Recentemente, um pai dizia-se assustado, porque o colégio do filho (neste caso seguidor da pedagogia Waldorf) deixava as crianças subirem às árvores. Contudo, dizia conseguir compreender que era uma forma das crianças aprenderem com a queda. Reflectindo um pouco sobre esta questão, é fácil entender o registo em que nós, pais, ainda vivemos. Seja porque a deixamos subir para cair, seja porque não a deixamos de todo subir, assumimos à partida que a criança não consegue. Aparentemente, o sentimento que está na base da nossa escolha, enquanto educadores, é o de que a criança não é capaz. E assim lidamos com os nossos filhos, como se tivéssemos a certeza do seu fracasso ou incapacidade de viver determinadas situações.

E se pudéssemos olhar para as coisas num outro ponto de vista? Algo me diz que, se naquela escola se levasse uma criança ao hospital semanalmente, as coisas seriam diferentes. E se aceitarmos que, na realidade, as crianças podem subir às árvores, porque os educadores acreditam, pura e simplesmente, que elas são capazes de o fazer sem se magoarem? E, de repente, já não se trata de ensinar ou proteger, mas sim, libertar as crianças para que elas possam fazer o que verdadeiramente já são capazes de fazer. Nós ainda acreditamos que o nosso papel é, essencialmente, o de limitar e impedir. Nós ainda acreditamos que ensinar é pela negativa. A lógica ainda é a de que, se subir à árvore, a criança vai cair, e por isso vai aprender. No entanto, cada uma daquelas crianças está, sozinha, a aprender a subir, a agarrar-se bem,  a colocar os pés nos sítios certos (ou seja a proteger-se), a superar-se, a conhecer as suas potencialidades e capacidades, a acreditar em si mesma e, com isto tudo, ainda se diverte!

Nós, pais, dificilmente conseguimos deixar tudo isto acontecer, porque limitamos o mundo das nossas crianças, à partida e de acordo com os nossos próprios medos. Uma árvore é hoje assustadora, e falo por mim, que ficaria com o coração nas mãos se visse a minha filha a subir a uma árvore (ainda que o tivesse feito eu mesma, na infância). Mas na verdade, esta dificuldade dos pais em confiarem nas capacidades dos seus filhos, vai muito além – “Não corras que cais”, “não subas no banco”, “ainda não consegues comer sozinho”, “não sabes… não podes…”, são frases frequentes.

Há relativamente pouco tempo, a minha filha de 3 anos, disse-me “eu entro sozinha na banheira, mãe“, eu respondi-lhe, claro, para ela esperar um bocadinho que eu já a ajudava (assumindo à partida que ela ainda não conseguia). Quando me virei, já ela estava dentro da banheira e, com um sorriso enorme disse-me “vês mãe, eu consigo, eu disse-te”. Se dependesse de mim, estaríamos as duas mais uns valentes meses sem saber que ela já era capaz. Noutra situação, seguíamos na rua, com chuva, e ela decidiu passar entre dois postes mais apertados. Apressei-me logo a dizer-lhe, “filha, não consegues passar aí com o chapéu de chuva, anda por aqui…”, ela olhou em frente, parou, girou o chapéu e passou. Olhou para mim, feliz com o seu sucesso e lá me disse “eu consigui, mãe”. E eu pensei para mim mesma, “perdeste uma oportunidade de ficar calada…“. Deve ser muito estranho para uma criança ouvir um adulto dizer-lhe que ela não consegue fazer uma coisa, quando ela acredita, e sente, que consegue.

Em contrapartida, a minha filha começou a andar aos 9 meses porque acreditámos e deixámo-la experimentar. Logo depois, decidiu que andar não tinha piada e começou a correr para todo lado. Coração de mãe sofre, mas não lhe podia dizer que ela não era capaz! Começou a comer de talheres muito cedo, porque eles sempre estiveram lá, para quando ela quisesse experimentar. Deixo-a experimentar bastante, mas tenho plena consciência de que ainda a limito muito, baseada na minha crença (muitas vezes errada) de que ela ainda não é capaz sozinha.

As crianças não precisam de aprender a ser crianças, nós é que estamos a aprender a ser pais. Por isso é que vivemos tantas vezes inseguros e assustados. Por isso, os limites devemos impô-los a nos mesmos e estes devem ser definidos por uma auto-análise cuidada dos nossos receios (por vezes infundados), e da nossa necessidade de controlar a realidade dos nossos filhos. Porque a crença de que os estamos a proteger e a ensinar, esconde muitas vezes o medo que temos de falhar na sua protecção, e o medo de não sermos pais suficientemente bons. E com isto, pecamos muitas vezes pela sobre-protecção, e por nos substituirmos a eles na sua experiência da vida e do mundo.

Deixar o nosso filho correr para a estrada? Claro que não, somos adultos e perfeitamente capazes de usar o bom senso. Precisamos, acima de tudo, de perceber quais são os limites que fecham os nossos filhos numa sensação de incapacidade contínua, e distingui-los daqueles que efectivamente lhes permitem perceber que nós estamos cá para os proteger. O nossa responsabilidade não é só de impedir. É, muito mais ainda, de permitir e promover as conquistas. Precisamos, acima de tudo, de confiar nas nossas crianças, para que elas não acabem por perder a confiança que lhes é inata.

Por Ana Guilhas para Up To Kids®
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É o mais difícil para qualquer mãe, e ainda mais para as que são galinhas, como eu.

Junho é o mês do fim do ano letivo. A euforia das crianças pelas férias misturadas com a ânsia dos pais, que sonham com dias em família e descanso, sem a correria de todos os outros meses do ano.

Junho é o mês das plataformas sociais e de todos os telemóveis se encherem de baba de mães, pais e avós com os feitos dos seus filhos.

Uns preparam-se para o 1º ano. Outros, já sabem ler e seguem para o 2º ano, convictos de uma maioridade, que graças a Deus ainda tarda. Outros já passam para o 5º ano, mudando muitas vezes de escola, e colocando aquele friozinho no coração de mães e pais.

Junho é o mês do equinócio do Verão, mas é também o mês em que as mães percebem que têm de abrir um pouco mais as suas asas. Aquelas que fecharam para proteger os filhos, mal eles nasceram e precisaram de sentir o calor e o cheiro do seu corpo.

É o momento em que se toma ainda mais consciência do quanto o ano letivo foi levado a correr entre o trabalho, a escola e as atividades extras, e passou a correr com os filhos a crescerem.

Não é que não tenhamos noção disso com o passar do tempo. Mas é naquele momento da festa de final de ano, em que os olhamos e os vemos tão cheios e orgulhosos de si, que sustemos a respiração por segundos… e num misto de amor incomensurável e de um sentimento de missão cumprida, que percebemos que as nossas crias já estão cada vez mais preparadas para o dia em que voarão do ninho.

É tão bom vê-los crescer.

Aquece-nos tanto o coração e faz-nos dar tanto sentido à vida.

Mas, ao mesmo tempo, é aquele momento em que percebemos que a fugacidade da vida nos pode pregar uma partida. Aí despertamos do stress da rotina do trabalho, para a magia de ter dado vida a outra vida.

O mês de Junho é mês de mudança de estação, mas é também momento de mudança em todos os corações de mães e pais.

É o mês de pararmos e cairmos em nós com a consciência de que a jornada é mais importante que o destino, e que a vida é para ser vivida e saboreada um dia de cada vez. Com momentos doce e amargos. Mas sempre saboreada, pois só temos uma oportunidade para o fazer.

Por Irina Gomes, para Up To Kids®
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As 4 atitudes básicas a desenvolver para assegurar uma boa relação com o seu filho adolescente

A adolescência é o pináculo da transformação. Ancestralmente e actualmente ainda em várias culturas era um período da vida do ser humano altamente valorizado e trabalhado pelas comunidades, em que os indivíduos eram intensamente orientados e acompanhados para a passagem à vida adulta. Actualmente, esta dinâmica desintegrou-se e tornou-se desértica.

Nas sociedades ocidentais actuais, a adolescência passou a ser um período como qualquer outro do desenvolvimento humano. Grande parte dos adolescentes sai da infância sem rumo, objectivos ou propósito. A desconexão que caracteriza este pico de mudança, transformação tão importante e decisivo leva a que os adolescentes vivam, muitas vezes, vidas vazias de conteúdo, vazias de sentido, de propósito. Muitos vivem abandonados de si próprios, de sonhos, de perspectivas, pairando apenas no lugar da aparência e do mundo virtual. Vivem desagregados de si. Vivem desenraizados do presente, numa ausência permanente do aqui e do agora, numa fuga constante para mundos de alheamento caracterizados quer pelo abuso de substâncias psicotrópicas, quer pelo abuso do meios de telecomunicação. É a derradeira fuga de si e do mundo real. O sofrimento é intolerável e o prazer é indispensável, desde que intenso.

E como encaram os pais esta realidade?! O que sentem com esta desorientação?!

A gestão parental da adolescência requer, de facto, muita entrega e dedicação. Requer tempo de reflexão e de aceitação. A base desta gestão assenta na relação que os pais mantêm com os filhos adolescentes e esta relação implica que existam desde cedo 4 atitudes básicas por parte dos pais:

Observar, escutar, aceitar e orientar.

1. OBSERVAR
Observar o que o seu filho anda a fazer. Quanto mais souber da vida do seu filho, melhor conseguirá lidar com ele e orientá-lo.
É importante saber o seu horário das aulas, saber onde vai depois das aulas, ver os cadernos, os trabalhos de casa, saber as datas de todos os testes, trabalhos e fichas.
Conhecer todos os amigos com quem se dá e se possível acolhê-los em casa.

2. ESCUTAR
Ouvir o mundo interno do seu filho. Quais as suas angústias, medos, sonhos, inseguranças. Quanto mais ouvir e conhecer o seu mundo interno, mais profundamente o conhecerá e melhor poderá entender as suas dinâmicas.
É importante ouvir as suas ideologias, crenças e formas de pensar, sem desvalorizar ou ridicularizar.

3. ACEITAR
O conflito geracional é transversal a todas as culturas e épocas. São os adolescentes de hoje que mudarão paradigmas, padrões e farão evoluir a humanidade. Existe um choque natural entre os padrões distintos de duas gerações, mas por mais difícil que seja, é indispensável conhecer e entender os que eles trazem de novo e aceitar.
O sentimento de que são vistos, escutados, aceites e entendidos dar-lhes-á confiança e sentido de compromisso com os pais ou educadores, para que se deixem ser orientados com respeito e confiança.

4. ORIENTAR
Se a observação, escuta activa, a aceitação e o entendimento são fulcrais para a relação pai/educador-adolescente, a orientação firme é também essencial. O adolescente tem que cumprir com as suas obrigações, na escola, em casa e nas diversas áreas da sua vida. Deve ser orientado no sentido do auto-conhecimento e contacto consigo próprio. Saber o que gosta, quais os seus talentos, motivações e dificuldades. Este conhecimento de si-próprio é indispensável para que se mantenha recto e coerente desde cedo com a sua essência, independentemente das múltiplas identidades que possa assumir na adolescência com os grupos de pares e ídolos.

A imposição de limites na adolescência tem que iniciar precocemente. As saídas à noite, as saídas com amigos devem que ser aceites com conhecimento pormenorizado de quem são os amigos, para onde vão, qual o programa e uma hora para chegar deve ser negociada. Dentro da liberdade deve ser imposta a responsabilidade de ter que cumprir com alguns limites. O adolescente irá sentir a segurança necessária e interiorizará a noção de que a liberdade implica ser responsável por si, pela sua conduta e atitude.

Os recursos de toda a camada adolescente são poderosíssimos para a evolução humana e das sociedades. A riqueza de capacidades, de criatividade, de inovação, de transformação é importantíssima para o crescimento global das comunidades. Os adolescentes são um contributo de extrema relevância que urge ser aproveitado e optimizado. O trabalho com os adolescentes deve ser investido para que haja uma boa canalização de todo o seu potencial.

Vamos a isso!

 

Foi num livro sobre a metodologia educativa de Reggio Emília que descobrimos este desafio e não queríamos deixar de o experimentar.

A metodologia de Reggio Emília assenta numa pedagogia de relação e de escuta, que parte do pressuposto que a criança é um ser em pesquisa, curiosa e atenta e neste processo de aprendizagem produz as suas teorias interpretativas do mundo. Como prática educativa, o educador é um observador no seu trabalho diário, documentando, formulando hipóteses, interpretando, pesquisando e escutando. É também o responsável por criar o contexto mais adequado para que as crianças se sintam confiantes, confortáveis, estimuladas e respeitadas durante o seu processo cognitivo de descoberta do mundo.

E o desafio que queremos aqui partilhar é muito simples! Experimente fazer com os seus filhos ou com os amigos dos seus filhos: construir uma ponte apenas de barro e arame. Sem esquecer que a construção deve ter equilíbrio – não é suposto uma ponte cair! – e uma função – será para pessoas ou para carros ou para …? -, deve também ser bonita e criativa – não fosse este um exercício artístico e não fossem estas construções denominadas de “obras de arte”!

Fácil, não é?!

Sim, sem dúvida!

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Mas o desafio maior não está no resultado desta construção mas sim no: a ponte deve ser executada a dois! Se à primeira vista vos parecer que nada disto é difícil, experimentem observar os comentários e comportamentos das crianças quando realizam este exercício. As crianças estão habituadas a trabalhar sozinhas e, perante um trabalho de expressão plástica deste género, muitas são as que sentem algumas dificuldades em superar o desafio de trabalhar com o outro. Ter de ouvir as ideias do seu colega, expor as suas, abrir mão de ideias que julgava como certas, aceitar que o outro também tem ideias e que são tão válidas como as suas, é um desafio que poucas crianças têm a oportunidade de experimentar já que nem todas as escolas ou metodologias educativas realizam este tipo de exercícios em idades mais novas. Apenas em idade escolar é que somos “obrigados” a realizar os “trabalhos de grupo” mas que na verdade funcionam – até mesmo na idade adulta, ao nível de licenciaturas ou mestrados – como trabalhos individuais, cada aluno ficando responsável por uma das componentes do trabalho de grupo.

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Este é assim um bom desafio para Educadores e Professores: é um bom exercício para aprendermos a ouvir mais o outro, a fazer valer as nossas ideias, a saber abdicar delas e a aceitar as ideias dos outros…à partida, tão válidas quanto as nossas.

Ora experimentem!

Por Patrícia Azevedo, Programadora Cultural
para Up To  Kids®

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Há palavras que, pela sua importância, deviam ser ditas com o corpo todo. Professor é uma delas. Sim, sei que há exceções, mas não é delas que quero falar. Porque nos dias de hoje, precisamos de inspiração. Precisamos de alguém capaz de acreditar em nós. Alguém capaz de nos fazer ir buscar ao fundo da alma toda a nossa garra, todo o nosso esforço. Precisamos disto, quer sejamos pais ou sejamos técnicos. E precisamos ainda, mais se formos professores.

Nós, como pais, precisamos de professores no seu melhor. E os professores bons precisam de ser reconhecidos.

Imagine que vai num barco pequeno. Imagine que está em alto mar e começa uma tempestade. E imagine que tem dentro do barco algumas crianças e jovens a seu cargo. Esses jovens são seus filhos. Já entendeu. Vai fazer de tudo para que não sintam a dita tempestade. Vai fazer daquele barco um microcosmos. Vai protege-los com toda a força. E é assim em muitas das Escolas onde vou. Há um grupo de professores guerreiros que deixam o barco a navegar. Convenhamos que “cá fora” há muitas tempestades. E há milhares de crianças e jovens a passar horas nas escolas, conseguindo evitar os raios, a chuva e o frio. Estes são os melhores professores. Aqueles que protegem os alunos da tempestade.

Os melhores professores encetam conversas com vista a limar arestas.
Por vezes há sessões com os alunos que passam longe de serem brilhantes. Ou não estávamos nos nossos dias, ou o grupo de alunos não participou como devia. Custa-nos muito. E é aí que acontece algo extraordinário. Já depois da sessão ter acabado, sem ninguém a observar, sem ninguém a avaliar e, naturalmente, sem ninguém a valorizar, há professores que ficam na sala a debater as causas e as formas de melhorar. Uma conversa de quem verdadeiramente se importa com os alunos.

Os melhores professores vêem a floresta e não apenas a árvore.
Os alunos têm defeitos. Claro. Mas os melhores professores vêem para além disso e encontram também as áreas onde os alunos têm melhor desempenho.

Os melhores professores surgem do nada para saber se está tudo bem.
Se nós adultos temos os nossos dias, também as crianças têm momentos complicados. Muitas vezes encontro um ou outro aluno mais triste, mais cabisbaixo. E do nada, como magia, é comum surgir um professor que pergunta se está tudo bem. Uma palavra simples, um gesto, e logo aquele miúdo vê o dia com outros olhos.

Os melhores professores levam os pais às escolas.
Organizam acções, conferências, mandam convites, comunicam, disponibilizam-se, improvisam, mudam horários, fazem exposições, criam e levam os Pais à Escola.

Os melhores professores são um livro sobre atenção aos pormenores.
Os alunos são capazes de descobrir se a professora mudou de cor de cabelo, se o professor veio com um casaco novo. E o professor entende quando algo está diferente. Há cortes. Muitos. E há superação. Há refeições que são servidas, feridas desinfectadas, corações colados, cartões perdidos e achados. E há o descobrir quando algo está diferente.

Os melhores professores ensinam a aprender.
Ainda hoje, um professor dizia-me no final de uma sessão com alunos: “Gostava de saber como fez. Tem que vir cá para nós professores!”. Vejo o brilho nos olhos deles perante a novidade. Ensinar é aprender a vida toda. É saber colocar as questões certas. É colocar os alunos a pensar. E é tão difícil pensar com as ofertas tecnológicas, com o ritmo apressado das famílias, com as redes (demasiadas vezes) anti-sociais.

Os melhores professores inspiram a nunca desistir.
Há alunos capazes das respostas mais incríveis. Há respostas inconvenientes e inacreditáveis. E os melhores professores mantêm-se impávidos para não beliscar a auto-estima dos alunos. Conseguem rir depois, noutro dia, noutro contexto. Mas em frente ao aluno são capazes de o respeitar e de lhe dar força para mais uma tentativa.

Os melhores professores não vão em conversa de café.
No mini-mercado da esquina há sempre alguém capaz de acreditar no filho quando este diz ser alvo de discriminação, sem ouvir o outro lado da história. As profissões não são todas iguais. Se há uns anos havia um reconhecimento social em relação ao professor, parece que a situação está a alterar-se. Acusa-se de discriminação, de ter férias, de não ser dinâmico e de outras irrealidades, com demasiada imprudência.  Todos os dias há centenas de professores capazes de ultrapassar as críticas injustas, concentrando-se no essencial: os alunos.

 

Por Alfredo Leite, Mundo Brilhante, 
para Up To Lisbon Kids®

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O inicio de um novo ano é sempre sinónimo de balanço e mudanças. Mudanças na nossa vida profissional, mudanças na nossa vida pessoal, mudanças na forma como nos relacionamos com os outros.

Mas se é tão importante porque nos custa tanto mudar?

A mudança implica sempre uma saída da nossa zona de conforto, alterações nos nossos hábitos e padrões comportamentais, que à partida nos parecem sempre tão simples e naturais. Contudo, nem sempre é fácil, até porque, na maioria das vezes, a mudança tem que partir de nós para que se projecte em tudo o que nos rodeia.

Mudar de casa ou de escola, de trabalho ou de cidade, é sempre difícil mas as mudanças profissionais são, provavelmente, as mais dolorosas e sensíveis… Não é fácil mudar a nossa equipa nem a forma como os outros lidam connosco. Mas é cada vez mais necessário. Num panorama cada vez mais competitivo torna-se imperativo rentabilizar os negócios, os serviços e os produtos. Infelizmente ser bom não chega, temos que ser cada vez melhores, cada vez mais produtivos e cada vez mais competitivos. Não é um paradigma fácil de instalar principalmente quando há um estigma geral de conformismo e de queixa face às ocupações e situações profissionais e pessoais.

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 Mudar, é bom ou mau?

É por isso que a gestão emocional é um processo que nos acompanha desde cedo e que caminha connosco ao longo da vida. É importante preparamos as nossas crianças para as necessidades de mudanças constantes. Mudanças que implicam alterações de comportamento e atitude que começam dentro de todos nós e se reflectem no dia-a-dia com os demais.

Há que preparar as crianças de hoje para a realidade de amanhã. Uma realidade mais seletiva, mais exigente e significativamente mais cruel.

 

 

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Tem circulado pela Internet um texto sobre as 11 regras de vida proferidas por Bill Gates num discurso numa escola secundária nos EUA. Diz-se que chegou de Helicóptero entrou na sala, e em menos de 5 minutos, leu as onze notas que teria escrito no seu notebook A plateia teria aplaudido de pé ao longo de 10 minutos sem parar. Bill Gates teria agradecido e abandonado a sala.

Na verdade, essas regras foram escritas por Charles Sykes, autor do livro “50 Rules – Kids Won’t Learn in School”, um educador preocupado em preparar os nossos filhos para um futuro real. Charles Skyes defende que a proteção excessiva das crianças e o ensino politicamente correto normalmente aplicado nas escolas, tem criado uma geração de crianças sem noção da realidade e acredita que devemos prepará-los-los para o fracasso no mundo real.

Transcrevemos aqui as 11 regras de vida (das 50 regras) que Charles Sykes recomenda que ensinemos aos nossos filhos:

  1. A vida não é justa, habitua-te…
  2. O mundo não está preocupado com a tua auto-estima. O mundo espera que alcances objetivos independentemente de te sentires bem ou não contigo próprio.
  3. Não vais ganhar 40 mil €/ano quando acabares o curso. E não vais ser vice-presidente de uma empresa e ter carro de serviço, a não ser que trabalhes para os merecer.
  4. Se achas que o teu professor é mau, espera até teres um chefe. Este sim, não terá pena de ti.
  5. Virar frangos ou hamburgueres nas férias não é nenhuma vergonha. Os teus avós chamavam a esses part-times oportunidades!
  6. Se fizeres asneira e fracassares em qualquer objetivo da tua vida, os teus pais não têm a culpa. Não te queixes dos teus erros, assume-os e aprende com eles.
  7. Antes de nasceres, os teus pais não eram tão chatos como agora. Eles só ficaram assim depois de terem contas por pagar, depois de terem de arrumar o teu quarto e ouvir-te dizer o quão idealista és. Antes de tentares salvar a floresta virgem, experimenta arrumar primeiro o teu quarto.
  8. Na faculdade tentam minimizar as diferenças entre vencedores e perdedores, mas na vida real não é bem assim. Na faculdade dão-te o máximo de oportunidades até conseguires a resposta certa, a nota positiva, o passar de ano. Podes até ter de repetir um ano. Na vida real, se errares és despedido.
  9. A vida não é dividida em semestres. Não terás sempre os Verões livres, e muito poucos (ou nenhuns) empregadores estarão interessados em ajudar-te a “encontrares-te”. Faz isso na idade certa.
  10. O que vês na televisão é completamente diferente daquilo que acontece na vida real. Na vida real, as pessoas têm que sair do café e ir trabalhar.
  11. Sê simpático com os Nerds. Há uma grande hipótese de vires a trabalhar para um deles.

Traduzido e adaptado por Up To Lisbon Kids®. Todos os direitos reservados

Eu nunca te quis aqui. Aliás, nunca fizeste parte dos meus planos. Cresci e sonhei com a minha família, mas nunca estiveste fizeste parte do plano. Nunca quis a ajuda de outra mulher para criar a minha filha. O meu plano era uma família que incluísse a mãe, o pai e os filhos. Não uma madrasta.

Eu duvido que alguma vez me quisesses na tua vida. Eu duvido que tenhas planeado ser mãe de uma criança que não cresceu na tua barriga. Aposto que o teu plano para a tua família eras tu, o pai e os teus filhos. Não era eu e minha filha. Quase que aposto que quando sonhavas em vir a ser mãe, imaginavas o dia em que se rebentavam as águas, ias para a maternidade e que o teu filho ia nascer. Aposto que não planeavas tornar-te mãe no dia em que te casaste com o teu marido.

Eu tenho certeza de que tu nunca planeaste eu estar aqui.

Mas Deus tem planos que se sobrepõem aos nossos… quando a minha família se desmoronou e formou duas pequenas famílias, eu sabia que, mais cedo ou mais tarde ias aparecer.

Imaginava que serias alguém sem qualquer interesse e que a minha filha nunca te iria aceitar! Imaginava-te pouco atraente e fútil, e que a minha filha nunca te daria uma chance. O pai dela ia acabar por ter de se contentar com esta situação. No fundo eu estava em negação, porque nunca quis encarar o fato de que, outra mulher tomaria o papel de mãe da minha filha, na minha ausência.

Então tu apareceste.

Quando te conheci, vou admitir que não eras, de todo, o que tinha em mente e senti uma ponta de ciúmes. Pensava que eras uma bruxa nojenta de meia-idade, meio repugnante. Mas afinal és jovem. E gira!

Fiquei um bocado frustrada.

Percebi pelo teu olhar que para ti foi tão difícil como para mim conhecermo-nos. O meu coração ficou mais calmo. Eu tinha realmente pensado em odiar-te. Como é que arruinaste o meu plano? Eu queria ter ressentimentos, ser rancorosa mas esses sentimentos rapidamente se desvaneceram, e eu senti-me grata por existires!

Teres aceite a nossa filha desde o início e ama-la de forma incondicional foi um verdadeiro presente para todos nós. Incluis a nossa filha em tudo que fazes e por isso ela sente-se amada e aceita-te de braços abertos. Consegues pôr a relação dela com o pai acima da tua e apenas uma mulher de armas sabe como fazer isto com tanta elegância.

Eu sabia que a partir do momento que decidimos divorciar-nos e começamos a viver separados, haveria momentos em que ela ia precisar da mãe e eu não ia estar lá. Estou tão agradecida por estares lá na minha minha ausência. Obrigada por teres paciência para aturar uma pré-adolescente e nunca a rejeitares. Ela precisa de uma mãe em casa e e tu está a fazer um trabalho incrível com ela.

Respeitaste a minha posição de mãe desde o início. Agradeço a forma como te preocupas em confirmar sempre comigo se estás a tomar a decisão certa com ela. Eu sei que a nossa relação é rara. É raro uma mãe e uma madrasta trocarem mensagens de texto sobre a filha, que reforcem a relação de respeito e confiança mutua. Tu foste e és uma bênção.

Por tua causa e pela coragem de seres mãe da nossa filha da mesma maneira que eu sou, ela vai ser uma mulher melhor. Ela vai crescer com mais amor que eu jamais poderia ter imaginado. Ela não tem culpa de ter pais divorciados. Eu também nunca quis isso para a minha filha, mas agora, eu sinto-me feliz que tenha quatro pais que a amam e respeitam. E também se respeitam mutuamente. Ela cresce a saber que quando se fecha uma porta abre-se uma janela.

Eu não te vejo apenas como a pessoa que preenche um espaço quando eu não estou lá. A vossa relação vai para lá dos dias em que ela está no pai. Ela fica animada para te telefonar e contar histórias quando está em minha casa e isso faz-me saltar o coração do peito de alegria. Encho-me de orgulho quando nos encontramos e me apertas num abraço genuíno e amoroso.

Tenho a noção de como é a vida de uma criança quando uma mãe não aceita emocionalmente a madrasta de seu filho na sua vida. A sensação de gratidão transborda em mim por sermos capazes de superar qualquer coisa assim e fazer o que é realmente certo para a nossa filha. Obrigada por tua maturidade e pelo empenho em criar a nossa filha.

Comprometo-me a respeitar sempre o teu contributo para com a nossa filha. Prometo nunca menorizar o papel que tens na sua vida ou fazer com que não te sintas como mãe dela. Comprometo-me a ser sempre agradecida por sermos duas mulheres fortes e corajosas na vida dela, pois temos a coragem de sermos mãe ao mesmo tempo. Apesar na nossa situação ser tranquila, eu rezo a Deus para que ela não passe por isto na sua vida adulta, mas se por acaso isso acontecer,  eu prometo dar-lhe o exemplo de como criar um filho de pais separados.

Mulheres como tu, não há muitas.

Obrigada, e Deus te abençoe.

Por Candice Curry: Women with Worth
Traduzido e adaptado por Up To Lisbo Kids®

Nota: Todos os textos traduzidos, adaptados e publicados pela Up To Lisbon Kids® têm a a autorização do autor e/ou foram comprados os direitos dos mesmos.

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Aprendi que:

1 – Por mais preparado que eu esteja, por mais conhecimento que tenha da psicologia do desenvolvimento, por mais palestras que dê, por mais conferências que frequente, nunca estou preparado para a ver triste. Custa tanto. Peço-lhe para falar, para colocar por palavras os sentimentos. Sugiro um diário para desabafar. Acabo por pedir ajuda à mãe e às avós.

2 – Nem sempre a vou poder proteger. Por mais maturidade que eu tenha, ainda me passou pela cabeça ir à escola dizer ao rapaz que a deixou assim, que é um grande parvo. Não tenho a certeza mas cheguei a dizer algo como “Vê lá se queres que o pai vá lá escola!”. Que vergonha…

3 – Ela vai forçar-me a fazer coisas de que poderei vir a arrepender-me. Como este artigo, por exemplo…tanta confissão…

4 – O tempo passa tão depressa, mas tão depressa. Algumas áreas da vida passam a correr. Nasceu ontem! Hoje já tem onze anos. E ainda por cima, parece que tem mais. Está tão alta! E está mesmo, não são os olhos do pai. Bem, talvez seja um pouco.

5 – Há coisas que ela só fala com a mãe. Mas há sentimentos que só a mim me faz sentir. Como a vergonha de ter os lábios lambuzados com batom, apenas porque lhe fiz a vontade numa brincadeira.

6 – Essas brincadeiras, esses momentos em que a adormeci ao colo com uma música pirosa a tocar, momentos em que a mãe estava tão cansada e com sono e era só no meu colo que ela adormecia, esses momentos passaram a correr. Acho que repeti o ponto quatro…

7- A teoria do psicólogo Satoshi Kanazawa, cujos estudos apontam para o fato de pessoas bonitas terem mais filhas, serve apenas para picarmos os nossos amigos.

8 – Ouvir “Daughters” de John Mayer, tem um significado completamente novo desde que ela nasceu. Como é completamente novo ler “A Fada Oriana”ou contar histórias de princesas quase até fartar. Mas muito antes de nos fartarmos já temos saudades. É o ponto quatro outra vez.

9 – Há outras meninas, cada uma delas com as suas características próprias de meninas. Umas não passam sem o seu boneco, outras fazem filas de bonecos para verem juntos um programa na televisão, outras colocam brincos desde cedo, outras transformam em real o lugar comum que as coloca dentro dos saltos altos da mãe.

10 – Aprendi que as meninas choram. Claro que eu já sabia, mas era um saber com letra minúscula. O mundo está em mudança abruta e constante. Nunca é demais lembrar. A família tem cada vez mais configurações. Havendo amor, entrega, paciência e persistência entre os seus membros, qualquer configuração é legítima. Não há famílias sem problemas, nem perfeitas, nem estáticas. E não há pais que não tenham perguntas sobre o futuro das filhas. Será que o casamento vai fazer parte da sua vida? Terá ela os seus próprios filhos? Irá adotar? E a profissão? Será capaz de descobrir os seus talentos? Esta tristeza de hoje passa amanhã?

Do meu lado tudo farei para estar. Estar. Irei reler este artigo para me ajudar a lembrar do quão é importante estar. Quero ser amigo dela. Não no mau sentido. Não naquele sentido errado. Os pais têm que ser pais. Mas quero que ela saiba que pode contar comigo, que pode desabafar, ir comigo ver o clube do nosso coração e um ou outro concerto. Estarei sempre aqui para receber as colegas dela, para sofrer se ela está triste e para ser lamechas e piroso se tiver de ser.

Tentei escrever para a tristeza desvanecer-se um pouco. Ela já está melhor, desabafou com a mãe. Chorou na escola. E ela é tão linda. Lembrar-me de que o sofrimento faz parte da vida ajuda-me um pouco. Lembrar-me que ela é linda dá-me ainda mais força. Ter confiança no futuro dela rasga-me o sorriso. Escrever ajudou-me.

E agora já posso telefonar a um amigo para brincar com ele sobre aquele estudo. Pais mais bonitos têm filhas. Ao nascer o rapaz perdi um pouco o argumento. Mas vem aí a Maria. Outra menina.

Por Alfredo Leite, Mundo Brilhante
para Up To Lisbon Kids®

imagemdecapa@onekind

O empreendedorismo é uma palavra que nos últimos dois anos tem estado muito em voga. Existem várias formas de ver o empreendedorismo, a mais comum é ver o empreendedorismo como a competência para abrir e criar uma empresa ou negócio. Não há nada de errado com esta visão, mas queremos introduzir uma nova visão sobre o empreendedorismo: sermos felizes através do empreendedorismo!

Mas o que é isto do empreendedorismo?

Uns dizem que o empreendedorismo é fazermos aquilo que gostamos, outros dizem que é ter a capacidade de organizar e gerir um negócio, e há ainda aqueles que dizem que é o desejo de fazer as coisas de forma diferente, entre outras mil definições que podemos encontrar.

Mas o empreendedorismo é isto muito mais.

É muito mais do que criar o seu próprio negócio, ou ter uma ideia brilhante, ou tomar as suas próprias decisões. A nossa definição é bem simples! Para nós o empreendedorismo é uma atitude pró-activa perante tudo o que nos rodeia. É querer e saber mudar o mundo, a começar pelo nosso! Para nós, o empreendedorismo é uma forma de atingir a felicidade!

Segundo um estudo realizado na Wharton School of Business, da Universidade da Pensilvânia, existe uma forte relação entre o empreendedorismo e a felicidade. As pessoas que adoptaram o empreendedorismo como um estilo de vida dizem ser mais felizes desde que o fizeram.

E como é que podemos ser felizes através do empreendedorismo?

Todos sabemos que a felicidade existe pois já a experienciamos: quando recebemos uma boa notícia, quando recebemos um elogio, quando o dia corre bem…de uma forma ou de outra, todos nós já experienciamos a felicidade. Sabemos também que a felicidade é boa e que nos faz sentir bem.

Quando estamos felizes sentimo-nos mais leves, sentimo-nos mais criativos, sentimo-nos mais optimistas, mais confiantes e enérgicos. Sabendo que a felicidade existe e que é boa, acreditamos que podemos ser mais felizes através do empreendedorismo.

Encaramos o empreendedorismo como uma forma de estar na vida, como algo que nos faz aplicar os nossos talentos, como uma forma de realizar os nossos sonhos e como algo que contribui para a nossa felicidade.

Através do empreendedorismo é possível fazermos aquilo que gostamos e vivermos de uma forma a plena, de forma a perseguir os nossos sonhos e paixões. É, também, possível que consiga realizar-se a nível profissional e ser o dono da sua empresa e o seu próprio chefe, mas esse não é o único que podemos retirar do empreendedorismo.

O empreendedorismo é uma competência, que pode levar ao aumento da nossa felicidade e consequentemente leva ao nosso sucesso. Muitas pessoas pensam que o sucesso atrai a felicidade, mas é o contrário: a felicidade atrai o sucesso! Quando estamos felizes, as nossas oportunidades de cumprir os nossos objectivos, de criar e desenvolver ideias novas são amplas. Mas atenção, não seja um empreendedor com o objetivo de buscar a felicidade, seja um empreendedor com o objetivo de viver a felicidade.

Mas o que é ser um empreendedor?

Como já dissemos, ser um empreendedor não significa que temos que abrir o nosso próprio negócio ou empresa, ou que temos que ser os nossos próprios chefes. Muito pelo contrário, ser empreendedor é ter a capacidade de identificar um problema, encontrar soluções criativas e coloca-las em acção. Fazer, fazer, fazer! Assim a fórmula do empreendedor é simples:

PROBLEMA + SOLUÇÃO + AÇÃO = EMPREENDEDOR

Partindo desta ideia, qualquer um de nós pode ser um empreendedor. Todos resolvemos problemas, sejam estes pequenos ou grandes. Este é o princípio básico que nos define como empreendedores. E tudo o que advém daqui é um bónus! E um desse bónus é definitivamente a felicidade! É do senso comum, que ao resolvermos os nossos problemas estamos no caminho certo para a felicidade. É claro que nem sempre vamos encontrar logo a solução.

Por vezes a solução nem sempre é a melhor para resolver o nosso problema, ou surgem questões inesperadas que tornam o problema maior, ou então não conseguimos colocar a solução em prática. Nem tudo corre sempre bem, e é importante ter em mente que não podemos desistir. É fundamental não desistir! Quanto mais tentarmos, quanto mais persistirmos, maiores serão as nossas probabilidades de conseguirmos resolver o problema e de sermos felizes. Não temos dúvidas que são muitas as pessoas que já foram “mordidas pelo bichinho” do empreendedorismo, mas têm medo de tentar e de adoptá-lo como um meio de atingir a felicidade.

Um empreendedor  não espera que a felicidade aconteça. O empreendedor conquista a felicidade!

Embora a felicidade tenha mil faces, seja um estado subjectivo e nem sempre seja fácil de alcançar, existem coisas que podemos fazer de modo a proporcioná-la.

Deixamos aqui 6 dicas de como pode ser feliz através do empreendedorismo:

1. Descubra e desenvolva o seu talento;

2. Procure fazer o que gosta;

3. Sempre que tiver um problema, pense numa solução, e o mais importante, coloque-a em acção: Fazer! Fazer! Fazer!!

4. Estabeleça objectivos e crie estratégias para conseguir realizá-los;

5. Seja persistente! Realizar sonhos, nem sempre é fácil.

6. A felicidade atraí o êxito…por isso seja feliz!

Portanto, seja um empreendedor! Seja feliz!