A propósito desde meu artigo sobre a Rubéola uma mãe questionou-me relativamente ao seu caso em particular, pois descobriu que não estava imune à rubéola e estava grávida. Para saberem mais sobre esta patologia podem ler o artigo. A questão é? Deve ou não a grávida ser vacinada? Embora existam várias maneiras de pensar e também porque cada caso é um caso gostava na mesma de esclarecer sobre esta temática explicando alguns conceitos.

Imunidade

Primeiro de tudo convém entendermos o que é a imunidade e que influência tem na nossa gravidez.

Tipos de vacinas

Alguns exemplos de tipos de vacinas pois elas não são todas iguais nem na sua forma de actuação nem na composição.

Vacinas atenuadas

 O Microrganismo (bactéria ou vírus vivos), obtido a partir de um indivíduo ou animal infectado, é atenuado por passagens sucessivas em meios de cultura ou culturas celulares, diminuindo assim o seu poder infeccioso. Como exemplo deste tipo de vacina existe a vacina contra rubéola, BCG, varicela, etc.


Vacinas inativadas

Os microrganismos são mortos por agentes químicos ou físicos. A grande vantagem das vacinas inativadas é a total ausência de poder infeccioso do agente, mantendo as suas características imunológicas. Ou seja, estas vacinas não provocam a doença, mas têm a capacidade de induzir proteção (estimular produção de anticorpos) contra essa mesma doença.
 Estas vacinas têm como desvantagem induzir uma resposta imunitária subóptima, o que por vezes requer a necessidade de administrar várias doses de reforço.
Alguns exemplos das inativadas são hepatite A, hepatite B, influenza e HPV.

Vacinas conjugadas

As vacinas conjugadas são produzidas para combater diferentes tipos de doenças causadas por bactérias chamadas encapsuladas (que possuem capa protetora composta por polissacarídeos, substâncias parecidas com açúcares).
Exemplo: vacina pneumocócica 23 (protege contra 23 tipos de pneumonia).

Vacinas na gravidez

Muito se tem falado sobre as vacinas na gravidez. As vacinas são diferentes entre si nas suas composições e origens como vimos atrás.
Na gravidez, como a vacinação pode afetar o bebé o risco tem que ser muito bem medido. Pois também há risco da mãe contrair a doença e aí ainda será mais prejudicial para o bebé. Para isso deverá falar com o seu médico e saber qual a opinião dele neste caso.

CASO DA RUBÉOLA

  • A vacina contra rubéola é composta de vírus vivo atenuado, e portanto, é contra-indicada na gravidez.
  • Toda a mulher em idade fértil deve realizar uma colheita de sangue para saber o seu estado imunológico contra rubéola. Naquelas com resultado negativo (IgG negativo), deve-se aplicar a vacina e depois aí aguardar uns meses para ter a certeza que fica imunizada.
  • Uma única dose da vacina contra rubéola é eficaz para criar imunização permanente em mais de 95% dos casos.
  • A presença do vírus causador da rubéola na mulher que pretende engravidar ou grávida aumenta o risco de ocorrer um aborto espontâneo ou causar alterações ao feto.
  • Não há problemas em receber a vacina durante a amamentação. Também não há problema em ser revacinada.

O QUE REPRESENTAM AS IGG E AS IGM?

IgG (Imunoglobulina G) e IgM (Imunoglobulina M) são anticorpos que o organismo produz quando entra em contato com algum tipo de micro-organismo invasor.

A diferença entre eles é que o IgM é produzido na fase aguda da infecção, enquanto que o IgG, que também surge na fase aguda, é mais específico e serve para proteger a pessoa de futuras infecções, permanecendo por toda a vida.

Quando pesquisamos IgG e IgM temos o objectivo de detectar o estágio de diversas doenças, entre elas a toxoplasmose, rubéola e a infecção pelo citomegalovírus:

  • IgG negativo (não reagente) e IgM negativo (não reagente): nunca entrou em contato com o patógeno (nunca teve a doença ou nunca tomou vacina) e está susceptível a ter a doença, ou seja, se estiver em contacto com o microorganismo poderá ficar doente.
  • IgG negativo e IgM positivo: infecção aguda (dias, semanas), ou seja, esteve em contacto com a doença há pouco tempo e ainda está a reagir.
  • IgG positivo (reagente) e IgM positivo (reagente): infecção recente (semanas ou meses), ou seja, esteve há poucas semanas em contacto com a doença e já está a criar defesas.
  • IgG positivo e IgM negativo: infecção antiga (meses ou anos) ou sucesso da vacina, ou seja, o seu corpo quando estiver em contacto de novo com a doença tem agentes que reconhecem e que a vão eliminar rapidamente.

Concluindo, o exame sorológico da rubéola é feito durante a gravidez e tem com objectivo detectar a presença de anticorpos contra a rubéola na corrente sanguínea (anticorpos IgG e IgM). A presença de anticorpos pode revelar se a mulher é imune ou entrou em contato com o vírus da rubéola recentemente. Para assim fazer um despiste e actuar em conformidade com os resultados obtidos.

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Quero lá saber se não deu a vacina à filha! Nenhuma mãe merece. Nenhuma mãe.

Foi uma mãe. Uma mãe que perdeu uma filha.

Uma mãe como eu e como tu.

Uma jovem que sem culpa nenhuma, estava no local errado à hora errada. Não lhe tinha sido administrada uma vacina o que complicou o seu estado de saúde. Mas e a mãe? Será a pior aos olhos do Mundo por ter falhado uma vacina? Não fazemos todos nós o que achamos melhor para os nossos filhos?

Quando vi a notícia saí a correr para confirmar o boletim de vacinas das minhas filhas, falhei duas na mais velha e uma na mais pequena, nenhuma é a do sarampo… mas podia ser.

Podia ser eu, podia ser uma de nós.

Uma de nós. E é só nisto que consigo pensar.

Uma mãe que perdeu uma filha.

Como é que podemos viver com este peso na consciência?

O peso de criticar uma de nós, que em consciência e de acordo com as suas crenças e ideologias educou e criou a sua filha e fez por ela o que considerou ser o melhor.

Se calhar até foi ao médico, se calhar até perguntou se devia administrar a vacina, se calhar até lhe responderam “Não vale a pena, porque o sarampo já não é uma doença comum”, se calhar….

Ou talvez não, talvez esta mãe seja a favor da homeopatia e contra as vacinas, talvez tenha sido uma opção que tomou em determinada altura da sua vida. Não tomamos todas nós opções e decisões pelos nossos filhos? Eu sou crente numa educação católica e batizei as minhas filhas. Quem me garante que elas serão católicas ou vão concordar com esta minha opção?

Não sei os motivos. Não concordo com a não vacinação mas quem sou eu para condenar?

Não posso é ficar calada, inerte quando oiço “a mãe teve o que mereceu” ou “espero que agora abra os olhos”…. Palavras de mulheres, mães como eu que me rasgam o coração. Palavras duras de mais para quem realmente não merece. Nenhuma mãe merece perder uma filha. E foi isso que aconteceu. Uma morte estúpida e lamentável, talvez pudesse ter sido evitada, talvez…

Mas não é como em tudo na vida?

Quando escolhi a escola para as minhas filhas tive alguma garantia de que ali não seriam vítimas de bulling? E quando as deixar ir naquela viagem de finalistas, saberei que não irão beber? E quando o primeiro namorado que as for buscar no carro do pai para jantar fora? Como saberei que conduz bem? Como?

Nunca sabemos quando o azar nos bate á porta, hoje foi aquela mãe e amanhã poderá ser outra. Não façam aos outros o que não gostariam que vos fizessem a vós. Não se alegrem com a tragédia dos outros. Não deixem a raiva falar mais alto. Eduquem com amor.

Eu estou com essa mãe no pensamento e no coração, tudo o que consigo pensar é no desespero e o tornado de emoções que deve estar a sentir.

Quero lá saber se não deu a vacina à filha! Nenhuma mãe merece. Nenhuma mãe.

O que é o Programa Nacional de Vacinação?

A vacinação é atualmente a melhor forma de prevenção de determinadas doenças, e tem como principal objetivo o desenvolvimento do sistema imunitário e fortalecimento do organismo. As vacinas permitem salvar vidas.

O Programa Nacional de Vacinação (PNV) é completamente gratuito e destina-se a todas as pessoas presentes em Portugal. É de salientar que este difere de país para país, devendo ser cumprido o plano de vacinação do país onde a pessoa reside.

Quais as vacinas que estão incluídas no Plano actual de vacinação em Portugal?

Nome da vacina Designação
BCG Vacina contra a tuberculose
VHB Vacina contra o vírus da hepatite B
HIB Vacina contra Haemophilus influenza b
DTPa Vacina tripla contra difteria, tétano e tosse convulsa
VIP Vacina contra poliomielite
MenC Vacina contra meningococo tipo C
VASPR Vacina tripla contra sarampo, parotidite epidémica e rubéola
Td Vacina contra o tétano e difteria
HPV Vacina contra o vírus papiloma humano

 

Com que idade deve vacinar os seus filhos?

O Programa Nacional de Vacinação é aplicado através de um Esquema Vacinal Recomendado a toda a população presente em Portugal, de acordo com a idade.

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Fonte: DGS

 

Importante

  • Para proteger o seu bebé o mais precocemente possível e da forma mais adequada, deve cumprir com as idades em que está prevista a vacinação
  • A maior parte das vacinas são administradas em mais do que uma dose, ou seja, uma dose inicial e posteriormente os reforços das mesmas. Desta forma o organismo vai criando uma resposta adequada e formando anticorpos em quantidades eficazes e duradoiras. A única excepção é a BCG que é administrada em dose única.
  • As vacinas incluídas no PNV são eficazes e seguras, podendo apenas ocorrer alguns efeitos secundários que são frequentes, tais como uma reacção ligeira no local da picada (dor, edema/inchaço, vermelhidão) ou febre. Qualquer destes efeitos secundários, geralmente, tem uma duração curta e não necessita de avaliação médica.
  • Além das vacinas do PNV, existem outras, designadas como vacinas extraplano e que estão disponíveis na farmácia mas que necessitam de prescrição médica (ex. vacina para determinados tipos de pneumococo, para o rotavirus, para o vírus da Hepatite A). Cabe ao médico informar e esclarecer os pais sobre a sua existência para que estes possam tomar uma decisão consciente relativamente à aquisição das mesmas.
  • É fundamental ter sempre em atenção as recomendações que lhe são dadas pelo seu médico e/ou enfermeiro antes e após a vacinação do seu bebé

imagemcapa@googleplus

Por Sara Figueira (Enfermeira) e Ana Filipa Ferreira (Enfermeira Especialista em Saúde Materna e Obstetrícia)

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Centros de Saúde estão a receber muitos pedidos de pais para antecipar vacinas, mas a Direcção-Geral da Saúde esclarece que antecipação só se justifica em casos excepcionais.

A vacina é dada na primeira dose aos 12 meses.

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Com os centros de saúde a serem inundados de pedidos de pais que querem vacinar os seus filhos antes dos 12 meses, a Direcção-Geral da Saúde (DGS) esclareceu que só as crianças entre os seis meses e um ano “em situações excepcionais” e que tiverem receita médica em papel terão acesso a este fármaco.
 
A vacina combinada que inclui a do sarampo e é dada na primeira dose aos 12 meses e, na segunda dose, aos cinco anos, apenas poderá ser poderá ser antecipada “mediante prescrição médica em suporte de papel, como previsto, em situações especiais, no Programa Nacional de Vacinação (PNV)”, esclarece a DGS numa orientação emitida nesta quinta-feira.

Em apresentação trivalente (contra o sarampo, papeira e rubeóla), a vacina “deve estar acessível em todos os pontos de vacinação do país” e deve ser administrada “sem bloqueios administrativos e sem qualquer pagamento por parte do utente, como definido” no PNV, sublinha ainda a DGS.

Estas são as regras a seguir pelas “equipas de todos os pontos de vacinação”, esclarece. Uma fonte da DGS confirmou ao PÚBLICO que os centros de saúde estão a receber muitos pedidos de pais que pedem para que a vacinação seja antecipada. Mas esta possibilidade apenas está prevista nos casos de crianças que tenham tido contacto com um doente em fase de contágio ou que sofram de determinadas patologias.

A DGS já tinha recomendado numa orientação anterior que a prescrição destas vacinas deve ser “devidamente ponderada” pelo médico, “tendo em consideração a situação clínica e epidemiológica em cada momento e em particular em situações de pós-exposição”. A autoridade de saúde recordava também que a vacina administrada antes dos 12 meses não é considerada válida em termos de calendário vacinal e que os menores que tenham antecipado a inoculação devem ser revacinados quando fizerem um ano, respeitando o intervalo mínimo de quatro semanas entre doses.

In O Publico, a 20.04.2017

imagem@shutterstock

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O Serviço Nacional de Saúde é uma estrutura através do qual o Estado Português assegura o direito à saúde  (promoção, prevenção e vigilância) a todos os cidadãos de Portugal. O Programa Nacional de Vacinação é destinado a todas as pessoas presentes em Portugal e gratuito para o utilizador com financiamento do Orçamento de Estado.

Em Portugal, o movimento anti vacinação ainda tem pouca expressão no entanto tem suscitado discussões e posto em causa as recomendações médicas, a industria farmacêutica e os respectivos interesses económicos e políticos.

É importante entender que muitas vezes os movimentos surgem a partir de teorias baseadas nas leis e “políticas” de cada país, e quando são transportados e adaptados a outras realidades deixam de fazer sentido.

O movimento anti-vacinação, iniciou-se nos EUA, onde não existia nenhuma estrutura equivalente a estas (SNS e PNV). Se um individuo precisasse de cuidados médicos (básicos ou não), estes poderiam ascender a milhares de dólares. “The Affordable Health Care for America Act”, também conhecida por “Obamacare”, é a lei federal dos Estados Unidos sancionada pelo presidente Barack Obama em março de 2010, que obriga todas as pessoas que vivam nos EUA a ter um seguro de saúde. Até então, era cada um por si.

Pediatra faz comentário viral no facebook a acabar com a paranóia em torno da Industria farmacêutica

Se já acompanhou algumas discussões na internet sobre este movimento, há algumas coisas que deve saber: primeiro, os defensores do movimento anti-vacinação citam frequentemente sites não científicos e aleatórios para apoiar os seus argumentos. Segundo, os defensores deste movimento referem-se àqueles que acreditam na ciência como “Rebanho” – pessoas que andam atrás da carneirada, e são incapazes de pensar por si próprias. Terceiro, os defensores deste movimento culpam a indústria farmacêutica, e insistem que a única razão para os pediatras recomendarem a vacinação é pura e simplesmente financeira. Ou seja, segundo os aderentes do movimento anti-vacinação a Industria farmacêutica paga a médicos para serem fantoches que receitam vacinas “altamente perigosas” às crianças. Esta acusação é extremamente insultuosa para alguém que passa a vida a cuidar dos nossos filhos.
Isto, simplesmente não é verdade!

Existe dinheiro envolvido. Mas não é das empresas farmacêuticas. Graças à  nova lei, “The Affordable Health Care for America Act”, os médicos recebem um bónus por manter os pacientes saudáveis e oferecer uma prestação de cuidados baseada na valorização do paciente e não no volume de trabalho.

Assim, esta grande teoria da conspiração existente em relação à indústria farmacêutica, simplesmente não faz sentido.

Recentemente, um pediatra fez um comentário num post do Facebook da página “Refutations to Anti-Vaccine Memes”, e explicou:

“Na verdade recebemos”, o comentário começa: “Eu sou pediatra: É chamado – Bónus da qualidade dos cuidados de saúde – e não é pago pela industria farmacêutica. É pago pelas companhias de seguros que nos pagam um bónus para valorizar os cuidados com os nossos pacientes. Para médicos pediatras, como eu, isso implica assegurar-me de que as crianças cumprem as vacinas de acordo com o estipulado para as idades.

Agora, porque razão iria uma companhia de seguros pagar-me para administrar vacinas caríssimas (que são as próprias companhias de seguros que pagam) às crianças, se essas vacinas fossem prejudiciais? Isso não faria qualquer sentido, pois a companhia teria de pagar pelos tratamentos extra que a criança precisaria, resultado de ter administrado a vacina.”

O pediatra explica que as companhias de seguros tomam esta medida, porque se se mantiverem os pacientes saudáveis, a longo prazo vai-se poupar muito dinheiro às próprias Seguradoras.

Este arranjo é tudo graças ao “Affordable Care Act”, que está a testar novas abordagens para a saúde, tentando evitar um sistema de saúde com Taxas, para sistema um baseado em valores e que visa manter todos os cidadãos saudáveis – e não apenas aqueles que podem pagar um seguro privado.

“Eu nem sei se existiria um preço que me pudessem pagar para fazer algo que considerasse prejudicial a um paciente, mas se esse preço existir, não é um número que alguma vez tenha visto. Eu não andei 4 exaustivos anos na faculdade mais três difíceis anos de internato a abdicar de tudo para tirar uma das especialidades mais mal pagas e mais difícil de exercer, só para depois poder prejudicar os miúdos.

OBRIGADO.”

Eu não consigo entender como é que há pessoas que preferem não vacinar de todo os filhos. Acreditam que as crianças irão ganhar imunidade a doenças altamente contagiosas e praticamente erradicadas, mas que podem a qualquer momento se tornar em autênticas epidemias, como foi o caso do Sarampo? (Alemanha e EUA em 2015).

Não vacinar é um acto de negligência. Não só com os seus, mas com o mundo.

Não é despropositado ter medo de injectar os nossos filhos com uma substancia qualquer. Ser um pai preocupado é perfeitamente normal. O que não é razoável é não confiarmos em alguém que escolhemos para cuidar da saúde dos nossos filhos. Negar a ciência e insinuar que os pediatras estão todos juntos a recomendar vacinas nocivas à saúde das nossas crianças, por intermédio da indústria Farmacêutica, é simplesmente insultuoso.
E um absurdo.

 

Baseado num artigo de Maria Guido, para Scary Mommy

A inclusão foi possível após “negociações com a indústria farmacêutica”, conforme revelou à Lusa fonte do Ministério da Saúde, adiantando que a medida custará ao Estado 2,5 milhões de euros, só em 2015.

A vacina Prevenar 13, que previne doenças como a meningite e a pneumonia, vai ser gratuita para as crianças nascidas a partir de 1 de junho, passando a integrar o Programa Nacional de Vacinação, anunciou hoje o Governo.

Esta vacina previne doenças provocadas pela bactéria pneumococo, como a pneumonia, meningite, otite e septicemia, entre outras.

Uma vez que a vacina passará a integrar o Plano Nacional de Vacinação (PNV) a partir de 01 de junho, e como as crianças só podem começar a recebê-la aos dois meses de idade, a vacinação será gratuita a partir de agosto deste ano.

Além das crianças, a Prevenar 13 será igualmente gratuita para “os adultos com doenças crónicas e considerados de alto risco, nomeadamente os portadores do vírus VIH e de certas doenças pulmonares obstrutivas, além do cancro do pulmão”.

Para a restante população, nomeadamente os adultos e as crianças nascidas antes de 1 de junho deste ano, o Estado vai comparticipar 15% do custo da vacina.

O acordo entre a Direção Geral da Saúde (DGS), o Infarmed e a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) e a indústria farmacêutica será firmado quinta-feira.

Fonte Agência Lusa
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