10 confissões banais de uma mãe

No mundo da maternidade é mais fácil julgar do que assumir os nossos erros.

Este mundo construído à volta dos filhos, é um mundo competitivo em que cada mãe está em constante luta para se superar naquele que é o mais importante desafio da sua vida: ser mãe. Ou melhor, ser boa mãe.

Nesta reflexão, lembrei-me de várias coisas que já fiz aos meus filhos e que poderiam ser facilmente julgadas por vocês, e listei-as, por isso quem nunca o fez que atire a primeira pedra.

Deixo as minhas confissões. 10 confissões banais de uma mãe.

1. Confesso que já deixei os meus filhos com a fralda suja tempo demais porque não me apeteceu mudar na altura devida.

2. Confesso que já os levei para a minha cama à noite quando acordam porque tive preguiça de ficar um bocadinho ao frio no quarto deles

3. Confesso que já os deixei não comer sopa algumas vezes, porque não me apeteceu convence-los a comer.

4. Confesso que já cedi a birras só para não os ouvir chorar

5. Confesso que já me ri sem disfarçar depois de terem uma saída malcriada (mas com muito humor…)

6. Confesso que já os deixei sair de casa sem lavar os dentes porque já estávamos atrasados

7. Confesso que já descarreguei neles o meu cansaço ao mínimo “piu”

8. Confesso que já os deixei acordados a ver televisão até mais tarde porque precisava de tempo para fazer qualquer coisa, e adiei a hora de ir para a cama

9. Confesso que já foram para a cama sem comer e sem tomar banho depois de adormecerem no carro, para eu poder ter um serão descansada.

10. Confesso que já menti aos meus filhos. Que já os abracei enquanto dormem, porque é nesse momento que me apercebo do quão importantes, fantásticos e únicos que eles são. E apetece-me acordá-los para lhes dizer isso. E para lhes dizer que vou estar sempre com eles, e que nunca lhes irá acontecer nada, porque eu vou protegê-los para sempre. E por enquanto eles acreditam nisso.

 

Sabes que és uma mãe quando…

Foi perguntado às mãe no wemotherso que significa ser mãe. O que caracteriza este grupo tão heterogéneo, e que faz com que seja tão consistente. Foram milhares as respostas nos comentários. Ficam as melhores.

Sabes que és uma mãe quando fazes mais em sete minutos do que a maioria das pessoas ao longo do dia .

Quando horas felizes são aqueles 60 minutos entre o momento em que os miúdos adormeceram e a hora que vais para a cama

Quando uma noite de bebedeira requer maior recuperação do que uma operação cirúrgica menor.

Sabes que és uma mãe quando um copo de vinho, por vezes, conta como uma peça de fruta.

Quando fazes mini sessões de terapia ao longo do dia com qualquer pessoa que te dê conversa.

Quando ir ao supermercado sozinha é como ir de férias.

Sabes perfeitamente o que é estar no céu e no inferno ao mesmo tempo

Sabes que és uma mãe quando medes a dor física em três níveis, mínima, média e pisar um lego.

Tens a capacidade de ouvir um espirro através de portas fechadas no meio da noite, a dois quartos de distância, mesmo com um ronco tipo caldeira partida ao teu lado.

Preferes ter 40 graus de febre do que ver como qualquer um dos teus filhos sofrem com ela.

Quando preferes dormir do que fazer sexo.

Sabes que és uma mãe quando um banho de 15 minutos com a porta fechada é equivalente a um dia no spa .

Quando fazer xixi em público faz parte da rotina diária.

Quando usas toalhetes para limpar qualquer nódoa e painel de instrumentos.

Trancas-te na casa de banho e finges uma diarreia só para ter um momento de sossego.

Sabes que és uma mãe quando pertences a vários grupos de mães no FB e estás constantemente a dizer que tens de saír de lá.

Quando tens um esconderijo para os teus chocolates, porque na verdade não te apetece partilha-los com ninguém

Quando ficas três dias a lavar a mesma roupa porque te esqueceste de as pôr a secar.

Sabes que és uma mãe quando percebes que estás a ver desenhos animados sozinha, e os teus filhos estão na cama há meia hora.

Quando consegues fazer o jantar, amamentar, falar ao telefone e gritar com as crianças, tudo sem perder o ritmo ou deixar escapar qualquer programa de TV que estás a seguir.

Quando ficas mais entusiasmada com o novo catálogo de roupa infantil, do que com o de adulto.

Sabes que és uma mãe quando decides que vais ficar com o teu carro por mais uma década, porque:
a) não te podes dar ao luxo de mudar
b) Não encontraste um sítio que te saibam limpar manchas de vomitado e leite dos estofos do carro

Sabes que és uma mãe quando no fim do dia, escovar os dentes é uma grande conquista.

 

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És, definitivamente, uma mãe quando…Parte II

És, definitivamente,uma mãe a tempo inteiro quando

Se, antes de ter filhos, eu soubesse…

 

Texto publicado em Huffingtonpost, Traduzido e adapatdo por Up To Kids®

Nota: Todos os textos traduzidos, adaptados e publicados pela Up To Kids® obtiveram a autorização prévia do autor e/ou foram comprados os direitos dos mesmos.

Todos os direitos reservados

Lembro-me como se fosse hoje daquele primeiro momento, do primeiro choro e da sensação que tive quando me tiraram o S. da barriga.

O momento em que passei assumidamente a ser Mãe, aquele em que cruzámos o olhar, os primeiros minutos da vida dele e os meus enquanto uma nova pessoa.O amor pelo S. começou assim que soube que estava grávida e foi aumentando todos os dias.

Lembro-me daquele momento em que soube que era um menino, do momento a partir do qual o meu filho deixou de se chamar “bebé” e passou a chamar-se Salvador.

Lembro-me dos pontapés na barriga, dos meses que passamos juntos num só corpo e dessa preparação para o papel mais importante da nossa vida enquanto mulheres: ser Mãe.

Lembro-me de repetir todas estas sensações quando engravidei da C., da alegria e da bênção de ter exatamente aquilo que queria, primeiro um menino e depois uma menina.

Lembro-me que o amor pelos dois não se dividiu, mas em vez disso mais do que duplicou, lembro-me da felicidade que senti quando também a C. nasceu e passei a ser mãe de dois em vez de um.

Agora que sou mãe há quase 6 anos e que espero o meu terceiro filho, sinto-me ainda mais feliz. Sei que este bebé vai multiplicar a minha felicidade enquanto Mãe, e a nossa enquanto família.

Sinto menos dúvidas e mais certezas, mas ainda assim, tudo continua a ser fascinante e o amor por este terceiro filho cresce a cada dia que passa.

Não me considero uma mãe perfeita nem é isso que desejo.

Quero ser uma mãe autêntica, uma mãe que ama incondicionalmente as suas crianças, uma mãe que ouve, respeita, que educa, que põe de castigo quando é preciso, que lhes dá beijinhos e abraços só porque sim e que lhes diz ao ouvido “gosto muito de si”.

Uma mãe que sabe que não é perfeita mas que não mudaria nada mesmo que pudesse.

Porque ser Mãe é errar e aprender com os erros, é crescer também a cada dia que passa com as conquistas dos nossos filhos, é querer ser melhor e uma inspiração para eles quando crescerem.

Por isso, quando me perguntaram há uns dias o que eu mudaria enquanto Mãe, se pudesse voltar a trás, eu respondi
“sinceramente, nada”.

Por Filipa Cortez Faria,
para Up To Lisbon Kids

Fotografia de capa @shot fotografia

 FILIPA CORTEZ FARIA,32 anos, dietista de formação, especializou-se no tratamento do excesso de peso e a nutrição clínica é a sua atividade principal. Desde que foi mãe, há 5 anos, apaixonou-se pela moda infantil e pelo mundo das crianças, e foi depois do nascimento do seu segundo filho, que decidiu criar o Blog My happy kids. Um blog de moda infantil e lifestyle, onde partilha as suas escolhas e os kits da C. e do S., de 3 e 5 anos, o crescimento de ambos e aborda outras temáticas, tais como a decoração infantil e a nutrição.

 

Blog My happy kids – http://fcfkidsdesign.blogspot.pt
Facebook – https://www.facebook.com/filipacortezfariakidsdesign
Instagram  –   http://instagram.com/myhappykids
Pinterest – http://www.pinterest.com/filipacortez

Viajar com filhos – pequenos e grandes – e gastar pouco dinheiro é possível ainda que seja um verdadeiro desafio.

A primeira questão é: quando viajar?

Para conjugar férias escolares com as melhores promoções viajamos sempre nas férias do Carnaval. Este ano, por exemplo, os voos de ida e volta para Copenhaga custaram cerca de 70 euros por pessoa.

Março não é o mês ideal para visitar cidades mais frias – na Dinamarca muitas das diversões fecham até Abril, o que tem um lado positivo porque vemos por fora e não gastamos dinheiro -, mas o frio resolve-se.

Se é o único adulto para várias crianças aposte nas mochilas – uma mochila para cada filho com um livro ou um brinquedo e um lanche para a viagem, e uma mochila tipo campismo para si com a roupa.

Três mudas de roupa, escovas e pasta de dentes, um gel de banho multiusos e um bom creme hidratante (a melhor proteção para o frio).

Aposte num bom casaco,luvas e gorro (ou chapéu se o destino tiver sol). Se tiver filhos com menos de três anos leve um sling ou um carrinho tipo bengala para os momentos de cansaço e para algumas sestas.

Onde ficar?

Há imensos sites onde pode alugar apartamentos particulares
airbnb, homelidays, homeaway -, ou opte por apartamentos nos sites de reservas – como o booking.

As vantagens são todas: têm cozinha, têm máquina de lavar roupa, têm espaço, são mais baratos e têm quase sempre internet.

A desvantagem é não terem direito a pequeno almoço buffet, mas os miúdos dão sempre lucro ao hotel.

Escolha um alojamento no centro da cidade, aquilo que poderá ter de mais caro é o que vai poupar em transportes.

No primeiro dia, em jeito de reconhecimento do território, dê um pequeno passeio à volta de casa e vá ao supermercado. Faça compras como se estivesse em casa, a ideia é tomar um bom pequeno almoço e um jantar quente em casa, sair cedo e regressar cedo, aproveitando a luz do dia.

Nas mochilas tem que haver sempre comida: fruta descascada, cenouras cruas, bolachas sem ingredientes que sujem, ovos cozidos, sandes e água.

O que visitar?

As crianças não pagam nos museus e todas as cidades têm museus fabulosos. Andem a pé pela cidade e observem a arquitetura e os pormenores.

Arranje vários mapas grátis e deixe que os miúdos risquem os percursos e escolham lugares onde querem ir.

Antes da viagem faça uma lista dos sítios onde quer ir, mas tenha em conta que é apenas uma referência porque viajar com miúdos – e o segredo serve para tudo na vida – implica baixar as expectativas.

Não vamos conseguir ver a cidade como faríamos se estivéssemos sozinhos, com amigos ou em casal, mas vamos ter experiências inesquecíveis.

Cá em casa já sabem que nem sequer entramos em lojas. Mas o mais velho pôde escolher uma recordação para comprar.

Da Dinamarca veio a garrafa de uma bebida tradicional e uma pedra. Não veio mais porque , apesar de as pedras serem grátis , ele sabe que tem de transportar o que compra na sua mochila.

É outra regra a contribuir para a poupança.

 LUA_9987CATARINA BEATO | Dias de uma princesa

Nascida em Lisboa. Criada em Almada, no “lado esquerdo do Tejo, no lado certo da vida”. Aluna de cadernos irrepreensíveis e um medo irracional que me passassem a bola. Cheia de certezas absolutas, perdidas na idade adulta. Trabalhei em (quase) tudo. Trabalhei muito. Fui estagiária e escrevi legendas. Viajei e escrevi manchetes. Perdi-me , reencontrei-me, voltei a perder-me. Fiquei desempregada. Decidi (re)aprender a viver.Produzo conjugações de caracteres com muitas formas. Alimento um diário que se tornou público e que me aquece aquilo a que chama alma [Dias de uma princesa]. O que mais gosto: escrever histórias. Histórias de amor. Seja qual for a forma de amar.Sou mãe, apaixonada, orgulhosa, galinha e chata, de dois rapazes. Sou a mesma miúda de Almada que ouvia músicas em repeat num quarto desarrumado com vista para o Tejo. Sou suburbana, mimada e menina-do-meu-pai. Sou mãe. É essa a minha essência.

 

7h00 de mais uma manhã atarefada mas com tempo para se fazer tudo com alguma tranquilidade – só não sabia que seria só por uns minutos…
Uma criança para vestir, lavar, pentear, mimar e um peixe esquecido numa água esverdeada por tantas outras prioridades.
Mas hoje dava tempo e impunha-se e muito bem a atenção ao Tomás Nemo.
Confesso que peixes nunca foi o meu forte (mas ofereceram-lhe!) e mudar a água deles sabendo que os tenho que tirar para um recipiente e que nos podem presentear com saltos acrobáticos do mais impressionante que há, é algo para mim aterrorizador.
Sempre tive a sorte de conseguir convencer de tempos a tempos amigos ou familiares para me ajudarem nessa tarefa. Mas hoje não podia adiar mais e eis que sem medos arrisco-me confiante!!!
Passo a primeira fase,mesmo que a muito medo e num sufoco, mas com distinção.
Lavo o aquário, e preparo-me para o devolver ao seu habitat quando me surge um Gabriel na cozinha com um doce e ternurento “bom dia“! – mas o Suficiente para eu olhar para trás e tentando esconder o meu nervosismo salta-me o Tomás para o meio
Do chão da cozinha.
P Â N I C O. I M P O T Ê N C I A.
Impotência é a palavra e profunda inércia.
“Gabriel.. filho… o Tomás Nemo tem  que ir para o aquário, sabes? Tenho que o apanhar e com as mãos molhadas… consegues filho? agarrar nele porque ele escorrega-me? É fácil!!! ”
E encorajei-o… mesmo… mas, infelizmente, sem sucesso.
“oh mãe é só agarrar nele não faz mal, e ele já esta molhado!”
Pois é.. Inércia. impotência.
Tentei. Não consegui. Que vergonha! Que parvoíce esta! E o tempo não pára, nem o peixe … e o olho dele … de lado… ai!ai!ai!
Nisto já estava mais que atrasada! Pronto, vamos vestir Gabriel rápido! E seguem-se as desculpas, a profunda culpabilizacao a mim própria etc… Demorei cerca de 10 minutos,  seguida sempre de inúmeras questões pelo pequeno Gabriel, e saímos de casa com a promessa de um novo peixe. Ao saír cruzo-me com o porteiro, que cumprimento na rotina diária e eis que dou uma volta imediata de 180º:
“Sr. Adenilson, importa-se de subir comigo e me ajudar a apanhar um peixe que me saltou pro meio do chão e eu não consegui apanhar?”
E ele pergunta : “Foi há muito tempo?”

Na realidade já tinha sido há cerca de 15 minutos, mas com vergonha, assumo, menti: “Não!.. foi há cinco minutos!”

Subitamente agarra nas chaves, fecha a portinhola e diz:
“Vamos menina vamos já!” E eu sem hesitar : “Sim vamos!” E esquecemos elevador, fomos a correr pela escada seguido do Gabriel! E como um espia sôfrego e determinado entra-me pela casa em direcção aos quartos e eu grito “Não! nao é por aí! é por aqui na cozinha!” e ele inverte o sentido em passo de corrida.
Abranda quando se depara com o Tomás e aproxima-se cuidadosamente. O Gabriel também. Eu, medrosa e envergonhada assisto encostada à porta, ao Tomás a entrar na água limpinha e preparada mas eu, sem esperança nenhuma.
O porteiro deita o peixe na agua e no seu sotaque brasileiro começa a soprar para dentro de agua: “Vai Rapá! Réspira rapá! E soprava..soprava… soprava!!! E aí moleque?!”
E olha para mim com um sorriso em crescendo dizendo: ele
“Tá mareado dona…. Tá zanzando da cabeça! “

Soprou mais duas vezes e o porteiro e o meu filho: “ehhhh já tá bom!!! Tá vivo!!!! Viva!!!! “

Não queria acreditar…. Só disse: cheguem-se para lá, vou pô-lo
no seu sitio para ele ver que a vida continua, e está tudo normal!!!
O meu sorriso, meio tímido mas a saltar de felicidade por dentro tal como o do Gabriel , e o porteiro também!  Reconheço a minha limitação, mas não me deixei vencer e a solução tem que estar por perto sempre! Tratei desde então daquele peixe como ninguém e tornei-me uma  expert no assunto.

E quanto ao Tomas Nemo , é um peixe do outro mundo, e eu devo ser uma alien para ele.

Já esta connosco ha 5 anos.

para Up To Lisbon Kids

 

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A maternidade nasceu comigo. Correu-me nas veias desde o meu primeiro suspiro ao sair da barriga da minha mãe. Quando me imaginava adulta, imaginava-me sempre dentro de uma casa linda e com uma catrefada de filhos por ali ao meu redor. Todos morenos, todos vestidos de igual, todos lindos.

Sempre fui aquela miúda a quem os pais das crianças pediam para dar um olho aos pequeninos porque eu tinha imenso jeito e paciência, diziam eles. Os crescidos. Tirei o curso de educadora de infância, não apenas para poder trabalhar com crianças, mas porque me imaginava a cumprir o meu papel de mãe na perfeição e nada melhor que um curso de educadora para me por no topo dos conhecimentos de como ser mãe e educar. Sempre tive certezas em relação aos meus filhos. As certezas foram todas pelo ralo! E não foi preciso muito…

Bastou ver os dois riscos encarnados naquele baton branco. É impressionante como somos sempre tão certas em relação aos filhos dos outros e com os nossos isso nunca acontece.

A partir daquele instante, tinha uma vida a crescer dentro de mim. 25 anos a sonhar com aquele momento. E naquele preciso momento, tão esperado, encontro-me lavada em lágrimas.

Algumas de alegria, outras de incrudelidade. (Como se eu não tivesse feito de propósito para aquilo acontecer.) Mas a maior parte das lágrimas eram de medo, de ansiedade, de respeito. Segue-se a ida ao médico, a confirmação daquilo que já sabíamos e a ecografia com um feijão minúsculo e feio que ninguém consegue interpretar. E um coração a bater. O coração do nosso filho! Que raio! Este milagre da vida é tão grande!!! Como é que conseguimos ter um coração a bater nas nossas entranhas?! E como é que aquele compasso acelerado consegue mexer com todas as nossas ligações nervosas e com todos os músculos no nosso coração e deixar-nos extasiadas de amor, de felicidade!!!

O nascimento dos meus filhos trouxe-me o maior dos sentimentos. Com todas as expressões clichê que se pode encontrar alguma vez escritas. O maior dos maiores amores. O maior dos maiores terrores. Temos medo de perder um pai ou uma mãe, temos medo de perder um marido, até um cão. Mas só de pensar em perder um filho, até nos falta o ar.

E eu que me achava a super conhecedora mãe, formada em educação de infância e possuidora de todas as respostas para todas as dúvidas, percebi que afinal, os filhos são os nossos maiores professores.Que nos ensinam a amar, a respirar, a não ter pressa, a desvalorizarmos o que, até então, achávamos que era um problema.

De repente, passamos para segundo plano. Vivemos em função dos horários das maminhas, dos choros, dos sorrisos. Os dias passam a ser contados pelas horas de amamentação. Os anos passam a ser contados pelo aparecimento dos dentes, pela primeira sopa, pelos primeiros passos.

Percebemos que somos tão mais pequenos e tão maiores do que pensávamos. É contraditório. Mas ao mesmo tempo, os nossos filhos são tão mais e maiores do que nós. Mas nós somos tão maiores por conseguirmos gerar vida dentro de nós.

E de repente, transformamo-nos nas pessoas mais importantes da vida de alguém!!! E isso é mágico! A maternidade não é fácil!

Nada fácil e mente quem disser que sim.

Mas é tão boa!

Por Kiki, Família de 3 e 1/2
para Up To Lisbon Kids

Uma boa mãe ama os seus filhos

Uma boa mãe amamenta – por seis dias, seis semanas, seis meses, ou seis anos, porque sabe que é o melhor, porque é natural, porque tem apoio, porque pode e consegue, porque é mais fácil, porque na verdade ninguém tem nada a ver com isso.

Uma boa mãe dá suplemento raramente, ou dá de vez em quando ou dá sempre, porque tem que ser, porque não têm apoio à amamentação, porque tem apoio mas não consegue amamentar,  porque é mais fácil, porque a bomba não vai fazer o que é suposto , porque na verdade ninguém tem nada a ver com isso.

Uma boa mãe consome produtos biológicos porque pode, porque quer, porque tem canas de pesca, porque os filhos gostam e vão mesmo comê-los, porque não têm outra opção, ou talvez tenha.

Uma boa mãe trabalha fora de casa porque tem de ser, porque quer, porque gosta, porque quer ensinar aos filhos que a mulher tem um papel activo no mundo do trabalho, porque é a melhor escolha para a sua família.

Uma boa mãe fica em casa com os filhos porque tem de ser, porque quer, porque gosta, porque quer ensinar aos filhos que a maternidade pode ser um trabalho a tempo inteiro sem culpas nem desculpas, porque é a melhor escolha para a sua família.

Uma boa mãe faz bolinhos. Uma boa mãe não faz bolinhos. Uma boa mãe tenta fazer bolinhos e faz discos de hockey no gelo.

Uma boa mãe planta um jardim orgânico, e tem uma casa imaculada. Uma boa mãe planta-se na sala a dobrar meias, e tem pelo menos um desenho rabiscado na parede.

Uma boa mãe nunca grita com os filhos. Uma boa mãe grita com os filhos e de seguida pede desculpas por ter perdido a paciência. Uma boa mãe grita com os filhos e não pede desculpas, porque de vez em quando as crianças precisam de saber que passaram dos limites.

Uma boa mãe sabe quando precisa de descansar, e descansa.  Uma boa mãe sabe quando precisa de descansar mas nem sempre o pode fazer. Uma boa mãe nem sempre se apercebe que precisa de descansar, e depois dá consigo a fazer ou dizer coisas que todas as boas mães fazem e dizem quando estão cansadas demais para pensar e agir em condições.

Uma boa mãe vai a todas as festas da escola. Uma boa mãe às vezes não pode ir às festas da escola. Uma boa mãe tenta compensar quando não vai às festas da escola.

Uma boa mãe toma conta dos seus filhos. Uma boa mãe por vezes não pode tomar conta dos seus filhos. Uma boa mãe pede ajuda. Uma boa mãe, às vezes não tem quem a ajude.

Uma boa mãe, por vezes, escolhe dar um filho, por mais que o seu coração morra para sempre, porque é a única solução que existe.

Uma boa mãe erra. Uma boa mãe ajuda outra mãe quando erra. Uma boa mãe, por vezes, não se lembra de ajudar outra mãe quando a vê errar.

Uma boa mãe perdoa.

Uma boa mãe preocupa-se.

Uma boa mãe tenta ser uma boa mãe.

Uma boa mãe ama os seus filhos.

 

Por Annie Reneau para Scary Mommy, autorizado, traduzido e adaptado por e para Up To Kids®

Quando uma mulher engravida, a sua identidade muda. Deixou de ser a Ana, a Maria, a Madalena, passa a ser a grávida. Futuramente, será a Mãe. Isto implica uma integração de algo novo na identidade da mulher. Este processo pode ser mais ou menos tranquilo,independentemente de a gravidez ter sido desejada e/ou planeada.

A gravidez é um estado que prepara e precede uma modificação contínua e permanente: a maternidade.

O desejo de uma gravidez pode não coincidir com o desejo da parentalidade e será esta uma das tarefas da grávida: preparar-se para uma modificação na sua identidade. Ensaiar cognitivamente papéis e tarefas de parentalidade, iniciar o processo de reestruturação para incluir o novo elemento, incorporar a existência do filho na sua identidade, aprender a aceitá-lo como pessoa única, com vida própria, são tarefas psicológicas da gravidez.

Estar grávida também signfica testar a funcionalidade do corpo. Especialmente em situações de prévia infertilidade ou em casos de fantasias relacionadas com este tema, o engravidar significa que se “é capaz” em termos físicos e fisiológicos. Em situações em que a gravidez está associada a dificuldades na imagem corporal, a mulher pode sentir que deixa de ter controlo sobre o próprio corpo, surgindo questões relacionadas com o aumento de peso, a produção de leite ou questões como: “voltarei a ter o mesmo corpo?”.

Muitas vezes estas situações estão relacionadas com preocupações prévias à gravidez, relativamente à imagem corporal.

Durante toda a gravidez e, depois, no puerpério, a mulher terá tarefas de desnvolvimento que se relacionam com este importante passo no ciclo de vida. Em primeiro lugar tem que existir espaço para aceitar a gravidez, o que costuma desenvolver-se no primeiro trimestre.

Independentemente do planeamento ou desejo desta gravidez, é natural que surjam ambivalências: “será que vai correr bem?”, “vou ter apoio?”, “vou-me adaptar a este estado?”.

Por volta do segundo trimestre, a mulher terá que aceitar a realidade do feto. A mãe concebe o bebé como parte de si e a sua atenção centra-se nas transformações corporais. Com os movimentos fetais e ecografias, a representação do bebé vai-se tornando mais autónoma e começa a aceitação da diferenciação mãe-feto, que é fundamental para a ligação emocional. Surgem fantasias acerca dos cuidados maternos, imagem física do bebé, temperamento e nome. A grávida acaricia a barriga, fala-lhe e canta-lhe. Esta comunicação verbal e tátil é o indicador externo dos processos intrapsíquicos desta etapa.

A grávida também terá que reavaliar a relação com os seus próprios pais. Os momentos mais gratificantes e também os mais dolorosos são revividos e podem conduzir a um maior contacto e proximidade com a figura materna (a futura avó materna).

A relação com o parceiro também será restruturada: ao papel de companheiro romântico soma-se o papel de pai do bebé. As rotinas, o relacionamento afetivo e sexual serão restruturados e a relação prévia do casal é determinante em termos do nível de conflito que possa surgir durante a gravidez e no puerpério.

No terceiro trimestre e no puerpério vive-se a separação física do bebé, e este terá que ser encarado como indivíduo separado. Aí, a mulher confronta o bebé real com o bebé fantasiado e o grande desafio da parentalidade começa, sendo a grande exigência a de saber interpretar e responder adequadamente ao comportamento do bebé.

Dra. Marta Russo, Psicóloga Clínica/Psicoterapeuta, Healthy Mommy,
para Up To  Kids®

A verdade sobre ter um terceiro filho

O primeiro filho

Quando temos o primeiro filho, sentimo-nos o centro do universo: nunca ninguém teve um bebé antes, e este é o evento mais importante na história do mundo.

Somos capazes de dormir uma sesta todas as tardes e passeamos orgulhosas de mão na barriga à espera do grande dia! Sentimo-nos calmas e estamos sempre a rir. Adoramos as más disposições de grávida porque é sinal de que o bebé está a crescer. Fazemos uma alimentação saudável, de preferência com produtos biológicos, tomamos as vitaminas todas e não bebemos álcool. Estamos informadas e avisadas. As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras de partos complicados. O nosso Obstetra fala connosco e seguimos os seus conselhos religiosamente.

A verdade sobre ter o terceiro filho

As pessoas desdobram-se para ajudar nas compras, dão-nos as roupas dos seus filhos que já não vão usar. E ficam, realmente, entusiasmadas com a tua gravidez. Todos querem tocar-nos na barriga. E perguntam-nos, onde quer que vamos “É o primeiro?” Quando dizemos que Sim recebemos um grande e caloroso sorriso de boas vindas a este mundo novo da maternidade. Dizem-nos que vai ser a melhor coisa que já nos aconteceu na vida. E nós acreditamos.

Devoramos toda a literatura da especialidade, assinamos a “Pais e Filhos” e outras revistas on line.

Montamos o quarto do bebé, planeamos como vai ficar, pintamos ou colocamos papel nas paredes. Passamos horas a investigar qual a melhor espreguiçadeira baloiço, o melhor sling e os melhores arneses. Protegemos todas as tomadas e esquinas da casa, mudamos os detergentes para um armário mais alto e que, para abrir a porta, é necessário inserir um código de 8 dígitos.

Cortamos cuidadosamente as etiquetas da roupa do bebé, e lavamos tudo duas vezes com um detergente super-XPTO orgânico, amigo do ambiente, e especial para a pele dos bebés.

O meu filho não vai usar chucha, não vai chupar no dedo, vai mamar para sempre.

Vou virá-lo todas as noites para não ficar com a cabeça achatada. Não vai assistir televisão até aos 8 anos, nunca vai ter telemóvel, nem piercings, e nunca vou deixar entrar brinquedos ou roupa dos desenhos da televisão em minha casa, como o Ruca ou a Dora.

A verdade sobre ter o terceiro filho

O segundo filho

Quando engravidamos do segundo filho, o mais velho é o centro do universo. Já nos esquecemos de todas as coisas de bebé, e só podemos gozar a gravidez à noite, quando o primogénito está a dormir.

Nunca mais dormimos durante o dia, porque o mais velho já deixou a sesta. Quando entramos no 2ª trimestre de gravidez parece que estamos grávidas de 6 meses. Sentimo-nos stressadas e gritamos muito. Adoramos as más disposições de grávida porque são um bom motivo para descansarmos um bocadinho. Comemos os restos do prato do primeiro filho, tentamos não beber álcool, e às vezes, lembramo-nos de tomar as vitaminas.

Ficamos saturadas com a informação e os conselhos.

As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras sobre os filhos mais velhos que fazem mal aos bebés. Esquecemo-nos de metade dos conselhos do nosso Obstetra.

Os amigos que já não querem ter mais filhos começam a “despejar”, em nossa casa, as coisas  de que já não precisam. Quer precisemos ou não. Todos querem tocar-nos na barriga. E perguntam-nos, onde quer que vamos, “É o primeiro?” Quando dizemos que Não, afastam-se com um ar desapontado…

Vamos buscar a literatura da especialidade, mas arrastamo-la por semanas sem sequer conseguir dar-lhe uma vista de olhos.

Recomeçamos a ler a Pais e Filhos, mas agora interessamo-nos por outros tópicos, tais como facilitar a adaptação do irmão ao bebé que vai nascer. “Expulsamos” o mais velho da cama de grades, sem cerimónia, e dizemos-lhe que agora é um crescido e, por isso, vai dormir numa cama de crescidos. Fazemos a “reciclagem” dos brinquedos de bebé para perceber os que ainda dão para aproveitar, lavamos os lençóis do berço, compramos uns autocolantes de parede e um par de fraldas de recém-nascidos. Está feito o quarto do bebé.

Olhamos para as espreguiçadeiras-baloiço, os slings e arneses, e questionamo-nos se vale a pena tirar aquilo da garagem.

O nosso filho mais velho já retirou todas as protecções das tomadas da casa e continua vivo, por isso não as repomos. Os detergentes estão debaixo do lavatório com um fecho anti-crianças.

Lavamos as roupas de bebé com detergente normal. Compramos um conjunto de bodies e deixamos perto do berço. De certeza que vai dar jeito. Eles só vão assistir à TV quando estivermos muito cansadas, resmungonas, ou a fazer o jantar. Eles só vão ter uma consola quando tiverem 3 anos. Nunca vão ter piercings. O Ruca e a Dora já fazem parte la de casa.

Já esquecemos tudo sobre planos de nascimento, e estamos ansiosas por aqueles 3 dias no hospital para fugir ao caos de nossa casa. Vai saber bem o descanso.

Carregamos o telemóvel e verificamos se a net funciona, pois pretendemos ficar toda a estadia no Facebook. Não vamos preocupadas com o parto, mas questionamo-nos quanto à amamentação. Levamos protectores de silicone e cremes para o peito. Pelos sim pelo não levamos a bomba e dois biberãos. Só por causa das tosses.

A verdade sobre ter o terceiro filho

O terceiro filho

Quando engravidamos do terceiro filho, o mais velho, em idade pré-escolar, e o segundo, até agora o mais novo, acham-se o centro do universo. Não sabemos que estamos grávidas até percebermos que aqueles 3Kg a mais não são graças ao apetite enorme que temos tido. Parecemos umas mortas-vivas, e aprendemos a dormir as sestas de olhos abertos durante as aulas de natação ou de ballet. Parece que estamos grávidas de 6 meses assim que acabamos de conceber. Só não estamos stressadas quando estamos a dormir. E, quando estamos a dormir, ressonamos.

Andamos com sacos de vómito na mala para sobreviver às más disposições da gravidez, e deitamo-los fora com as fraldas descartáveis. A nossa refeição principal é o almoço. Todas as outras são a correr ou não existem. Se os nossos filhos não comem salada nem vegetais, porque é que nós havemos de comer?

Nem sequer tentamos deixar de beber álcool, até insistimos num copo de vinho, mas sabe pessimamente, e enfrascamo-nos em baldes de leite com chocolate.

Compramos vitaminas no dia em que descobrimos que estamos grávidas, e esquecemo-nos de as tomar durante toda a gravidez. Redefinimos a palavra “eternidade” baseadas nas constantes perguntas do filho mais velho sobre se “é hoje que o bebé nasce?

Ninguém se dá ao trabalho de nos dar conselhos ou informações sobre bebés. Todos pensam que somos loucas ou irresponsáveis. E assumem que foi um acidente. Olham-nos de soslaio no supermercado quando nos veem com dois miúdos, mais um a caminho, 2 cachos de bananas e vários iogurtes. As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras sobre os filhos do meio que acabaram por se tornar psicopatas. Ou políticos. Vemos o Obstetra no dia do parto.

As amigas que já não vão ter mais filhos, já perderam peso, estão giras, com um ar descansado e relaxado. Podem sair à noite e ter vida social. Não sentem nada mais do que pena por nós.

Perguntam-nos, onde quer que vamos “É o primeiro?” Quando dizemos que é o terceiro, riem-se à gargalhada e vão-se embora.

Já não  temos nenhuma literatura de especialidade como tínhamos, e já não há dinheiro para pagar assinaturas. Folheamos diversas revistas  à espera de nos inspirarmos sobre o nome da criança. Tiramos o segundo filho da cama de grades num ápice, e treinamo-lo a largar as fraldas ainda antes de nascer o bebé. Se tudo correr mal, vamos a rapidamente comprar outra cama de grades.

Vamos desencantar fraldas de recém-nascido que tinham sobrado dos outros, e pomos junto ao berço. Está feito o quarto do bebé.

Olhamos para o enxoval do bebé, que já passou pelos irmãos, e embora coçadinho, vai ter de dar.  Instalamos uma TV no quarto dos miúdos. Nunca vão ter piercings antes dos 16 anos. A Dora e o Ruca estão por todo o lado….

O bebé nasce. E há-de ir para o infantário.

Este filho vai fazer-nos perceber a quantidade de amor de que um coração humano é capaz. Vamos olhar para os mais velhos com outros olhos, e perceber o doloroso que é estar longe deles. Vamos olhar para o nosso marido e ficar eternamente gratas por estes três maravilhosos filhos que ele nos deu, e desculpá-lo por (quase) tudo o resto. A nossa vida é agitada, confusa e barulhenta, alguns  gritos, frustrações e muito amor. Teremos muitos daqueles momentos de cortar a respiração, aquelas experiências únicas, aqueles dias fantásticos que fazem com que nunca nos venhamos  a arrepender das escolhas que fizemos.

 

(…continua…)

A derradeira verdade sobre ter um quarto filho

traduzido e adaptado com autorização por Up To Kids®,

artigo original de Shannon Meyerkort
@Scary Mommy

As mães estão de serviço 24h/dia, o que faz com que muitas das vezes, comecem a apresentar sinais de cansaço extremo. Esta situação, faz com que todas as teorias que tão arduamente tentamos pôr em prática diariamente, se dissipem num estalar de dedos, e comecemos  a aplicar métodos pouco ou nada pedagógicos (mas muito criativos) para alcançar o resultado que queremos, sem dramas, nem complicações.
Aqui fica uma lista das 20 mentiras mais usuais neste universo:

  • Diferente o teu peixinho? Como assim? Está exactamente igual, só se cresceu! 
  • A fada dos dentes não apareceu? Hum, se calhar teve muitas casas para ir e deixou algumas para o dia a seguir…. Vais ver que hoje aparece, deixa ficar o dente debaixo da almofada! 
  • Não é sopa de abóbora. É de cenoura!
  • O ipad está sem bateria.
  • Já não vendem pilhas para esse brinquedo, que pena. Mas ainda dá para brincar, agora só não faz a sirene de bombeiro!
  • O meu chocolate? Podem comer mas é picante. Quem quer?
  • No centro comercial:
    -Pronto, olha o segurança a falar no walkie talkie. Já chamou alguém para vos vir buscar. PAREM DE CORRER!
  • Hum, era óptima ideia fazer panquecas agora, mas não temos açúcar suficiente… fica para amanhã…
  • Se não arrumarem o quarto vou buscar um saco de plástico e dou os brinquedos todos aos pobrezinhos!
  • A auxilias Ana lá da escola telefona-me sempre que não comes o lanche todo.
  • Não se pode fazer barulho aqui, vejam ali escrito (e aponto para a primeira placa que aparece… só funciona até aos 5 anos!)
  • Claro que fui comprar os cromos, só que estavam esgotados. Agora só há na próxima semana.
  • Não tenho aqui moedas…
  • Deixa ver se o dente está quase a cair… juro que não vou fazer nada!
  • Eu sei que não lavaste os dentes, porque eu tenho um poder que deteta quando os meninos estão a mentir.
  • Quando mudamos de marca de iogurtes ou cereais:
    É impossível estar diferente. É exactamente a mesma coisa. Só mudaram o rótulo.
  • O Bobby foi para uma quinta de cães e agora é muito feliz lá!
  • Vou jantar fora mas não demoro nada… é possível que chegue antes de adormeceres, mas não fiques à espera! (- Dentro de poucos anos, são os meus filhos a dizer-me isto…)
  • Não tenhas medo eu estarei sempre aqui para te proteger. (… i wish)
  • Achas que eu te ia mentir? (Ups…esta é daquelas que… sem comentários…o karma vai usa-la contra mim!!! E os meus filhos também, muito brevemente!!!)

 

Tem mentiras(inhas) diferentes para nos contar? Deixe um comentário!

 

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