Por um Carnaval mais ecológico

No ano passado, como relatei num texto publicado há uns meses, um colega da minha filha ficou aflito quando lhe entregaram para a mão confetis no desfile de Carnaval para atirar ao ar.

O lixo não é para atirar para o chão, dizia ele – e com toda a razão.

A preocupação era legítima mas fizemos aquilo que tantas vezes fazemos enquanto adultos – arranjamos excepções para as regras por nós criadas.

No final dos desfiles de Carnaval fica o lixo. Papéis e mais papéis, garrafas e copos descartáveis espalhados pelas ruas por esse Portugal (mundo) fora.

Fala-se tanto da sustentabilidade do planeta, nas alterações que devemos introduzir no nosso dia-a-dia, e por que não aproveitar estas situações para criar a mudança?

Este ano, e em homenagem a esse colega da minha filha, decidimos fazer diferente. Decidimos tornar o carnaval mais ecológico.

Em vez de comprarmos confetis de papel vamos fazê-los usando outros recursos da própria natureza que não resultam do abate de árvores.


Apanhámos, durante alguns dias, folhas caídas no chão do jardim e nas ruas por onde fomos passando.

Aproveitámos para escolher folhas de várias cores, umas mais secas que outras, para podermos ter confetis coloridos.

Em casa lavámos as folhas que precisavam, por causa da terra, e deixámos ao sol a secar.

Fomos buscar o furador de papel cá de casa e a Mariana o seu cortador em forma de estrela.

Em vez de ligarmos a televisão nos finais de tarde de chuva juntámos todas as folhas e furámos uma a uma com o cortador e o furador.

É um trabalho que demora tempo, é certo, para ficarmos com uma quantidade de confetis considerável. E os miúdos acabam por se fartar, de acordo.

Mas os dez minutos em que eles ficam parados a fazerem uma coisa para seu próprio benefício e que sabem que é bom para o planeta é de um valor inestimável.

Falámos do abate de árvores. De como é importante reciclar papel e utilizar coisas que sejam produzidas recorrendo a materiais reciclados. Falámos das espécies animais que estão a ficar sem casa e, por isso, a desaparecer por não terem onde viver. Falámos do lixo que as pessoas continuam a mandar para o chão, para a sanita, para o mar. E do fim de outras espécies que estão a sofrer por causa disso.

Falámos do nosso caso, em que temos cuidados importantes.

Reduzimos os plásticos ao mínimo. Não usamos praticamente plásticos de utilização única, com excepção para os sacos do lixo (em que mesmo assim usamos marcas que usam materiais reciclados). Reciclamos todas as embalagens e nas compras usamos sacos de pano para comprar frutas e legumes. Estamos a comprar menos roupa (por causa dos danos que a indústria do algodão provoca no ambiente e na água, já para não falar da quantidade impressionante de água que é necessária para produzir uns simples jeans), usando os recursos durante mais tempo e cedendo cada vez menos às compras por impulso e de mero consumismo.

Estamos a fazer a nossa parte. E a geração dos nossos miúdos vai enfrentar problemas graves se não acelerarmos a cura do planeta. É uma geração mais consciente, com mais opções mas também mais responsabilidades.

Acho que estamos no bom caminho.

Cá por casa (e esperamos que em algumas outras depois de lerem este texto) vamos lançar ao ar confetis coloridos feitos com amor e provenientes de folhas caídas. Que serão lixo orgânico.

A ideia foi apresentada na escola e pelo menos na sala da minha filha vão fazer o mesmo. Só o impacto de menos lixo proveniente de trinta mini pessoas é um começo.

Um passo de cada vez.

Juntos.

Por um mundo melhor.

“Não basta ensinar os nossos filhos a reciclar, é necessário educar para a consciencialização ambiental. Educar para o ‘não consumismo’, para o desapego”

Reciclar e amar o planeta para que os nossos filhos vejam os filhos dos seus filhos crescerem

Serão poucos os que ainda não viram as imagens devastadoras do lixo que assola lugares anteriormente paradisíacos. Uma camada de plástico a boiar no oceano onde antes nadavam pessoas, que conviviam com as espécies animais.

Essas espécies animais têm a sua sobrevivência em risco, assim como a saúde do ser humano está em causa. Já para não falar na sustentabilidade de um planeta que o Homem teima em fingir que vai estar cá para sempre, nos seus termos e condições.

A minha geração foi aprendendo o que é isto de separar os lixos e devo dizer que as praias algarvias onde faço a maioria das minhas férias têm um areal limpo e com poucos vestígios da passagem humana. Há uns bons anos uma marca de telecomunicações associou-se à iniciativa e começou inclusivamente a distribuir uns cones para onde as pessoas poderiam depositar os restos dos seus cigarros e os frequentadores da praia tiveram uma resposta positiva.

Há já uma grande consciencialização deste problema e as pessoas, estando atentas, tomam medidas.

Existem as que não poluem porque terão uma utilização imediata do espaço e “Deus me livre de ter de andar a saltitar por cima de embalagens de iogurtes para ir molhar o pé” e as que levam isto a sério, todos os dias, em todas as suas acções.

Há uns meses, a propósito do Carnaval, relatei uma história sobre um colega da minha filha que ficou chocado quando lhe dissemos que poderia lançar as serpentinas para o ar (porque depois ficariam no chão). Sei que esta nova geração tem conhecimentos, noções, ensinamentos e ferramentos e terá mais cuidado do que as gerações que vieram antes dela. Mas também será esta geração a enfrentar a consequência de dezenas e dezenas de anos de uma cultura de acabar de comer o bolo e mandar o guardanapo para o chão, de depositar os cotonetes na sanita, e por aí fora.

Estou num misto de esperança e receio.

Porque usamos hoje em dia mil vezes mais plástico do que usávamos quando eu era criança. Fiz o exercício de olhar em volta e a conta é simples. Embalagens de champô, toalhitas, cremes, pasta de dentes, escova de dentes, tupperwares, palhinhas, embalagens de sumo (mais o pacote das palhinhas e as palhinhas em si), garrafas de água que levamos para o trabalho ou para o ginásio, sacos para fazer gelo, para congelar, para o lixo, para as sandes, papel aderente, pacotes de bolachas, escovas do cabelo, baldes da praia, mochila da escola, vaso das plantas, livros de plástico, brinquedos de plástico… ufa, plástico por todo o lado.

Há marcas que estão a eliminar o plástico das lojas, lentamente (li algures que o Lidl, por exemplo, vai deixar de vender tudo o que seja artigo de plástico descartável, a Starbucks, nos EUA, vai deixar de ter palhinhas de plástico – apesar de a maioria das suas embalagens ainda ser deste material) e há uma maior consciência nos nossos actos do dia a dia. A maior parte de nós deixou de comprar sacos nos supermercados, levando consigo sacos reutilizáveis e contam-se pelos dedos as pessoas que conheço que não fazem a separação dos lixos.

Todo este discurso sobre coisas que todos nós sabemos serva apenas para lembrar que há sempre mais alguma coisa que podemos fazer, algum cuidado que podemos ter:

  • substituir a loiça de plástico dos miúdos por loiça de bambu reciclado;
  • escovas de dentes de materiais biodegradáveis;
  • redução da utilização dos sacos nas compras, levando inclusivamente de casa os sacos transparentes para transportar a fruta e legumes.

Estes são apenas alguns exemplos.

Orgulho-me de ter uma filha a quem pergunto onde vai o quê e ela saber dirigir-se ao caixote do lixo com separadores e colocar no separador com a cor certa.

Orgulho-me de lhe falar das tartarugas, muitas delas com os corpos deformados para sempre porque alguém deixou as argolas das latas de cerveja na praia e o mar as levou para si. Das gaivotas que morrem intoxicadas por comerem tampas de plástico, de lhe contar estas histórias e ver nela incompreensão, empatia.

Todos sentimos os dias de calor terríveis que passámos em Portugal. Todos estamos a acompanhar o flagelo dos incêndios (sim, não é de hoje, mas as consequências alastram-se por anos), os efeitos nefastos do aquecimento global.

Temos de fazer a nossa parte, por mais pequena que seja.

Daqui a umas semanas terei o aniversário da minha filha e já estou preocupada com a loiça descartável que vou pôr na mesa. Há talheres de “madeira” à venda no supermercado e irei tentar que se sobreponham aos de plástico que sobraram dos anos anteriores. Porque sobram sempre.

Compramos demais, gastamos demais, consumimos demais.

Haverá uma altura em que não haverá o que consumir mais. Espero que essa altura esteja muito longe e que a consigamos afastar no tempo por muitos e longos anos.

Por nós. Por eles. Pelo planeta, porque só temos um.

#Savetheplanet

image@weheartit

As vantagens em escolher produtos seguros, não-tóxicos e alternativas naturais passam não só pelo ambiente e sustentabilidade do planeta como também, e sobretudo, pela saúde de toda a família.

Adotar produtos do quotidiano que tenham uma vertente ecológica e sustentável não só permite cuida da saúde e bem-estar da família, como também incute e reflete a preocupação pela conservação do ambiente aos mais novos. Pais mais ecológicos possibilitam a apresentação, desde tenra idade, desses mesmos valores ambientais e ecológicos, às crianças.

A adoção de detergentes e produtos ecológicos é um passo para hábitos mais saudáveis que ajudam a um mundo melhor para as gerações dos nossos filhos. Para além desta componente ambiental, optar por alternativas naturais sem componentes tóxicos para tratar da roupa e da casa, permite minimizar o risco de alergias, de problemas de pele e de problemas respiratórios.

Neste artigo reagrupámos algumas dicas e conselhos básicos sobre os cuidados que deve ter ao lavar a sua roupa (e a do bebé) e ao cuidar da sua casa.

Devo ter um detergente diferente para a roupa do bebé?

Aquando a chegada do rebento, muitos pais decidem começar a fazer uma máquina só com a roupa do bebé, usando detergentes mais naturais. No entanto, é importante não só ter esse cuidado com a roupa do bebé, mas também com a dos adultos.

O bebé estará em contacto constante com a roupa dos adultos e com os tecidos em casa: e é essencial que estes também tenham sido lavados com detergentes não-tóxicos e destinados a peles sensíveis.

Devo fazer uma máquina só com a roupa do bebé?

O cuidado a ter com a roupa do bebé deve ser o mesmo a ter com a dos pais e com toda a roupa de casa. O bebé estará em contacto com tudo, então não faz sentido usar um detergente tóxico e perigoso em outros tecidos e roupa.

Deve adotar um detergente sustentável, seguro e não tóxico para todas as lavagens de toda a roupa da família. No entanto, nos primeiros meses de vida do bebé, visto que o bebé é pouco ou nada exposto ao exterior, deve sempre que possível separar a sua roupa da dele. Para além de que deverá também sempre fazer máquinas separadas sempre que tiver materiais que não possam ser lavados a altas temperaturas.

O que devo ter em atenção na escolha de um detergente ou produto de limpeza?

Aconselhamos que o detergente que escolher para lavar a roupa da sua família seja:

  • Indicado para peles sensíveis:deve escolher um detergente com esta característica para minimizar alergias de pele, eczemas, dermatites ou desconforto.
  • Natural e Seguro:privilegie detergentes e produtos sem ingredientes cancerígenos ou amoníaco, derivados de petróleo, fosfatos, branqueadores ópticos ou enzimas e sem perfumes sinté

Dicas Adicionais

Atenção ao enxaguamento da roupa!

Este é um passo que não deve ser negligenciado. Sendo a pele dos bebés mais frágil, a etapa do enxaguamento da roupa requer cuidados redobrados. É importante que a roupa não contenha resíduos de detergente após a lavagem.

Lembre-se de fazer um enxaguamento eficaz, que é sinónimo, geralmente, do programa mais longo nas máquinas de lavar.

Nódoas ou restos de comida?

Em caso de nódoas alimentares visíveis ou restos de comida na roupa do bebé, use um anti-nódoas! Se conseguir agir no momento com a mancha fresca, pode também usar um pano humedecido com álcool a 90°C e enxaguar logo de seguida com água.

No caso de usar um anti-nódoas, lembre-se de usar um que seja natural e biodegradável.

 

Por Krystel Leal, representante da Rebento Eco-Puericultura

14 receitas naturais para os males dos nossos filhos

Os primeiros anos de vida de uma criança trazem uma série de desafios aos (novos) pais, sejam pais de «primeira viagem» ou não. Muitos sentem necessidade de apoio e informação em vários aspetos que dizem respeito ao bebé, desde o dormir à nutrição, passando por outros temas como dentição,  tratamentos e remédios básicos.

A proposta que apresentamos, numa altura em que cresce o número de pessoas que procuram alternativas mais naturais em vários aspetos do dia a dia, é um conjunto de tratamentos básicos e remédios que se podem fazer a partir de casa – mezinhas, portanto, pois são relativamente simples de fazer e com recursos que geralmente existem em casa.

Nota: Para compressas recomenda-se o uso de tecidos de fibras naturais (lã, flanela, musselina, algodão). Vai precisar ainda de saco de água quente ou os já famosos saquinhos de caroços de cereja.

O óleo essencial biológico de alfazema poderá ajudar em vários aspetos, desde o proporcionar mais tranquilidade através de uma massagem nos pés, ajudar a dormir, baixar a febre quando friccionado no tórax, ou aliviar a dor de ouvido quando massajado ao redor do mesmo.

2. Cólicas

Aplicar óleo vegetal (eventualmente com 1 gota de óleo essencial de alfazema) amornado nas palmas da mão sobre a barriguinha do bebé, fazendo a massagem «I Love You» (como na imagem). Por fim aconchegar o bebé com almofadas de caroços de cereja mornas na barriga para descontrair os músculos e permitir o relaxamento.

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3. Contusões, abcessos, sinusite, fraturas, queimaduras

Emplastro de batata

Misturar batata ralada (sem casca) com folhas verdes esmagadas (por exemplo alface, agrião, ou espinafre), na proporção de 50/50. Adicionar farinha branca até formar uma pasta. Aplicar diretamente sobre a pele e cobrir com uma ligadura ou toalha de algodão. Manter entre 2 e 4 horas.

4. Dores abdominais, diarreia

Emplastro de sal

Aquecer sal numa frigideira. Quando estiver bem quente, embrulhar o sal numa toalha turca e aplicar na área afetada. Manter o emplastro até arrefecer.

5. Dores da dentição

Dar ao bebé algo duro para roer como uma cenoura, por exemplo, ou aplicar um bálsamo de camomila, água termal, alteia.

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6. Dores de estômago

Compressa de camomila  

Adicione algumas gotas de óleo de camomila num pequeno pano de algodão, aqueça o pano num saquinho de plástico entre dois sacos de água quente. Aqueça também um pano de flanela. Remova a compressa quente do saquinho de plástico e coloque-a sobre o estômago cobrindo com a flanela e embrulhando-a à volta da barriga. Pode manter durante 1 hora ou mais.

7. Dores de ouvido

Nota: Caso a criança passe frequentemente a mãozinha na região do ouvido, em vez de pressionar a cartilagem anterior da orelha, deve suspeitar-se mais de infeção na boca do que de dor de ouvido.

Saquinho de cebola

Cortar ½  cebola aos pedaços, embrulhar num tecido ou num saquinho e colocá-lo no ouvido da criança. Poderá manter o saquinho com um gorro. A cebola pode ser levemente aquecida (dentro do saquinho)  através do vapor de água quente, de modo a ser mais agradável para a criança.

8. Dores na região do tórax

Quando há irritação da mucosa das vias respiratórias, geralmente ocorre dor ao tossir e ao respirar. Pode aliviar-se a dor com vaporizações quentes, chá para tosse adoçado com mel (conforme idade da criança) e aplicando compressas de óleo no tórax (óleo de alfazema, de eucalipto ou pinho, devidamente diluídos em óleo de sésamo ou azeite).

 

9. Febre alta

Compressa de limão

Esmague ½  limão numa taça grande com água quente. Embeba uma gaze na água com limão, sacuda-a cuidadosamente e embrulhe-a em torno dos pés da criança, até aos joelhos. Antes de arrefecer, seque a criança e mantenha os pés quentinhos com meias de lã.limao

 

10. Hemorragia nasal

Colocar a criança sentada numa cadeira, com o tronco direito e a cabeça levemente inclinada para a frente. Fechar as narinas na zona onde não há osso, pressionando. Após 5 minutos (contados no relógio) soltar, fazer a criança assoar o nariz e verificar se ocorre novo sangramento. Se após 10 minutos a hemorragia perdurar, consultar um médico.

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11. Nódoas negras

Aplicar pomada de arnica, rodelas de batata, compressas de vinagre, folhas de couve.

Olhos inflamados ou nariz congestionado

Limpar com chá de camomila morno.

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12. Piolhos (desmistificando este tema tão… simpático)

Óleos de citronela, alfazema, tea tree (árvore de chá/melaleuca), eucalipto, gerânio e alecrim. Podem combinar-se 2  gotas de cada óleo, devidamente diluídos num óleo vegetal base (sésamo, azeite…), com muita precaução pois os óleos essenciais são altamente concentrados; não aconselhável em crianças muito pequenas.

13. Processos inflamatórios (constipações, inchaços, febre, queimaduras de 2º e 3º graus)

Emplastro de tofu

Espremer o tofu, se tiver muita água, e esmagar (de preferência num almofariz). Juntar farinha para ligar (10 a 15%). Se quiser, junte uma pitada de gengibre fresco ralado. Coloque o emplastro com uma espessura de cerca de 1 cm num pano de algodão, enrole o pano e aplique sobre a pele, no máximo durante 2h.

Tofu

14. Queimaduras ligeiras

Manter a ferida húmida com compressas com arnica, ou com uma solução de 2 colheres de sopa de bicarbonato de sódio em 1L de água fria.

arnica

Esta é apenas uma «compilação» de alguns cuidados domésticos, que podem ser usados em situações relativamente simples. Como se costuma ouvir, em casos de situações graves ou persistência dos sintomas, consulte o seu médico ou farmacêutico!

Convém lembrar, também, que quando a criança está doente, deve ficar de repouso ao máximo, dormir bastante, e claro, ter muitos miminhos dos pais.

Há cerca de um mês, o Organii Eco Market, primeiro grande evento nacional dedicado ao eco lifestyle, deixou claro que o conceito ecológico veio para ficar.

Desperdício zero, economia partilhada, materiais sustentáveis (no vestuário, no mobiliário, nos carrinhos de bebé, em utensílios de cozinha, por aí fora), e alimentação saudável foram as ideias mais prementes.

E porque são propostas que podemos fazer ressoar de dentro para fora (de casa), e porque, como disse Leonardo Dicaprio, o planeta é só um e não devemos tomá-lo por garantido, vale a pena tomar a decisão de experimentar pequenos gestos nesse sentido – por nós, pelos nossos descendentes, pela comunidade em que estamos inseridos.

Com base nessas ideias, segue uma lista de dicas que podem ativar a eco revolução em casa.

Pode começar por reduzir abrindo os armários da sua casa e, por categorias (roupas, móveis, objectos, documentos, fotografias, etc), olhar para cada peça e identificar o que é que realmente lhe apraz manter. O que não lhe dá alegria, deite fora. Este é o conhecido método Konmari.

  • COMPRAS NO GERAL

– Opte por lojas locais, de pequenas empresas. Mantenha a economia local coesa, porque nesse caso o valor circula no mesmo meio, fortalecendo-a e todos ficam a ganhar. Por outro lado, quando adquire em grandes multinacionais, o capital simplesmente sai.

– Procure lojas onde existe o sistema de recarga/a granel, evitando comprar novas embalagens.

– Leve sacos de pano quando vai às compras.

– Decida se realmente precisa de tudo o que pensa comprar.

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Maria Granel
  • BEBÉ

– opte por fraldas reutilizáveis e mande-as para a escola também. As educadoras apenas têm de as colocar num saco próprio para o efeito em vez de colocarem no balde do lixo.

– com a quantidade de toalhitas que vai precisar, mais vale utilizar toalhitas de pano.

escolha brinquedos de materiais ecológicos, em detrimento dos brinquedos eletrónicos.

– repense a quantidade de peças de roupa, de brinquedos e de produtos de higiene que o bebé tem. Escolha poucos, mas de qualidade.

– Faça as papas do bebé em casa. Se vai sair, coloque a papa em frascos de vidro.

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  • ALIMENTAÇÃO

Mais alimentação biológica, menos carne, produtos frescos e comprados em mercados locais. A alimentação pode e deve ser uma medida profiláctica. Poupe na farmácia consumindo produtos com vitalidade.

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  • ROUPA

– Reutilize a roupa dos seus filhos. Doe a crianças que precisem. Ou transforme-as noutras peças. O mesmo vale para a sua roupa.

– Antes de comprar mais, verifique se pode reparar ou adaptar a que já tem.

– Opte por produtos (em especial se for de bebé) eco-friendly: roupas de fibras naturais/orgânicas, provinda de comércio justo.

  • HIGIENE PESSOAL

– Opte por artigos que lhe fazem bem a si e ao planeta. Não precisa de mil produtos. E há muitos que vêm com recargas ou em embalagens familiares.

  • DESPORTO

– O desporto está na moda. Se vai adquirir ou oferecer equipamento desportivo, procure material que seja de fábricas nacionais, e boicote as grandes superfícies/marcas que usam mão de obra com critérios éticos nada rigorosos.

– No inverno, as infrastruturas que a cidade nos oferece ao ar livre podem não dar tanto jeito, mas talvez seja possível fazer desporto em casa, carregando pesos com sacos de farinha, fazendo exercícios com uma corda… E pode contar com a ajuda dos filhos para se divertir durantes o treino J

  • BOLEIAS PARTILHADAS

Quantas vezes vai no carro, sozinho/a, e verifica que à sua volta cada carro leva apenas uma ou duas pessoas? Para quê entupir as estradas com carros que tantas vezes fazem o mesmo trajecto? Gastar gasolina, tempo (tempo é dinheiro, já diz a máxima), desgastar o próprio carro…?

Procure entre os colegas de trabalho e na escola dos seus filhos, por exemplo, pessoas com quem partilhar o carro, revezando por semana. Ou, claro, opte pelos transportes públicos sempre que possível. Ou, quem sabe até, ir de bicicleta.

  • FESTAS/JANTARES DE AMIGOS

Vai fazer a festa de anos dos filhos ou um jantar de amigos? Junte a família ou os amigos e preparem tudo em casa, juntos. Pizza, pastas de vegetais, tartes, bom pão, saladas frias e quentes, limonada…e voilà. Sirva em loiça em vez de pratos de plástico.

Use guardanapos de pano.

Eduque a sua família e amigos sobre estas alternativas, para que não haja constrangimentos de ambas as partes.
Ofereça os presentes embrulhados em tecidos, à moda japonesa: Furoshiki.

  • AS 50 FACES DO CARTÃO

Use o cartão das embalagens (grandes e pequenas) para fazer craft, arrumar coisas, proteger o chão, embalar peças que não usa sempre, enviar artigos, fazer brinquedos com as crianças (binóculos com rolos de papel higiénico, caixas com pequenos objetos mágicos, máscaras, marcadores de livros, etc).

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  • DAR UMA SEGUNDA OPORTUNIDADE

Venda aquelas roupas, móveis, eletrodomésticos e artigos que tenha em bom estado mas que já não precisa. E com esse dinheiro quem sabe já economizou para poder fazer uma viagem ou ir a um bom restaurante, o que quer que lhe dê prazer e motivação para continuar a revolução.

Estas são apenas pequenas mudanças – exequíveis – que pode fazer já. Depois, poderá aos poucos dar mais de si à comunidade. Criar canteiros comunitários, organizar pequenos mercados de trocas na escola dos filhos…

A viragem do ano pode muito bem ser um momento de viragem interior também.

Aproveitemos o balanço!

Os movimentos e os estímulos físicos, neuronais e emocionais que um bebé recebe através do babywearing, ou seja, ao ser transportado num pano ou numa mochila para o devido efeito, são fatores que favorecem a fundação de um desenvolvimento físico e anímico sadio da criança. A criança acalma, sente-se segura perto da mãe (ou pai), chora menos, tem menos cólicas e desenvolve a sua estrutura óssea da melhor forma. Em conjunto com as vantagens que também os pais têm (poderem ficar com as mãos livres, não terem os dramas de carregar o ovo ou subir e descer escadas com um carrinho), representam os benefícios cada vez mais (re)conhecidos, de usar os porta-bebés ergonómicos.

Atualmente existem inúmeras possibilidades de porta-bebés, desde panos a mochilas, passando por panos pré-montados, slings de argolas, mei-tai, mochilas ultraleves, híbridos pano/mochila/mei-tai, todo um mundo de hipóteses. Ora, o que é que realmente importa na hora de decidir qual o melhor porta-bebés para mim?

Dois fatores são primordiais: primeiro, que seja ergonómico para o bebé, segundo, saber quais são as minhas necessidades e o que pretendo fazer com o meu porta-bebés. Entenda-se, pois, que não existe um porta-bebés que seja igualmente perfeito para toda a gente.

Ergonómico significa, na prática, que o porta-bebés garante que a criança vai na posição de rã, com as pernas abertas, joelhos ligeiramente acima do nível da bacia, e a coluna em C, formando uma ligeira curva. Portanto, um marsúpio onde o bebé vai completamente reto, com as pernas  a pender, não é ergonómico. A posição de rã, todavia, não é possível a um bebé recém-nascido, dado que a amplitude da bacia vai sendo adquirida aos longo dos primeiros meses.

Passando à segunda questão, basta então refletir sobre quais as minhas necessidades relativamente a um porta-bebés:

– quero usar o porta-bebés desde o nascimento ou só mais tarde?

– pretendo usar o porta-bebés intensivamente ou pontualmente?

– serei a única utilizadora ou o pai (ou outra pessoa) também vai usar?

– imagino-me na rua com um pano ou com uma mochila?

– tenho persistência para treinar um pouco a dar os nós, no pano?

– pretendo um porta-bebés compacto, que possa levar nas minhas viagens?

– quero um porta-bebés que me sirva desde o nascimento até aos 3 ou 4 anos?

– em que posições me é importante levar o bebé? Só frente, frente e costas, de lado?

 

– o meu bebé é prematuro?

– quero um porta-bebés que me permita amamentar enquanto o uso?

Os panos são bastante harmoniosos numa fase inicial, quando o bebé nasce, sendo efetivamente a melhor opção para um bebé que seja prematuro. O pano é muito confortável, mais leve e macio do que uma mochila. No entanto, os panos requerem um pouco de treino e paciência. Com a prática, domina-se a técnica. E aí poderá utilizar o pano até a criança ter 15kg.

As mochilas são, por outro lado, porta-bebés estruturados, quase prontos a usar. Por esta característica, a de serem práticas, são a preferência de muitos papás (homens). As mochilas estão geralmente preparadas para bebés a partir dos 3,2kg, e permitem uma utilização até aos 20kg.

Voltando à primeira categoria, existem basicamente 3 tipos: um, os panos que são uma faixa longa, com cerca de 4,5 metros, que por serem uma faixa única, são os mais versáteis dos porta-bebés, pois conseguimos usá-los de mil e uma maneiras, com estilos diferentes; dois, os slings de argolas, que permitem levar o bebé na posição “de berço”, na anca e, com alguma prática, sentado à frente quando o bebé é pequeno, têm suporte assente na zona do ombro, são uma excelente opção para quem deseja algo rápido de colocar, de ajuste fácil, e que precisa de transportar o bebé por pouco tempo, dado que o peso fica concentrado em apenas um dos ombros; finalmente, há o pano cruzado atrás, que é muito prático para quem gosta de pano mas quer algo preparado, sem ter de dar “voltas” ou nós. Qualquer um destes três tipos de panos pode ser usado desde o nascimento até cerca de 15kg.

Existem os mei-tai, de origem oriental, que são constituídos por painel retangular frontal e 4 faixas (duas em cima e duas em baixo) que cruzam atrás e na anca, e permitem levar o bebé à frente e nas costas. Estes são uma boa solução para quem gosta de algo simples, pouco estruturado como o pano mas mais rápido de colocar (como uma mochila), é mais recomendado a partir dos 3 meses, apesar de poder ser usado antes, e suporta até 15kg.

Quanto às mochilas, existem várias marcas, com pequenas características que as diferenciam (composição, adaptador para recém-nascido, padrões, existência ou não de extensor, ajustes, bolsos, possibilidade ou não de remoção de capuz, entre outros detalhes). Existem mochilas fortemente estruturadas, que são excelentes para uma utlilização intensiva como passeios longos, passeios diários,  e, por outro lado, as que são ultraleves, especialmente criadas para quem viaja muito e não dispensa o porta-bebés, já que são práticas como a mochila habitual mas são mais compactas devido à sua composição em nylon. Estas, ultraleves, podem ser utilizadas a partir do terceiro mês até aos 20kg.

Em conclusão, para optar por um pano ou uma mochila, sling de argola ou mei-tai, entre as inúmeras possibilidades à disposição no mercado, interessa compreender o que é que cada um precisa, qual a sua realidade e, claro, que seja um porta-bebés ergonómico para o seu bebé. Uma coisa é certa: praticamente todos os bebés adoram ser transportados junto a nós, nós adoramos tê-los sempre pertinho do coração, e o melhor de tudo é que crescem saudáveis e confiantes!

image@babywearinginternational

Sim, esta pergunta parece um exagero e um alarmismo: afinal, que mal é que os brinquedos podem fazer?

Claro que todos temos (ou deveríamos ter) a preocupação de dar brinquedos apropriados à idade das crianças e de os escolher tendo em conta a existência de peças demasiado pequenas ou quebráveis (não tenham as criaturas a infeliz ideia de achar que esses objectos servem para acabar com aquele ratinho que sentem na barriga).

Mas serão apenas esses os cuidados que nós, pais e cuidadores, devemos ter com a escolha dos brinquedos? Ou deveremos ir mais longe? Não me refiro à preocupação se o brinquedo é apropriado, se é didático, se é educativo, se a criança vai gostar, se vai ocupar muito espaço de arrumação, se vai durar muito tempo, se fica bem na decoração, se, se, se… Falo da preocupação com a saúde das nossas crianças! Será assim tão inofensivo o brinquedo que escolhemos, tendo em conta todas as questões de desenvolvimento, educação e de segurança?

Quando nos dirigimos a uma loja à procura de um brinquedo, a grande maioria do que encontramos é de plástico. Escolhemos um que nos agrade, levamo-lo para casa e esperamos que as crianças o aproveitem bem e se divirtam. Ficamos descansados (o brinquedo até tem a certificação CE)! Mas deveríamos?

De facto, a grande maioria dos brinquedos é feita de plástico, que aparenta ser o material perfeito para brinquedos: sendo de qualidade é relativamente resistente, é lavável e pode durar um tempo considerável. No entanto, apesar destas vantagens este material pode não ser assim tão seguro.

Vários tipos de plástico são usados no fabrico de brinquedos, sendo que de entre os mais comuns se encontram os conhecidos como PVC, cloreto de polivinilo ou vinil e os identificados como “Plástico #7”. E é exactamente nesses materiais que residem os maiores perigos e desafios:

  • Durante o fabrico, reciclagem e incineração dos materiais à base de PVC, perigosas dioxinas são criadas, algumas das quais são consideradas como os mais tóxicos venenos produzidos pelo Homem e que afectam negativamente os sistemas neurológico, reprodutivo e
  • Uma classe de químicos utilizados para dar mais flexibilidade aos objectos de plástico, conhecida como ftalatos, tem sido relacionada com inúmeros problemas de saúde, incluindo danos nos rins, fígado e sistema reprodutivo. Apesar de existirem restrições ao seu uso na Europa (proibição), estas só se aplicam, no caso de 3 tipos de ftalatos, a brinquedos destinados a serem colocados na boca por crianças com menos de três anos de idade (outros 3 são proibidos em todos os brinquedos).
  • No fabrico de inúmeros brinquedos de plástico rígido (incluindo mordedores para bebés) é utilizado bisfenol-A (BPA). Esta substância persiste por muito tempo no ambiente e no nosso corpo (foi detectada na urina de 93% da população com mais de seis anos nos EUA). Mesmo em pequenas doses, este composto pode provocar doenças como o cancro da mama, obesidade, diabetes, hiperactividade, alterações do sistema imunitário, infertilidade e puberdade precoce. Tem sido também relacionado com o autismo.

A boa notícia é que há alternativas! Basta que, na hora de escolher um brinquedo, tenha alguns cuidados. Aqui ficam algumas sugestões:

  • Comece por não comprar qualquer brinquedo que não identifique o n.º do plástico que contém.
  • Evite o PVC. Se esta informação não estiver clara no rótulo, simplesmente não o compre.
  • Evite o BPA, recusando adquirir brinquedos com Plástico #7 na sua composição. No entanto, tal não elimina totalmente o perigo: alguns estudos recentes concluem que estão a ser utlizadas substâncias nos brinquedos “BPA free” que podem ser tão ou mais perigosas, como é o caso de estrogénios sintéticos.
  • Procure brinquedos que se anunciem como totalmente livres de ftalatos. Já existem vários no mercado.
  • Evite brinquedos fabricados nos anos 70 e 80. Estudos realizados descobriram inúmeras substâncias perigosas no seu fabrico e que foram, entretanto, banidas.
  • Procure brinquedos de madeira de qualidade (não aglomerados). Esta talvez seja a mais eficaz forma de proteger as crianças e o ambiente: para além de terem menos toxicidade química, proporcionam diferentes experiências sensoriais, são mais duráveis e resistentes, não têm baterias, têm um menor impacto no ambiente e envolvem mais as crianças (não basta carregar num botão).

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Os nossos bebés são o nosso maior amor. Por eles damos o nosso melhor, investimos tudo o que temos e tudo o que somos, aprendemos que somos muito mais fortes do que imaginávamos, vamos bem mais longe, movemos montanhas se for preciso!

Hoje em dia, para além de querermos dar-lhes o melhor por tudo o que já se disse, surgem situações em que realmente impera uma mudança na hora de escolher este ou aquele produto, nomeadamente porque o nosso filho desenvolveu determinada patologia ou alergia. Infelizmente, parece que as crianças desenvolvem alergias cada vez mais cedo, sejam do foro respiratório, alimentar ou cutâneo. Ora, as alergias podem muitas vezes ser amenizadas através do consumo/utilização de produtos de elevada qualidade, livres de  substâncias nocivas como os pesticidas, os fungicidas e os fertilizantes artificiais. E é aqui que  reside a ideia do que é o biológico.

Ser biológico, mais do que ser “natural”, passa por garantir que os produtos foram cultivados em quintas de agricultura biológica certificadas ou apanhados de forma sustentável no ambiente natural e selvagem desses próprios elementos. Uma roupa de algodão biológico certificado, por exemplo, traduz-se por um têxtil cujo algodão deriva, inicialmente, de um local onde não foram utilizados produtos químicos na sua produção, e que, para além disso, todo o processo de fabrico garante que essa roupa não foi exposta a agentes nocivos .  Ao escolher um têxtil biológico certificado para os seus filhos, sabe que não foram utilizadas tintas sintéticas (carregadas de metais pesados, como o chumbo, o cobre e o zinco e outras substâncias igualmente cancerígenas e desreguladoras hormonais, como a dioxina ou o formaldeído), que para além de serem absolutamente inflamáveis e prejudiciais ao ambiente estão na lista dos ingredientes mais nocivos em têxteis. O contato e a fricção destes tecidos na pele contribuem para um aumento da sensibilidade e erupções cutâneas (dermatites, pele atópica, eczemas, etc), dores de cabeça, dificuldade de concentração, náuseas, diarreia, fadiga, dores musculares e articulares, tonturas, dificuldade respiratória, batimento cardíaco irregular e/ou convulsões. Os sintomas em crianças incluem a hiperatividade e problemas de comportamento ou de aprendizagem.

Em resumo, ao usar produtos biológicos está a ganhar uma maior consciência do impacto positivo que essa opção tem sobre o seu bebé e toda a família, desde a prevenção ou atenuação de problemas de pele, ao mesmo tempo que garante uma maior sustentabilidade económica do orçamento familiar (as fraldas reutilizáveis que se tornam bastante económicas, as roupas de algodão e lã com maior durabilidade). Mas os benefícios vão ainda mais longe: está a ajudar a prevenir a poluição da água, a perda da biodiversidade e a redução da fertilidade do solo.

Como disse uma grande Organii Lover, a atriz Joana Seixas (que não dispensa o pano porta-bebés, as fraldas ecológicas nem  as roupas 100% algodão biológico): “Acho importante usar algodão orgânico. Sei que ainda é um pouco mais caro, mas se passarmos a preocupar-nos com a origem e a forma como são fabricados os produtos que consumimos, vamos contribuindo para um mundo mais sustentável ”.

Vai sempre a tempo de dar ao seu bebé o melhor para a sua pele e, simultaneamente, contribuir para um mundo melhor!