Bolas de energia de chocolate pré-futebol

No final do dia, sempre que vou buscar o meu filho à escola, para ir ao futebol, a pergunta é sempre a mesma: há bolas energéticas?

Tal como nós, adultos, quando vamos treinar, os miúdos também precisam de um bom pré-treino. Faço questão de fazer os snacks em casa, faço em quantidade para haver por uma ou duas semanas. Assim, quando vou buscar os miúdos para as actividades físicas, levo dentro de uma caixa um docinho saudável que os vai deixar cheios de força.

INGREDIENTES

  • 1 chav de nozes levemente tostadas com canela, mel e uma pitada de sal marinho
  • 400 gr de pasta de tâmaras ou tâmaras sem caroço
  • 1 c. de sopa de cacau em pó
  • 2 c. de sopa de manteiga de frutos secos (amêndoa, avelãs)
  • 2 c. de sopa de óleo de coco derretido
  • 2 c. de sopa de sementes de chia
  • raspa de ¼ de limão
  • 2 c. de sopa de água

PREPARAÇÃO

Coloque as nozes num processador de alimentos ou robot de cozinha (eu trabalho com a Bimby® que adoro) e triture até estarem bem trituradas.
Adicione os restantes ingredientes e volte a bater tudo atés obter uma massa homogénea e pegajosa.
Retire pequenas porções faça bolas.

Coloque-as numa caixa de vidro com tampa e guarde-as no frigorifico.

Vá retirando uma a uma sempre que precisa.

Salada quente de grão, abóbora e góji

No dia anterior ao nosso workshop no Armazém Integral (que foi um sucesso, adorámos e para o ano vamos voltar), fomos à loja da Erika e do Sr. Adérito a inspiração deste prato vem da salada de grão e abóbora assada que lá comemos. O pai que ainda era meio “traumatizado” com abóbora, comprovou que já é fã de abóbora!

Pensei de imediato em fazer esta receita mas com um toque agridoce com alguns toques pessoais e foi assim que surgiu esta receita!
É um prato quentecor de laranja e de conforto tal como o outono pede. Fizemos como acompanhamento a um peixe no forno, mas estava tão bom que o peixe ficou em “segundo plano”.

Para o Lourenço esta é uma salada de “tatas”… Agora o “gaiato” anda com a mania de que só quer batatas, mas aqui como é cor de laranja lá passou e papou tudo ?

INGREDIENTES

  • Grão cozido (demolhamos, cozemos e congelamos)
  • 1 abóbora manteiga pequena (partida em tiras)
  • 5 ameixas secas (hidratadas)
  • 1/2 chávena de bagas de goji (hidratadas)
  • 1 cebola roxa
  • 1 fio de molho de soja (opcional)
  • 1 fio de xarope de tâmaras (opcional)
  • oregãos
  • tomilho
  • fio de azeite

PASSOS

  1. Pré-aqueça o forno a 200ºC.
  2. Numa taça coloque as bagas de goji e as ameixas secas e cubra com água.
  3. Numa tabuleiro coloque a cebola roxa partida em meias luas e um fio de azeite. Leve ao forno cerca de 5mins.
  4. Junte a abóbora partida em cubos, o grão, as ameixas (picadas), o goji e tempere com oregãos e tomilho. Envolva bem e leve ao forno até a abóbora ficar assada.
  5. Quando estiver quase pronta, pode colocar um fio de molho de soja e um fio de xarope de tâmaras (para dar um toque agridoce).
  6. Deixe cozinhar até atingir a consistência pretendida. Sirva como prato principal ou como acompanhamento.

O regresso à rotina das famílias com elementos alérgicos implica sempre umas “maratonas de cozinha”, para se reporem os stocks que foram sendo subtraídos nas férias.  A entrada do Pedro no 1º ano implicou algum tempo acrescido de permanência na escola, pelo que, é necessário levar ainda mais comida do que o habitual. Este Pão de Banana faz parte do meu plano de repovoação da arca congeladora cá de casa:

Ingredientes:

250g de farinha panificável sem glúten;

120g de açúcar;

Meia colher de chá de canela;

1 colher de chá de fermento;

1 colher de chá de bicarbonato de sódio;

1 pitada de sal;

80 ml de óleo de coco;

2 “ovos de linhaça” (misturar duas colheres de sopa de farinha de linhaça com quatro colheres de água e deixar repousar 5 a 10 minutos);

3  bananas médias;

Preparação:

Misture os ingredientes secos num recipiente;

Misture todos os ingredientes húmidos num liquidificador (ou com a varinha mágica) e verta sobre o primeiro preparado;

Envolva suavemente a mistura;

Leve ao forno numa forma de bolo inglês, a 180.º, por cerca de 50 minutos;

imagem fornecida pelo autor

A educação alimentar é essencial para a formação dos nossos filhos.

Uma criança bem nutrida apresentará um bom desenvolvimento físico, cognitivo e social, aumentando a probabilidade de vir a ser um adulto saudável e consequentemente feliz.

É óbvio que, criar hábitos alimentares saudáveis é um processo lento e muitas vezes ingrato, tendo em conta que, se há crianças que comem tudo com muita facilidade, há outras que desde bebés não dão tréguas neste capítulo.

Sei que muitos se estão a rever neste cenário. Por isso, quando os miúdos entram para o 1º ciclo, aos 6 anos, e já têm a capacidade (e alguns a experiência) de perceber que nem tudo o que se come é saudável, temos uma excelente oportunidade de através da Roda dos alimentos que estudam nas aulas, insistir na sensibilização da alimentação saudável.

É importante que se comece a pensar e a divulgar este tema a nível geral. Todos sabemos o difícil que é preparar lanches saudáveis e apetecíveis para os miúdos, para depois chegarem à escola e serem assediados com os lanches empacotados e carregados de açúcares e corantes que outros levam diariamente.

Foi nesta fase que os lanches dos meus filhos começaram a voltar intactos para casa. Porque não eram assim tão apetecíveis, nem tão “todos têm” como os dos restantes miúdos.

Confesso que esta situação me começou a “irritar”, porque saltar refeições é um dos piores erros a nível alimentar que se pode fazer, especialmente em fase de crescimento. Se eu não deixo os meus filhos saírem de casa sem tomar um bom pequeno almoço, e se tenho trabalho a planear menus para terem uma alimentação saudável e equilibrada em casa, não vou fingir que não percebi que, ou não lancharam de todo, ou partilharam lanche de outros miúdos, e aposto que não foi uma maçã!

Resolvi mudar de estratégia, e perceber o que deve conter um snack saudável em idade de crescimento.

Lanches saudáveis e práticos para os miúdos

Estas pequenas mas tão importantes refeições intermédias do dia-a-dia dos nossos filhos devem conter 2 a 3 alimentos dos seguintes grupos apresentados:

FRUTA
E LEGUMES

LACTICÍNIOS

FARINÁCEOS

FRUTOS
SECOS/SEMENTES*

– Fruta da época

– Um Hortícola como cenoura, tomate cereja, talos de aipo, etc.

– Leite

– Iogurte

– Queijo fatia

– Queijo barrar

– Queijo (dose individual Babybel)

– Fiambre (Pode substituir porque tem proteína, mas não tem o cálcio e
é muito processado

– Pão

– Tostas

– Gressinos

– Palitos Tostados

– Bolachas simples ou caseiras

– Cereais não açucarados

– Nozes

– Avelãs

– Amendoins

Amêndoas

– S.de  Linhaça

– S. de Sésamo

– S. de Girassol

– S. de Abóbora

*(no pão ou no iogurte)

 Bom, bom era que me aparecessem assim uns lanches saudáveis, práticos e prontos, que enfiasse na lancheira e Bingo!

Não foi preciso pensar muito, para que com base nos esquemas apresentados encontrasse soluções para fazer todos os dias lanche da manhã e lanche da tarde para três dos meus filhos, de forma simples e saudável. Fica o nosso menu semanal, que é alterado de semana para semana (geralmente troco uma ou duas coisas, e a ordem de acordo com o que tenho em casa)

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SEGUNDA

TERÇA

QUARTA

QUINTA

SEXTA

MANHÃ

Leite
simples, 1 fatia de pão de sementes com fiambre

1 fatia de
pão integral com queijo da vaca que ri fatias light

1 iogurte
sólido ou líquido e flocos de cereais integrais 

Avelãs, 1
pacote individual de leite simples, bolachas de água e sal

2 triângulos da vaca que ri, 2 tomates cereja, 2 bolachas simples

TARDE

1 peça de
fruta e palitos da vaca que ri

1 iogurte
liquido, talos de cenoura ou aipo, e um punhado de nozes

1 peça de
fruta e 2 queijinhos babybel Light

1 iogurte liquido e uma peça de
fruta 

Iogurte,
sementes (numa caixinha), talos de cenoura ou aipo

 

 

 

 

 

Em suma, o ideal será que as crianças comam fruta, leite, iogurtes e queijo meio-gordos e sem adição de açúcar, para além do pão e cereais. Assim, envio para os lanches pão com fiambre ou queijo fatiado, tostas ou palitos da Vaca que Ri, iogurte com fruta ou sementes, queijo babybel com avelãs, fruta com bolachas simples. Obviamente, para além destes alimentos junto sempre na lancheira água ou chá caseiro frio.

Numa casa com 4 crianças, sendo um deles bebé, precisava de arranjar um sistema prático que me tornasse mais fácil a questão dos lanches. Os queijos da vaca que ri são a solução ideal, porque são saudáveis e equilibrados, e segundo os meus filhos, “todos os amigos querem provar”

A verdade é que levar fruta e hortícolas para o lanche não parece muito atraente, mas desde que comecei a fazer os packs com os queijinhos da vaca que ri, e fiz o trabalho da educação alimentar em casa, deixamos de ter lanches boomerang! Os miúdos adoram quando mando os talos de aipo e de cenoura com os palitos da vaca que ri, porque rapam literalmente o queijo com eles. Acabam por comer verduras sem sequer reclamar. Até pedem para pôr na lancheira!

Agora, as lancheiras voltam vazias.

É certo que envio menos quantidade de comida, mas a variedade e os nutrientes estão lá.

Crianças saudáveis são crianças mais felizes.

 

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São muitos os pais que se deparam com situações problemáticas na alimentação… quando os seus filhos não querem comer ou deixam de comer determinados alimentos… A recusa continua, a situação agrava-se e a determinada altura parece não haver solução. Em muitas ocasiões pode mesmo levar ao isolamento, ao evitar de situações sociais como um jantar com família ou amigos…

Na verdade, são muitos os motivos que podem despoletar um evitamento ou recusa alimentar e por isso, esta não é uma situação em que as estratégias sejam “chapa 5” e funcionem com todas as crianças.

Primeiramente é preciso perceber o porquê (e o mais precocemente possível)! Qual a razão desta recusa alimentar?

As situações de recusa alimentar podem ter diversas origens, entre elas…

  • Situações traumáticas (ex. situações de engasgamento);
  • Alterações de processamento sensorial (ex. defensividade oral);
  • Alterações na motricidade orofacial (que podem, por exemplo, ser a causa de uma mastigação ineficaz);
  • Relações pais e filhos …

Só analisando a resposta ao “Porquê?” poderemos perceber quem serão os profissionais que o poderão ajudar e de que forma, delineando então estratégias eficazes e duradouras.

Caso se encontre numa situação em que o seu filho evita ou recusa alimentos, preencha o questionário que aqui disponibilizamos para que o possamos aconselhar da melhor forma.

 

imagemcapa@sol.no

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A obesidade infantil é cada dia mais preocupante. As mudanças nos hábitos de consumo e alimentação têm feito desse mal um problema a nível mundial.

As crianças têm sido vítimas da falta de conhecimento dos pais e da sociedade. Alguns alimentos vendidos como “saudáveis”, na verdade são fontes de carboidratos simples, conservantes, e outros produtos químicos que além de fazerem mal à saúde ainda enchem o organismo de toxinas que podem impedir o funcionamento natural do metabolismo e causar descontrole hormonal.

Por isso, pais, fiquem atentos aos alimentos perigosos para a saúde e peso do seu filho. Aqui estão 5 deles que parecem inocentes, mas não são.

       1. Sumos empacotados

Muitos pais bem-intencionados incentivam os filhos a parar de beber refrigerante substituindo-os por sumos. O problema é que na maioria das vezes o açúcar contido num pacote de sumo é superior ao do refrigerante. Não defendemos o consumo de refrigerantes, aliás, acreditamos que estes deveriam ser banidos da alimentação de qualquer ser humano.

       2. Sumos de fruta

Parecem tão saudáveis, não é? Mas não é bem assim. Vários médicos têm condenado os sumos de frutas. A frutose, que é o açúcar das frutas, é tão prejudicial quanto as bebidas à base de cola, afirma o Dr. Richard Johnson, da Universidade do Colorado, causam obesidade e hipertensão. Para o Dr. Lair Ribeiro, cardiologista e nutricionista, a frutose é um veneno que é combatido pelas fibras das frutas. Por isso, em vez dar sumo aos seus filhos, dê a fruta – moderadamente nos casos de necessidade de perder peso – e água.

        3. Salsichas e enchidos

Relativamente à salsicha os problemas são grandes. Segundo a nutricionista Natália Coelho, “A salsicha tem oito vezes mais gordura e 38 vezes mais sódio que o frango cozido“. Além disso, a salsicha tem nitrato que é cancerígeno, e (…) “gordura saturada, que é também responsável pela obesidade infantil crescendo na nossa população” (…) “problemas de hipertensão arterial e desenvolvimento de doenças crónicas“. O peito de peru industrializado, considerado saudável não fica atrás tanto na questão do nitrato quanto na quantidade de sódio que causa hipertensão e retenção de líquidos.

        4. Pipocas de micro-ondas

Embora seja prático e muito saborosas, as pipocas de micro-ondas têm em média 150 calorias por chávena. Ao contrário das pipocas simples que tem 31 calorias por chávena. Mas, ainda é possível fazer pipocas saudáveis no micro-ondas: Coloque meia chávena de grãos de milho nem um pacote de papel (papel de pão), feche e leve ao micro-ondas por 2 minutos na potência média. Se quiser acrescente uma pitada de sal. Pronto! De um pacote (industrializado) com 490 calorias você reduziu para apenas 100 calorias.

        5. Pão

O nosso inocente pãozinho de cada dia é responsável por um índice glicémico equivalente a 2 colheres e meia de açúcar! O Índice glicémico mede o quanto um determinado carboidrato pode elevar o nível de glicose no sangue e em quanto tempo. Quando um alimento tem o índice glicémico até 75, é considerado de baixo IG. Já aqueles com mais de 95 de índice glicémico são considerados de alto IG. O pãozinho francês tem um índice aproximado de 95 a 100. Isso significa mais glicose no sangue, mais liberação de insulina pelo pâncreas e o resultado é ganho de peso.

Antigamente, ou seja, antes da junk food, quando as pessoas faziam refeições completas, a obesidade era algo raríssimo. O que se comia nos anos anteriores à segunda metade do século XX? Geralmente arroz, carnes, ovos, frutas, legumes e verduras, queijo, etc – tudo orgânico ou feito com alimentos orgânicos. Tratava-se de uma alimentação muito mais paleo do que a de hoje em dia, com pouco uso dos alimentos processados. Os doces eram compotas de frutas adoçadas com rapadura ou melado, eram servidas como sobremesa e consumidas em pouca quantidade. O segredo para deter a obesidade infantil é voltar-se a uma alimentação sem açúcar refinado, sem gordura trans, sem conservantes e outros aditivos químicos, enlatados, salgadinhos, enchidos (antigamente o único enchido eram as linguiças caseiras sem conservantes). Quanto mais primitiva a alimentação, mais saudável ela será.

Além disso, as crianças brincavam ao ar livre todo o dia. Mexiam-se, corriam, saltavam, e brincavam ao sol e à chuva, ao contrário do que vemos hoje.

Por Stael Ferreira Pedrosa, publicado em Familia.com.br, adaptação de Up To Kids®

 

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imagem@camagroup

Quem tem filhos em idade escolar, sabe o quanto é trabalhoso pensar e preparar a lancheira de maneira a não colocar lá dentro bolachas, bolachas com chocolate, bolicaos, sumos cheios de açúcar,etc…

Por vezes pensamos ser mais simples e mais rápido para nós, mas é com certeza o menos saudável para eles e que poderá ter consequências graves para o seu futuro, para além de ser uma opção inadequada é também muito mais dispendiosa para os bolsos dos pais.
Montar uma lancheira saudável e apetitosa para as crianças é uma tarefa que exige criatividade. Haja inspiração para sair do clássico pão com queijo e sumo.
O lanche da escola é uma das refeições do dia do seu pequeno e, por isso, precisa ser nutritiva da mesma forma que as outras refeições feitas em casa.
E nós como pais queremos sempre o melhor para os nossos filhos, por isso, para além da escolha de alimentos saudáveis, é preciso também pensar também na segurança alimentar, que inclui desde a seleção adequada dos alimentos, higiene dos utensílios utilizados até ao armazenamento adequado do lanche.

Selecionar um alimento estragado ou higienizar a lancheira ou garrafa de água de uma forma inadequada pode ser prejudicial à saúde da criança e causar transtornos como diarreia, febre e falta de apetite.

Para evitar isso, selecionamos algumas dicas para afastar esses riscos:

  • Escolha frutas com cascas íntegras, brilhantes e com aspecto de recém-colhidas. Buracos ou amolgadelas nas frutas podem aumentar o risco de contaminação. As frutas da estação podem ser uma ótima alternativa por serem mais frescas e serem mais baratas. Opte por enviar as frutas ou tiras de vegetais crus devidamente higienizadas dentro de uma caixa hermética. A sugestão mais adequada para lhes colocar na lancheira poderá ser maçã, pêra, banana, uvas, morangos, cenoura, pepino, tomate cereja.
  • Procure substituir o pão de forma comum pelo pão integral e incluir legumes e folhas no recheio.
  • Atenção à validade. Se ela estiver vencida, o alimento pode conter microrganismos nocivos à saúde.
  • Utilize sempre lancheiras térmicas, para que possam efeticamente conservar os nutrientes e manter a temperatura do lanche. Principalmente, se tiver frios, leite e iogurte.
  • Utilize saquinhos e embalagens próprios para alimentos para separar a porção do lanche.
  • Lave bem as mãos com água e sabão antes de preparar o lanche.
  • Higienize a lancheira e a garrafa de água antes e após o uso para tirar resíduos de alimentos.
  • Outra dica infalível é diversificar a lancheira: prefira alimentos naturais e caseiros, respeite a quantidade para a idade do seu filho.
  • Peça-lhe ajuda para preparar o seu lanche, aceite as suas sugestões, explique-lhe porque uns alimentos são mais adequados que outros, partilhe esse momento com a criança, que ficará mais motivada a comer o lanchinho.

imagem@funtasticmom

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