Afinal as mães não envelhecem

Escrevemos muito sobre os filhos, sobre os sentimentos que temos por eles e o que significa para nós ter aqueles dois olhinhos pequeninos ali, primeiro ao nível das nossas pernas, depois da cintura, depois do peito, e sempre a subir… olhos tão curiosos e brilhantes, bonitos, risonhos, e desdobramos-nos em mil temas sobre a responsabilidade de os ensinar a viver, de os fazer crescer até que se tornem adultos, completos, felizes, enfim, futuros cidadãos que criamos com enlevo e com a esperança de que queiram bem aos outros, e que nos queiram sempre bem, a nós.
E escrevemos muito sobre nós, e o que é ser mãe, a gravidez e o parto, a complexa metamorfose do corpo, o peito que descaiu, o casamento que esfriou, o trabalho que se empina na secretária, a vida de todos os dias envolta em mil tarefas domésticas chatas e rotineiras, e o que isto nos custa a cumprir.
E como custa!

Mas hoje faço diferente.
Hoje decido afastar-me de mim, da minha filha, da minha maternidade e dos meus pequenos tormentos diários, e encosto o meu corpo ao corpo da minha mãe, para lhe sentir o calor, a vida pulsada que me envolveu e me criou, e que me ajuda todos os dias, na difícil tarefa de me manter à tona como mulher e como mãe, mas sobretudo que nunca me abandona como filha.

A minha mãe fez 61 anos.
É praticamente impossível acreditar que a nossa mãe faça anos, quanto mais 61.

Quando eu era só filha, ouvia muito dizer que para as mães os filhos nunca crescem.
É uma tremenda injustiça pensar nisto unilateralmente, já que eu, como filha, também creio que a minha mãe nunca envelhece.
Parece-me que para ambos, mães e filhos, houve um momento lá atrás que ficou cristalizado no tempo. Houve ali um segundo em que o tempo das mães e dos filhos parou, exatamente no mesmo momento.
E para ali ficaram os dois, para sempre.
Para mim, a minha mãe está lá atrás, naquele tempo, e quando a procuro, vou ainda ao encontro duma mãe muito alegre, que me abria tomates com sal, e segurava sedutora o seu cigarro pequenino com mãos sapudas, mesmo que por estes dias a encontre pachorrenta, com uma mão segurando uma cara redonda e com a outra fazendo festas num gato, tão lânguido como ela.
Continuo no entanto sorvendo dela os ensinamentos de outros tempos, agora com mais atenção, com mais cuidado, mas gosto de pensar que tenho a mãe que sempre tive, e que tenho a mesma mãe de sempre.
A minha mãe não envelhece e não está velha. Coleciona os anos, as vivências, as durezas da vida, mas é ela, aquela mãe.
Outros há, que ilusionados pela torpeza da maternidade vêm dizer que só quando uma mulher se torna mãe é que descobre e entende, finalmente, a importância da sua própria mãe.
Discordo.
Esta descoberta, que muitos atribuem erradamente à maternidade, é feita ao longo de toda a vida com o apurar e o afinar dos ensinamentos filiais, que desde criança fomos sorvendo.
Creio que a maior descoberta de uma mulher não é a maternidade, mas sim a descoberta do amor filial que consegue sentir pelos outros, que consegue dar aos outros, filhos ou não, e que sem se aperceber aprendeu com a sua mãe.
É no fundo a mãe que nos ensina como amar.
E ninguém ensina como ela.

Percebo porque escrevemos tanto sobre os filhos, e sobre nós.
Uma vida inteira não chegaria para (des)escrever as palavras minha-mãe, o que me fez a mim, o que fez por mim.
De todas as vezes que me senti na escuridão (da imaturidade), na loucura (da idade), no desespero (do amor), no desconhecido (da maternidade), e na incerteza (da vida), foi ela que me deu as ferramentas para que eu conseguisse abrir as minhas janelas, e muitas das vezes abriu-as ela por mim.
Crescemos juntas, as duas, a minha mãe e eu.
Somos as duas da mesma idade, porque somos só uma.
Lá atrás naquele tempo.

Quem é ela?

Sou eu.

 

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Relativamente ao texto aqui publicado intitulado O Pai Perfeito, da autoria da Joana Paixão Brás, um leitor da Up To  Kids®, João Pinhel, quis partilhar connosco a sua experiência de pai.

Perfeito ou não, aqui fica o seu testemunho.

É uma mera opinião pessoal de quem passou (e ainda passa) pela experiência de ser Pai e Mãe ao mesmo tempo. O que escrevi foi um desabafo muito reduzido e um pouco atabalhoado (foi mais um “dump” de imagens e situações convertidas em texto) de 16 anos de três vidas sem a minha amada esposa.

Ser Pai é muito mais que o descrito no texto e como tal, aqui ficam seis pontos importantes para se poder classificar um Pai Perfeito, porque há muito, mas muito mais do que isto…

1. A Educação
Matriculas, reuniões de pais, comprar os livros e o material escolar. Ajudá-los nas matérias, estudar com eles e ajudá-los a tirar as dúvidas. Antes de dormir, ter que arranjar tempo para ir à net ver determinadas matérias para os ajudar a tirar as dúvidas no dia seguinte. Fazem os TPCs enquanto estamos na cozinha a fazer o jantar e temos que estar atentos aos tachos e à matéria! Verifico os deveres logo após levantarmos a mesa e colocarmos a loiça na máquina.

2. O Vestuário
A roupa: lavar, estender, passar a ferro ao fim de semana. Cotoveleiras, joelheiras, coser botões arrancados, arranjar fechos partidos, nódoas terríveis que nem com SuperPop, Supergel ou Vanish saem. Sapatos que de mês a mês, com a velocidade com que crescem, deixam de lhes servirem.
3. Os Hábitos (de Casa e de Higiene)
Os filhos não duram só 1 a 2 anos. Habituá-los a lavar os dentes todos os dias, várias vezes, ensinar-lhes a usar o fio dental, a usarem o elixir. Ensiná-los a lavarem-se, a limparem-se bem, a cortar as unhas. Levá-los ao Barbeiro ou ao cabeleireiro para cortar o cabelo.

Elas crescem e vêem as “coisas das Senhoras”: temos que ensiná-las e ajudá-las. A eles, temos que ensinar-lhes a fazer a barba.
E não podemos esquecer-nos da mudanças das roupas (das camas e dos banhos), os Sábados de manhã a limpar a casa e os serões de sábado de volta do ferro e dos remendos,  e os domingos, enfiados no supermercado a reabastecer as falhas da lista que está pendurada no frigorífico.  Talvez dar um passeio familiar ensinando-os a andar de bicicleta ou levá-los às festas de aniversário, jantares de amigos, cinema,etc.
Ah, e as limpezas grandes da primavera, claro que, em gozo de Férias.

4. A Comida
Não é só fazer Sopa e Papas. Há tudo o resto à volta disso. Os biberons, o leite anti-regurgitante (ou não), a esterilização, as compras, a loiça, lavar tudo ao redor depois de borrifarem, lançarem, espalharem, esborracharem, espatifarem e mais uma data de coisas que fazem à comida. Preocuparmo-nos em variar a alimentação deles, depois tudo o que isso implica, fazer mais pratos, picar carne, desfiar frango, separar grumos, cozer fruta. Isso das papas e da sopa passa rápido e os de frasco não são lá muito saudáveis.
5. As Doenças e os acidentes
Marcar o pediatra, o dentista, e ir às consultas com eles. Ir às Urgências, aos Centros de Saúde. Não esquecer das horas da medicação, passar noites acordado para que a febre baixe, lá ando eu de madrugada a dar-lhes o banho com água tépida, a icterícia e a colher de chá de água das pedras, os dentes a nascer e o bucagel, os vaporizadores para os brônquios entupidos, os sapatos ortopédicos, as quedas, os sustos, os pontos.
6. O Amor
E o último mas o mais importante para se ser um Pai Perfeito, o amor de Pai.
Levá-los para a cama quando se deixam dormir na sala (enquanto não pesam!). 
Ir de Férias e levá-los sempre connosco, não é despejá-los em casa dos Tios, dos Avós ou de Vizinhos.
Ler-lhes uma história antes de dormirem. Não esquecer todas as noites de ir vê-los ao quarto.
Ser o confidente deles mas ao mesmo tempo saber respeitar a privacidade deles q.b., tentar ser o amigo em quem confiam e o ombro onde podem desabafar.
Estarmos sempre dispostos a escutá-los e a aconselhá-los.
Ser discreto na vida deles, mas sempre atento e presente. A Adolescência é a fase mais complicada. Há que saber gerir… não há fórmulas mágicas.

Classificar um Pai Perfeito como o Pai dos 2 primeiros anos, minimiza (e muito!!) a quem é Pai a tempo inteiro e que já passou por toda a experiência de o ser. Com 43 anos, viúvo há 16, Pai de uma Mulher de 19 e de um Rapaz de 17.

Posso não ser um Pai Perfeito, mas sei o que é Ser simplesmente Pai.

P.S.: Ah! E ainda temos que ir trabalhar todos os dias!!

Por João Pinhel, para Up To Kids®

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Os pais separam-se um do outro mas não dos seus filhos…

A separação do casal deveria ser mesmo só isso, a separação de dois adultos que um dia sonharam algo diferente. A desilusão, o desmoronar de um sonho, os planos que se fizeram e se desfizeram…tudo isso é da responsabilidade dos pais, mas não dos seus filhos. O divórcio não é dos filhos, é apenas dos pais.

Ruptura conjugal  não implica ruptura parental

Os adultos complicam muito as coisas! Passamos a vida a dizer isto às crianças e é mesmo verdade!

Há que respeitar e nunca esquecer que as crianças são seres de plenos direitos e têm por isso direito a ter os pais presentes na sua vida, independentemente da relação que estes mantêm entre ambos.

É sempre triste para uma criança ter de lidar com a ruptura e separação dos seus progenitores, mas bem pior ainda é ter de ficar no meio de uma guerra entre as pessoas que supostamente deveriam ser os seus protetores e cuidadores, sendo a maior parte das vezes usadas elas próprias como armas de arremesso.

O que destabiliza emocionalmente os filhos não é a separação em si mas a forma como esta é gerida pelos seus pais.

Não pode ser um jogo…não pode haver competição…e os filhos não podem sair penalizados.

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O amor dos pais pelos filhos não pode ser pautado pelo amor que sentem ou deixam de sentir um pelo outro. A relação com os filhos tem de ser de um amor incondicional, sem barreiras ou limites.

Os pais devem sempre ter uma relação com os filhos baseada na comunicação, aberta e franca.

Os filhos devem ser protegidos de discussões ou mau ambiente, e caso a solução para o casal seja a separação, os pais devem manter a consistência anteriormente conseguida, enquanto ainda casados, para que os filhos continuem a ter a mesma atenção de ambos.

Devem ser evitadas atitudes menos positivas que comprometam o normal e saudável desenvolvimento harmonioso dos filhos.

Os pais devem proporcionar rotinas adequadas ao estabelecimento de um ambiente securizante. É neste ambiente saudável que a criança deve crescer e desenvolver-se, adquirindo uma boa auto-estima.

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A forma como os pais conduzem todo o processo da separação, vai pautar a vida emocional dos seus filhos e a existência ou não de possíveis vivências traumáticas. O desejável será os pais nunca deixarem de falar com os seus filhos, serem sinceros, comunicarem sempre com eles, usando uma linguagem adequada ao seu entendimento e nunca uma linguagem agressiva. Não se podem esquecer que são o exemplo a seguir, logo, devem ter em consideração que o que fizerem pode também pautar a qualidade dos relacionamentos futuros dos seus filhos.

Pais conscientes e presentes educam filhos seguros e confiantes. Pais imaturos, que se agridem ou discutem criam filhos inseguros e assustados, que provavelmente se relacionarão da mesma forma na sua vida futura.

As separações quando repentinas e mal explicadas podem também deixar os filhos com sentimentos de culpa, por serem surpreendidos, pensando que deve ser algum castigo a algo de errado que possam ter feito.

A idade das crianças também é determinante na forma como é vivida a separação dos pais, no entanto apesar das diferentes reacções, ou da intensidade das mesmas, a verdade é que a tristeza é um sentimento comum. Não se podendo evitar a tristeza, há que evitar que a experiência seja traumática, tentando que as crianças passem por esta situação da forma mais estável e tranquila possível. A postura dos pais tem por isso de ser equilibrada e baseada na comunicação sincera. E no amor…o amor é o essencial na educação dos filhos. Mesmo quando este desaparece entre o casal, nunca pode desaparecer em relação aos filhos, não são condicionais…

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O papel de pais não termina nunca…desde que nascem os filhos, o papel de pais é assumido para toda a vida! E não há papel melhor!!…

Por isso…pais felizes, filhos felizes! O caminho da felicidade é esse…ser feliz, fazendo feliz quem está à nossa volta!..

 

imagem@MundoMulheres

 

Desde a infância que sonhamos com o “foram felizes para sempre” e presumo que a maioria de nós queira mais do que um sorriso pepsodente e uma conta recheada num homem. Procuramos o homem perfeito: o melhor namorado, marido e, se não for pedir muito, o melhor pai para os nossos filhos. Queremos o príncipe encantado, bonito, musculado e detentor de uma espada, mas isso só não chega e acabamos por preferir que seja um Shrek: trapalhão, mas um bom pai de família. 

Segue-se uma pequena lista que condensa o que queremos num pai perfeito (dos nossos filhos):

1) alguém que não tenha medo de por as mãos no cocó 

Mudar a fralda é das coisas mais fáceis do mundo. Se eles vos dizem que não têm jeito (desculpa a ver se pega) façam-nos treinar num nenuco. Se é difícil no início, esperem para ver quando eles se tornam nuns leões indomáveis ou até mesmo quando começam a comer peixe na sopa (mola no nariz).

2) alguém que os adormeça 

Contar uma história (mesmo que as personagens tenham nomes como Lisandro López, Artur e Ola John), fazer quilómetros a balançá-los no colo, dar-lhes festinhas e aconchegar na caminha é coisa de pai, tanto quanto de mãe. Isso e quando os filhos acordam a meio da noite, essa não é tarefa exclusiva da mãe, espertinhos!

3) alguém que lhes dê colo 

“Está a chorar” é a frase que não queremos ouvir. Até porque não somos surdas. O pai da criança tem de saber levantar o rabinho do sofá e ir confortá-la, mimá-la e acalmá-la.

O pai perfeito

4) alguém que lhes dê banho

Tirando as primeiras vezes em que eles são tão pequeninos que por pouco não escapam por entre os nossos dedos, não há nada que saber – o pai da Isabel teve de lhe dar banho logo no primeiro dia que até andou de lado. Remédio santo.

5) alguém que lhes dê a papa

Tirando os 6 primeiros meses de amamentação exclusiva, os pais não se devem acanhar na hora da papa. Têm tanto jeito como nós para cantar, fazer aviões ou até mesmo fazer o pino para que eles comam.

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O PAI PERFEITO NÃO É SÓ PARA OS DOIS PRIMEIROS ANOS

6) alguém que faça sopa 

Mesmo que vos perguntem 10 vezes o que leva a sopa, repitam 10 vezes, encorajem-nos, digam-lhes que se safam muito bem. Os tempos do homem que se sentava à mesa e era o primeiro a ser servido pertencem, e ainda bem, ao passado.

7) alguém que os vista

Mesmo que conjuguem riscas com bolas, rosa com vermelho ou que ponham um bolero por cima de um pullover, a iniciativa deve ser elogiada. Eles vão lá. Ou não, mas não faz mal, até tem graça.

8) alguém que tenha paciência

Paciência é palavra de ordem. Paciência para os filhos e para as mães, mas ai deles se nos dizem alguma coisinha. “Estás impossível” é coisa para verem os nossos dentes cerrados nos próximos séculos e terem direito a cartão vermelho. Querido, não sei se reparaste mas acordei às 06h30, fui trabalhar, fui buscá-la, dei-lhe banho, ela fez birra, pu-la a dormir, limpei a casa toda, fiz o jantar, estendi a roupa, ela acordou, perdi o apetite e tu chegaste só agora. Parece impossível, mas estou impossível, estou.

9) alguém que seja um exemplo

Não é novidade que os filhos são esponjas e um reflexo do que veem. A forma como se trata os outros e como se lida com os problemas, o amor e o carinho que se transmitem, a humildade, o exemplo de esforço e dedicação: tudo isso está sob o olhar deles.

10) alguém que não cumpra estes 9 requisitos, mas que se esforce para tal

Ninguém é perfeito, por isso não há pais perfeitos: até o Shrek é feio e porco. Mas há uma enorme diferença entre tentar e estar-se a marimbar. Um pai perfeito é um pai imperfeito que quer ser o mais perfeito possível.

 

O pai perfeito

 

imagens@WeHeartIt

Uma paragem cardíaca pode ocorrer a qualquer pessoa, em qualquer momento e em qualquer lugar.

Salvar uma vida envolve uma sequência de passos e cada um deles influencia a sobrevivência, pelo que a ajuda à vítima não tem início com a chegada da ajuda diferenciada, sob pena de poder ser tarde de mais.

Por exemplo, um CORRETO pedido de socorro, ligando o 112, é imprescindível, e depende de todos nós. É essencial ensinar os mais pequenos a fazê-lo corretamente, por isso, o tema do Suporte Básico de Vida, com tudo o que este envolve, deve ser abordado nas Escolas.

Assim, o GESTO CERTO recomenda:

1.° Mantenha a calma;

2.° Identifique-se. Basta o primeiro e último nome;

3.° Indique o número de telefone de contacto;

4.° Indique a morada, utilizando pontos de referência. (Por exemplo, Rua da Escola, junto ao café Paraíso);

5.° Indique o sexo da vítima e a idade aproximada;

6.° Refira o estado da vítima, sendo que nestes casos é imprescindível dizer que Não Respira;

7.° Diga o que já se fez e as condições do local, caso de justifique (Por exemplo, dificuldades de acesso, perigo de um poste cair,…).

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A rapidez versus qualidade da informação disponibilizada ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) é primordial para a ativação dos meios de socorro que são efetivamente necessários, assim como para o sucesso da atuação dos serviços de emergência médica, nomeadamente numa situação de paragem cardiorrespiratória.

Todos temos o direito de sermos salvos, mas também temos o dever de saber salvar. Tanto mais que a maior parte destas situações ocorrem em contexto extra-hospitalar, pelo que uma população mais informada poderá fazer toda a diferença.

Esta diferença, reitero, começa com a formação das nossas crianças e jovens. É importante investir na formação dos cidadãos, promovendo uma participação cívica pró ativa e reforçando a responsabilização social.

Tal como refere o Dr. João  dos Santos, “o destino do homem determina-se na  forma como é gerado, no calor dos braços que se lhe estendem, na ideologia que o envolve e na liberdade que lhe é proporcionada para imaginar, experimentar e pensar”.

Por tudo isto, Aprender Suporte Básico de Vida é um Dever Cívico ao Alcance de TODOS.

Por Luis Pacheco, projeto Gesto Certo
para Up To Lisbon Kids®

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2014 chegou ao fim, e a Up To Lisboa Kids quer agradecer a todos os leitores por terem feito parte desta nossa aventura. Obrigada por nos lerem lido, seguido e partilhado. Obrigada por gostarem de nós. <3

Em 2015 continue connosco. Saia mais. Veja mais espetáculos. Leve os miúdos a workshops. Não perca uma exposição. Siga os programas gratuitos. Participe nos nossos passatempos. Desça um escorrega. Aplauda uma peça de pé. Vá a um concerto infantil. Passeie de elétrico. Suba ao Padrão dos descobrimentos. Perca-se em Alfama. Vá ao Planetário ao Domingo de manhã. Ande de bicicleta na promenade de Belém. Coma um pastel. Façam pizzas ao almoço. Compre mais livros. Observe as boas ilustrações. Vá ouvir um conto. Ou vá ver uma curta. Descuide a rotina. Seja espontâneo. Vá a uma exposição de banda desenhada. Dê pão aos peixes no lago à frente do Aquário Vasco da Gama. Vá a um bailado. Coma castanhas na rua. Uma fartura nos carrosséis. Grite numa peça de improviso. Salte no parque. Veja um clássico na Cinemateca Júnior. Continue connosco. Estas são apenas algumas das sugestões que irá encontrar nas nossas páginas. Inspire-se nos nossos artigos. E se gostar partilhe. Nós agradecemos.

Os nossos números e os mais lidos

Em 2014 tivemos 2 milhões e meio de visitas, ao longo de 491 posts. O post mais visto foi publicado no dia 25 Fev’14 e teve 79,349 visualizações.

Fomos lidos em 196 países do mundo, sendo Portugal o grande líder das nossas audiências, seguido pelo Brasil, Uk, Angola, Moçambique, EUA, Austrália, etc.

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Fomos convidados para ir à TV duas vezes. E fomos.

Construímos ligações, criamos parcerias, fizemos amizades.

O post mais visto teve 281,112 visualizações, e caso lhe tenha escapado ou queira reler algum artigo fica aqui a lista dos mais lidos em 2014:

7 atitudes dos pais que irão impedir os seus filhos de se tornarem lideres

Carta de um pai para a sua filha

A verdade sobre ter um terceiro filho

Se, antes de ter filhos, eu soubesse…

Carta às mães mais que perfeitas

A influência dos elogios no desempenho das crianças

7 segredos para criar crianças mais felizes

És definitivamente uma mãe quando

O que deve saber uma crianças de 4 anos

Quando as emoções dos nossos filhos movem o nosso mundo

Ser pai é uma tarefa árdua.

Os nossos filhos, especialmente os mais pequenos, têm vários momentos em que nos tiram do sério.

Seja tolerante consigo, mas quando se sentir tranquilo e livre de stress, aproveite para “treinar” as emoções do seu filho. Futuramente, haverá menos explosões de emoções e o seu filho tornar-se-á mais competente em diferentes áreas.

O que poderá fazer para ser um “Treinador” de Emoções:

1º Reconhecer Emoções
Isto de reconhecer emoções pode ser difícil, no entanto, é essencial que consiga reconhecer as suas e as do seu filho, quer sejam estas mais ou menos intensas.

2º Oportunidade de Intimidade e de Aprendizagem
Depois de reconhecer as emoções temos a porta aberta para a aprendizagem dos miúdos e ainda, para ficarmos mais próximos deles.

3º Empatizar e Validar a Emoção
O seu filho precisa de se sentir compreendido e orientado por si, visto isso, terá apenas de mostrar que percebe o que ele está a sentir e respeitar a emoção presente.

4º Ajudar a dar nomes às Emoções
Como o seu filho ainda é pequeno, é absolutamente natural que ainda tenha dificuldade em saber o que está a sentir, sendo assim, precisa de si para aprender o nome da emoção, para que seja possível, posteriormente, compreender e dar sentido a estas emoções.

Eis as sete emoções fundamentais – alegria, surpresa, medo, tristeza, raiva, nojo e desprezo

5º Manter os Limites e ajudar na Resolução de Problemas
Finalmente, é preciso que o seu filho saiba quem é o pai, e que apesar de o compreender e de o ajudar a lidar com as emoções, é você quem manda e tem a última palavra. Você está a ajudar o seu filho a lidar com o que sente, o que não implica que lhe fará as vontades. Para além disso, poderá sugerir formas de resolver o problema, ou formas de lidar com a frustração que ele possa estar a sentir num dado momento.

Para que possa compreender melhor deixo uma situação exemplo:

O Henrique tem 8 anos e faz birra quando o irmão mais novo lhe tira o brinquedo com que estava a brincar.

Resposta mais frequente de um pai:
Dá o brinquedo ao teu irmão e pára de chorar. Agora é a vez dele brincar

O que nós sugerimos:
“Eu sei que estás com raiva porque o teu irmão te tirou o brinquedo. Sei que gostas muito de brincar com ele, mas agora quero que o emprestes ao teu irmão porque é a vez de ele brincar”

Em suma, o que se pretende é que você possa ser o treinador das emoções do seu filho, dando-lhes a possibilidade de aprender a dar nomes as emoções e a lidar com elas. Com o treino o seu filho será capaz de enfrentar as dificuldades e problemas da vida de forma eficaz e criativa porque com esta abordagem ele aprenderá que as emoções não são perigosas, que o seu pai é capaz de aceitar as emoções mais difíceis e que está presente para o ajudar a lidar com elas.

Resultados evidentes do treino das emoções dos nossos filhos

Com o tempo, o seu filho tornar-se-á mais calmo e fará menos birras, uma vez que o ensinou a lidar com as emoções que tem dentro dele. Finalmente, futuramente, o seu filho será também mais capaz em todas as adversidades que possam surgir, sendo por isso uma criança mais saudável (ex: terá melhores notas e não irá desistir se tirar uma negativa num teste; saberá resolver problemas com amigos ou colegas; será um adolescente capaz de tomar decisões mais acertadas).

Sei que pode parecer difícil, e que por vezes as emoções são assustadoras até para os adultos, no entanto, são elas que abrem espaço a uma oportunidade de crescimento, tanto sua, como do seu filho. Terá apenas de relaxar, aceitar e abraçar a oportunidade de ser o treinador de emoções do seu filho.

Divirta-se!

 

LER TAMBÉM…

Comunicação Adequada

Como comunicar com os filhos de forma positiva e eficaz

Coaching em Família

 

 

Pais que protegem demais aumentam os riscos dos filhos se tornarem vítimas de bullying

É uma ideia de senso comum que negligenciar uma criança é prejudicial ao seu desenvolvimento.

Contudo, o que se começa a compreender é que a proteção em excesso pode ser tanto ou mais perigosa quanto a negligência.

A comunidade de psicólogos compreendeu que uma criança cujos pais não sejam suficientemente atentos pode desenvolver algumas problemáticas emocionais, mas tende a readaptar-se para se proteger e manter equilibrada. Já as crianças cujos pais são excessivamente protetores podem acabar por não conseguir desenvolver-se adequadamente de todo.

A questão do bullying Dieter Wolke, Ph. D, Professor de Psicologia do desenvolvimento da Universidade de Warwick no Reino Unido e autor deste estudo, dá-nos um exemplo prático das consequências:

“A sobreproteção pode aumentar o risco das crianças se tornarem vítimas de bullying”.

De acordo com esta revisão de 70 estudos que englobam 200 mil crianças, pais que protegem os seus filhos de experiências negativas tornam-nos mais vulneráveis. Pais atentos e que acompanham a vida diária dos seus filhos previnem o bullying. Pais que protegem demasiado os seus filhos, aumentam os riscos destes se tornarem alvos mais fáceis.
O objetivo dos pais, segundo o Dr. Wolke, é o de tornar as crianças competentes, efetivas e autónomas. As crianças precisam de lidar com doses controladas de stress e de experiências negativas para que possa desenvolver estratégias para lidar futuramente com situações de perigo/ desgaste mais acentuados.

5 aspetos a considerar (para pais e professores):

1. Ensine às crianças formas de resolver os seus problemas;

2. Mostre-lhes a importância de saber gerir os conflitos com os outros, recorrendo à lógica, à empatia e à sua capacidade de dialogar;

3. Ajude-os a desenvolver a inteligência emocional – a IE permite-nos tornar-nos mais auto-conscientes, conseguir gerir as nossas próprias emoções, ser socialmente consciente e gerir a relação com os outros. A IE desenvolve a resiliência;

4. Ensine-os a definir e a gerir expetativas;

5. Não faça por eles. Ensine-os a fazer por si próprios.

Agora é convosco, pais e professores, o que acrescentariam a esta lista?

 

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Pais atentos, Crianças seguras

Proteger os seus filhos do divórcio

Mães e Pais têm licença poética para serem ridículos

 

 

Márcia Fidalgo, Professora de Educação Especial Centro Ser Mais,
Para Up To Kids®

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imagem capa@Hugh Kretschmer for TIME

Estou a ficar louca! Estou a tentar fazer o jantar, eles não param de me chamar para pedir coisas e eles são três e eu sou só uma, e nem sequer consegui trocar a porcaria da lâmpada naquele candeeiro ridículo da casa de banho!

Foi assim que eu cumprimentei o meu marido, ontem, quando entrou em casa. Sem um sorriso. Obviamente sem um beijo, mas de qualquer forma eu nem sequer tinha tomado banho, por isso ele até aproveitou para fugir com o rabo à seringa.

Era eu no meu pior. E foi assim que ele foi recebido em casa. Com uns disparates sobre lâmpadas estúpidas e difíceis de colocar, e alguns palavrões.

Ele já me viu a ceder em diversas situações, mas mal entra em casa… isto foi uma situação nova.

As coisas acalmaram depois de toda a gente ter jantado. Eu estava a arrumar, a cozinha o meu marido entrou, deu-me um abraço e disse : ”Lamento que tenhas tido um dia tão complicado”.

Nesse momento senti-me mesmo mal. O dia não tinha sido assim tão mau. Foi um dia perfeitamente normal. Houve uns momentos óptimos e outros difíceis. Mas na maior parte do dia não estivemos assim em tanto stress. As miúdas fizeram desenhos para forrar o túnel de papelão que tínhamos feito. Adoraram o almoço porque tinha queijo e ketchup. E apesar das gémeas não terem dormido, o bebé dormiu quase três horas. No geral, podia ter corrido muito pior.

Foi só que aconteceu tudo ao mesmo tempo. Estava a saltear cogumelos, a mexer o feijão e a fazer arroz no micro-ondas. As gémeas não se calavam, porque estavam na casa de banho e diziam que não tinha luz suficiente para fazerem xixi.

O bebé andava a rasgar os desenhos que as miúdas fizeram com tanta dedicação para forrar o túnel, e que eu andei metade do dia a colar aquilo. E começou a gritar, e elas também gritavam!

O cão vomitou no chão e o cheiro começava a misturar-se com o cheiro do feijão e das especiarias que já começavam a agarrar no fundo da panela!

Claro que tudo isto estava a acontecer no preciso momento que o meu marido entrou em casa. Mal entrou e apanhou-me toda irritada, a gritar e a transpirar em bica que fez com que imaginasse que tinha tido um dia terrível. Assim que caí em mim, senti-me pessimamente porque me apercebi de uma coisa: no meu melhor eu sou divertida, criativa e entusiasta. No meu pior sou uma cabra rezingona e fria. Normalmente sou equilibrada, e apesar dos meus filhos normalmente lidarem com o melhor de mim, o meu marido simplesmente não tem essa sorte.

Tenho medo que isto seja o principio da queda de um casamento.

Tenho medo que ele comece a achar que eu estou sempre aos gritos com os miúdos quando estou sozinha com os miúdos em casa. Porque, na verdade, eu não estou.

Ele não me vê a partir das dez da manhã, quando já está tudo calmo e eu já bebi o meu café. Às vezes consigo arrumar a cozinha, lavar os dentes, e às vezes até consigo escapulir-me e tomar um banho relaxada.
A essa hora é quando nos aconchegamos no sofá e fazemos uma maratona das histórias favoritas deles.  Ou dançámos. Ou fazemos manualidades com coisas que temos em casa. A essa hora é quando eu me divirto com os meus filhos, e eles recebem toda a minha atenção.

Mas e o meu marido? Ele vê-me de manhã toda destrambelhada, com os olhos meios fechados e sem paciência para nada. Depois só me vê no fim do dia quando estou completamente de rastos.

Claro que há fins-de-semana. Mas com crianças nunca tempos tempo para nós.. Saímos os dois muito de vez em quando, mas obviamente não é o necessário.

Adoro poder ser eu própria com o meu marido. Ele não quer saber se estou maquilhada ou não. Eu sei que ele me ama. Eu sei que ele ama a forma como criamos uma família juntos. Somos uma equipa e estamos nisto junto.

Mas eu quero ser divertida, e interessante e sexy quando estou com ele pelo menos algumas das vezes. Eu quero que ele veja para lá da mãe sempre em stress, aos gritos e cheia de nódoas. E eu sei que ele não me vê assim, mas por quanto tempo vai conseguir ver para lá dessa imagem, se não tiver de vez em quando, um avivamento de memória?  Como é que posso fazer para lhe mostrar o meu eu divertido e sexy? Como é que as outras stay-at-home-moms fazem? E será que ele também se preocupa com algumas destas coisas?

Talvez seja só uma fase. Talvez seja só o resultado dos primeiros anos dos filhos. Talvez um dia que consiga ler um livro, escrever, pensar, ir ao ginásio eu consiga ter energia suficiente para estar sempre bem-disposta quando o meu marido está em casa. Talvez eu consiga parar de andar aos gritos por causa da luz da casa de banho e consiga vestir uma roupa gira e sem nódoas, pelo menos de vez em quando.

Nós merecemos os dois isso. Merecemos à séria.

Kate Parlin para Scary Mommy
Traduzido e adaptado por Up To  Kids®

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Pais à beira de um ataque de nervos

Quem nunca assistiu à birra de uma criança em pleno supermercado?

A criança que entre choros e gritos estridentes se atira ao chão; os pais (descontrolados, desgastados, desesperados e por vezes até desgrenhados) que tentam a todo o custo dar termo à infindável birra e que, por vergonha, anseiam o fim dos olhares acusatórios que teimam em surgir (por entre fraldas e pacotes de bolachas).

Manter a calma.

Algo que é tão desejado entre os pais (e tantas vezes prometido) mas que é tão difícil de alcançar em certas ocasiões.

Como manter a calma quando, num abrir e fechar de olhos, tudo se transformou num verdadeiro campo de batalha?

Como garantir a serenidade quando as regras e os limites são constantemente desafiados até à exaustão e as birras teimam em chegar dia após dia?

Como voltar a recuperar o controlo quando a panela de pressão está prestes a rebentar?

Certos comportamentos funcionam em nós como “gatilhos” que, ao serem acionados, podem levar-nos a agir da forma menos ponderada. Na parentalidade, experiência pessoal particularmente complexa e emotiva, as emoções podem ganhar especial relevo e levar a respostas menos desejadas. O desafio prende-se com o reconhecimento das emoções e dos sentimentos que surgem nos momentos de tensão, tal como a procura de estratégias eficazes que possibilitem um maior controlo das emoções, sempre que o “gatilho” é ativado.1

Dar livre curso à raiva (com gritos e pragas de todo o tipo), pode dar-nos a sensação momentânea de que estamos a libertar a tensão e a reduzir a irritabilidade que estamos a sentir no momento.

Mas será que libertar a tensão do momento, como se de uma panela de pressão nos tratássemos, é a melhor solução? Será que a sensação de efeito catártico que sentimos naquele instante, é eficaz a longo prazo?

Na verdade, muitas vezes o que adquirimos é apenas uma falsa sensação de poder momentâneo. Violência gera violência e dar livre curso à raiva pode estimular a agressividade e prolongar a sensação de irritabilidade.

A longo prazo, e através da observação, as crianças podem aprender o comportamento dos pais e reagir de forma mais agressiva sempre que se sentirem frustrados.¹ Da mesma forma, observar uma postura calma em momentos de stress, poderá levar a criança a reagir de forma mais assertiva perante situações de frustração.

Aprender a relaxar e a gerir o nível de stress e irritabilidade pode ajudá-lo(a) a manter o controlo e a alcançar os seus objetivos sem o/a levar a si e aos outros à exaustão. Dê atenção ao seu corpo, aos sinais de tensão, e procure respirar e relaxar!2

Fazer tempos de pausa pode ser uma estratégia eficaz no alívio da tensão. Esta permitir-lhe-á afastar-se da situação, rever as estratégias usadas e “recuperar o folego”. Se está sozinho(a) com uma criança e não pode ausentar-se, tente alterar o tempo de pausa e adaptá-lo às circunstâncias.2

Sugerimos que experimente quais as estratégias que melhor funcionam ou não funcionam consigo.

Damos-lhe alguns exemplos:

Pare e pense antes de responder, sempre. Lembre-se da importância que é manter-se calmo e não perder o controlo.

Conheça os seus gatilhos e tome atenção ao seu corpo. Perceba quando o seu corpo lhe está a dizer para se acalmar (ex. coração acelerado, músculos tensos, nó na garganta).

Está no meio do conflito? Respire fundo e afaste-se por uns minutos. Durante o tempo de pausa, procure relaxar e distinguir as suas emoções dos seus pensamentos.

– Aprenda a relaxar. Aprender a relaxar fisicamente pode ser fundamental. Respirar profunda e lentamente sentindo o ar a entrar e a sair do nosso corpo, por exemplo, ajuda a libertar a tensão, diminui o ritmo cardíaco, relaxa os músculos e reduz a pressão sanguínea. Mesmo quando está em atividade, pode utilizar técnicas de relaxamento.

Liberte o stress através da prática de exercício.

 

1Pincus, D.  (2014). How to stop yelling at your kids: Use These 10 tips @ empoweringparents
2Webster-Stratton, C. (2010). Os anos incríveis: Guia de resolução de problemas para pais de crianças dos 2 aos 8 anos de idade. Braga: Psiquilibrios Edições

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