Por Joana Paixão Brás, co-autora do Blog A mãe é que sabe,
para Up To Lisbon Kids®
Todos os direitos reservados
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Por Joana Paixão Brás, co-autora do Blog A mãe é que sabe,
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Costuma dizer-se que os homens são todos iguais.
E os pais? Será que se pode afirmar que, também, são todos iguais? É sabido que, se uns são severos, outros são mais descontraídos. Uns são sérios e mantêm sempre a compostura, outros são brincalhões, pregam partidas e estão sempre prontos para jogar ou brincar com os miúdos. Uns dedicam mais tempo à família, outro dão (ou têm de dar) preferência ao trabalho. Mas a pergunta que se impõe é, será que os homens enquanto pais partilham as mesmas preocupações? O mesmo discurso para os filhos?
Sempre, no início de qualquer sermão. Está para os sermões como o Era uma vez para a histórias de fadas.
Quando alguém bate a porta do carro ou de casa com um bocadinho mais de força do que aquele mísero encostar que o pai faz.
Sempre que um filho se queixa de estar cansado ou ter muitos trabalhos de casa! Sim porque o único que sabe o que é trabalhar lá em casa… é o Pai!
Sempre que os miúdos se queixam de qualquer coisa: de algum trabalho que tenham tido, algum esforço que fizeram, ou até da molha que apanharam quando começou a chover no caminho para casa. É a regra do “O que não te mata, faz-te mais forte“
Quando vão a implicar uns com os outros no banco de trás, a empurrar-se, a beliscar-se ou simplesmente com uma birra qualquer sem sentido. É desta que o Pai encosta o carro e deixa um ou dois no Km 8 da autoestrada.
Quando os miúdos querem fazer alguma coisa à sua maneira, ou chegar a casa nos horários que lhes apetece. Este chavão os pais usam mesmo que os filhos já tenham 30 anos. Desde que ainda vivam debaixo do tecto dos pais, é sempre válida
Normalmente os pais não são muito realistas a aplicar castigos. “Estás de castigo. Nunca mais sais à noite!” – Hummm?? Como assim? N-u-n-c-a não será tempo a mais?
Sempre que os miúdos pedem para comprar mais um pacote de cromos, sempre que perdem mais um par de sapatilhas na ginástica, sempre que deixam brinquedos espalhados a estragarem-se, enfim… Sempre que o pai sente o império ameaçado
O automóvel é que não! Até já podem ter rebentado com a casa toda, mas o carro tem de andar impecável!
Juízo e cabeça fresca, são as palavras de ordem de qualquer pai preocupado com uma saída dos filhos!
E não mesmo. Nem que o pai vá também para que os outros miúdos saibam que não és orfã!
Esta sai sempre que os miúdos se tentam defender com o argumento de comparação “Mas os meus amigos também fazem assim!“
Quando os filhos pedem qualquer coisa ao Pai. Obvio que está a ver o jogo…. E parece que há jogo todos os dias! Irra!!
A resposta mais usada dos pais, a seguir à:
No sitio do costume, mas é sempre mais fácil perguntar que procurar!
Há um fenómeno conhecido por gravidez histérica, ou psicológica, em que os sintomas da gravidez se manifestam numa pessoa não grávida. É mais comum em animais como cães ou ratos, mas também ocorre em mulheres e homens.
Eu não tive uma gravidez histérica. Espero eu, até porque passei nove meses a beber álcool pelos dois, o que faria de mim uma péssima grávida histérica. Mas, em retrospectiva, é bem possível que tenha tido uma ligeira depressão pós-parto histérica. Mesmo sem que a minha mulher tenha tido depressão pós-parto. É que é difícil explicar algumas atitudes que tive naqueles meses iniciais.
A verdade é que, durante os primeiros meses de vida do meu filho, esta casa não foi só pós-grávidas emotivas, mamilos em sangue e um bebé que dormia mal. Também havie eu. Um tipo cujas faculdades de bom senso se desvaneceram no ar. Sim, esse tipo era eu, e estas são as seis maneiras em que, tenho de admitir, me comportei como um atrasado mental nessa altura:
Não há nada de chocante em alguém dizer que só quer ter um filho. A não ser que sejamos extremamente católicos, ou extremamente patrióticos, mas, nos tempos que correm, numa perspectiva pró-natalista, ter só um filho ainda é melhor do que não ter nenhum.
Sempre que era obrigado a ter a conversa dos filhos, eu concordava que, se fosse para ter, preferia ter mais do que um. Sempre se entretém um ao outro. Mas é possível que essa opinião se tenha alterado temporariamente passadas umas semanas depois de ser pai. E que essa opinião tenha sido transmitida à minha mulher, com ar de lunático e certeza maníaca, em palavras não muito distantes de É QUE NEM PENSAR QUE VAMOS TER MAIS FILHOS NÓS NÃO VAMOS CONSEGUIR PASSAR OUTRA VEZ POR ESTES TORMENTOS E ANSIEDADES CONSTANTES É IMPOSSÍVEL E A RESPONSABILIDADE? IMPOSSÍVEL! OUVISTE? IMPOSSÍVEL!
E também é possível que esta demonstração de profundo terror pela ideia da paternidade não fosse a coisa mais inteligente, sensível e humana de transmitir a alguém que estava a viver a maternidade de forma apaixonada e natural (e que não sabia ter casado com um lunático).
O regresso ao trabalho depois do primeiro mês não foi fácil. Ter de passar a maior parte do dia longe do filho e da mulher, depois de quatro semanas em que se começa a criar a primeira ideia de uma família maior que dois, é duro.
O que também não foi fácil foi ter sido precisamente nesse fase de transição que o meu eu obcecado por limpezas (um indíviduo que nunca tinha tido o prazer de conhecer) fizesse questão de aparecer. Aparentemente, o choque de voltar a trabalhar, chegar a casa cansado, e deparar-me com um cenário apocalíptico de roupa, fraldas e toalhitas, sujas ou não sujas, e outros objectos espalhados por cadeiras, móveis e sofás, provocou em mim um trauma de alguma severidade. Como naqueles filmes toscos dos anos 80 em que alguém batia com a cabeça e mudava de personalidade, fez surgir em mim um obsessivo compulsivo que, sempre que chegava a casa, fazia questão de passar a primeira hora a apontar objectos e coisas fora de sítio.
Este tipo obcecado nem me deixa perceber que o melhor era deixar-me de merdas, e entender que estar sozinho em casa com um bebé um dia inteiro é um actividade esgotante e que o tinha de fazer era aproveitar aqueles momentos para estar em paz e sossego com a sua família. Ainda que fosse no meio da porcaria.
A crer pelos argumentos de alguns filmes e pela conversa de bêbado de alguns amigos meus, há muitas pessoas que casam com a sensação de não terem aproveitado a vida ao máximo, de terem ainda coisas para viver e experienciar, sonhos e projectos incompatíveis responsabilidades e compromissos duradouros.
Não tive nenhuma dessas sensações quando casei, mas como o cérebro é um crápula que nos ataca sem aviso essas sensações apareceram logo na altura da paternidade. E como aos 33 anos já não tinha idade para poder sonhar com uma carreira de sucesso como desportista, músico ou youtuber juvenil, o meu cérebro decidiu lamentar coisas bizarras, como já não poder viajar como um nómada pelo mundo inteiro, coleccionando experiências de vida e tendo pensamentos profundos.
E este é o mesmo cérebro que, nas vezes em que cheguei a viajar sozinho, se entretinha a passar os dias a encher-me a cabeça de estupidezes a tal ponto que voltava dessas viagens sempre farto de mim. Isto para não referir que discutíamos sempre ao jantar, eu e o meu cérebro, nestas viagens solitárias (hoje em dia, com smartphones, a coisa fica mais fácil).
O acordar durante a noite nunca foi uma questão muito relevante dado o facto do Mexicano a) ser amamentado, b) ter completo e total desprezo pelos padrões naturais de sono, e c) ter completo e total desprezo pelos padrões naturais de sono dos pais. Isto implicava que a mãe tivesse de estar muito mais atenta ao choro nocturno, excepto se fosse claro e necessário que o problema implicasse uma mudança de fralda ou outra coisa que não fossem seios lactantes.
Sabendo disto, a poucos dias de regressar ao trabalho, houve um dia em que eu resolvi escalar um nível de anormalidade a tudo o que já aqui foi exposto, e anunciei solenemente à minha mulher que: “Agora que vou voltar a trabalhar, é apenas justo e natural que fiques tu e somente tu responsável por qualquer actividade que implique sair da cama à noite”. Vejam só a moral de um tipo que passa o ano a dormir uma média de 5 horas por semana para depois querer acordar às 13 horas de um Domingo, se virar para uma mulher que está a passar pelo que é provavelmente um dos meses mais exigente da sua vida, onde depois de uma sessão de tortura de oito horas que culminou com a expulsão de uma espécie da cabaça através da bacia óssea, se vê mergulhada em várias semanas de privação de sono.
O facto de ser um idiota não quer dizer que não seja bem-intencionado, mas um idiota bem-intencionado não deixa de ser um idiota.
Perante a imagem de uma mulher sujeita às duras realidades da privação do sono, incapaz de dormir mais do que três (quatro numa boa noite) horas seguidas, e condicionada ao longo do dia por uma roleta russa de sestas que oscilavam entre os 15 minutos e uma hora, achei por bem partilhar – mais do que uma vez – a seguinte pérola de sabedoria: “é natural que te sintas cansada, não estás a aproveitar os momentos em que ele dorme para aproveitares para dormir também!”.
O que, no fundo, também poderia querer dizer: “além de implicar que consegues adormecer sempre que for necessário, tens de abdicar que qualquer momento que possas querer reservar para ti, seja para tomar banho ou fazer o almoço, ou consultar o facebook, e passá-lo a dormir para recuperar o tempo perdido – É LÓGICO!”
Quando estava a falar à Ana nas ideias principais deste post, entre risos (mútuos) e pedidos de desculpa reiterados (meus), ela relembrou-me um episódio de que eu tinha feito todos os possíveis para apagar da memória (não em lembrava mesmo dele), e que é bem capaz de significar o ponto alto destes processos de tumultos mentais. Eu estava no computador a tentar perceber em quantas facturas de atraso é que já ía o Meo, e a Ana pediu-me para segurar o Mexicano com alguma urgência, porque tinha de fazer qualquer coisa, ao que eu respondi que não podia porque estava ocupado.
Perante a insistência dela e aquele tipo de pergunta meio incriminadora de ”podes por favor pegar no teu filho?”, eu terei – alegadamente – exclamado vociferado algo do género: “não, agora não posso porque o meu filho não paga contas!”.
É verdade que nunca me tinha sentido muito preparado para ser pai, mas lembro-me de ter passado os nove meses da gravidez a interiorizar que muita coisa ia mudar, que os primeiros meses iam ser terríveis, dramáticos, repletos de privação de sono e ânimos sensíveis. Mas o que acabei por subestimar foi mesmo o impacto emocional da paternidade. O peso de um amor que começa por tomar uma forma mais instintiva do que pessoal (no meu caso), e o peso de uma responsabilidade brutal que também vem amplificar angústias, medos e fragilidades do ser humano.
Eu também gostava de não pensar tanto nas coisas, mas há alturas em que é mais difícil . Só que depois o miúdo espirra, ri-se ou estende os braços na nossa direcção, e percebemos que há mais uma enorme razão no mundo para que tentemos ser o melhor de nós próprios, e é uma razão que nos enche de coragem, força e calma. E há uma pessoa ao nosso lado que nos percebe, e nos ajuda. Não tenho dúvidas de que passámos (e sobrevivemos) estes dias, que também tiveram muitos bons momentos, mais fortes, mais unidos. Como uma família
Por André Lapa, originalmente postado em à Paisana,
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Primeiro somos solteiros. Felizes descomprometidos à procura do amor eterno. Depois apaixonamo-nos e a vida é bela. Tudo acontece em slowmotion, e as emoções a dois são vividas com intensidade. Crescemos e a vontade de ter um filho, uma prova do amor que nos une, aumenta de dia para dia. Fazemos um teste de gravidez. Deu positivo. A seguir quando damos por nós já temos um pé de feijão a brotar na janela da cozinha, brinquedos espalhados na banheira e festas de anos infantis fim-de-semana sim, fim-de-semana também.
O tempo passou à velocidade de um fósforo e não houve tempo para planear o dia a dia na educação dos nossos filhos da forma que sempre pensamos vir a fazer. Claro que decisões foram pensadas e tomadas de acordo com o decidido… mas são as pequenas coisas que farão toda a diferença. E aqui, já todos erramos e já todos nos arrependemos.
Para estarmos um pouco mais atentos, aqui ficam os 7 erros mais frequentes na educação dos filhos:
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Passamos a vida a dizer que somos aquilo que fazemos, pensamos, sentimos, comemos, desejamos…Mas alguma vez ouviu alguém dizer que somos aquilo que ouvimos?
Para nós, o saber ouvir é muito importante. É uma competência moldável, flexível e extremamente poderosa. Como tantas outras competências, o saber ouvir poder ser treinado, ensinado e disciplinada.
Saber ouvir vai muito além do sentido físico. Ouvir em sentido lato é estar atendo, é observar, é aprender com as situações que nos rodeiam e construir, a partir dessa aprendizagem, uma realidade melhor.
Esta é uma das principais competências de um empreendedor. Curiosamente, não é o saber falar, é o saber ouvir. E saber ouvir os outros com atenção, é de fato, um superpoder. Todos os dias ouvimos, é verdade, mas nem sempre ouvimos com atenção! Para sabermos ouvir temos estar interessados, ter uma mente aberta e querer aprender mais. É somar aquilo que ouvimos àquilo que já sabemos, sem nunca deixar de ouvir a essência das coisas. Perante um problema temos de ter a capacidade e o desejo de ouvir os outros, de saber as opiniões dos outros de ouvir toda a informação que nos poderá ser útil para solucionar o nosso problema. É isto o que um empreendedor faz!
É claro que nem sempre vamos ouvir aquilo que queremos ouvir, nem vamos ouvir só coisas boas ou aquilo que é significativo para nós, mas é na mesma importante saber ouvir. Acreditamos que tudo contribui para o nosso desenvolvimento e crescimento, daí ser importante ouvir tudo! O bom o mau, tudo! O bom enche-nos o coração…o mau serve para crescermos e mudarmos para melhor.
Saber ouvir é tão importante quanto saber falar. Quando ouvimos demonstramos que estamos a dar atenção real a que está a falar, que a respeitamos e que estamos interessados no que estamos a ouvir. Nem sempre é fácil ouvir, é verdade! Ou está demasiado ruído e não conseguimos ouvir bem, ou estamos distraídos com o que nos rodeia, ou simplesmente não entendemos o que nos está a ser dito.
Mas se para nós adultos, muitas vezes é difícil ouvir…imagine para as crianças?
Sabemos que as crianças tendem a ter mais dificuldade em saber ouvir porque estão a desenvolver a comunicação e consideram que é mais importante falar do que ouvir. Elas refilam, elas contam histórias, elas cantam…mas quando chega à parte de ouvir, aí é que a coisa se torna mais difícil. Mas tudo é possível! Existem maneiras simples para trabalhar e desenvolver esta competência: ler uma história, envolver a criança numa conversa….são exemplos de atividades que ajudam a desenvolver as habilidade de escuta. O objetivo destes pequenos exercícios é ajudar a criança a adquirir hábitos de escuta ativa e ajudá-la a desenvolver a capacidade de prestar atenção aos pormenores. Demonstre à criança que todos podemos melhorar a nossa capacidade de ouvir, o que nem sempre é fácil, com o todo o ruído que existe e que nos distraí, nomeadamente o terrível hábito de todos falarem ao mesmo tempo. Dê alguns exemplos, um pai ou um professor sabe bem a dificuldade que por vezes é fazer-se ouvir.
Jogo: Às cegas
Vamos retirar à criança a possibilidade de ver, exercitando desse modo a capacidade de ouvir, para que consiga cumprir com sucesso este jogo.
Para esta actividade vai necessitar de:
– uma bola, um balde;
– uma venda;
– um “treinador”.
Coloque um balde a cerca de dois ou três metros do local onde a criança vai ficar. Encontre um “treinador” para a criança, cujo papel será dar-lhe orientações.
Depois da criança estar vendada dê-lhe uma bola para a mão e diga-lhe que o objectivo é acertar no balde o máximo de vezes possível em cinco tentativas.
A criança não pode tirar a venda enquanto está a tentar acertar no balde, mas vai recebendo indicações do “treinador” sobre como correu o lançamento e o que deve fazer para melhorar.
Se a criança acertar com a bola no balde, celebre a vitória e explique que conseguiu acertar no balde porque soube ouvir com atenção!
Ouvir com o coração!
Além de saber ouvir com os nossos ouvidos físicos, achamos fundamental ouvir com o nosso terceiro ouvido, o coração! E o ideal é ouvirmos com os três ouvidos. E como é que podemos treinar o ouvido do coração? Peça à criança para dizer como é que se sente. Uma palavra: feliz, triste, contente…e peça para ela explicar o porquê de se sentir assim. Enquanto a criança fala mostre que está atento, faça perguntas, crie empatia com a criança e faça-a sentir-se ouvida e especial. Depois troque os papéis. Conte como é que se sente e o porque de se sentir assim. No fim fale com a criança e explique o quão é importante ouvir os sentimentos dos outros e respeitá-los, e que isso é que é ouvir com o coração. Explique que quando estamos em silêncio é quando ouvimos melhor.
Por falar em silêncio deixo-vos com uma das minhas frases favoritas;
“ Muitas vezes as nossas respostas estão no silêncio que não fazemos.”
Por Filipa Cunha, StartIUPI
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O Poder do Exemplo
O modelo mais poderoso na vida de qualquer criança são os próprios pais. Através da observação direta, com eles aprendem o melhor e o pior: observam, imitam comportamentos, ações, valores, crenças e até mesmo expressões.
A aprendizagem profunda das crianças é desenvolvida com base na observação do comportamento e da constatação das consequências das ações de outras pessoas. As crianças observam como reagem os familiares mais próximos. Tanto nas experiências positivas como nas menos positivas. Estas experiências tornam-se parte dos “ficheiros de referência” a que recorrem para saberem como viver as suas próprias vidas.
O melhor de tudo é o facto de os pais se encontrarem numa posição de extremo poder no que diz respeito à capacidade de influenciar o desenvolvimento dos filhos. Os pais têm o maior super poder de todos: O poder do exemplo.
Sob quantas formas está o seu comportamento a influenciar o desenvolvimento da personalidade do seu filho?
Os pais desempenham um papel fundamental durante toda a vida. Nos primeiros anos os filhos admiram-nos como se fossem os melhores do mundo. Isto é muito positivo porque eles precisam realmente de alguém que possam admirar e que os guie e ajude a superar os obstáculos.
Os modelos são importantes porque é através deles que as crianças aprendem os valores que orientarão as suas vidas.
Educar crianças perfeitas seria muito simples se os pais fossem perfeitos, por isso, têm de fazer o melhor que podem, sem nunca esquecerem de que estão a ser observados a cada minuto que passa.
Através das suas ações, palavras e comportamento poderá orientar os seus filhos na direção pretendida. Mostre-lhes como podem ser adultos felizes, equilibrados e realizados. Mas lembre-se que os seus filhos irão também imitar as suas imperfeições.
Os filhos podem espelhar as suas piores características, vulnerabilidades e fraquezas. Apesar do modelo mais poderoso para a maior parte dos jovens ser o progenitor do mesmo sexo, as crianças não deixam de observar muito de perto a forma como o progenitor do outro sexo trata o próximo.
Este video fantástico ilustra muito bem tudo o que escrevi sobre o poder do exemplo dos pais.
Aproveite esta oportunidade para refletir um pouco sobre as suas ações. Tem de ser muito honesto consigo mesmo acerca daquilo que está a demonstrar aos seus filhos. Não pode alterar aquilo que não assumir.
Rejeite todas as atitudes negativas. Acabe com todos os padrões de comportamento auto-destrutivos e aumente as atitudes positivas. As crianças precisam que os pais as orientem o caminho e os pais têm tudo o que é preciso para serem grandes modelos para os filhos.
Nunca é tarde, basta querer!
Ana Alvarinho, Psicóloga e Coach Familiar
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Os pais separam-se um do outro mas não dos seus filhos…
A separação do casal deveria ser mesmo só isso, a separação de dois adultos que um dia sonharam algo diferente. A desilusão, o desmoronar de um sonho, os planos que se fizeram e se desfizeram…tudo isso é da responsabilidade dos pais, mas não dos seus filhos. O divórcio não é dos filhos, é apenas dos pais.
Ruptura conjugal não implica ruptura parental
Os adultos complicam muito as coisas! Passamos a vida a dizer isto às crianças e é mesmo verdade!
Há que respeitar e nunca esquecer que as crianças são seres de plenos direitos e têm por isso direito a ter os pais presentes na sua vida, independentemente da relação que estes mantêm entre ambos.
É sempre triste para uma criança ter de lidar com a ruptura e separação dos seus progenitores, mas bem pior ainda é ter de ficar no meio de uma guerra entre as pessoas que supostamente deveriam ser os seus protetores e cuidadores, sendo a maior parte das vezes usadas elas próprias como armas de arremesso.
O que destabiliza emocionalmente os filhos não é a separação em si mas a forma como esta é gerida pelos seus pais.
Não pode ser um jogo…não pode haver competição…e os filhos não podem sair penalizados.
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O amor dos pais pelos filhos não pode ser pautado pelo amor que sentem ou deixam de sentir um pelo outro. A relação com os filhos tem de ser de um amor incondicional, sem barreiras ou limites.
Os pais devem sempre ter uma relação com os filhos baseada na comunicação, aberta e franca.
Os filhos devem ser protegidos de discussões ou mau ambiente, e caso a solução para o casal seja a separação, os pais devem manter a consistência anteriormente conseguida, enquanto ainda casados, para que os filhos continuem a ter a mesma atenção de ambos.
Devem ser evitadas atitudes menos positivas que comprometam o normal e saudável desenvolvimento harmonioso dos filhos.
Os pais devem proporcionar rotinas adequadas ao estabelecimento de um ambiente securizante. É neste ambiente saudável que a criança deve crescer e desenvolver-se, adquirindo uma boa auto-estima.
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A forma como os pais conduzem todo o processo da separação, vai pautar a vida emocional dos seus filhos e a existência ou não de possíveis vivências traumáticas. O desejável será os pais nunca deixarem de falar com os seus filhos, serem sinceros, comunicarem sempre com eles, usando uma linguagem adequada ao seu entendimento e nunca uma linguagem agressiva. Não se podem esquecer que são o exemplo a seguir, logo, devem ter em consideração que o que fizerem pode também pautar a qualidade dos relacionamentos futuros dos seus filhos.
Pais conscientes e presentes educam filhos seguros e confiantes. Pais imaturos, que se agridem ou discutem criam filhos inseguros e assustados, que provavelmente se relacionarão da mesma forma na sua vida futura.
As separações quando repentinas e mal explicadas podem também deixar os filhos com sentimentos de culpa, por serem surpreendidos, pensando que deve ser algum castigo a algo de errado que possam ter feito.
A idade das crianças também é determinante na forma como é vivida a separação dos pais, no entanto apesar das diferentes reacções, ou da intensidade das mesmas, a verdade é que a tristeza é um sentimento comum. Não se podendo evitar a tristeza, há que evitar que a experiência seja traumática, tentando que as crianças passem por esta situação da forma mais estável e tranquila possível. A postura dos pais tem por isso de ser equilibrada e baseada na comunicação sincera. E no amor…o amor é o essencial na educação dos filhos. Mesmo quando este desaparece entre o casal, nunca pode desaparecer em relação aos filhos, não são condicionais…
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O papel de pais não termina nunca…desde que nascem os filhos, o papel de pais é assumido para toda a vida! E não há papel melhor!!…
Por isso…pais felizes, filhos felizes! O caminho da felicidade é esse…ser feliz, fazendo feliz quem está à nossa volta!..
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Desde a infância que sonhamos com o “foram felizes para sempre” e presumo que a maioria de nós queira mais do que um sorriso pepsodente e uma conta recheada num homem. Procuramos o homem perfeito: o melhor namorado, marido e, se não for pedir muito, o melhor pai para os nossos filhos. Queremos o príncipe encantado, bonito, musculado e detentor de uma espada, mas isso só não chega e acabamos por preferir que seja um Shrek: trapalhão, mas um bom pai de família.
Segue-se uma pequena lista que condensa o que queremos num pai perfeito (dos nossos filhos):
1) alguém que não tenha medo de por as mãos no cocó
Mudar a fralda é das coisas mais fáceis do mundo. Se eles vos dizem que não têm jeito (desculpa a ver se pega) façam-nos treinar num nenuco. Se é difícil no início, esperem para ver quando eles se tornam nuns leões indomáveis ou até mesmo quando começam a comer peixe na sopa (mola no nariz).
2) alguém que os adormeça
Contar uma história (mesmo que as personagens tenham nomes como Lisandro López, Artur e Ola John), fazer quilómetros a balançá-los no colo, dar-lhes festinhas e aconchegar na caminha é coisa de pai, tanto quanto de mãe. Isso e quando os filhos acordam a meio da noite, essa não é tarefa exclusiva da mãe, espertinhos!
3) alguém que lhes dê colo
“Está a chorar” é a frase que não queremos ouvir. Até porque não somos surdas. O pai da criança tem de saber levantar o rabinho do sofá e ir confortá-la, mimá-la e acalmá-la.

4) alguém que lhes dê banho
Tirando as primeiras vezes em que eles são tão pequeninos que por pouco não escapam por entre os nossos dedos, não há nada que saber – o pai da Isabel teve de lhe dar banho logo no primeiro dia que até andou de lado. Remédio santo.
5) alguém que lhes dê a papa
Tirando os 6 primeiros meses de amamentação exclusiva, os pais não se devem acanhar na hora da papa. Têm tanto jeito como nós para cantar, fazer aviões ou até mesmo fazer o pino para que eles comam.
6) alguém que faça sopa
Mesmo que vos perguntem 10 vezes o que leva a sopa, repitam 10 vezes, encorajem-nos, digam-lhes que se safam muito bem. Os tempos do homem que se sentava à mesa e era o primeiro a ser servido pertencem, e ainda bem, ao passado.
7) alguém que os vista
Mesmo que conjuguem riscas com bolas, rosa com vermelho ou que ponham um bolero por cima de um pullover, a iniciativa deve ser elogiada. Eles vão lá. Ou não, mas não faz mal, até tem graça.
8) alguém que tenha paciência
Paciência é palavra de ordem. Paciência para os filhos e para as mães, mas ai deles se nos dizem alguma coisinha. “Estás impossível” é coisa para verem os nossos dentes cerrados nos próximos séculos e terem direito a cartão vermelho. Querido, não sei se reparaste mas acordei às 06h30, fui trabalhar, fui buscá-la, dei-lhe banho, ela fez birra, pu-la a dormir, limpei a casa toda, fiz o jantar, estendi a roupa, ela acordou, perdi o apetite e tu chegaste só agora. Parece impossível, mas estou impossível, estou.
9) alguém que seja um exemplo
Não é novidade que os filhos são esponjas e um reflexo do que veem. A forma como se trata os outros e como se lida com os problemas, o amor e o carinho que se transmitem, a humildade, o exemplo de esforço e dedicação: tudo isso está sob o olhar deles.
10) alguém que não cumpra estes 9 requisitos, mas que se esforce para tal
Ninguém é perfeito, por isso não há pais perfeitos: até o Shrek é feio e porco. Mas há uma enorme diferença entre tentar e estar-se a marimbar. Um pai perfeito é um pai imperfeito que quer ser o mais perfeito possível.

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Quando se sai do hospital com um bebé nos braços, todos os pais de primeira viagem tentam encontrar nalgum lugar, o manual de instruções para saber manusear o bebé só que, infelizmente, esse manual tão desejado não existe.
Enquanto o manual de instruções do bebé é algo procurado desde o primeiro minuto de existência da criança, um manual de instruções para o pai aprender a lidar com a “nova” mulher, está longe de ser habitualmente solicitado… Até um determinado momento.
Quando nasce um bebé, nasce também uma nova mulher. Temos que reconhecer, nunca mais seremos as mesmas! Tudo muda e os nossos maridos geralmente ficam perdidos no meio de tanta mudança.
A pensar nisso, resolvi fazer uma lista de 10 coisas que todos os maridos devem saber depois que a sua mulher se torna mãe:
1. A mulher sente-se feia.
Há tantos sentimentos em conflito sobre a forma como a mulher se sente naquele momento com o seu corpo, que nenhum homem imagina.
Por um lado, a mulher realmente acredita que é uma das criaturas mais incríveis do mundo porque gerou um ser humano, mas por outro lado, sente-se muito mal com o resultado de tudo isso. Complexos, eu sei!
A barriga (uma das partes do corpo que a mulher mais preza) foi esticada e só Deus sabe como não rebentou. Se ganhou estrias então, o caso fica mais grave. Ganhou peso, coisa que mulher nenhuma gosta, e provavelmente, na reta final da gravidez, inchou e ganhou algumas manchas na cara. Qual é a mulher que gosta de se sentir marcada e inchada?
O peito é relativo: há mulheres que amam ter ficado com mais peito (as que tinham pouco) e há outras que ainda levam com uma sobrecarga de peso na coluna, pois já eram avantajadas antes de engravidar.
Ou seja, parte física deste processo, muito subtilmente aqui apresentado, é de deixar qualquer mulher deitada numa cama a chorar durante algum tempo.
O que o pai pode fazer
Nunca deixar de elogiar a sua mulher, no entanto sem grandes exageros, pois muito provavelmente a sua mulher não é cega e sabe bem o que está a acontecer com o seu corpo.
Quando a elogiar, olhe-a olhos. Toque nela, mas toque com carinho. Nunca deixe de olhar de frente para ela. Quando lhe perguntar algo sobre o seu corpo, responda a verdade. Se ela tiver acima do peso, diga-lhe que ela logo irá voltar ao normal. Que o seu corpo está assim porque ela lhe deu o maior presente que poderia ter dado, e que isso, nesse momento não interessa para nada.
2. A mulher está obcecada pelo bebê
É só isso.
No inicio a mulher está a assimilar tudo o que está a acontecer à sua volta e a adaptar-se a esta nova realidade com um bebé em casa. É provável que tenha umas breves crises de choro (o famoso baby blues) pelas mudanças irreversíveis que a sua vida sofreu. A mãe, está agora completamente obcecada pelo bebé pois vive em função das suas necessidades.
Nos intervalos entre mudar fraldas e alimentar o bebé, a mãe só vai querer ficar a olhar para ele e a tirar fotos e postar nas redes sociais. Tudo gira literalmente em torno do BEBÉ!
O que o pai pode fazer
Esperar pacientemente que essa fase passe. Essa obsessão faz parte de todo o processo de adaptação. É também o instinto materno a gozar a cria. Simplesmente não se consegue controlar.
3. A mulher está com medo
É tudo novidade, como já se sabe, mas muitas vezes para a mãe é assustador lidar com tanta coisa. Neste momento, a coisa mais importante é “não errar”, e muitas vezes aquilo em que a mulher acredita fica seriamente comprometido pelos palpites alheios.
É como uma prova de exame.
A mulher ficou nove meses a preparar-se e a estudar, e agora chegou a hora da verdade: está a ser avaliada por ela mesma, antes de tudo e todos e cobra-se o tempo todo. Permitir-se a errar está fora de questão. Para ajudar à festa,toda a gente dá palpites, o que pode ser bom, mas é MUITO sufocante. Principalmente quando se trata de pessoas com que se tenha uma relação delicada (geralmente a sogra). A presença das pessoas de certa forma a intimida e deixa mais stressada,
O que o pai pode fazer
Dizer-lhe que isso é tudo hormonal, não vai ajudar nada… aliás, vai piorar! Não seja mais uma pessoa a analisar, cobrar e julgar. Saiba que a sua mulher está a dar o melhor que pode e sabe e precisa de todo o seu apoio, carinho e compreensão. Vocês são uma equipa!
Se não perceber nada daquilo que se passa, e achar tudo uma loucura, lembre-se que faz parte e vai passar.
Transmita-lhe confiança. Diga-lhe que errar é normal, e que o importante é estarem juntos nesta aventura e que tem a certeza que ela é a melhor mãe que poderia ter escolhido para os seus filhos. E não se esqueça, diga isso sempre olhos nos olhos (como nos brindes, ou…) e sempre que puder toque nela com carinho. Um abraço e uma boa conversa ajudam bastante.
4. A mulher está sempre na defensiva
Imagine como está a cabeça desta mulher. Todo a gente tem um palpite a dar. A mãe acha que deve recomeçar já a trabalhar, a sua tia acha que não está amamentar em condições, a amiga que teve filho 5 semanas antes está sempre a querer dar uma opinião porque está um “nível” mais a frente, a sogra a quer ser também mãe do bebé… não é nada fácil e a defesa é ficar na defensiva.
O que o pai pode fazer
Ficar sempre ao lado da sua mulher é o melhor a fazer. Quando ela tiver calma, subtilmente mostre que estão a tentar ajuda-la e que não precisa estar tanto na defensiva, mas faça isso quando o terreno estiver seguro.
5. A mulher não pode zangar-se com o bebé.
Logicamente, a nova mãe sabe que o grande culpado por ela não dormir, não se arranjar, não conseguir sequer sociabilizar, é o bebé, mas não vai descarregar nele a raiva. Ele é apenas um bebé e a mãe sabe disso! Quem está mais próximo costuma pagar por tudo e por nada.
O que o pai pode fazer
Infelizmente o conselho que tenho a dar não é algo que o vá agradar muito, mas é o único que sei que vai funcionar de verdade. Seja um saco de pancada, pelo seu filho e pela sanidade mental da sua mulher. Essa fase também passa. Tente fazer mais exercício para libertar o stress acumulado!
6. A mulher não tem nada para vestir.
Este ponto é mais frustração que tristeza. A mulher estava farta de vestir roupas de gravida, que geralmente não costuma ter muita variedade e tira aquele glamour feminino. Acaba de ter bebé e nem as suas roupas de antes da gravidez lhe ficam bem. Nada lhe serve. E para piorar, ela recusa-se a comprar roupa pois na sua cabeça, mais dia menos dia vai voltar ao normal.
O que o pai pode fazer
De fato, não tem muito a fazer. Elogia-la como mãe talvez desvie a atenção do guarda roupa. Estimule-a a fazer uma boa alimentação, a tomar muita água e a amamentar o bebé(se tiver leite e conseguir), pois a amamentação ajuda a emagrecer mais rápido.
7. A mulher precisa de proteção.
As mulheres querem sempre que os seus homens sejam os seus protetores, mas acho que essa necessidade vai muito além quando ela se torna mãe. A mulher precisa que você seja a barreira entre ela e o mundo exterior.
Se não estiver disposta a receber convidados, ela precisa que seja você a negar essa visita por exemplo. Coisas que antes resolvia, neste momento o pai tem de se chegar à frente.
O que o pai pode fazer
Para o caso de acontecer algum imprevisto que a deixe mais tensa, o ideal é decorar e repetir sempre que for preciso:
Deixa que eu resolvo, querida!
8. A mulher precisa de permissão para descansar.
A maioria das mulheres vai para a maternidade a acreditar que pode fazer tudo. Que todas as outras mães com casas sujas e bebés histéricos estavam a fazer qualquer coisa errada.
O complexo super-mulher-mãe leva ao esgotamento muito rápido. E o pior é que a maioria das mães se recusa a admitir que chegou ao limite.
O que o pai pode fazer
“Dê-lhe permissão” para que a sua mulher descanse. Saliente que ela precisa de dormir uma sesta ou assistir um pouco televisão para relaxar sempre que o bebé dormir. Se ela tentar argumentar, lembre-a de que você a está simplesmente a protegê-la… de si mesma.
9. A mulher precisa que lhe perguntem se ela precisa de alguma coisa.
Eu já fui mãe e reconheço a importancia disso. As pessoas podem ter tido experiências com outras mães e tal, mas cada mãe tem o seu ritmo e jeito de ser, e ela gostará mais se lhe perguntarem do que ela realmente está a precisar do que invadam a sua vida sem perguntar.
10. A mulher ainda te ama.
Adora ver que você também se tornou pai. Ela adora ouvir da sua boca como esse novo ser humano está mudando você. Ela adora que este pequeno ser humano tenha as suas orelhas e pés. Pode não parecer lógico, mas cada vez que você se relacionar com aquele bebé, estará a ligar-se cada vez mais a ela. Ver você se transformar num Pai na primeira fila do filme da vida dela, não tem preço e acredite, em 6-8 semanas as coisas começam a melhorar.
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