Há tanta coisas que aprendemos com os nossos filhos, imensa coisa. Desde que sou mãe que sou mais rica. Em afectos, em sentimentos, em gargalhadas, em alegrias, em conhecimento e enquanto pessoa. Todos os dias os meus filhos ensinam-me algo e é tão bom aprender com eles! Digo muito vezes que sou melhor pessoa desde que sou mãe e não foi um caminho só meu, é um caminho conjunto de evolução.

Eis o que aprendi sobre os seguintes temas, com os meus filhos:

  1. Amor incondicional.
    Nunca tinha conhecido até ser mãe. É o verdadeiro significado de amar sem quaisquer condições.
  2. Curiosidade.
    A vontade de aprender, de conhecer, de descobrir, de saber mais, de conhecer.
  3. Simplicidade.
    As crianças são simples, não complicam, não analisam, dão respostas simples e sem pressupostos.
  4. Controlo.
    Aprendi que afinal não controlamos nada e que a maior parte das coisas não dependem de nós nem das nossas vontades e acções.
  5. Generosidade.
    Aprendi que a generosidade é inata. As crianças são generosas, têm o dom de saber partilhar com os outros.
  6. Preconceito.
    As crianças não julgam ninguém pela sua cor, pelas roupas que vestem ou pelo sítio onde moram. Aceitam cada um como é.
  7. Alegria.
    As crianças são seres alegres, acordam bem dispostos, cantam com facilidade, sabem rir-se de si mesmos e divertem-se com muito pouco.
  8. Julgamento.
    As crianças não nos julgam por isto e por aquilo. Ao sermos pais aprendemos  também que não podemos nem devemos criticar ou julgar os outros.
  9. Transparência.
    As crianças são o que são, querem isto ou não querem aquilo, não fingem, não agradam só por agradar, são seres transparentes.
  10. Sonhar.
    As crianças têm o dom de sonhar sem limites. Sonham como seu futuro, sonham em ser cowboys, sonham em viver na casa do Mickey. Ter a capacidade de sonhar, de imaginar e de criar é tão bom, e depois de crescermos esquecemo-nos disso com facilidade.
  11. Coragem.
    As crianças são muito mais corajosas do que imaginamos. Quando o assunto é sério, numa doença grave, numa cama de hospital, são eles que nos levam às costas enfrentando tudo com muita coragem, alegria, simplicidade e fé.
  12. Privação do sono.
    Que até ser mãe não sabia o que era realmente o cansaço. Que ter sono e estar constantemente cansado é difícil e altera-nos significativamente a nossa forma de estar. Que ninguém consegue estar no seu melhor quando sofre de privação de sono.
E vocês, o que já aprenderam com os vossos filhos?

Meu querido,
eu sei que me estás a julgar. Quando te sentas com o nosso filho a brincar depois do jantar, eu vejo a cara que fazes quando eu me estou a rir para o telemóvel. Eu ouço os sons que fazes quando me vês a dar banho ao bebé de telefone na mão ou quando estou a descansar com o mais velho enquanto escrevo mensagens. Eu reconheço o meu vício, mas há muito a dizer quanto à minha dependência deste pequeno aparelho.
Eu admito: eu sou viciada no meu telemóvel. Já falamos sobre o assunto e já lemos artigos sobre o horrível que isto pode ser para uma pessoa enquanto individuo, pior ainda enquanto casal. Também estou ciente do péssimo exemplo que transmito aos miúdos. Eu sei que estabelecemos objectivos relativamente ao uso excessivo dos gadgets, mas eu falhei redondamente. Eu tento não abusar do telemóvel quando estou com os nossos filhos mas como mãe a tempo inteiro, o meu dia-a-dia é muito diferente do teu. Eu não converso com adultos regularmente, e as minhas únicas companhias são um miúdo de 2 anos, um bebé e um cão.
Lembras-te quando passávamos os fins-de-semana completos com amigos?
Desde que me lembro de mim, a minha vida eram festas de pijama e acampamentos. Depois de acabar o curso, casamo-nos, mudamos de estado e tivemos filhos. A minha vida social deixou de existir. Hoje em dia não consigo estar com amigas tanto quanto preciso, por isso, conversamos nas redes sociais e por mensagens.
Lembras-te de como eu sou extrovertida? Eu sei que sabes disso, mas não sei se compreendes realmente o sentido disso. Eu sinto-me feliz por estar com pessoas, de preferência pessoas com mais de 5 anos. Quando passo muito tempo sozinha com os miúdos, o que é maravilhoso mas muito solitário, fico impaciente e arranjo desculpas para sair de casa só para falar com adultos. Já conheço metade das caixas do supermercado. Mesmo uma conversa de circunstância, neste momento, sabe-me bem.
Há 11 anos atrás, quando me tornei mãe, os grupos de mães das redes sociais foram a minha salvação. Hoje, com três crianças, nada mudou. Estas mulheres mudaram a minha vida em vários sentidos, apesar de não passar muito tempo com elas pessoalmente. É nelas que me apoio quando preciso de saber que sopas já posso dar ao bebé, ou se reconhecem aquelas borbulhas misteriosas na perna do de dois anos. Também são elas que me apoiam quando tenho um dia verdadeiramente desastroso com os miúdos, porque elas sabem exactamente o que estou a sentir. Conhecem as minhas frustrações porque já percorreram o mesmo caminho.
Não é que não queira estar mais presente quando estamos todos juntos, mas ser prisioneira de uma casa deixa-me com ganas de ter mais vida social. Eu estou sozinha e isolada e sair de casa com três crianças a reboque, mesmo que seja só para fazer um recado, requer tanto esforço que, às vezes, não compensa. Às vezes é mais fácil render-me ao meu café frio, e amamentar o bebé de pijama enquanto trato da casa. Às vezes estou a morrer de vontade de me sentir mais eu, mais a mulher que sou, mas é tão desgastante que acabo por desistir.
Quando me vês, sempre ao telemóvel, normalmente estou a pedir conselhos a algumas amigas ou simplesmente estou a rir-me dos disparates que dizemos em privado. O meu sistema de apoio é virtual e apesar disso ter as suas desvantagens também é extraordinário. Eu sei que te sentes frustrado por estar muito no telemóvel, mas quando não estás, eu estou com os miúdos, não estou com o telemóvel. Quando te vejo com eles, é a altura que posso pôr-me a par do que se passou todo o dia. Sei que ficas preocupado e valorizo a tua opinião. Mas estes grupos tornaram-se mesmo importantes para mim porque tem sido difícil adaptar-me a esta vida, a este papel de mãe (que amo ser), mas que às vezes parece ser tão inadequado para mim. E é óptimo ter alguém que nos diz que estamos a fazer um bom trabalho, e eu preciso de ouvir isso de fora, não é só de ti.
Eu não espero que percebas exactamente como me sinto, mas acredita que eu estou a tentar. Estou à espera que um dia eu comece a dormir melhor, recupere forças e me sinta de volta outra vez.
Até lá o meu café é frio, a minha paciência curta, e a minha vida social cabe no bolso de trás das calças.

 

Por Jessica, para Scary Mommy, traduzido e adapatado com autorização por Up To Kids®

 

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O meu nome é Uva Passa, sou mãe, e sou Dependente.

Sacar do telemóvel durante uma conversa, é como erguer uma parede entre duas pessoas

És mãe a tempo inteiro? O que é que fazes todo o dia?

Carta de uma terapeuta a uma mãe

Querida mãe,

antes de mais nada, não se preocupe. Eu sei. Deve ser de cortar a respiração estar constantemente a receber cartas, convocatórias e recados à espera da nova queixa, da nova reclamação, da nova coisa que não fez e devia ter feito, ou que fez e que não deveria fazer. Mas não se preocupe, esta não é uma dessas cartas.

Esta carta é de alguém que está tão preocupada e quer saber tanto do seu filho como a mãe quer saber. No fundo, ambas queremos apenas que o seu filho cresça e se desenvolva de forma harmoniosa e feliz.

Compreendo que deve ser de deixar os nervos em franja ter constantemente dezenas de profissionais que acham que conhecem melhor o seu filho que a própria mãe. Opiniões que vêm de todo o lado a dizer qual a nova moda na pedagogia, qual o novo desporto que deve ser praticado, ou aquele novo centro de estudos que vai resolver todos os problemas. E pior, ter diversos técnicos que puxam pelo seu filho, um por cada membro, para ver quem tem mais razão, quem entende mais, quem irá fazer melhor, e tantas, tantas vezes sem sequer perguntar à mãe o que acha. Por isso, peço-lhe desde já desculpa. É errado da nossa parte, e se o fazemos, por favor, diga-nos para pararmos.

É que sabe mãe, esta carta não é uma dessas cartas. Esta carta é sobretudo para si. Curioso não é? Falamos tanto do seu filho que por vezes até parece que não nos conhecemos uma à outra. Mas conhecemos, mãe. E eu sei o esforço que faz para sair do trabalho mais cedo para trazer o seu filho. Eu sei que no final do mês tem de reduzir naquele casaco que lhe daria tanto jeito, ou naquele jantar fora, para conseguir manter esta terapia, que na realidade, a mãe espera que dê resultados mas sempre sem certezas absolutas.

Por isso, hoje quero apenas dizer-lhe: está a fazer um trabalho extraordinário. Sim, nada mais que isso. Quero dizer-lhe que sei que está a dar o seu melhor. Quero dizer-lhe que sei que faz o máximo por se informar, seja em blogs, em revistas ou em conversas com outros adultos. Sei que tenta navegar neste mar de informação, tentando pescar a verdade e atira o arpão para a informação que lhe parece adequada. Sei que não é fácil seguir entre as várias correntes. O que pedem na escola, o que o seu filho lhe pede e o que a mãe precisa. Por isso, respire… Está a fazer o melhor que pode. E tenha paciência connosco, se conseguir… É que no fundo, nós também estamos a fazer o que achamos melhor, o melhor que conseguimos. E se por vezes não concordarmos, não fique ressentida. Faça-se ouvir e escute-nos também.  E lembre-se que no fim do dia, quando o seu filho estiver a dormir e for lá aconchegá-lo, o que importa é que todos trabalhámos para fazer dele uma criança mais feliz.

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Querida mãe: sobre AQUELA criança

Carta a todas as mães

A ponte para a diversidade – crianças com necessidades educativas especiais

O babywearing parece estar na moda. Tem tido um crescendo de popularidade e aparece ligado à parentalidade com apego e ao bem-estar dos pais e bebés, com estudos a reforçarem que as crianças carregadas em porta-bebés choram menos, dormem melhor e tornam-se mais confiantes e independentes.

Mas no dia-a-dia, a prática de babywearing gera uma dinâmica própria na família, em que cada membro familiar tem a sua perspetiva.

Na perspetiva da mãe

A perspetiva da mãe é uma perspetiva holística e recorrente. O babywearing permite inúmeros benefícios para a mãe e para o bebé, a curto, médio e longo prazo. A sua atratividade leva a mãe a decidir praticar, repetidas vezes ao dia, mas sempre com o retorno de longo prazo em vista.

03h50m

Sim. Foi a primeira vez que coloquei hoje a minha filha no pano. Estamos na altura dos dentes a nascer e às vezes nem a mama ajuda a aliviar a dor. A bebé desperta e quer colo e baloiço. Assim, aconchegada no pano, adormece rapidamente e não tenho que a segurar nos braços e poucos minutos depois podemos voltar para a cama para sacar mais uns minutos de sono.

09h10m

A primeira sesta do dia, no pano, nas minhas costas. Na verdade, já lá estava há algum tempo, cerca de meia hora. Como não dormiu bem durante a noite, de manhã estava um bocado birrenta e precisava de colo.

Mas eu não funciono bem sem café. E tinha que preparar o pequeno almoço do irmão mais velho, de 3 anos, não podia andar com ela nos braços.

Assim, no pano, as necessidades do bebé estão satisfeitas porque está perto da mãe, a descansar, e eu tenho a minha autonomia, fico com as mãos livres e consigo despachar trabalho e tratar da nossa rotina matinal.

A sesta só demorou 20 minutos mas valeu na mesma.

12h00

Sesta número dois. Que timing perfeito! Deu para tratar do almoço. Junto com o irmão preparámos uma sopa que ficou pronta exatamente quando a pequena decidiu acordar. Acordou com fome, mas quando viu a sopa logo quis e só mamou depois de papar a sopinha.

15h00

A bebé está cansada. Já não quer brincar e tudo a faz chorar? Vai para pano. Primeiro numa amarração ao peito, para lhe dar alguns miminhos, para dar montes de beijinhos e abraços, depois quando já não acha graça, vai para as costas. E? Pumba! O balançar do dia-a-dia parece ter a cadência certa para adormecer bebés. Vou avançando com os meus afazeres, sempre com a minha pequena colada a mim. E? É tão bom! E nem o entusiasmo do mais velho nas suas brincadeiras a acorda.

17h00

A sesta número três já ficou para trás há algum tempo, mas o dia já vai longo e a pequena começa a mostrar sinais de cansaço, sem paciência, birrenta, sempre à procura de mimo e de colo, mas a pedir chão no momento que chega aos braços. Mas ainda é cedo para a ir por na cama. Então volta para o pano. Está por perto, sente o meu cheirinho e vê tudo à volta. Mas quando quer pode esconder a cara no meu peito e proteger-se das redondezas.

19h30

Esta até pode parecer a hora de começar a preparar o jantar, mas o dia da nossa pequena já terminou. Começou cedo, às 03h50m e às vezes até me questiono como se aguentou até tão tarde. É pequena mas já se apercebe que desta vez não é para dormir uma sesta. Já compreende que o dia acabou. E luta bravamente contra. Mas apertadinha no pano, rapidamente se acalma e não demora muito tempo a adormecer, o que é bom, porque o dia da mãe também já vai longo. Mais mimo, mas desta vez para a mãe. A birra efusiva terminou e agora dorme como um anjinho debaixo do meu nariz e parece que este amor não cabe no coração e enche-nos o corpo todo de paz, orgulho e satisfação.

 

Por Julia Wronikowska Nunes para UpToKids®

imagem@BasiaGladysz

Coragem é a capacidade (muitas vezes tida como virtude) de agir apesar do medo, do temor e da intimidação. Deve-se notar que coragem não significa a ausência do medo, e sim a ação apesar deste.” – in wikipédia

As Mães “fingem” ser super mulheres, super profissionais, super tudo. Fingem ter super poderes, ter sete vidas, ter energia inesgotável e tudo isto porque as mães também têm medo.

Uma mãe tem medo de tudo e de nada: medo de errar, de falhar na educação de um filho, de mimar de mais, de o proteger em excesso.
Tem medo de perder um filho, de não ser o exemplo. Tem medo de não lhe dar asas e de não ser as suas raízes. Tem medo de não perceber o filho. Tem medo da distância. Tem medo que um filho faça disparates e que se magoe.
Uma mãe tem medo de não conseguir fazer tudo bem,  de não ter força e coragem, de não passar tempo suficiente com o filho, de não brincar o suficiente, de perder aquele momento especial.
Tem medo de sentir culpa.
Tem medo de não saber ser mãe.
De falhar.
Tem medo de envelhecer, de se sentir impotente e de ser negligente. Tem medo de gritar.
Uma mãe tem medo.
Da doença, de ter um filho doente, de ficar doente e não poder cuidar de um filho.

Tem medo de perder as estribeiras e a cabeça.

As mães também têm medo.

Mas uma mãe é um bombeiro que combate o perigo, é um polícia que protege, é um médico que cuida,  é um militar que defende.
Uma mãe é o tudo e o nada.
Uma mãe nunca desiste, nunca baixa os braços, nunca perde a fé.

Uma mãe é capaz de mover montanhas com o seu amor infinito, com a sua obstinação, com a sua coragem, porque uma mãe é sempre a melhor mãe que sabe, que pode e que consegue ser.

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Todas as mães têm um nome

Se há coisa que me incomoda desde que me tornei mãe é ter perdido a  minha identidade. Não por me ter dedicado exclusivamente à maternidade ou por ter deixado de ter vida social, ou deixado de trabalhar. Até porque não é o caso. Mas porque onde quer que vá passei a ser a Mãe. Deixei de ter nome. Eu, e todas as outras mães, passamos a ser, não só mães dos nossos filhos, mas aparentemente de toda uma classe trabalhadora que agora nos trata por “mãe”..

Há tempos que andava a pensar escrever sobre o tema, mas encontrei este texto maravilhoso do Prof. Eduardo Sá, publicado na revista Pais & Filhos, onde diz tudo. Ora leiam!

As mães – todas as mães! – deviam insurgir-se contra todos aqueles que – sendo médicos, psicólogos, professores, educadores ou enfermeiros – as tratam, simplesmente, por “mãe”. Isso não está certo! Aliás, qualquer “Ó mãe!…” – utilizado de forma sorrateira – devia ser duramente tributado por “uso indevido”. Por acaso qualquer um de nós, que ame a mãe, permite que uma função sagrada como essa seja indevidamente usada em favor duma sogra, por exemplo, por mais que o nosso carinho por ela seja verdadeiro e não esteja convalescente? E será razoável que à função de mãe se associe uma interpelação do género: “Ó, faz favor!?…”, como se, em vez dum apelo aveludado, alguém tivesse coletivizado a sua função num clima do género “é tudo nosso” que ninguém suporta?

Mas, desde quando é que as mães – que são preciosas e insubstituíveis – permitem que alguém desqualifique o seu jeito singular e, no lugar de lhes falarem no tom doce (de quem não se sente ao nível dos milagres que o seu amor promove mas, ainda assim, as olha nos olhos, e lhes estende os braços, esperando que elas os segurem e acarinhem) lhes diga: “Ó mãe”? Que, ainda por cima, roça o indelicado, porque parece que este “Ó mãe” é dito de cima para baixo, como se mãe não fosse aquilo que mais distingue e engrandece o coração duma pessoa e se tivesse transformado num aspeto menor que não merece nem o cuidado nem a dedicação que qualquer mãe exige a todos aqueles que agradecem só por ela existir!
Que ideia é esta de fazer de qualquer mãe um slogan parecido a “todos diferentes, todos iguais”, magoando-a com aquilo que ela tem de mais sagrado? Porventura serão as mães iguais a todos os demais? “Ó mãe?…” Mas pode, por acaso, alguém evocar o nome de Deus em vão? E se não pode (ou não deve, como preferirem) com que direito há quem o faça à mãe, que é “o Seu braço direito”?

Ora, respeita-se isto das pessoas deixarem de ser formais. Sobretudo se os colarinhos abertos vierem acompanhados de um coração desabotoado. Mas “mãe” tem qualquer coisa de cerimonioso. Deve manusear-se com delicadeza. Mãe é filigrana! Que se estejam a tirar os doutores e os engenheiros do nome de muitas pessoas todos nós percebemos. Sobretudo se, com isso, valorizarmos mais o caráter e a atualidade humana do que, propriamente, a formação ou a função. Mas mãe não é título académico: é atributo divino. Logo, qualquer “Ó mãe” que não seja usado “por quem de direito” devia ser interdito. Primeiro, porque num acesso pateta que parece pôr a igualdade acima de todas as coisas, pressupõe que uma mulher não tenha um nome, e que tem mais é de ser mãe. Depois, porque não faz sentido que um termo íntimo se tansforme num utilitário ao serviço de qualquer estranho.

Mãe é mãe! Mãe é um “petit nom” de “A Minha Mãe”! “Mãe” pode até ser um substantivo comum. Mas “minha”, podendo parecer um pronome possessivo, significa que ela nos pertence, no sentido de fazer, intimamente, parte de nós. Já o “A” confere-lhe um sentido em tudo diferente daquele que teríamos se nos referíssemos a ela como “uma” mãe. Porque ninguém troca o definido pelo indefinido, “A Mãe”, dá-lhe a singularidade e a exceção que qualquer “Ó mãe” lhe retira. Aliás, um banal “Ó mãe” quase parece uma forma de se atestar que não se pode ser “A Mãe”. “Ó mãe” é transformar o “minha” em “nossa”, o que, convenhamos, é desaforo. Até porque “Mãe” é uma espécie de três em um: substantivo, adjetivo e nome próprio. Só ao alcance de quem o merece. Mas, seguramente, nunca acessível a qualquer “Ó mãe”!“Ó mãe” usa-se de várias formas. “Ó mãe?…” usa-se em discurso direto quando se pretende chamar ou interpelar, sem direito ao “já vou” com que todas as crianças mandam a mãe à despensa ver se os filhos lá estão.O “Ó mãe” que anda por aí até podia ser “Oh mãe!”. E com essa exclamação de espanto tudo mudava de figura. Mas não. O “Ó mãe” original é uma interpelação para uso exclusivo dos filhos. E só mesmo “A sua” mãe merece esse carinho. Faz lá sentido que um técnico, seja ele qual for, fale para a mãe como quem lhe está a pedir pão com marmelada, ou a chamá-la para tentar não fazer os trabalhos de casa sozinho ou a desafiá-la para um suplemento de mimo, mesmo que vá no sentido de se escapar, por uma vez, da sopa? Aliás, os “Ó mãe” das crianças vêm embrulhados por toneladas de algodão doce, e servem para elas darem um jeitinho muito seu ao lado mais tempestuoso de todas as mães sempre que elas se esganiçam. Por acaso os outros “Ó mãe” serão assim? Não! São secos e funcionais, chegando a parecer quase uma advertência. São um “Ó mãe” embrulhado por um celofane com um laçarote do género: “Veja lá o que é anda a fazer!”.

Ora, que a mãe, fazendo uso do seu estatuto, tenha o direito a dizer “Onde é que tu andas com a cabeça?” ou “Vê lá onde pões os pés!”, todos entendem. Agora, que pessoas singulares façam de entidade reguladora de todas as mães já é outra cantiga!
Estamos de acordo: “Mãe?” pode ser uma versão minimalista de “Ó mãe?” e pode confundir–se com “Mãe?” de “Oh mãe?!”. Mas querem lá ver que agora as mães têm de andar a matar a cabeça com estas coisas? Aliás, parece-me a mim que se as mães não se enfurecem como leoas sempre que um cidadão lhes diz “Ó mãe”, isso não se deve tanto à forma como elas amam quem as trate dessa maneira. É que entre nomes próprios, adjetivos, substantivos, espanto e interpelação, versões com h e sem h, e entoação com açúcar e entoação com arestas, é tamanha a confusão que a mãe sente em cada “Ó mãe” que, movidas pelo benefício da dúvida, as mães guardam os “pagamentos por conta” com que se zangam por antecipação para as birras com que presenteiam aos filhos, de vez em quando, e – ensarilhadas por tantas dúvidas – optam por “jogar à defesa” ou por contarem até 100 antes de esganarem os incautos que evocam em vão o seu nome.
Resumindo, se preferirem: quem tem uma mãe tem (quase) tudo; quem tem muitas mães é bem capaz de não ter (mesmo) nada. Sendo assim, este “Ó mãe” que parece fazer de todas as mães A Mãe de todas as pessoas, devia acabar! Eu sei que Deus não podia ter um nome, porque senão deixava de ser Deus. Compreende-se. Que sentido faria se Deus se chamasse Ermelinda ou Hermenegildo, por exemplo?

É claro, também, que todas as mães têm um nome: mesmo que se chamem Sónia Vanessa ou Domicília, por exemplo. Serão, se for assim, e quando muito, “A Mãe da Marta” ou “A Mãe do António”. Tudo com maiúsculas, porque a seriedade da bênção que isso representa não é para menos! Já o “Ó mãe” é um “tu cá, tu lá” que roça a falta de respeito. Até porque Mãe, sem mais nada, é para uso exclusivo dos filhos. Está para os nomes próprios como Hermenegildo ou Ermelinda para o nome de Deus. Não existe! Mãe é substantivo, adjetivo e nome próprio. Só faz sentido se juntar espanto e interpelação. Entoações com assinatura. E declarações de amor a torto e a direito. O que, convenhamos, não se admite a qualquer um que decida evocar o “nome de Deus” em vão! – Prof. Eduardo Sá, para A Revista Pais & Filhos

Escrevo-vos com um nó na garganta e um aperto no coração, como mãe que tem as suas próprias dores e mãe que sofre as dores de outras mães…

Escrevo para todas as mães que não conseguem engravidar, para as que não conseguem levar a gravidez até ao fim e as que perderam os filhos no ventre.

Para as mães com gravidezes de risco, com gravidezes normais e vigiadas que vêem o seu filho nascer sem vida e para as que dão à luz bebés saudáveis e mais tarde recebem um diagnóstico como uma bomba.

Para as mães que, sem saber, transmitem doenças genéticas aos seus filhos, para as mães de crianças com doenças raras, ou doenças degenerativas, ou doenças oncológicas, ou sem cura e muitas vezes sem nome.

Para as mães que vêem os filhos entrar em blocos operatórios, as que vêem os filhos contorcerem-se de dor, as mães que vêem os seus filhos ficar tetraplégicos, paraplégicos, dependentes de máquinas e de pessoas.

Para as mães que acompanham os filhos em tratamentos dolorosos, as que vêem filhos destruir a própria vida, a mutilar-se, a sofrer, a desesperar, a enlouquecer.

Para as mães que internam filhos em centros de recuperação.
As mães que não sabem do paradeiro dos seus filhos·
As mães que vêem os filhos morrerem, todos os dias, um bocadinho

Para as mães que recebem a notícia da morte de um filho.
As mães cujos filhos lhes morrem nos braços.
As mães que choram e enterram filhos

Para todas as mães que continuam a viver e carregam a pior e mais a indescritível dor de todas: ser impotente perante o sofrimento de um filho.

Nenhuma mãe merece passar por isto. Nunca.

Por isso, para todas as mães cujos filhos não são perfeitos, que desarrumam a casa toda, que fazem pinturas abstractas nas paredes, que não obedecem, que não ouvem o que dizem, que não dormem a horas, que não comem tudo, que nunca param quietos, que fazem xixi na cama, que usam chucha, que não fazem 10 actividades extracurriculares, que não estão no quadro de honra do colégio: agradeçam todos os dias por isso. 

*Conheço uma Mãe que hoje perdeu um filho para sempre e não sei o que lhe dizer, como dizer (…)

imagem@myeternety

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Carta às mães mais que perfeitas.

Já agradeceste hoje, pela sorte que tens?

Amor de mãe

Fui mãe, devia estar feliz… então porque me sinto assim?

Acabou de ser mãe!

Vê todos felizes à sua volta, o bebé está bem, mas você não consegue sentir-se satisfeita e pensa que o seu estado não é normal? A família não entende e o marido ou companheiro não sabe o que fazer?

O nascimento de um bebé pode ser um desafio para a mãe, tanto física como emocionalmente, mesmo nos melhores momentos. A perfeição é um mito, pelo que o que se pode chegar a verificar é: a melhor gravidez possível, o melhor nascimento possível, o melhor bebé possível, os melhores pais possíveis. E tanto melhor quanto o suporte familiar for efectivo, pois também pode ajudar a mãe recente na recuperação e a desfrutar do tempo com a família.

É comum e poder-se-á admitir mesmo como natural, que tanto a mãe como o pai experienciem alterações de humor com a chegada de um filho. Quem já não sentiu ou testemunhou, nesta fase, um momento de alegria enorme logo seguido de uma angústia capaz de colocar tudo em causa?

Estes sentimentos de angústia e de tristeza sentidos nos primeiros dias após o parto são geralmente designados como “Baby Blues”. Trata-se de uma fase passageira, comum, causada apenas pelas alterações hormonais bruscas que a mulher sofre no pós-parto. Em regra, nem necessita de tratamento e os sinais costumam desaparecer, naturalmente, ao fim de 15 a 20 dias depois do parto.

Todavia, algumas mães recentes podem vivenciar uma fase mais duradoura do que o Baby Blues, com sintomas que podem ter iniciado ainda na gravidez, ou decorrem há vários meses desde que o bebé nasceu ou então surgiram até um ano após o nascimento da criança. Aí, estaremos perante “Depressão Pós Parto”.

Neste caso sente-se ansiedade, choro fácil, tristeza e irritação, exaustão, maior dificuldade em concentrar-se e em motivar-se, culpa por não estar a conseguir usufruir do bebé, alterações no apetite e no sono, inadequada para tomar conta do filho recém-nascido, falta de interesse no bebé, chega a pensar em agredi-lo ou em agredir-se a si própria, ou pensa recorrentemente em morte ou suicídio…

Embora a Depressão Pós Parto afecte mais as mães, pode também incidir sobre os pais recentes, biológicos ou adoptantes. Não é causada pela gravidez ou pelo nascimento do bebé (embora possa surgir nestas fases), nem se baseia num único antecedente mas num conjunto de factores anteriores: históricos, biológicos, de personalidade, de experiências de vida, contextuais. Contudo, contam-se como factores de risco, já se ter passado por uma Depressão antes da gravidez ou por uma Depressão Pós Parto anterior, por existir história familiar de Depressão, por se verificar suporte familiar ou social frágil, por dificuldades financeiras, stress, antecedentes traumáticos, estrutura emocional fragilizada.

Alguns designam este estado como mais uma doença da civilização moderna e do estilo de vida. Por exemplo, numa cultura onde se exige à nova mãe um regresso, o mais imediato possível ao trabalho, a pressão também tende a aumentar. Ou quando a mulher percepciona a expectativa social relativamente à felicidade da mãe perante o seu bebé.

A Depressão Pós Parto requer tratamento. Não fique sozinha nesta luta! Com ajuda profissional poderá normalizar o seu estado emocional.

No âmbito do acompanhamento psicológico, a terapia cognitivo-comportamental é indicada em sintomatologia leve a moderada. Através desta psicoterapia, consegue-se alterar pensamentos disfuncionais e, consequentemente, trabalham-se sentimentos e comportamentos, além de com ela se poder praticar alguns exercícios de relaxamento.

Simultaneamente, o investimento nas relações sociais é importante para a partilha de experiências, para aprendizagem sobre a forma mais adequada, para si, de se ajustar à nova situação, para se perceber que não é caso único e que outros já passaram ou estão a passar pelo mesmo, ainda que cada progenitor ou cada criança sejam únicos e incomparáveis.

A introdução de medicação antidepressiva servirá para os estados mais severos da doença (tendo em atenção eventual influência na amamentação), a par da psicoterapia para efeito duradouro, pois uma terapia unicamente baseada em psicofarmacos não chega para travar o “alimento” da Depressão, que são as nossas cognições e crenças disfuncionais.

O apoio e cuidado por parte de quem está próximo são também relevantes.  Para isso, ajuda que as expectativas dos cuidadores sobre a evolução do estado depressivo da mãe / parturiente sejam realistas, que demonstrem disponibilidade para ajudar a cuidar do bebé (inclusivamente, promovendo os períodos necessários de descanso para a mãe), que a sua ajuda permita a concretização de objectivos diários por parte da mãe / dos pais do recém-nascido.

Com suporte e com tratamento a Depressão Pós Parto da mãe não acompanhará o crescimento da nova criança.

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Quando a mulher se torna mãe

Não senti.

imagem@verywell

A realidade é dura e crua, ninguém quer contratar Mães Trabalhadoras.

As razões são mais que muitas:
1 – Os miúdos passam a vida com as chamadas “ites”. Ora uma otite, ora uma amigdalite, ora uma conjuntivite, ora uma faringite…guess what? As escolas não deixam entrar “ites”. Solução: Não há, as Mães transformam-se em enfermeiras e ficam por casa a tratar dos seus mais-que-tudo.
2 – Noites mal dormidas. Ai as noites mal dormidas. Suas malditas! Não há ninguém que goste de ver trabalhar Mães desgrenhadas, cheias de olheiras, com nódoas de café entornado e outras coisas mais…
3 – Idas ao pediatra, às vacinas, e a todas as rotinas de saúde dos miúdos. Pois é, ainda não abriram consultas nocturnas, e por muito que as Mães tentem ir à hora de almoço ou mesmo logo de manhã, as consultas express ainda estão por inventar…
4 – Reuniões de escola. Quantos mais filhos, mais sarilhos! Uma Mãe de 3 tem em média cerca de 9 a 12 reuniões por ano. Agora a melhor parte: quase sempre em horário de expediente. Mais uma rodada, mais uma falta no trabalho.
5 – Rachadelas de joelhos, de cabeça e afins. Quantas vezes é que as Mães recebem telefonemas com estes pequenos (grandes) acidentes? Mães de rapazes, estou solidária! O que fazemos? Saímos a correr, ainda que estejamos a meio de uma reunião, por muito importante que esta seja. Estou certa ou estou errada?
6 – Perrices matinais. Não vamos negar, Mães. Se fosse feito um estudo acerca das birras logo de manhã, com certeza que se concluiria que são responsáveis por cerca de 30 minutos de atraso de toda a família envolvida. Era bom que fosse tudo perfeito, não era? Welcome to the real world!
7 – Os famosos buscar e levar, tratar e esticar. Quem é que não se desdobra para estar em todo o lado ao mesmo tempo? As horas de almoço têm de render por 3 horas, entre supermercados, recados, e outros tantos biscates atrapalhados:
– Mãe, hoje tenho uma festa e não temos presente!
– Mãe, a professora pediu para amanhã levar lápis de cor que os meus já acabaram!
– Mãe, hoje tenho natação e o Pai esqueceu-se do saco no carro!
– Mãe, Mãe, Mãe!!!
Pois, pois, as Mães não têm tanto tempo disponível quanto isso….pensam os empregadores…mas pensam mal, digo eu…
E digo bem, salvo melhor opinião em contrário. Eis que agora vos apresento mais do que uma mão cheia de razões que rebentam a escala de todos os outros motivos aqui já ditos. Não acreditam? Então vejam só:
1 – As Mães têm uma capacidade extraordinária de lidar com situações de stress absoluto, desempenhando na perfeição o papel de árbitro em conflitos mais-que-tal.
2 – As Mães são peritas em manter a concentração e toda a linha de raciocínio em reuniões barulhentas e cheias de azáfama. Melhor do que ninguém. Tenho dito.
3 – As Mães têm uma memória fotográfica e descritiva fora do comum, conseguindo absorver cada palavra, cada frase, cada expressão que lhes é transmitida. Nem sequer precisam de bloco de notas ou dos famosos post-its (eu tenho, mas só porque gosto das cores).
4 – As Mães são as únicas que mantêm a frieza e disfarçam as emoções quando algo não corre bem. Porque será?
5 – As Mães são capazes de desempenhar ao mesmo tempo várias tarefas que, à partida, parecem impossíveis: Estar ao telefone enquanto se envia um email e se anota um recado de um Colega que lhes sussurra ao ouvido? Peanuts!
6 – As Mães são as primeiras a chegar ao escritório nas noites seguintes aos jantares de empresa. Porquê? Fácil, porque estão mais do que habituadas a dormir pouco, e mal.
7 – As Mães não perdem tempo em tomar cafés prolongados, fumar cigarros malfadados, ou em conversas paralelas que não interessam nem ao menino Jesus. Isto porque sabem que quanto mais cedo forem para casa abraçar os seus mini-eus, melhor!
Ah pois é, quem tem razão, quem é?
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imagem@betanews

Sim! Os meus baby boys usam golinhas!

Hoje venho falar-vos de um assunto que, admito, não tem discussão. Gostos são gostos! E se eu não sou muito clássica a vestir-me, os meus filhos são do mais clássico que existe! Não aderi aos modernismos das leggings e dos pretos para os mais novos! E logo eu, que todos os dias uso pretos e cinzas! Mas ainda não consigo associar essa cor às crianças.
Não há um dia que seja que não ouça quem me encontra (e ao Zé Maria):
– “Que linda princesa! Como se chama?”
ou
– “À terceira foi mesmo de vez, hein? Que boneca tão querida!!”
Enquanto que no Sebastião e no Manel fazia questão de dizer que era rapaz…agora só respondo, com a maior naturalidade “Maria”. Finjo que me esqueço do “Zé”, só para não ter que dar mais explicações! Sim! Os meus filhos usam cueiros quando nascem. Usam folhos e laços nos primeiros dias de vida. Golas e mais golas. Cresci a ouvir que os recém-nascidos não têm sexo. É claro que não andam de cor-de-rosa nem de florzinhas…mas de tudo o resto, uso e abuso. E adoro!
Por isso, hoje venho aqui expressar publicamente a minha paixão por golinhas nos rapazes. E se me virem na rua, já sabem que até aos 2 anos, os meus filhos vão andar de gola redonda e de tapa-fraldas. Não, nunca pus um par de calças aos meus filhos bebés. O máximo que usam são jardineiras e calções. Cheios de cor e padrões! Têm toda a vida para ser modernos, e vestir-se como gente grande!
Depois dos 2 anos, sou adepta das camisas de capuz e das golas à padre. Camisas à homem, não obrigada! Pretos e bonecada a mais? Também dispenso! E não há desculpa para as Mães de rapazes que dizem que não há nada giro e diferente para os boys! Basta procurar e ter um pouco de imaginação! Garanto-vos, não é preciso gastar rios de dinheiro.
Têm dúvidas, ou dificuldade em encontrar peças giras e diferentes, mas sempre dentro do estilo clássico, para os vossos filhos? Eu posso dar uma ajuda! Escrevam-me para aqui! Prometo que respondo a todas as vossas questões!