P A R A B É N S!

Já temos vencedores!

Carla Ferreira Neves –  “Os contrabandistas de Cristais”
Mafalda Carvalho –  “Os contrabandistas de Cristais”
Rita Lopes – ”Um estranho caso na Quinta!
Luana Cristina – ”Um estranho caso na Quinta!

Por favor envie um e-mail com nome e morada para reclamar o prémio para
uptokids@gmail.com

Obrigada a todos os que participaram, e fiquem atentos aos próximos passatempo!

Up To Kids® | Siga-me no Instagram

Para receber este e outros artigos por e-mail, subscreva a nossa Newsletter: o último a inscrever-se é um ovo podre!

Quer fazer um passatempo em parceria com a Up To Kids®? Envie-nos um mail para Uptolisbonkids@gmail.com, com o assunto “Parceria de passatempos“, indicando a marca que representa. Obrigada

 

Para organizares a tua leitura de férias, a Up To Kids® em parceria com a Booksmile, vai oferecer 2 exemplares de cada tema da Coleção “Clube dos Cientistas”:

 “Os contrabandistas de Cristais”

”Um estranho caso na Quinta!

COMO PARTICIPAR

  1. Fazer like na nossa página de facebook Up To Lisbon Kids e instagram aqui e na página de Fb da Booksmile 🙂
  2. Partilhar este post no vosso facebook
  3. Comentar aqui no FB com link para 3 amigos

REGULAMENTO

O passatempo termina às 23h59 do dia 6 de Agosto de 2016.

O vencedor será sorteado aleatoriamente através do programa Random.com, será anunciado tanto no site como no post do passatempo no facebook. Poderá ser pedido ao vencedor o link da partilha por isso guarde-o ou faça um print screen do mesmo.

Não existe um número limite de participações, no entanto será apurado apenas uma participação vencedora por cada participante.

Este passatempo não é patrocinado, aprovado, administrado ou associado ao Facebook, sendo da exclusiva responsabilidade da entidade promotora. O Facebook exonera-se de qualquer responsabilidade relativamente ao passatempo.

Cá em casa contam-se histórias

Cá em casa, contamos muitas histórias à nossa filha.
Principalmente eu. Confesso que sempre fui fã de livros e contos, mas o pai também não se sai nada mal…
A minha filha mostrou desde logo muita curiosidades pelos livros, por isso, estes têm estado presentes na sua vida quase desde que nasceu! Contudo, estes livros eram maioritariamente de exploração de imagens, vocabulário e texturas, com abas ou sons.
O primeiro livro de histórias que lhe despertou verdadeiramente a atenção nem era (supostamente) adequado para a sua faixa etária e entrou na sua vida por acaso… A ovelhinha que veio para o jantar de Steve Smalllman e Joelle Dreidemy, um dos muitos livros infantis que possuo, ficou por arrumar num qualquer lugar da sala de estar. A nossa filha deu com ele e, perante o seu interesse, acabei por lhe ler a história. Tinha pouco mais de um ano e meio e, nos tempos seguintes, folheou-o e analisou-o vezes sem conta, do princípio ao fim, de trás para a frente e salteado! Pediu-nos o mesmo número de vezes para lho lermos e, com o pouquíssimo vocabulário que possuía na altura, mas com a enorme expressividade que sempre a caracterizou, ia já antecipando algumas partes da história.
Foi então que, por ter o texto tão presente na minha cabeça, decidi contar-lho com as minhas próprias palavras, numa das noites em que a fui adormecer, em substituição da habitual canção de embalar. Resultou… Ela adormeceu poucos instantes após ter terminado o conto…E é isto que se quer, não é?
Nas noites e sestas seguintes, a estratégia foi-se repetindo. Eu entusiasmada a descobrir o meu novo talento de contadora de histórias, e ela a adormecer rápida e tranquilamente…
Gradualmente fui variando e experimentando outros contos mais tradicionais, de que me recordava, como a Branca de Neve, os três porquinhos, o lobo e os sete cabritinhos, Caracolinhos Dourados e os três ursos, etc.
Fui igualmente pondo mais livros infantis à sua disposição e, a partir deles, passou também ela a indicar-me frequentemente a história que queria ouvir antes de adormecer.
E assim se criou um hábito valioso, do qual hoje, aos 28 meses, dificilmente estará disposta a abdicar! Andamos agora numa fase de Capuchinho Vermelho e de o patinho feio, depois de um breve reinado de Cinderela… Conto-os com palavras minhas, mas também já aconteceu uma ou outra vez ler-lhe mesmo o livro, como no caso de O casamento da Gata, de Luísa Ducla Soares, que é todo em verso e perderia a essência se fosse contado de outra forma, e que (ainda!) não sei totalmente de cor (mas estou quase lá!!).

Porque é que acredito tanto no valor desses momentos diários?

Antes de mais, são momento de entretenimento e partilha, em que eu ou o pai estamos exclusivamente dedicados a ela, sem distrações de ordem alguma. Sentados na poltrona do seu quarto, com a luz apagada, somos só nós, ela e as personagens dessa história. Nos tempos que correm, entre dias acelerados com as mais variadas solicitações e com a interferência que as tecnologias têm nas nossas vidas, parece-me essencial a criação destes momentos de entrega total aos nossos filhos.
Acredito também que o facto de lhe contarmos histórias (e de, noutros momentos, lhe lermos livros) contribui para o aumento do seu vocabulário, para que desenvolva a capacidade de encadeamento de ideias (tão importante no seu raciocínio e discurso oral e que o será também um dia na aprendizagem da escrita), fomenta o seu gosto por livros e futuramente pela leitura, desenvolve a sua imaginação, permite-lhe ampliar o seu conhecimento do mundo…
Os contos são também fundamentais para o seu crescimento emocional. Existe sempre a “moral da história”, que lhe transmite valores.  Com os três porquinhos aprendemos que o esforço compensa, com a Caracolinhos Dourados que não devemos mexer no que não é nosso sem autorização, com a Capuchinho Vermelho que devemos ouvir os conselhos dos pais… Ao longo das histórias, a criança é também confrontada com os vários sentimentos das personagens, revendo-se muitas vezes nesse sentir, o que a ajudará a lidar melhor com as suas emoções. Apreende a distinguir o bem do mal, e, como é regra que as histórias tenham um final feliz, ganha confiança no mundo, pois percebe que, apesar das adversidades da vida é possível que a justiça prevaleça!
Sofia, do blog Cá em casa somos três, adaptado por Up To Kids®
Todos os direitos reservados

LER TAMBÉM…

Os Livros são caixas mágicas

Onde está a história? – Perguntam-me as crianças com frequência quando notam que, nas minhas mãos, não trago um livro.

Parece ser importante para elas ouvir uma história pela manha e muitas das vezes, também, no final da tarde.

Sei que nem todos os dias estão atentos e que se distraem com frequência. Mas, quando não tenho o livro pareço que estou a cometer uma infracção grave e provavelmente até estou!

Uso livros praticamente todos os dias, não gosto de contar histórias sem livros. É um hábito. Um suporte que serve de arranque para todas as restantes atividades e temas a trabalhar.

O livro é um instrumento que leva a criança ao mundo da imaginação, permitindo de uma forma lúdica aumentar todo o seu vocabulário e construção do discurso oral. Após contar a historia ou simplesmente explorar as imagens do livro de acordo com os objetivos definidos por mim enquanto educadora de infância, faço obrigatoriamente o reconto. Com esta atividade quero observar o que o grupo conseguiu reter da mensagem do livro e organizar as ideias dentro da cabeça da criança.

Os Livros são excelentes meios de aprendizagem, pois permitem criar sequências de acontecimentos, memorizar novas palavras e ampliar o vocabulário.  As crianças começam a explorar os comportamentos das personagens e estabelecer elos de ligação entre eles e os que observam no dia a dia. Aprendem a observar o texto escrito e a sequência das palavras nas frases, a interiorizar termos ligados ao livro – capa, página, folhas, palavras, frases. Os livros podem ajudar a criança na resolução de problemas, entre muitos outros aspetos .

A exploração habitual de livros em contexto de Creche e Jardim de Infância, bem como, em casa, aumenta a probabilidade da formação de futuros leitores.

Convido-vos a colocar ao alcance das crianças alguns livros e os que estão habituados a ter contato frequente com estes vão certamente pegar, folhear e imitar um adulto da sua referencia.

“Um, dois , três … Bom Dia, Bom Dia, Bom Dia a toda a gente…”  “- agora vamos ouvir a história meninos!”– dizem algumas das minhas meninas e dos meus meninos. Fico embebecida com tais comportamentos, pois refletem que a minha missão está a ser comprida e posso considerar que lancei as sementes para a formação de futuros leitores.

Os Livros são caixas mágicas, com personagens iguais a nós, que nos fazem aprender a conhecer-nos e a ultrapassar os nossos medos!

13 Anos para Sempre, Marion | Bertrand Editora | de Nora Fraisse

Este livro escrito por uma Mãe à sua filha Marion é um quase infindável murro no estômago para todos os pais do século XXI.

Com efeito, além de abanar profundamente as mentes dos seus leitores, denuncia de forma simples e arrebatadora a pobreza e a crise de valores da nossa sociedade cujas suas maiores vitimas são sem dúvida os adolescentes.

Estes adolescentes, que não terão certamente, por razões várias, a sua personalidade devidamente moldada, muitas das vezes são e serão infelizmente, presas fáceis do desespero e da indiferença.

Ao longo deste livro, o leitor é  testemunha da angústia de uma família que procura a todo o custo saber o que poderia ter feito para evitar a tragédia mas que só encontra indiferença e todo um sistema amorfo e asséptico, devidamente representado pelo directores, professores e auxiliares da escola de Marion.

Da minha parte, declaro que este livro, deveria ser de leitura obrigatória para pais, docentes e auxiliares e pouco terá a ver com as situações que ocorriam com a  geração nascida antes da década de 80 do século passado.

Essas pessoas atualmente na faixa etária dos 30 ou 40 anos, viveram certamente todas ou algumas das agruras da adolescência, mas, felizmente não viveram esta época em que a sua casa já não é o seu porto seguro e a agressão não é física, mas vem a todo tempo pelo telefone ou pelas redes sociais, ou por ambas.

Marion foi vítima de si própria, do seu medo de ser diferente, mas essencialmente foi vitima do Mundo que a rodeou e a conduziu a querer pôr termo à sua vida naquele dia 13 de Fevereiro de 2013.

Este livro retrata uma realidade assustadoramente real, que é o resultado da equação (jovens cruéis + sociedade de informação + burocracia + incultura) e que pode infelizmente ser vista hoje em qualquer escola.

Esperemos pois que este diálogo entre uma Mãe e a sua filha possa contribuir para mudar o que tem de ser mudado.

Nada fizeste de errado Nora!!

Por RMPC, para Up To Kids®

 

SINOPSE
No dia 13 de fevereiro de 2013, aos 13 anos, Marion suicidou-se. A mãe encontrou-a enforcada no seu quarto. Simbolicamente, tinha “enforcado” o telemóvel junto de si. A mãe de Marion escreve este livro, em sofrimento e perplexidade, como um tributo à filha, mas também como um alerta para os perigos do bullying e das pressões das redes sociais nos jovens. Um livro comovente e alarmante, que nos faz pensar num dos maiores perigos da nossa sociedade relativamente aos mais jovens.

marion

FICHA TÉCNICA
Ano de edição ou reimpressão: 2017

Editor: Bertrand Editora
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 233 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Classificação: Memórias e Testemunhos

Ler não é chato. O chato é ser burro!

Em todas as épocas sempre houve amantes da ignorância. Há grupos sociais que defendem a “cultura” como o amor à falta de cultura. A cultura da não cultura. Quando digo cultura — a verdadeira cultura — entenda-se aquela herança milenar em que os povos de diversas matrizes labutaram evoluções técnicas e intelectuais para que hoje pudéssemos falar, por exemplo, de ética, estudar grandes sistemas de pensamentos, debater sobre a possibilidade do transcendente, andar em automóveis confortáveis, teclar nos computadores e até beber uma cerveja ao fim-de-semana. Isto tudo não apareceu do nada, não surgiu de nenhum portal de Hollywood. Foi necessário que homens e mulheres dedicassem as vidas inteiras à leitura, a testes de laboratório e a observações microscópicas ou telescópicas. Eu sei, tudo isto é óbvio. Mas vivemos numa época onde os jovens acreditam piamente que a canábis é uma espécie de milagre natural.

É a demência como sinónimo de saúde e o óbvio como sinal de intolerância.

Porque digo isto? Porque ontem, ao regressar a casa, num autocarro à pinha, ouvi uma adolescente muito bem tatuada, muito bem furada com, talvez, uma dezena de argolas. Estávamos encaixotados num lugar ainda mais compacto que o seu próprio cérebro, e a jovem diz: “eu não leio. Ler é chato, ler e é para quem tem tempo”.

Confesso, que não estava lá muito feliz naquele autocarro – vocês sabem que os gordos transpiram por natureza mesmo quando está frio, agora imaginem às 16h, com 35º centígrados, enfiados dentro de um autocarro cheio de estranhos, entre eles, outros gordos e gordas como eu. Respirei fundo, tentei desviar o pensamento para não me focar na burrice autoproclamada daquele ser exótico.

Aqui o leitor questiona-me: acreditas que o conhecimento se adquire apenas através da leitura? Se foi esta a mensagem que deixei transparecer é porque me expressei bem! É exatamente isso. Ler não é chato, o que é chato é ser burro!

Controlei-me, engoli as palavras, fiquei calado e a adolescente acabou por sair na paragem a seguir, possivelmente para ir aumentar a sua cultura, quem sabe, com mais uma tatuagem. Afinal, ainda havia espaço nos cotovelos e, obviamente, o seu tempo não era gasto com livros mas sim com arte espalhada pelo seu corpo – algo muito mais proveitoso que uma boa literatura de Machado de Assis, óbvio.

Estamos a ensinar às nossas crianças que ler é algo retrógrado. Que a cultura se adquire nos vídeos do youtube e repetindo discursos de militância que alguém decorou. Os jovens estão a aprender que a esperteza é sinal de sapiência, que ser malandro é uma virtude e ser virtuoso é algo para tolos.

Os livros são uma porta para qualquer grandeza que possa ser galgada, e aqui não se trata apenas de grandeza no sentido monetário. Ser rico não é sinal de inteligência. O conhecimento e a grandeza humana são bens que ninguém nos pode tirar, a dádiva de conhecer profundamente algo é uma riqueza que não pode ser contabilizada; aquilo que ninguém nos pode tirar é algo muito mais digno e rico do que qualquer fortuna.

Enquanto não estivermos com estas ideias bem definidas nas nossas cabeças iremos continuar a ter vários tolos a opinar tolamente sobre tudo!

 

Por Pedro Henriques Alves, publicado originalmente em Obvious,

adaptado por Up To Kids®

Um grupo de investigadores da Universidade de Uppsala, na Suécia concluíram que existe um método capaz de estimular a capacidade intelectual das crianças desde tenra idade.  Trata-se de uma plataforma realmente amigável e intuitiva, de baixo custo e fácil acesso para a grande maioria das pessoas.

A pesquisa demonstrou que crianças ou bebés que utilizam esta plataforma, desenvolvem não só a parte intelectual, cognitiva, mas também a capacidade criativa, além de criarem vínculos afetivos mais sólidos.

Em geral, os pais demonstram-se preocupados em encontrar estratégias para desenvolver o potencial dos filhos. Vale tudo: desde passar música clássica enquanto o bebé ainda está na barriga da mãe, até a aquisição de mobiles que se propõem a desenvolver aptidões matemáticas nas crianças.

Os especialistas suecos destacam este método como primordial para alavancar o potencial dos nossos filhos desde criança até à idade adulta.

Mas, nem tudo é perfeito. Este método exige, no mínimo, a aquisição da plataforma e um adulto com tempo e vontade de utilizá-la com a criança. A partir de uma certa idade, a própria criança será capaz de manusear a plataforma, mas mesmo nessa fase, a presença de um adulto, participativo, potencializa os benefícios da metodologia.

A partir dos 6/7 anos, a maioria das crianças deve conseguir utilizar o método de forma autónoma.

Trata-se de Lições Interativas de Visualização e Relacionamento de Ordem afetiva. 
Mas em que consta este método inigualável de estimulação intelectual e emocional da criança?

Ora vejamos as primeiras letras do método: LIVRO!

Daqui, ouço um óhhh de decepção, vindo de um grupo de pais mais tecnológicos, para quem o progresso terá sempre uma
solução melhor do que o passado. Também vejo um sorriso amarelo de alguns pais que esperavam algo mais do que um livro!

O meu lado otimista (que não é muito desenvolvido) consegue supor alguns sorrisos de pais que por experiência própria (são leitores) conhecem o poder que os livros possuem no desenvolvimento do ser humano.

Brincadeiras à parte, há um consenso entre diferentes profissionais de saúde que, se fossemos escolher apenas um método  para desenvolver a capacidade cognitiva das crianças este seria a leitura de livros, já a partir dos 6 meses de idade.

Claro que não é o único e todos são complementares. O brincar criativo e as brincadeiras ao ar livre como saltar, girar, pedalar, nadar, de forma a desenvolver de forma lúdica as capacidades motoras, seria outro.

Obviamente, nenhum método  funciona sem o amor incondicional dos pais!

Repare-se que os gadgets não constam no topo da lista. Isso porque, à partida, sugerem mais passividade e menos criatividade, embora também maior capacidade de reação e reflexos. E convém reforçar que programas muito acelerados, podem desenvolver nas crianças pequenas uma “necessidade” de hiperestimulação. Se não forem hiperestimuladas, sentirão tédio o que pode gerar dificuldades no momento da alfabetização que é, obrigatoriamente, lenta.

Voltando ao LIVRO:  o livro estimula a criatividade na medida em que o leitor (ou, no caso da criança- ouvinte), cria a história na sua cabeça. Serão sempre 3 porquinhos e um lobo, mas cada um cria os seus 3 porquinhos e o seu lobo! Além disso, a proximidade física com quem conta a história cria um momento de vínculo afetivo com contato corporal.

A leitura pode contribuir para a implantação de determinadas rotinas, como dormir ou jantar.  Sinaliza mudanças de ritmo (da brincadeira mais agitada, para um momento mais calmo). Um aspeto pouco lembrado é o de que nós adoramos contar histórias!

Ao contarmos histórias usando os livros unimos a fala com a escrita e podemos desenvolver nos nossos filhos o hábito da leitura. Um hábito que, por não ser natural, precisa ser desenvolvido de forma gradual e prazerosa.

Aliás, hoje em dia, embora haja um grande desenvolvimento nos media, a capacidade analítica e crítica de um indivíduo, o entendimento de complexidades como a vida em sociedade, economia, medicina, engenharia, astronomia, cultura, arte etc. vai depender da capacidade de leitura da pessoa.

Num mundo competitivo essa competência pode fazer a diferença. Além de ser um hábito que produz prazer a quem o desenvolveu.

Se alguém ficou chateado com a brincadeira dos pesquisadores de Uppsala, peço desculpas.
Só queria chamar a atenção, de forma provocadora, para a importância do livro.
E boa leitura com seus filhos!

Texto de Dr. Roberto Cooper, adaptado por Up to Kids®

Educar com Mindfulness | Porto Editora | de Mikaela Övén

No oceano de teorias da parentalidade é natural esbracejarmos e sentirmo-nos perdidos.
Às vezes não basta usarmos o nosso senso comum e são bem-vindas pistas e linhas de orientação
como as que Educar com Mindfulness nos proporciona.
Aliando as ideias base da parentalidade positiva à atenção ao presente recomendada pelas teorias
de mindfulness, somos desafiados a parar para respirar e evitar ao máximo as respostas impulsivas do castigo e
da recriminação.
Para que pais mais calmos possam acarinhar e educar filhos mais calmos.

 

SINÓPSE

Ninguém nos dá a fórmula mágica quando nos tornamos pais. Nem existe um manual que nos ensine a lidar com os desafios diários como as birras, o sono e as refeições.
Estaremos a agir bem? O que é normal em cada idade? Devemos elogiar ou castigar? Quando dizer não? E como compensar o pouco tempo que partilhamos com os nossos filhos?
O Mindfulness aplicado à parentalidade ajuda-nos a pensar a educação de forma consciente e plena. Conheça as ferramentas que Mia Övén sugere para se libertar da culpa e da ansiedade. E viva mais a sua família!

FICHA TÉCNICA

Autor: Mikaela Övén
Nº de páginas: 271
Editor: Porto Editora
Data de edição: Outubro 2015
ISBN: 9789720047779
PVP: 15.50€
mindfulness
Uma sugestão Leituria

 

Como apanhar uma estrela | Editora Orfeu Negro | Texto e Ilustrações de Oliver Jeffers | Coleção:Orfeu Mini

Este é um daqueles livros de poucas palavras mas que carrega uma grande mensagem.
Uma obra que fascina os mais pequenos e os envolve ora num mundo de fantasia ora numa deliciosa poética entre palavras e ilustrações… A não perder!

como-apanhar-uma-estrela_inside
SINOPSE
Era uma vez um rapaz que gostava muito de estrelas. À noite, ia para a janela observar as estrelas e sonhar que um dia teria uma só dele. Imaginava que seriam amigos e brincariam às escondidas. E decidiu partir em busca de uma estrela.

m_como_apanhar_uma_estrela

FICHA TÉCNICA
Edição/reimpressão:2013
Páginas:40
Editor:Orfeu Negro
ISBN:9789898327284
Coleção:Orfeu Mini

Como-apanharUmaestrela

Veja o (maravilhoso) book trailer da Catarina Sobral!

Book trailer COMO APANHAR UMA ESTRELA Oliver Jeffers from Orfeu Negro on Vimeo.

Vou avisando já, com muita antecedência (assim o espero) que, no que toca a herança o melhor é não esperares demasiado.

Não prevejo fazer uma grande fortuna nem ir acumulando casas de praia e grandes carros. Jóias? São poucas, mas com significado, como convém. A maior parte delas do espólio das bisavós e avós, todas elas com a sua história, de que te falarei mais lá à frente.

Deixo-te, ou irei deixar-te, livros. Muitos livros. Alguns deles herdados, outros oferecidos. Juntei parte de mesadas para comprar uma série deles. Há uns quantos com a capa dobrada, à força de serem lidos com demasiada descontração, outros com as páginas amareladas pelo tempo e ainda mais outros que nunca deixaram de cheirar a novo. De alguns gostei tanto que chorei, com outros fui acumulando conhecimentos e outros só me ajudaram a passar o tempo. Se olhares para a nossa estante verás uma colecção algo esquizofrénica, com livros de muitos géneros. Não sou indecisa, gosto é de variedade. E é esta variedade que quero que chegue até ti.

Para que me procures nas mesmas linhas que um dia li, para que me encontres inesperadamente dentro delas. Para que te questiones sobre o porquê de ter sublinhado aquela passagem ou por que será que aquele livro existe em três línguas e eu os li a todos (para que a mesma mestria me tocasse com diferentes sonoridades e as palavras se eternizassem numa amálgama de memórias).

Gostava que lesses os meus livros e, a partir deles, criasses a tua biblioteca, juntando depois as tuas escolhas, provavelmente tão diferentes das minhas. Que mais tarde te venhas a sentar com os teus filhos no colo e leias com eles, como fazemos – e gostas tanto. Quem sabe se daqui a duas ou três gerações não vai haver um nosso descendente a pegar num dos meus livros e a perguntar-se quem era aquela pessoa que tinha a mania de assinar a primeira página de todos eles.

Pode não ser muito, mas é isso que te deixo – os meus companheiros de noites frias e dias quentes, de tardes de vento na praia, de viagens intermináveis e viagens que acabaram cedo de mais, porque queria mesmo terminar aquele capítulo.

São histórias que me ensinaram, que me fizeram viver vidas incríveis, que me despertaram a paixão pela escrita e me deixaram a desejar um dia conseguir escrever assim.

Mas a minha obra-prima já está escrita e és tu. E perdoa-me por só escrever, ainda que com muito amor, os primeiros capítulos da tua existência. Os restantes já são contigo. Perdoa-me, também, por não poder estar ao teu lado para sempre, mas a vida é mesmo assim.

Quando um dia já cá não estiver e sentires saudades minhas, abre um dos meus livros, meu amor. Fecha os olhos e lembra-te das minhas palavras sussurradas ao ouvido. Porque eu vou sempre estar ao teu lado. Seja nos olhos grandes dos teus filhos, seja nas músicas que um dia lhes vais cantar e que aprendeste comigo, seja nos livros que ganham pó na estante da sala.

Mas promete-me que não ficas triste e que acrescentas um ponto ao conto da tua vida. Todos os dias um bocadinho, para que a tua história seja sempre interessante, até ao último capítulo.

Por Marta Coelho, para Up To Kids®

imagem@weheartit

Livro | Posso Ajudar? Receitas Para Dias de Festa!  | Máquina de Voar Editora | Compre aqui |

Depois do sucesso do primeiro livro da coleção Posso Ajudar?, chega amanhã às livrarias o Posso Ajudar? Receitas Para Dias de Festa!

Desta vez as sugestões são da Inês Guterres, que escolheu receitas ideais para dias de festa, doces e salgadas, para muitas ou poucas pessoas. Há para todos os gostos, desde panquecas para uma festa de pijama, passando pelos bolos, gomas e folhadinhos até ao peixe surpresa para um jantar especial.
Este livro foi desenvolvido a pensar em todas as crianças que gostam de ajudar na cozinha.
Tem a particularidade de ter muitas ilustrações. Assim, mesmo quem ainda não aprendeu a ler, consegue perceber quais são os ingredientes necessários e todos os passos a dar.
Agora, já podem ajudar. Bom apetite!

FICHA TÉCNICA
Autoria: Inês Guterres
Ilustrações: Margarida Teixeira
Editora: Máquina de Voar
Dimensões: 200 x 236 x 2 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 32 Ano:2014

receita