Bolas de energia de chocolate pré-futebol

No final do dia, sempre que vou buscar o meu filho à escola, para ir ao futebol, a pergunta é sempre a mesma: há bolas energéticas?

Tal como nós, adultos, quando vamos treinar, os miúdos também precisam de um bom pré-treino. Faço questão de fazer os snacks em casa, faço em quantidade para haver por uma ou duas semanas. Assim, quando vou buscar os miúdos para as actividades físicas, levo dentro de uma caixa um docinho saudável que os vai deixar cheios de força.

INGREDIENTES

  • 1 chav de nozes levemente tostadas com canela, mel e uma pitada de sal marinho
  • 400 gr de pasta de tâmaras ou tâmaras sem caroço
  • 1 c. de sopa de cacau em pó
  • 2 c. de sopa de manteiga de frutos secos (amêndoa, avelãs)
  • 2 c. de sopa de óleo de coco derretido
  • 2 c. de sopa de sementes de chia
  • raspa de ¼ de limão
  • 2 c. de sopa de água

PREPARAÇÃO

Coloque as nozes num processador de alimentos ou robot de cozinha (eu trabalho com a Bimby® que adoro) e triture até estarem bem trituradas.
Adicione os restantes ingredientes e volte a bater tudo atés obter uma massa homogénea e pegajosa.
Retire pequenas porções faça bolas.

Coloque-as numa caixa de vidro com tampa e guarde-as no frigorifico.

Vá retirando uma a uma sempre que precisa.

Alimentação Sustentável como equilíbrio entre a produção alimentar, saúde e protecção ambiental

Nunca como hoje foi tão importante e prioritário preocuparmo-nos e cuidarmos das pessoas e do nosso planeta.
Estima-se que em 2050, a população mundial será superior a 9 mil milhões. Isto significa que será necessário produzir mais 60% de alimentos.
Preocupante é saber que a gestão dos alimentos produzidos para abastecer todas as pessoas a nível mundial, não é devidamente planeado e acontece sem planeamento assertivo. 1/3 dos alimentos produzidos  não é consumido – ou seja, vai para o lixo. Os desequilíbrios são difíceis de ultrapassar. É difícil uma receita certa, mas compete-nos ter um empenho cada vez maior e mais real. Em todo o mundo, 900 milhões de pessoas  passam fome,  e 1,9 mil milhões sofrem de obesidade.
Para fazer face a estas questões, às necessidades que derivam do crescimento intensivo da população mundial, ao desenvolvimento e suporte necessários para melhor alimentar todos os indivíduos, e as exigências de qualidade emergentes em todos os estratos sociais, a indústria alimentar intensificou a agricultura e a produção animal local.
Com a crescente preocupação sobre os impactos ambientais versus uma maior exigência quanto à qualidade dos produtos de consumo alimentar e preocupação com a saúde, surge o conceito de alimentação sustentável. Esta aparece como uma possível solução para alcançar um maior equilíbrio entre a produção alimentar, saúde e protecção ambiental.

3 impactos favoráveis imediatos

 

1 – Os alimentos da época têm, geralmente, características nutricionais e organoléticas  (sabor, odor, cor) superiores.
2 – Não necessitam de tanto transporte ou métodos de conservação artificial, duram mais tempo após a compra no frio e mantêm a qualidade intrínseca a cada alimento.
3 – Contribuem para a promoção da economia local e estão, habitualmente, disponíveis a um preço mais acessível.

As boas dicas para seguir esta tendência mais sustentável

 

1. lista organizada das reais necessidades
2. mais vegetais e frutas e menos consumo animal
3. escolha mais equilibrada para mais saúde e qualidade de vida
4. alimentos de produção local e frescos da época
5. preparo dos alimentos com reais medidas de poupança aos consumos energéticos
6. dieta mais equilibrada
7. fluir com as estações e o que elas tem para oferecer, conhecendo assim mais sobre o planeta

 

São novos gestos que mudam o estilo de vida, prevêem a saúde e cuidam do planeta terra.

Este conceito chega também às escolas para consciencializar e educar os mais pequenos e futuros cidadãos e  cuidar do seu mais imediato bem-estar através de Programa de Sustentabilidade na Alimentação Escolar.

Este programa divide se em quatro grandes pilares.

 

1. Produção alimentar

Há um contacto direto dos alunos com todo o processo de cultivo dos alimentos vegetais e frutas, como a preparação do solo, a escolha das sementes conforme a estação, organização das hortas e a colheita com a subsequente  acondicionamento para preservar os alimentos sem conservantes.

2. Regras de economia

São explicados todos os passos para uma aquisição consciente e junto dos produtores locais, assim como todas as  vantagens que este sistema oferece.

3. Educação cívica e planetária

São oferecidas explicações sobre ecologia, pegada ecológica, sustentabilidade, cuidados com o  meio ambiente.

4. Confecção dos alimentos e bons hábitos alimentares

Nesta inclui-se programas mais sérios como a Escola Activa para combate à obesidade infantil e promoção de melhores hábitos alimentares. O programa os Heróis da Fruta, com lanche escolar saudável. O Regime de Fruta Escolar com oferta de fruta para incentivo ao gosto pela fruta desde criança, entre outros programas mais gerais como a alimentação  mediterrânica e a roda dos alimentos, todos com base em ensinamentos para uma alimentação saudável.
Este programa foi sugerido, estudado e implementado no nordeste brasileiro com muito sucesso e é um excelente incentivo  para expandir no nosso pais em todas as escolas, creches e jardins de infância. Desde sempre a envolvencia com a realidade do que chega à nossa mesa se perdeu com os movimentos citadinos e a migração para estes centros.

Alimentação escolar adequada, saudável e com produtos da agricultura familiar

 

A alimentação escolar adequada afeta a educação, a saúde, a agricultura local, o desenvolvimento social,  a consciencialização, a tomada de decisões adequadas com vista a protecção do meio ambiente, entre outras com vista ao crescimento de crianças e jovens mais saudáveis e conscientes do mundo em que vivem para que possam assim formar-se e decidir com olhos bem aberto face as realidades que os circunda.
O aparecimento do programa das Escolas Sustentáveis foi desenhado com o objectivo de implementar a alimentação escolar sustentáveis e tudo o que isto envolve e desenvolve:
  • actividades diversas com a participação e envolvimento da comunidade escolar;
  • a adopção de menus escolares saudáveis e equilibrados;
  • a construção e participação dos alunos nas hortas escolares pedagógicas. (Algumas delas com lugar para aulas de matemática e organização de acções de educação alimentar e nutricional  que são executadas no próprio estabelecimento, envolvendo pais e mães e filhos, professores e directores de escolas);
  • alteração no preparo dos alimentos;
  • redução das despensas na compra dieta de produtos;
  • suporte e expansão de e junto da agricultura familiar local para a alimentação escolar.
A horta escolar tem a finalidade de facilitar a aprendizagem dos estudantes de maneira lúdica, saudável e social, articulada com as diversas áreas do conhecimento. Quer com estas motivações orientar os estudantes para que melhoria dos hábitos alimentares e a criação de uma nova cultura alimentar mais adequada e saudável.

Benefícios

 

As estratégias para melhorar as condições actuais e superar a pobreza devem ser efectuadas com o envolvimento da comunidade local.
A alimentação escolar como ponto catalisador para acções de cooperação locais.
Métodos para melhoria alimentar e nutricional.
Responsabilização local dos diversos organismos cívicos.
Despertar sobre a realidade local e incentivo a aplicação de meios úteis e de espectro futuro.
A oferta de alimentos aos mais desfavorecidos.
Modernização das escolas
Tudo boas razões para apoiar e receber de braços abertos este programa.

6 Alimentos para hidratar o corpo e combater os dias de calor

Hidratar de forma adequada é imprescindível para mantermos o corpo e a mente sãos!

Os picos de calor conduzem frequentemente a situações de desidratação, que por vezes se confundem com cansaço ou irritabilidade.

Eis alguns alguns alimentos top que devem ser consumidos regularmente de forma a evitar o desconforto na época mais quente do ano:

1. Água

Nada mais simples para hidratar de forma equilibrada. Ter atenção à natureza, qualidade da água, características próprias no funcionamento do sistema renal, historial clínico.
O mais sensato será variar no tipo de água, escolher águas de boa mineralização, alterando com águas de nascente de menor mineralização, dessa forma não sobrecarregamos os rins nem criamos descompensações.

2. Sumos naturais (água de coco, gengibre, lima)

De sabor agradável e de elevado conteúdo em eletrólitos, são óptimos re-hidratantes. Importante não adicionar açúcar.

3. Infusões

(hibisco, rooibos, cavalinha, urtigas, hortelã,…)

Podem ser ingeridas como refresco ou como alternativa é possível fazer agradáveis e refrescantes gelados.

4. Melancia, meloa, melão, uvas, maçãs, pêras, pêssegos (aproveite a maior variedade de fruta desta época).

Óptima opção para um lanche prático fora de casa ou para uma agradável passeio, basta preparar a fruta numa caixa e  podemos assim desfrutar de um snack saboroso e nutritivo e hidratar o nosso corpo em simultâneo.

5. Alface, germinados, courgette, pepino, saladas.

Para uma refeição ligeira, são óptimos ingredientes, para além de hidratarem de forma eficaz.

6. Sopa de gaspacho

Pode compor uma refeição leve e surpreendentemente refrescante e que desperta os sentidos pela riqueza dos ingredientes (tomate, pimentos, ervas, especiarias).​

LER TAMBÉM…

Alimentação saudável e a energia nos alimentos

A importância da alimentação no regresso às aulas

Alimentação Equilibrada; De pequenino se torce o Pepino!

ABC Ajude o seu filho a ser mais saudável

 

 

A Pitada do Pai, é o mais recente livro do nosso parceiro Rui Marques, autor do Blog, A pitada do Pai!. Lançado no 7 de março, o autor apresenta-nos receitas fáceis e rápidas para o dia a dia com crianças!

Entre os horários da escola e do trabalho, as atividades extracurriculares e a correria do dia a dia, nem sempre os pais têm tempo para pensar na qualidade da alimentação familiar.

A Pitada do Pai resolve o problema desses pais, com dezenas de receitas exclusivas e práticas de Rui Marques, autor do blogue com o mesmo nome,com os ingredientes da época, estação a estação. Um livro que nasceu da mudança de hábitos alimentares de um pai preocupado com a saúde da sua família e que agora é o chef lá de casa.

Neste livro pode encontrar:

  • Os alimentos a consumir em cada estação do ano
  • Lista de alimentos e utensílios essenciais
  • Conselhos sobre a introdução de novos alimentos em ambiente familiar
  • Receitas simples e fáceis de confecionar para miúdos e graúdos

Cozinhe saúde e sabor para quem ama.

 

FICHA TÉCNICA
Título: A Pitada do Pai
Autor: Rui Marques
Editor: Matéria Prima
Idioma: Português
Dimensões: 169 x 238 x 13 mm
Encadernação: Capa molePáginas: 168

Sabem aquela vontade súbita que nos dá de comer pão? Foi assim que surgiu esta receita!

Ontem enquanto jantávamos, falávamos da ementa do resto da semana e do pequeno almoço do dia seguinte. Estas conversas têm de ser tidas quase em segredo porque se o Lourenço percebe que referimos pão, ovo, queijo ou outra coisa que goste muito, não se cala enquanto não comer esse alimento. Ainda há dias, a mãe disse que o pequeno almoço do dia seguinte eram ovos mexidos e ele começou logo “owo” “owo“, enquanto me arrastava para o frigorífico e já tinha tirado a frigideira do armárioTemos “chef” e de personalidade vincada!

Ah e a receita do pão… Bom, foi literalmente inventada e com o que havia na dispensa. Queríamos que tivesse polvilho, farinha teff (nunca tinha usado) e alfarroba, o resto fomos juntado até obtermos uma consistência que achávamos que funcionasse.
No final e antes de colocarmos no forno, juntámos 2 maçãs raladas para equilibrar o sabor!

O resultado foi surpreendente e delicioso! Um Pão fofo de alfarroba, sem glúten, paleo e caseiroA melhor forma de começar o dia.

Sugestão: Comemos ao pequeno almoço com manteiga clarificada e com manteiga de amendoim e banana… Já o pequeno chef preferiu com “queije”, adora “queije” o rapaz ?

Ingredientes

  • 4 ovos
  • 2 colheres de sopa de óleo de coco
  • 1 ½ chávena de bebida vegetal
  • 1 ½ chávena de água morna
  • 1 colher de sopa de vinagre de cidra
  • 1 ½ chávena de polvilho doce
  • 1 ½ chávena de farinha teff
  • ½ chávena de farinha de coco
  • 4 colheres de sopa de farinha de alfarroba (pode usar cacau cru)
  • 2 maçãs raladas
  • 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 1 ½ colher de chá de fermento

Passos

  1. Pré-aqueça o forno a 180ºC
  2. Numa taça comece por juntar os ovos e o óleo de coco com uma vara de arames.
  3. Junte a bebida vegetal, a água morna e o vinagre. Mexa bem.
  4. Adicione as farinhas, a maçã ralada e mexa até obter uma massa homogénea.
  5. Junte o bicarbonato e o fermento, volte a mexer e leve ao forno cerca de 35/40 minutos.
  6. Deixe arrefecer muito bem antes de partir o pão.

 

Depois de 2 dias fora, quase 800 km feitos, 12 receitas confeccionadas nos 3 showcookings realizados, que contaram num total cerca de 150 pessoas, que puderam assistir e provar os nossos pratos, estamos de volta! Cansados, mas de coração cheio por todo o carinho que recebemos na Feira do Mirtilo em Sever do Vouga e no Forum Cultural de Ermesinde, Valongo!

Esta receita de gelado de mirtilo é fantástica, é super simples, sem açúcar e dá para fazer e comer na hora, mas tem um problema… não vai conseguir parar de comer! Sem culpa, claro!

gelado de mirtilo

Dica: esta sugestão é também ótima para os mais pequenos ?

Ingredientes

  • 1 chávena mirtilos congelados
  • 2 bananas maduras congeladas (partidas em rodelas)
  • 1 iogurte grego ou iogurte natural (pode ser necessário adicionar um pouco mais)
  • ½ chávena de mirtilos frescos para topping

Sugestão: em vez do iogurte pode juntar alguns cubos de gelo (ou algumas colheres de sopa de água) e fica com um excelente sorvete.

Passos

  1. Na noite anterior, comece por congelar os mirtilos e as bananas (às rodelas).
  2. Coloque-os num robô de cozinha juntamente com o iogurte e triture bem.
  3. Junte alguns mirtilos frescos e volte a triturar.
  4. Sirva com mirtilos frescos no topo.

Dica: quem não usa robô ou não tem fruta congelada, pode fazer triturar a fruta fresca e levar ao congelador.

No Domingo acabamos por ficar em casa, e enquanto o pai estava na cozinha, o Lourenço passou a tarde a  pedir “teitinho”… E depois de beber, só pedia “máiiis” e novamente “máiiis teitinho” – Adora bebida de arroz e aveia!  Até que mãe sugeriu, que se fizesse “Faz lá um água aromatizada* com pêssego, para ver se ele não beber tanto leite”.

*mesmo antes do Lourenço nascer já costumávamos aromatizar água com morango, gengibre, limão ou hortelã por exemplo. É ótimo para estes dias de calor intenso!

Ora e o pai pensou “Boa ideia, mas acho que precisa de mais qualquer coisa…”. Assim parti 1 pêssego e 1 maçã, juntei um 1 litro de água e coloquei no frigorífico.

Passado uma hora fomos beber e ambos pensámos “Isto é “ice tea” de pêssego!!”  Só que naturalmente doce, caseiro, refrescante e natural!

O L adorou e pedia mais “sumo”! Não é sumo, não é puré de fruta, nem chá… É um Ice tea natural e caseiro, mas é muito bom e refrescante para se ir bebendo ao longo do dia!

ics tea caseiro e natural

Ingredientes

  • 1l de água
  • 1 maçã
  • 1 pêssego

Dica: Ainda enchemos o jarro mais duas vezes… Hoje vamos fazer mais!

Passos

  1. Coloque num jarro um pêssego e uma maçã, descascados e partidos em “gomos” ou em cubos.
  2. Junte a água e leve ao frigorífico.

Salada quente de grão, abóbora e góji

No dia anterior ao nosso workshop no Armazém Integral (que foi um sucesso, adorámos e para o ano vamos voltar), fomos à loja da Erika e do Sr. Adérito a inspiração deste prato vem da salada de grão e abóbora assada que lá comemos. O pai que ainda era meio “traumatizado” com abóbora, comprovou que já é fã de abóbora!

Pensei de imediato em fazer esta receita mas com um toque agridoce com alguns toques pessoais e foi assim que surgiu esta receita!
É um prato quentecor de laranja e de conforto tal como o outono pede. Fizemos como acompanhamento a um peixe no forno, mas estava tão bom que o peixe ficou em “segundo plano”.

Para o Lourenço esta é uma salada de “tatas”… Agora o “gaiato” anda com a mania de que só quer batatas, mas aqui como é cor de laranja lá passou e papou tudo ?

INGREDIENTES

  • Grão cozido (demolhamos, cozemos e congelamos)
  • 1 abóbora manteiga pequena (partida em tiras)
  • 5 ameixas secas (hidratadas)
  • 1/2 chávena de bagas de goji (hidratadas)
  • 1 cebola roxa
  • 1 fio de molho de soja (opcional)
  • 1 fio de xarope de tâmaras (opcional)
  • oregãos
  • tomilho
  • fio de azeite

PASSOS

  1. Pré-aqueça o forno a 200ºC.
  2. Numa taça coloque as bagas de goji e as ameixas secas e cubra com água.
  3. Numa tabuleiro coloque a cebola roxa partida em meias luas e um fio de azeite. Leve ao forno cerca de 5mins.
  4. Junte a abóbora partida em cubos, o grão, as ameixas (picadas), o goji e tempere com oregãos e tomilho. Envolva bem e leve ao forno até a abóbora ficar assada.
  5. Quando estiver quase pronta, pode colocar um fio de molho de soja e um fio de xarope de tâmaras (para dar um toque agridoce).
  6. Deixe cozinhar até atingir a consistência pretendida. Sirva como prato principal ou como acompanhamento.

Frango à “brás” com esparguete de curgete

Desde pequeno sempre me “chateou” a forma como a maioria dos restaurantes serviam o Bacalhau à Brás… Mole e tudo com a mesma textura. Uns anos mais tarde e após ver alguns programas de culinária percebi o truque de juntar as batatas em palitos no final para dar crocância.

Uns anos mais tarde (que coincidiram) com o nascimento do blog, andava “chateado” porque gostava deste prato, mas não queria fazê-lo com batatas fritas! Nestes últimos meses, como temos andado em experiências e a tentar  “inventar” para formas divertidas de comer vegetais e ao mesmo tempo fazer os legumes a brilhar… Desta vez foi com a curgete e o resultado é delicioso!

Mas a curgete não fica mole? Se a deixarmos cozinhar muito fica, mas cá em casa preferimos adicionar a curgete já no final e deixar cozinhar os ovos… A curgete fica quase al denteExperimente e delicie-se saudavelmente com toda a família! 

Esqueci-me apenas de dizer que este prato faz-se em cerca de 10 minutos!!! É bastante simples e prático e todos adoram cá em casa!

INGREDIENTES

  • 500 gr de peito de frango picado (ou perú)
  • 2 curgetes (em esparguete)
  • 5 ovos
  • 1 cebola
  • 1 fio de azeite
  • Salsa picada
  • Flor de sal (a gosto)

Dica: em vez de frango pode usar peru, bacalhau, outro peixe, ou tofu por exemplo.

PASSOS

  1. Numa frigideira coloque um fio de azeite juntamente com a cebola picada.
  2. Adicione o peru, previamente temperado com sal e pimenta.
  3. Quando o peru estiver quase cozinhado, junte a esparguete de curgete.
  4. Adicione os ovos e vá mexendo até os ovos ficarem cozinhados.
  5. Sirva com salsa picada.

O regresso à rotina das famílias com elementos alérgicos implica sempre umas “maratonas de cozinha”, para se reporem os stocks que foram sendo subtraídos nas férias.  A entrada do Pedro no 1º ano implicou algum tempo acrescido de permanência na escola, pelo que, é necessário levar ainda mais comida do que o habitual. Este Pão de Banana faz parte do meu plano de repovoação da arca congeladora cá de casa:

Ingredientes:

250g de farinha panificável sem glúten;

120g de açúcar;

Meia colher de chá de canela;

1 colher de chá de fermento;

1 colher de chá de bicarbonato de sódio;

1 pitada de sal;

80 ml de óleo de coco;

2 “ovos de linhaça” (misturar duas colheres de sopa de farinha de linhaça com quatro colheres de água e deixar repousar 5 a 10 minutos);

3  bananas médias;

Preparação:

Misture os ingredientes secos num recipiente;

Misture todos os ingredientes húmidos num liquidificador (ou com a varinha mágica) e verta sobre o primeiro preparado;

Envolva suavemente a mistura;

Leve ao forno numa forma de bolo inglês, a 180.º, por cerca de 50 minutos;

imagem fornecida pelo autor