Não é segredo nenhum que todos os pais querem que os filhos tenham um futuro promissor e que acreditam que isso passa por um bom desempenho escolar. Como reflexo da competitividade existente, hoje em dia, no mundo laboral, os pais projetam os seus receios e frustrações na criança e, na expectativa de aumentar as probabilidades de criar adultos bem sucedidos, muitos caiem na rasteira de ensinar os seus filhos a ler ou a realizar estratégias de cálculo aos 4 anos, acabando por ficar esquecido o que realmente é importante que uma criança dessa idade aprenda. A pensar nesta questão, deixo aqui 5 competências que pode e deve trabalhar com o seu filho no pré-escolar, para que tenha uma entrada na escola tão confortável, tranquila e produtiva quanto possível.

MOTRICIDADE FINA
A Motricidade fina é a capacidade de executar movimentos precisos das mãos e dedos com controlo e destreza. É uma das competências chave a ser desenvolvida desde tenra idade pois o seu desenvolvimento possibilita, à posteriori, bons resultados no desenvolvimento da aquisição da escrita.
Normalmente, aprender a escrever é associado a uma atividade mental, quando na realidade é uma atividade bastante física. O cérebro da criança pode perceber o conceito de escrita, mas se a motricidade fina não estiver suficientemente desenvolvida  terá muita dificuldade em desenhar as letras. Ensinar o seu filho a pegar corretamente numa caneta e fazer uso dela, pode dar uma vantagem significativa no inicio da escola.
Como trabalhar a motricidade fina?
Rasgar, recortar por uma linha, pintar sem sair dos riscos e fazer plasticina, são algumas das atividades que ajudam a desenvolver a motricidade fina. Quanto mais pequenos/curtos forem os movimentos, mais difícil será. Por isso, pode, por exemplo, pedir ao seu filho que faça um animal em plasticina. A seguir, a cama do animal, e depois a comida. O seu filho acabará por enrolar entre os dedos pequenas quantidades de plasticina aumentando com este exercício a destreza e os movimentos finos.

ESCUTA ATIVA
Uma das coisas mais difíceis que as crianças precisam de aprender é como escutar ativamente, ou seja, saber estar a ouvir. Devido ao avanço da tecnologia, hoje em dia as crianças são muito impacientes, pois estão habituadas a ter respostas de acesso fácil e rápido às questões que lhes aparecem. Por isso, quando estão sentadas numa sala a “ter que” ouvir um professor a falar, não é fácil para elas. Há uma grande probabilidade que se desconcentrem ates de ouvir o fim à primeira frase e entrem no mundo da lua.  Os conceitos básicos para saber ouvir são fazer contato com os olhos, não interromper e usar perguntas para esclarecer informações.
Como trabalhar a escuta ativa?
O primeiro e mais importante passo é saber ouvi-los também. As crianças, especialmente em idade de crescimento imitam tudo o que os pais fazem. Por isso, se for dada à criança a devida atenção enquanto fala, também ela responderá da mesma maneira. Conversar com eles e habituá-los a trocar impressões sobre os vossos dias. Contar histórias, com o livro virado para a criança, e dar espaço a que façam perguntas para garantir que perceberam e ouviram todo o conto.

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CRIATIVIDADE
Ser criativo não é só ser artista e fazer obras de arte. A criatividade tem a ver com a capacidade de conseguir interligar, saber relacionar conceitos. e gerar ideias novas e exprimir-se de uma fora original. É essencialmente, dar asas à imaginação e conseguir pensar fora da caixa. Estimular a criatividade nas crianças, é dar-lhes uma ferramenta valiosa para a vida.
Como estimular a criatividade?
Através da  brincadeira. Brincar ao faz de conta, em que a criança finge ser outra personagem qualquer, de preferência criada por ela, de forma a trabalhar melhor os detalhes da mesma e obrigando a um maior estímulo do imaginário. Imaginar cenários nas brincadeiras: “Agora aqui era a cozinha e esta era a mesa de refeições”. Utilizar acessórios e roupas para brincar, mascarar-se. Jogar à mímica.
Através do desenho. Brincar ao jogo “Acaba o desenho que comecei”, fazendo um rabisco aleatório que a criança tem de transformar num desenho; Fazer desenho livre, pinturas. Fazendo modelagem com plasticina ou barro. Criando os materiais que precisam em casa nomeadamente as plasticinas e tintas caseiras. Contar histórias e pedir-lhes que inventem um fim diferente. No fundo tudo o que se traduza em criação, originalidade, fantasia e imaginação será um bom mote para estimular esta competência.

CONCENTRAÇÂO
O excesso de estímulos a que as crianças estão sujeitas diariamente resultam numa fraca concentração para tudo o que requeira mais de 5 minutos parados a realizar uma tarefa. No entanto, desenvolver esta competência com peso e medida é não só uma mais valia a nível escolar, como a nível pessoal. Uma criança concentrada é mais calma, mais bem estruturada e capaz de aprender de forma fluída e sem grande esforço.
Como estimular a concentração?
Através de Jogos. Jogos com outras crianças, nomeadamente jogos de tabuleiro, que envolvam estratégias de raciocínio dão à criança a oportunidade de explorar o problema proposto de forma planeada, sistemática e ordenada. Puzzels, dominós e jogos de memória. Legos e jogos de construção. Jogos ao livre, nomeadamente o jogo da macaca, que não requer recursos quase nenhuns e exige coordenação motora, socialização, e ajuda no desenvolvimento de tolerância à frustração bem como, contato com limites e regras. Estes jogos ajudam a criança a agir de forma pensada e não impulsiva. Ouvir histórias ou um desporto de equipa são outras actividades que estimulam a concentração.

ORGANIZAÇÃO
Habituar uma criança a ser organizada desde muito cedo, trará não só benefícios a nível escolar como dará estabilidade emocional à criança. Porquê? Porque os nossos filhos sentem-se seguros na organização. As crianças gostam de saber o que vai acontecer a seguir. Quando uma criança sabe que  vai dormir a determinada hora,  já entra no “modo desligar” à medida que o horário se aproxima. A organização e as rotinas são um elemento fulcral para o bem estar de uma criança.A organização do seu espaço, ajuda-a a criar hábitos para que não se sinta destabilizada e assoberbada quando entrar para a escola. Ter uma secretária arrumada e com espaço para o material, nomeadamente as folhas, canetas, lápis, etc, é meio caminho andado para que a criança se habitua a trabalhar e a arrumar esse espaço, facilitando mais tarde a aquisição de hábitos de estudo.
Como trabalhar a organização?
Em primeiro lugar, através das rotinas de família. Ter a rotina de refeições e sonos bem definida é essencial para que a criança sinta necessidade de também ser organizada. Criar sistemas de caixas, por exemplo, para organizar os brinquedos, e insistir para que os arrume sempre após a brincadeira. Pode colar etiquetas com desenhos, ou nomes escritos: embora não saiba ler, a capacidade de uma criança decorar um nome é como decorar um símbolo. O mesmo em relação ao material escolar, quando acaba de pintar, arrumar os lápis para saber onde estão quando precisar deles.

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O inicio de um novo ano é sempre sinónimo de balanço e mudanças. Mudanças na nossa vida profissional, mudanças na nossa vida pessoal, mudanças na forma como nos relacionamos com os outros.

Mas se é tão importante porque nos custa tanto mudar?

A mudança implica sempre uma saída da nossa zona de conforto, alterações nos nossos hábitos e padrões comportamentais, que à partida nos parecem sempre tão simples e naturais. Contudo, nem sempre é fácil, até porque, na maioria das vezes, a mudança tem que partir de nós para que se projecte em tudo o que nos rodeia.

Mudar de casa ou de escola, de trabalho ou de cidade, é sempre difícil mas as mudanças profissionais são, provavelmente, as mais dolorosas e sensíveis… Não é fácil mudar a nossa equipa nem a forma como os outros lidam connosco. Mas é cada vez mais necessário. Num panorama cada vez mais competitivo torna-se imperativo rentabilizar os negócios, os serviços e os produtos. Infelizmente ser bom não chega, temos que ser cada vez melhores, cada vez mais produtivos e cada vez mais competitivos. Não é um paradigma fácil de instalar principalmente quando há um estigma geral de conformismo e de queixa face às ocupações e situações profissionais e pessoais.

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 Mudar, é bom ou mau?

É por isso que a gestão emocional é um processo que nos acompanha desde cedo e que caminha connosco ao longo da vida. É importante preparamos as nossas crianças para as necessidades de mudanças constantes. Mudanças que implicam alterações de comportamento e atitude que começam dentro de todos nós e se reflectem no dia-a-dia com os demais.

Há que preparar as crianças de hoje para a realidade de amanhã. Uma realidade mais seletiva, mais exigente e significativamente mais cruel.

 

 

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Crianças! Crianças daqui, crianças dali, crianças de lá. Umas são portuguesas, outras, inglesas, turcas ou chinesas.

Umas vivem nos países onde nasceram, outras vivem nos países onde os pais trabalham ou escolheram viver. Umas falam uma língua, outras falam duas ou três línguas e outras ainda estão a aprender  a falar.

Tanto mundo, tantas crianças, tantas culturas, tantas formas de pensar e viver, tantas formas de falar e comunicar.

Mas e quando crianças de diferentes nacionalidades e com diferentes línguas se juntam no mesmo espaço?

Mas e quando temos que trabalhar com crianças que não falam a mesma língua que nós?

O que acontece? O que fazemos? O que vai acontecer?

Na cabeça dos adultos, surgem de imediato estas e muitas outras questões, criam-se de imediato, na nossa cabeça, um conjunto de dilemas teórico-práticos, que não sabemos bem como resolver.

Como é que nos vamos entender?

Será que a ou as crianças vão interagir?

Será que vão estar bem-dispostas e felizes, ou tristes porque não se conseguem entender?

E a criança que fala uma língua diferente das restantes e de nós próprios? Como é que vai pedir água se tiver sede, como é que nos vai dizer que tem fome ou que tem que ir à casa de banho?

Será que vai entender e aderir às nossas propostas de actividades?

9h30, Sexta-feira! As crianças chegam!

Abrimos a porta da sala e começam as actividades.

Nós adultos sempre observadores, tentando comunicar com a criança com gestos e modelando as brincadeiras, fazendo tudo o que está ao nosso alcance para que a criança que não fala a mesma língua que nós, se sinta acolhida e que passe connosco um bom momento.

Mimo, brincadeiras, música, pinturas e gargalhadas.

E com naturalidade, as crianças começam a interagir, a brincar e a cooperar.  Elas não partilham a mesma língua, mas isso,  não parece ser um problema para elas. Rapidamente e sem esforço, elas encontram um conjunto de coisas, que ultrapassam qualquer barreira linguística, a partilha de emoções e a amizade, através da brincadeira.

Por norma, as brincadeiras sociais, começam a desenvolver-se à medida que a criança vai desenvolvendo as suas competências de comunicação, nomeadamente a linguagem, por volta dos dois anos de idade, mas a comunicação não se resume à linguagem e portanto, ao uso da palavra. A comunicação também é gestos, expressão facial, corporal, silêncio, emoção e afecto. E as crianças, na sua forma simples de viver e sem complicações, sabem na perfeição, como misturar todos estes ingredientes e o resultado é:

Brincar!

Sim! É desta forma que as crianças independentemente da sua língua materna, tornam comuns pensamentos, ideias, e até regras, porque afinal, é a brincar que a gente se entende.

Por Isabel Cunha, Gymboree Dolce Vita Tejo,
para Up To Lisbon Kids®

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Estamos em contagem decrescente para o Natal.

É altura de estar com a família, mimar as crianças e repensarmos o ano que passou. Mas numa altura em que somos inundados por anúncios de brinquedos qual o melhor presente que podemos oferecer às crianças?

Alvin Toffler, futurista e escritor americano previu a Terceira Vaga de revolução em que nos encontramos há mais de 30 anos. Vivemos uma era competitiva em que mais do que o trabalho físico ou industrial, o conhecimento tornou-se a arma mais poderosa de inovação e desenvolvimento. O mercado de trabalho está saturado e a licenciatura outrora uma mais valia já não é, em muitos casos, suficiente. É preciso ser melhor que todos.

Estudar, terminar de estudar e voltar a estudar. Frequentar especializações, mestrados e mantermo-nos actualizados numa era que tudo se desactualiza e passa de moda a cada instante.

A educação é a chave para um futuro de sucesso. Este é o melhor presente que poderemos oferecer aos nossos filhos. Uma educação completa que lhes permita acesso a um mercado de oportunidades. Um excelente domínio de línguas que lhes abra portas para outros países, outras realidades.

Há que investir hoje para um melhor amanhã. É preciso brincar, sorrir e amar mas é preciso também educar, ensinar, proporcionar e desenvolver.

Por Mariana Torres, Helen Doron National Franchisor Portugal
para Up To Lisbon Kids®

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O empreendedorismo é uma palavra que nos últimos dois anos tem estado muito em voga. Existem várias formas de ver o empreendedorismo, a mais comum é ver o empreendedorismo como a competência para abrir e criar uma empresa ou negócio. Não há nada de errado com esta visão, mas queremos introduzir uma nova visão sobre o empreendedorismo: sermos felizes através do empreendedorismo!

Mas o que é isto do empreendedorismo?

Uns dizem que o empreendedorismo é fazermos aquilo que gostamos, outros dizem que é ter a capacidade de organizar e gerir um negócio, e há ainda aqueles que dizem que é o desejo de fazer as coisas de forma diferente, entre outras mil definições que podemos encontrar.

Mas o empreendedorismo é isto muito mais.

É muito mais do que criar o seu próprio negócio, ou ter uma ideia brilhante, ou tomar as suas próprias decisões. A nossa definição é bem simples! Para nós o empreendedorismo é uma atitude pró-activa perante tudo o que nos rodeia. É querer e saber mudar o mundo, a começar pelo nosso! Para nós, o empreendedorismo é uma forma de atingir a felicidade!

Segundo um estudo realizado na Wharton School of Business, da Universidade da Pensilvânia, existe uma forte relação entre o empreendedorismo e a felicidade. As pessoas que adoptaram o empreendedorismo como um estilo de vida dizem ser mais felizes desde que o fizeram.

E como é que podemos ser felizes através do empreendedorismo?

Todos sabemos que a felicidade existe pois já a experienciamos: quando recebemos uma boa notícia, quando recebemos um elogio, quando o dia corre bem…de uma forma ou de outra, todos nós já experienciamos a felicidade. Sabemos também que a felicidade é boa e que nos faz sentir bem.

Quando estamos felizes sentimo-nos mais leves, sentimo-nos mais criativos, sentimo-nos mais optimistas, mais confiantes e enérgicos. Sabendo que a felicidade existe e que é boa, acreditamos que podemos ser mais felizes através do empreendedorismo.

Encaramos o empreendedorismo como uma forma de estar na vida, como algo que nos faz aplicar os nossos talentos, como uma forma de realizar os nossos sonhos e como algo que contribui para a nossa felicidade.

Através do empreendedorismo é possível fazermos aquilo que gostamos e vivermos de uma forma a plena, de forma a perseguir os nossos sonhos e paixões. É, também, possível que consiga realizar-se a nível profissional e ser o dono da sua empresa e o seu próprio chefe, mas esse não é o único que podemos retirar do empreendedorismo.

O empreendedorismo é uma competência, que pode levar ao aumento da nossa felicidade e consequentemente leva ao nosso sucesso. Muitas pessoas pensam que o sucesso atrai a felicidade, mas é o contrário: a felicidade atrai o sucesso! Quando estamos felizes, as nossas oportunidades de cumprir os nossos objectivos, de criar e desenvolver ideias novas são amplas. Mas atenção, não seja um empreendedor com o objetivo de buscar a felicidade, seja um empreendedor com o objetivo de viver a felicidade.

Mas o que é ser um empreendedor?

Como já dissemos, ser um empreendedor não significa que temos que abrir o nosso próprio negócio ou empresa, ou que temos que ser os nossos próprios chefes. Muito pelo contrário, ser empreendedor é ter a capacidade de identificar um problema, encontrar soluções criativas e coloca-las em acção. Fazer, fazer, fazer! Assim a fórmula do empreendedor é simples:

PROBLEMA + SOLUÇÃO + AÇÃO = EMPREENDEDOR

Partindo desta ideia, qualquer um de nós pode ser um empreendedor. Todos resolvemos problemas, sejam estes pequenos ou grandes. Este é o princípio básico que nos define como empreendedores. E tudo o que advém daqui é um bónus! E um desse bónus é definitivamente a felicidade! É do senso comum, que ao resolvermos os nossos problemas estamos no caminho certo para a felicidade. É claro que nem sempre vamos encontrar logo a solução.

Por vezes a solução nem sempre é a melhor para resolver o nosso problema, ou surgem questões inesperadas que tornam o problema maior, ou então não conseguimos colocar a solução em prática. Nem tudo corre sempre bem, e é importante ter em mente que não podemos desistir. É fundamental não desistir! Quanto mais tentarmos, quanto mais persistirmos, maiores serão as nossas probabilidades de conseguirmos resolver o problema e de sermos felizes. Não temos dúvidas que são muitas as pessoas que já foram “mordidas pelo bichinho” do empreendedorismo, mas têm medo de tentar e de adoptá-lo como um meio de atingir a felicidade.

Um empreendedor  não espera que a felicidade aconteça. O empreendedor conquista a felicidade!

Embora a felicidade tenha mil faces, seja um estado subjectivo e nem sempre seja fácil de alcançar, existem coisas que podemos fazer de modo a proporcioná-la.

Deixamos aqui 6 dicas de como pode ser feliz através do empreendedorismo:

1. Descubra e desenvolva o seu talento;

2. Procure fazer o que gosta;

3. Sempre que tiver um problema, pense numa solução, e o mais importante, coloque-a em acção: Fazer! Fazer! Fazer!!

4. Estabeleça objectivos e crie estratégias para conseguir realizá-los;

5. Seja persistente! Realizar sonhos, nem sempre é fácil.

6. A felicidade atraí o êxito…por isso seja feliz!

Portanto, seja um empreendedor! Seja feliz!

 

O nosso dia a dia é enriquecido e estimulado com música. Seja no carro, em transportes públicos, no trabalho, através da televisão ou em casa estamos permanentemente rodeados de sonoridades que, mesmo de forma passiva, nos estimulam e desenvolvem.

Também na aquisição de uma língua, materna ou estrangeira, a música desempenha um papel fundamental. Não é por acaso que as pessoas cantam para os bebés, que existem músicas especificas para bebés e que todos os programas infantis são baseados em canções ou sonoridades. De facto, o ritmo das canções possibilita uma aprendizagem mais fácil e natural através da memorização de sons e rimas. Os bebés e crianças aprendem a cantar através da repetição dos sons, mesmo que na maioria das vezes não compreendam o significado das palavras que estão a cantarolar.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=nNaQKAt5IEg?list=PLHllW_2sCNGNB4fNMM10sMUH4McpKSb_E]

Esta metodologia, reconhecida pelo seu sucesso no ensino precoce da língua inglesa, baseia-se no método musical Suzuki utilizando nas aulas mais de 700 canções originais exclusivas, compostas de acordo com os propósitos linguísticos e necessidades da faixa etária em questão.

Ao memorizarem as músicas em inglês as crianças não só adquirem uma pronúncia natural e correta como associam os significados às palavras ensinadas nas aulas. Tendo em especial consideração a importância da música no desenvolvimento da linguagem todos têm à sua disposição, um canal de músicas exclusivas no youtube, destinado aos mais novos [aqui] e uma estação de rádio online [aqui] para os mais velhos.

Por Mariana Torres, Helen Doron National Franchisor Portugal
para Up To Lisbon Kids®

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Com a entrada no 1º ciclo, muitas são as dúvidas e expetativas dos pais em relação ao desempenho escolar dos seus filhos.

Não há dúvida que todos os pais querem o melhor para os seus filhos e com a escola não é exceção, também aqui esperam que os seus filhos não só venham a ser bons alunos como também alunos dedicados.

Mas por vezes quando as matérias começam a complicar e exigem maior concentração e dedicação por parte dos alunos, o cenário altera-se e é aqui que fica difícil perceber o que fazer para inverter a situação.

Antes demais, enquanto pais devem desde cedo proporcionar um ambiente de estudo adequado em suas casas.

É importante, mesmo quando eles ainda são pequeninos – 4/5 anos –, habituarem-se a ter um espaço em casa para aprender coisas novas e que o reconheçam como tal no futuro. Quando a criança chega à idade escolar, vai com certeza escolher esse local como o ideal para fazer os trabalhos da escola ou estudar. Claro está, que é sempre importante que os pais o acompanhem nesse processo e acreditem que as dificuldades são muitas vezes ultrapassadas, ou até mesmo evitadas, se desde tenra idade os pais explicarem a importância de estudar para a vida futura da criança. Assim, vão crescer e valorizar a importância da escola.

Ler também Muito estudo e pouco resultado? Estratégias para desenvolver com o seu filho/aluno

Quando ainda assim, as dificuldades persistem, não desistam dos vossos filhos:

  • Conversar com o seu filho para perceber o porquê das dificuldades: “O que é que se anda a passar para andar mais distraído?”; “Aconteceu alguma coisa na escola?”; etc;
  • Fazer uma retrospectiva da vossa vida nos últimos tempos a fim de perceber se houve algum acontecimento que possa ter desencadeado essa falta de atenção, falta de interesse;
  • Entrar em contacto com o Professor Titular ou com o Diretor de Turma e marcar uma hora de atendimento – lembrem-se que o envolvimento escola/família é fundamental;
  • É importante evitar o castigo, a punição, valorizem sempre a Educação pela Positiva – procurem sempre recompensar o esforço através de elogios, do reconhecimento, de pequenos prémios como mais 15min de T.V. (em vez de a “tirar” por completo), um passeio no fim de semana ao local preferido dele, ser ele a escolher o jogo para jogar em família, ser ele a escolher a comida na 6f , entre outros.

Para além de tudo isto, é fundamental darem o “exemplo” aos vossos filhos. Ou seja, não os queiram pôr a estudar, principalmente os mais pequeninos, enquanto assistem a um filme ou um jogo na televisão, por exemplo. Nessa altura, arranje qualquer coisa para fazer (organizar contabilidade, porque não; ou ler um livro/jornal) e sente-se com ele, vai ver que atitude muda completamente.

“Aprender” é desenvolvermo-nos, é tornarmo-nos adultos mais capazes.
Ajudem os vossos filhos a olhar para a escola de uma forma mais positiva.

imagem de capa@social.ukmedia.cz

Márcia Fidalgo, Professora de Educação Especial

Aprender inglês desde tenra idade possibilita uma fluência futura e uma facilidade de aprendizagem e estimulação auditivas naturalmente vantajosas no mundo global dos dias de hoje.

Apesar da reação comum e vulgar ser a incredulidade face a esta apresentação, os resultados estão comprovados. O número de alunos desta faixa etária está a aumentar por todo o mundo, e é possível começar a aprender esta, ou qualquer outra língua, a partir dos três meses de idade.

Um curso para bebés e crianças de tenra idade assenta em vocabulário básico em inglês, que permite o desenvolvimento social com outras crianças, na implementação de técnicas de pré-leitura, música e ritmos diferentes em todas as aulas, que impulsionam o desenvolvimento cerebral, e implica a utilização de linguagem gestual universal que desenvolve a destreza física dos bebés.

As aulas têm a duração de 45 minutos, uma vez por semana e a mãe ou o pai do bebé participam ativamente na aula de modo a compreenderem a metodologia e poderem estimular a criança em casa durante a semana através das histórias e CD de canções originais.

As aulas de inglês para bebés e crianças são extremamente estimulantes e alternam entre actividades de grupo, jogos de associação, canções, gestos e coreografias. Os grupos têm no máximo 8 bebés por aula de modo a garantir um ensino personalizado e o conforto necessário para que tudo decorra com naturalidade e alegria.
Por Mariana Torres, Helen Doron National Franchisor Portugal
para Up To Lisbon Kids

“No infantário do meu filho existe uma regra relativamente às partilhas. É uma escola co-gerida por pais, por isso temos de ter regras e politicas para que os mesmos assuntos sejam tratados da mesma maneira por todos os pais. A regra da partilha é que uma criança pode brincar com um brinquedo o tempo que quiser. Se outra criança quiser o mesmo brinquedo terá de esperar que a primeira se farte dele e o entregue. Nós até guardamos brinquedos se uma criança quiser ir à casa de banho para garantir que nenhuma outra lho tira antes da primeira o qerer de facto largar. Esta regra também se aplica a tudo o que está no jardim, incluindo baloiços e triciclos/carrinhos.

Inicialmente nem me ocorreu questionar esta regra. Porque era assim que funcionava e, apenas respeitei a regra. Na verdade nem me pareceu nada do outro mundo. Todos os miúdos conhecem a regra, talvez, ao fim de duas semanas de aulas, por isso ninguém faz birra quando lhes dizemos “Podes brincar quando a Sally Jo se fartar”. Mas ultimamente apercebi-me que nas outras escolas e locais onde vamos as coisas funcionam de maneiras completamente diferente. E comecei a perceber exactamente porque é que esta regra foi criada.

Duas práticas de partilha questionáveis

Recentemente assisti a dois exemplos de práticas de partilha questionáveis:

O primeiro passou-se com uma amiga. Ela e o seu filho, de quase dois anos, foram ao parque. Ele tinha levado um carrinho pequeno para brincar, e outro miúdo um bocadinho mais velho queria brincar com o carro dele, e estava exigir-lhe que lhe emprestasse o brinquedo. A minha amiga não interferiu, e desencadeou-se uma birra típica de crianças dessa idade. A mãe da outra criança às tantas diz ”deixa lá, a mãe desse menino não o deve ter ensinado a partilhar…” A outra mãe ignorou o facto do brinquedo ser do filho da minha amiga e o facto de que quando alguém lhe pede para partilhar, “Não” é uma resposta perfeitamente legítima.

O segundo foi no centro recreativo da nossa zona. À sexta-feira de manhã o ginásio é todo equipado com mini-paredes de escalada, carros de plástico para conduzir, triciclos, bolas gigantes e até um castelo insuflável. Basicamente um espaço de brincadeira de sonho de qualquer criança. Há um carro encarnado, que o meu filho adora brincar e da última vez que fomos ele conduziu-o durante toda a hora e meia que lá estivemos. Enquanto a maior parte das mães que lá estão andam atrás dos filhos enquanto brincam, o meu tem idade suficiente para eu ficar a vê-lo a brincar ao longe. À distância eu vi uma mãe a ir ter com o meu filho, vezes sem conta, e a dizer-lhe “Pronto, é a vez de dares o carrinho a este menino” Obviamente, ele ignorou-a, e eventualmente ela acabou por desistir. Havia imensos outros carros para o filho dela andar, inclusivamente um quase igual àquele… se não, talvez eu tivesse intervindo.

Lições da vida real

Eu não concordo com a abordagem destas mães em nenhuma das situações. Eu acho contraproducente ensinar a uma criança que pode ter algo que outra criança tem, só porque ela quer. Eu percebo o desejo dos pais que os filhos consigam ter o que querem nem que seja por uns minutos para os verem felizes. Mas é uma boa lição a reter para o futuro: nem sempre temos ou alcançamos aquilo que queremos, e não é correto passar por cima de tudo e de todos para consegui-lo.

Além disso, não é assim que as coisas funcionam no mundo real. Receio que estas crianças cresçam a achar que vão ter tudo o que querem sem esforço. Isto já começa a acontecer nas gerações mais novas. Li um artigo fascinante sobre como os jovens esperam ser promovidos nas empresas onde trabalham por motivos como “eu vou trabalhar todos os dias e nunca falto”.

Se o meu raciocino parece errado, pense no seu dia-a-dia, e para a realidade que deveríamos estar a preparar os nossos filhos: nós não passamos à frente numa fila do super-mercado só porque não nos apetece esperar, e não ficamos com o iphone de um colega só porque queríamos muito ter um… quer dizer, há algumas pessoas que ficam, mas se você for uma delas, então este post não é para si.

Com tanta literatura disponível sobre a importância de ensinar a partilhar e o problema de criarmos crianças egoístas, torna-se difícil aplicar esta regra. Mas temos de ensinar os nossos filhos a lidar com a decepção, porque acontece e vão lidar com isso muitas vezes. E nós não vamos estar sempre lá para resolver os problemas por eles. É importante ensinar-lhes a conseguir o que querem através de diligência, paciência e esforço.

O que é que vocês pensam sobre a partilha entre as crianças? Eu sei que não devem ter uma regra criada, tal como eu não tinha antes do meu filho entrar na infantil e, eu ter adotado esta política.

Mas depois de estar atenta às diferentes formas de ensinar a partilhar, questiono-me se não será necessário debater este assunto um pouco mais…”

Por Beth para Pop Sugar
Traduzido e adaptado por Up To Kids®

 

Nota: Todos os artigos traduzidos, adaptados e publicados na Up To Kids® obtiveram a autorização prévia do autor e/ou foram comprados os direitos dos mesmos.

 

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Os dias de verão finalmente chegaram e com eles, o sol brilha, ouvem-se os passarinhos e a praia é um destino desejado por muitas famílias.

Aproveitem o bom tempo e os dias que parecem estar maiores para se divertirem ao ar livre!

Partilhamos sugestões de brincadeiras para todos os pequenotes e suas famílias!

 

Areia, que bom!

O convívio e a vossa imaginação ajudam a fazer surgir novidades bem divertidas de se ver e fazer!

Para todas as idades:

Tanta areia! Descubram o potencial das construções com areia! Podem criar, criar e criar coisas lindas! Tocar na areia, passar de mão em mão, fazer buracos, esconder brinquedos, descobrir um tesouro…

22 meses+:

Vamos cozinhar! Juntando um monte de areia e alisado o topo, fica pronta a mesa! Com bolas de areia de diferentes tamanhos podem criar alimentos e ementas deliciosas para uma refeição imaginária. Tantos frutos, tantos sumos!

Espremer uma bola de areia é como espremer uma laranja!

 

Água, que bom!

Têm sede? O melhor é mesmo beberem água e água a sério! E com o tempo quente vão hidratando a família.

6 meses+:

Água para brincar! Brincar com a água em dias quentes, ajuda o bebé a refrescar-se enquanto explora a textura da água. Gosta de brincar com as mãos? E com os pés? Se estiver ao seu colo, dentro de água, podem brincar a dançar enquanto cantam as vossas canções preferidas!

10 meses+:

Vamos beber! Ensinar desde cedo o gesto para “beber”, com a mão fechada e o polegar esticado trazendo até à boca, facilitará a comunicação com a criança que se sentirá feliz e com as suas necessidades correspondidas a tempo. Faça o gesto sempre que lhe der água. Muito em breve, quando estiver com sede, todos saberão!

22 meses+:

Vamos ser peixes! Falem de diferentes tipos de peixes. Divirtam-se a imitá-los e desloquem-se como eles, saltem como eles, e muito em breve, com maior confiança e gosto em mexer-se dentro de água, a sua criança conseguirá nadar cada vez melhor!

 

Noites de Verão, que bom!

O céu estrelado e a temperatura ambiente acolhedora tornam-se uma agradável companhia nas noites em que os pequenotes ainda estão acordados!

Aproveitem o bom tempo e a calma da noite para os convívios em família.

Para todas as idades!

Cantar para as estrelas! E para a lua! Saiam para a rua e um pouco depois, quando os vossos olhos se habituarem ao escuro, comecem a descobrir as estrelas no céu. E onde está a lua? Cantem-lhes uma ou várias canções das vossas preferidas. Pode haver quem queira ensinar uma nova canção num ambiente iluminado de forma tão especial!

Para todas as idades!

Ler uma história! Escolham um livro, peguem numa lanterna e saiam para a rua! A história pode ser contada à luz da lanterna e isso pode acontecer uma vez, e outra vez, e alguém pede que seja ainda mais uma, e a última! Ler outra vez dá segurança e as crianças gostam. A familiaridade traz satisfação aos mais pequenos. A repetição ajuda a associar palavras às imagens, muito importante no desenvolvimento das habilidades de leitura e da linguagem. Aprendem melhor a história, já conseguem prever o que vai acontecer e qualquer dia contam-na folheando o livro, ou mesmo sem ele!

Para todas as idades!

Olhar para o céu e receber miminhos. Quando o seu pequenote estiver calmo, mime-o com uma massagem suave na cabeça. Comece com movimentos calmos na testa, começando com os dedos no centro dirigindo para os lados, depois do nariz passando pelas bochechas. Termine a massajar os lados do rosto, incluindo as orelhas, e finalmente a parte de trás da cabeça. Experimente repetir os movimentos se o seu pequenote estiver a gostar do seu toque meigo.

Passe um verão muito rico em família, o Gymboree ajuda-o a divertir-se com o seu pequenino, sempre com ideias muito estimulantes e divertidas.

BOAS FÉRIAS!

Por Mónica Romão, Psicomotricista Professora Gymboree
Para Up To  Kids®

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