Não brinquem com as mães… Elas cospem fogo.

Mesmo!

Estas são as 12 coisas que transformam uma mãe numa mãe dragão, em menos de um fósforo!

  1. Acordar a mãe antes do bebé acordar
    Bom, vamos lá ver uma coisa: A mãe só dorme quando o bebé dorme, por isso, a menos que o bebé tenha acordado, deixem a mãe dormir!
  2. Acordar o bebé
    Têm noção que chegamos a passar horas a adormecer um bebé?! COMO SE ATREVEM A ACORDÁ-LO! Eu não quero saber do porquê, não há motivo nenhum que justifique, a não ser que a casa esteja a arder!
  3. Dar comida ao bebé sem perguntar
    Pensemos com lógica! A mãe é que sabe os horários do bebé – se vai comer agora depois se calhar não almoça/janta/lancha bem…; o que é que o bebé pode comer – Alergias, indisposições, diarreias até ao pescoço….
    Perguntem primeiro, boa?!
  4. Um estranho tocar ou pior, pegar no bebé!
    Quer pegar, compre um nenuco tá!?
  5. Fumar ao pé de um bebé!
    É que nem entendo como é que não cai a ficha! “Ah o fumo espalha-se no ar” – e se eu espalhar os teus miolos no ar?! Ah?!
  6. Dar palpites inúteis. Aliás, dar palpites.
    Já a minha avó dizia: “Se não tens nada de bom para dizer, fica calada!” Mais nada.
  7. Excluírem o teu filho
    Os nossos filhos são os seres mais importantes das nossas vidas. Se o meu filho não tem lugar na tua vida, então eu também não! Ele faz parte de mim, se não gostas, então não gostas de mim. Não me dêem palmadinhas nas costas, não preciso disso. “Quem meus filhos beija, minha boca adoça!”
  8. Fazer visitas estando doente
    Qual é a ideia?! Ele ficar doente também?! E vens cá amanhã às 4 da manhã quando ele tiver a chorar e a arder em febre e a vomitar meio mundo como se fosse a miúda do exorcista?
  9. Comparar crianças
    “O meu não era assim” – pois é, mas eu também não sou assim parva como tu!
  10. Dizer que o bebé é “mau”!
    Mau era o lobo ok! Deixem-se de coisas…
  11. Forçar a criança a dar um beijo
    Se ele não quer, é porque não quer… Xô! Desampara a loja!
  12. Comentar o aspecto da mãe
    A menos que seja para elogiar! De resto, nós estamos fartinhas de saber que parecemos um saco de batatas rançosas… Nós sabemos…

 

image@JamesDalman 

 

Estou sim, bom dia, daqui fala a mãe, em que posso ajudar?

Os filhos são muito parecidos com os clientes. Pensam que têm sempre razão e, quando os argumentos falham, fazem birras. Em desespero, usei com os meus filhos as técnicas de atendimento ao cliente que aprendi em tempos ao trabalhar num call-center. Continuou sem resultar, mas eu diverti-me. Deixo-vos alguns exemplos:

Autoridade

  • Lamentamos que as regras de adesão ao serviço Os Pais É Que Mandam não lhe tenham sido devidamente explicadas, mas podemos garantir que os benefícios associados ser-lhe-ão úteis a longo prazo.
  • Compreendemos o seu desagrado, mas o contrato que mantém com a empresa Pai & Mãe, Lda. tem a vigência mínima de 18 anos, durante os quais as condições do mesmo poderão ser alteradas sem aviso prévio. Caso pretenda, poderá encaminhar o seu pedido de esclarecimentos para o endereço de e-mail: naoqueremossaber@quemmandaaquisomosnos.pt.

Refeições

  • O que me está a indicar é que não vai comer os brócolos até que eu a obrigue, entendi bem?
  • Peço-lhe que não fale com a boca cheia, não consigo entender o que me está a indicar.

Hora do Banho

  • Infelizmente a campanha “Não tomar banho” encontra-se descontinuada, no entanto temos em vigor a campanha de última hora “Vai tomar banho já antes que eu te arraste por um braço”.
  • Compreendemos a sua insatisfação por ter de deixar de ver televisão para ir tomar banho, mas o nosso serviço não disponibiliza o jantar enquanto o banho não for tomado.

Dormir

  • Neste momento são 21 horas e não é possível aderir ao pacote “Não dormir e dar cabo da cabeça aos meus pais”. Pode, no entanto, escolher a opção “Adormecer com o pai em 5 minutos” ou, em alternativa, “Adormecer com a mãe em 3 horas e 15 minutos”.
  • Lamento informar que já esgotou o plafond de histórias, a partir deste momento as luzes serão apagadas e agradeço que durma uma noite descansada.

Birras

  • A Senhora M. é uma cliente muito importante da nossa empresa e temos como objetivo manter a sua satisfação. Garantimos que faremos o que estiver ao nosso alcance para ultrapassar os constrangimentos relacionados com o processo negocial em curso.
  • Compreendo que esteja insatisfeito, mas os seus gritos impedem-me de perceber a totalidade dos seus argumentos.

Vestir

  • Peço-lhe que aguarde um momento, voltaremos a esta discussão sobre que sandálias vai levar para a escola dentro de 5 minutos.
  • Agradecemos desde já que tenha sujado pela terceira vez a camisola que tinha vestida, nada nos deixa mais satisfeitos que ter de lhe mudar a roupa quando estamos com pressa para sair de casa.

Os porquês

  • Trabalhamos constantemente para dar resposta aos seus porquês e procuramos melhorar os tempos de espera. Contamos desenvolver a capacidade de resposta a trinta porquês por minuto dentro de duas a três semanas.
  • Terei de encaminhar a sua questão para o departamento técnico e dar-lhe-ei uma resposta ao seu porquê o mais breve possível.

 Doenças

  • Eu também preferia não ter de aspirar os macacos do seu nariz, mas se o deixar ir para a escola com o nariz cheio de ranho corro o risco de chamarem a Segurança Social.
  • Agradecemos o seu empenho em vomitar na sanita e não no chão, para mostrar o nosso apreço, vamos oferecer-lhe uma Barbie. Esteja atenta à caixa do correio.

 Irmãos

  • Solicitamos que não puxe os cabelos do seu irmão, as penalidades por incumprimento desta cláusula incluem não ver televisão durante dois dias.
  • O período de garantia do boneco da sua irmã já foi ultrapassado, se lhe arrancar a cabeça o mesmo não será substituído.

As possibilidades são infinitas, tal como as birras. Os resultados, esses, são quase sempre os mesmos: uma enorme dor de cabeça.

As mães são a espécie mais fascinante e intrigante que irás conhecer. Na verdade, chegam a ser um bocado estranhas, é preciso tornares-te parte da “manada” para as compreenderes melhor (e mesmo assim, ui ui!).

Existem 10 síndromes que quase todas têm e que justificam os seus comportamentos peculiares (talvez não existam, mas tenta acreditar que sim, torna-se mais fácil lidar com elas).

10 síndromes que caracterizam as mães

1 – Síndrome do Sono de Golfinho

Tal como os golfinhos, que por não poderem adormecer no meio do mar ao longo do dia vão desligando alternadamente cada hemisfério cerebral durante 17 segundos, as mães que se vêem impossibilitadas de dormir várias horas seguidas vão poupando recursos ao manter  um hemisfério cerebral activado de cada vez. Isto pode explicar o motivo de não saberem onde estão as coisas (“viste onde pousei o creme da cara do bebé?“), o facto de repetirem a mesma coisa dezenas de vezes (“já tinha dito isto?“), a emissão de grunhidos em vez de respostas (hummmm), e as respostas que não se lembram de ter dado (“eu tenho a certeza que nunca disse isso“). O cérebro não está a funcionar em pleno, apenas metade está activada de cada vez, por isso haja compreensão (ou então fiquem vocês acordados a cuidar do bebé e irão ver o golfinho virar sereia).

2 – Síndrome das Celebrações Bizarras

“Fez cocó até ao pescoço, fiquei mesmo feliz por o ver tão aliviado“, “Pus o soro e era ranho a sair por todo o lado, que bom!“. Estas e outras frases são ditas diariamente por mães, eu própria já fiz danças da vitória que envolviam a macarena e o moonwalk por motivos destes. Sejamos sinceras – para quem vê de fora estas comemorações são muito maradas.

3- Síndrome do “Nem Contigo Nem Sem Ti”

Ora queremos que os nossos filhos acordem pois estamos cheias de saudades, ora olhamos fixamente para o relógio enquanto torcemos para que seja hora da sesta; ora queremos que vão brincar sozinhos, ora nos vamos meter nas brincadeiras; ora queremos que comecem a ser mais autónomos, ora tentamos fazer com que voltem a precisar de nós; ora temos vontade de os atirar janela fora (salvo seja), ora choramos por termos pensado isso e nos agarramos a eles enquanto fazemos promessas de amor. A maternidade é assim, uma montanha russa em que vamos do ponto mais alto ao ponto mais baixo (e vice-versa) em segundos. Por vezes sentimos que não sabemos o que queremos, queremos tudo e ao mesmo tempo não queremos nada – deixem lá, é da síndrome!

4- Síndrome do “Over and Out”

A comunicação das mães nos parques é das coisas mais hilariantes que existem:

– Olá, tudo bem?

– Sim e com vocês? (entretanto já um dos bebés correu para a ponta oposta do parque)

(passado 5 minutos)

– Connosco também. Ontem vi uma reportagem muito gira era sobre…(lá o bebé a puxa para o baloiço)

(passados outros 5 minutos volta a conseguir aproximar-se da amiga)

– …era sobre a amamentação no primeiro ano de vida.

– Ah, não vi, deu em que canal? (já nem consegue ouvir a resposta, é puxada para ir atrás de uma bola)

Acreditam que conseguimos passar uma tarde nisto? É verdade, uma conversa que na esplanada de um café duraria menos de 10m, no parque rende 2 horas. Se têm dificuldade em arranjar assunto e manter uma conversa, arranjem uma criança e vão até ao parque mais próximo.

5- Síndrome do “Será que?”

Apesar do síndrome de golfinho, as mães dedicam tempo e recursos à procura de respostas para várias questões criadas por si: “Será que ele devia entrar mais cedo/tarde para a creche? Será que lhe estou a dar uma boa educação? Será que devia dar-lhe mais/menos colo? Será que devia praticar outro tipo de alimentação? Será que sou boa mãe?Será…será…será?“. Estas e outras questões assombram a maioria das mães, surgem repentinamente e entram na festa sem serem convidadas; algumas causam um sentimento enorme de angústia e frustração. Embora de início seja difícil lidar com tantas incertezas, com o tempo vamos conseguindo responder com convicção a cada uma destas perguntas.

6- Síndrome de Doraemon (ou para quem se lembra, Sport Billy)

Lembram-se do Doraemon? Aquele gato azul vindo do futuro que tinha uma bolsinha mágica de onde tirava todo o tipo de objectos e engenhocas para ajudar o seu amigo humano Nobita. Pois é, as mães também têm este poder. Faz o teste – experimenta pedir um objecto qualquer a uma mãe, como uma chave estrela ou um palito, vais ver que depois de ela revirar a bolsa do bebé irá encontrar o que acabaste de pedir. Pensando bem, começo a achar que estas bolsas devem ter um fundo falso.

7- Síndrome do Nervo Óptico Latejante

“Já não mama? Ai, eu tinha leite suficiente para alimentar 5 bebés”.

“Ainda não fala? Os meus começaram a falar ainda eu estava no recobro”.

“Faz birras? Eu sempre consegui educar os meus para que não me fizessem passar vergonhas”.

Se repararem, enquanto as mães ouvem estas pérolas um dos olhos começa a ficar semicerrado e vai tremendo, enquanto aumenta e diminui de tamanho (não consigo escrever sobre isto sem que a síndrome dê um ar de sua graça). Esta síndrome é activada com questões descabidas, comentários inoportunos e comparações desnecessárias. Solução: não chatear as mães com conversas da treta.

8 – Síndrome do “Vou só comprar umas calças mas afinal volto com um saco de roupa de bebé”

Um título gigante mas que capta a essência da síndrome. Quantas de nós abrem o armário, reparam que precisam urgentemente de ir comprar umas calças, deslocam-se até ao centro comercial com esta missão e voltam cheias de sacos com roupa para o filho e sem uma única peça para si, inclusive sem as tais calças que tanto precisavam? Tão típico que até dói!

9 – Síndrome de Culpa

Infelizmente, a maternidade e a culpa andam frequentemente de mãos dadas. Essa culpa resulta da própria apreciação das mães, mas também lhes é frequentemente apontada pela sociedade. A criança come pouco? A culpa é da mãe que não faz sopas saborosas. A criança atira-se para o chão no hipermercado? A culpa é da mãe que não a soube educar. A criança adoeceu? A culpa é da mãe que não a agasalha convenientemente.  Os nossos filhotes têm cérebro e, consequentemente, vontade própria, logo nem tudo depende de nós. Além disso, “a culpa” também é nossa cada vez que eles sorriem, que cantam alegremente, que brincam livres, que mostram que são felizes – esta sim é uma “culpa” que nos vai marcar eternamente.

10- Síndrome do Sorriso Babado

Experimentem olhar para uma foto do vosso bebé e tentem não sorrir. Impossível! O mesmo se passa quando os vemos dormir, quando nos olham nos olhos, quando passam aquelas mãos gulosas pelos nossos rostos ou até enquanto se espremem para fazer cocó. Ao falarmos deles, até das coisas que nos agradam menos, acabamos por ficar com os olhos brilhantes e lá vem o sorriso babado. Nós amamos tanto estes seres pequeninos que quase tudo o que fazem nos enche de felicidade, às vezes nem conseguimos explicar o motivo de tanta alegria. Sinceramente, nunca sorri (e ri) tanto como desde que sou mãe.

imagem@weheartit

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Coisas que só nós (mães) sabemos.

6 razões para as mães pensarem primeiro em si

10 coisas estúpidas que insisto em dizer aos meus filhos

 

Guia da Boa Esposa: 12 regras para manteres o teu marido feliz. Sê a esposa que ele sempre sonhou.

Estas imagens foram retiradas de um folheto de 1956 que era entregue às mulheres espanholas que entravam na Sección Femenina, uma ramificação do partido político Falange Espanhola, do general Franco, ditador que governou o país entre 1936 e 1975, ano em que morreu.

Não resistimos em partilhar com algumas adaptações parvas à 2017.

Uma boa esposa sabe sempre o seu lugar

1.JANTAR NA MESA

Planeia com tempo um jantar de Rei para o teu mai’que tudo.

Esta é uma forma de lhe dizeres que te preocupas com ele e com as suas necessidades. Os homens chegam a casa esfomeados. (Calma, ainda estamos a falar do jantar)

Prepara-lhe o seu Prato favorito.
2 2. PÕE-TE TOP

Descansa 5 minutos antes de ele chegar a casa para que te encontre fresca e fofa (Não abuses, 5 minutos não 7 nem 10 minutos). Maquilha-te, penteia-te e põe-te Top para ele. Lembra-te que o teu marido teve um dia de cão com os colegas no escritório (E tu estiveste o dia inteiro em casa a olhar para ontem)
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3. FINGE QUE ÉS INTERESSANTE

O trabalho dele é uma seca e tens de animá-lo. A tua obrigação é fazeres tudo para distraí-lo. Não precisamos de dizer mais nada. Vai distrair o homem, mas não seja muito criativa, não te esqueças que terás de fazê-lo todo o santo dia.
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4. ARRUMA A CASA

A casa tem de estar impecável. Não porque tu gostas assim, mas pelo teu marido. Faz uma última ronda antes de ele chegar (e antes dos 5 min, de repouso). Tira do caminho os livros da escola (que te deves ter esquecido de guarda quando arrumaste a casa!) e põe o chão a brilhar (Nunca se sabe…)
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5. FAZ COM QUE SE SINTA NO PARAÍSO (Acho que é para voltares ao ponto 3…)

Nos meses frios do ano liga a lareira antes da sua chegada a casa (deve ser para criar clima). O teu marido sentirá que chegou a um paraíso de descanso (Descanso? Então mas… enfim, já não sei nada!) Afinal, cuidar da comodidade do teu marido vai trazer-te uma enorme felicidade!


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6. PREPARA OS MIÚDOS
Penteia as crianças,  lava-lhes as mãos e muda-lhes a roupa da escola. Não se trata de uma questão de brio nem de higiene, nem sequer se fala de banho, por isso é tranquilo. É só porque o teu marido gosta de ver os seus tesouros reluzentes.
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7. MINIMIZA OS RUÍDOS
Quando o teu marido chegar a casa desliga as máquina, o aspirador, e cala os miúdos (Nada de ligar as máquinas todas para mostrar serviço). O coitado do homem esteve todo o dia a ouvir barulho no seu trabalho de seca, agora sff sossega.
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8. PÕE-TE FELIZ (Recapitulando, Top e Feliz)
Recebe-o SEMPRE de sorriso de orelha a orelha (podes usar clips para os dias piores, se quiseres) e mostra-te genuína no teu desejo de agradar (É para isso que cá estás, sim?) A tua felicidade é o prémio que dás ao teu marido pelo esforço diário que o coitado (outra vez?)…. Blá, blá, blá, seca do trabalho.
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9. OUVE-O

Até podes achar que a dezena de coisas que tens para dizer são importantes, mas o momento em que o marido chega a casa não é altura para conversetas. Deixa-o falar. Lembra-te que os assuntos dele são mais importantes que os teus. (estavas mortinha por dar ao dente, eu sei!)
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10. CALÇA OS SAPATOS DELE (Figurativamente, claro)
Não reclames se chegar tarde a casa, se sair para se divertir sem ti, se não volta para casa a noite toda. Trata de perceber que o homem tem compromissos e quando chega a casa quer sossego, por isso não chateies, sim? E desliga as máquinas.
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11. NÃO TE QUEIXES
Não o maces com problemas insignificantes (nem conversas da treta). Qualquer problema que tenha é uma formiga comparado com o que o teu marido tem de passar (Depois das noites fora deve estar com umas boas ressacas, e o melhor é dares-lhe um guronsan e saíres de fininho.
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12. FÁ-LO SENTIR-SE GRANDE! (Por mímica, para não fazeres barulho!)
Deixa-o estender-se no sofá ou enfiar-se no quarto a fazer sabe-Deus-o-quê. Tem sempre uma bebida quente pronta. Aconchega-lhe a almofada, e oferece-te para lhe tirares os sapatos! Fala-lhe com uma voz suave e prazerosa. (Sem comentários…)

 

E resumem-se assim os 12 Conselhos  para Salvares o teu Casamento, por isso, de nada.

Porque Uma boa esposa sabe sempre o seu lugar!

13

Quando somos crianças há frases que não suportamos ouvir.

Frases que já ouvimos tantas vezes que nos provocam aquele arrepio da espinha, em forma de “acabou a conversa”. São lugares comuns a que nós já nos habituamos e não surtem qualquer efeito a nível do nosso comportamento ou desempenho futuro. Uma espécie de “enche chouriços” de diálogos perdidos entre pais e filhos.

Frases que nos cansamos de ouvir, e que sabemos e juramos que nunca iremos dizer aos nossos filhos.

Até que nos tornamos pais. E sem percebermos porquê, ou que raio de circuito interno é que nos faz isto, mas quando damos por nós, abrimos a boca e sai um dos nossos pais (às vezes até os dois e em coro!)

E nesse momento apercebemo-nos que nos tornámos oficialmente nos nossos pais!

Estas são 12 das frases que jurei nunca dizer aos meus filhos. E vocês?

1. Eu também não gosto de muita coisa e tenho de aguentar…

Esta é uma frase clássica de resposta aos filhos e que funciona com desabafo silencioso de insatisfação pessoal. É aplicada em diversas situações – uma espécie do “Temos pena” da atualidade.-“Mãe, não goto das batatas” –Eu também não gosto de muita coisa e tenho de aguentar… (enquanto como os restos dos pratos, porque não me posso dar ao luxo de deitar comida fora)
-“Mãe, não gosto da professora.” –Eu também não gosto de muita coisa e tenho de aguentar…( o meu emprego, o meu patrão, o colega que come cebola frita a meio da manhã, porque não me posso dar ao luxo de ficar desempregada)

2. Não vou dizer outra vez!

Esta funciona apenas de reforço. Dizemos sempre mais uma vez, e normalmente logo de seguida:
“Jantar!! Vamos jantaaaaar!!! Não vou dizer outra vez; “todos para a mesa imediatamente! … Lavar as mãos e jantar!”

3. Queres vir por uma orelha?

Normalmente quando dizemos isto já estamos mesmo com a mão na orelha da criança, que vem naquela posição de cabeça de lado para não doer tanto, e vai andando ao nosso ritmo, sem sequer chegar a haver efectivamente puxão doloroso da dita!

4. Queres que te dê uma razão para chorar a sério?

É o mesmo que “Estás aqui estás a apanhar”. Aplica-se sempre que há birras ou choro fácil. É o remédio santo para as lágrimas de crocodilo. “se queres chorar, choras com vontade” (…e já agora no quarto sff)!

5. Só tenho duas mãos!!

As mães aguentam muita coisa e conseguem desdobrar-se em tarefas, mas há situações que são humanamente impossíveis! O jantar está ao lume e estou a dar banho ao do meio que atrasa com histórias intermináveis sobre o que aconteceu na escola, o mais velho está a fazer os trabalhos da escola e vou espreitando para ver se não se distraiu a brincar, e de repente ouço: “Já fiz cócooooóóóóóó!!!, Já fiz cóc….” Aqui impõe-se:JÁ VOU, SÓ TENHO DUAS MÃOS”

6. O teu mal é sono!

Frase aniquiladora de choro fácil, birras, caprichos e desejos. Quem nunca disse que atire a primeira pedra.

7. Não andes descalça! Tira o cabelo da cara…! Veste o casaco! Não roas as unhas! …blá, blá, blá

Pffff, coisas com que eu NUNCA iria embirrar com os meus filhos…

8. Acabou a conversa / Nem mais um pio!

O cansaço dos pais faz com que muitas vezes já não tenham quaisquer respostas válidas nos universo infantil, para as consecutivas perguntas/respostas das crianças. Os diálogos tornam-se exaustivos e saturantes. E quando os filhos não aceitam as nossas decisões, têm uma capacidade de argumentar horas a fio. Ao que temos de terminar a conversa rapidamente, e já não queremos ouvir sequer mais um “mas”. É aqui que, no desespero, nos sai o “Nem mais um pio!”,… e qual é a criança que resiste a não dizer “Pio” a seguir?

9. Se ele saltar para um poço, também saltas?

Quando os nossos filhos insistem em fazer todas as tontices que os amigos fazem…

10. Com tantas crianças a morrer à fome…

Não funcionava comigo e não funciona com os meus filhos: então porque raio me continua a sair esta frase?

11. Porque sim/não não é resposta”

Details please! Não nos cortem a curiosidade com um porque sim/não. Nós queremos saber o que vos vai na cabeça para podermos ajudar. E um porque sim, não nos adianta nada!

12. Porque sim, ou porque eu digo!

Claro que é resposta. Eu sou a mãe e eu é que mando!

 

Por Up To Kids®, com frases enviadas por várias mães, redigido por Madalena Brandão

15 coisas que irritam (mesmo) o seu filho de 2 anos e meio

A fase mais querida mas também mais desesperante nas crianças é, para mim, a dos dois/três anos. São um amor a explorar a fala, mas ainda muito trapalhões para se exprimirem. Começam a experimentar a autonomia, mas querem sempre a mãe. Não querem fazer nada que não lhes apeteça, e  já têm técnica e manha suficiente para nos convencer pelo choro ou birra (vencer pelo cansaço). Fazem aquela carinha de gato da botas quando os repreendemos e, apanhando-se sozinhos destroem um quarto em minutos.

Sem que façamos de propósito, vamos descobrindo aos poucos coisas que os incomoda e irrita. Como fazê-lo?

1. Toque primeiro que ele no botão do elevador, ou do interruptor. Aliás toque em qualquer botão primeiro que ele.

2. Abrace o seu filho de 2 anos com muita força por mais de 30 segundos.

3. Sirva-lhe um prato de salada.

4. Não o deixe escolher qualquer coisa que quer escolher. Diga-lhe que é ao calhas.

5. Não lhes dê um olhos nos olhos quando está a usar a sanita pelas primeiras vezes

6. Não o deixar falar quando estiver ao telefone com alguém que ele conhece (Nem ficar com o telefone na orelha a rir  a ouvir o que dizem do outro lado)

7. Depois de lhe tirar uma fotografia com o telemóvel, não o deixe ver.

8. Não o deixe pôr um penso no dedo sempre que achar que se magoou.

9. Não o deixe beber de todos os chafarizes de todos os parques ou praças do mundo.

10. Pegue num bebé ao colo.

11. Não o deixe fazer batota nos jogos de tabuleiro, ou jogar duas vezes de seguida se lhe apetecer.

12. Mude de umas divisões para a outra da casa sem que ele tenha tempo de a seguir por todas elas.

13. Não deixe o seu filho de 2 anos tirar as meias.

14. Contrarie-o.

15. Não o ajude (mesmo) quando ele pediu especificamente para não o ajudar, e deixe-o preso nas suas próprias calças ou cuecas.