A minha mãe está sempre comigo. Principalmente quando está escuro.
A minha mãe não precisa de ouro, nem de incenso. Ela precisa de saber que estou bem.
A minha mãe é um sorriso interior. É um sol pequenino. Concentrado.
A minha mãe é a lembrança de uma torrada impossível de ser replicada, de um entardecer inundado de calma e a lembrança de que todas as mães são a raiz.
A minha mãe é a culpada de tudo. Principalmente das coisas boas.
A minha mãe está nos meus melhores gestos como pai. A minha mãe é a avó mais capaz de encher um balão com surpresas. Assim, os aniversários são mais surpreendentes.
A minha mãe é férias de verão. E é o meu roer de unhas.
A minha mãe é o lugar seguro do surpreendente meu pai. Ela é o sal dele. E a maçã.
A minha mãe é a memória muscular que me faz estar em forma, porque me alimentou bem. Sempre que pôde.
A minha mãe está…longe. Há um mar no meio. Uma mar com lágrimas, como no poema. A minha mãe nem sempre tem internet onde está…A minha mãe sente a minha falta, a falta dos meus filhos, da sua nora e de alguns grandes amigos. Apenas para dar exemplos. Porque há outras pessoas a fazer ainda mais falta.
A minha mãe faz-me quebrar as réguas todos os dias. A distância não se mede assim! A minha mãe, usa métodos telepáticos mais evoluídos e capazes do que a vulgar internet. A minha mãe faz-me incinerar a cada instante a palavra “falta”.
A minha mãe é a lembrança da minha avó. É o sorriso bom dela.
A minha mãe não precisa de ouro, nem de incenso. Ela precisa de saber que estou bem.
A minha mãe é um sorriso interior. É um sol pequenino. Concentrado.
A minha mãe é a lembrança de uma torrada impossível de ser replicada, de um entardecer inundado de calma e a lembrança de que todas as mães são a raiz.
A minha mãe é a culpada de tudo. Principalmente das coisas boas.
A minha mãe está nos meus melhores gestos como pai. A minha mãe é a avó mais capaz de encher um balão com surpresas. Assim, os aniversários são mais surpreendentes.
A minha mãe é férias de verão. E é o meu roer de unhas.
A minha mãe é o lugar seguro do surpreendente meu pai. Ela é o sal dele. E a maçã.
A minha mãe é a memória muscular que me faz estar em forma, porque me alimentou bem. Sempre que pôde.
A minha mãe está…longe. Há um mar no meio. Uma mar com lágrimas, como no poema. A minha mãe nem sempre tem internet onde está…A minha mãe sente a minha falta, a falta dos meus filhos, da sua nora e de alguns grandes amigos. Apenas para dar exemplos. Porque há outras pessoas a fazer ainda mais falta.
A minha mãe faz-me quebrar as réguas todos os dias. A distância não se mede assim! A minha mãe, usa métodos telepáticos mais evoluídos e capazes do que a vulgar internet. A minha mãe faz-me incinerar a cada instante a palavra “falta”.
A minha mãe é a lembrança da minha avó. É o sorriso bom dela.
Voltando ao início, a minha mãe é vários tipos de luz. Um dia faltou a luz e vi tudo claro, porque ela está comigo. Na semana passada tive um dia tão difícil e aquela luz fez-me ficar concentrado. Amanhã se tiver medo do futuro vou ver uma luz como guia.
A minha mãe é uma luz.
A minha mãe é pessoa para ter ficado chateada quando eu disse que ela era o sal do meu pai, porque sal é que não! A saúde primeiro!
E é a luz que derrete a neve como na minha composição do primeiro ciclo. Aquela neve má que prende os movimentos, aprisiona a criança impedindo-a de ir para casa e para o colo da mãe.
A minha mãe é o meu nariz. Ou o meu nariz é da minha mãe…Mas se descobrisse que tinha sido adotado, era minha mãe na mesma. Mãe é amor.A minha mãe é o colo da minha alma.
A minha mãe é luz.
Ainda bem.
É que a criança na neve, sou eu.
A minha mãe é uma luz.
A minha mãe é pessoa para ter ficado chateada quando eu disse que ela era o sal do meu pai, porque sal é que não! A saúde primeiro!
E é a luz que derrete a neve como na minha composição do primeiro ciclo. Aquela neve má que prende os movimentos, aprisiona a criança impedindo-a de ir para casa e para o colo da mãe.
A minha mãe é o meu nariz. Ou o meu nariz é da minha mãe…Mas se descobrisse que tinha sido adotado, era minha mãe na mesma. Mãe é amor.A minha mãe é o colo da minha alma.
A minha mãe é luz.
Ainda bem.
É que a criança na neve, sou eu.
Por Alfredo Leite, Mundo Brilhante,
para Up To Lisbon Kids®
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