PARABÉNS!

Já temos vencedores do passatempo:

Barbie Fadas

Rita Pires

Mário Bruno Ferreira

Barbie Sereias

Vanessa Reis

Zita Monteiro

Barbie Princesas

Conceição Maria

Maria Lopes Rocha

 

Por favor, enviem um e-mail para reclamar o prémio para uptolisbonkids@gmail.com com o vosso nome, morada, nome de instagram e lik da partilha no FB.

Parabéns e obrigada!

A Up To Kids® e a Mattel já estão a pensar no dia da criança, e vamos oferecer seis (6) Barbie Dreamtopia! 🙂

“Chelsea não quer acreditar quando é transportada para um mundo mágico. Aí, vai conhecer um mundo repleto de doces, cupcakes, sereias e até unicórnios. Muitas aventuras a esperam neste mundo dos sonhos junto com a sua irmã Barbie.
Solta os teus pós de perlimpimpim e junta-te à Barbie e à Chelsea nesta aventura de encantar. Não te esqueças dos teus poderes mágicos, vão ser o segredo para o sucesso!”

 

2 Barbie Fadas

Estas fadas maravilhosamente coloridas com asas decoradas estão prontas para dar
asas à imaginação, porque com a Barbie, podes ser o que quiseres!

2 Barbie Sereias

Estas maravilhosas sereias coloridas dão mergulhos espetaculares no mar! As caudas
maravilhosamente coloridas, os toques pormenorizados e o cabelo colorido deixam a
imaginação fluir!

2 Barbie Princesas

Estas princesas maravilhosamente coloridas estão vestidas e prontas para governarem
os seus reinos!

E é tão fácil de participar! Ora vê:

 

COMO PARTICIPAR

    1. Fazer like nas nossa páginas de facebook  Up To Lisbon Kids e instagram aqui
    2. Fazer like na página de Fb da Barbie
    3. Partilhar este post publicamente no vosso perfil de facebook com o #BarbiedreamtopiaUptokids
    4. Comentar aqui no FB qual a vossa Barbie Dreamtopia preferida, com tag para 2 amigos.

 

REGULAMENTO

O passatempo termina às 23h59 do dia 3 de Junho de 2018.

O vencedor será sorteado aleatoriamente através do programa Random.com, será anunciado tanto no site como no post do passatempo no facebook. Poderá ser pedido ao vencedor o link da partilha bem como o nome de utilizador de instagram.

Não existe um número limite de participações, no entanto será apurado apenas uma participação vencedora por cada participante.

Este passatempo não é patrocinado, aprovado, administrado ou associado ao Facebook, sendo da exclusiva responsabilidade da entidade promotora. O Facebook exonera-se de qualquer responsabilidade relativamente ao passatempo.

Up To Kids®

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Quer fazer um passatempo em parceria com a Up To Kids®? Envie-nos um mail para Uptolisbonkids@gmail.com, com o assunto “Parceria de passatempos“, indicando a marca que representa. Obrigada

Gamificação (ou, em inglês, gamification) tornou-se numa das apostas da educação do século XXI. O termo significa usar elementos dos jogos de forma a engajar pessoas para atingir um objetivo.

Na educação, o potencial da gamificação é imenso: funciona para despertar interesse, aumentar a participação, desenvolver a criatividade e autonomia, promover diálogo e resolver situações-problema.

A brincar aprende-se melhor

A brincadeira é uma das atividades que está presente na natureza do ser humano desde o início dos tempos. Podemos brincar sozinhos ou em grupo, sentados em torno de um tabuleiro ou de pé, em casa ou ao ar livre. O como, não é relevante. Através da brincadeira, crianças e adultos aprendem, experimentam e compreendem a realidade ao seu redor.

A gamificação explora esta maneira natural de aprender, utilizando as dinâmicas do jogo em diferentes atividades cujo objetivo vai para lá do entretenimento. O principal objetivo é aumentar o engajamento e despertar a curiosidade dos usuários e, além dos desafios propostos nos jogos, na gamificação as recompensas também são itens cruciais para o sucesso.

Basicamente, este recente conceito consiste em usar ideias e mecanismos de jogos para incentivar alguém a fazer algo. A ideia é criar uma motivação intrínseca, em que o aprendizado acontece através das próprias brincadeiras, sem separar a teoria da prática.

Este movimento de “tornar lúdico” procura sobretudo a melhoria da experiência do usuário, seja ele um estudante ou um trabalhador. A ideia por trás deste tipo de iniciativa é que, se gostamos de um determinado jogo, através do mesmo podemos aprender mais e melhor.

A gamificação é uma resposta a diversos males que afetam a educação tradicional, sendo o maior deles o desinteresse dos estudantes.

Vantagens da Gamificação na aprendizagem

No âmbito do ensino, envolver os alunos em jogos aumenta a motivação e melhora a capacidade de atenção. Ao contrário dos métodos tradicionais (testes, perguntas, ditados etc.), o aluno não é tratado como um elemento passivo ou que apenas reage a estímulos prévios.

Recompensas, status e êxitos (superar certo nível de um jogo) são algumas das maneiras mais comuns de “gamificar” uma atividade.

Um excelente exemplo é Flipped Playground, uma iniciativa promovida pelo professor do 1º Ciclo Michael T. Bennett (do colégio Humanitas Bilingual School, em Tres Cantos, Espanha), que reinterpreta as brincadeiras infantis tradicionais, transformando-as em ferramentas educativas. Bennett dá suas aulas com a ajuda de jogos simples como a macaca, gincanas e um piano gigante.

O professor Bennett transformou, por exemplo, o clássico jogo do Twister num cenário educativo adaptável. O docente modificou vários elementos do jogo tais como os círculos coloridos nos quais as partes do corpo são apoiadas, transformando-os numa série de figuras geométricas. Além disso, as instruções são dadas em inglês – “your left hand on the brown pentagon”. Deste modo, as crianças trabalham com um simples jogo de psicomotricidade, geometria e inglês. O pátio transforma-se numa ludoteca ao ar livre, onde professores e alunos convivem enqunto aprendem.

“O homem não para de brincar porque envelhece, mas envelhece por deixar de brincar” Bernard Shaw.

DO ANALÓGICO AO DIGITAL

Nos anos oitenta os jogos educativos saltaram dos pátios do recreio para os computadores. Inicialmente eram cópias de jogos tradicionais, como baralhos de cartas ou  xadrez transformados em programas de informática.

Mas rapidamente, a  gamificação evoluiu ao ritmo das novas tecnologias. A GlassLab é uma organização sem fins lucrativos que desenvolve jogos educativos utilizados em mais de 6.000 salas de aula dos Estados Unidos, segundos dados da SRI International. Alguns dos jogos da empresa, como SimCity EDU, são versões educativas de outros já famosos, mas existem os originais, como Ratio Ranchel.

Os professores recebem atualizações instantâneas sobre o progresso dos alunos, bem como sugestões sobre os temas que deveriam ser mais trabalhados. Estas avaliações quantificam o progresso em diferentes áreas: visão espacial, cálculo, capacidade estratégica e de argumentação.

Outro caso de sucesso entre as plataformas de jogos educativos é a Kahoot. Com mais de 50 milhões de usuários ativos mensais em mais de 180 países, segundo dados da própria empresa, é uma das plataformas que apresenta maior crescimento. Uma das vantagens que distingue esta plataforma norueguesa é que  permite que qualquer pessoa crie as suas próprias atividades.

O CINEMA TAMBÉM SERVE PARA EDUCAR

Outro programa de gamificação com bons resultados é o que se pratica na Universidade de Granada (Espanha), onde um professor do departamento de Educação Física, Isaac J. Pérez, aplica há vários anos esta técnica nas suas aulas.

Isaac J. Pérez utiliza séries e filmes populares como veículo de aprendizagem. Começou com Game of Thrones, e o objetivo era conquistar o Trono de Ferro. Assim, a turma dividiu-se em reinos, cada um deles relacionado a um tema da matéria: Físicor (condição física e saúde), Deporticia (jogos e desportos), Expresanto (expressão corporal) e Naturalia (atividades no meio natural). Em 2016, repetiu a experiência utilizando como fio condutor a trilogia Matrix. O professor mostra-se muito satisfeito com os resultados obtidos. “Os alunos, além de terem aprendido os conteúdos da matéria, melhoraram a sua condição física ao terem de fugir dos sentinelas”, explica.

Mas não se deu por satisfeito, e para este ano preparou um programa inspirado no filme O preço do amanhã. A atividade é baseada numa aplicação desenvolvida na própria universidade, que oferece uma referência constante do tempo que cada jogador conta para manter-se na partida. Os alunos, que têm um tempo disponível para o curso, enfrentam objetivos criativos e formativos para ganhar pontos, e também enfrentam outros alunos, os “rouba minutos”, que sobrevivem roubando tempo.

Seja com cartas, minutos ou videogames, a gamificação chegou para ficar.

 

Fontes The Dailyprosper, Infogeekie,

Passadas as festividades de Natal este é o “feriado” mais aguardado pelas nossas crianças. Afinal, a vida são dois dias e o Carnaval são três.

Lembro-me de ser pequenina e ficar maravilhada com os fatos que a minha mãe me fazia para usar no desfile da escola: na altura não havia tantas opções para compra e, convenhamos, eram bastante caras. Vivia aqueles momentos como se fosse um sonho, podia ser a bailarina mais aplaudida, a dama antiga mais elegante e andar vestida assim durante um dia inteiro (logo eu, que sempre adorei usar os sapatos de salto alto da minha avó quando os meus pés não enchiam nem um terço do sapato, ou adorava mergulhar nas pinturas dela com a minha prima e usar aqueles batons de cores vivas sempre que tinha oportunidade…).

Durante a adolescência passei a odiar os Carnaval, pelo que ele significava (não, não foi a redução das férias de uma semana para três dias ?): bombinhas de mau cheiro, balões de água mandados com toda a força contra as minhas costas ou peito, de maneira a que até perdia o ar. Porque o Carnaval não era nada daquilo e, convenhamos, eu levava a mal.

Depois de ser mãe voltei a deliciar-me com os disfarces, com as possibilidades infinitas que existem hoje em dia. A verdade é que muitos miúdos usam já os fatos dos seus super heróis, princesas ou piratas preferidos sem ser em dias especialmente designados para tal, mas o Carnaval continua a ser aquele momento em que podem ser aquilo que sonharem. Fatos mais ou menos elaborados, mais ou menos caros, o que importa é o sorriso no rosto dos miúdos. São as purpurinas nas bochechas, os tutus nos rabos de fralda, aquele disfarce de girafa ou de capuchinho vermelho.

As mães de meninas “sofrem” um pouco mais com a pirosice, é verdade, mas também têm mais oferta. E um dia (ou três) não são dias.

O importante é darmos asas às nossas crianças para voarem. Se quiserem voar, porque também há casos de miúdos que não ligam ou não gostam mesmo desta tradição.

Respeitar, não impor, combinar dentro do razoável. E isso é válido para o Carnaval como para o resto do ano.

Cá por casa o fato (que vai ser o mesmo do ano anterior, trazido pela avó paterna especialmente de Espanha) foi conversado atempadamente para gerir alguma contrariedade com tempo, mas não foi preciso. A única coisa que a minha filha pediu foi para pintar as unhas, coisa que nunca lhe é autorizada nos restantes dias. Vai acontecer (a mãe “chata” já comprou um verniz próprio para crianças, à base de água) e isso sim tem sido para ela motivo de verdadeira antecipação.

Porque, sejamos sinceros, muitas vezes a exigência dos nossos filhos é criada pelos adultos à sua volta. Queremos corresponder, queremos que eles se sintam incluídos, queremos que eles sejam felizes. E na maior parte dos momentos esquecemos o mais importante: eles não precisam de muito para o ser.

Dêem uma coroa de cartolina com purpurinas coladas, uma camisola do clube do coração ou uma espada feita em esferovite a uma criança e ela tratará de construir o mundo perfeito à sua volta.

Eles têm dentro deles a maior das qualidades, os seus sonhos não têm limites, assim como a sua imaginação.

Que nestes dias possam ser ainda mais felizes dando largas ao mundo de fantasia onde ainda podem viver.

Como diria Eduardo Sá, “a família é mais importante do que a escola e brincar é, pelo menos, tão importante como aprender”.

Mas afinal porque é que brincar é tão importante?

Os benefícios acontecem tanto a nível emocional como cognitivo e são tantos que podíamos ficar aqui até amanhã! Mas o objetivo, é que quando acabe de ler este artigo vá brincar com os seus filhos, sobrinhos ou vizinhos. Assim, vamos ser rápidos!

  • Benefício nº1: Desenvolve a criatividade e agilidade mental

É importante deixar as crianças explorarem e questionar-se sobre as coisas! É através dessas reflexões que elas vão perceber melhor o mundo e é também esta exploração que serve de inspiração para as suas fantasias.

  • Benefício nº2: Prepara para a vida em sociedade

Não é possível viver sem interações e por isso é importante que as crianças vão aprendendo como lidar com o próximo. Brincar é uma forma para aprender a confiar nos outros, a partilhar, a esperar e a trabalhar em equipa. Até mesmo a liderança e o pensamento estratégico podem ser desenvolvidos em simples brincadeiras como “O rei manda”.

  • Benefício nº3: Fortalece a relação com os pais, irmãos, amigos

Brincar é o tempo em que as crianças estão mais descontraídas e por isso estão mais propensas a estabelecer relações com quem brincam. Quem não se lembra das brincadeiras que tinha com a irmã mais velha ou os primos em casa dos avós? São estes momentos felizes que ficam facilmente na memória e que ajudam a fortalecer as relações.

  • Benefício nº4: Melhora a motricidade fina e capacidade motora

Brincar pode e deve ser didático e instrutivo, mas como em tudo na vida é preciso um equilíbrio. As crianças não podem só estar habituadas a jogar PlayStation e jogos educativos. É preciso correr, sair, pular, andar de bicicleta, pintar! Todas estas atividades melhoram os seus movimentos e tornam-nos mais “desenrascados”!

  • Benefício nº5: Aumenta a imunidade

É saudável as crianças saberem brincar sozinhas, mas a maioria das vezes a brincadeira é com outras crianças e muitas vezes não é no ambiente conhecido da própria casa. Ao ir para um jardim, para casa de um amigo ou para a escola e ao estar em contacto tanto com pessoas diferentes, mas também com ambientes diferentes, a imunidade acaba por ser reforçada.

E então, já se está a preparar para uma boa brincadeira?

Não são precisos grandes brinquedos nem muito tempo! É preferível ter meia hora de brincadeira por dia do que duas horas só ao fim de semana. E quanto aos brinquedos, às vezes nem são necessários, a verdade, é que qualquer coisa serve para brincar desde que exista interesse e criatividade!

  • Esteja presente!

imagem@altoastral

Sempre que o tempo assim o permite (ou seja, quando não chove) vou com a minha filha ao parque.

Nas últimas semanas tenho reparado numa tendência: somos as únicas ou há apenas mais uma criança por lá. O frio afasta os pais das actividades ao ar livre ao final do dia.

Tem andado frio, é verdade, mas não consigo deixar de pensar no bem que faz aos miúdos andarem a correr, a brincar, a divertir-se na rua. Há muitas escolas onde chegando o final do Outono as crianças deixam de ir para o recreio. Haverá milhares delas que deixam simplesmente de brincar na “rua” aos dias de semana. E está provado que lhes faz bem e, acima de tudo, falta.

Ao escrever estas linhas lembrei-me de uma publicidade recente que alegava que os prisioneiros encarcerados nas prisões passavam mais tempo fora de quatro paredes do que a média das nossas crianças, ou seja uma hora.

Cabe aos pais proporcionar este tempo, mesmo quando ele existe na escola, que é o que acontece com a minha filha. Se não chove saem para o recreio de manhã e à tarde e sei que para muitos é o único momento em que estão a correr e a sentir o vento na cara.

Alega-se que nesta época se tem de proteger as crianças, que há um aumento das complicações ao nível respiratório, mas acredito que manter as crianças num ambiente fechado durante vinte e quatro horas por dia é prejudicial para elas. E se o é no Verão, no Inverno ainda mais. Está frio, veste-se mais um casaco, um gorro e umas luvas, coloca-se creme hidratante no rosto para proteger. Porque as defesas se criam em condições “adversas”. Tem de haver contacto com o frio, tem de haver contacto com outras crianças quando está frio.

kids

Sei que há crianças com maior propensão para problemas respiratórios nos meses frios e cabe aos pais conhecer os filhos e fazer o que é melhor para eles. Mas a maior parte dos miúdos beneficiaria de um final de dia, mesmo que seja só de vez em quando, quando as rotinas apertadas o permitem, lá fora, a subir ao escorrega, a andar de baloiço, jogar à bola ou à apanhada. Quando é isso ou deixar as crianças a respirar um ar que só circula dentro de casa, que é sempre o mesmo (por causa do ar condicionado, ou que tem menor qualidade por causa dos aquecedores) então eu opto por brincar na rua. Em contacto com os germes, os micróbios, a ganhar defesas. A ficar constipada, muitas vezes, é certo… Mas quanto a isso não há muito que se possa fazer, é a “fruta da época” e cá em casa a minha filha constipa-se mais porque se destapa toda durante a noite do que pelo ar frio que respira quando chega da escola.

As crianças ficam mais impacientes se fizerem um percurso casa, escola, escola, casa. E aos pais, sejamos sinceros, também faz falta estarem na rua, a verem os filhos ganharem asas, brincarem e serem felizes.

A sopa pode esperar.

A roupa pode esperar.

A casa pode esperar.

O tempo, como o coração dos pais, é elástico quando damos prioridade aos momentos que são impossíveis de recuperar.

A vida anda agitada, o tempo dá para pouco. Mas o pouco que temos devemos transformá-lo em muito.

Cabe-nos a nós.

Com frequência, os brinquedos de madeira são associados a alguma nostalgia por despertarem recordações de infância. E também é frequente encontramos quem pense que é esse regresso ao passado que a pretendemos com a actividade que desenvolvemos.

Na verdade, não é assim. Embora consideremos que, de uma forma geral, todos os brinquedos têm o seu papel e importância, consideramos que aqueles que são os fabricados em madeira apresentam enormes vantagens para as crianças.

1. Os brinquedos de madeira são de maior duração

O nosso filho de 6 anos (é o nosso director de qualidade) brinca com um comboio que tem quase 40 anos de existência! Ao longo do tempo algumas peças foram substituídas (o que faz dele, de resto, um excelente objecto de colecção), é certo, mas por se perderem e não por se danificarem. Os brinquedos de madeira são, efectivamente, menos susceptíveis de se partirem do que os seus equivalentes em plástico, sendo mais resistentes a quedas, pisadelas ou “testes de resistência”. Mesmo quando se partem, são normalmente mais fáceis de reparar. Além disso, não são tão susceptíveis à “obsolescência programada”, ou seja, não são fabricados de forma a rapidamente se tornarem tecnologicamente obsoletos.

É por isso que muitos se tornam objectos de brincadeira que passam de geração em geração, agregando valor sentimental mesmo junto dos adultos.

2. Os brinquedos de madeira são mais seguros

Sendo mais duráveis, o risco de ferimento com pequenas peças partidas é muito mais reduzido do que os equivalentes em plástico. E também não existe risco de engolir baterias, uma vez que, normalmente, não as têm.

3. Os brinquedos de madeira são mais ecológicos

Como os brinquedos de madeira tendem a durar mais do que os de plástico, o lixo que com eles é produzido é muito menor. Acresce o facto de que o plástico demora muito mais tempo a degradar-se.

Por outro lado, os brinquedos de madeira têm uma menor toxicidade química, uma vez que são produzidos com recurso a materiais essencialmente naturais. É claro que teremos de fazer uma análise crítica quando os escolhemos: há outros factores envolvidos que deverão ser tidos conta, como as tintas e vernizes, por exemplo. Esse aspecto é especialmente importante quando sabemos que o plástico é derivado do petróleo, recurso ambientalmente nocivo e não renovável. Se tivermos o cuidado de procurar brinquedos cuja madeira provenha de plantações sustentáveis, a vantagem é evidente.

Já referimos a vantagem de não funcionarem com baterias (nós costumamos dizer que funcionam a energia humana). Para além da questão da segurança, a sua não utilização reduz o impacto ambiental do fabrico e utilização.

4. Os brinquedos de madeira potenciam mais o desenvolvimento infantil

Normalmente, os brinquedos de madeira não têm um botão onde a criança carrega e se limita a ver o que o brinquedo faz. Ela tem de se envolver com ele, criando cenários e diferentes formas de interacção, desenvolvendo a imaginação e criatividade. Além disso, o único sítio onde uma criança deveria ouvir “amo-te” ou “gosto muito de ti” deveria ser no seio da sua família e não de um objecto de plástico.

São também brinquedos que têm, por norma, associado o desenvolvimento de diversas capacidades. Por exemplo, um puzzle ou um jogo de construção contribui para o reforço das competências lógicas, de percepção de espaço ou agilidade motora.

Os brinquedos de madeira tendem ainda a criar um ambiente mais calmo do que que os seus barulhentos e automáticos brinquedos de plástico.

Por tudo isto, não temos dúvidas: os brinquedos de madeira são melhores!

*imagem fornecida pelo autor

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A brincar na creche a criança cresce

“O brincar escapa aos adultos que frequentemente o vêem como algo separado do aprender,  o que  é não só absurdo como abusivo e cruel.” – João dos Santos in “A Caminho de uma Utopia…Um Instituto da Criança”

Se, por um lado, o brincar é uma actividade humana e social que parece fazer parte da nossa existência, por outro, nem sempre as brincadeiras têm sido as mesmas, nem a infância vista da mesma forma.

Hoje o brincar é visto como uma actividade essencial ao desenvolvimento global infantil, estando associada a várias competências físicas e psicológicas, para além da promoção relacional com o outro, seja ele par ou adulto.

Vários autores afirmam que a brincadeira inicia-se pelo simples facto de proporcionar prazer à criança, mas esta é também uma actividade que permite a criança interagir com os outros e explorar o ambiente ao seu redor.

Muitas vezes as crianças têm dificuldade em expressar os seus sentimentos e não conseguem verbaliza-los. Através do faz de conta, ela organiza o seu pensamento, elaborando o seu mundo real através das vivências simbólicas e elaborando os conflitos internos e emoções, por vezes angustiantes. Os brinquedos e os materiais expressivos como a plasticina, barro, etc. servem assim, de mediadores emocionais. É através da projecção nas brincadeiras que as crianças conseguem estruturar o seu pensamento, expressar as suas emoções e, progressivamente, modificar os seus comportamentos.

O brinquedo é efectivamente um instrumento de extrema importância. Muitas vezes, coisas simples e a que não damos grande valor, podem ser úteis para a crianças utilizarem no seu faz de conta. Através da brincadeira ou do jogo, a criança assimila o mundo à sua maneira e aprende a socializar.

A brincar na creche a criança cresce

Na creche a criança expande a sua imaginação e as suas competências a brincar. É através do brinquedo e das brincadeiras que vai desenvolvendo a sua capacidade de comunicar e interagir no mundo e com os outros. Brincar, é por isso, fundamental para que a criança tenha um desenvolvimento cognitivo, social, afetivo e motor, mais saudável.

A creche assume assim um papel fundamental em todo o processo de crescimento e aprendizagem, em particular nas primeiras etapas do desenvolvimento infantil, pois a brincar na creche, a criança cresce!

Que bom ver-te ser criança!

Meu amor,

É tão bom ver-te ser criança.

Rir afastada enquanto saltas nas poças, trepas às árvores, corres atrás de uma bola.

Dar-te colo quando te magoas e me explicas como aconteceu.

Ouvir-te cantar músicas diferentes todos os dias, aprender as que consigo apanhar.

Dar-te a mão para andares em cima dos muros e no fim saltares vitoriosamente para o chão.

Dar atenção às tuas perguntas, tão típicas, como a de hoje de manhã em que viste as fotografias em que o pai e eu estamos com os avós e perguntaste onde estavas tu.

Ouvir-te enquanto imaginas teorias estranhas e olhar-te para as perceber, receber uma careta porque te perdeste no teu raciocínio.

Ensinar-te pequenas coisas e bater palmas com as que vais aprendendo sem que dê conta.

Fazer-te as vontades que fazem parte, ter de lidar contigo quando digo que não a alguma coisa.

Observar-te a construir castelos de tudo um pouco, a ensinares os teus bonecos a portarem-se bem, a divertires-te quando encontras na rua quem gostas.

Receber o teu abraço mesmo quando não o peço, dar-te colo mesmo quando não preciso, enquanto consigo fazê-lo.

Embalar-te e fazer-te festinhas no cabelo quando estás a adormecer junto a mim.

Ver-te mergulhar sozinha na piscina e procurares-me com os teus olhinhos quando emerges para veres as minhas palmas.

Mostrar-te a diferença entre ser bom e ser mau, aproveitar todos os momentos para livrar os nossos dias das maldades gratuitas, mesmo que isso signifique não pisar um carreiro de formigas.

Partilhar contigo e ver-te a partilhar com os outros.

Deixar-te correr na areia e ouvir-te pedir para continuares no mar, que tanto adoras.

Ler-te histórias antes de dormir. Todos os dias a mesma, por mais ou menos um mês e meio (já sabemos que é assim…).

Dar contigo os bons dias ao sol diariamente, mesmo que ele esteja escondido atrás das nuvens.

Ouvir-te dizer que gostas de mim antes de dormir, como se fosse o nosso mantra.

Olhar em frente e ter esperança no futuro porque ele é feito de crianças como tu: livres, boas, cultas, educadas que darão o seu melhor para que outras crianças que não tiveram a mesma sorte, os mesmos direitos e privilégios sintam que vale a pena viver neste mundo.

Feliz dia da criança, meu amor.

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Brincar é das coisas mais importantes na vida de uma criança. Uma criança que brinca é uma criança feliz. De todas as memórias infantis que nós temos, as mais felizes são sem dúvida aquelas recordações onde brincávamos.

As brincadeiras do faz de conta, com os carrinhos, com as bonecas, com os livros, no pátio da casa, na rua com os vizinhos, às escondidas, o jogar futebol. Havia tempo, havia espaço e havia sobretudo permissão.

Hoje os tempos são diferentes, as rotinas são cada vez mais exigentes. A criança chega a casa depois da escola, tem que fazer os trabalhos de casa, por vezes exagerados, jantar e dormir. Amanhã a mesma coisa. Uma semana assim. Onde é que ela brincou? No recreio da escola? Uma hora por dia? Será suficiente? Creio que não.

As crianças vivem numa rotina programada, onde parecem que vivem num mundo dos adultos, com responsabilidades iguais. São trabalhos de casa, são actividades, a escola, sobra pouco espaço para brincar. Brincar é fundamental na vida de uma criança. Faz parte do seu mundo. Brincar é viver!

Na brincadeira, a criança pode apreender o mundo real, expressar os seus sentimentos, explorar o mundo, ser mais criativo, adquirir novas formas de linguagem e de expressão corporal e motora bem como ajudar na sua socialização. Brincar nunca pode ficar para segundo plano.

É importante assegurar que a criança brinca. Que haja espaço e tempo para brincar. Sendo uma actividade que é divertida, e consequentemente a criança vai se sentir satisfeita e feliz.

Vamos fazer por isso?

imagem@alfa-imag

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É urgente ensinar as crianças a brincar!

 

As Crianças inteligentes também sobem às árvores e saltam nas poças. São crianças e gostam de brincar.

Numa época em que as crianças nascem rodeadas de gadgets, cada vez mais nos esquecemos da importância de brincar ao livre e estar em contacto com a natureza.

Hoje em dia, derivado da concorrência extrema ao mercado de trabalho os pais, preocupados com o futuro, tendem a sobrecarregar os filhos com actividades académicas. Pressupõe-se que se desenvolverem mais competências do foro intelectual serão, um dia, mais competentes, melhores profissionais e conseguirão estar um passo à frente dos demais nesta corrida desenfreada ao sucesso.

Melhores avaliações escolares não é preditor de adultos bem sucedidos.

As competências profissionais, como todos sabemos, ganham-se essencialmente com a experiência, e não na faculdade. Um profissional competente compreende todo um conjunto de qualidades que vão muito além do que vem nos livros.

Por outro lado os pais vivem sobrecarregados de trabalho sobrando muito pouco tempo livre para proporcionar aos filhos actividades de lazer e brincadeiras ao ar livre. Obviamente, que neste contexto, as actividades extra-curriculares, os ATLs, os centros de explicação, em conjunto com os tablets, smartphones e programas de TV são a salvação de muitas famílias.

Pensar fora da caixa

Parece-me que com o pretexto de estarmos a preparar as crianças para o futuro (e o cansaço acumulado), estamo-nos a esquecer do elemento mais importante para o desenvolvimento de uma criança durante a primeira infância: brincar.

Brincar é a ferramenta mais importante no desenvolvimento de uma criança. Uma criança inteligente tem necessidade de brincar, de estar ao ar livre, de conhecer e de experimentar. Uma criança inteligente é curiosa por natureza e a brincar explora o seu potencial máximo livremente.

Brincar livremente (à antiga)

Subir às árvores, saltar nas poças, jogar às escondidas ou procurar insectos debaixo das rochas. Isto é fundamental no desenvolvimento dos nossos filhos. Ao ar livre vão aprender a explorar e experimentar o espaço, a respeitar os outros, a partilhar, a sociabilizar.

Vão aprender a cair e a levantar-se, algo que lhes será muito útil ao longo da vida.

O contacto com a natureza vai ensinar-lhes a  respeitar o meio ambiente e as outras espécies. Vão tornar-se mais destemidos e desenvolvidos a nível motor, e vão desenvolver competências que são impossíveis de adquirir fechados entre quatro paredes. Competências que só se aprendem com a experiência.

As crianças precisam de viver aventuras, brincar ao faz de conta, ganhar asas e soltar a imaginação. Se é tão importantes as pessoas saberem pensar fora da caixa, porque emparedar a criatividade dos nossos filhos? Deixemo-los sonhar, e larguemos os estereótipos. Não estamos a criar robots, mas sim crianças. E o nosso objetivo enquanto pais é que os nossos filhos sejam crianças felizes, que cresçam e se tornem adultos bem resolvidos, capazes e felizes. Fácil. O que não é tão fácil nem óbvio, é o caminho a percorrer.

Tratar cada criança com um individuo único

Cada criança é uma criança diferente, com ritmos diferentes e que precisa de estímulos diferentes. É urgente que aprendamos a entender os nossos filhos para lhes respondermos com soluções de acordo com as suas necessidades.

Há dias dizia-me uma amiga que o filho era muito trapalhão a nível motor e que não se entendia com os baloiços do parque. Também não gostava de jogar à bola, nem de brincar no exterior. E eu perguntei-lhe: ”Já foste brincar com ele para a rua?”
– Ele não quer…”, respondeu-me.

Pois, porque ele não sabe brincar sozinho, num espaço onde não tem brinquedos (aparentes porque depois do hábito criado fazem de pedras brinquedos), onde não se sente seguro e confortável.

Cabe aos pais proporcionarem a experiência do parque infantil ou do parque natural. Quer seja a mãe sentada no banco, a que empurra o baloiço ou a histérica anda a correr atrás das crianças (das dela e das dos outros) e ainda enxota os pombos com pontapés no ar e gritos, estes hábitos devem ser criados desde bebés. Porque são hábitos positivos e necessários para a evolução mental, física e comportamental dos nossos miúdos, os adultos do amanhã.

Lembre-se do quanto fomos felizes a brincar na rua. Apesar dos perigos e do frio, com supervisão, vestuário adequado, podemos e devemos deixar que os nossos filhos se atirem de corpo e alma para as poças de chuva.

 

Por Up To Kids®

 

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