Os bebés não comem só papas

Nos dias de hoje a correria é muita e a alimentação saudável e adequada dos nossos bebés nem sempre é facilitada. Aprender a mastigar bem os alimentos é crucial e só aprendemos com experiências e prática, mas já pensaram que é pela experiência que aprendemos?

Dentro da barriga da mãe

Vamos ao início de tudo quando os bebés ainda estão dentro da barriga da mãe. Aí experimentam diferentes estímulos, imprescindíveis para o seu desenvolvimento sensório-motor oral.  Por exemplo, sentem diferentes sabores e o cheiro de tudo o que a mãe come. A exposição a esses estímulos sensitivos e gustativos é fundamental para a programação sensório-motora envolvida nas funções orais, inicialmente na sucção, deglutição, respiração, mais tarde na mastigação e, por fim, na fala da criança.

Quando nasce

Durante o desenvolvimento intrauterino o reflexo natural para a sucção começa-se a desenvolver às 29 semanas e fica completamente maturado entre as 34 e 35 semanas. É o reflexo natural para a sucção que permite a sua primeira alimentação e é a sucção que estimula o crescimento adequado das estruturas oro-faciais (lábios, dentes, língua e músculos). Por vezes há bebés que apresentam alterações nas funções orais e necessitam de ajuda especializada. Por exemplo, de terapeuta da fala mesmo que ainda em internamento de neonatologia.

Só assim o bebé estará preparado para receber alimentos de novas texturas, período em que se inicia a fase da mastigação. Diversos estudos indicam que o bebé entre o 6º e o 12º mês apresenta movimentos rotatórios da mastigação, já sendo então capaz de comer a bolacha e o pão. Com os devidos estímulos, a mastigação é uma função aprendida e muito importante para o desenvolvimento facial da criança.

Afinal como podemos estimular a mastigação e promover uma boa diversificação alimentar?

E se dermos também fruta ou outros alimentos em tiras? Assim estarão a apresentar os alimentos em duas texturas distintas, contribuindo para uma maior aceitação dos mesmos, sendo que a aceitação é um fator indispensável para um bom desenvolvimento da ação mastigatória.

E se os incentivarmos a comer sozinhos, quer com a mão ou com a colher (sujar faz parte!). Estamos a proporcionar-lhe importantes experiências sensoriais que vão potenciar o seu desenvolvimento sensório-motor.

Importante saber que a partir de 1 ano de idade os bebés já são capazes de mastigar bem os alimentos de textura mole e que a partir dos 15 meses deverão aceitar já diferentes sabores, texturas e consistências. Continua a ser fundamental deixá-los tocar, brincar e explorar os alimentos antes de os levar à boca.  Aos 2 anos já conseguem aceitar duas texturas na boca, mastigar e beber autonomamente de forma adequada.

A reter

  • Fomentar o prazer em comer apresentando alimentos adequados nutricionalmente irá permitir uma dieta variada e equilibrada no futuro.
  • Oferecer às nossas crianças uma alimentação variada em sabor, textura, consistência, temperatura, aspeto visual e cheiro e permitir-lhes experiências sensoriais e orais diversificadas irá contribuir para um desenvolvimento adequado da musculatura oro-facial e dento-esquelética e prevenir assim futuras alterações nas funções da sucção, mastigação, deglutição e fala.

Por Terapeuta da Fala Joana Teodoro

Bolas de energia de chocolate pré-futebol

No final do dia, sempre que vou buscar o meu filho à escola, para ir ao futebol, a pergunta é sempre a mesma: há bolas energéticas?

Tal como nós, adultos, quando vamos treinar, os miúdos também precisam de um bom pré-treino. Faço questão de fazer os snacks em casa, faço em quantidade para haver por uma ou duas semanas. Assim, quando vou buscar os miúdos para as actividades físicas, levo dentro de uma caixa um docinho saudável que os vai deixar cheios de força.

INGREDIENTES

  • 1 chav de nozes levemente tostadas com canela, mel e uma pitada de sal marinho
  • 400 gr de pasta de tâmaras ou tâmaras sem caroço
  • 1 c. de sopa de cacau em pó
  • 2 c. de sopa de manteiga de frutos secos (amêndoa, avelãs)
  • 2 c. de sopa de óleo de coco derretido
  • 2 c. de sopa de sementes de chia
  • raspa de ¼ de limão
  • 2 c. de sopa de água

PREPARAÇÃO

Coloque as nozes num processador de alimentos ou robot de cozinha (eu trabalho com a Bimby® que adoro) e triture até estarem bem trituradas.
Adicione os restantes ingredientes e volte a bater tudo atés obter uma massa homogénea e pegajosa.
Retire pequenas porções faça bolas.

Coloque-as numa caixa de vidro com tampa e guarde-as no frigorifico.

Vá retirando uma a uma sempre que precisa.

Alimentação Sustentável como equilíbrio entre a produção alimentar, saúde e protecção ambiental

Nunca como hoje foi tão importante e prioritário preocuparmo-nos e cuidarmos das pessoas e do nosso planeta.
Estima-se que em 2050, a população mundial será superior a 9 mil milhões. Isto significa que será necessário produzir mais 60% de alimentos.
Preocupante é saber que a gestão dos alimentos produzidos para abastecer todas as pessoas a nível mundial, não é devidamente planeado e acontece sem planeamento assertivo. 1/3 dos alimentos produzidos  não é consumido – ou seja, vai para o lixo. Os desequilíbrios são difíceis de ultrapassar. É difícil uma receita certa, mas compete-nos ter um empenho cada vez maior e mais real. Em todo o mundo, 900 milhões de pessoas  passam fome,  e 1,9 mil milhões sofrem de obesidade.
Para fazer face a estas questões, às necessidades que derivam do crescimento intensivo da população mundial, ao desenvolvimento e suporte necessários para melhor alimentar todos os indivíduos, e as exigências de qualidade emergentes em todos os estratos sociais, a indústria alimentar intensificou a agricultura e a produção animal local.
Com a crescente preocupação sobre os impactos ambientais versus uma maior exigência quanto à qualidade dos produtos de consumo alimentar e preocupação com a saúde, surge o conceito de alimentação sustentável. Esta aparece como uma possível solução para alcançar um maior equilíbrio entre a produção alimentar, saúde e protecção ambiental.

3 impactos favoráveis imediatos

 

1 – Os alimentos da época têm, geralmente, características nutricionais e organoléticas  (sabor, odor, cor) superiores.
2 – Não necessitam de tanto transporte ou métodos de conservação artificial, duram mais tempo após a compra no frio e mantêm a qualidade intrínseca a cada alimento.
3 – Contribuem para a promoção da economia local e estão, habitualmente, disponíveis a um preço mais acessível.

As boas dicas para seguir esta tendência mais sustentável

 

1. lista organizada das reais necessidades
2. mais vegetais e frutas e menos consumo animal
3. escolha mais equilibrada para mais saúde e qualidade de vida
4. alimentos de produção local e frescos da época
5. preparo dos alimentos com reais medidas de poupança aos consumos energéticos
6. dieta mais equilibrada
7. fluir com as estações e o que elas tem para oferecer, conhecendo assim mais sobre o planeta

 

São novos gestos que mudam o estilo de vida, prevêem a saúde e cuidam do planeta terra.

Este conceito chega também às escolas para consciencializar e educar os mais pequenos e futuros cidadãos e  cuidar do seu mais imediato bem-estar através de Programa de Sustentabilidade na Alimentação Escolar.

Este programa divide se em quatro grandes pilares.

 

1. Produção alimentar

Há um contacto direto dos alunos com todo o processo de cultivo dos alimentos vegetais e frutas, como a preparação do solo, a escolha das sementes conforme a estação, organização das hortas e a colheita com a subsequente  acondicionamento para preservar os alimentos sem conservantes.

2. Regras de economia

São explicados todos os passos para uma aquisição consciente e junto dos produtores locais, assim como todas as  vantagens que este sistema oferece.

3. Educação cívica e planetária

São oferecidas explicações sobre ecologia, pegada ecológica, sustentabilidade, cuidados com o  meio ambiente.

4. Confecção dos alimentos e bons hábitos alimentares

Nesta inclui-se programas mais sérios como a Escola Activa para combate à obesidade infantil e promoção de melhores hábitos alimentares. O programa os Heróis da Fruta, com lanche escolar saudável. O Regime de Fruta Escolar com oferta de fruta para incentivo ao gosto pela fruta desde criança, entre outros programas mais gerais como a alimentação  mediterrânica e a roda dos alimentos, todos com base em ensinamentos para uma alimentação saudável.
Este programa foi sugerido, estudado e implementado no nordeste brasileiro com muito sucesso e é um excelente incentivo  para expandir no nosso pais em todas as escolas, creches e jardins de infância. Desde sempre a envolvencia com a realidade do que chega à nossa mesa se perdeu com os movimentos citadinos e a migração para estes centros.

Alimentação escolar adequada, saudável e com produtos da agricultura familiar

 

A alimentação escolar adequada afeta a educação, a saúde, a agricultura local, o desenvolvimento social,  a consciencialização, a tomada de decisões adequadas com vista a protecção do meio ambiente, entre outras com vista ao crescimento de crianças e jovens mais saudáveis e conscientes do mundo em que vivem para que possam assim formar-se e decidir com olhos bem aberto face as realidades que os circunda.
O aparecimento do programa das Escolas Sustentáveis foi desenhado com o objectivo de implementar a alimentação escolar sustentáveis e tudo o que isto envolve e desenvolve:
  • actividades diversas com a participação e envolvimento da comunidade escolar;
  • a adopção de menus escolares saudáveis e equilibrados;
  • a construção e participação dos alunos nas hortas escolares pedagógicas. (Algumas delas com lugar para aulas de matemática e organização de acções de educação alimentar e nutricional  que são executadas no próprio estabelecimento, envolvendo pais e mães e filhos, professores e directores de escolas);
  • alteração no preparo dos alimentos;
  • redução das despensas na compra dieta de produtos;
  • suporte e expansão de e junto da agricultura familiar local para a alimentação escolar.
A horta escolar tem a finalidade de facilitar a aprendizagem dos estudantes de maneira lúdica, saudável e social, articulada com as diversas áreas do conhecimento. Quer com estas motivações orientar os estudantes para que melhoria dos hábitos alimentares e a criação de uma nova cultura alimentar mais adequada e saudável.

Benefícios

 

As estratégias para melhorar as condições actuais e superar a pobreza devem ser efectuadas com o envolvimento da comunidade local.
A alimentação escolar como ponto catalisador para acções de cooperação locais.
Métodos para melhoria alimentar e nutricional.
Responsabilização local dos diversos organismos cívicos.
Despertar sobre a realidade local e incentivo a aplicação de meios úteis e de espectro futuro.
A oferta de alimentos aos mais desfavorecidos.
Modernização das escolas
Tudo boas razões para apoiar e receber de braços abertos este programa.
Os bebés devem beber água nos primeiros meses de vida?

A água é actualmente considerada um alimento (basta ver a posição central que ocupa na Roda dos Alimentos). Logo é essencial ao bom funcionamento de todas as células do organismo.

É muito frequente os pais questionarem nas consultas se os seu filhos devem beber água nos primeiros meses de de vida. Por esse motivo, importa esclarecer alguns conceitos que me parecem importantes.

Tipo de leite

O leite materno contém muita água na sua composição, pelo que na maior parte das vezes não se justifica dar mais nenhum tipo de líquido aos bebés amamentados exclusivamente. O leite materno tem a dupla função de alimentar e hidratar os bebés.

No entanto, se o bebé estiver a ser alimentado com um leite adaptado (seja em exclusivo ou como suplemento), faz sentido oferecer-lhe um pouco de água entre mamadas. A palavra certa é mesmo “oferecer”, pois não se deve nunca forçar um bebé a beber água. Se quiser bebe, se não quiser não bebe.

Temperatura exterior

Sempre que a temperatura exterior for elevada (vaga de calor, por exemplo), deve-se ter em atenção que os bebés podem ter necessidade de beber mais líquidos. Nestes casos deve oferecer-se água, mesmo nas situações de aleitamento materno exclusivo.

Vómitos

Sempre que um bebé vomita regularmente aumenta o risco de poder desidratar. As suas reservas corporais são reduzidas nos primeiros meses de vida. Nesta situação deve oferecer-se água, independentemente do tipo de leite que esteja a fazer.

Não é um “erro” dar água

Importa salientar também que não é propriamente errado dar água a um bebe, mesmo que esteja apenas sob aleitamento materno. O maior inconveniente é que ele beba menos leite, pelo volume de água que ingere. No entanto, geralmente também não bebem muita água, pelo que a probabilidade de causar algum problema é bastante diminuta. Assim, não é verdadeiramente “errado” dar água sem ser nas situações que expliquei acima, mas é sem duvida “desnecessário” e não se deve fazer.

A Pitada do Pai, é o mais recente livro do nosso parceiro Rui Marques, autor do Blog, A pitada do Pai!. Lançado no 7 de março, o autor apresenta-nos receitas fáceis e rápidas para o dia a dia com crianças!

Entre os horários da escola e do trabalho, as atividades extracurriculares e a correria do dia a dia, nem sempre os pais têm tempo para pensar na qualidade da alimentação familiar.

A Pitada do Pai resolve o problema desses pais, com dezenas de receitas exclusivas e práticas de Rui Marques, autor do blogue com o mesmo nome,com os ingredientes da época, estação a estação. Um livro que nasceu da mudança de hábitos alimentares de um pai preocupado com a saúde da sua família e que agora é o chef lá de casa.

Neste livro pode encontrar:

  • Os alimentos a consumir em cada estação do ano
  • Lista de alimentos e utensílios essenciais
  • Conselhos sobre a introdução de novos alimentos em ambiente familiar
  • Receitas simples e fáceis de confecionar para miúdos e graúdos

Cozinhe saúde e sabor para quem ama.

 

FICHA TÉCNICA
Título: A Pitada do Pai
Autor: Rui Marques
Editor: Matéria Prima
Idioma: Português
Dimensões: 169 x 238 x 13 mm
Encadernação: Capa molePáginas: 168

Nem no dia de aniversário, o papá deixou de surpreender a família, enquanto preparava o jantar fiz questão de preparar uns muffins de alfarroba com recheio de pepitas de chocolate (>70% de cacau) para a família, inspirados nesta receita original da Bren Did, receita original aqui. Estava mesmo sem tempo e a imaginação com tanta coisa para fazer, “é algo que não brota”, já diz a Beatriz Gosta ?

Felizmente correram bem! Ainda não são os muffins de chocolate fofinhos que queremos, mas as pepitas de cacau/chocolate no interior elevam estes simples muffins para um patamar dos deuses ?

muffins

Ingredientes

  • 1 chávena de flocos de aveia
  • 1 chávena de farelo de aveia
  • 1 chávena de pepitas de cacau cru (usámos chocolate com + de 70% de cacau)
  • 4 colheres de sopa de farinha de alfarroba
  • 2 ovos
  • 2 bananas esmagadas
  • 4 colheres de sopa de xarope de tâmaras
  • 1/2 chávena de bebida de vetegal
  • 2 colheres de chá de fermento

Passos

  1. Pré-aqueça o forno a 180ºC.
  2. Comece por esmagar as bananas.
  3. Junte os ovos e bata bem com uma vara de arames.
  4. Junte o farelo de aveia e os flocos, assim como a farinha de alfarroba, o xarope de tâmaras e a bebida vegetal e mexa bem.
  5. Adicione 1/2 chávena pepitas de cacau cru e mexa. Junte o fermento e volte a mexer bem.
  6. Coloque em forminhas e “polvilhe” com as restantes pepitas.
  7. Leve ao forno cerca de 20min, ou um pouco menos, se tal como nós gostar deles mais mal cozidos.

Sabem aquela vontade súbita que nos dá de comer pão? Foi assim que surgiu esta receita!

Ontem enquanto jantávamos, falávamos da ementa do resto da semana e do pequeno almoço do dia seguinte. Estas conversas têm de ser tidas quase em segredo porque se o Lourenço percebe que referimos pão, ovo, queijo ou outra coisa que goste muito, não se cala enquanto não comer esse alimento. Ainda há dias, a mãe disse que o pequeno almoço do dia seguinte eram ovos mexidos e ele começou logo “owo” “owo“, enquanto me arrastava para o frigorífico e já tinha tirado a frigideira do armárioTemos “chef” e de personalidade vincada!

Ah e a receita do pão… Bom, foi literalmente inventada e com o que havia na dispensa. Queríamos que tivesse polvilho, farinha teff (nunca tinha usado) e alfarroba, o resto fomos juntado até obtermos uma consistência que achávamos que funcionasse.
No final e antes de colocarmos no forno, juntámos 2 maçãs raladas para equilibrar o sabor!

O resultado foi surpreendente e delicioso! Um Pão fofo de alfarroba, sem glúten, paleo e caseiroA melhor forma de começar o dia.

Sugestão: Comemos ao pequeno almoço com manteiga clarificada e com manteiga de amendoim e banana… Já o pequeno chef preferiu com “queije”, adora “queije” o rapaz ?

Ingredientes

  • 4 ovos
  • 2 colheres de sopa de óleo de coco
  • 1 ½ chávena de bebida vegetal
  • 1 ½ chávena de água morna
  • 1 colher de sopa de vinagre de cidra
  • 1 ½ chávena de polvilho doce
  • 1 ½ chávena de farinha teff
  • ½ chávena de farinha de coco
  • 4 colheres de sopa de farinha de alfarroba (pode usar cacau cru)
  • 2 maçãs raladas
  • 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 1 ½ colher de chá de fermento

Passos

  1. Pré-aqueça o forno a 180ºC
  2. Numa taça comece por juntar os ovos e o óleo de coco com uma vara de arames.
  3. Junte a bebida vegetal, a água morna e o vinagre. Mexa bem.
  4. Adicione as farinhas, a maçã ralada e mexa até obter uma massa homogénea.
  5. Junte o bicarbonato e o fermento, volte a mexer e leve ao forno cerca de 35/40 minutos.
  6. Deixe arrefecer muito bem antes de partir o pão.

 

Depois de 2 dias fora, quase 800 km feitos, 12 receitas confeccionadas nos 3 showcookings realizados, que contaram num total cerca de 150 pessoas, que puderam assistir e provar os nossos pratos, estamos de volta! Cansados, mas de coração cheio por todo o carinho que recebemos na Feira do Mirtilo em Sever do Vouga e no Forum Cultural de Ermesinde, Valongo!

Esta receita de gelado de mirtilo é fantástica, é super simples, sem açúcar e dá para fazer e comer na hora, mas tem um problema… não vai conseguir parar de comer! Sem culpa, claro!

gelado de mirtilo

Dica: esta sugestão é também ótima para os mais pequenos ?

Ingredientes

  • 1 chávena mirtilos congelados
  • 2 bananas maduras congeladas (partidas em rodelas)
  • 1 iogurte grego ou iogurte natural (pode ser necessário adicionar um pouco mais)
  • ½ chávena de mirtilos frescos para topping

Sugestão: em vez do iogurte pode juntar alguns cubos de gelo (ou algumas colheres de sopa de água) e fica com um excelente sorvete.

Passos

  1. Na noite anterior, comece por congelar os mirtilos e as bananas (às rodelas).
  2. Coloque-os num robô de cozinha juntamente com o iogurte e triture bem.
  3. Junte alguns mirtilos frescos e volte a triturar.
  4. Sirva com mirtilos frescos no topo.

Dica: quem não usa robô ou não tem fruta congelada, pode fazer triturar a fruta fresca e levar ao congelador.

Frango à “brás” com esparguete de curgete

Desde pequeno sempre me “chateou” a forma como a maioria dos restaurantes serviam o Bacalhau à Brás… Mole e tudo com a mesma textura. Uns anos mais tarde e após ver alguns programas de culinária percebi o truque de juntar as batatas em palitos no final para dar crocância.

Uns anos mais tarde (que coincidiram) com o nascimento do blog, andava “chateado” porque gostava deste prato, mas não queria fazê-lo com batatas fritas! Nestes últimos meses, como temos andado em experiências e a tentar  “inventar” para formas divertidas de comer vegetais e ao mesmo tempo fazer os legumes a brilhar… Desta vez foi com a curgete e o resultado é delicioso!

Mas a curgete não fica mole? Se a deixarmos cozinhar muito fica, mas cá em casa preferimos adicionar a curgete já no final e deixar cozinhar os ovos… A curgete fica quase al denteExperimente e delicie-se saudavelmente com toda a família! 

Esqueci-me apenas de dizer que este prato faz-se em cerca de 10 minutos!!! É bastante simples e prático e todos adoram cá em casa!

INGREDIENTES

  • 500 gr de peito de frango picado (ou perú)
  • 2 curgetes (em esparguete)
  • 5 ovos
  • 1 cebola
  • 1 fio de azeite
  • Salsa picada
  • Flor de sal (a gosto)

Dica: em vez de frango pode usar peru, bacalhau, outro peixe, ou tofu por exemplo.

PASSOS

  1. Numa frigideira coloque um fio de azeite juntamente com a cebola picada.
  2. Adicione o peru, previamente temperado com sal e pimenta.
  3. Quando o peru estiver quase cozinhado, junte a esparguete de curgete.
  4. Adicione os ovos e vá mexendo até os ovos ficarem cozinhados.
  5. Sirva com salsa picada.

3 Receitas de bolos de aniversários saudáveis

E se deixássemos de lado os bolos de pastelaria e fizéssemos nós próprios algo mais saudável, igualmente delicioso e que os mais pequenos pudessem comer?

Porque o seu baby merece o melhor, trazemos lhe hoje 3 sugestões de bolo de aniversário ?

Muitos pais têm comentado connosco que ficam perplexos (tal como nós), que em festas de 1º ou 2º aniversário em casa ou em creches,  são levados bolos de aniversário de pastelaria, chocolates e outras guloseimas.

Não é preciso ser fundamentalista e as crianças terão todo o tempo do mundo para descobrir as guloseimas e perceber o que é regra e a excepção, mas nos primeiros anos, é nosso ponto de vista demasiado cedo.

Bolo de iogurte com cobertura de “chantilly” de côco

bolo
Foto: Manias de uma Dietista

 

Bolo de espinafres com cobertura de abóbora

bolo-espinafres-e-abobora

 

Bolo de chocolate e alfarroba

bolo-alfarroba

 

Estas receitas passaram a ser exclusivas do livro A Pitada do Pai. Descubra aqui.

 

(1) Fonte: Livro Cozinha Vegetariana para Bebés e Crianças, Gabriela Oliveira

Lembre-se que o mais importante são os bebés, logo, fazer algo que eles possam comer e gostar, é o ideal. Lá por nós não gostarmos, não quer dizer que eles não possam adorar ?