Isto de falar sobre violência doméstica, assunto que nos toca fundo, deve ser escrito com as ideias assentes, sem dúvidas, de um modo circunscrito, balizado, incisivo, sem dar largas à especulação infantil que toca na parede mestra das liberdades e direitos, e a derruba. A leviandade com que se fala de violência é tão ou mais perigosa do que a violência em si, porque na minha opinião toca em dois pontos que não se encontram totalmente claros na cabeça de muita gente.
É muito fácil atribuir a culpa da agressão ao agredido, e neste campo são as mulheres a ganhar caminho contra outras mulheres, profícuas em proteger os homens, os filhos, os maridos, os irmãos, deitando por terra o longo e sinuoso caminho que entende a violência doméstica como consequência e não como causa.
Escrever sobre violência doméstica é perigoso. Ou o autor resvala para a autocomiseração e para a vitimização da mulher, fraca e oprimida, à mercê do macho viril qual inseto debaixo da sola, ou resvala para a culpa da mulher, que em todo o caso ‘mereceu’ a agressão, ‘estava a pedi-las’, ou calibra a violência de acordo com a situação, isto é, deixa a culpa onde o senso comum e o seu nível de preconceito se encontra melhor adaptado.
Quero com isto dizer que ou ficamos definitivamente do lado da mulher, mesmo que ela seja uma perdida, uma tonta, uma qualquer, ou lhe metemos as culpas, culpando-a por ser frágil, por perdoar, por se deixar bater, e por não reagir denunciando.
Nos caminhos que tracei como únicos (não podemos ser nim e nem Charlie) estou radicalmente do lado da mulher, mesmo que me aflorem raivinhas-de-dentes quando algumas ‘se põe a jeito’ dando uma segunda oportunidade ao agressor, mas isso sou eu a destilar o meu veneno anti-submissão, e esta derivação canina não me deixa lugar à violência, seja ela qual for, em qualquer dos casos.

Escrever sobre violência doméstica é perigoso.
Escrever sobre violência juvenil é um pântano.

As dúvidas sobre o que leva um miúdo a agredir a namorada eleva o problema a um outro patamar. Não é suposto que um miúdo com 18 anos seja alcoólatra, que esteja no desemprego, que sinta ganas de matar por ciúme, que tenha um historial frustracional capaz de partir para a violência gratuita, derivado de recalcamentos antigos, que sempre atribuímos à violência adulta.
A profundidade do pântano é desconhecida, não sabemos se a água podre se fica por ali, ou se vai desaguar em violência crescida, violência assumida, ao chegar a idade adulta.  É que vede, para mim a juventude é uma parede branca. Um inicio. Um maravilhoso inicio para tudo o que pode vir a ser, e a esperança que traz uma parede branca, imaculada, onde nos podemos perder em pinturas, quadros, estantes, ou apenas abrir nela um buraco e fazer uma janela, deve ser de todas a mais protegida. Manter a parede mestra de pé, urge. Sem parede ninguém pinta, sem parede vão-se os sonhos.
E as janelas.
A parede mestra [na violência juvenil] é aquela que divide o mais forte do mais fraco, o mais cool do mais totó, o mais abonado do mais endinheirado, o mais esperto do mais inteligente. É a que trava impulsos infantis do género tau-tau, do género filial, sem consequência ou consequência banal.  ‘Levas agora um estalo como me dava a minha mãe, que isso depois passa’. E nós a ver que não, que a raiva juvenil é como um animal acossado, e do estalo ao murro… enfim, já sabemos onde vamos bater com a cabeça.
A parede mestra que urge proteger é que evita a domesticação da violência.
O título do post: ‘bates forte cá dentro’ surgiu-me de forma espontânea quando tentava fazer a ligação entre o exemplo que retiramos diariamente dos reality shows (e das redes sociais que comentam este tipo de programas) e o aumento da violência entre namorados, por um lado, e esclarecer o leitor quanto a este meu conceito de ‘domesticação da violência’.
O que é isso de bater numa miúda em frente dos amigos? E na televisão?
O que leva um fedelho de 20 anos, que mal segura as calças nos ilíacos, a dar uma tareia na namorada, com instintos de macho alfa, entesuado por exemplos domésticos, quiçá inocentes, permitidos socialmente através das televisões e comentários na internet?
Que fraca parede foi esta, que inútil muro é este, que ao despontar da maturidade imberbe, como desponta a barba mal semeada, não foi capaz de evitar o caminho funesto da violência fortuita, experimentativa, curiosa, como o é a adolescência, e que ocupa todo o espaço da relação, caindo desamparado e deixando entulho suficiente para enterrar uma família inteira?
Poderia esculpir aqui uma teoria baseada no aumento da miséria humana, da pobreza, nas raízes secas desta gente, sem eira e nem beira, sem chão. Delinquentes, perdidos nesses bairros sociais, repletos de problemas irresolúveis, engolfados pelo sistema vigente, pobres também no espírito acomodado.
Mas cai-me por terra a parede que tento erguer entre a plebe cicatrizada e a classe menos vadia, entre o bairro social e a classe mediana do subúrbio nascido rente ao Centro Comercial, entre os mal formados e os pouco formados, entre os que se criam na rua sem muros e sem janelas, e os que se criam em casa, atrás de ‘janelas’, que partem muros e partem tudo.
Nas redes sociais não se distinguem. Escrevem todos pessimamente mal, cabeças de galinha e grandes unhas de gel apoiam com ternura um estalo bem dado a uma que já ‘andava a pedi-las’, e aplaudem a atitude correta e inevitável do namorado que deu um puxão de cabelos para dar a lição maternal, e para a ensinar ‘a ter juízo’.
Meninas, mas que é isso?
Quereis ser filhas ou mulheres?
E confundem-me, porque os que escrevem muito bem, os cultos, os interessantes, os participativos, também gostam de pancadaria, que eu bem os vejo… por aí.
Bates forte cá dentro! Pois parece que já nem o pudor e o cuidado de bater ‘como deve ser’ se fica entre quatro paredes.
E agora bates forte também cá fora!, bates forte nos comentários!, bates forte atrás do anonimato!, bates forte escondendo a cara!.
E bates forte na discoteca com um telemóvel a gravar o gajo a apertar-lhe o pescoço.

Foi-se a parede mestra.
Domesticou-se a violência.
E assim vai a juventude.
Como eu, que vim agora do Facebook, precisamente de uma caixa de comentários que comenta alarvemente a agressão ‘nada de especial’ de um rapazola à sua namorada da Casa dos Segredos, mãezinha do céu! o que para ali vai de apoio feminino ao rapaz que agrediu a miúda à chapada e de rapazolas cheios de tudo, nos peitos vazios.
Batem-me forte cá dentro, estes que no fundo andam é a bater muito mal!

Por Uva Passa, no Blog Uva Passa
autorizado para Up To Lisbon Kids®

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Campanha contra a violência no namoro – Quem te ama, não te agride!
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=yUzMM_2ZV5A]

Queridas famílias, falemos dos nossos filhos pequenos, mas falemos também dos nossos filhos adolescentes…

Todos sabemos que a adolescência é um período complicado, temos as alterações hormonais e físicas, o limbo entre a infância e a idade adulta, a par com a escolha e identificação em determinados grupos sociais, os namorados e as namoradas, as roupas, as modas, as redes sociais, o afastamento progressivo dos pais, a necessidade de sair cada vez até mais tarde, as crises de identidade, e muitas vezes a desmotivação na escola…

São muitos os factores e mudanças com que lidar, em famílias que têm outros filhos, pais que trabalham até tarde, e pouco tempo e disponibilidade para tudo, é muita coisa de facto.

Às vezes pensamos que os adolescentes estão a mudar o comportamento só para nos irritarem, para nos testarem, para serem independentes porque já se julgam adultos.

Apesar de isto poder ser verdade, podem existir outras razões que contribuam para estes comportamentos.

A verdade é que esta fase é crítica e difícil para todos. Sobretudo para os pais e ainda mais para os adolescentes, que se sentem perdidos entre aquilo que até agora tinha sido a infância e que progressivamente se vai tornando numa maior responsabilização para se comportarem como gente crescida. Agora querem escolher um grupo de amigos com quem se identificam, um grupo que seja “cool”, social e com muitos programas e amigos agregados. Escolhem como agir, o que devem vestir e o que devem fazer para serem aceites.

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Não é à toa que escrevo sobre este tema. Tenho tido cada vez mais adolescentes na consulta, que vêm por iniciativa própria e pedem ajuda desesperadamente, porque já não sabem como agir, qual o objectivo das suas vidas, quem são os verdadeiros amigos, o que estão a fazer nesta vida, porque é que em casa há tantas discussões. É interessante ver como eles próprios procuram ajuda…

Os adolescentes procuram ajuda por várias razões, uma delas é o facto de não quererem falar com os pais ou familiares sobre as suas preocupações, porque isso seria demasiado penoso para todos e acabaria em discussão na certa (pelo menos é o que os adolescentes pensam e me transmitem). Para começar, muitos não falam sobre o que realmente os preocupa, pois isso seria admitir que estão indecisos, perdidos, muitas vezes infelizes e desmotivados para a escola, para os amigos, para a vida em geral. E muitas vezes não querem magoar os pais, ou mesmo ouvir raspanetes, ou ficar de castigo, ou perderem privilégios, como o de saírem com os amigos (pois esta é uma das coisas que os faz sentirem-se enquadrados no meio social e lhes dá bastante significado nesta fase da vida).

É difícil, esta fase é difícil. Não pretendo tecer considerações acerca do que os pais ou adolescentes devem fazer. Cada caso é um caso. Mas considero importante o estabelecimento de limites, a atribuição de tarefas, a responsabilização do adolescente em relação aos estudos, o respeito pelos adultos, o respeito pelo outro.

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Sei que nesta fase os adolescentes se afastam, e parece que sentem “cócegas” quando lhes queremos dar um abraço, um beijinho, ou um sinal de afecto. “Já sou um adulto”- pensam – e o afecto de um adulto, e sobretudo dos pais, é sinal de ainda ser criança, de fraqueza e dependência do mesmo.

Mas nem sempre isso é verdade. Se há uma coisa que falta em muitos adolescentes hoje em dia, é precisamente o afecto, o diálogo e a compreensão em casa.

Um sinal de afecto, expresso por uma festa no cabelo, um elogio, um abraço ou um beijinho quando tem uma nota melhor, por algo que ele(a) tenha feito correctamente, por uma ajuda que tenha dado quando não estávamos à espera, por ter ido logo para a mesa, por ter ajudado o irmão. Afinal eles fazem tantas coisas bem feitas, mas são muitas vezes chamados à atenção apenas pelo que fazem mal. Demos-lhes atenção pela positiva, e não só pela negativa.

O diálogo, perguntar coisas simples, sobre o dia-a-dia, se precisam de alguma ajuda, se gostariam de fazer algum programa específico que os animasse no fim-de-semana, ou se gostariam de fazer alguma actividade extra curricular que os motive. Perguntas rápidas e nunca demasiadas, sabemos as irritações a que estão sujeitos nesta fase. Podem sentir também que nos estamos a intrometer nas suas vidas, e aí, por momentos, podemos dar-lhes algum espaço para crescerem nas suas próprias decisões, sem os enchermos de perguntas e opções a tomar. Demos-lhes espaço, o espaço que eles começam a precisar para encontrarem o canto onde pertencem. Deixemo-los estar sozinhos quando precisam, sabendo que o adulto está presente do outro lado da casa se precisarem de falar.

Mas estabeleçamos também os limites. Os pais estão disponíveis para falar, são amigos, mas acima de tudo são pais. São os pais que os educaram e ainda educam, que se preocupam com o bem-estar dos seus filhos. Não precisamos de estar sempre a relembrá-los disto, mas é importante que os pais se lembrem que são, acima de tudo: pais.

Os limites aplicam-se igualmente aos horários de saídas, à utilização de redes sociais online e à internet. Estimulemos as interacções à séria com os amigos, cara a cara, presenciais. Ajudemo- los a interagir em vez de se esconderem atrás dum ecrã e de fotografias criteriosamente seleccionadas. Mas para isso tem de haver abertura e disponibilidade dos pais para permitirem que os seus filhos vão ter com os seus amigos de forma relativamente autónoma (como era no nosso tempo afinal!).

Em casa podem atribuir tarefas de responsabilidade, respeitando os horários de estudo, mas estimulando a interação em família e reforçando de forma positiva o comportamento quando as tarefas são cumpridas.

Se queremos que os nossos filhos sejam responsáveis e coerentes, nós pais, devemos dar o exemplo. Mantenhamos uma promessa, uma combinação específica, tentemos não inverter a verdade (ou seja: mentir!), pois eles apanham todas as nossas manhas mais cedo ou mais tarde. E o que acontece quando se apercebem que lhes mentimos ou distorcemos a verdade? Deixam de confiar, adoptam comportamentos de maior revolta, deixam de conversar connosco ou de se exporem, porque deixaram de acreditar.

E por último, deixemo-los fazerem escolhas, com a ajuda do adulto, que lhes pode apresentar as várias saídas possíveis, as consequências de diferentes actos e ajudá-los a amadurecer a capacidade na resolução de problemas. Não digamos logo que Não, sem ouvirmos e falarmos sobre as alternativas e as consequências possíveis do que estão a pedir. Conversemos. Quanto aos estudos? Aí vem um tema também complexo…Eles querem passar de ano, eles querem ser aceites e bem recebidos na escola. Mas às vezes não parece, estão desmotivados, ou têm mesmo dificuldades que não nos transmitiram recentemente. Demos-lhes a oportunidade de falar com alguém, um amigo ou outro adulto, que os ajude a perceber de onde vem a desmotivação ou a dificuldade. Muitas vezes os problemas de comportamento em casa e na escola, estão basicamente a camuflar outro tipo de problemas emocionais da criança/adolescente.

Pensemos nisto.

 

As adolescentes e a sexualidade. 3 coisas que a sua filha precisa que lhe transmita equanto criança!

A pré-adolescência aproxima-se e as borboletas começam a voar nas barrigas dos apaixonados. Os futuros problemas amorosos das nossas filhas ainda não são um tema que nos tire horas de sono. Por enquanto, gostam de fazer pinturas com as mãos na mesa da cozinha na companhia da mãe, enquanto preparo o jantar, ou resolver exercícios de matemática com os trocos dos cromos que compramos juntas.

Mas as nossas filhas (as minhas e as suas) vão crescer e vão querer uma vida amorosa feliz, à semelhança do que vêem nos contos de fadas.

Os pais, nunca se sentem preparados para falar sobre sexualidade com as filhas. Parece sempre que é demasiado cedo, mas a verdade é que elas já estão a ser “formatadas” nesse sentido.

Todos os dias recebem mensagem mais ou menos directas sobre a sexualidades e/ou o corpo feminino. São essas mensagens que irão influenciar, sem que os pais se apercebam, a adolescente e a mulher em que ela irá se tornar.

Na capa de uma revista aparece uma fotografia de uma mulher seminua, numa pose artificial com uma expressão facial que transmite noções erradas de sexualidade.. É importante que as nossas filhas percebam que grande parte da publicidade representa uma imagem do ideal “feminino”, e não da realidade.

As adolescentes e a sexualidade

O mesmo acontece quando uma criança está a cantar e a dançar músicas pelo prazer da melodia e diversão sem se aperceber dos seus atos “Ai se eu te pego, ai ai seu te pego” (acompanhado da respectiva coreografia).

Cada uma destas mensagens é como uma bola de neve que vai crescendo, e quando dermos por isso as nossas filhas estão atoladas de informação que achamos não ser apropriada para as suas idades, e pior,  pensamos que elas ainda não estão atentas a ela..

Além de lidarem com a pressão social e cultural, por vezes as pré-adolescentes e adolescentes sentem a ausência de uma boa conversa, o que pode levar à ignorância e insegurança sobre seus corpos. Esta incerteza vai aumentar durante o crescimento, culminando com problemas de autoestima que se poderão vir a refletir nas suas vidas pessoais e amorosas.

As adolescentes e a sexualidade

Enquanto crianças, as dúvidas e curiosidades das nossas filhas prendem-se a questões tais como: “O que eu serei quando for grande? “ ou “Como é que eu serei quando for grande”.
A partir da pré-adolescência, as suas dúvidas serão mais complexas e abrangentes.

Pode não acreditar, mas dentro de pouco tempo estas serão algumas das perguntas que as nossas filhas farão a si próprias:

– Serei magra o suficiente para gostarem de mim?
– Estou bonita o suficiente para gostarem de mim ?
– Estou sexy o suficiente para ser gostarem de mim?
– O meu peito é grande o suficiente para gostarem de mim?
– Os meus lábios são cor-de-rosa o suficiente e têm a forma correta – gostarem de mim?
– Se eu enviar uma fotografia minha numa pose sexy ao rapaz popular da escola, vão gostar mais de mim?

Para preparar a sua filha para resistir a estas pressões, precisa de ajudá-la a definir-se como uma pessoa confiante, com autoestima e que se respeite enquanto pessoa. Este será meio caminho andado para que cresça a sentir-se segura como adolescente e como mulher.

As adolescentes e a sexualidade

1. Precisa de informações sobre o seu corpo.

Não podemos desenvolver a confiança real sem conhecimento de nós próprios, por isso é muito importante que ensine a sua filha a chamar as coisas pelo nome. Chama-se anatomia, e vamos ensinando ao longo do crescimento.
Se quer que a sua filha se sinta segura o suficiente para lhe fazer perguntas quando despertar para a sexualidade, é aqui que tudo começa.
Explique-lhe o nome de cada coisa com naturalidade, assim ficará tudo arrumadinho na sua cabeça e será mais fácil ter a abertura desejada para colocar as questões pretendidas quando estas surgirem.
Se começar apenas durante a adolescência, a sua filha ficará constrangida e não irá falar consigo sobre essas questões: o que significa que o fará com outra pessoa.

2. Precisa de aprender a respeitar o seu corpo e suas capacidades.

Com esta idade as crianças adotam como padrão a seguir os progenitores. Neste caso, as raparigas seguem o exemplo leal do que observam das mães.  Se a mãe não respeita o seu próprio corpo, também ela não respeitará o dela. Evite fazer criticas à parte física das mulheres, inclusive à sua. Não goze com mulheres obesas ou com qualquer outro problema físico. Se fizer dieta ou exercício físico, transmita-lhe que o faz para ser saudável, não tanto para alcançar um ideal estético, embora seja importante que se sinta confortável com sua aparência. Faça reforços positivos às capacidades interiores, à força de vontade, ao optimismo, e ao intelecto.

3. Precisa saber que pode conversar sobre qualquer coisa com a MÃE.

A maior parte das mulheres inconscientemente cria um vazio de conversação entre mãe e filha quando o assunto é a sexualidade. Originalmente porque as mães acham que a filha ainda é muito nova para falar sobre o tema, e depois porque as filhas acham que a mãe nunca iria aguentar ou saber lidar com o assunto. Que assuntos escondem as adolescentes e as jovens mulheres das próprias mães? Estudos revelam que as raparigas na adolescência falam com os psicólogos sobre orientação sexual, abusos, abortos, relações amorosas, ou mais tarde, problemas nos seus casamentos.

Quer que a sua filha passe por isto sozinha, ou com a mãe ao seu lado?

As adolescentes e a sexualidade

Para  um diálogo de partilha com a sua filha terá que a conquistar, construindo uma relações sólida e baseada na confiança. Será um privilégio acompanhá-la e educá-la durante o seu crescimento, ao longo de toda a sua vida.

Porque o que a sua filha precisa é da sua MÃE.

Adapatado de artigo original de huffingtonpost