O seu filho tem medo de ir dormir sozinho? 8 dicas para o ajudar

O medo de ir dormir sozinho está relacionado com os medos que a criança desenvolve sobre o mundo. Por vezes no seu imaginário, por vezes sendo medos reais.

O medo é um sentimento intrínseco ao ser humano, tal como a alegria ou a desilusão, por isso é normal todas as pessoas terem medo. Nas crianças o medo faz parte da aprendizagem, e constitui uma parte importante do seu desenvolvimento.

O medo do escuro desenvolve-se normalmente a partir dos 2 ou 3 anos. Mas antes dessa fase a criança já começou a construir o seu mundo através da exploração do imaginário, experienciando diversos sentimentos, incluindo o medo.

Durante a noite, na hora de ir para a cama, o medo apodera-se do seu filho. Primeiro porque se sente desprotegido por ter de ficar separado dos pais; 2º porque assim que as luzes se apagam tudo o que é palpável e que ele conhece desaparece, dando lugar a que criaturas estranhas saiam debaixo da cama alegremente, só para o assustar.

Ensinar o seu filho a lidar com o medo durante a infância é fundamental para prepara-lo para o futuro.

Se o seu filho tem medo de ir dormir sozinho, estas são 8 dicas simples, que são comuns à literatura especializada que foi por mim consultada:

  • Converse com o seu filho. Ouça-o e tranquilize-o.

Compreender a origem dos medos das crianças é essencial para os podermos ajudar. Desmistifique os medos reais: se o seu filho tem medo de cães, mostre-lhe na internet vídeos de cães a brincar com os seus donos. Por vezes esse medo é fruto do desconhecido e, quanto mais familiarizados com o objecto do medo, mais seguros ficam em relação ao mesmo. Tranquilize-o sempre que esteja com medo. Reforce a ideia do sentido de segurança sempre que ele precisar.
Converse com o seu filho sobre os seus medos durante o dia. Ajudá-lo a construir a sua autoconfiança à luz do dia, é meio caminho andado para fazê-lo sentir mais seguro à noite. E uma criança segura, irá tornar-se por certo mais autónoma.

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  • Seja criativo, use técnicas adaptadas à idade do seu filho.

Para combater medos imaginários, como monstros, extraterrestres e outros seres que, inexplicavelmente, teimam em habitar os quartos dos nossos filhos, seja criativo. Muitos Pais já aderiram ao “pulverizador antimonstro” por ser um sucesso para acalmar os mais pequeninos.
Os animais de estimação também são óptimos guardiões do sono e sonhos infantis. Até mesmo um aquário com peixes colocado no quarto, pode ajudar as crianças a controlar e dominar o seu espaço contra os seres imaginários.

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  • Nunca desvalorize os medos do seu filho.

Os medos de uma criança são reais, ainda que os monstros não sejam. Desacreditá-los e desvalorizá-los só implicará que os deixe de partilhar consigo. Já o mal-estar interior e a ansiedade vai reflectir-se fisicamente através de falta de atenção, tiques, mãos transpiradas, dores de cabeça ou de estômago, entre outras. As crianças precisam da protecção dos pais, para se sentirem seguras e perderem os medos. Não os deixe perder esse direito.

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  • Ajude a criar mecanismos de defesa e técnicas de relaxamento.

A coragem não é a ausência de medo: é sim saber enfrentá-lo. Partilhe episódios seus de medos que tinha quando era mais novo e como os conseguiu ultrapassar. O seu filho vai entender que, se os pais enfrentaram os seus medos e estão bem, também a eles nada lhes irá acontecer. As técnicas de relaxamento farão com que o medo não se apodere dos seus pensamentos na hora de ir dormir: por exemplo, treine-o a visualizar uma cena relaxante, como estar na praia, assistir a um pôr-do-sol ou a observar as estrelas. Isso vai ajudá-lo a ter a mente ocupada afastando os pensamentos que o inquietem. Além disso é fisicamente impossível estar relaxado e assustado ao mesmo tempo.

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  • Estabeleça limites, regras e rotinas

A coisa mais importante que podemos dar aos nossos filhos, além do amor incondicional, é a disciplina. De modo não fundamentalista, criar regras, estabelecer limites e seguir rotinas pode fomentar a criação dessa disciplina.
A rotina é essencial para que tudo aconteça de acordo com as expectativas geradas na cabeça da criança, criando a desejável habituação. Este ciclo fará com que a criança se sinta protegida, reduzindo-lhe a ansiedade e proporcionado uma hora de ir para a cama mais tranquila.

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  • Evite televisão em excesso durante o dia e mantenha-a desligada depois da hora de jantar.

Hoje em dia, os miúdos adoram passar horas em frente à televisão e a oferta de programas infantis é permanente. A todas as horas do dia há canais dirigidos ao público mais novo, fazendo com que desde muito cedo as crianças dominem os comandos da casa. A televisão estimula a criatividade e a imaginação das crianças, fazendo com que isso se possa reflectir na ansiedade gerada na hora de dormir. Aproveite os momentos antes de ir para a cama para passar tempo útil com os seus filhos. Leia uma história, façam jogos de palavras ou de tabuleiros, cantem em conjunto, ou simplesmente aproveitem para conversar.

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  • Peluches e ó-ós (bonecos de segurança)

Ajude o seu filho a ficar ligado a um boneco que lhe transmita a segurança que precisa. Normalmente as fraldas, óós e afins, aparecem e fazem parte da vida da criança desde que nasce. Se esse não é o caso do seu filho, ofereça-lhe um boneco macio de alguma personagem de que gosta muito. Fomente todas as noites a relação entre os dois, colocando esse boneco na cama do seu filho. Ele vai sentir-se mais acompanhado e relaxado e estará a pensar no boneco, desviando o pensamento dos assuntos que lhe criam ansiedade. (ler artigo sobre bonecos papa-medos)

 

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  • Luz de presença

Chega uma altura em que o seu filho lhe pede uma luz acesa. A luz é uma óptima companhia e solução para acabar com alguns dos seus medos. O facto de conseguir ver o quarto todo faz com que os monstros não consigam sair debaixo da cama e que os extra-terrestres não entrem no seu território, dando-lhe um sentimento de controlo e poder sobre o espaço que o rodeia. Isso deixa-o mais tranquilo e seguro.

Deve também deixar as portas e gavetas dos armários fechadas, para não dar azo à imaginação.
As luzes de presença, podem dar origem ao aparecimento de sombras que são tão assustadoras como a escuridão. Opte por deixar uma luz difusa, que vai tranquilizá-lo sem o prejudicar, até que seja mais velho. Um dia, há-de esquecer-se de pedir que deixe a luz, ou até dizer que já não precisa dela.Se o seu filho não tem medo do escuro e divaga pela casa a meio da noite, clique aqui

 

me·do |ê|
(latim metus, -us)
substantivo masculino
Estado emocional resultante da consciência de perigo ou de ameaça; reais, hipotéticos ou imaginários. = FOBIA, PAVOR, TERROR
[“medo”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa]

 

Bibliografia:

  1. Take Charge of Your Child’s Sleep: The All-in-One Resource for Solving Sleep Problems in Kids and Teens”.  by Judith A. Owens  and Jodi A. Mindell
  2. “O grande livro dos medos e das birras! de Mário Cordeiro
  3. outras fontes aqui e aqui

Fui crescendo mais ou menos com a noção empírica de que os filhos seriam o reflexo dos pais, ainda que estes, por vezes, não o pretendessem.

No ano de 2009, ao encontrar-me num parque público no concelho de Oeiras, tive a oportunidade de presenciar o seguinte quadro:
um alegado pai munido de uma bola oficial de futebol de 11, uns pinos e um apito, ministrava um “treino ao estilo militar” a duas crianças, com idades inferiores a 9 anos.

Este exercício raiava o absurdo. O alegado pai, com um ar à “Jorge Jesus” no decorrer de um jogo, gritava, gesticulava e exigia que os miúdos executassem diversas situações de jogo de acordo com as suas instruções, não se coibindo, a cada falha dos petizes, de os obrigar a fazer séries de abdominais e flexões.

As crianças, equipadas a rigor e com penteados à CR7, obedeciam de modo fervoroso e infantil, a cada ordem emanada do adulto, sendo evidente que o esforço produzido não era adequado às suas idades.

Ora, este adulto, certamente na casa dos seus quarenta anos é o que eu apelido como um “Bárbaro Lusitano”, doravante denominado por “BL”.

Dito isto e penetrando na psique do BL, o que o levará de apito na boca a agir deste modo, prestando-se a uma figura ridícula e irresponsável?

A resposta radica no modo como o BL, nascido na década de 70 do século passado, viveu a sua vida até aqui.

O BL, por impossibilidade ou não, não logrou que o seu agregado familiar fizesse parte da cada vez mais rara classe média estável, estando desempregado ou ocupado num trabalho que não o realiza.
E tem a firme convicção que os filhos só poderão ser diferentes dele, se não forem o seu reflexo.

Assim sendo, julga que os problemas futuros dos seus petizes, e ou os seus, podem ser resolvidos com o ascensor sócio-económico futebolístico, tão propalado pelos media nos tempos que correm.

O BL não quer ou não acredita que os seus filhos possam ser no futuro juízes ou competentes canalizadores, ele quer que, pelo menos, um seja profissional de futebol e investe nisso o seu tempo.

O BL não sabe ou não quer saber que o futebol, enquanto profissão é um sorvedouro de potenciais canalizadores ou médicos competentes e bem sucedidos.

E por fim, o BL está-se marimbando para a noção básica de que qualquer desporto se aprende a brincar e por vontade própria dos sujeitos da brincadeira.

No momento certo, não tenho dúvidas, que serão os próprios petizes a apelidar o pai de Bárbaro Lusitano, ou de qualquer outro vocábulo menos abonatório…

RMPC para Up To Lisbon Kids

Como reagiriam os seus filhos ao assistirem a imagens de um casamento entre pessoas do mesmo sexo?

As crianças definem um padrão de família através da observação da sua própria família e das mais próximas com quem convivem diariamente. As crianças que crescem em meios onde há variedade de composições familiares, irão sempre encarar com normalidade a diferença. Nestes casos, não é considerada diferença…até os factores externos os tornarem diferentes.

Ou seja, até serem apontados na escola, observados na rua e falados nos mexericos do bairro.

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Embora em Portugal já tenha entrado em vigor a Lei que aprova o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo há já cerca de 3 anos e meio, as mentalidades das pessoas não se vergaram a um Decreto -Lei. As opiniões dividem-se e parte da população não concorda com estas uniões.

A forma como educamos os nossos filhos quer seja através do exemplo ou do diálogo, irá reflectir-se nas suas atitudes, irá mudar as suas mentalidades, irá formá-los enquanto adultos, e irá sobretudo prepará-los para o futuro.

É importante pensarmos nestas questões e inserir estes temas com naturalidade na educação dos nossos filhos.

A pergunta a fazer a nós próprios é:
“- Queremos que eles cresçam com esse preconceito e que discriminem continuadamente pessoas à sua volta, por terem orientações sexuais diferentes, ou não?”

Foi feita uma experiência com 13 crianças, com faixas etárias entre os 5 e os 13 anos, na Califórnia. Foi-lhes mostrado individualmente um vídeo que mostra um pedido de casamento entre dois homens e outro que mostra um pedido de casamento entre duas mulheres.

Inicialmente, algumas das crianças não percebem bem o que se está a passar, nem qual o conteúdo do vídeo. As mais pequenas mostram-se confusas mas acabam por definir uma opinião, os mais velhos têm reacções… surpreendentemente maduras.

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“A escravidão só foi abolida graças a Abraham Lincoln, as mulheres também não podiam votar. Nós progredimos bastante, tivemos algumas pedras no caminho, agora temos mais uma…” – Troy, age 13-

As opiniões das crianças sobre esta questão dão-nos uma visão incrivelmente valiosa no sentido de situar as mentalidades da nossa sociedade actual e para onde nos encaminhamos enquanto pessoas.

Veja o video aqui

Mais ou menos espontâneos, mais ou menos apreensivos, estes miúdos vem a demonstrar pelas suas respostas que caminhamos para um mundo onde a diferença é cada vez menos contrastante, e que a aceitação faz parte do processo evolutivo do Homem.
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7 atitudes dos pais que irão impedir os filhos de se tornarem lideres

Todos os pais querem, sempre, o melhor para os seus filhos.
Querem que sejam educados e boas pessoas, mas não totós. Que sejam altruístas e solidários, mas não esbanjadores. Que sejam criativos e de mente aberta, mas não demais. Que sejam livres e viajados, mas que se mantenham por perto. Que sejam cultos e informados, mas não prepotentes. Que sejam bem estruturados e que saibam dizer “não” quando necessário, mas que o façam por eles e não por alguém. Que sejam influenciadores e não influenciados. Que se distingam mas não sejam diferentes. Que tenham bom carácter, sentido de humor e que não façam asneiras gratuitas, porque nós já as sabemos (quase) todas e se não as conseguirmos evitar, então estamos a fazer um mau trabalho.

Acontece que, muitas vezes, a forma como os educamos, não se coaduna com o resultado final que esperamos obter. O amor pelos filhos e a necessidade que temos de os proteger, levam-nos a ter atitudes e comportamentos que irão impedi-los de ser mais autónomos, mais  perseverantes e resilientes.

Dr. Tim Elmore é o fundador da Growing Leaders, uma organização sem fins lucrativos, que ajuda a desenvolver líderes emergentes sob a filosofia de que, cada criança nasce com qualidades de liderança.

Elmore, revela que muitos pais tratam as suas crianças e adolescentes com mimos e comportamentos super-protetores, impedindo o seu crescimento pessoal, o desenvolvimento da sua autonomia e consequentemente as suas capacidades de liderança.

Elmore destaca 7 atitudes dos pais que devem ser evitados para que o seu filho se torne um líder capaz – quer de empresas ou da sua própria vida:

1. Não deixamos que as crianças corram riscos.

Vivemos num mundo que em cada esquina recebemos alertas de perigo. “A segurança em primeiro lugar ” reforça o medo de perdermos os nossos filhos, e por isso, faremos de tudo para protegê-los. Mas isolá-los de riscos saudáveis terá um preço a pagar. Um estudo realizado por psicólogos Europeus concluiu que, uma criança que não brinca na rua, não sobe às árvores e não esfola os joelhos, irá desenvolver fobias que se manifestarão em adultos. As crianças precisam de cair algumas vezes. Os adolescentes precisam de sofrer um desgosto amoroso para ganharem a maturidade emocional que as relações duradouras necessitam. Se os pais controlarem os riscos de vida das crianças, estas provavelmente irão crescer arrogantes e com baixa auto-estima.

2. Socorremos os nossos filhos muito depressa

As crianças de hoje em dia, não desenvolvem as mesmas capacidades de “desenrasque” que as de há 30 anos atrás, porque os riscos aumentaram e nós tentamos amparar todas as quedas aos nossos filhos. Quando os socorremos muito depressa estamos a eliminar quaisquer hipóteses  tentarem resolver sozinhos os problemas. Sabem que, aconteça o que acontecer, tudo irá ficar resolvido…pelos pais. Na realidade isso não é, nem remotamente, o espelho de como o mundo funciona e, portanto, irá desabilitar as nossas crianças de se tornem adultos competentes.

3. Elogiamos gratuitamente

O elogio fácil pode fazer com que uma criança se sinta bem no momento, mas é um erro que a longo prazo terá resultados desastrosos. As crianças vão eventualmente perceber que os pais são os únicos que os acham fantásticos, e vão começar a duvidar da sua objetividade. Quando se elogia muito facilmente, e se ignora o mau comportamento, as crianças aprendem a enganar, mentir e exagerar para evitar a dura realidade, pois não foram habituados a confrontá-la.

4. Deixamos que a culpa seja um obstáculo à liderança

Os vossos filhos não têm de vos amar a cada minuto das vossas vidas.
Eles vão aprender a lidar com o desapontamento, mas nunca vão deixar de ser mimados. Diga-lhes “não” agora, porque fará com que lutem pelo que realmente querem e precisam. O sucesso depende das boas acções, e nunca se deve recompensar um filho com bens materiais: assim nunca vão dar valor à motivação intrínseca, mas sim à  material.

5. Não partilhamos os nossos erros passados.

Os adolescentes saudáveis vão querer abrir as asas e voar, e nós sabemos que têm de aprender com as suas experiências e com os seus próprios erros. Nós, como adultos, devemos deixá-los voar mas isso não significa que não os possamos ajudar. Partilhe com eles os erros relevantes que fez quando era da sua idade (sem tom de lição, nem “eu avisei”). Essa partilha irá ajuda-los a fazer melhores escolhas. As crianças devem preparar-se para enfrentar as consequências de suas decisões. Nós não somos a única influência sobre nossos filhos, por isso devemos tentar ser a melhor influência.

6. Confundimos inteligência, talento e influência, com maturidade

A inteligência é muitas vezes usada como uma unidade de medida da maturidade de uma criança e, os pais assumem que uma criança inteligente está pronta para o mundo, quando não é necessariamente verdade. Não há uma idade mágica em que devemos dar mais liberdade ou responsabilidade às crianças. A regra de ouro é, observar outras crianças da idade deles, e perceber o que fazem uns e outros . Não apresse nem atrase a independência dos seus filhos. Crescer tem um tempo próprio. Lembre-se sempre da idade dos seus filhos antes de se tornar mais permissivo, ou de lhes atribuir determinadas responsabilidades.

7. Não praticamos o que pregamos

Como pais, é da nossa responsabilidade “moldar” a vida que queremos para os nossos filhos. Para ajudá-los a construir o (bom) carácter, e a tornarem-se confiáveis e responsáveis pelas suas palavras e acções, temos de dar o exemplo com atitudes e não com palavras. Ensine aos seus filhos o significado de ajudar o próximo. Ensine-o a ser voluntário, a deixar os locais melhor do que os encontrou, a cumprimentar as pessoas no dia a dia, e a tratar toda a gente como igual.
Os seus filhos estão a observá-lo e a aprender com os seus actos. Ensine-os a ter escolhas éticas. É a primeira qualidade para virem a ser lideres. Lideres, e FELIZES.

 

Por Up To Kids ® fonte comportamentos forbes, com autorização para Up To Kids®

O que é melhor do que o colo de uma mãe?

Esta imagem deu a volta ao globo e comoveu as mães de todo o mundo pela história tocante que revelou.

Tudo começou com Hong Dong –lu, o internauta que alegou ter encontrado a imagem na net e difundido no Twitter chinês. A foto veio a tornar-se viral, não só pela força da imagem, mas também pela pelo que viria a suscitar a legenda intrigante que lhe atribuiu:

 “ Tirada por Bahareh Bisheh , um artista iraniano, num orfanato no Iraque.”

A imagem é simples mas o significado é profundo e muitas lágrimas correram enquanto foto se espalhava rapidamente pelas redes sociais.

Cada um de nós, e por todo o mundo, na sua intuitiva e óbvia interpretação da imagem, leu uma criança que adormeceu na saudade de um abraço da sua mãe que já partiu, no seu colo. Colo este inexistente e virtual. Num chão duro e frio marcado a giz, com uns rabiscos. A contrastar com a ternura da criança associada à dor, perda e tristeza infinda.

Os comentários não paravam de aparecer e os posts multiplicavam-se em todo o mundo.

Como  “quem conta um conto…acrescenta um ponto”, os vários internautas que a partilharam foram legendando e opinando sobre a imagem intrigante que circulava a net a velocidade foguete – nada mais acrescentavam do que a sua própria interpretação.

Por fim, a legenda tornou-se mais ou menos estanque entre os blogueres e as redes sociais e dizia :

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Imagem enternecedora captada por um artista iraquiano. Esta menina nunca viu a sua mãe, então desenhou-a com giz no chão, e adormeceu com ela.
E acrescenta a seguir:
“Dê valor ao que tem, porque só conseguimos reconhecer o valor das coisas depois de nos serem tiradas. Nessa altura já é tarde demais”

E afinal qual a verdadeira história por detrás da imagem?

A imagem fotografada a 15 de Julho de 2012, por Bahareh Bisheh uma fotografa Iraniana. O titulo da foto é: “I have a mother” /  “Eu tenho uma mãe”

A Up To Kids, mostra-lhe outros trabalhos da artista

Bahareh Bisheh comentou:

“Esta menina é minha prima e realmente adormeceu sobre o asfalto do lado de fora da minha casa. Ela deve ter brincado por algum tempo, deitou-se para descansar e adormeceu. Eu usei uma cadeira para me afastar, a fim de aproveitar esta hipótese e tirar as fotos. Não há orfanato envolvido nem história trágica  por trás disso. Aproveitei a oportunidade para ser criativo.
É um estilo de fotografia. Podem usar as minhas fotos nos seus blogs desde que identifique o meu nome como o seu fotografo.
Obrigado a todos pela consideração”

Independentemente da história ser ou não verdadeira, esta imagem faz-nos pensar na importância da Mãe para as crianças (e até para nós, adultos…) , e na quantidade de crianças no mundo que não têm o privilégio de crescer com uma.

Bahareh Bisheh | Fotografa  | 21 de Junho 1989 | Ispaão, Irão | Formada em Artes Gráficas, B.A em ilustrador | Fotografia Digital

Bahareh Bisheh Website
Bahareh Bisheh on FB

[Texto original] “This little girl is my cousin and she actually fell asleep on the asphalt just outside my house. She must have played for some time and just lied to rest and fell asleep. im used a chair to stand on in order to take this shot. There is no orphanage involved and no tragic story behind this. i took this opportunity to be creative. It is a style of photography.

You can use my photos in your webblag If you mention my name as the photographer of this photo.

Thanks to all for the consideration .”

A influencia dos elogios no desempenho das crianças

Os pais, regra geral têm tendência a elogiar os filhos pelos seus feitos. Tudo começa quando eles são bem pequeninos, e fazem cocó sozinhos (sem bebé gel) aos 3 dias de gente: “Espectacular, conseguiu logo, vê-se que é uma criança determinada”.

Pronto! Começou a asneirada.

Todos sabemos que os nossos filhos, ao nossos olhos, são perfeitos. Mas os pais tornam-se perfeitos idiotas quando elogiam excessivamente uma criança: primeiro porque ela não é estúpida, sabe que a sua primeira letra não foi fantástica, foi razoável. E se não se aperceber na altura do elogio vai perceber quando escrever o alfabeto completo, voltar ao início do livro e se deparar com as suas primeiras palavras escritas; segundo, porque estamos a abrir a porta à preguiça e à insolência (na melhor das hipóteses) .

Há elogios positivos, que reforçam a auto-estima dos miúdos, fazendo com que queiram continuar a tentar realizar tarefas.

Há outros que são ocos, frívolos e normalmente são ditos da boca para fora. Pais que gritam “Boa, és o melhor/maior” sem sequer tirarem os olhos do telemóvel.  Eu também já o fiz, mas sei que a longo prazo estou a fazer-lhes mal!

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O Psicólogo e Mestre em Educação Marcos Meier, realizou uma palestra sobre “A Influência dos Elogios no Desempenho das Crianças e na Formação de Valores” em que documenta de forma muito interessante este tema.

Inteligência vs Esforço

«Recentemente, um grupo de crianças realizou um teste muito interessante. Um grupo de Psicólogos atribuiu-lhes uma tarefa de dificuldade média, que elas executariam, sem grandes problemas. Todas conseguiram terminar a tarefa depois de um certo tempo. De seguida foram divididas em dois grupos.

O grupo A foi elogiado quanto à inteligência:

Uau! Como você é inteligente!”, “Como você é esperto!“, “Que orgulho! Você é genial!“… E outros elogios relacionados à capacidade de cada criança.

O grupo B foi elogiado quanto ao esforço:

Parabéns! gostei de ver o quanto você se dedicou nesta tarefa!”, “É muito bom ver o quanto você se esforçou!”, “Como você é persistente! Tentou, tentou, até conseguir… Muito bem!” E outros elogios relacionados ao investimento realizado e não às capacidades percebidas na criança.

Depois desta fase, foi proposta uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira.  Aqui, os grupos podiam escolher se queriam ou não participar da mesma.

As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A não participou.

Não quiseram nem tentar. Por outro lado, as crianças do grupo B aceitaram o desafio. Não recusaram a nova tarefa.

Resultados

A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis.

A maioria das crianças, elogiadas apenas pela sua inteligência e esperteza, não quiseram se arriscar a errar, pois o erro poderia modificar a imagem que os adultos tinham delas.

Já as crianças elogiadas pelo seu esforço, dedicação à tarefa ou persistência, dispuseram-se a tentar, porque independente do resultado da sua ação, a sua postura frente ao trabalho é que seria reconhecida.

Sabemos de “N” casos de jovens, considerados muito inteligentes, que não obtiveram grande notas nas avaliações escolares, enquanto que jovens “medianos” conquistaram essa vitória. Os “inteligentes”, muitas vezes, confiam na sua capacidade e deixam de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não estudassem muito não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e aprofundaram  cada uma das disciplinas.pai-e-filho

Valores, princípios e ética

No entanto, isto não é tudo. Além dos conteúdos escolares, os nossos filhos precisam de aprender valores, princípios e ética.

Precisam de respeitar as diferenças, lutar contra os preconceitos, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas.

Não se consegue nada disso através de elogios frágeis, com enfoque apenas no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso faz-se com elogios, feedbacks, e incentivos ao comportamento esperado.

Os nossos filhos precisam de ouvir frases, como:

Que bom que o ajudaste, tens um bom coração”;

“Parabéns, meu filho, por teres dito a verdade apesar de estares com medo… Foi uma bonita atitude, que revelou a tua ética”;

“Filha, fiquei orgulhoso por teres dado atenção à tua colega nova em vez de a teres excluído, como alguns colegas  fizeram… Revelou que és solidária, e sabes pôr-te no lugar dos outros”;

“Isso mesmo, filho, deixar o teu primo brincar com a PS foi impecável, partilhar é muito importante e foste um bom amigo”.

Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança, que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real.

Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual:

“Que linda que és!”;

“És muito esperto, meu filho!”;

“Tu és um máximo!”;

“Tens um cabelo lindo!”;

“Tens uns olhos lindos!”.

Elogios como esses não estão baseados em comportamentos ou atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos.

Em pouco tempo estas crianças irão fazer chantagem emocional, birras, manhas e “charme” para conseguirem o que querem. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente.

Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas das montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, têm copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil.

Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa.» [Psicólogo e Mestre em Educação, Marcos Meier]

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LER TAMBÉM…

O desenvolvimento infantil. Não é defeito é feitio

O Sucesso não depende da inteligência, mas sim do esforço

A importância da Música no desenvolvimento das crianças

[Sugestão de Natal da UP TO LISBON KIDS]

Li uma reportagem sobre estes bonecos na revista tentações, suplemento da revista sábado. A história da repórter podia ser contada por mim. O seu filho de 7 anos tem medo de dormir sozinho. Ela, quando viu os bonecos pensou o mesmo que eu: ”Isto não vai resultar…”  Um monstrinho com várias orelhas ou antenas, olhos assustadiços, e um fecho no lugar da boca, que permite abrir e fechar para as crianças encerrarem lá os seus medos por escrito ou através de desenhos? “Como é que isto vai funcionar?”… Mas uma mãe desesperada “não nega à partida uma ciência que desconhece”.
SAGGO MINI

 

Passo a explicar: o meu filho JM vai fazer 7 anos dentro de poucos dias, e não vai para a cama sozinho.  Toda a santa noite tenho de o ir deitar, e ficar lá até adormecer. Já tentei tudo o que possam estar a imaginar neste momento, até já lhe dei vitaminas e disse que era uma poção para tirar os medos, e não resultou. Sim, também já o deixei a chorar no quarto até adormecer: só serviu para aumentar os medos que tem do escuro, da morte e de perder os pais! ENNO GRANDE

Investiguei então um pouco mais sobre os Sorgenfresser. Estes monstros alemães, cujo nome significa literalmente “Papa-medos” prometem tornar-se no melhor amigo das crianças, um confidente a quem podem contar tudo por escrito ou por rabiscos. E eles encarregam-se de lidar com o problema, ou medo fazendo que a criança acabe por ultrapassá-lo com alguma segurança.
FRULA GRANDE Experimentámos, então, cá em casa. O meu filho gostou logo do boneco: eles são giros, coloridos, estranhos e aquele olhar deles dá largas à imaginação das crianças, de tão indefinido que é. Explicámos como é que funcionava, e ele já se mostrava ansioso por começar a guardar coisas no Riscas, o Destemido, conforme o baptizou.

Para nosso espanto, a primeira coisa que escreveu foi “Medo de fazer cambalhotas”, nem queria acreditar que estávamos a fugir ao grande problema. Depois sim, a seguir ao “Medo de fazer o pino nas barras” ainda escreveu mais dois papéis que diziam: ”Medo de estar sozinho” “Medo de morrer”.  Estava quase na hora de ir para a cama e comecei a tentar por em teste as capacidades do Riscas (se calhar foi cedo de mais).

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A primeira coisa que o JM fez, foi abrir o fecho da boca do Riscas e verificar se ainda estavam lá os papéis…e claro estavam. “Mãe, acho que isto não vai resultar…” Tive de ir deitá-lo.
No dia a seguir resolvi acelerar o processo, abri o boneco e quando tentava escolher o papel mais importante para tirar percebi que o JM se aproximava, por isso tirei um qualquer e, ao fechar a boca à pressa acabou por se rasgar outro dos medos que arranquei pela metade, tendo deixado lá outra parte.

Qual não foi a sua alegria ao perceber que o Riscas tinha despachado um medo e meio. Já faz meia cambalhota, e passou automaticamente a ficar sozinho no quarto até à hora de ir dormir. Estamos a falar de um miúdo que não acredita no Pai Natal desde os 5 anos, e tem muita noção da fantasia e da realidade. Mas ainda não adormece sozinho. Esse será o próximo passo. Mas o facto de ficar sozinho na cama por 30min é um bom principio para se habituar a adormecer. E o mais importante é que ele acredita que vai funcionar, e que vai conseguir.

Veio dizer-me entre dentes: ”Mãe o Riscas é um boneco… ele não consegue comer papeis!”  E eu contei-lhe a verdade, com esta idade já não dá para mentir aos miúdos: “Não querido, ele não come papéis, ele apenas devora os medos e guarda os teus segredos para todo o sempre. A mãe é que tirou os papéis porque estavam muito amachucados e já não tinham nada escrito”
“-Ai não?” Disse pensativo com os olhos a brilhar.

SCHNULLI GRANDE
A B., irmã mais nova de 5 anos aproveitou para por lá os seus desejos de Natal. O Riscas funciona como um portal onde eles colocam tudo e as coisas acontecem: “se o JM deseja perder o medo, eu desejo receber presentes” Está certo, as meninas nestas coisas não deixam passar nada. O mais novo de 3 anos disse em voz alta “Medo do escuio” Fechou a mão ao som de um TCHEEEC, e atirou para dentro da boca do Riscas, também acompanhado do som “POFTSH”. Esfregou as mãos uma na outra e foi-se embora numa espécie de missão cumprida!

Por isso desengane-se quem acha que é um boneco para os mais velhos: todas as crianças gostam e adaptam às suas necessidades: ou contam segredos, ou pedem desejos, ou revelam medos.
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Para nós pais, serve como um portal para a cabeça deles e um pretexto para abordar os assuntos que os perturbam sem invadirmos a sua zona de conforto. Para as crianças é muito difícil verbalizar quais os seus medos, e nós queremos tanto ajudar! Cria-se um espaço emocional para falar sobre o que foi escrito ou desenhado, e o que realmente os assusta.

Cá em casa todos se renderam ao charme do Riscas, o Destemido, e segundo ele parece que o Pai Natal vai trazer Sorgenfressers para os mais pequeninos. O problema vai ser escolher um deles, porque dos 15 existentes não sei qual o mais giro!

Quanto a mim, pelo sim pelo não, já lá coloquei um papel a pedir saúdinha para o próximo ano!

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Para mais informações: sofiardevir@gmail.com  ● 918786006 ●
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OS SORGENFRESSER EM PORTUGAL
Em Portugal os Sorgenfresser chegaram recentemente pela mão da Devir e prometem tornar-se os melhores amigos das crianças um pouco à semelhança do que já acontece por toda a Europa.

O QUE É UM SORGENFRESSER?
O Sorgrenfresser é um monstrinho com um objetivo muito claro: guardar todas as preocupações e medos para proteger a criança até que esta se sinta pronta para enfrentá-los.

OS MONTROS DA BOCA- FECHO

São bonecos? São peluches? São os Sorgenfresser, sensação em toda a Europa. Os Sorgenfresser são 15 monstros que vêm da Alemanha e foram criados por Gerd Hanhns. Significam literalmente “devora-medos” e graças à sua boca-fecho comem os medos, e os receios das crianças… podendo ser realmente úteis a toda família. Os Sorgenfresser permitem guardar os problemas para que estes não incomodem os mais novos e funcionam como uma espécie de melhor amigo com quem as crianças partilham as suas emoções. Basta fazerem um desenho ou escreverem e colocarem o papel na boca do Sorgenfresser para se sentirem mais aliviadas e… felizes!

COMO CONSEGUEM FAZER ISSO?
A criança pode escrever ou desenhar aquilo de que não gosta e colocá-lo na boca do Sorgenfresser para que este o possa armazenar e assim conseguir tranquilizar essas emoções até ao momento oportuno para se conversar sobre elas.

QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS

– Ajudam gerir o medo em momentos pontuais
Os Sorgenfresser podem ajudar a superar os medos e receios  próprios da idade como o escuro, ruídos inesperados, fazendo com que as crianças se sintam apoiadas pela capacidade que os Sorgenfresser têm de temporariamente afastar esses medos.

– Ajudam a expressar emoções
Graças à capacidade dos Sorgrenfresser para se desfazerem temporariamente de emoções desconfortáveis através da escrita ou do desenho, a criança acaba por transmitir as suas emoções não só de forma verbal, conseguindo assim expressar mais facilmente aquilo que a faz sentir incómoda e que e às vezes é tão complicado de explicar aos adultos.

– Criam um espaço para identificar emoções
É através dos desenhos ou do que a criança escreve, e também do que expressa verbalmente que os membros da família podem ajudar a identificar as emoções para que a criança as possa reconhecer, dando-lhes um nome e saber como enfrentá-las em situações futuras.

– Criam tempo para se  falar sobre as emoções

O uso dos Sorgenfresser como um veículo de comunicação de emoções, permite não só à criança aprender a expressar e identificar essas emoções, como proporciona o momento perfeito para que a família converse sobre aquilo que a criança sente.

 -É útil para várias idades
Os Sorgenfresser podem ser usados na infância mas também na adolescência sobretudo como confidentes ou “guarda-segredos”.

MAIS INFORMAÇÕES:  sofiardevir@gmail.com  ● 918786006 ●

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ATIVIDADE | 30 min

O Natal está a chegar!
Esta é uma época de afectos por excelência! Junta-se a família, partilham-se sorrisos, distribuem-se abraços e beijinhos e as crianças alegram-se com a chegada do trenó carregado do Pai Natal!
Para as crianças e também para todos nós, é tempo de esperar, contemplar, sentir e tocar, revelar, alegrar e brincar!

O Gymboree sugere uma actividade de Artes em família!

Espreita pela janela!
Brrrr, que frio! E está tudo tão branquinho!

artes up to lisbon kids

MATERIAL
1. Folhas de papel autocolante em tamanho A4 ou A3;
2. Tinta branca;
3. Pincéis;
4. Bolas de algodão;
5. Pequenos ramos/galhos;
6. Purpurinas;
7. Folha de alumínio;
8. Papel de seda Branco.
9. Outros elementos decorativos que tenha em casa e queira aproveitar

COMO REALIZAR
Comece por fazer confetis de encantar, cortando pequenos pedaços de papel de alumínio e de papel de seda branco e reserve numa taça.

Com fita-cola, fixe uma folha de papel autocolante na mesa (com cola para cima) e convide os miúdos a pintar um cenário de inverno com um pincel e tinta branca.

Use as bolas de algodão como nuvens ou como copas de árvores, e também podem usá-las para pintar, em vez do pincel.

Com os pequenos galhos façam os troncos e ramos das árvores. O papel de seda branco pode ser usado para criar várias formas, cortado ou torcido (lua, boneco de neve, montanhas).

Dê um pouco de brilho ao cenário aplicando as purpurinas e os confetis de encantar!
Termine colocando outra folha de papel autocolante por cima.

Lá fora faz frio, mas a neve é tão bonita e brilhante!

Adapte, sempre que necessário, as brincadeiras aos gostos e interesses das crianças.adventoGymboree

Uma ideia do Gymboree,
para o calendário do Advento da Up To Lisbon Kids®14

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