Já não és minha amiga

Ser mãe de crianças de ambos os géneros dá-me uma visão bem diferente da forma de se estar na vida e da convivência social de cada um. Com os rapazes tudo é ou parece simples. Na grande maioria das vezes, para além da competição de macho, pouco mais existe para discutir. Nas meninas é tudo mais complicado e dramático. “Já não és minha amiga”, “já não te convido para ires à minha festa”, “já não gosto de ti”, etc e etc.

 Quem é mãe de menina já passou por isto.

De início tentamos não dar importância. Mas quando as queixas são persistentes e de forma sofrida começamos a achar que a nossa princesa possa estar em sofrimento, a ser excluída e/ou até a ser vitima de bullying. (Lembrando todos os casos expostos nos meios de comunicação social em que os pais não deram conta ou importância). Decidimos então intervir de alguma forma, normalmente pedindo ajuda a professores. Mas quando o fazemos apercebemo-nos de que tudo já foi esquecido e já estão totalmente “amiguinhas” ou “BFF” (best friend forever).

Nós, adultos, não esquecemos tão repentinamente.

Por mais que sejam coisas de miúdos, mais cedo ou mais tarde somos confrontadas com o pedido para a amiga ir brincar lá a casa. Acompanhada de uma birra ou amuo se dizemos que não, e temos de lidar com a presença de uma miúda que ainda há minutos era o foco de sofrimento e choro da nossa filha ( e o risco de voltarem a zangar-se repentinamente). É aqui que começamos a estar atentas à autoestima e capacidade de sociabilização da nossa filha! Será que devo transmitir-lhe ferramentas de defesa psicológica para que não se deixe pisar ou rebaixar? Tenho reforçado sempre a compaixão, humildade, bondade e respeito para com os outros. Na verdade, tanto é atacada e é a presa como é ela que ataca e se transforma na vilã.

Para se ser uma boa amiga precisamos de perceber e dar a entender que apesar da brincadeira, das gargalhadas, do suporte e do carinho, por vezes, podemos encontrar conflitos, mal-entendidos ou tristeza.

E que ferramentas poderão precisar, elas e nós, para contornar estas situações:

  1. Antes de ser amiga de alguém precisa de ser a melhor amiga de si própria;
  2. Ter em nós mães um bom modelo e exemplo;
  3. Conversar sobre o comportamento e características que uma amiga deve ter. Explorar o que é uma má companhia e o que faz. O que espera de uma amiga. (sou da total opinião que não devemos ser nós a dar respostas, mas ajudar a traçar o caminho da descoberta)
  4. Falar sobre as suas qualidades que a fazem especial e única.
  5. Ensinar alguns recursos para lidar com conflitos. (ex: pode fazer perguntas ou pedir explicações, às vezes o tom pode ter sido mal entendido ou as palavras terem um duplo sentido, e o que é escrito então… )
  6. E por fim, o que para mim é uma regra de ouro, tratar os outros como gostariam de ser tratadas.

imagem@parents.fr

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“ Não trates as tuas filhas como princesas , elas precisam saber o que custa a vida”.

Se contasse pelos dedos as vezes que já ouvi esta frase ou parecida já não teria dedos suficientes! E no entanto, dizerem-me que as minhas filhas “São umas princesas”, para mim é, na verdade, um motivo de orgulho!

O Mundo precisa de mais princesas!

E eu espero que vos possa fazer entender que todas as mulheres merecem o estatuto de princesas.

Uma princesa é linda no seu interior e isso nota-se por fora.

Uma princesa tem bondade no seu coração, e isso vê-se nos seus atos.

Uma princesa tem coragem, para dizer sim e dizer não.

Uma princesa não se subjuga, defende os seus direitos, cumpre os seus deveres e luta pelo que acredita.

Uma princesa não humilha, não se deixa humilhar, não admite que humilhem os outros.

Uma princesa nunca aceita menos do que merece mas também nunca pede mais do que tem direito.

As princesas usam saltos altos e vestidos compridos com a mesma elegância com que usam os tênis e o cabelo apanhado. O segredo está em saber que uma princesa não é o que se vê, é o que se sente.

Sintam-se todos os dias como princesas, encontrem o vosso papel no mundo, lembrem-se de todas as mulheres que tiveram de lutar e honrem tudo o que elas conseguiram. Cresçam a gostar de ser mulheres, corram mais rápido, voem mais alto! Sejam tudo o que quiserem ser e não deixem que nunca ninguém vos diga que merecem menos ou que não podem ir á lua!

O mundo precisa de mais princesas,

das que lutam e acreditam que podem fazer mais e melhor,

das que sabem ser e estar ,

das que se atrevem a sonhar

das que vão á luta,

das que se atrevem a falar

das que ajudam quem precisa,

das que sabem o que valem.

O Mundo precisa de mais princesas!

 

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Hoje os contos de fadas mudaram, as princesas mudaram de atitudes.

Espantem-se só, hoje em dia já não existe uma Cinderela em casa, a lavar e a esfregar o chão à espera que o príncipe encantado a venha salvar de um trágico destino.

Já não existe a Rapunzel presa numa torre, deixando o seu cabelo crescer até mais não para servir de corda para o seu príncipe a salvar de uma vida de prisioneira.

Já não existe a Branca de Neve, que limpa a casa aos sete anões, lava, cozinha, passa a ferro enquanto foge da malvada madrasta, esperando o beijo do príncipe encantado.

Todos os contos que representavam o fantástico, a magia, o “ser feliz para sempre”, a salvação da princesa (mulher) pelo príncipe encantado, mudaram. Tal como mudou a importância dada à beleza feminina e o grande final: o casamento “e viveram felizes para sempre”.

Deixaram de ser frágeis, submissas, encantadoras, assertivas, ingénuas, doces e conformadas com o destino, acalentando a esperança de serem salvas, libertadas, por um príncipe.

Hoje os contos de fadas são mais reais, colocando a princesa como salvadora de si mesma. Como lutadora. Corajosa. A que sai do castelo sozinha para se salvar. A que bate o pé para falar, mostrando ter opinião própria.

Hoje temos a princesa Mérida de cabelos ruivos que mostra que a mulher pode ser o que ela quiser, protagonista dos seus sonhos.

A Fiona, que é dona do seu próprio destino, da sua vontade, forte e independente. Que come o que lhe apetece, que até dá uns arrotos e se ri de si mesma. Que não tem medo de um sapo!

As princesas Elsa e Anna do filme Frozen, independentes e alegres, que não precisaram de encontrar o príncipe encantado para serem felizes.

A princesa Mulan, que se descolou de todos os estereótipos criados para as princesas, cortando o seu cabelo para ir para a guerra, fingindo ser homem, não esperando que alguém a salve, lutando por aquilo que quer.

Hoje em dia, sim aos contos de fadas, que estão a mudar. Que são mais reais.

A representação, o imaginário, o faz de conta, o “era uma vez” é tão importante na vida de uma criança. Elas precisam de exemplos com os quais se possam identificar e inspirar. O que queremos ouvir de uma menina quando perguntamos “o que queres ser quando fores grande?” Uma princesa? Sim. Que seja! Que vista os vestidos cor-de-rosa e que tenha também a “espada na mão” para ir à luta.

Assistimos então ao desenvolvimento do termo princesa e a adequação à realidade dos nossos dias quando a princesa não espera sentada que o seu príncipe a salve, porque ela hoje salva-se a si própria.

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O nome dos nossos filhos é o maior legado que lhes deixamos a par e passo com os valores.

Parece tarefa fácil.  Para alguns sim, para outros herculaniana.

Algumas pessoas têm nomes “escolhidos” desde a infância. Nomes que de alguma forma têm significado porque conheceram alguém com esse nome de quem gostavam muito. Nomes que vão passando de geração em geração, tornando o processo facilitado outras carregado de mágoa, pois gostariam de quebrar a tradição, mas para o fazerem seria à custa de dar um desgosto a alguém.

Outros adequam o momento com nomes que estão na moda, de celebridades ou dos filhos destas ou na mó de cima. Nomes que tomam como critério a religião. Nomes que carregam significados de luta de vida ou de homenagem a alguém querido. Aqui gostava somente de vos fazer ver que a escolha é dos pais e não da criança, muitas vezes os sonhos são vossos, que o novo ser não vêm colmatar nunca uma falta, portanto atenção ao que fazem alguém carregar, para que não surjam aquelas frases “dei-te o nome de alguém que me era muito querido, alguém muito bom” …tornando o legado difícil de ser equiparado, alcançado e frustrante.

O nome de alguém é algo para toda a vida. É das primeiras propriedades que é dada a um filho. Portanto devia ser mais criteriosa a escolha. Muitos acham que pode sempre ser colmatado com um nome de casa ou um diminutivo. Mas a verdade é que em determinadas situações a pessoa terá de ser chamada pelo nome que não gosta, que é estranho, difícil de explicar ou de fazer entender, podendo ser um alvo fácil para piadas inadequadas. “Os nomes não condicionam”, refere o psiquiatra Daniel Sampaio. “Mas influenciam as crianças e disso não há dúvida.” Portanto pense com carinho.

Por vezes a lógica também passa por outros critérios: Um nome ou dois? Escolho quando o bebé nascer. Como é alguém que eu conheço com este nome? Parece-lhe estranho este último critério, quantas pessoas já lhe referiram após você dizer um nome de alguém, “todos os que conheço com esse nome são frescos … são uns traquinas … são difíceis de vergar … eh, são tão teimosos …

Segundo alguns estudos as meninas recebem, preferencialmente, nomes harmoniosos e do foro da fantasia (principalmente infantil). Os meninos carregam mais os nomes ligados à tradição familiar. Isto parece indicar que às mulheres, cabe o papel da atratividade, da beleza, enquanto os homens são responsabilizados pela continuidade familiar, pelos sonhos e posição de poder.

Cá por casa o critério acabou por recair em nomes tradicionalmente portugueses e grandes. E tudo pareceu minimamente fácil até à terceira gravidez … Não foi um dilema, mas já havia mais gente para dar palpites … mostrar vontade e que no fundo eu queria que participassem.

 

Regras para escolher um nome em Portugal:
O nome deve ter, no máximo, seis vocábulos (palavras) em que os dois primeiros podem corresponder ao chamado nome próprio e os restantes ao chamado apelido ou sobrenome. Os nomes próprios devem ser portugueses e admitidos pela onomástica portuguesa (catálogo de nomes próprios) ou adaptados fonética e graficamente à língua portuguesa e não devem suscitar dúvidas acerca do sexo. (Ver aqui completo)

Não fomos ao concerto, mas somos espectadoras assíduas desta história da Disney. Eles falam espanhol e esquecemo-nos que é uma produção da Disney. A verdade é que os ingredientes estão todos lá. Prova disso é o último episódio da temporada que foi emitido na semana passada.

Enquanto mãe assumo sempre a responsabilidade de vigiar o que a minha filha vê. Às vezes, chego mesmo a proibir uma série ou desenho animado, por considerar que há diálogos demasiado adolescentes, quando o target são crianças a partir dos seis anos.

Sei que os miúdos, hoje em dia, dão beijos na boca aos cinco anos e falam de namorados… muito mais cedo que há 30 anos, quando eu tinha a idade deles.

A importância aqui é a de lhes passar a mensagem certa na dose adequada.

Tarefa fácil? Não.

Na vida corrida que se tem gosta-se que os miúdos se percam frente à televisão, enquanto despachamos isto, aquilo ou aqueloutro.

Ao início da febre Violetta comecei a ter algumas questões em deixar a minha filha ver a dita série. A protagonista andava indecisa e a ser beijada por mais do que um rapaz. Não há mal nisto na adolescência, mas passar a informação com naturalidade para uma criança de seis anos, que começa a fazer uma série de descobertas, deixou-me na dúvida.

Sem querer ser muito mais bruxa (do que às vezes tenho de ser enquanto mãe), decidi atirar para o ar que não simpatizava com a protagonista, pois parecia-me ser uma rapariga muito pouco certa das suas ideias e quereres. O comentário saiu e a resposta foi pronta com a justificação de que ela só estava indecisa, pois um dos “meninos” tinha ido embora, ela gostava de um que a deixou e havia outro a trata-la bem: “Ela só está a pensar em qual deles gosta mesmo e é o melhor para ela!”

Toma lá e embrulha!

Do pequeno alto dos seus seis anos a minha filha explicou-me que a Violetta não é “uma maria vai com todos”, como se chamava no meu tempo, mas sim uma rapariga firme e resolvida, que estava a analisar o melhor para ela.

Meti a viola no saco, como se diz em bom português, e decidi dedicar mais tempo a ver cenas da série e, depois, o DVD do concerto em Milão. Rendi-me!

E não só! Ainda há pouco tempo contrapus, perante outros, o mesmo pensamento que tive antes de olhar para a série com olhos de ver.

A mensagem da Violetta não pode ser mais clara e nem uma melhor semente para o futuro das mulheres (como a minha filha), na sociedade daqui a uns anos: mulheres seguras de si mesmas, que lutam pelos seus sonhos sempre com o coração como guia e persistentes em todas as adversidades. Uma espécie de Principezinho feminino do século XXI, em que na história mostra que o que “é importante é invisível aos olhos”.

Por isso mesmo, obrigada Violetta por me ajudares nesta tarefa difícil de ser mãe de uma futura mulher.

Por Irina Gomes,
para Up To Lisbon Kids®

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As adolescentes e a sexualidade. 3 coisas que a sua filha precisa que lhe transmita equanto criança!

A pré-adolescência aproxima-se e as borboletas começam a voar nas barrigas dos apaixonados. Os futuros problemas amorosos das nossas filhas ainda não são um tema que nos tire horas de sono. Por enquanto, gostam de fazer pinturas com as mãos na mesa da cozinha na companhia da mãe, enquanto preparo o jantar, ou resolver exercícios de matemática com os trocos dos cromos que compramos juntas.

Mas as nossas filhas (as minhas e as suas) vão crescer e vão querer uma vida amorosa feliz, à semelhança do que vêem nos contos de fadas.

Os pais, nunca se sentem preparados para falar sobre sexualidade com as filhas. Parece sempre que é demasiado cedo, mas a verdade é que elas já estão a ser “formatadas” nesse sentido.

Todos os dias recebem mensagem mais ou menos directas sobre a sexualidades e/ou o corpo feminino. São essas mensagens que irão influenciar, sem que os pais se apercebam, a adolescente e a mulher em que ela irá se tornar.

Na capa de uma revista aparece uma fotografia de uma mulher seminua, numa pose artificial com uma expressão facial que transmite noções erradas de sexualidade.. É importante que as nossas filhas percebam que grande parte da publicidade representa uma imagem do ideal “feminino”, e não da realidade.

As adolescentes e a sexualidade

O mesmo acontece quando uma criança está a cantar e a dançar músicas pelo prazer da melodia e diversão sem se aperceber dos seus atos “Ai se eu te pego, ai ai seu te pego” (acompanhado da respectiva coreografia).

Cada uma destas mensagens é como uma bola de neve que vai crescendo, e quando dermos por isso as nossas filhas estão atoladas de informação que achamos não ser apropriada para as suas idades, e pior,  pensamos que elas ainda não estão atentas a ela..

Além de lidarem com a pressão social e cultural, por vezes as pré-adolescentes e adolescentes sentem a ausência de uma boa conversa, o que pode levar à ignorância e insegurança sobre seus corpos. Esta incerteza vai aumentar durante o crescimento, culminando com problemas de autoestima que se poderão vir a refletir nas suas vidas pessoais e amorosas.

As adolescentes e a sexualidade

Enquanto crianças, as dúvidas e curiosidades das nossas filhas prendem-se a questões tais como: “O que eu serei quando for grande? “ ou “Como é que eu serei quando for grande”.
A partir da pré-adolescência, as suas dúvidas serão mais complexas e abrangentes.

Pode não acreditar, mas dentro de pouco tempo estas serão algumas das perguntas que as nossas filhas farão a si próprias:

– Serei magra o suficiente para gostarem de mim?
– Estou bonita o suficiente para gostarem de mim ?
– Estou sexy o suficiente para ser gostarem de mim?
– O meu peito é grande o suficiente para gostarem de mim?
– Os meus lábios são cor-de-rosa o suficiente e têm a forma correta – gostarem de mim?
– Se eu enviar uma fotografia minha numa pose sexy ao rapaz popular da escola, vão gostar mais de mim?

Para preparar a sua filha para resistir a estas pressões, precisa de ajudá-la a definir-se como uma pessoa confiante, com autoestima e que se respeite enquanto pessoa. Este será meio caminho andado para que cresça a sentir-se segura como adolescente e como mulher.

As adolescentes e a sexualidade

1. Precisa de informações sobre o seu corpo.

Não podemos desenvolver a confiança real sem conhecimento de nós próprios, por isso é muito importante que ensine a sua filha a chamar as coisas pelo nome. Chama-se anatomia, e vamos ensinando ao longo do crescimento.
Se quer que a sua filha se sinta segura o suficiente para lhe fazer perguntas quando despertar para a sexualidade, é aqui que tudo começa.
Explique-lhe o nome de cada coisa com naturalidade, assim ficará tudo arrumadinho na sua cabeça e será mais fácil ter a abertura desejada para colocar as questões pretendidas quando estas surgirem.
Se começar apenas durante a adolescência, a sua filha ficará constrangida e não irá falar consigo sobre essas questões: o que significa que o fará com outra pessoa.

2. Precisa de aprender a respeitar o seu corpo e suas capacidades.

Com esta idade as crianças adotam como padrão a seguir os progenitores. Neste caso, as raparigas seguem o exemplo leal do que observam das mães.  Se a mãe não respeita o seu próprio corpo, também ela não respeitará o dela. Evite fazer criticas à parte física das mulheres, inclusive à sua. Não goze com mulheres obesas ou com qualquer outro problema físico. Se fizer dieta ou exercício físico, transmita-lhe que o faz para ser saudável, não tanto para alcançar um ideal estético, embora seja importante que se sinta confortável com sua aparência. Faça reforços positivos às capacidades interiores, à força de vontade, ao optimismo, e ao intelecto.

3. Precisa saber que pode conversar sobre qualquer coisa com a MÃE.

A maior parte das mulheres inconscientemente cria um vazio de conversação entre mãe e filha quando o assunto é a sexualidade. Originalmente porque as mães acham que a filha ainda é muito nova para falar sobre o tema, e depois porque as filhas acham que a mãe nunca iria aguentar ou saber lidar com o assunto. Que assuntos escondem as adolescentes e as jovens mulheres das próprias mães? Estudos revelam que as raparigas na adolescência falam com os psicólogos sobre orientação sexual, abusos, abortos, relações amorosas, ou mais tarde, problemas nos seus casamentos.

Quer que a sua filha passe por isto sozinha, ou com a mãe ao seu lado?

As adolescentes e a sexualidade

Para  um diálogo de partilha com a sua filha terá que a conquistar, construindo uma relações sólida e baseada na confiança. Será um privilégio acompanhá-la e educá-la durante o seu crescimento, ao longo de toda a sua vida.

Porque o que a sua filha precisa é da sua MÃE.

Adapatado de artigo original de huffingtonpost