Sim, dependo de ti.

Dizem que dependo muito de ti, que às vezes não quero mais ninguém, que não devia andar tanto ao teu colo.

Foste a primeira voz que escutei, antes de conseguir ouvir a minha.

Foste o primeiro coração que ouvi bater, quando ainda estava longe de perceber que batia por mim.

Foste o primeiro aroma que senti, aquela fragrância de miminho e aconchego.

Foste a primeira separação (com o corte do cordão umbilical) que vivi e a prova de que existem amores que resistem a tudo.

Foste o primeiro colo que conheci, muito antes de saber que existiam outros disponíveis.

Foste a primeira mancha que tentei decifrar, quando estava longe de imaginar quão nítida se tornaria para mim a imagem do teu rosto.

Foste a origem da primeira canção que ouvi, não imaginas como cada tom me fazia sentir abraçado.

Foste a primeira fonte de alimentação que conheci. Na tua mama ou no biberão era ali que obtinha o que de mais básico precisava enquanto os nossos olhares cúmplices se cruzavam.

Foste a primeira forma de amor incondicional que conheci, ninguém imagina a dimensão daquilo que existe entre nós.

Sim, dependo de ti.

Sim, às vezes só te quero a ti.

Sim, quero estar ao teu colo.

Depois de tudo o que vivemos e continuamos a viver juntos, faria sentido ser de outra maneira?

 

“Quanto mais apegada a criança se sentir à mãe, mais segura se sentirá em relação a si e ao mundo. Quanto mais amor receber, mais amor conseguirá dar. O apego é tão importante para o desenvolvimento da criança como a alimentação, ou o respirar.” – Robert Shaw

 

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“Não mimes de mais.” dizem-nos as pessoas constantemente.

Mas afinal o que é mimar? Existe mimo de mais?

Para mim, mimar nunca é de mais. Cada um dá o mimo quer quer e que sabe dar, aos seus filhos. Eu fui mimada, e ainda hoje em dia adoro que me mimem. Não foi por excesso de mimo que deixei de conhecer e ultrapassar as adversidades da vida. Todo o amor, carinho e mimo que me foi dado, ajudou-me a ser uma pessoa melhor.

Se nós adultos gostamos de ser mimados porque não mimar as crianças?

No dicionário, a palavra mimar significa: acarinhar, animar, amimalhar, gesto carinhoso, delicadeza, amor. (Condescendência carinhosa com que se trata a outrem. = DELICADEZA, MEIGUICE )

Se assim é, então qual o mal de uma criança ser mimada?

Ser mimada, ser acarinhada, ser protegida, não significa que os pais não a preparem também para o futuro das mais diversas formas, como por exemplo ser mais autónomo e educado.

Mimo precisa-se

O facto de uma criança ser amada e acarinhada com todo o amor possível, vai apenas ter benefícios no seu desenvolvimento. As crianças precisam de se sentir amadas e precisam de afetos, como todos nós. Os mimos aumentam e fortificam os vínculos entre as pessoas, criando relações fortes que transmitem segurança aos nossos filhos.

O amor é uma das bases mais importantes na educação de uma criança.

Não há mal nenhum dar colo quando uma criança precisa, dar um beijo para a acalmar, oferecer um brinquedo uma vez por outra.

Podemos mimar uma criança e ensinar limites e regras. Podemos mimar e educar e dar autonomia. Mimar não é sinónimo de não educar: é educar com amor.

Como em tudo na vida, o mimo não deve ser de mais nem de menos. Os mimos são afectos, e devem ser dados no momento certo e na dose certa. A dose certa é o que cada criança precisa, porque não há duas pessoas iguais.

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Então, estragaste o teu filho com mimo?

Dar mimo é uma das melhores coisas que podemos dar aos nossos filhos. Transmite-lhes segurança, autoconfiança, ensina-os a ser afectuosos e a aceitar o afecto. Anima-os nos dias tristes e dá-lhes aconchego para a noite. Segundo o pediatra Mário Cordeiro, “não há mimo a mais” O mimo é sempre positivo. No entanto é importante saber distinguir o mimo de outras situações que muitos pais recorrentemente confundem com mimo. Falamos de chantagem emocional, de subornos, de promessas em troca da realização de qualquer tarefa que seria suposto a criança realizar sem contrapartidas. Esta situação permite que a criança ganhe força, e se torne num pequeno Hitler dentro da sua casa. Manipula os pais para comer, para se vestir, para tomar banho e para ir dormir. E os pais, cansados, acabam por ceder porque só querem que as coisas fiquem feitas e que o menino seja feliz.

“Não há mimo a mais” | Pediatra Mário Cordeiro

Se não há mimo a mais, podemos (e devemos) andar com os nossos bebés ao colo, dormir com eles, dar-lhes banhos prolongados, ler e cantar para eles até adormecerem, beija-los nos pés e nas pálpebras sempre que quisermos sem os “estragar de mimo.” Mas como é óbvio, não podemos fazer isso quando eles tiverem 16 anos. Nem 6. Porque a nossa função de pais, além de criar crianças felizes é criar adultos capazes. E para isso, a autonomia tem de começar desde cedo a ser trabalhada. Com a autonomia as regras, os limites e as responsabilidades. Sempre com muito amor e muito mimo, mas com firmeza para não descambar. Porque nos arriscamos a que o nosso bebé se transforme numa criança malcriada.

É fácil apontar os miúdos “mimados” na escola ou no parque, mas conseguiremos ter um olhar crítico sobre os nossos filhos?

A Pop Sugar fez uma lista de 10 sinais evidentes para perceberes se o teu filho é “um mimado”?

  1. Faz birras por tudo e por nada
    Já todas passamos por uma birra em casa ou no supermercado, mas se o teu filho usa este trunfo sempre que quer alguma coisa quer dentro de casa, quer na rua, então este é um bom indicador de que possa ser um mimado.

    birras

  2. Nunca está completamente satisfeito
    As crianças mimadas não ficam satisfeitas com o que têm e querem sempre ter o que vêem nos outros.

    Crianças instisfeitas

  3. Não ajuda nem que ajudar nas tarefas.
    São poucas as crianças voluntariosas nas tarefas domésticas. Mas a partir de uma certa idade já devem estar habituados a ajudar a arrumar os seus brinquedos e quartos entre outras coisas. Um mimado não quer ajudar em tarefa nenhuma, e se for preciso usa o trunfo birra para se escapar a esta obrigação.

    Tarefas domésticas e as crianças

  4. Tenta controlar os adultos
    As crianças mimadas não distinguem os pares dos adultos e esperam controlar os pais como muitas vezes controlam os pares.Controlar os pais
  5. Não partilham
    A partilha é um conceito difícil para uma criança adquirir, mas a partir dos 4 anos, e aprendendo através do exemplo, as crianças devem estar aptas e gostar de partilhar com os amigos e irmãos.
    Crianças que não partilha
  6. Tens de implorar para que realize uma tarefa
    Os pais são figuras de autoridade a quem as crianças devem obedecer quando lhes é feito um pedido. Não é suposto implorares ao teu filho para que realize uma tarefa.

    Implorar aos filhos

  7. Ignora-te
    Nenhuma criança gosta de ouvir a palavra “não”, mas se o teu filho te ignora não é bom sinal.ignorar os pais
  8. Recusa-se a brincar sozinho
    Aos 4 anos, uma criança deve estar disposta (e capaz) de brincar sozinha por um período de tempo. Exigir sempre a presença de um pai ou amigo para brincar nem que seja por 5 minutos demonstra sua necessidade de atenção.Crianças mimadas
  9. Tens de suborna-lo
    Os pais não devem ter que subornar os filhos quer seja com dinheiro, brinquedos, ou doces para que realizem tarefas rotineirasSubornar s filhos
  10. Envergonha propositadamente os pais em público
    Um deslize aqui e ali é normal, mas quando uma criança envergonha propositadamente os pais em público para obter atenção, a situação vai para lá de um ato isolado passando a ser uma atitude manipuladora de criança mimada.

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A minha mais nova e a minha mais velha

Conheço a minha filha de dois anos como ninguém e consigo descodificá-la em 99% das vezes. Entendo o que quer dizer quando não se consegue exprimir, antecipo o que vai fazer antes de ela se lembrar, conheço os seus hábitos e manias.

Ainda assim aquele 1% intriga-me… Como quando decide que quer estar no colo da minha avó e assim fica, quieta, durante uma hora, uma hora e meia, duas. E não está a dormir, está apenas ali, sentada ao colo dela, com as mãozinhas à volta do seu pescoço, a olhar a minha avó, a ler as palavras que se formam nos seus lábios, a descansar o corpo, e a mente. Fico a vê-la e a fazer-lhe perguntas, mas ela não quer sair dali, não quer fazer mais nada, não quer que mais ninguém sequer lhe toque. A minha filha, convém explicar, é muito carinhosa mas normalmente não gosta que a agarrem, que a beijoquem infinitamente, que lhe imponham carinho. Gosta de dar os seus abracinhos, beijos e festas, mas é coisa rápida, depois segue caminho para outra coisa mais divertida. E nunca fica assim com ninguém, nem comigo nem com o pai. Nunca está quieta durante muito tempo, a não ser que esteja a cair de sono e se enrosque em nós, mas mesmo assim é coisa para estar a ouvir uma história ou algo parecido.

Gostava de lhe perguntar por que o faz. Não que me incomode, até porque me enternece, mas intriga-me. Porque não é sempre, mas já aconteceu várias vezes. Ao ponto de ser a minha avó, que tem alguma dificuldade em mover-se, a ter de a levar para a casa de banho para tomar banho, senão ela não vai.

Será que quando olha para a minha avó ela vê que foi com ela que tive muitas conversas importantes?

Que foi ela que me preparou as gemadas mais deliciosas do mundo?

Que foi para ela que a minha prima e eu cantámos vezes sem conta, com os sapatos de salto alto nos pés pequeninos e batom nos lábios, a fazer macacadas?

Que foi na casa dela e do meu avô no Baleal que passámos momentos inesquecíveis da nossa infância?

Que foi ela que me ensinou a gostar de açorda (e ainda hoje praticamente só gosto da que ela faz…)?

Que fui tantas vezes com ela ao supermercado que hoje, em adulta, ainda é um sítio onde gosto muito de ir?

Será que vê no seu rosto agora com rugas, a rapariga confiante que conquistou o meu avô, onze anos mais velho – que não ficava muito contente com o facto de ela se maquilhar?

Será que consegue perceber que tem diante de si uma mulher que casou com um padre que nunca abandonou o hábito e sempre integrou a sua família… e o acompanhou de uma igreja para outra com os seus três filhos?

Pergunto-me se sente que não vai ter a bisavó para sempre com ela e aproveita cada segundo do seu colo.

Mesmo que o seu corpo comece a ser grande para ser segurado por aquelas duas mãos trémulas…

A verdade é que nem as mãos que a seguram se cansam, nem ela fica desconfortável pela posição, impossível de manter durante muito tempo.

Acho que os melhores colos da nossa vida são assim mesmo: vistos de fora podem parecer desajustados, mas no fundo do nosso coração não os trocaríamos por nada.

 

“O adeus dos avós: a primeira experiência com a perda.”

Hoje estava de rastos. Já sem paciência para nada só pensava em ter uns minutos para mim. Mas tu adormeceste no meu peito, e apesar da quantidade de coisas que tinha para fazer, a escolha foi fácil, fiquei contigo ao colo!

Eu ia tirar a loiça da máquina e despachar a pilha que estava no lava-loiça, mas em vez disso fiquei contigo ao colo.

Eu ia tomar um banho rápido, com sorte esticar um bocado o cabelo e pôr um blush na cara, mas em vez disso fiquei contigo ao colo.

Eu ia responder a uns e-mail de trabalho e devolver umas chamadas que perdi nas ultimas 72h, mas em vez disso fiquei contigo ao colo.

Eu ia aspirar os cereais que espalhaste pela casa hoje de manhã, e arrumar os brinquedos que parecem crescer nos cantos da casa, mas em vez disso fiquei contigo ao colo.

Eu ia deixar o jantar temperado e pronto para meter no forno, e aproveitar para abrir a correspondência que não o faço desde segunda-feira, mas em vez disso fiquei contigo ao colo.

Eu ia levar-te para cima e deitar-te na tua cama, que tenho a certeza de que não acordarias, e provavelmente até dormirias mais tranquila, mas em vez disso fiquei contigo ao colo.

Estava a olhar para ti e as tuas pernas já estavam amontoadas no sofá. Ontem, quando ficavas ao meu colo, os teus dedinhos dos pés chegavam-me à cintura.

As tuas mães e braços ficaram tão bem encaixados à volta do meu pescoço, que só conseguia pensar que dentro de uns dias só vais querer estica-los na tua cama júnior.

Concluí que cumprir os meus planos para esta tarde nunca iria compensar o perder este momento contigo.

Eu encontrei a minha calma, a minha paz e a minha satisfação aqui mesmo, agora mesmo em ti, e só por causa de uma escolha simples …

Ter ficado contigo ao colo!

Por Regan Long publicado originalmente em Huffington Post
T
raduzido e adaptado por Up To Kids®

 

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No outro dia, fui beber café com uma amiga que também foi mãe há pouco tempo e, a dada altura, ela comentou que o seu bebé era muito tranquilo, não dava trabalho nenhum, mas que não lhe dava muito colo para não o habituar mal. Não querendo de algum modo julgar a forma de pensar da minha amiga (até porque cada mãe faz o que acredita ser melhor para o seu bebé e o que funciona melhor no seu seio familiar), não pude deixar de ficar a matutar no assunto.
Verdade seja dita, lembro-me de ouvir, não especificamente por parte da minha família, mas ao nível da sociedade em geral, esta máxima.
Contudo, a nossa bebé nasceu e o desejo de a segurar, sentir, abraçar, cheirar foi imediato! Ainda na maternidade, passou muito tempo no nosso colo… E também no colo dos familiares e amigos que nos visitaram… O que é que toda a gente quer fazer quando vai conhecer um recém nascido? Pegar-lhe ao colo!
Em casa, damos-lhe colo sempre que chora, para adormecer ou pura e simplesmente porque queremos dar-lhe mimos e interagir com ela.
Ficam guardadas na memória e no coração as tardes de chuva e de frio, em que ficamos juntas à lareira, de corpinho tão pequenino, a dormir enroladinha no meu peito!
Ficam guardados no seu inconsciente, acredito que tornando-a mais confiante e tranquila, os momentos em que acorro ao seu choro e a conforto no meu colo. Ou os momentos em que a seguro entre os braços e a levo a passear ao nosso quintal, a encho de beijos, repito os sons do seu palrar ou lhe retribuo o sorriso. Acredito que o meu colo, a fará crescer a sentir-se amada e correspondida!Gostaria de usar mais o sling e o pano que me emprestaram, mas tenho problemas graves de coluna e não aguento muito tempo.
Não é contudo, por isso, que lhe é alguma vez negado o colo. Se me doem as costas por estar de pé, há sempre a opção de lho dar sentada ou de chamar o reforço que dá pelo nome de Pai.

Se acredito no vício do colo? Não.
Acredito que a minha bebé possa ser uma criança mais exigente, mas também acredito que saiba que o mundo é um local bom, no qual pode confiar. Que sinta que nele existem pessoas constantemente preocupadas com o seu bem estar, dispostas a dedicar-lhe atenção e a minorar o seu desconforto sempre que possível.
O que pode haver de negativo nisto?
Porque é que existe o mito de que o excesso de colo?
Qual é a tabela ou unidade de medida que parametriza a quantidade/tempo/qualidade do colo a dar a cada criança?
O que define que o colo pode ser prejudicial?
É preciso que da nossa parte, exista uma grande disponibilidade, é um facto. Mas quando decidi ser mãe, fi-lo no meu todo, de corpo, coração e alma. Foi por isso que não fui mãe mais cedo, quando o meu ser estava ainda demasiado disperso em tantas outras coisas da vida.Um dia a minha bebé não será mais bebé. Um dia a minha bebé não quererá mais colo.

Até esse dia, eu vou aproveitar! Sempre que possa.

Sofia, do blog Cá em casa somos três, adaptado por Up To Kids®
Todos os direitos reservados

(…) esse espaço, côncavo, formado pelos braços e as pernas, quando estamos sentados é tantas e tantas vezes, o porto seguro para todos nós.
É o “colo” materno, que contribui para que a criança se forme como ser humano, pois é nele que ela se deita e se alimenta física e emocionalmente. É o primeiro vínculo afetivo, que a criança cria com a mãe e que deverá prolongar-se por toda a vida, alterando apenas os seus contornos.
Nós formamo-nos como seres humanos na relação com o outro. Assim, a criança encontra no “colo” a resposta que necessita para todas as suas necessidades, sejam elas de que índole forem. Muitos são os estudos sobre as vantagens de dar “colo” e de entre elas, destaca-se a importância da oxitocina. Esta substância, produzida no hipotálamo, contribui com imensos benefícios para a saúde física e mental. O ato carinhoso de dar “colo” tem efeito terapêutico sobre o corpo e a mente de todos os seres vivos.
É no “colo”, que sentamos os nossos filhos para os alimentarmos física e afetivamente. Recuando no tempo, relembro, no meu papel de mãe, a dúvida em discernir se o momento era adequado para dar “colo”, pois estava, simultaneamente, a educar. Hoje, penso o quanto fui tola. Afinal dar “colo” a um filho é um caminho recíproco, pois se estamos a dar, estamos também a receber.
É nele, que curamos as feridas, sejam raspões de joelhos, sejam mais tarde, desilusões amorosas e temporalmente outras problemáticas!
Os contornos do “colo” vão-se alterando com o crescimento dos nossos filhos, com o seu caminhar autónomo na vida, mas o mais importante é transmitir-lhes a certeza de que, independentemente, da sua idade, o “colo” estará SEMPRE disponível, mesmo que não concordemos com as decisões/escolhas feitas por eles, fazendo-os sentir de que o aconchego do “colo de mãe” estará presente para nele deitarem a cabeça!
E é nessa parceria, nesses momentos de partilha afetiva, que ensinamos aos nossos filhos os valores morais onde o AFECTO é o condimento principal.
A ideia que prevalece ainda nos dias de hoje, é a de que só as crianças precisam de “colo”, porque ainda não atingiram a maturidade para saberem resolver os seus próprios problemas. Mas a realidade é bem diferente. Afinal o aumento das problemáticas que atingem as famílias atuais, são muitas e a verdade é que todos nós precisamos e queremos um “colo”, para encontrar o equilíbrio.
Caminhamos numa época temporal, onde a violência é o prato servido a toda a hora. Será que os filhos poderão dar “colo”, se não degustaram o seu sabor?
Como pode alguém dar o que não tem? Se não dermos oportunidade aos nossos filhos de poderem vivenciar o “colo” em toda a sua plenitude, como poderemos, quando chegar a nossa vez de precisar, de querer usufruir do “colo” deles? Ninguém pode ter um comportamento se nunca experimentou ou observou antes.
Ter colo de filhos, é colher o que se semeou, é pacificador é encontrar o retorno!
Mimemos os nossos filhos, disponibilizemos o nosso “colo”, desde o nascimento e por toda uma vida inteira …!

Por Inês Clímaco, para Up To Kids®
Todos os direitos reservados

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