A vida não começa com o nascimento do bebé, apenas continua” e, por conseguinte, o bebé dentro do útero materno já desenvolveu costumes e hábitos próprios. Quando chegado o momento em que se deparam com uma nova realidade, muitos desses hábitos continuarão a fazer parte do dia-a-dia do seu bebé, tornando a sua vida no exterior muito mais confortável.

Com estes 5 truques conseguiremos que os bebés se sintam mais familiarizados e à vontade com o seu envolvimento, encarando esta mudança com tranquilidade:

  1. Alguns especialistas recomendam que não utilize luvas para as mãos do seu bebé. A explicação é simples: durante a gestação o bebé esteve em contínuo contacto com elas, ajudando-o a situar-se e na auto-exploração. Após o nascimento os bebés continuam a reproduzir este comportamento e, com luvas, sentir-se-ão estranhos ao ter algo nas suas mãos que os impede de sentir o que existe no mundo que os rodeia.
  1. Uma das posições preferidas de alguns bebés é colocar-se encostado à parte superior da sua cama, com a cabeça em contacto com a mesma. Tal acontece pois os bebés, no final da gestação, adquirem uma posição cefálica e pressionam constantemente, com a sua cabeça, a pélvis da mamã. Deste modo, após o nascimento, procuram a parte superior do berço de modo a sentirem-se mais seguros.
  1. O olfato é um dos sentidos que se desenvolve no decorrer da gestação. É graças a este sentido que o bebé, acabado de nascer, consegue encontrar o peito da mãe, guiando-se pelo olfato. Assim, o período da amamentação é um momento que tranquiliza o bebé, permitindo-lhe cheirar a mamã e fazendo-o sentir que não está sozinho.
  1. Pensemos que o bebé, enquanto está dentro a barriga da mãe, viaja sempre acompanhado. Deste modo é normal que após o nascimento, quando se encontrem sozinhos no berço, com cheiros, sons e luzes diferentes dos que conhece, se assustem e chorem. Um som familiar pode ajudar o bebé a acalmar-se: uma música que tenha colocado para ele ouvir durante a gestação ou um batimento do coração, som este que é bastante familiar por ser parecido ao que ouvia dentro da barriga da mamã.
  1. É certo que, no interior do ventre materno, o bebé é capaz de abrir os olhos e inclusive de poder distinguir algumas mudanças de luminosidade, quando esta é mais intensa. Contudo, durante a maior parte da sua vida intrauterina, encontra-se totalmente na escuridão. No momento do seu nascimento a luz intensa incomoda e assusta o bebé. Deste modo, um ambiente com uma luz ténue e suave tranquilizará e irá relaxar o seu bebé.

Certamente que com estes conselhos o seu bebé sentir-se-á mais comodo e familiarizado com o seu envolvimento. Contudo, sempre que o seu bebé chorar, não hesite em pegá-lo ao colo e colocá-lo junto ao peito, falando com ele num tom meigo e suave, pois este muitas vezes precisa de se sentir protegido, não gostando de estar sozinho.

“A ansiedade é o medo mal controlado que as crianças sentem ao dormirem sozinhas” – Adolfo GómezPapí, médico neonatologista.

A figura do pai é muito importante no decurso de uma gravidez. Este deverá envolver-se e estar presente, participando na compra de artigos para o bebé, acompanhando a companheira no curso de preparação para o parto, fazendo feliz a mãe do seu bebé.

Não há nada que uma futura mamã mais deseje do que sentir-se protegida, mimada e cuidada pelo seu companheiro, sentindo-o ao seu lado num momento tão incrível como é a gravidez. Em qualquer etapa da vida de uma mulher é importante que o seu companheiro a respeite e deseje, mas nesta etapa da gravidez é talvez onde a mulher necessita de mais atenção por parte do futuro papá.

No curso de preparação para o parto, em workshops e na maioria dos livros sobre a gravidez fala-se e responsabiliza-se o futuro pai pela felicidade da futura mamã. Contudo coloquemo-nos, por um momento, no lugar do homem: supondo que este estava disposto a ser pai e que ficou bastante entusiasmado quando soube da novidade, nunca (e volto a repetir, nunca!) sentirá o que sente a mulher desde o primeiro momento em que engravida. As principais diferenças são a nível hormonal, pelo facto de a futura mãe sentir o bebé a mexer-se e pela observação das modificações corporais que vão ocorrendo, que faz com que a mulher esteja consciente, a todo o momento, que existe um bebé a crescer dentro de si.

No caso dos homens tal não acontece e, por isso mesmo, o vínculo afetivo com o bebé fica mais difícil de se estabelecer. As ecografias 4D, por exemplo, ajudam a que os futuros papás comecem a criar este vínculo: ao ver a carinha do seu bebé e ao entender que o ser que está dentro da barriga da sua companheira sente, ouve e, em alguns momentos, até pode sorrir.

É difícil para um homem saber gerir uma situação como é a paternidade. Após o nascimento do bebé muitos homens não se sentem ligados afetivamente a ele. Toda a mudança radical que ocorre ultrapassa-os um pouco. Além disso o bebé inicialmente não interage, apenas dorme e come, e em nenhuma dessas tarefas é necessário que ele esteja presente.Todas estas tarefas são realizadas normalmente pela mãe e, deste modo, o seu vínculo tem sempre tendência para crescer.

A vida de uma mulher muda radicalmente contudo a natureza prepara-a para esta mudança. A mudança no homem é mais lenta e a vinculação ao bebé vai crescendo, demorando mais tempo mas acontecendo aos poucos.

O bebé recém-nascido e a mãe funcionam como uma só pessoa. Esta união é tão forte e estreita que, em algumas situações, os pais podem sentir-se um pouco colocados de parte e até dececionados ao não cumprirem as expectativas que haviam idealizado. Além disso, sofrem uma pressão constante e o seu comportamento é analisado “à lupa” sempre que estão perante uma nova situação, provocando nos papás um stress adicional.

O vínculo do pai ao seu bebé aumenta ao longo do tempo e, na grande maioria dos casos, é cada vez mais forte ao longo do crescimento do bebé. Assim, todas as emoções devem ser respeitadas e entendidas. A paciência, o amor, o mostrar interesse pelo como a sua companheira se sente, fará com que tudo corra de forma mais natural perante esta nova etapa. Ser pai é algo que se aprende, sendo o tempo e a paciência os melhores aliados.

imagem fornecida pelo autor

 

A vencedora do passatempo Ecox 4D – Centro Imagem 4D Pré-natal, é:

  • Andreia Filipa Ferreira Moutinho.

    PARABÉNS! Obrigada por terem participado!

Para reclamar o prémio siga as instruções enviadas por e-mail.
Caso não tenha recebido um e-mail, por favor verifique a caixa de spam.

ecox

 

Este passatempo foi oferecido pela Somewhere by Tiago f Moura, em parceria com a Up To Kids®.

A Up To Kids® em parceria com a Ecox 4D – Centro Imagem 4D Pré-natal vai oferecer uma Ecografia Emocional 3D/4D, e descontos a TODAS as participantes!

A ecografia em 3D permite obter imagens do bebé fixas e com volume, ou seja, tridimensionais. Assim, os ecógrafos 3D têm um software que transforma uma eco 2D em imagens tridimensionais. Graças a este procedimento conseguem-se imagens do bebé quase tão detalhadas como numa fotografia.
A ecografia 4D é uma ecografia 3D com movimento, em tempo real.

COMO PARTICIPAR | REGRAS

1. Fazer like nas páginas Up to Lisbon Kids e Ecox 4D Portugal
2. Partilhar no Facebook (ao público) com tag para 3 amigos. (Guarde o link de partilha para nos enviar caso seja a vencedora)
3. Preencher o seguinte formulário 

O passatempo é válido de dia 04.02.16 até dia 28.02.16.
O vencedor será sorteado através do programa Random.com.
Os vencedores serão anunciados publicamente.
Apenas estarão habilitadas ao sorteio pessoas cumpram as 3 regras de participação.
A partilha deverá ser publica para a podermos seguir.
O mesmo utilizador pode concorrer mais que uma vez (máx 10 participações/pessoa/dia), desde que em cada participação cumpra novamente as regras impostas, e os nomes do tag sejam sempre diferentes.
Ficará habilitado o nº de vezes que concorrer
Os vencedores serão avisados por mail, e terão 15 dias após a receção do mesmo para reclamar o direito ao prémio.
Passado o prazo, ficará sem efeito.

Boa Sorte! <3

Alguns estudos demonstram que os bebés no útero materno, além de crescerem e se desenvolverem, são capazes de aprender. Graças a novas tecnologias, como é o exemplo das ecografias 3D, é possível obter-se imagens das competências que os bebés adquirem durante o decorrer da gestação. O reflexo da sucção, a ingestão, o toque… são algumas das ações que o bebé começa a fazer de modo a desenvolver os seus sentidos.

Segundo um estudo da Universidade de Helsínquia (Finlândia) os recém-nascidos podem inclusivamente reconhecer pseudopalavras (i.e. um termo que não existe no léxico, embora possa ser pronunciado) aprendidas durante a gestação. Neste estudo, os investigadores utilizaram sensores encefalográficos de modo a registar a atividade cerebral dos bebés na área responsável pela memória. Esta investigação foi realizada com grávidas que se encontravam no último trimestre da gravidez. Durante o decorrer da mesma, a gestante deveria reproduzir várias vezes por semana uma gravação com sons e vozes humanas. Após o nascimento, os bebés foram submetidos à escuta da mesma sequência de sons e demonstraram uma reação neuronal de reconhecimento, o que não aconteceu com os bebés do grupo de controlo.

Uma investigação das universidades de Durham e Lancaster, em Inglaterra, descobriu que os bebés, no útero materno, já bocejam. Também através de ecografias 4D obtiveram imagens que demonstram que o bebé começa a bocejar desde muito cedo no período gestacional.

O bebé também “brinca” dentro da barriga da mãe – move-se, dá pontapés e brinca com o cordão umbilical (agarra-o, coloca-o na boca e puxa-o). É devido a todo este “treino” que o recém-nascido possui força para pegar no dedo do adulto, quando este o coloca junto do bebé.

Chuchar no dedo da mão ou do pé é também uma forma de aprendizagem, preparando o recém-nascido para a alimentação.

A vida intrauterina é um mundo magnífico e, embora ainda muitos factos estejam por descobrir, os avanços científicos e tecnológicos aproximam-nos cada vez mais desde mundo anteriormente desconhecido. Contudo, muitas questões estão ainda por ser respondidas.

No plano emocional, por exemplo, existem já algumas investigações que demonstram como os bebés sentem determinadas emoções e são capazes de perceber quando a mãe se encontra em estado de alerta. Deste modo, e neste momento tão importante da vida da futura mamã, esta deverá cuidar de si e repousar quando necessário, comportamentos vitais para que este fenómeno aconteça com menos frequência.

O fantástico mundo do ser humano começa no útero materno e a consciência deste princípio é fundamental para que o bebé se encontre bem, tanto a nível físico como emocional.

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Como adormecer o bebé

Após o nascimento, durante os primeiros dias de vida, um bebé dorme bastantes horas por dia, acordando para a alimentação e logo volta a adormecer. As noites são, normalmente, a pior altura do dia. Pautadas pelas cólicas, o acordar constante do bebé, entre outros fatores que fazem com que o descanso dos pais passe para terceiro plano.

Após várias noites sem dormir e algum cansaço acumulado é quando a criatividade dos pais começa a dar os seus frutos, inventando mil e um truques para adormecer o bebé e, assim, poderem finalmente descansar. Os truques são vários: colocar o bebé no carrinho e andar com ele pela casa, cantar para o bebé e embalá-lo, ligar o secador do cabelo e até gravar o batimento de um coração e colocá-lo como se de uma canção de embalar se tratasse.

Este é um tema bastante discutido entre familiares, amigos e mesmo entre o casal.

Atualmente, a psicológica foca de duas maneiras muito distintas como solucionar esta situação.

Por um lado temos o método o Dr. Estivill, com o seu famoso livro “Método Estivill: Um guia rápido para os pais ensinarem os filhos a dormir”.  Este método consiste em ensinar os bebés, a partir dos 6 meses de idade, a dormirem sozinhos. Este autor refere-nos também que os bebés adquirem hábitos incorretos de sono e acostumam-se ao que os pais lhes “ensinam”. Por exemplo, se o bebé se habitua a que antes de dormir tem de ser embalado pela mãe com uma determinada canção, quererá adormecer sempre dessa maneira. Caso a mãe algum dia não o possa adormecer desta maneira, ou não possa estar presente durante o processo de adormecer o bebé, este irá com certeza chorar e será muito mais difícil que adormeça.

Este método foi fortemente criticado e é de difícil aplicação devido às questões emocionais inerentes e que afectam os recém-papás. É certo que durante a aprendizagem o bebé poderá chorar mas os pais deverão manter-se firmes e não ir logo a correr ter com ele.

No outro extremo deste tema temos uma corrente da psicologia que defende a criança natural e a educação baseada no cuidado e no carinho. Nesta vertente podemos encontrar autores como Carlos González, com o seu livro “Bésame Mucho, Como Criar os Seus Filhos com Amor”. Este autor refere que se o bebé chora não é por manipulação mas sim porque precisa dos pais. Se estes estiverem sempre presentes, a abraçar e mimar o bebé dar-lhe-à mais confiança e segurança.

Esta é uma forma de satisfazer as necessidades do bebé em todo e qualquer momento. Neste método não se pensa nas necessidades da mãe ou do pai.

Pretendemos conforto nas nossas vidas? Ou queremos sacrificar-nos durante um período de tempo?

Existem decisões que são difíceis de tomar.

As noites sem dormir e o cansaço acumulado fazem com que os pais não saibam muito bem o que fazer. É recomendável que os futuros pais, antes de se depararem com esta situação, tenham bem claro de que maneira irão educar o seu bebé para dormir. Deverão ler sobre o tema e tirar as suas próprias conclusões.  Assim prevenirão algumas  inseguranças nas futuras longas noites que estão por vir. Aquelas que terão como música de fundo o choro do seu bebé.

Ser pais é um caminho de constante aprendizagem e que começa com a gravidez. É nesta etapa que os futuros pais ainda possuem tempo disponível que posteriormente não vão dispor. Desfrutar do mesmo é importante. Mas não se esqueça de si. É também importante ler um pouco sobre puericultura de modo a ajudar a entender melhor o bebé que aí vem.

 

A gravidez é um dos períodos mais bonitos para uma mulher. No entanto, implica uma série de alterações que para muitas mulheres podem ser difíceis.

Durante os primeiros meses de gravidez, as mudanças físicas começam a ser evidentes. A roupa deixa de servir e começa a despontar um pouco uma barriguita que não se sabe muito bem se é de um bebé ou de ter comido uma bela feijoada. Mas o que mais afecta a futura mamã são as alterações hormonais que, em alguns casos, pregam uma partida e levam a que a sensibilidade aumente consideravelmente.

Para ultrapassar estas situações, pode ajudar a futura mamã oferecer um mimo a si própria de vez em quanto, pensar no bebé e inclusive, ver a sua carinha antes de nascer fará sentir que tudo o que está a passar é por um bom motivo. Além disso, pode desabafar com o médico, com uma amiga ou com a sua mãe, mas quem pode de facto fazer a futura mamã mais feliz é o seu companheiro.

O companheiro é o apoio da futura mamã: quando toca na barriga, quando a deseja do mesmo modo que antes de estar grávida, quando cuida e relembra como a mamã está bonita todos os dias. Assim, tudo será mais fácil.

Felizmente, cada vez mais o homem do século XXI entende de uma forma mais profunda qual é o sentido de ser pai e que, uma vez tomada a decisão, deve ser assunto a 3: a mamã, o papá e o bebé. Frequentam as aulas de preparação para o parto, acompanham a futura mãe ao obstetra e sentem mais interesse pelo estado da sua companheira neste momento. Mas quantos papás acariciam a barriga? É comum ouvirem-se comentários do género “Tenho oportunidade de falar com o bebé, quando nascer. Agora não me ouve”.

Estudos científicos têm vindo a demonstrar que o facto do papá falar para a barriga leva a que o bebé comece a reconhecer a sua voz e até pode responder com um pontapé. Além disso, estes bebés quando nascerem, ao ouvirem a voz do papá tranquilizam-se e bebem melhor o leite.

Ser pai é toda uma experiência e essa experiência começa desde o momento da concepção. Antes pensava-se que os bebés não sentiam, no entanto, as novas investigações trazem muitas informações e uma delas é que o bebé pode ouvir desde a semana 16.

A maior parte do que o bebé ouve é o fluxo de sangue através do sistema circulatório, o movimento dos intestinos e o batimento do coração da mamã, os quais proporcionam uma espécie de mantra tranquilizante e claro, também ouve a voz da mãe e outros sons externos.

Não devemos subestimar o bebé, nem pensar que ele não reage perante diversos sons ou sensações da mãe, já que o bebé está a aprender para poder sobreviver no ambiente novo que o espera e no interior da barriguinha da sua mãe está a desenvolver todos os seus sentidos: olfacto, paladar, tacto, visão e audição.

Como se tudo isto fosse pouco, ainda existem certas hormonas, como o cortisol (hormona do stress), ou pelo contrário, as endorfinas (hormonas da felicidade) que podem atravessar a barreira da placenta e afectar o bebé de um modo ou de outro. Portanto, o estado da mãe, a sua felicidade, ansiedade, pode chegar até ao bebé.

Hoje em dia, sobretudo no mundo desenvolvido, dá-se bastante importância ao controlo pré-natal, mas em muitas ocasiões se esquece de cuidar ou controlar os estados emocionais. A futura mamã está a viver um momento único, mas também delicado, em que as suas emoções, em certas ocasiões, a pode controlar.

Há muitas formas de envolver o companheiro, mas a melhor opção é enviar mensagens de amor, tentando que se ria e que se sinta feliz. Assim conseguir-se-à um melhor bem-estar para o futuro bebé que está a caminho. Um caminho longo e por vezes complicado, que necessita de muito carinho, paciência e compreensão.

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