O bebé cresceu? 6 ideias para adaptar o quarto à criança

O seu filho cresceu e o seu quarto já não está adequado às suas necessidades e gostos? Ou está à espera de um bebé e está a começar a planear o quarto dele?

Este post vai ajudá-la a pensar no quarto dos seus filhos, tanto agora como no futuro.  De uma forma prática apresentamos soluções que permitirão aos seus filhos desfrutar do quarto e sentirem-se bem nele por muito tempo.

Vejas as nossas ideias, em colaboração com o Habitissimo:

1. Transformar o berço em cama

Berço cama

Existem alguns modelos de berço que podem ser transformados em camas de solteiro ou mini-camas, estando essa opção já prevista no seu fabrico. Tudo o que precisa defazer é seguir as instruções que vieram com o berço para o transformar na cama que precisa. Alguns modelos já vêm com gavetas ou escrivaninhas incorporadas, para que o quarto da criança seja ainda mais prático. Apesar de este tipo de berço não ser dos mais baratos, o facto de não ter que os trocar na infância da criança já o torna um bom investimento, uma vez que o usará por muitos anos.

2. Uma cama de sonho

Apesar de conseguir encontrar à venda mini-camas, o ideal é investir logo numa cama de solteiro, a pensar no crescimento do seu filho. No entanto, as mini-camas não precisam de ser logo descartadas, desde que tenha em mente que a terá de trocar mais tarde. Pense no quarto como um espaço de sonho e imaginação para a criança, e faça da cama uma peça especial e que dá o mote ao resto da decoração. Dessa forma, poderá ser mais fácil escolher entre cama de solteiro ou mini-cama.

3. Aproveite o espaço criando nichos e estantes

Outro ponto em que deve pensar desde a concepção do quarto é o armário e restantes espaços de arrumação. Para o armário, uma boa ideia é fazer as portas em fórmica (o material dos quadros brancos) para que as crianças possam desenhar nelas à vontade. Depois, coloque prateleiras, estantes, nichos e caixas para que a criança consiga arrumar tudo e guardar os brinquedos sozinhos. Se tem pouco espaço, pode sempre colocar uma cama suspensa e por baixo fazer a área de brincadeira, com algumas caixas de arrumação.

4. Secretária de tamanho adaptado

Maria Montessori defendia que o mobiliário deve ser todo adaptado às idades e alturas das crianças. Mesmo que o seu filho ainda não saiba ler nem escrever, irá gostar de estar numa mesa adaptada ao seu tamanho e necessidades. Assim, poderá  colocar brinquedos,  desenhar, ou fazer outras actividades plásticas. Pense na secretária como parte integrante da decoração do quarto na fase de planeamento, para que ocupe menos espaço. Com algumas alterações, essa secretária poderá ser também usada quando o seu filho crescer.

5. Uma tenda para leituras

A ideia das tendas nos quartos surgiu com o intuito de criar um espaço sossegado para que as crianças se pudessem sentar e ler. Como as crianças são imaginativas, essa tenda também pode fazer parte de brincadeiras e ser uma casa ou um castelo, sendo por isso muito apreciada por elas. Existem vários modelos de tenda à venda, mas se prefere algo do estilo “DIY” existem muitos vídeos a ensinar como criar uma tenda.

6. As cores das paredes

Photo by shutterstock

 

Esta última dica é para quem quer poupar e não estar a mudar o quarto dos filhos a cada fases do crescimento. Para o conseguir, escolha cores menos evidentes nas paredes como tons pastel, o cinzento ou apenas o branco. Isso não vai retirar o aspeto infantil ao quarto, mas vai deixá-lo mais moderno e com um tempo de vida útil mais longo.

Esperamos que tenha gostado das nossas dicas e as incorpore no quarto das suas crianças!

 

 

 

6 dicas para ensinar as crianças a serem organizadas

Não precisa gastar muito dinheiro. Use a imaginação. Ferramentas simples são suficientes para garantir uma boa organização. Algumas funcionam tão bem como as mais sofisticadas e dispendiosas.
Arrumar o próprio quarto, por exemplo, e ter algumas tarefas regulares, são a melhor forma de introduzir a organização na vida de uma criança – um grande desafio para todos os educadores.
Se os pais não forem organizados, dificilmente serão os filhos.

Exemplo é a chave do sucesso: os pais são um espelho para os filhos.

Preste atenção e pondere seguir as seguintes dicas:

1. Um calendário familiar

Se for grande tanto melhor. Fixe-o na parede lá de casa, num local de fácil acesso. Organize o calendário de acordo com o agregado familiar, os compromissos pessoais, profissionais e escolares. As atividades a desenvolver em conjunto e em particular: a hora das refeições, da higiene, das tarefas de casa, de brincar, etc.

Convém estabelecer rotinas diárias.

Se o fizer tornar-se-á mais fácil ensinar a criança a ser organizada em casa e na escola, aumentando, assim, as probabilidades de enfrentar com sucesso o mundo quando for adulta. Uma criança organizada tenderá a ter uma carreira profissional mais bem sucedida, através do cumprimento de metas e objetivos a atingir desde os primeiros anos de vida.

O processo será mais fácil se usar um marcador de cor diferente para cada membro da família. Viver num ambiente organizado é fundamental para o bom desenvolvimento do raciocínio lógico da criança. Delegue competências, seguindo o princípio, segundo o qual, em casa todos ajudam.
Atenção, não a force a executar tarefas para as quais ainda não está preparada – o não cumprimento com sucesso de algumas responsabilidades pode provocar o sentimento de frustração e insegurança. O excesso de ordem pode, também, potenciar a procura obsessiva da perfeição e originar problemas a médio/longo prazo.

2. Lista de verificação visual

Dê-lhe as ferramentas certas para a organização. Em vez de palavras, por que não fotografias? Normalmente, as crianças são mais seduzidas por aquilo que veem em vez de aquilo que leem. E costuma ser menos stressante. As rotinas podem ser olhadas de forma divertida.

Use, por exemplo, fotos para ilustrar a lista de tarefas a executar. Seja criativo. Organize a rotina matinal por fotografias: fotos a sair da cama; escovar os dentes; vestir-se; pentear o cabelo e tomar o pequeno-almoço.

A lista de verificação visual é particularmente importante para as crianças mais pequenas que ainda não sabem ler e para as que apresentam problemas de aprendizagem e atenção. Verá que pouco tempo depois cumprirão todas as tarefas de forma intuitiva.

À medida que a criança vai crescendo comece a dar-lhe liberdade para cumprir as tarefas de forma independente, aumentando, assim, lentamente os níveis de responsabilidade.

Aos 8 anos a criança já deverá ser capaz de fazer tudo sozinha, ainda que nem sempre da forma mais eficaz. Organização e disciplina são conceitos essenciais para qualquer pessoa. Sempre que realizar uma tarefa sozinha não deixe de elogiar e, em alguns casos específicos, ofereça uma recompensa. O reforço positivo vai potenciar o aumento da confiança e da autoestima da criança.

3. Um relógio analógico

Ensine a importância do tempo. Um relógio pode ajudar as crianças a se situarem mais facilmente no tempo e no espaço. Permite, também observar como o tempo pode ser dividido em partes. Quantos minutos passaram e quantos restam. Considere a compra de quatro cores de papel celofane.
Divida o mostrador do relógio em blocos de 15 minutos e coloque celofane de cor diferente em cada uma dessas partes.
Esta estratégia permitirá à criança acompanhar com maior facilidade a passagem do tempo até que aprenda a ver as horas com normalidade, algo fundamental para saber como se organizar.

4. Um organizador de material

Um canto de estudo organizado é fundamental para que não sucedam as habituais distrações. Em vez de deixar o material escolar espalhado pela casa, guarde-o num local próprio, por exemplo, dentro de uma caixa facilmente transportável. Ensine a criança a organizar o material (lápis, marcadores, tesoura e cola) de uma forma funcional. Há caixas de brinquedos com alças que podem servir para armazenar e transportar todo o material escolar.

5. Dossiers/pastas coloridas

Pastas organizadas por cores costumam facilitar a vida dos alunos. Por exemplo, use uma determinada cor para colocar os papéis que precisam viajar com regularidade de casa para a escola e vice-versa, por exemplo, os trabalhos de casa. Escolha outra cor para os papéis que podem voltar para casa e não precisam de ser devolvidos.
E ainda outra cor para os trabalhos que precisam de ser acompanhados pelos pais e logo depois devolvidos à escola.

6. Caixas como portfólio

Caixas variadas são uma ótima solução para economia de espaço, num quarto de uma criança. Empilham-se facilmente uma em cima de outra e podem ser decoradas e rotuladas conforme o gosto de cada criança. Use-as, por exemplo, para guardar desenhos e outros materiais de forma cómoda e eficaz. Experimente utilizar, também, caixas transparentes com tampa, para que, de uma maneira simples e rápida, a criança consiga aceder aos brinquedos favoritos.

Como preparar o quarto do bebé para a sua chegada

A chegada do bebé é um momento de enorme felicidade e entusiasmo, mas também pode trazer alguma ansiedade. De forma a poder aproveitar e vivenciar o momento da melhor forma, é importante planear e organizar. Neste artigo, preparado em conjunto com o Habitissimo, vamos abordar quais os passos mais importantes na criação de um quarto de bebé, assim como algumas dicas ao nível de decoração e segurança!

Mobiliário

Todos nos sentimos atraídos pela decoração e mobiliário de bebé, mas tenha em conta um planeamento a longo prazo. Pense no quarto de bebé como uma divisão no qual o seu filho irá crescer e desenvolver-se, pelo que não deverá limitar demasiado o mobiliário. Isto fará com que tenha que mudar o quarto em pouco tempo, o que não é saudável para o seu orçamento.

Tente optar por gastos equilibrados, que satisfaçam as suas necessidades mais imediatas. Por exemplo, opte por móveis versáteis. A compra de uma cómoda que também é muda fraldas, traz diversas vantagens. Não só é um elemento que lhe permite guardar a roupa do seu bebé (que é geralmente pequena e não ocupa muito espaço), como permite que tenha à mão tudo o que necessita para a mudança da fralda, garantindo a segurança do seu bebé.

Organização do quarto de bebé

A organização de um quarto de bebé é fundamental. É importante que o bebé esteja num local organizado, que transmita serenidade. Opte por cores suaves e não deixe muitos elementos expostos, e otimize o espaço que tem disponível, colocando organizadores nas gavetas e caixas de arrumação.

 

organizar roupa do bebé Marie Kondo

Limpeza

Os bebés são particularmente susceptíveis a alergias, pelo que não deverá exagerar nas decorações. O quarto não deverá ter demasiada acumulação de artigos, de forma a ser facilmente limpo e prevenir acumulação de pó. Por outro lado, um quarto simples permitirá melhor fluidez no espaço e também permite um acesso mais fácil aos artigos que mais precisa!

É ainda importante que o quarto não tenha caixote de lixo. Após a mudança, as fraldas não deverão ser deixadas no quarto.

Iluminação

É importante que o quarto do bebé tenha uma boa exposição solar, de forma a evitar eventuais acumulações de humidade. No entanto, o berço e o trocador não deverão estar debaixo ou encostados a uma janela. Não só se trata de um elemento atrativo para os bebés (pela sua curiosidade de ver o que se passa na rua), como poderá deixar passar frio no Inverno (para garantir que isto não acontece, deverá isolar as janelas) e é importante que os bebés tenham uma temperatura amena e constante no seu quarto

6 Dicas de Segurança:

– Pinte o quarto do bebé com pelo menos 2 meses de antecedência, uma vez que as tintas possuem produtos químicos que se vão libertando durante algum tempo.

– Certifique-se que o berço é bem montado e é um elemento sólido, sem parafusos, pregos ou outras saliências perigosas.

– Evite o uso de tapetes e acumulação de peluches e outros elementos de tecido de forma a prevenir acumulação de pó.

– Evite mudanças bruscas de temperatura.

– Coloque proteções nas janelas, gavetas/portas e tomadas.

– Enquanto o seu bebé tem menos de 1 ano, não use almofadas.

Independentemente do tamanho do quarto do bebé, estes são os 4 elementos fundamentais que cada quarto de bebé precisa:

1. Zona de dormir (berço)

Opte por um berço certificado. Um berço certificado tem garantias de segurança, nomeadamente ao nível da separação das barras e da tinta usada (atóxica).

2. Zona de mudança de fralda (Trocador)

Na compra do seu trocador, opte pela funcionalidade. Deverá ter fácil acesso a todos os artigos de que necessita para a mudança da fralda. É igualmente importante que seja um espaço confortável para o bebé.

3. Zona de amamentação

De forma a que possa amamentar de uma forma tranquila, e sendo que passará muito tempo na poltrona/cadeira que escolher, é muito importante que seja um elemento muito confortável e de preferência de braços. Deverá ainda ser uma peça de fácil limpeza!

4. Zona de arrumação (cómoda)

Como referido anteriormente, existem artigos de mobiliário versátil, que combinam a função de trocador com a de arrumação. Caso opte por elementos separados, deverá optar por uma cómoda com arrumação suficiente. Opte ainda por separadores para poder maximizar o espaço útil de arrumação e ter o que necessita mais facilmente ao seu alcance.

 

Aproveite este momento especial da sua vida e lembre-se, um planeamento antecipado tornará tudo mais fácil!

Deixem as crianças em paz

Ai, que o menino suja-se!” “Ai, que o menino cai!” “Ai, que o menino chora!” “Ai, que o menino aleija-se!” “Ai, que o menino estraga!

Ai, ai, ai que não me largam!

Deixem as crianças em paz, e deixem as mães serem mães!

Deixem-se de palpites e conselhos e avisos e histórias porque no final, todas fazemos o mesmo. Todos aprendemos as mesmas lições e lidamos com as mesmas situações.

Deixem os miúdos sujar-se, correr na lama, brincar na relva, apanhar insectos e comer areia!

Deixem-nos brincar com molas da roupa e tupperwares, ou tampas dos tachos mesmo que façam barulho. Logo se arruma!

Deixem os miúdos saltar, cair e esfolar os joelhos, arranhar as mãos e tropeçar nos próprios pés.

Deixem-nos espalhar o papel higiénico, brincar com a escova de dentes e espalhar creme no chão da sala!

Deixem que o vosso mundo se torne desarrumado, desordenado, barulhento e acima de tudo alegre e feliz!

O barulho e a desordem fazem parte da felicidade.

E se pelo caminho dermos umas quedas e esfolarmos uns joelhos. Assim seja.

Se esse é o preço a pagar pela cumplicidade de uma brincadeira entre mãe e filho, assim seja! Ficam as “marcas de guerra” mas não ficam sozinhas. Ficam gargalhadas, memórias e momentos felizes!

Deixem as crianças em paz! Deixem as crianças ser simplesmente crianças!

 

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Todas as crianças têm grandes interesses, paixões e sonhos. Umas querem ser astronautas e visitar o espaço, outras gostavam de viver num castelo como uma princesa. E são estes os ícones que gostavam ter no seu quarto.

Alguns pais levaram estas paixões tão a sério ao ponto de criar espaços de sonho, tão levados ao pormenor que até é difícil acreditar que são reais.

Veja os próximos 15 quartos de sonho para crianças, inspire-se e faça o seu filho ainda mais feliz!

O castelo da princesa

Um quarto inspirado nos castelos das princesas faz parte do imaginário de muitas meninas. Não pode faltar o cor-de-rosa, muitos brilhantes e alusões ao filme da Cinderela. Se a sua criança adora contos de fada então tire algumas ideias e aplique-as. Se não pode ter um castelo desta dimensão, e porque não pintá-lo na parede? A imaginação é o limite!

castelo de princesa

Para crianças que adoram Legos

Um quarto muito colorido para aquelas crianças que adoram brincar e construir com peças Lego. Tanto os móveis, como a decoração é inspirada nas famosas peças. O seu filho é um dos muitos fãs de Lego? Então apostamos que nunca mais ia querer sair deste quarto, certo?

 

Para sonhar e voar

Este é para os grandes fãs de aviões. Se é o caso da sua criança, então aposte no tema da aeronáutica. De certeza que vai adorar! Uma cama em forma de avião vai fazê-la criar asas, assim como um papel de parede com nuvens e um mapa do mundo. Todos os detalhes contam para a ajudar a imaginar.

 

Uma casa na árvore

Este é daqueles quartos que qualquer criança gostaria de ter. Todos os miúdos imaginam ter uma casa na árvore e passam sempre pela fase em que constroem cabanas com lençóis. Seja por brincadeira, como forma de esconderijo ou porque sentem que é um ambiente acolhedor. Então porque não uma cabana em forma de cama? Não só vai proporcionar vários momentos de diversão, como se vai sentir mais protegido quando for dormir. 

casa na arvore

A carruagem da Cinderela

Se a sua princesa passa a vida a ver contos de fadas, então talvez não lhe deva mostrar este quarto porque vai querer ter um igual. O castelo e a cama em forma de carruagem são os elementos perfeitos para se recriar o filme da Cinderela. Se não tiver orçamento para uma cama desta dimensão, experimente desenhar a carruagem na parede! 

Para o maior pirata

Sem dúvida um quarto de sonho onde se vive a temática do mar e dos piratas. Tal como o da carruagem da Cinderela, talvez seja melhor não mostrar este ao seu filho, porque pode nunca mais deixar de pensar nele. Ou então, que tal inspirar-se nele? Pode pintar as paredes de azul, pendurar quadros com animais marinhos, colocar algumas redes e se possível, uma cama em forma de barco.

quarto piratas

A floresta encantada

Este é um dos temas mais simples e bonitos! Basta pintar o tecto de azul, que juntamente com a iluminação simula um céu estrelado. Não se esqueça de colocar uma árvore de fantasia e um baloiço pendurado no tecto, para que se recrie o ambiente de uma floresta encantada. Decore o quarto em tons de verde e deixe o seu filho dar asas à imaginação. Mas atenção: nada de tons  sombrios para não criar pesadelos! 🙂

Carros

O seu filho é daquelas crianças que sabe de cor todas as marcas de carros? Então este quarto é para ele! Aqui nada falta para que se sinta numa corrida da Fórmula 1, desde a cama em forma de carro, ao vermelho Ferrari e até uma cómoda que parece uma bomba de gasolina.

quarto tema carros

Ambiente colorido para partilhar

Se tem vários filhos mas apenas um quarto, saiba que são várias as opções giras e divertidas, sem que o espaço se torne demasiado pequeno ou desconfortável. Coloque um beliche, escolha um tema e pinte a parede com uma cor alegre. São os pormenores que mais dão vida a esta divisão, por isso incorpore algumas estrelas ou bolinhas nas paredes e colchas.

quarto de criança colorido

Para os que sonham ir ao espaço

Tem um fã de astronomia em casa? Então diga-nos se este quarto não seria o seu maior sonho. Inspire-se e torne-o realidade: pinte as paredes de azul, recrie o sistema solar colocando os planetas no tecto e pinte algumas estrelas. Experimente usar uma tinta que brilhe no escuro para fazer umas estrelinhas que se vejam à noite! É fácil fazer a sua criança feliz.

quarto de criança decoração astronautas e espaço

O esconderijo do super-herói

Não se preocupe, também não nos esquecemos do seu filho que está na fase dos super-heróis. Coloque alguns quadros das suas personagens preferidas, almofadas alusivas e livros de banda desenhada. Terá todos os elementos reunidos para que a criança se sinta como se estivesse no esconderijo do super-herói.

decoração quarto de criança tema super-herois

Fãs de futebol

Para as crianças que sonham em ser o próximo Cristiano Ronaldo, um quarto com o tema do futebol pode fazê-lo muito feliz. E que tal um chão em vinil ou um tapete que simula um campo de futebol? Não se esqueça de colocar várias bolas, uma baliza e até alguns quadros com os seus jogadores preferidos.

decoração de quarto de criança tema futebol

Para os futuros jogadores de Basquete

Já para aqueles miúdos que ambicionam ser um jogador de basquetebol também é fácil criar um quarto de sonho. O que acha de uma cama com uma cabeceira feita com rede? Depois basta pôr um cesto, algumas bolas e uma decoração em tons de laranja e azul, as cores que mais remetem para esta modalidade.

basquete

Um estúdio de música

Também não nos esquecemos das crianças que adoram música e até já sabem tocar algum instrumento. Vamos tornar o seu quarto num estúdio de música onde possa praticar e aperfeiçoar a técnica? Só tem que ter alguma paciência nos momentos em que desafinar um pouco.

images@habitissimo

Por Habitissimo

Cada vez que alguém me pergunta se o meu marido me ajuda, apetece-me desatar aos pontapés. O meu marido não ajuda, o meu marido faz.

O que me enerva não é apenas a pergunta, mas também que a pergunta seja sempre feita por mulheres, como se o tempo em que o homem chegava a casa e se sentava à frente da televisão à espera que o jantar estivesse na mesa não tivesse acabado. E se ainda não acabou para algumas, peço desculpa, mas são umas valentes parvas.

Duvido que os meus avôs tenham feito mais que sair de casa de manhã para trabalhar, que alguma vez tenham mudado as fraldas aos filhos, que lhes tenham dado banho ou que tenham esfregado roupa no tanque. As minhas avós eram donas de casa e, como a maioria das mulheres, tinham o dona de casa colado ao corpo, mas não mandavam nada. Era preciso trazer dinheiro para casa e esse era o papel que a sociedade entregava aos homens.

O mundo, entretanto, deu muitas voltas.

Não é perfeito, é verdade, ainda não é fácil conjugar a maternidade com o trabalho, mas já não somos, em maioria, donas de casa. As mulheres estudam, trabalham e ganham dinheiro – menos que os homens, não se esqueçam. E, mesmo assim, continuamos a trabalhar mais que os homens em casa e a gastar mais horas a cuidar dos filhos e em tarefas domésticas. E porquê? Expliquem-me como se eu fosse muito burra. Acordamos de madrugada, passamos o dia a trabalhar fora de casa, chegamos exaustas e vestimos a farda de donas de casa porquê? Se dentro da nossa casa, na nossa família, não estivermos em pé de igualdade com os homens, onde e quando vamos estar?

Atenção que isto não é um manifesto feminista.

A culpa não é só dos homens preguiçosos, é também das mulheres que arranjam desculpas e não deixam os homens participar nas tarefas domésticas, como se eles não tivessem duas mãos capazes de ligar um aspirador na tomada e andar com ele pela casa. A sério, acham que é preciso um curso superior para aspirar migalhas?

– “O meu marido não se ajeita a dar banho aos miúdos.” Paciência, eles tomam banho todos os dias, não podem estar assim tão sujos.

– “Quando sou eu a lavar, a casa de banho fica bem lavada.” Fechem os olhos, daqui a uns dias é preciso lavar outra vez.

– “A culpa não é dele, a mãe nunca o ensinou a cozinhar.” O que não falta no Youtube e na internet são receitas. Se tudo falhar, há sempre uma churrasqueira em cada esquina.

– “É melhor ser eu a vestir os miúdos, para eles irem para a escola com roupa que combine.” A minha filha tinha poucos meses, eu deixei a roupa arranjada para o pai ir com ela às vacinas e ele vestiu-lhe o casaco por baixo do vestido. Estava linda e sobreviveu ao trauma.

– “O meu marido não sabe qual é o programa da máquina de lavar.” Saber qual é o programa para lavar a roupa está no vosso currículo logo por baixo da aptidão para trabalhar em equipa, certo?

As desculpas podem ser muitas, mas se tivermos vontade, encontramos resposta para todas. Deixem os homens limpar o pó, mesmo que eles não limpem atrás dos livros, ensinem os vossos filhos a passar a ferro, um dia eles podem precisar de uma camisa passada, e ensinem as vossas filhas a exigir igualdade, só assim elas vão deixar de ouvir perguntas idiotas que dão vontade de desatar aos pontapés.

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Setembro é o mês em que se inicia um novo ano letivo e com ele voltam a azáfama, as correrias, as responsabilidades…preparar os materiais, organizar o dia, estudar. Não é fácil, nem para os filhos, nem para os pais…

Por isso este ano trazemos algumas dicas para ajudar a pais e filhos a entrar com o “pé direito” neste ano letivo que agora se inicia.

  1. Escolha a mochila e materiais adequados

    A escolha da mochila e os materiais deve ser feita de forma ponderada.

    a) Mochila

    Uma mochila desadequada ou muito pesada pode causar sérios problemas. É importante que a mochila tenha as seguintes características:
    • Deve ter o tamanho das costas da criança
    • As alças devem ser largas, em formato “S” e ajustáveis
    • Forro assente às costas acolchoado
    • Deve ter cintos à altura do peito e da cintura

    A mochila deverá estar sempre ajustada para que fique junto às costas e distribuindo o peso por ambos os ombros. Para isso, é essencial que sejam utilizados os cintos de apoio e que as ambas as alças estejam postas. Quanto ao peso da mochila, este não deve ultrapassar os 10% do peso corporal da criança. Sabemos que as crianças precisam de muitos livros e que estes são pesados mas se queremos salvaguardar as nossas crianças precisamos de arranjar soluções para que não transporte peso em excesso diariamente.

    b) Materiais

    Escolha lápis que possuam formato triangular e canetas que possuem borracha na zona da pega de forma a facilitar a preensão e controlo do lápis. Já a tesoura escolhida deve ser adaptada ao tamanho da mão da criança, com um design que permita que os dedos assentem confortavelmente na tesoura e não deverá ter ponta. É importante que as crianças que utilizam a mão esquerda tenham acessos a tesouras específicas para esquerdinos.

  2. Estabeleça rotinas estáveis

    As rotinas são importantes tanto para pais como para filhos. As rotinas têm um papel organizador nas crianças e são imprescindíveis para o seu desenvolvimento.

  3. Defina tarefas de forma interativa: Quadro de tarefas

    Definir tarefas e responsabilizar os seus filhos a colaborar em casa e em fazer as suas tarefas escolares pode ser feito de forma interativa através, por exemplo, de um quadro de tarefas. Apesar de existirem já alguns quadros para venda, poderão fazer o vosso próprio quadro de tarefas (com ímanes, escrito, etc.)

  4. Crie um espaço de estudo funcional

    As características do local onde o seu filho estuda podem contribuir, de forma positiva ou negativa, para a qualidade do estudo:
    • O local de estudo deve ter boa iluminação e ter uma temperatura agradável para permitir uma melhor concentração
    • Deixe todos os materiais organizados de forma a que a criança tenha acesso aos mesmos facilmente
    • Use uma cadeira e mesa adequados ao tamanho da criança, permitindo:
    a) apoio dos pés no chão;
    b) cotovelos apoiados sobre a mesa;
    c) pernas a 90º ;
    • Incentive a manutenção da folha sempre na linha média com ligeira inclinação (para a esquerda caso a criança seja destra, para a direita caso a criança seja esquerdina).

  5. Promova pausas nos períodos de estudo

    É aconselhável que durante o período de estudo o seu filho faça pequenas pausas. Se o período de estudo for demasiado longo é provável que o rendimento diminua, sendo por isso aconselhável uma pausa ao completar sensivelmente 60 minutos de estudo. É de referir que este tempo é apenas um indicador, já que a capacidade de concentração de cada criança é variável. Os períodos de pausa devem ser curtos (cerca de 10/15 minutos) e não devem ser utilizados para fazer atividades que o seu filho goste muito, pois isso poderá fazer diminuir a sua motivação para regressar ao estudo. Estas pausas podem ser aproveitadas para fazer um bom lanche.

  6. Fomente hábitos de estudo

    As crianças devem interiorizar desde cedo que possuem controlo sobre as suas aprendizagens e que o seu sucesso escolar depende em grande parte do seu esforço. Os pais não devem “estudar” pelos filhos mas sim orientá-los no seu estudo, ajudando-os a descobrir as estratégias mais eficazes. Tirar apontamentos, sublinhar, fazer resumos e esquemas são apenas algumas das estratégias que o seu filho poderá utilizar ao estudar. Ajude também o seu filho a estabelecer um horário de estudo. Esta estratégia promove a realização de um estudo mais frequente e produtivo, distribuindo o seu tempo de forma equilibrada pelas diferentes disciplinas. (para saber mais, leia o artigo estratégias para ajudar o seu filho a estudar)

  7.  Dê tempo para o seu filho brincar

    As crianças passam muito tempo na escola, a carga horária é exigente. É imprescindível que todos os dias o seu filho usufrua de momentos em que possa (livremente) brincar. A brincar o seu filho aprende e cresce! (para saber mais, leia o artigo Crescer a Brincar)

  8. Tenha tempo de qualidade

    A maioria dos pais vive de forma intensa, e até com alguma ansiedade, o sucesso escolar dos filhos. É natural que se preocupe com o processo de aprendizagem do seu filho, contudo, faça um esforço para que as vossas interações não girem apenas em torno da Escola. Privilegie o tempo em família realizando atividades de lazer que fortaleçam a vossa relação e que lhe permitam conhecer melhor o seu filho e os seus interesses. Dê importância a outras áreas da vida do seu filho, para além da Escola. Valorize atividades extracurriculares que sejam do seu interesse, como por exemplo atividades artísticas ou desportivas.

  9. Tire tempo para si

    Ser mãe e pai não é fácil! O sucesso escolar do seu filho e a sua integração escolar é certamente algo que lhe causa muito interesse e preocupação. É natural que queira ajudar o seu filho na organização das tarefas escolares e até na planificação do seu tempo de estudo. Contudo, não deixe que a sua vida se centre demasiado nestes aspetos. Tire algum tempo para si, para fazer atividades que lhe dê prazer e que o/a façam ser bem. Só cuidando de si e sentindo-se bem consigo mesmo/a, poderá ajudar o seu filho da melhor maneira.

  10. Elogie o seu filho

    A aprendizagem escolar é um aspeto importante na vida das crianças. Como alguns pais afirmam, a Escola é o seu “trabalho”, sendo por isso natural que exijam dos filhos empenho, responsabilidade e bons resultados escolares. Tenha algum cuidado para não revelar uma exigência excessiva, estando atento às dificuldades que o seu filho possa apresentar e aos motivos que possam estar na origem do insucesso. Não aponte apenas o que vê de negativo no seu comportamento enquanto aluno e valorize o seu esforço mesmo que os resultados não sejam os desejados. Promova a sua motivação elogiando os seus progressos, ainda que pequenos, e os bons resultados obtidos pelo seu filho! Afinal de contas…quem não gosta de ser elogiado pelo seu trabalho?

imagem@MySweetWorld

Por Psicóloga Carla Pereira e Terapeuta Ocupacional Margarida Sabino

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Se há coisa com que (quase) todas as mães concordam é que a chegada de um filho muda muita coisa. Eu diria que muda tudo, porque começa por nos mudar, a nossa forma de estar pensar e de viver a vida.

E com isto não são poucas as coisas que mudaram lá em casa.

Porque sou daquelas mães que não troca a brincadeira por nenhum afazer… Nenhuma tarefa me rouba tempo que a ele lhe pertence.

Por toda a casa há um constante rasto de migalhas. Migalhas de variadíssimos ingredientes, mas as migalhas fazem parte do chão. Os cantos, estão todos por aspirar e não me lembro quando foi a última vez que desviei meia dúzia de móveis para aspirar. Calculo que seja por detrás desses móveis que repousem as peças e bonecos desaparecidos em combate.

A roupa, já não está organizada nem tão pouco consigo que haja um único dia em que esteja toda lavada e passada. Isso para mim é um mito.

Os brinquedos, não têm sítio certo. Quer dizer, até têm mas esses sítios são um pouco por toda a casa, e ainda assim acabam sempre espalhados e longe dos seus locais de arrumo.

Objectos de decoração são mera recordação porque os que existiam e sobreviveram às quedas foram simplesmente removidos e guardados para outros tempos, quando me rendi e passei a decorar a sala com carrinhos e comboios, pistas e jogos.

No sofá apenas repousam mantas. Mantas e mantinhas, azuis e fofinhas, desde a manta onde ele brinca no chão àquela que o aconchega antes de dormir. Pessoas raramente passam por ali, visto que é o chão onde brincamos todos juntos ao serão.

Os armários da casa de banho estão trancados e nem eu os consigo abrir. Tenho direito a 2 ou 3 artigos, pousados numa prateleira alta e raro é o dia em que o rolo do papel não é desembrulhado pelo chão a fora ao som de gargalhadas doces e sinceras.

As camas nem sempre se fazem. Nas camas pula-se, enroscamo-nos, damos mimos e fazemos brincadeiras parvas ao fim de semana de manhã.

Na cozinha há sempre loiça por lavar, mas nunca sopa por fazer. O frigorífico e os armários enchem-se de frutas e legumes, iogurtes e uma outra guloseima para um dia que apeteca. As tampas das panelas dançam pelo chão com as cebolas e batatas.

O silêncio nunca mais por lá passou. Lá em casa há sempre barulho… Há coisas a cair e a bater, há gritinhos estridentes e gargalhadas irresistíveis. Há movimento, há vida, há calor e aconchego. Há felicidade no ar…

Tudo isto não era assim até há pouco tempo atrás. Tudo isto mudou e instalou-se na minha vida para ficar. E se vos parece uma enorme barafunda… garanto-vos, não há barafunda que valha mais a pena!

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Houve numa altura um rapaz. Um doce de miúdo, mais velhinho e muito respeitador. Tinha sempre passado de ano na corda bamba, e apesar de ter genica, e apesar de ser falador, e apesar de se distrair facilmente, nunca nenhum destes sinais foi grande o suficiente para ser considerado motivo de preocupação. A bem dizer, até ao sétimo ano, nunca tinha havido motivo de preocupação de todo. Só agora, chegado ao sétimo, é que a mãe viu que a criança precisava de algum tipo de ajuda.

Quando a mãe chegou até mim, vinha bastante consciente das dificuldades do filho, ainda que não soubesse a origem. Sim, é verdade que por volta da entrada no ensino primário tinham havido alterações drásticas em casa: o pai viu-se obrigado a emigrar, vindo a casa apenas de mês e meio em mês e meio; o irmão nasceu, obrigando o rapaz a dividir o quarto; e o avô mudou-se lá para casa, no sentido de dar algum apoio à mãe. Ao nível da escola primária os problemas existiam, mas nada que chamasse demasiado a atenção: a sua secretária era uma bagunça, estava constantemente a deixar tudo cair e as letras nunca assentavam nas linhas… tudo problemas de rapazes, segundo dizia a professora.

Agora, já crescido, a confusão continuava, deixava tudo em todo o sítio, estar a apanhar material do chão era uma constante, e a sua letra estava cada vez mais confusa com o avançar da escolaridade. As aprendizagens representavam um desafio cada vez maior.

Finalmente, conheci a criança e aí tudo ficou compreendido. Apesar dos seus 13 aninhos, não era capaz de distinguir a esquerda da direita, se lhe pedisse que seguisse um percurso básico perdia-se dentro da própria sala e desorientava-se, mesmo indicar-lhe a casa de banho era difícil… orientava-se nos dias da semana segundo os dias em que tinha basket, e não tinha ideia do que era possível fazer em uma hora. Era uma criança que não se tinha ainda apercebido que vivia num espaço e num tempo, e como tal, nunca se tinha nem organizado, nem estruturado.

E como não?

Numa das principais alturas em que se deveria ter estruturado todo o seu espaço foi alterado: perdeu o seu espaço pessoal no quarto, a sua casa teve de se adaptar a mais uma pessoa e teve de perceber o quão longe era outro país. Mesmo a nível de tempo, enquanto se habituava à estrutura semana, tinha de lidar com o mês e meio que o pai estava fora.

Claro que esta sua desorganização não se tardou a fazer esperar: não era capaz de organizar o seu material e perceber como o dispor na secretária. Com esta dificuldade em se estruturar, era também difícil não mandar o material ao chão, o que era o suficiente para o distrair do que se estava a passar na sala. Mesmo ao nível da folha, era difícil para ele perceber como orientar a sua letra consoante aquelas linhas…

No entanto, como era bem educado, curioso e honestamente interessado, foi avançando, assim como a sua dificuldade.

Foram precisos muitos origamis, muitas construções e muitos percursos, muitos tangrans e muitos puzzles. Muita intencionalidade e muita relação. Mas no último dia houve um sorriso e uma promessa: “um dia, vou brincar com crianças, tal como tu”.

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É o Verão a chegar! Prepare a família a rigor para a tão aguardada época.

Férias de verão rimam com praia. Mas também com campo. Há dicas transversais aos dois cenários. Para além dos habituais cuidados a ter – e nunca é demais relembrar – tais como a atenção a ter com as horas de exposição ao sol (até ao meio-dia, e após as 16h), a necessidade redobrada com a criança na praia (perigo de afogamento ou de se perder) e de ingestão de água, deixamos,  para os mais pequenos, os essenciais de Verão:

  • roupa fresca, com materiais naturais (bodies de manga curta, túnicas, calções largos, vestidos, t-shirts, tapa-fraldas, etc). Para as noites de menos calor, leve um ou dois casacos de malha.
  • sandálias confortáveis e flexíveis, que permitam boas caminhadas
  • fato de banho, calção de praia, fralda de natação («swim nappy»).
  • chapéu com abas bem largas, que protejam as meninges. Opte por um chapéu de algodão e/ou cânhamo, dado que são matérias-primas mais frescas.
  • protetor solar fator 50+. Vale a pena apostar num protetor solar mineral biológico, cuja acção é de barreira física da pele, em vez de ser por degradação do produto no interior da pele.
  • kit de cremes de bebé em tamanho de viagem (creme para a fralda, creme de rosto, óleo)
  • toalha de praia
  • capa respirável para o ovo/cadeirinha do carro – existem capas próprias, com uma camada interior que permite que o ar passe facilmente, evitando a transpiração. Existe também uma versão mais económica de capa protetora, que serve apenas para o assento em si e cuja ação é essencialmente proteger contra a fuga do xixi ou eventual transpiração na zona do rabinho.
  • brinquedos de praia apropriados para a idade – estes brinquedos vão servir durante verões consecutivos (e até poderá usá-los na Primavera ou no Outono, num jardim ou parque infantil), pelo que vale a pena investir num bom balde, uma boa pá, entre mais um ou outro briquedo. O  plástico ecológico será a melhor opção, dado que não transmite materiais tóxicos para a pele da criança. Ao mesmo tempo, se for resistente, dificilmente se partirá. Compensa, em vez dos sucessivos baldes e pás que se partem devido à fraca qualidade.
  • Se a criança estiver preparada, então aproveite a chegada do verão para iniciar o desfralde. Existem cuecas de treino giras e com materiais não tóxicos – reutilizáveis, à base de algodão e bambu.

Finalmente, porque todos os anos surgem casos de crianças que se perdem na praia, partilhamos um método que já circulou pelas redes sociais – na esperança, porém, de não ser necessário recorrer. Se detetar alguma criança perdida na praia, coloque-a aos ombros e peça para que as pessoas na praia batam palmas. Assim a criança fica visível e as palmas captam a atenção, tornando mais fácil reencontrarem a criança.

Este verão, relaxe e usufrua realmente do tempo em família, aproveite para observar como os seus filhos cresceram, dê férias aos gadgets e divirtam-se juntos!

imagem@mariagorda coleção 2017

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