A Matemática é uma das disciplinas de que mais tens medo? Perdes-te no meio de tantas equações, cálculos e raciocínios? Não te preocupes mais! Temos aqui as melhores dicas para que o teu estudo se torne mais fácil.

Ficam 6 dicas para te ajudar a estudar matemática!

1- Faz esquemas com a matéria

Isso irá facilitar o raciocínio e desta forma percebes mais facilmente onde deves colocar os números e os passos que tens de seguir. Algo muito importante, é também verificares sempre os teus resultados.

2- Lê ativamente

A Matemática, apesar do que a maioria das pessoas pensa, não é só sobre números e fórmulas. Muito do que precisas para resolver as questões está disponível nos enunciados. E por isso, Matemática, exige interpretação de texto. Lê com calma, sublinha e faz anotações daquilo que está no enunciado do problema.

3- Estuda a teoria

O estudo da teoria é importante não só para matemática, como para todas as outras disciplinas. Se não entenderes a teoria, é muito provável que tenhas mais dificuldades em resolver os exercícios. Assim, lembra-te que uma parte do teu tempo de estudo deve ser reservado para a leitura e compreensão da teoria.

4- Trabalha regularmente e não estudes apenas em cima dos testes

A prática leva à perfeição e com a Matemática não é diferente. Esta disciplina exige um trabalho contínuo e fazer exercícios diariamente faz a diferença. Mesmo que seja apenas uma ou duas alíneas de um exercício, é importante que tentes estudar um bocadinho todos os dias.

5- Livros de preparação

Os livros de preparação para os exames são ótimos para entender a matéria. Já vêm com uma explicação direta, simples e com vários exemplos e opções de exercícios para colocares em prática.

6- Faz um plano e aponta o que já sabes e as matérias em que ainda tens dúvidas

Pergunta ao teu professor quando tiveres dúvidas ou quando não conseguires terminar um exercício e não saias da aula sem saberes o que deves fazer. Não tem problema se errares alguns exercícios desde que tentes procurar ajuda e perceber como podes melhorar!

imagem@123.rf

Neste regresso às aulas, que coincide com a Semana Internacional do Desperdício Zero (4-8 de Setembro), aplique o cada vez mais célebre movimento de Bea Johnson. Relembrando os 5 princípios do Zero Waste:

1º Recuse o que não precisa;

2º Reduza o que precisa;

3º Reutilize o que consome/usa;

4º Recicle o que não pode recusar/reduzir/reutilizar;

5º Faça compostagem com o que sobra.

Aplicando estes princípios ao regresso às aulas, eis algumas ideias que, muito além de ecologia, são pedagógicas e de cariz comunitário:

  • Partindo do óbvio: reutilize material escolar do ano anterior. Reúna todas as canetas, lápis, marcadores, cadernos, dossiers, capas, clips, colas, mochilas, estojos, réguas  e sacos, e analise a quantidade que têm em casa. Assim, pode logo filtrar o que efetivamente precisa de substituir. Seja firme nas decisões e nos motivos que as movem (sabemos que não é fácil dizer «não» à nova mochila das princesas ou àquele novo dossier do super herói. Por isso, evite ir com as crianças às compras ou será a morte do artista);
  • Não tem de arranjar o material todo de uma vez. Da lista que lhe for entregue, verifique o que efetivamente tem de adquirir, e quando;
  • O que fazer com o material que já não precisa, mas que ainda pode servir para outras crianças? Doe à própria escola ou venda (já lá voltamos);
  • Opte por cadernos que tenham agrafos em vez de argolas, e cujo papel seja reciclado;
  • Se possível, escolha canetas de tinta permanente (recarregáveis);
  • Em vez de marcadores, arranje lápis de cor fluorescentes para sublinhar;
  • Antes de comprar determinado livro, verifiquem se está disponível na biblioteca da escola ou na biblioteca municipal;
  • Sempre que possível, use clips em vez de agrafos. Os clips podem ser reutilizados;
  • Recicle ou composte o papel que já não precisa;
  • Eduque a sua família para estimar o material. Mais do que necessidade, é uma questão de princípio.
  • Inicie um movimento de Zero Waste na escola dos seus filhos: por que não reunir-se com meia dúzia de pais e organizar uma «venda de garagem» ou bazar  com as roupas de ginástica que já não servem aos vossos filhos, capas de chuva, brinquedos, além de livros, manuais, e outro material escolar que pode ser reutilizado por outras crinças? Ou quem sabe, simplesmente trocar.

E nem só de material escolar se trata quando se fala de Desperdício  Zero – Desperdício Zero é um modo de vida. Por isso, aproveite o ar fresco para tomar decisões mais conscientes quando for escolher roupas, gorros, calçado, e até os lanches diários.

Quanto aos lanches:

  • sempre que puder ser sempre, faça os lanches em casa. É um investimento na saúde dos seus filhos e é mais fácil evitar plásticos. Pode fazer, por exemplo, bolinhas/barrinhas energéticas super simples à base de frutos secos, palitos de cenoura e pepino, crackers de sésamo, wraps com vegetais, sumos naturais, pudim de sêmola com canela, sandes com pasta de grão, etc.
  • opte por frascos de vidro bem vedados (por exemplo, boiões de fruta/papa, frascos de molho pesto, etc) para transportar a bebida e/ou a comida.
  • use guardanapos de pano.

Roupa e calçado:

Tente ao máximo usar roupa em 2ª mão (dos irmãos , dos primos, dos amigos, ou em lojas especializadas para o efeito) ou, se vai comprar roupa nova, que seja de matérias-primas naturais em vez de poliésteres.

E que não lhes passem piolhos pela cabeça! Previna, aplicando-lhe 1 gota de óleo essencial de tea tree (árvore de chá/melaleuca) e 1 gota de alfazema, na zona do pescoço e orelhas – deve diluir num pouco de óleo de amêndoas doces.

Tens filhos em idade de creche?

Se ainda usa fraldas, pense nas fraldas reutilizáveis como alternativa às descartáveis. Simplifique a vida às educadoras, que possivelmente vão torcer o nariz (por ainda não ser uma realidade muito comum em Portugal, infelizmente): envie sacos próprios para depositarem as fraldas sujas. Se, no entanto, usar as descartáveis, as de bambu são as mais ecológicas. Também as toalhitas podem ser reutilizáveis (pode fazer ou comprar, inclusive à base de bambu).

Há gestos relativamente simples que podem, de facto, tornar-se parte do seu dia a dia, experimente. E, no fim do ano lectivo, faça as contas. Observe como evoluiu o rendimento do seu orçamento familiar!

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Tira as fotografias mais giras no regresso às aulas em 3 passos:

  1. Clica na Imagem para aumentar;
  2. Clica no botão direito do rato e guarda a imagem;
  3. Imprime e cola num cartão!Agora é só tirar as fotos mais giras. Em casa, antes de ir para o colégio, ou à porta da escola! Não se esqueçam de partilhas as fotos connosco! Divirtam-se

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Setembro sem medos: O regresso às aulas

Socorro!

É só o que tenho vontade de dizer agora que chega Setembro. Normalmente já estou a dar pulos de alegria quando se aproxima vagarosamente. Agosto para mim é terrível. Colégio fechado, sem férias o mês inteiro, a busca incessante de tempos livres e ocupações semanais, a incerteza e o coração partido ao deixá-las em sítios diferentes, com pessoas diferentes durante um mês que parece não ter fim. O cansaço acumula e por isso Setembro é desejado com fervor, como o mês em que volta a rotina, os horários certos, a sesta da tarde e os almoços na escola. “Fim das lancheiras á vista! Viva o Colégio!“ São frases palpitantes no meu coração ansioso.

Mas este ano, Setembro adquire uma nova e preocupante dimensão. A mudança de escola assusta-me, será que estão preparadas? O que vão sentir quando não virem as caras conhecidas e de sempre para as receber? E os Amigos? O Didi? A Babá e a Cacá?

A decisão foi equacionada ao máximo e medida ao pormenor, mas por muito que repita para mim mesma que vai correr tudo bem, que as crianças tem capacidade sociais superiores às nossas, fico inquieta e sem certezas de ter optado corretamente.

Na verdade como é que sabemos? Como é que podemos ter a certeza se estamos a agir corretamente? “Eu penso, eu sinto, eu acho” Eu … Eu … Eu que sou tão diferente da minha filha, que embora pequena tem uma personalidade tão distinta da minha, embora pequena sente de maneira tão diferente e encara o mundo com olhos que não são os meus.

E o pequeno mundo dela está prestes a mudar. E fui eu que decidi que estava na hora de mudar. E para mim muda tudo o resto: novas rotinas, horários, vou ser recebida por pessoas diferentes, vou levar uma eternidade para saber de cor o nome de todos aqueles que vão partilhar comigo a tarefa de educar as minhas filhas.

Quando procurei uma escola nova tentei encontrar, em cada uma que visitava, um elemento diferenciador. Á partida excluí todas as que conhecia como “Escolas Ranking”, queria uma escola que abraçasse a diferença, que se preocupasse mais com a individualidade da criança e menos com resultados quantitativos. Chorei lágrimas de desespero quando percebi que são muito poucas.

Chegava a uma entrevista e perguntava: ”As crianças têm trabalhos de casa quantas vezes por semana?”, Do outro lado, quase sempre, uma expressão incrédula quando referia que não queria que as minhas filhas tivessem trabalhos de casa. Que em casa quero que brinquem, que desarrumem, quero que tenham tempo para ir ao parque ou andar de bicicleta. Quero que esqueçam a escola quando não estão lá. Quero que sejam crianças porque não há forma melhor de aprenderem a vida.

Pudesse eu voltar o tempo atrás e teria demorado mais tempo a crescer, teria batido o pé a cada vez que me diziam para ser crescida.

Mas Setembro está à porta, é tempo de cartolinas sem fim, lápis de cor, canetas e mochilas, preparar a farda nova, ensaiar o caminho da escola para casa e do trabalho para a escola. Organizar horários de atividades, reuniões de pais e convívios familiares.

É tempo de ser crescida e encarar Setembro de frente. Sem Medos.

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A

A aventura começa aqui: encontrar uma instituição de ensino que nos transmita confiança e genuína vontade de integrar uma criança com esta condição clínica. O facto de ser pública ou privada, religiosa ou laica, de ser da zona de Lisboa ou do nordeste transmontano é perfeitamente irrelevante, para esta equação.

Há estabelecimentos que estão naturalmente dispostos a tal, há outros que estão dispostos a tentar e há outros que… não. A realidade é esta.

TPC: pesquisar, visitar, conversar, comparar, questionar e, se for caso disso, mudar.

E

É ténue a linha que separa uns pais informados, com capacidade de transmitir informação devidamente contextualizada, de uns pais histéricos.

TPC: Comunicar com clareza, fornecer pareceres médicos, planos de emergência e materiais de apoio.

I

Investigar! Ao cabo de algum tempo, os pais das crianças com alergia alimentar estão aptos a integrar o elenco do CSI School Edition (esta série só existe na minha cabeça, ok?).

TPC: Ler rótulos de produtos alimentares, de materiais escolares, de etiquetas de bibes e fardas. Avaliar potenciais riscos de actividades extra-curriculares, de deslocações para fora da escola e, sempre que possível, obter lista dos aniversários. Não queremos que o nosso filho seja o único que não está a comer bolo, pois não?

O

Ouvir é fundamental. E isto vai desde ouvir o nosso instinto (afinal ninguém conhece tão bem os nossos filhos como nós) até ao comentário da auxiliar que referiu que sempre que a Ritinha come sopa de espinafres fica toda às pintinhas.

TPC: Não baixar a guarda em hipótese alguma, estar em constante alerta em relação a tudo o que se passa, mesmo aos pormenores aparentemente insignificantes.

U

Ui! Quando o telefone toca. Atenção, nem sempre quer dizer que sejam más notícias. Mas, se forem, há que manter a calma, remeter sempre para o plano de emergência prescrito pelo médico e acreditar que tudo vai correr bem.

TPC: assegurar que todos os elementos da escola estão a par da situação, bem como, da existência de um plano de emergência e da respectiva medicação.

 

Por Marlene Pequenão, para Up To Kids®
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