolver esta competência: ler uma história, envolver a criança numa conversa….são exemplos de atividades que ajudam a desenvolver as habilidade de escuta. O objetivo destes pequenos exercícios é ajudar a criança a adquirir hábitos de escuta ativa e ajudá-la a desenvolver a capacidade de prestar atenção aos pormenores. Demonstre à criança que todos podemos melhorar a nossa capacidade de ouvir, o que nem sempre é fácil, com o todo o ruído que existe e que nos distraí, nomeadamente o terrível hábito de todos falarem ao mesmo tempo. Dê alguns exemplos, um pai ou um professor sabe bem a dificuldade que por vezes é fazer-se ouvir.

 

Jogo: Às cegas

Vamos retirar à criança a possibilidade de ver, exercitando desse modo a capacidade de ouvir, para que consiga cumprir com sucesso este jogo.

Para esta actividade vai necessitar de:

– uma bola, um balde;

– uma venda;

– um “treinador”.

Coloque um balde a cerca de dois ou três metros do local onde a criança vai ficar. Encontre um “treinador” para a criança, cujo papel será dar-lhe orientações.

Depois da criança estar vendada dê-lhe uma bola para a mão e diga-lhe que o objectivo é acertar no balde o máximo de vezes possível em cinco tentativas.

A criança não pode tirar a venda enquanto está a tentar acertar no balde, mas vai recebendo indicações do “treinador” sobre como correu o lançamento e o que deve fazer para melhorar.

Se a criança acertar com a bola no balde, celebre a vitória e explique que conseguiu acertar no balde porque soube ouvir com atenção!

 

Ouvir com o coração!

Além de saber ouvir com os nossos ouvidos físicos, achamos fundamental ouvir com o nosso terceiro ouvido, o coração! E o ideal é ouvirmos com os três ouvidos. E como é que podemos treinar o ouvido do coração? Peça à criança para dizer como é que se sente. Uma palavra: feliz, triste, contente…e peça para ela explicar o porquê de se sentir assim. Enquanto a criança fala mostre que está atento, faça perguntas, crie empatia com a criança e faça-a sentir-se ouvida e especial. Depois troque os papéis. Conte como é que se sente e o porque de se sentir assim. No fim fale com a criança e explique o quão é importante ouvir os sentimentos dos outros e respeitá-los, e que isso é que é ouvir com o coração. Explique que quando estamos em silêncio é quando ouvimos melhor.

Por falar em silêncio deixo-vos com uma das minhas frases favoritas;

“ Muitas vezes as nossas respostas estão no silêncio que não fazemos.”

Por Filipa Cunha, StartIUPI
para Up To Lisbon Kids®

Todos os direitos reservados

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Ao desenvolvermos determinadas competências, estamos a preparar-nos para um futuro melhor. Conforme crescemos, vamos ser mais felizes, mais empreendedores no nosso dia a dia e na nossa felicidade.

Não existem soluções mágicas,  nem pretendemos encher as vossas vidas com novas instruções mas partilhar a nossa visão sobre como olhamos a vida e como acreditamos que podemos ajudar as nossas crianças, jovens e adultos a serem ainda mais completos e felizes. Mostrar que tipo de lentes usamos nos nossos “óculos” diariamente e dar alguns exemplos de exercícios que podem fazer em casa.

Responsabilidade e trabalho em equipa, parece para uma criança um grande palavrão. Palavras com um peso imenso contudo essenciais para o nosso crescimento.

Responsabilidade vs Lei do retorno (Efeito Boomerang)
Vou começar com a responsabilidade, nada parece mais simples do que termos consciência ou responsabilidade nas nossas escolhas, no entanto levamos uma vida inteira a fingir que não sabemos disso. Não queremos ser vitimas na nossa vida mas heróis dela, seja qual for o final da história.

Como podemos ensinar tudo isto aos nossos filhos? Como podemos fazer com que as nossas crianças tenham noção que a sua vida também é aquilo que elas fazem dela, do seu esforço, trabalho, pensamentos e atitudes que têm perante o dia que nasce?

Sou mulher, filha, mãe, formadora, amiga, e desde que me lembro há uma frase na minha vida, a minha mãe dizia sempre;

O mundo só te dará o que tu deste

Desde cedo esta ideia de boomerang sempre foi uma realidade para mim, não obstante todas as condicionantes de cada uma das nossas vidas.

Hoje em dia são muitos os lugares que podemos ouvir, ler ou debater a famosa “lei do retorno”. Que fique claro que esta realidade não é a mesma coisa que afirmar que a vida é justa. Não quero falar de justiça mas de responsabilidade individual, da nossa capacidade de guiar e orientar a nossa vida com a consciência de quem somos e do que nos rodeia, do que fazemos parte.

O trabalho em equipa está intimamente ligado à responsabilidade: eu crio o meu mundo, sou parte dele, tudo o que acontece nele tem consequências em mim.

Somos parte do todo e o todo também é quem somos.

É fácil explicar esta visão a uma criança. Se dás beijinhos os outros normalmente vão ser carinhosos contigo, se refilas e estás chateado e gritas vais tornar o que te rodeia  e quem te rodeia dessa forma. Não queremos indivíduos reativos mas com consciência das suas acções, donos da sua vida.

Trabalho em equipa e a metáfora do trânsito
Trabalhar em equipa é o que fazemos diariamente na nossa família, escola, trabalho, amigos, casamento. Passamos a vida a trabalhar em equipa, um dos exemplos que gosto de dar aos meus alunos é o do trânsito. Existe maior trabalho em equipa e responsabilidade  diários  que andar de carro no meio do trânsito? Com todos os outros condutores e peões, onde todos são diferentes, onde o trabalho e responsabilidade de cada um é essencial para que todos cheguem a casa sãos e salvos.O trânsito pode ser uma boa metáfora para a vida, todos diferentes, com funções diferentes, com caminhos distintos e vontades muitas vezes similares mas cada um com o seu trabalho único.

Interessante é pedir a uma turma ou à nossa família, no jantar para enumerarem os diferentes intervenientes na metáfora do trânsito e perguntar qual o papel que cada um tem nessa realidade e qual o que gostariam de ter no futuro?

Podemos encontrar este super poder em todas as dimensões da nossa vida e ajudar as nossas crianças a perceberem e assumirem esse seu poder. Que tudo o que faço é minha responsabilidade e tem consequências, desta forma não só se irão ver de outra forma como o sentimento de pertença ao mundo será cada vez mais real. Queremos crianças com consciência que podem fazer a sua felicidade e contribuírem para um mundo cada vez melhor.

Exercícios que podemos fazer em casa com filhos, primos, crianças, jovens e adultos.

  1. Debater ao jantar a própria organização da família, como cada um contribui para a felicidade da mesma. Deixem as crianças falarem em primeiro lugar e terão uma visão clara como elas vêem o seu mundo. Dêem a vossa opinião. Vejam como o papel de cada um é fundamental, mudem de óculos e experimentem ver a vossa família em outras perspectivas. Esclareçam os vossos filhos, relembrem que aquele que faz rir a familia toda, que só de entrar na sala muda o humor de todos é um papel tão importante como aquele que chega muito tarde porque teve a trabalhar para sustentar a família.
  2. A caminho da escola pedir ás crianças para enumerarem duas coisas que sabem que vão fazer em equipa durante o dia.
  3. Debater as vantagens de trabalhar em equipa, é uma das melhores formas de aprender. Em família, amigos , colegas ou sala de aula, criar duas equipas onde cada uma defende um dos pontos de vista. Vantagens de trabalhar em equipa e desvantagens. Responsabilidade e irresponsabilidade e consequências. No mesmo dia trocar os papeis. Quem defendeu as vantagens vai defender as desvantagens com argumentos diferentes. Preparem-se para se surpreenderem, as crianças são capazes de se colocarem no papel do outro como ninguém e se estiverem dispostos aprenderão sempre muito.

 

Partilha e Comunicação positiva
A partilha faz milagres, muitas vezes existem dimensões de nós próprios que os outros não conseguem ver, pois nem nos lembramos de partilhar, mostrar ou até tomarmos consciência delas.

A comunicação efetiva e positiva são armas ao alcance de todos nós, vamos tomar as rédeas da nossa carruagem. A vida não é um conto de fadas mas a magia que cada um pode fazer na sua vida e no mundo é real.

Queremos crianças que acreditam em si próprias, conscientes do seu poder, da sua responsabilidade e da alegria que é viver em comunhão. Que o mundo também está ao alcance das suas mãos.

Que possam ver as suas vidas com o maior número de perspectivas diferentes, onde neste caso o mais é melhor. Quanto maior número de oportunidades eu tiver mais consciente vou ser das minhas escolhas. É importante termos noção que realmente podemos aprender em qualquer lugar e com todos os que nos rodeiam.

O monstro-Medo vs Arriscar
Por fim, quero referir o grande monstro da responsabilidade, o medo de escolher mal, o medo de errar, o medo de não saber lidar com as minhas escolhas. Todos temos este monstro, e nas crianças ele é muitas vezes ainda maior. Nenhum dos nossos super-poderes é estanque ou finito em si mesmo. Quando trabalhamos a responsabilidade vamos trabalhar automaticamente a nossa confiança. Essa é a maravilha da vida que com algo simples como uma partilha em família podemos trabalhar em nós tantas competências.

Para a Startiupi, arriscar é essencial.

  • Devemos ensinar a criança a experimentar, fazer, voltar a tentar, e aprender com os erros.
  • Se fizer uma má escolha e conseguir aprender algo com a mesma, esse aprendizado torna-se em algo útil que mais tarde até se pode tornar essencial para a sua vida.
  • A cada passo que dá pode aprender, que o estar consciente das suas ações, atitudes e pensamentos a tornam mais real.

No aqui e agora somos mais completos.

O fim do caminho não é o nosso objetivo, mas sim fazermos o caminho em alegria e com plena escolha do mesmo.

Presentes na nossa vida e do nosso poder, mais felizes.

Por Filipa Cunha da StartIupi,
para Up To Lisbon Kids®

Todos os direitos reservados®

São infinitos os momentos que podemos ter e construir com as nossas crianças.

Sou professora mas o que mais me orgulho é de ser mãe de duas meninas de nove e dez anos. Todos os dias a magia entra em nossa casa, através do nosso momento, o último momento que partilhamos antes de nos deitarmos – é apenas uma pergunta, uma pergunta especial diária:

“Qual foi o teu momento mágico de hoje?”

O mais bonito é que, algo tão simples, faz com que diariamente sejamos obrigados a rever o nosso dia e a sentirmo-nos agradecidos por tudo o que vivemos. Obriga-nos a ser capaz de selecionar, escolher e descrever aquilo que nos faz sorrir.
Desta forma, com este exercício, tenho a esperança que sejamos mais conscientes do presente, do agora e da nossa capacidade de sermos felizes.

Não existem momentos mágicos errados. Os momentos mágicos podem ser os que nós quisermos. Um segundo na natureza onde tudo nos pareceu perfeito, um sorriso, uma palavra no momento certo, um olhar, algo que fizemos, uma música especial, qualquer momento que por alguma razão foi diferente e ganhou peso dentro de nós.

Como mãe e professora é muito curioso constatar que a grande maioria destes momentos relatados pela minha família são momentos de pura empatia.

  • “ Quando tu (mãe) dançaste comigo e pareceu que não existia mais ninguém”,
  • “ Quando a professora disse que tinha gostado muito do meu texto, e o Sebastião (o rapaz que costuma gozar com tudo o que digo) disse que estava mesmo giro”,
  • “ Quando estava no trânsito e de repente passou uma borboleta, que pousou na flor mesmo ao lado do carro e a minha música preferida estava a tocar”, 
  • “Quando a Maria sorriu para mim”….

Podia aqui descrever vários significados que foram dados à empatia, mas preferi escolher a do dicionário de forma a simplificar o tema.
Empatia: a faculdade de compreender emocionalmente (pessoa, objecto), capacidade de se identificar com outra pessoa; entendimento.

 

A importância de criar partilha através da empatia

 

A empatia é sem dúvida a grande palavra mágica. Aquela que nos faz ligar ao mundo, ao outro, a tudo e que intensifica e fortalece o nosso sentimento de pertença.

São afortunados aqueles que nascem com muitos quilos de empatia, os que conseguem agradar a gregos e troianos, contudo a empatia pode ser desenvolvida. Como adultos podemos ensinar às nossas crianças a desenvolver esta característica ou em muitos casos aprender com elas como fortalece-la.

Quanto mais autoconscientes formos, quanto melhor conseguirmos identificar e conhecer as nossas próprias emoções mais facilmente iremos conseguir identificar, ver e sentir o outro.

Com base nesta ideia, comecei a trabalhar com crianças do 1º e 2º ciclo com o objetivo de desenvolver determinadas competências e a gerir conflitos, e para que tal acontecesse a empatia era fundamental. Em cada aula, o momento de partilha ajudava a aumentar a empatia entre todos.

As crianças são excelentes alunos e professores, e capazes de ouvir com os seus três ouvidos. Os três ouvidos são uma brincadeira que é real. São os nossos dois ouvidos e o terceiro é o do coração. Ninguém ouve tão bem como as crianças, mas muitas vezes é preciso provocar esses momentos de escuta real. Momentos onde a nossa atenção está realmente focada no outro, não só no que nos diz com as palavras mas também com o corpo.

Experimentem fazer em casa o exercício das caretas que correspondem a determinadas emoções e peçam aos vossos filhos, família, amigos para identificarem as mesmas e preparem-se para momentos no mínimo engraçados. A empatia pode começar por aí, em sermos capazes de identificarmos as expressões do outro. Se conseguirmos identificar corretamente a emoção, o que o outro sente, mais facilmente vamos agir de acordo com o que o universo nos pede.

Como um dos meus autores preferidos, Daniel Coleman escreveu: ”Na educação dos sentimentos, as emoções são simultaneamente o meio e a mensagem”

Nas aulas do IUPI Be nestes últimos anos, é maravilhoso constatar que foram os momentos de empatia que transformaram verdadeiramente as relações entre as crianças, e nunca os famosos sermões ou castigos.

Foram muitos os casos, contudo um deles está bem presente na minha memória: passou-se há dois anos, onde a melhor aluna da turma e também uma criança com muita empatia, fantástica com todos com muitas habilidades a todos os níveis e de quem todos gostavam, foi durante três meses alvo de brincadeiras. Tudo começou com piadas que rapidamente se tornaram diárias e contínuas, onde tudo o que fazia era questionado: a hora que chegava, o que vestia, o que trazia para o almoço… são só alguns exemplos do que levou esta criança, que adorava aprender, a pedir à mãe para ficar em casa. Numa das nossas aulas, do IUPI Be, trabalhamos esta questão. Criámos uma actividade com o nome “Máquina de lavar”, onde em círculo cada criança dizia o que gostaria de resolver com os colegas. Essa criança ficou sentada ao meu lado e foi a última a falar. Durante as “lavagens” todas as crianças desabafaram e resolveram as suas questões. Quando falamos de coração aberto tudo se resolve. Quando chegou à última aluna eu pedi para ela falar sem medo e dizer o que andava a sentir. Ela desabafou e quando acabou, mais de dez colegas levantaram-se para lhe pedir desculpas. Muitos disseram que não imaginavam que a estavam a magoar. Perguntei se sabiam o porque de terem tido aquelas atitudes com aquela aluna e as respostas foram “ela é perfeita demais, é boa em tudo…” o que gerava neles sentimentos “maus” contra aquela criança.

Depois do “programa da máquina ter acabado” fizemos uma festa, onde todos riram e se divertiram. Acabamos a aula como todas as outras, com cada um a dar um auto-abraço.

Felizmente nesta situação bastaram duas horas letivas para tudo se resolver, as coisas boas passaram a ser vistas e valorizadas como coisas boas que eram e muitas destas crianças, até ao fim do ano, tiveram atitudes de grande amizade para com esta criança. As famosas “ brincadeiras” desapareceram por completo e sobretudo, em toda a turma, as relações estreitaram-se e fortaleceram-se.

São muitos os jogos que fazemos nas aulas, muitos deles repetidos em casa, jogos e brincadeiras que fazem a diferença, contudo nada mais valorizo do que os momentos de partilha. É nestes momentos onde criamos magia, onde a empatia cresce e nos torna pessoas melhores, com mais um sentido, o do coração. Este que sabe ouvir, falar, sentir e tocar como ninguém independente da nossa idade e tamanho.

Brinquem muito, joguem muito, falem muito, mas principalmente vejam e oiçam o outro com o vosso coração, pois a empatia nasce aí!

Muitos momentos mágicos para todos!

Por Filipa Cunha, StartIupi
para Up To Lisbon Kids®

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