É sabido que, quando se fala de assuntos relacionados com a maternidade e parentalidade há sempre opiniões divergentes relativas às opções de cada mãe/pai.

Há quem defenda a amamentação até aos 523 meses, há quem opte por amamentar até aos 6 meses, e há quem opte por não amamentar. Há quem queira amamentar e não pode ou não consegue.

Há quem dê colo a vida toda, outros defendem que não se deve dar colo.

Há quem deixe os bebés a chorar até “aprenderem” a dormir sozinhos, há adeptos do co-sleeping.

Há mães que optam por ficar em casa com os miúdos. Há mães que não estão para ai viradas. Há mães que queriam ficar em casa e não podem.

Há quem diga que “uma palmada na hora certa nunca fez mal a ninguém!”, há (cada vez mais) pais contra a palmada, considerando ser um ato de violência física e emocional para as crianças.

Poderíamos continuar a listar as 1001 diferenças entre pais e mães de todo o mundo, mas no fim, o que todos queremos é o bem estar dos nossos filhos. E apesar das diferenças, os Pais, são um dos grupos mais compreensivos e consequentemente cooperantes quando se trata do bem estar dos nossos filhos, ou dos filhos alheio!

Porque, independentemente das opções dos pais, uma criança é sempre uma criança.
E independentemente das nossas opções, em primeiro lugar somos pais!

 

 

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