A mãe que nunca serei

Meus queridos filhos,

ninguém é perfeito. Às vezes penso que gostava de fazer determinadas coisas que vejo as outras mães a fazer mas não tenho tempo, ou não tenho paciência. Ou simplesmente nem sequer me lembro de o fazer.

Nunca serei aquela mãe que aceita o desafio de tirar-vos uma fotografia todas as semanas. Eu fotografo-vos sempre que me apetece e isso, tem dias que, acontece 1000 vezes no mesmo dia.

Nunca serei a mãe adorada na escola, porque vos vou buscar sempre a correr e nunca fico a brincar com os vossos amigos… nem tão pouco sei o nome de todos eles.

Nem sempre terei paciência para fazer penteados espectaculares, ou para preparar trabalhos interactivos para levarem para a escola.

Não farei sobremesas e cupcakes deliciosos para levarem para as vendas da escola, embrulhados em caixas giríssimas compradas propositadamente para estas ocasiões.

Nem sempre me vou lembrar de pôr na mochila o equipamento de balet, o protector solar nos dias de mangueiradas, ou o vosso boneco preferido. Às vezes terão de ir para a escola sem ele.

Nunca vou tirar um dia para organizar a festa de pijama melhor do mundo para as vossas amigas. Eu sei que desde que haja sacos cama, uma lanterna e marshmallows vão divertir-se imenso na mesma.

Nunca vou ser a mãe perfeita que vocês pensam que gostavam que fosse.

Mas prometo-vos que vou estar sempre presente em cada espetáculo de ballet, jogo de basquetebol ou torneios de natação, e a torcer por vocês.

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CARTA ÀS MÃES MAIS QUE PERFEITAS

Vou comprar-vos o material para os projetos da escola, e dar-vos todo o apoio possível para que os realizem sozinhos.

Vou ter sempre qualquer coisa para mandar para as vendas da escola, mesmo que tenha comprado no café quando vos fui levar de manhã.

Vou sempre aconchegar-vos a roupa, e dar-vos um abraço e um beijinho de boa noite.

Vou estar sempre ao vosso lado quando acordarem com pesadelos.

Vou ficar sempre de coração nas mãos quando vos tratarem mal, ou  vos puserem de parte, ou quando vos trocarem por alguém.

Vou estar sempre presente em cada desgosto das vossas vidas, mas também em cada sucesso alcançado.

Vou lembrar-vos sempre que “errar é humano” e vou ajudar-vos a assumir esses erros mesmo que ninguém se tenha apercebido deles.

Vou estar sempre disposta a ajudar-vos a recomeçar; quer seja um trabalho escolar ou um capítulo da vossa vida.

Vou defender sempre os vossos interesses, mesmo que isso implique não vos defender a vocês.

Vou obrigar-vos a tomar as atitudes corretas sempre que possa, mesmo que por vezes não seja a atitude que queiram tomar, porque quero que cresçam íntegros.

Vou estar à vossa frente, sempre de braços abertos, mesmo naqueles momentos em que me vão odiar.

Porque meus queridos, eu sei que nem sempre vou ser a mãe que querem. Mas vou ser a mãe que precisam.

E eu sei, que um dia mais tarde quando tiverem os vossos filhos, vão ler estas palavras e concordar comigo.

Mãe

Por Up To Kids®,
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A verdade sobre ter um terceiro filho

O primeiro filho

Quando temos o primeiro filho, sentimo-nos o centro do universo: nunca ninguém teve um bebé antes, e este é o evento mais importante na história do mundo.

Somos capazes de dormir uma sesta todas as tardes e passeamos orgulhosas de mão na barriga à espera do grande dia! Sentimo-nos calmas e estamos sempre a rir. Adoramos as más disposições de grávida porque é sinal de que o bebé está a crescer. Fazemos uma alimentação saudável, de preferência com produtos biológicos, tomamos as vitaminas todas e não bebemos álcool. Estamos informadas e avisadas. As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras de partos complicados. O nosso Obstetra fala connosco e seguimos os seus conselhos religiosamente.

A verdade sobre ter o terceiro filho

As pessoas desdobram-se para ajudar nas compras, dão-nos as roupas dos seus filhos que já não vão usar. E ficam, realmente, entusiasmadas com a tua gravidez. Todos querem tocar-nos na barriga. E perguntam-nos, onde quer que vamos “É o primeiro?” Quando dizemos que Sim recebemos um grande e caloroso sorriso de boas vindas a este mundo novo da maternidade. Dizem-nos que vai ser a melhor coisa que já nos aconteceu na vida. E nós acreditamos.

Devoramos toda a literatura da especialidade, assinamos a “Pais e Filhos” e outras revistas on line.

Montamos o quarto do bebé, planeamos como vai ficar, pintamos ou colocamos papel nas paredes. Passamos horas a investigar qual a melhor espreguiçadeira baloiço, o melhor sling e os melhores arneses. Protegemos todas as tomadas e esquinas da casa, mudamos os detergentes para um armário mais alto e que, para abrir a porta, é necessário inserir um código de 8 dígitos.

Cortamos cuidadosamente as etiquetas da roupa do bebé, e lavamos tudo duas vezes com um detergente super-XPTO orgânico, amigo do ambiente, e especial para a pele dos bebés.

O meu filho não vai usar chucha, não vai chupar no dedo, vai mamar para sempre.

Vou virá-lo todas as noites para não ficar com a cabeça achatada. Não vai assistir televisão até aos 8 anos, nunca vai ter telemóvel, nem piercings, e nunca vou deixar entrar brinquedos ou roupa dos desenhos da televisão em minha casa, como o Ruca ou a Dora.

A verdade sobre ter o terceiro filho

O segundo filho

Quando engravidamos do segundo filho, o mais velho é o centro do universo. Já nos esquecemos de todas as coisas de bebé, e só podemos gozar a gravidez à noite, quando o primogénito está a dormir.

Nunca mais dormimos durante o dia, porque o mais velho já deixou a sesta. Quando entramos no 2ª trimestre de gravidez parece que estamos grávidas de 6 meses. Sentimo-nos stressadas e gritamos muito. Adoramos as más disposições de grávida porque são um bom motivo para descansarmos um bocadinho. Comemos os restos do prato do primeiro filho, tentamos não beber álcool, e às vezes, lembramo-nos de tomar as vitaminas.

Ficamos saturadas com a informação e os conselhos.

As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras sobre os filhos mais velhos que fazem mal aos bebés. Esquecemo-nos de metade dos conselhos do nosso Obstetra.

Os amigos que já não querem ter mais filhos começam a “despejar”, em nossa casa, as coisas  de que já não precisam. Quer precisemos ou não. Todos querem tocar-nos na barriga. E perguntam-nos, onde quer que vamos, “É o primeiro?” Quando dizemos que Não, afastam-se com um ar desapontado…

Vamos buscar a literatura da especialidade, mas arrastamo-la por semanas sem sequer conseguir dar-lhe uma vista de olhos.

Recomeçamos a ler a Pais e Filhos, mas agora interessamo-nos por outros tópicos, tais como facilitar a adaptação do irmão ao bebé que vai nascer. “Expulsamos” o mais velho da cama de grades, sem cerimónia, e dizemos-lhe que agora é um crescido e, por isso, vai dormir numa cama de crescidos. Fazemos a “reciclagem” dos brinquedos de bebé para perceber os que ainda dão para aproveitar, lavamos os lençóis do berço, compramos uns autocolantes de parede e um par de fraldas de recém-nascidos. Está feito o quarto do bebé.

Olhamos para as espreguiçadeiras-baloiço, os slings e arneses, e questionamo-nos se vale a pena tirar aquilo da garagem.

O nosso filho mais velho já retirou todas as protecções das tomadas da casa e continua vivo, por isso não as repomos. Os detergentes estão debaixo do lavatório com um fecho anti-crianças.

Lavamos as roupas de bebé com detergente normal. Compramos um conjunto de bodies e deixamos perto do berço. De certeza que vai dar jeito. Eles só vão assistir à TV quando estivermos muito cansadas, resmungonas, ou a fazer o jantar. Eles só vão ter uma consola quando tiverem 3 anos. Nunca vão ter piercings. O Ruca e a Dora já fazem parte la de casa.

Já esquecemos tudo sobre planos de nascimento, e estamos ansiosas por aqueles 3 dias no hospital para fugir ao caos de nossa casa. Vai saber bem o descanso.

Carregamos o telemóvel e verificamos se a net funciona, pois pretendemos ficar toda a estadia no Facebook. Não vamos preocupadas com o parto, mas questionamo-nos quanto à amamentação. Levamos protectores de silicone e cremes para o peito. Pelos sim pelo não levamos a bomba e dois biberãos. Só por causa das tosses.

A verdade sobre ter o terceiro filho

O terceiro filho

Quando engravidamos do terceiro filho, o mais velho, em idade pré-escolar, e o segundo, até agora o mais novo, acham-se o centro do universo. Não sabemos que estamos grávidas até percebermos que aqueles 3Kg a mais não são graças ao apetite enorme que temos tido. Parecemos umas mortas-vivas, e aprendemos a dormir as sestas de olhos abertos durante as aulas de natação ou de ballet. Parece que estamos grávidas de 6 meses assim que acabamos de conceber. Só não estamos stressadas quando estamos a dormir. E, quando estamos a dormir, ressonamos.

Andamos com sacos de vómito na mala para sobreviver às más disposições da gravidez, e deitamo-los fora com as fraldas descartáveis. A nossa refeição principal é o almoço. Todas as outras são a correr ou não existem. Se os nossos filhos não comem salada nem vegetais, porque é que nós havemos de comer?

Nem sequer tentamos deixar de beber álcool, até insistimos num copo de vinho, mas sabe pessimamente, e enfrascamo-nos em baldes de leite com chocolate.

Compramos vitaminas no dia em que descobrimos que estamos grávidas, e esquecemo-nos de as tomar durante toda a gravidez. Redefinimos a palavra “eternidade” baseadas nas constantes perguntas do filho mais velho sobre se “é hoje que o bebé nasce?

Ninguém se dá ao trabalho de nos dar conselhos ou informações sobre bebés. Todos pensam que somos loucas ou irresponsáveis. E assumem que foi um acidente. Olham-nos de soslaio no supermercado quando nos veem com dois miúdos, mais um a caminho, 2 cachos de bananas e vários iogurtes. As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras sobre os filhos do meio que acabaram por se tornar psicopatas. Ou políticos. Vemos o Obstetra no dia do parto.

As amigas que já não vão ter mais filhos, já perderam peso, estão giras, com um ar descansado e relaxado. Podem sair à noite e ter vida social. Não sentem nada mais do que pena por nós.

Perguntam-nos, onde quer que vamos “É o primeiro?” Quando dizemos que é o terceiro, riem-se à gargalhada e vão-se embora.

Já não  temos nenhuma literatura de especialidade como tínhamos, e já não há dinheiro para pagar assinaturas. Folheamos diversas revistas  à espera de nos inspirarmos sobre o nome da criança. Tiramos o segundo filho da cama de grades num ápice, e treinamo-lo a largar as fraldas ainda antes de nascer o bebé. Se tudo correr mal, vamos a rapidamente comprar outra cama de grades.

Vamos desencantar fraldas de recém-nascido que tinham sobrado dos outros, e pomos junto ao berço. Está feito o quarto do bebé.

Olhamos para o enxoval do bebé, que já passou pelos irmãos, e embora coçadinho, vai ter de dar.  Instalamos uma TV no quarto dos miúdos. Nunca vão ter piercings antes dos 16 anos. A Dora e o Ruca estão por todo o lado….

O bebé nasce. E há-de ir para o infantário.

Este filho vai fazer-nos perceber a quantidade de amor de que um coração humano é capaz. Vamos olhar para os mais velhos com outros olhos, e perceber o doloroso que é estar longe deles. Vamos olhar para o nosso marido e ficar eternamente gratas por estes três maravilhosos filhos que ele nos deu, e desculpá-lo por (quase) tudo o resto. A nossa vida é agitada, confusa e barulhenta, alguns  gritos, frustrações e muito amor. Teremos muitos daqueles momentos de cortar a respiração, aquelas experiências únicas, aqueles dias fantásticos que fazem com que nunca nos venhamos  a arrepender das escolhas que fizemos.

 

(…continua…)

A derradeira verdade sobre ter um quarto filho

traduzido e adaptado com autorização por Up To Kids®,

artigo original de Shannon Meyerkort
@Scary Mommy

Ainda assim vamos comer! O ideal é optar por comida pastosa ou muito picada, que desce facilmente. Puré de batata, massas bem cozidas, carne moída, ovos mexidos, legumes amassados com um bom azeite a regar tudo, podem ser boa opção. Para beber, pode experimentar o leite e os sumos de fruta cheios de vitamina e porque não combinar os dois e fazer um apetitoso batido natural?

Cuidado neste caso com frutas ácidas que irritam a boca, como o ananás e a laranja. Deve também manter-se longe dos alimentos duros e ásperos. E nada de coisas quentes, que irritam a mucosa, prefira a temperatura ambiente. Se ainda assim for difícil engolir, uma boa dica: coloque a cabeça da sua criança para a frente na hora de deglutir.

E para sobremesa, que tal um puré de fruta, mousse de banana ou doce natural de pêssego? É fruta natural transformada em deliciosos cremes que não precisam estar frios na hora do consumo, cheios de vitamina, exatamente como se quer. Experimente as nossas sobremesas, fáceis de engolir e personalize a refeição do seu filho consoante o dói-dói! Valorize as queixas da sua criança, nós damos-lhe uma ajudinha!!

E enquanto a Primavera não chega, e porque o mau tempo não dá tréguas, aqui fica uma sugestão de receita para estes dias mais difíceis de dor de garganta.

PURÉ DE MANGA E BANANA

A polpa da manga é extremamente suculenta e doce

Valor calórico por 100g:

  • 80.2 Kcal;
  • 1g Proteínas;
  • 0.4g Gorduras;
  • 16.8g Hidratos de Carbono.

Ingredientes para 1 dose:

  • 1 banana pequena, (de preferência Banana da Madeira por ser mais doce);
  • 65g de manga.

Modo de Proceder:

Descasque a banana e corte-a em rodelas para um liquidificador. Descasque a Manga e corte-a aos cubos contra o sentido das fibras para dentro de um tacho com água suficiente para a cobrir. Deixe cozer 5 minutos. Retire a manga para o copo do liquidificador e triture. Acrescente a água da cozedura conforme necessita até obter uma consistência de puré.

Por fim, verta para um recipiente e arrefeça até à temperatura ambiente. Está pronto para servir.

Bom Apetite!

Por Carolina Fernandes, Nutricionista e Coordenadora de Produção Bebé Gourmet
para Up To Lisbon Kids®

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No fim de semana fui almoçar com uma amiga, e enquanto estávamos a conversar uma com a outra, olhei para um casal na mesa ao lado que se encontrava também a conversar. Mas era uma conversa muito diferente, não falavam um com o outro, mas sim com as novas tecnologias: enquanto ela estava agarrada ao tablet, ele estava agarrado ao smartphone. Não olharam um para o outro nem trocaram uma palavra durante todo o tempo que ali estiveram.

Tenho reparado, como todos nós, em situações crescentes deste género, em que as novas tecnologias se sobrepõem ao convívio e ao relacionamento saudável entre as pessoas, tanto adultos, como crianças, e sobretudo adolescentes!

Concordo que todas estas novas possibilidades de contacto com o mundo exterior nos trazem oportunidades de relacionamento com pessoas que não vemos há muito tempo, com o que se passa lá fora, com novos projectos e novidades dos nossos amigos e conhecidos. E ao mesmo tempo acompanhamos a evolução da sociedade actual.

Mas não andaremos nós demasiado presos ao que os outros fazem e a esquecermo-nos de conviver com aqueles que nos são mais próximos?

A nova tecnologia torna-nos pessoas menos sociáveis, mais isoladas, menos empáticas, menos verdadeiras, mais consumistas.

http://educ305jenmini.blogspot.pt/

 

  1. Menos sociáveis e mais isoladas, porque já não convivemos tanto como antigamente, convivemos através das novidades das redes sociais, da internet e do que os outros andam a fazer. Olhamos para o que está no ecrã à nossa frente, não ouvimos o que a outra pessoa nos diz, pois estamos mais ocupados a enviar uma mensagem ou um post do que foi o nosso almoço, ou a partilhar o nosso dia para uma máquina.
  2. Menos empáticas, porque passamos cada vez mais tempo ligados à televisão e aos jogos e tornamo-nos imunes à forma como os outros se sentem e não conseguimos empatizar com eles, piorando o comportamento e gerando comportamento antisociais. A violência dos jogos e da televisão gera a falta de empatia entre os adolescentes, que se tornam menos sensíveis relativamente aos pensamentos ou consequências que podem afectar o outro, ao mesmo tempo que condiciona a adequação no relacionamento.(Antisocial Teenagers Unable to Empathize)

  3. Phubbing-3
    Stop Phubbing



  4. Menos verdadeiras, porque temos a liberdade de nos escondermos atrás de um ecrã e de mostrarmos apenas aquilo que achamos que os outros querem de nós. Não socializamos directamente e o facto de termos um mediador, torna tudo mais fácil e “camuflado”.
  5. Mais consumistas, porque deparamo-nos com uma oferta tão grande, que não conseguimos parar para distinguir o que é realmente essencial e nos faz falta, daquilo que é apenas um capricho. A informação entra “gratuitamente” no nosso cérebro e temos vontade imediata de adquirir, de ter. É excesso de ruído, excesso de efeitos especiais, excesso de gírias, de ironia, muitas vezes excesso de bullying e excesso de publicidade. Até os próprios filmes incentivam o consumo.

E o que fazer quanto a isto?

Sei que os nossos empregos e as nossas vidas actuais não nos permitem muitas vezes que desliguemos totalmente do que se passa no mundo, mas e o “nosso mundo” em particular?

Sei que na nossa altura, quando éramos pequenos(as), também passávamos horas ao telefone com os(as) nossos(as) amigos(as) e que as contas de telefone eram gigantescas. Mas será que não convivíamos directamente um pouco mais?

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Sei que todos gostamos de nos distrair e ver um pouco de televisão, mas a oferta é tanta que a certa altura, não a deveríamos desligar, para descansar a cabeça com o excesso de informação?

Sei que gostamos de saber o que os outros estão a fazer naquele momento, mas não será muito mais interessante saber o que é que a pessoa à nossa frente, ou a nossa família, está a fazer naquele momento?

Cada um de nós pode chegar às suas próprias conclusões e arranjar a melhor forma de diminuir um pouco a carga de tecnologia e aumentar um pouco o volume do relacionamento humano na nossa vida.

Como li em algum sítio num destes dias:

Passamos nove meses agarrados ao cordão umbilical, depois passamos o resto da nossa vida agarrados ao carregador do smartphone…

Pensemos nisto!

 

imagen@CelineMahou

As mães estão de serviço 24h/dia, o que faz com que muitas das vezes, comecem a apresentar sinais de cansaço extremo. Esta situação, faz com que todas as teorias que tão arduamente tentamos pôr em prática diariamente, se dissipem num estalar de dedos, e comecemos  a aplicar métodos pouco ou nada pedagógicos (mas muito criativos) para alcançar o resultado que queremos, sem dramas, nem complicações.
Aqui fica uma lista das 20 mentiras mais usuais neste universo:

  • Diferente o teu peixinho? Como assim? Está exactamente igual, só se cresceu! 
  • A fada dos dentes não apareceu? Hum, se calhar teve muitas casas para ir e deixou algumas para o dia a seguir…. Vais ver que hoje aparece, deixa ficar o dente debaixo da almofada! 
  • Não é sopa de abóbora. É de cenoura!
  • O ipad está sem bateria.
  • Já não vendem pilhas para esse brinquedo, que pena. Mas ainda dá para brincar, agora só não faz a sirene de bombeiro!
  • O meu chocolate? Podem comer mas é picante. Quem quer?
  • No centro comercial:
    -Pronto, olha o segurança a falar no walkie talkie. Já chamou alguém para vos vir buscar. PAREM DE CORRER!
  • Hum, era óptima ideia fazer panquecas agora, mas não temos açúcar suficiente… fica para amanhã…
  • Se não arrumarem o quarto vou buscar um saco de plástico e dou os brinquedos todos aos pobrezinhos!
  • A auxilias Ana lá da escola telefona-me sempre que não comes o lanche todo.
  • Não se pode fazer barulho aqui, vejam ali escrito (e aponto para a primeira placa que aparece… só funciona até aos 5 anos!)
  • Claro que fui comprar os cromos, só que estavam esgotados. Agora só há na próxima semana.
  • Não tenho aqui moedas…
  • Deixa ver se o dente está quase a cair… juro que não vou fazer nada!
  • Eu sei que não lavaste os dentes, porque eu tenho um poder que deteta quando os meninos estão a mentir.
  • Quando mudamos de marca de iogurtes ou cereais:
    É impossível estar diferente. É exactamente a mesma coisa. Só mudaram o rótulo.
  • O Bobby foi para uma quinta de cães e agora é muito feliz lá!
  • Vou jantar fora mas não demoro nada… é possível que chegue antes de adormeceres, mas não fiques à espera! (- Dentro de poucos anos, são os meus filhos a dizer-me isto…)
  • Não tenhas medo eu estarei sempre aqui para te proteger. (… i wish)
  • Achas que eu te ia mentir? (Ups…esta é daquelas que… sem comentários…o karma vai usa-la contra mim!!! E os meus filhos também, muito brevemente!!!)

 

Tem mentiras(inhas) diferentes para nos contar? Deixe um comentário!

 

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Querida Mãe:

Eu já te vi por aí.

Eu vi-te a gritar com os teus filhos em público, vi-te a ignorá-los no parque, vi-te a levá-los à escola antes de teres tomado banho, e de calças de pijama por baixo do casaco.

Eu vi-te a implorares aos teus filhos, vi-te a suborná-los, e a ameaça-los.

Eu vi-te a gritar feita louca com o teu marido, com a tua mãe, e com o agente de polícia no cruzamento da escola.

Eu já te vi a correr com os miúdos de um lado para o outro, a sujares-te no parque e a praguejares em voz alta depois de bateres com o joelho na esquina da cadeira.
Eu vi-te a partilhares um leite achocolatado com um maníaco de 4 anos. Vi-te a limpar o nariz dos teus filhos com os dedos e a limpa-los na parte de trás das calças de ganga. Vi-te a correr com o teu bebé de 2 anos pendurado na dobra do teu braço, para apanhares a bola que está a fugir para a estrada.

Eu já te vi a ranger os dentes enquanto o teu filho gritava contigo porque não queria ir à aula de piano, à natação, ou ao treino de futebol. Eu vi-te a fechar os olhos e a respirar fundo depois de entornarem um copo de leite inteiro em cima. Vi-te a chorar desesperada enquanto tentavas tirar lápis de cera da tua melhor mala.

Eu já te vi na sala de espera do hospital. Eu vi-te no balcão da farmácia. Vi-te com o teu olhar cansado e assustado.

Eu não sei se tinhas planeado ser mãe ou não.

Se soubeste desde sempre que querias pôr crianças neste mundo, cuidar deles, ou se a maternidade te apareceu de surpresa.

Não sei se correspondeu às tuas expetativas, ou se passaste os primeiros tempos como mãe aterrorizada porque tinhas imaginado que sentirias o “amor materno” doutra forma.

Não sei se tiveste dificuldade em engravidar, se perdeste algum bebé, ou se tiveste algum parto traumático.

Nem sequer sei, se concebeste o teu filho no teu ventre, ou se o acolheste na tua família.

Mas eu conheço-te.

Eu sei que não alcançaste tudo o que querias na vida. Sei que há coisas que nunca soubeste que querias até teres filhos.

Eu sei que, às vezes, pensas que não estás a dar o teu máximo e que podias fazer melhor.

Eu sei que olhas para os teus filhos e te revês neles.

Eu sei que às vezes apetece-te atirar um candeeiro ao teu filho adolescente, e atirar o de 3 anos pela janela.

Eu sei que há noites que, depois de deitar os miúdos, estás tão exausta que só te apetece enrolares-te na cama a chorar.

Eu sei que há dias tão difíceis que só queres que acabem depressa. Depois, na hora de ir para a cama os teus filhos abraçam-te e enchem-te de beijinhos, e dizem o quanto gostam de ti e de repente querias que o dia durasse para sempre.

Mas nada dura para sempre.

Os dias terminam, e o dia a seguir é um novo desafio. Febres, desgostos amorosos, trabalhos da escola, novos amigos, novos animais de estimação e novas dúvidas. E todos os dias, fazes o que tens de fazer.

Vais trabalhar, ou ficas em casa pões o bebé no sling e ligas o aspirador. Ou vais até ao jardim passear com ele.

Largas tudo para moderar uma discussão sobre de quem é a vez de usar aquelas canetas especiais, para dar um beijinho ao óó da tua filha, ou para conversar sobre qual é a cor do batom que a mãe do Pinóquio usava.

Eu sei que fazes guerras de cocegas em castelos de lençóis, e que sabes de cor as histórias de, pelo menos, 8 livros infantis. Eu sei que danças de forma ridícula quando vocês estão sozinhos. E que inventam canções parvas sobre queijo, maus cheiros, ou ervilhas.

Eu sei que uma hora depois de deitares os teus filhos, largas o que estás a fazer e vais cortar as unhas do mais novo. Sei que paras de arrumar a cozinha, porque a tua filha te convidou para a festa de chá que está a fazer com as bonecas, e faz questão que lá estejas.

Eu sei o que custou tratares dos teus filhos quando tiveste aquela virose de 4 dias. Sei que comes os restos dos pratos deles, enquanto arrumas a cozinha.

Eu sei que não contavas com muitas destas coisas.

Sei que não antecipaste amar alguém tão intensamente, ou andar tão cansada, ou ser a mãe em que te vieste a tornar.

Pensavas que tinhas tudo planeado. Ou então, estavas perdida e aterrorizada. Ias contratar a babysitter perfeita. Ou ias deixar de trabalhar e aprender tudo sobre crianças.

Sei que não és a mãe perfeita. Por mais que tentes, e por mais que te esforces. Tu nunca serás a mãe perfeita.

E isso, provavelmente, vai perseguir-te. Ou se calhar fizeste as pazes com isso. Ou talvez nem nunca tenha sido um problema.

Eu sei que acreditas que independentemente do que fizeres, poderias ter feito sempre mais.

A realidade é outra.

Não interessa o pouco que fizeste, no fim do dia os teus filhos vão sempre amar-te. Vão continuar a rir para ti, e acreditar que tens poderes mágicos que podes curar quaisquer coisas.

Independentemente do que acontecer no trabalho, na escola, ou num grupo de amigos tu fazes sempre tudo o que está e não está ao teu alcance para garantir que no dia a seguir os teus filhos estarão tão felizes, saudáveis e espertos quanto é possível.

Há um velho ditado iídiche que diz: “Há um filho perfeito no mundo, e todas as mães o têm.”

Feliz ou infelizmente, não há pais perfeitos. Os teus filhos vão crescer determinados a ser diferentes de ti. Vão crescer com a certeza de que não vão pôr os seus filhos nas aulas de piano. De que vão ser mais brandos ou mais rigorosos. Ter mais filhos, ou  menos, ou não ter nenhum.

Um dia os teus filhos vão estar a correr como loucos na igreja, a portar-se pessimamente no restaurante a fazer caretas para o lado, e alguém vai passar e elogiar a tua família.

Uma certeza podes ter: não és perfeita!

E isso é bom. Porque na realidade, nem os teus filhos são perfeitos. E ninguém no mundo se preocupa mais com eles do que tu. Ninguém sabe porque é que eles estão a chorar senão tu, ninguém percebe as piadas deles melhor do que tu.

E já que ninguém é perfeito, tens de desempatar com 2 biliões de pessoas que estão em primeiro lugar “ex aequo” para concorrer à melhor mãe do mundo.

Parabéns melhor Mãe do Mundo. Tu não és perfeita. És mais que perfeita:

És tão boa mãe como o resto do mundo.

 

por Lea Grover em Becoming a super mommy
traduzido e adaptado por Up To Kids®

Nota: Todos os artigos traduzidos, adaptados e publicados pela Up To Kids®, obtiveram autorização prévia do autor e/ou foram comprados os direitos de publicação do mesmos.

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Actualmente sabemos que muitas crianças resistem à escola e aos trabalhos de casa. Aliás, este não é um problema dos dias de hoje, mas talvez seja mais evidente agora, pelo pouco tempo que existe em termos diários para fazer outras coisas divertidas.

Hoje proponho algumas actividades que podem ser feitas em família. São actividades que podem ser feitas por qualquer criança em idade escolar, sendo particularmente eficazes com crianças que têm dificuldades de aprendizagem ou que estão claramente desmotivadas para a escola.

Naqueles dias em que os nossos filhos têm que treinar para um ditado, ou têm que ler textos em casa para treinar a leitura, mas não conseguimos que parem quietos um segundo para fazer os exercícios, proponho alterar um pouco a forma como lhe apresentamos os trabalhos.

Sabemos que todas as crianças também aprendem quando brincam, puxam pela criatividade, e sobretudo, se estiverem motivadas e directamente envolvidas na tarefa, mais fácil se torna a aprendizagem.

Aqui ficam algumas “brincadeiras” que estimulam a leitura e a escrita, sem serem demasiado formais.

Caça ao Tesouro: Parece complexo e aparentemente dá um trabalhão, mas é muito simples. Basta fazer 5 ou 6 papelinhos com perguntas (ex: Diz o abecedário a cantar; Escreve 3 palavras em que se usem /ss/; Lê a frase “O rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia”; Diz 4 nomes próprios, etc). Depois escondemos por exemplo no quarto e vamos dando pistas (quente ou frio). Se não houver tempo para darmos pistas, pedimos que venham ter connosco cada vez que encontrarem um papelinho e nos dêem a resposta. O prémio final pode ser apenas a brincadeira em si. E se eles o quiserem fazer para os pais encontrarem, porque não? E se for mais apelativo colocar perguntas que não têm nada a ver com a escola, também se podem colocar pelo meio, para que não sintam pressão no jogo.

Concurso de Televisão: Este é normalmente um dos preferidos. Também parece difícil, mas é muito fácil. Pegamos numa cadeira e colocamos à frente um “botão” encarnado, simulando uma campainha em que se carrega para dar a resposta (ex: pode ser uma peça de lego, ou qualquer outro objecto parecido). Depois apresentamo-nos como sendo o apresentador de televisão e eles são os concorrentes (pode ser feito com um só concorrente). Perguntamos que idade têm, o que estão ali a fazer e se estão prontos para começar. E assim começa, dizemos que têm que ganhar, por exemplo, 10 pontos, e nós próprios vamos dizendo quanto vale cada pergunta (ex: agora esta pergunta vale 2 pontos, esta vale 1 ponto) e vamos somando. As perguntas colocadas podem ser acerca de conteúdos escolares, sobre palavras começadas por determinada letra, ou ler uma breve história. Muito importante para garantir o entusiasmo, é ser obrigatório carregar no botão e fazer o barulho de campainha, antes de dar qualquer resposta. Quando chegam aos pontos estipulados como objectivo, podemos apenas simular um prémio, na brincadeira. Mais uma vez, a brincadeira em si pode constituir o próprio prémio.

Memória de Palavras: Este jogo dá mais trabalho, mas pode ir sendo feito pela própria criança, e quando estiver pronto, começamos a jogar. A ideia é trabalhar a memorização visual de palavras e diminuir os erros ortográficos, ao mesmo tempo que estimula a leitura de palavras e se joga um jogo. Assim, cada vez que a criança erra numa palavra, escreve-a em dois papéis do mesmo tamanho. Vai fazendo isto, até que tem cerca de 10 pares de palavras. Depois é só avançar com o jogo da memória. Tal como existe o jogo da memória com imagens ou cartas de jogo normal, aqui a ideia é encontrar o par da palavra que errou. Quando vira um papel, deve ler a palavra em voz alta. O objectivo deste jogo é fazer o maior número de pares de palavras possível. É um jogo para ser jogado em conjunto.

O essencial nestas “brincadeiras” é criar um ambiente positivo e de interacção, num registo de trabalho, mas divertido e apelativo.

Penso que qualquer criança gostaria de por vezes ter a oportunidade de fazer os trabalhos de casa desta forma… Vamos experimentar?

Este é um daqueles vídeos que todos concordamos que deveria tornar-se viral. Não só nas redes sociais e nos media, mas especialmente nas nossas cabeças.

Para que não sejamos levados pela corrida do dia a dia, que insiste em deixar-nos sem tempo para o que é realmente importante: os valores humanos.
Vamos utilizar, mais ainda, estas frases. Traduzi-las nos valores que refletem, e ensiná-los aos nossos filhos.

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Vamos espalhá-los em casa, na rua, no local de trabalho, na escola. E aí sim, pode ser que se torne viral. Não o vídeo, mas a forma como as pessoas vivem e encaram o seu dia a dia.

 

 

Up To Lisbon Kids

Créditos Vídeo, no vídeo

 

 

Embora não se saiba ainda claramente qual o mecanismo que leva a que uma criança tenha mais apetência para doces do que outras, sabe-se que assim que uma criança prova um alimento doce, retém uma memória desse paladar e busca-o em todos os alimentos a partir de então.

O açúcar faz falta e é essencial na nossa alimentação e na dos nossos pequenotes. Refiro-me aos açúcares presentes naturalmente nos alimentos, e não ao açúcar que existe nos frascos das nossas dispensas (a sacarose). Refiro-me à Glicose, rainha do nosso metabolismo. O nome Glicose vem do grego glykys (γλυκύς), que significa “doce”, mais o sufixo -ose, indicativo de açúcar. É responsável pela nossa energia além de ser precursora de outras moléculas importantes e essenciais à vida.

Estes açúcares naturais, denominados de oses, podem ser encontrados em quase todos os alimentos, por exemplo, no leite encontramos a lactose (..ose), na fruta encontramos a frutose (…ose), no pão encontramos o amido (..ose??) que será ao logo da digestão desdobrado em várias moléculas de glicose (Ah…. ose!!). Estes sim, são açúcares essenciais ao nosso corpo e deveriam ser estes os únicos açúcares na alimentação dos bebés e crianças.

E desengane-se se pensa que conhece bem todos os alimentos que oferece ao seu mais que tudo. Ler os rótulos hoje em dia é uma verdadeira acrobacia. Parece que as indústrias se uniram e criaram códigos perfeitamente indescodificáveis ao mais comum dos consumidores, leigos em literacia industrial. São “números E”, são aditivos, são conservantes, são estabilizantes e como se não lhes bastasse, ainda mascaram os açúcares com os seus nomes químicos que, de pouco ou nada, se parecem com alguma palavra comum. Faça um teste e consulte os ingredientes de alguns produtos nas prateleiras do seu frigorífico, ficará facilmente impressionado.

Eu encontrei melaço e glicose no meu molho inglês, lactose e dextrose no meu fiambre de peru, sacarose, frutose, xarope de glicose-frutose e amido modificado no meu Ketchup, levulose e dextrose e maltodextrinas nos meus enchidos (escolhidos a dedo com muitas reticências e com teores de gordura do mais em conta que pode existir), para não referir os cereais e sumos que são verdadeiras bombas. Doce em todo o lado! Keep it simple and organic.

Ser boa mãe não é conhecer estes malvados de cor e salteado, nem sequer saber onde os encontrar. É ter a genica de oferecer a maior variedade possível de alimentos puros ao seu mais que tudo. Mas se ainda assim quiser saber mais sobre os aditivos e os temíveis “E”, saiba que a Food Standards Agency (www.foof.gov.uk) tem uma publicação inteirinha à sua espera.

Os nossos conselhos para reduzir a ingestão de açúcares do seu pequenote e evitar o mecanismo da gula que daí advém, são:

 5 dicas para reduzir a ingestão de açúcares nos nossos filhos

• Reduzir ou eliminar o consumo de sumos industriais;

• Reduzir ou eliminar o consumo de produtos de elevada densidade energética;

• Reduzir ou eliminar snacks tipo barras de cereais;

• Reduzir ou eliminar consumo de molhos industrializados como ketchup, molhos de barbecue, entre outros;

• Reduzir ou eliminar sopas empacotadas, principalmente se o seu pequeno tesouro é ainda pequeno.

Comece por aqui que já é uma grande vitória.

É SEMPRE preferível oferecer às crianças sobremesas feitas de forma caseira sobretudo à base de frutos e tubérculos (naturalmente doces), em substituição do tradicional açúcar branco, chocolates, caramelos e outros alimentos artificialmente açucarados, para satisfazer os desejos de algo doce. Além destes não serem essenciais, trazem outras questões associadas nada benéficas, as cáries.

Garantir que tem sempre fruta à disposição ou uma sobremesa saudável e sem açúcar, para além de saciar o desejo por doces, vai numa fase posterior da vida, restringir muito o desejo por açúcar e o número de idas às pastelarias em busca de doces artificiais e prejudiciais.

Se pretender ajuda neste campo, saiba que a Bebé Gourmet oferece uma variedade de frutas frescas, frutas cozidas, sobremesas naturalmente doces (sem adição de açúcar) e até uma opção sem laticínios. Tudo isto, embalado com carinho e selado com saúde.

Ofereça saúde agora e no futuro ao seu bebé!

Aos dois anos as crianças quase não falam.
Aos três quase nunca se calam.

Aos dois anos as crianças choram.
Aos três fazem birras tão grandes que parecem possuídos.

Aos dois anos as crianças comem tudo o que lhes dermos, e ainda comem do chão se for preciso.
Aos três só gostam de dois alimentos, e um deles é queijo.

Aos dois anos o banho é um evento de 10 minutos, e o resultado é uma criança limpa.
Aos três os banhos levam mais de 20 minutos, e o resultado é a mãe encharcada, a casa de banho inundada, e 16 toalhas usada.

Aos dois anos as crianças usam fraldas.
Aos três o nosso mundo gira à volta das bexigas e intestinos deles.

Aos dois anos as crianças distraem-se com uma caixa de pastilhas elásticas na mercearia.
Aos três querem escolher as frutas e legumes que vamos comprar.

Aos dois anos escolhemos a roupa e vestimo-los. Ficam queridos que fartam.
Aos três as crianças insistem em vestir-se sozinhos e querem sair de casa com outfits indescritíveis.

Aos dois anos as crianças não gostam de se sujar.
Aos três a sujidade cresce com eles.

Aos dois anos podemos ajudá-los com as suas tarefas, poupando milhares de biliões de minutos na nossa vida.
Aos três querem fazer tudo sozinhos e demoram uma E-TER-NI-DA-DE!

Aos dois anos  a manipulação é a última coisa nas suas mentes.
Aos três três anos eles fazem de nós gato-sapato. E sabem-no!

 

por Jill Smokler, Scary Mommy,
tradução autorizado para 
Up To Lisbon Kids

imagem Jill Greenberg