Há fotografias dos nossos filhos que não podemos publicar na net!

Hoje li no blogue A Mulher é que manda um post sobre a fotografias dos nossos filhos na net, e tratando-se um tema tão sensível como a segurança e pedofilia e/ou rapto, achei obrigatório trazê-lo para a Up To Kids® de forma a chegar ao maior numero  de leitores possível.

Não é nada que não saibamos e que não estejamos alerta, mas por vezes tornamo-nos descuidados mesmo com o que nos é mais importante na vida. Será que está a seguir à linha as instruções de segurança, quando se trata de colocar fotografias dos seus filhos na internet?

«Há fotografias dos nossos filhos que não podem estar na internet. Não podem ou não devem, dependendo da vossa opinião sobre o nível de segurança, a que devem sujeitar a exposição das fotografias dos vossos rebentos.

 

Apresento-vos hoje meia dúzia de cuidados a ter, ao partilhar fotografias de crianças:

1 – Fotografias de bebés só de fralda, nus ou a tomar banho.
Muitas vezes estes retratos são raptados por verdadeiros pedófilos e colocados a circular em várias redes criminosas. Lembre-se que pode acontecer com qualquer uma de nós e já se descobriram inúmeros episódios destes em Portugal.

2 – Fotografias de crianças com a farda do colégio.
Já cometi esse erro, aqui me confesso. Neste caso foi no Facebook e já lá fui apagar. Através da farda facilmente se identifica a escola e por vezes até o ano que frequentam. Se um criminoso tiver acesso ao nome dos pais, da criança e da escola… o resultado pode não ser positivo. É só uma questão de não nos “pormos a jeito”.

3 – Fotografias com pistas sobre a morada da criança
Sempre que fotografem os vossos filhotes perto de casa, tenham o cuidado de não captar prédios, nomes de lojas ou montras que possam denunciar o sitio onde mora. Pelo menos nas fotografias que tenciona partilhar na web.

4 – As fotografias que os seus filhos não quererão ver divulgadas quando forem mais crescidos.
Todas sabemos que o bullying está na ordem do dia e sempre que partilharmos alguma gracinha dos nossos filhotes, devemos ter em conta que eles poderão não achar graça alguns anos mais tarde. Ou pior, poderão outros tentar aproveitar-se dessa exposição exagerada.

5 – Fotografias de crianças sem que os pais tenham autorizado.
Imaginem que uma “amiga” de uma amiga resolve partilhar a fotografia do vosso filhote numa daquelas páginas com um número gigante de fãs. A proliferação da dessa foto pode vir a ser quase infinita. É impossível poder depois controlar ou contactar as pessoas que tiveram acesso a ela. É quase como publicar uma fotografia de uma criança num jornal de grande tiragem, sem pedir permissão aos encarregados de educação. Digo é quase pois é pior. Uma fotografia na internet pode chegar mais longe que qualquer capa de jornal em papel.

6 – Fotografias com identificações de GPS.
Muitos dos telemóveis com GPS, se não desligarmos essa função, tornam publico, no vosso Facebook ou Instagram, o local de onde vocês estão a partilhar as fotografias. Já pensou que um ladrão ou um raptor poderá ter acesso aos seus passos ou antecipar o horário das suas deslocações?»

 


Imagem @Jill Greenberg

MÃE PELA PRIMEIRA VEZ:

Desinfecta:
Chuchas, biberons e tetinas, tudo isso e ainda o que couber no esterilizador fantástico que uma das avós ofereceu.

Veste: 
Casacos, camisolas, interiores, gorros, collants e sei lá mais o quê…em pleno verão, o bebé só mexe os olhinhos, fica completamente enchouriçado e acaba por passar a vida a fazer aerossóis.

No saco do bebé: 
Fraldas, chucha extra, toalhetes, pochete com cremes e creminhos, pochete com termómetro e remédios (aero-om e benuron), duas fraldas de pano, babetes, inter comunicadores (pelo sim, pelo não), muda de roupa, mas mesmo assim o saco vai bem arrumado e cabe tudo lá dentro, muito ao nível do “Sport billy”.

Lava: 
Toda a roupa com um produto hipoalergénico, especial para bebés  e separado da roupa dos outros habitantes da casa ou seja, faz máquinas de roupa ridículas com 3 ou 4 peças de bebé.

Stressa porque: 
O bebé dorme muito ou dorme pouco; come muito ou come pouco; a respiração ruidosa ou silenciosa; tosse ou não sabe tossir; funga ou não sabe fungar; faz muito ou pouco cocó; o cocó é verde ou amarelo; dá puns ou porque os guarda só para ele; parece cansado ou não pára quieto; tem borbulhas aqui ou acolá…a lista é interminável.

Muda de fralda:
De duas em duas horas, mas vai espreitando cada xixizito para o livrar prontamente do mesmo.

Dorme:
Pouco ou nada e de vez em quando acorda em sobressalto, com medo de ter perdido algum acontecimento. No meio do escuro, acaba por dar uma estaladona no bebé, porque quer apenas verificar se a criança está a respirar bem. O bebé que dorme descansado, acorda aos gritos. O pai também acorda e passa atestado de “perfeita anormal” à mãezinha da criança (esta aconteceu-me mesmo!!!).

MÃE PELA SEGUNDA VEZ…


Desinfecta:
Chuchas e tetinas vão para o esterilizador (que já está cheio de calcário) apenas nos primeiros três meses, tudo o resto vai para a parte de cima da máquina da loiça.

Saco do bebé: 
Vai cheio até à inconsciência, mas não leva nada de jeito lá dentro, às vezes até há falta de fraldas ou de toalhetes ou uma fralda suja dentro de um saco de plástico: “Que hoje mesmo a deito fora!”.
Ahhh Ahhh, mas tem sempre o aero-om e uma chucha extra! É previdente!

Veste:
Um casaco no verão, um casaquito e um gorro no inverno, mas se o bebé fica arreliado, tira-lhe o gorro e pronto!

Lava:
As roupas das crianças todas misturadas, e às vezes engana-se e também põe umas coisas do marido (Por esta altura já percebeu que afinal tem três filhos!).

Muda de fralda:
Sempre que o bebé faz um cócózito, por vezes esquece-se dos xixis…

Dorme:

Dorme, mas ainda acorda com qualquer punzinho!

Stressa porque:
O mais velho apanhou uma virose; o bebé também apanhou a virose; os dois estão doentes e não podem ir à creche; tem que levar os dois ao médico e ainda passar na farmácia; faltou ao trabalho; tem que fazer os aerossóis a dois; prender um numa cadeira de papas ou num parque, para poder tratar do outro; dar a medicação certa e nas doses certas a cada um! Pergunta muitas vezes a si própria como é que fazem as outras mães… prefere enlouquecer em comunidade.

MÃE PELA TERCEIRA, QUARTA, QUINTA OU QUALQUER OUTRA VEZ …

Desinfecta:
É apenas uma palavra que só existe para quando se quer mandar alguém embora.

Saco do bebé: 
… ou mala da mãe é a mesma coisa e só tem uma fralda, uns mini toalhetes e lenços de papel.

Veste:
“Agora visto-me menos vezes de fato de treino”… estavam a falar de quem?

Lava:
Tudo junto e com o detergente do pingo doce que é óptimo e baratissimo!

Muda de fralda:
Quando cheira ou já arrasta pelo chão. Questiona-se com o facto de gastar muito menos fraldas com este do que com os outros e acredita que os outros faziam mais cócós e xixis.

Dorme: 
Sempre que pode e em todo o lado, até de pé ou encostada a uma parede. Acorda, bem, acorda porque o despertador tocou.

Stressa porque:
Os miúdos estão doentes; o pai dos miúdos ressona que nem um Pug (Cães que ressonam, roncam e fungam); não consegue dormir porque alguém chora ou ressona; dormiu pouco; os medicamentos são caríssimos; de certeza que vai ser despedida e porque à saída do restaurante, a chegar ao carro, reparou que o marido saiu de mão dada com os dois mais velhos, e ela… bem, ela vinha a falar ao telefone e deixou o bebé dentro do ovo, em cima da cadeira, no restaurante!


AS MÃES SÃO AS MAIORES!

Ler também A verdade sobre ter um terceiro filho

Por Inês de Santar, para Up To Lisbon Kids®
Todos os direitos reservados
Imagem @elevendy

Por regra, assim que um casal engravida do primeiro filho, surgem as questões das preferências de género, e com isso os argumentos que defendem o porquê da escolha do rapaz ou da rapariga. Na verdade o que queremos é que eles sejam saudáveis, mas existir uma preferência faz parte das expectativas e da excitação de vir a ser mãe e pai.

Se for uma rapariga o pai (embora a criança ainda esteja em fase de gestação) começa de imediato a preocupar-se e a pré-ocupar-se com pensamentos sobre, como será quando a sua menina trouxer o primeiro namorado para casa.

O psicólogo Dr. Kelly Flanagan, deixa-nos uma carta para a sua filha relativamente ao seu futuro marido, que pretende que todas as raparigas e rapazes possíveis futuros maridos de alguém leiam, na esperança de que reflitam sobre este tema.

«Minha querida,

Há dias eu e mãe estávamos a fazer uma pesquisa na net, e enquanto escrevíamos no motor de busca, o Google mostrou uma lista das frases mais procuradas do mundo. No topo da lista estava “Como mantê-lo interessado?”

Fiquei incrédulo. Comecei a desbravar inúmeros artigos sobre “como ser sexy e sexual,” “quando levar-lhe uma cerveja vs uma sandwich”, e “quais as maneiras de fazê-lo sentir-se inteligente e superior”.

Senti-me irritado..

Minha querida, não é, nunca foi, e nunca será uma tarefa tua “mantê-lo interessado.”

A tua única tarefa é saberes no fundo da tua alma que tu és digna de interesse. (Se te conseguires lembrar que todas as outras pessoas também são dignas de interesse, as batalhas na tua vida estarão praticamente ganhas. Mas isso é conversa para outra carta)

Se confiares no teu valor, vais ser uma pessoa atraente no mais importante sentido da palavra: vais atrair um rapaz interessante e que vai querer passar a sua vida a investir no aumento do seu interesse por ti.

Minha querida, eu vou falar-te desse rapaz. O tal que nunca vais precisar de o “manter interessado”, porque ele sabe que tu és interessante, e ele vai manter-se interessado.

  • Não importa que ponha os cotovelos na mesa – desde que ponha os olhos na forma como o teu nariz se enruga quando te ris. E que não consiga parar de admirar-te.
  • Não importa que não possa jogar golfe comigo – desde que brinque com os vossos futuros filhos, e que te reveja neles, quer nas suas saídas brilhantes quer nas suas frustrações.
  • Não importa que não seja muito ambicioso, desde que siga sempre o seu coração, e que o leve sempre de volta para ti.
  • Não importa que não seja um homem forte, desde que te dê espaço para usares a força do teu coração.
  • Não importa nada quais as suas convicções políticas, desde que todas as manhãs ao acordar te escolha como dona do seu coração.
  • Não importa qual o tom de pele dele – desde que pinte a tela das vossas vidas com pincéis de paciência, sacrifício, vulnerabilidade e ternura.
  • Não importa se é católico, budista ou ateu – desde que tenha sido criado para valorizar o sagrado, e que como sagrado considere cada momento da vida que passa contigo, e que passam em família.

E por fim, minha querida, se conheceres um homem que reúna estas características, mas que não tenha nada em comum comigo, não te preocupes, pois teremos sempre a coisa mais importante do mundo a ligar-nos:

Temos-te a ti.

Porque no fim, minha querida, a única coisa que deves fazer para “mantê-lo interessado”, é seres tu própria.

do teu, eternamente interessado em ti,
Pai.»

 

Crédito carta@ UnTangled

Imagem@popphoto

Se pretender aceder ao ficheiro de audio da carta original, clique aqui.

O Flúor, hoje em dia, encontra-se em “todos” os lados…
Antigamente, eram prescritos suplementos de flúor sistémico (gotas ou comprimidos) pois não havia aporte suficiente na alimentação.
Hoje, os alimentos infantis são fluoretados e as águas também.
O ião flúor é extremamente sensível. Por isso a informação relativa, por exemplo, nas águas só é correcta se for feita diariamente.

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Tenho saudades daquela altura da minha vida em que podia fazer tudo sem quaisquer preocupações, responsabilidades ou consequências!

Lembram-se desse tempo?

Da altura em partíamos cabeças porque caiamos das árvore enquanto nos escondíamos para pregar uma partida? Do tempo em que andávamos tanto de bicicleta que chegávamos a ter de trocar os pneus por ficarem carecas! Sim, isto foi no tempo em que uma bicicleta durava uma vida!

Quando os pais só ralhavam se chegávamos depois de anoitecer porque o combinado era voltar sempre antes do sol se pôr!

Details

Enquanto pai que sou, tenho muitas vezes a sensação que o tempo pode curar quase todas as nossas maleitas, sendo que o desaparecimento de um Pai, de uma Mãe ou de um Filho é certamente a mais dura de todas elas.

Em inúmeras ocasiões, desesperei com o trajecto de progressão do meu filho varão de 7anos de idade, na medida em que este tinha e tem pavor de dormir sozinho ou de livremente movimentar-se pela casa argumentando que vê um “velhinho” que não é visto por mais ninguém.

Muitas vezes pensei que estaria a fazer algo de mal, ao não perceber a sua irritação e desinteresse pelas tarefas escolares e a enfurecer-me pelo seu alheamento de tudo o que não fosse respeitante ao Spider Man, Batman, Homem de Ferro ou ainda a jogos electrónicos.

Surpreendentemente, no dia de ontem, notei que este meu filho, não só estava muito satisfeito pelo facto de a sua professora o ter elogiado, como também irradiava entusiasmo com tudo aquilo que tinha sido o seu dia e discorria assertividade sobre o que iria fazer no futuro.

Tal inesperado salto do ou no tempo, injecta felicidade no coração de qualquer pai que se preze, e eu naturalmente não fujo à regra.

Vendo bem, quando os anciãos falam sobre o tempo e os seus efeitos certamente não o fazem vão.

No dia de hoje, dei comigo a pensar que este “salto no tempo” do meu filho é indiciador de que muito em breve deixarei de ter razão de queixa com a sua progressão e só poderei vigiar a sua evolução.

Até lá, mais ou menos à hora de dormir vou-me aninhando com ele na cama à espera de ver o meu ou o nosso “velhinho” por lá a divagar.

RMPC para Up To Lisbon Kids

Todos os dias da nossa vida são diferentes. Mais rotineiros ou mais aventureiros, a cada dia acontece algo que nunca tinha acontecido antes. Mas nós estamos preparados para isso porque o ser humano consegue desenvolver capacidades de habituação em relação ao meio que o rodeia. E assim, vamos adquirindo e modificando competências e desenvolvemos o tão importante poder de adaptação, conhecido na nossa gíria pelo poder de “encaixe”.

Ora, se há alteração na vida de uma pessoa que obriga a um grande poder de “encaixe” é “a primeira vez.”

Lembras-te da tua primeira vez?

Não é essa primeira vez…. Essa foi apenas o princípio daquilo que te meteu nesta embrulhada de acordar a meio da noite para dar biberons e mudar fraldas!

As outras primeiras vezes: as que surgiram depois de teres passado para o grupo dos Pais.

Aquelas para o qual nunca estamos preparados porque nunca são explicadas em lado nenhum. As que fazem de nós bombeiras, enfermeiras, professoras, contadoras de histórias, heroínas, Mães de capa e espada sem saber ler nem escrever.

Há sempre uma primeira vez, por isso, minhas queridas, preparem-se. Porque há uma linha que separa uma pessoa feliz de uma pessoa feliz com filhos.

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1. A primeira vez que apanhas o vomitado de alguém com as mãos, de propósito.

Não me perguntem. Passamos metade da vida a fugir daquela pessoa que bebeu imenso ao jantar e que sabemos que a qualquer momento vai dar para o torto! E não queremos estar por perto. Só queremos enfiá-lo num táxi para casa e ficar longe. De repente temos filhos e, desenvolvemos um reflexo de Pais que, mal ouvimos aquela tosse a engasgar corremos já de mãos esticadas para apanhar o que for preciso, ainda, no ar!

2. A primeira vez que é uma tortura separares-te de alguém para ir trabalhar.

As emoções ficam à flor da pele e tornam-se mais complexas e profundas. Tudo se torna mais intenso. Uma mãe a chorar no noticiário da noite é tudo o que não queremos ver. Ou choramos com ela, ou mudamos de canal. A saudade torna-se naquele palavrão que não conseguimos aceitar de forma racional. As primeiras horas longe do nosso filho, duram uma eternidade. Cortam-nos o ar. Dão-nos voltas ao estômago.
Com o tempo habituamo-nos mas sabemos que, a partir daqui, nunca mais seremos como antes.

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3. A primeira vez que percebes que já não és dona do teu tempo

Para as mães, um banho de imersão relaxante, a ouvir música, com direito a sessão de cuidados com a pele, é uma coisa do passado. Agora passas a tomar um duche e a abrir a porta do chuveiro de 5 em 5 min. porque achas que estás a ouvir o bebé a chorar. A licença de maternidade vai acabar, e nem sequer conseguiste organizar aquelas pastas de fotos no computador, nem lavar o enxoval comprado há 6 meses. Deixaste de controlar o teu tempo. De relaxar, de comer, de dormir, porque a partir de agora há sempre alguém à tua frente: o teu filho.

4. A primeira vez que te apercebes que a tua mãe não vai “resolver o assunto” porque agora tu é que és a Mãe.

Há-de haver um momento da tua vida em que as coisas se vão complicar em casa.

Normalmente envolve crianças doentes e muitas noites sem dormir. Uma virose é a prova de fogo. Ao fim de umas noites em branco os pais também apanharam a virose. Passam a noite a levantar-se e a vomitar. O bebé ainda tem febre. E vomitou. É preciso dar-lhe banho, trocar a roupa da cama, pôr a máquina a lavar, dar-lhe o antipirético.  Então ele começa a espernear, fecha a boca e não toma o medicamento.

A febre sempre a subir. Percebes que tens de enfiá-lo na banheira para descer a temperatura, mas estás com um enjoo daqueles… nessa altura pensas que não consegues mais. Há-de haver um momento da tua vida em que queres chamar a tua mãe. Concentra-te. TU és a mãe agora. Devagar, devagarinho vais descobrir forças para tratar dos teus filhos e da tua família. Depois, quando tudo tiver passado vais contar à tua mãe.

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5. A primeira vez que compreendes os teus pais a 100%

Começa assim que o bebé nasce. O amor que sentimos pelos nossos filhos é tão grande que só de olhar para eles temos vontade de chorar. Nesse momento, lembramo-nos de todas as respostas tortas e todas as desilusões que demos aos nossos pais… E percebemos exactamente como é que eles se sentiram.
Agora que os compreendes, aproveita mais a sua companhia e os seus conselhos. Redime-te. Não queiras arrepender-te, outra vez, pelo tempo que perdido. “Filho és, pai serás, assim como fizeres, assim acharás”

6. A primeira vez que sentes orgulho por o teu corpo ser perfeito para a maternidade.

Antes de teres filhos usavas o teu corpo para… enfim, para outras coisas. Um dia mais tarde, depois de conheceres o teu filho, vais perceber que os teus braços não são gordos, são fortes o suficiente para lhe pegar ao colo e o abraçar. Que o teu ombro tem a dimensão certa para ele morder quando os primeiros dentes estiverem a rebentar. O teu pescoço tem a curvatura ideal para ele se aninhar.

Aqui que vais perceber que foste feita para isto. E vais esquecer as estrias que ganhaste durante o parto, e vais orgulhar-te da tua cicatriz de cesariana. Porque fazem parte da história de vida do teu filho. Um dia, quando te sentires grata pelo corpo cansado que te foi presenteado pela maternidade, vais gostar de ti tal como és. E a tua auto-estima é a base para tornares o teu filho mais feliz.

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7. A primeira vez que recordas as primeiras vezes todas e percebes que queres passar por tudo outra vez.

Vais apanhar o vomitado do teu filho com as mãos, vais morrer de saudades e angustia quando voltares a trabalhar, vais ter saudades de ter tempo para ti, vais querer chamar a tua mãe muitas vezes e vais ter uma relação com ela como nunca tiveste.

Finalmente vão falar de mãe para mãe.

Vais orgulhar-te de cada marca e de cada curva mais pronunciada do teu corpo. Vais perceber que todas estas primeiras vezes te deram força para construir as bases onde a tua família cresceu. E na realidade são mais fortes do que pensavas porque ganhaste experiência e agora sabes exactamente aquilo que estás a fazer.

Agora, numa noite mais tranquila, vais ficar a olhar para o teu filho enquanto dorme atravessado na tua cama e percebes que até a baba que lhe escorre do queixo ao pijama é perfeita. E sentes-te completa porque vocês estão juntos, sobreviveram às maiores dificuldades, às noites mal dormidas e a todas as provações. Levas o teu filho para a tua cama, pegas na mão do teu marido e dizes confiante que estás pronta para repetir tudo novamente.

Porque não te imaginas a não ter mais primeiras vezes outra vez.

up to kids
 
 
 
Inspirações e Créditos, BabycenterDe mãe para mãeMamma by the bay

CHUCHA GELADA | Aliviar a dor de dentes nos bebés

Todos sabemos o que sofrem os nossos filhos com o nascimento dos dentes.Por mais que tentemos, parece não haver nada que alivie de imediato. Por isso, deixamos aqui um truque que eu usei com os meus filhos e resultava de imediato. Experimentem, e digam-nos se conseguiram aliviar a dor de dentes nos bebés

Preparação

1. Apertar a chucha para tirar o ar;
2. Soltar dentro de um recipiente com água, para encher a chucha;
3. Guardar no congelador.

Quando o bebé estiver a chorar de dores, dê-lhe a chucha.
Ponha-lhe um babete, porque conforme for derretendo o gelo, poderão escorrer umas gotas de água pelo pescoço fora.
O material da chucha é tão bom isolante, que apesar de conter gelo,  não queimará a língua ou boca ao bebé.

Image

Por vezes o bebé estranha por estar muito rija e acaba por rejeitá-la: neste caso experimente dissolver umas gotas de aero om em meio copo de água para encher a chucha. O bebé vai sentir o doce, e ficar entretido a chuchar, enquanto o frio lhe alivia a gengiva. Acalma rápidamente o choro.
Em alturas de dentes a romper, tenha sempre uma preparada no congelador, pronta a sair!

imagem@Housemix

7 segredos para criar crianças mais felizes

Todos os pais sabem o que querem para os filhos. Ou pelo menos assumem que sabem e acreditam que estão a educá-los e, prepará-los para o futuro de forma a atingirem os objectivos planeados. Mas já pensou verdadeiramente nesta questão?

Não assuma que sabe a resposta. Faça um exercício simples, passe um dia a pensar na pergunta: O que é que eu realmente quero para os meus filhos?
Há dias que queremos apenas que arrumem os quartos, façam os trabalhos de casa, e que durmam uma boa noite de sono. Noutros, delineamos planos bem definidos e começamos a construir o que consideramos ser os primeiros alicerces dos seus castelos.

Mas a verdade é que a resposta é simples, e unânime:

O que todos queremos é que os nossos filhos sejam felizes, agora e sempre. Todos tentamos criar crianças mais felizes.

A felicidade é o bem mais procurado do mundo, e não se alcança nem se compra. A felicidade cria-se.
Aqui estão 8 dicas que, aplicadas com paciência e flexibilidade, vão ajudá-lo a traçar o caminho para a felicidade do seu filho:

1. Seja “O” exemplo a seguir

A melhor maneira de ensinar o caminho da felicidade ao seu filho, é mostrar-lhe que é uma pessoa feliz. Ele vai-se tornar na pessoa que vê: as crianças aprendem por observação e imitação, e não fazem aquilo que lhes dizemos, mas sim aquilo que fazemos.  Daí a expressão “Pais felizes, crianças felizes”.

2. Ofereça-lhe tempo

Para os nossos filhos o sinónimo de felicidade somos nós, os pais. Ofereça-lhe o seu tempo e brinque com ele. Passarem tempo de qualidade juntos vai ajudá-lo a desenvolver auto-estima e a confiança. Vão criar laços que se tornarão nas memórias mais ricas do seu filho, e também nas suas.

Os adolescentes, por outro lado, querem coisas: dê-lhes tempo na mesma. Eles não sabem, mas é o que precisam.

Crianças felizes

3. Ensine-o a ser grato

Dizer obrigado, é mais do que ser bem-educado. É ser grato pelo que temos. Podemos ajudá-los a ver o copo meio cheio em vez de meio vazio. Ensine-os a serem felizes com o que têm, em vez de ficarem tristes com o que não têm.

4. Deixe-o desenvolver os seus talentos sozinho

As pessoas felizes dominam uma habilidade. Ao dar as primeiras pedaladas na bicicleta, o seu filho aprende a cair e levantar-se tantas vezes que chega a ficar frustrado, isso vai ensinar-lhe a ser persistente e a ter força de vontade. Quando finalmente conseguir andar de bicicleta, vai sentir o sabor da vitória, fruto dos seus próprios esforços.

Ninguém é feliz todos os minutos da sua vida. As crianças precisam de aprender a tolerar a angústia e a infelicidade. O nosso papel é ensiná-los a caminhar, e não carrega-los ao colo o resto da vida.

crianças felizes

5. Deixe-o fazer escolhas

As crianças têm muito pouco controle sobre suas vidas. Nós decidimos tudo para o seu dia a dia, muitas vezes sem questionar quais seriam as suas escolhas. O poder de escolha ensina-os a tomar decisões. Deixe-o escolher a roupa, ou o menu de jantar uma noite por semana. Dê-lhe a oportunidade de tomar pequenas decisões. A sensação de controle vai fazê-lo feliz.

6. Diga “não”

O mundo vai fechar muitas portas na cara do seu filho. Mais do que possa imaginar. Se quer que ele seja feliz, habitue-o a ouvir “não” quando está em casa rodeado de pessoas que o amam.
E o resto do mundo agradece por não ter de lidar com a birra “disseram-me não pela primeira vez” do seu filho.

7. Deixe-o exprimir emoções

É importante permitir que o seu filho seja infeliz de vez em quando. As crianças precisam saber que não há problema em estar triste, e que às vezes, faz parte da vida. Ajude-o a exteriorizar e reconhecer os seus sentimentos. Eles precisam de sentir o nosso apoio nessas alturas. Abrace-o, ele vai sentir que o compreende.

Birra

8. Ame o seu filho incondicionalmente

As crianças fazem asneiras. O seu filho está aos saltos, no sofá e já o mandou parar várias vezes. Ele continua, até que o pai ou a mãe se zangam à séria e gritam o ultimato “É a última vez que aviso…” Ele pára de saltar e começa a chorar. As crianças aprendem através da experimentação/erro, e eles precisam de correr riscos. Mostre-lhe que há consequências, mas que os pais o amam na mesma.

Tornam-se crianças mais seguras e confiantes e aprendem que as pessoas erram, mas há sempre uma oportunidade para corrigir os erros. Porque “errar é humano”.

Quando as crianças sabem que os pais estão SEMPRE ao seu lado, para o melhor e para o pior, tornam-se crianças mais felizes.

Crianças felizes

 

 

fontes ideia geral texto aqui, dicas aqui e aqui
Imagens@net

Os nossos filhos são diariamente bombardeados com truques de marketing que os manipulam a favor do desenvolvimento de uma sociedade de consumo. Os publicitários, tentam cativá-los desde crianças, de forma a ganhar a sua lealdade vitalícia para com as marcas o que os torna, desde muito novos, os clientes e consumidores de grandes cadeias.

Através da televisão, da internet, dos cartazes que os acompanham no caminho até à escola, ou dos folhetos promocionais que nos entram pela caixa do correio sem pedir licença, as crianças vão tendo cada vez mais precocemente, o acesso a um excesso de informação.

A televisão ajuda a desenvolver a aprendizagem e a abrir os horizontes do conhecimento à criança. Mas dos programas a que assistem, qual a percentagem dos  que são efectivamente produtivos?

Segundo Martin Lindsort, um dos maiores Gurus do Branding e do Marketing, as crianças aos seis meses de idade já conseguem formar imagens mentais de logótipos. Parece assustador? Com que idade os seus filhos entoaram a musica do McDonalds?

É com base nestes estudos que as agências trabalham as cabeças dos nossos filhos.
A cultura saturada de informação a que as crianças são expostas, pode e vai alterar o seu carácter ao longo do crescimento.
As crianças aprendem a valorizar os bem materiais em prol dos valores humanos.

Estes são 3 dos maiores perigos da publicidade no crescimento dos nossos filhos.

 1. Querer ser donos do mundo. 
Ser ambicioso pode ser bom, mas viver na ilusão, que lhes é diariamente vendida, de que precisam daquele artigo/brinquedo, para serem felizes, é perigoso.
Normalmente, depois de receberem esse brinquedo, começam a pedir outro; porque na realidade não precisavam sequer do primeiro. Procuram constantemente a alegria através dos valores materiais e tornam-se frustrados por nunca se sentirem verdadeiramente felizes.

2. Exibir os seus brinquedos.
Ser exibicionista, seja no que for, nunca é uma característica que valorize uma pessoa. Influenciados por um mundo de consumo, acreditam que os amigos irão gostar mais deles se tiverem mais brinquedos. por vezes, isso até acontece, porque também as outras crianças estão a valorizar, mais uma vez, os bens materiais. Esta ilusão tende a arrastar-se ao longo da fase do crescimento até à adolescência, criando pessoas inseguras e com baixa auto-estima, porque criam relações com base no que têm e não naquilo que são.

3. Adultos antes do tempo. 
Cada vez mais, a indústria dirige as suas campanhas às crianças, com o intuito de as cativar o mais cedo possível, criando assim fiéis consumidores das suas marcas, por admiração desde muito cedo de um determinado produto. Os estojos de maquilhagem para crianças de 7 anos, não são mais do que simples estratégias para as meninas  “se tornarem hábeis no aplicador de um lip gloss” afirma a empresa Bonne Belle.
Ao procurarem agir como adultos, acabam por perder toda a magia de ser criança porque nunca a vão valorizar a verdadeira essência do crescer, aprender e experimentar.

Maquiagem-para-Escola-de-Manhã

Estes comportamentos podem ser equilibrados gerindo o tempo das crianças através de escolhas, e não de proibições: se o meu filho gosta de desporto, vou-lhe dar a hipótese de escolha de praticar uma actividade desportiva duas vezes por semana.

Podemos ser criativos em casa, e realizar ateliers de plasticina, costura, pinturas, experiências científicas, etc, de acordo com as preferências e curiosidades de cada filho.
Isso fará com construam novos interesses e se conheçam melhor enquanto pessoas.

Isso e uma dose de convívio e brincadeira diária com os pais, será o primeiro passo para aprenderem a defender-se da industria agressiva da sociedade de consumo.

“As crianças e jovens portugueses com idades entre os 10 e os 16 anos passam uma média diária de 4,5 horas em frente da televisão, um valor que aos fins-de-semana sobre para as 7,5 horas por dia. Este é um comportamento que contraria a recomendação de hora e meia dada por pediatras.”(in DN)

 

 

Bibliografia

  1. “Os adolescentes e a mídia: o impacto psicológico”, Victor C. Strarburger
  2. “Brandwashed”, Martin Lindstorm