Esta imagem já não é recente. Mas deparei-me com ela, e é daquelas imagens que vale a pena imortalizar. Foi tirada por um enfermeiro da maternidade Zuatzu de San Sebastián, em Espanha, no inicio de 2013.

Poucos minutos depois de nascerem, os gémeos Daniel e Maria surpreenderam os enfermeiros, os médicos e até os próprios pais: deram as mãos.

Segundo reportagem do “El Mundo”, o Dr. Javier Rodríguez, que fez o parto dos gémeos, diz que nunca viu um caso como esse – “Foi algo quase instintivo, penso que cada um procurou o outro inconscientemente, porque as suas mãos entrelaçaram-se assim que se encontraram […] É como se quisessem prolongar fora do útero a sensação de se sentirem unidos”, relatou ao jornal.

Quatro meses depois do nascimento, a mãe disse à imprensa que a ligação entre ambos continuava visível. “Se os deitarmos juntos na cama, sorriem um para o outro e dão as mãozinhas. É muito bonito. Não sei se é algo único deles ou se acontece com todos os gémeos, mas é algo que chama a atenção”, conta a mãe Naiara Díez.

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=wYjqBsK36mU]

Se, antes de ter filhos, eu soubesse as noites que ia passar em claro…

Se eu soubesse a quantidade de fluidos corporais que ia limpar ao longo da infância dos meus filhos

Se eu soubesse o quanto o som da palavra “Mãe? Mãe? Mãe?” me ia pôr os nervos à flor da pele ao longo de uma década (mínimo)

Se eu soubesse que ia demorar mais na casa de banho, só para ter um tempinho para mim

Se eu soubesse que esses momentos roubados na casa de banho iam quase sempre ser interrompidos por algum dos meus filhos a bater ininterruptamente na porta

Se eu soubesse a quantidade de vezes que ia ter de repetir as mesmas ordens, os mesmos avisos e as mesmas chamadas de atenção

Se eu soubesse que a solução mágica para as queixinhas, choros, desobediências, faltas de respeito, e para a preguiça só ia ser eficaz apenas metade das vezes

Se eu soubesse que amar os meus filhos não significava gostar deles o tempo todo

Se eu soubesse que às vezes ia chorar no duche por ser o único sítio onde conseguia estar sozinha

Se eu soubesse que em determinada altura ia sentir-me, de tal maneira, “num oito” que só de pensar em entrar em ação com o meu marido, me causava arrepios

Se eu soubesse que nunca mais ia ser capaz de concentrar-me em nada de alma e coração, senão nos meus filhos

Se eu soubesse que a situação não fica mais fácil à medida que os filhos crescem, apenas se complica de formas diferentes

Se eu soubesse o quanto me ia preocupar a possibilidade de falhar enquanto mãe

Se eu soubesse que ser mãe ia ser, para sempre, um desafio permanente

Eu tinha tido os meus filhos na mesma.
Porque se não os tivesse…

Não saberia o que é o milagre de ter uma vida a crescer dentro de mim

Não saberia que o cheirinho da cabeça de um recém-nascido faz-nos sentir no paraíso

Não saberia o que é a magia de ter um bebé a dormir nos meus braços, e nunca mais querer pô-lo no berço

Não saberia o que é a imensa felicidade de ver um filho a dar os primeiros passos, a comer sozinho, a andar de bicicleta, ou ler um livro inteiro pela primeira vez.

Não saberia que o riso dos meus filhos, pode alegrar o pior dos meus dias

Não saberia como um simples e inocente olhar de espanto, me derrete o coração

Não saberia o quão fantástico é assistir diariamente à evolução de uma criança que eu trouxe ao mundo

Não sentiria o orgulho de ver o meu filho a viver situações complicadas, e a desenvencilhar-se com base nos ensinamentos que lhe transmiti

Não viveria a alegria desenfreada que é ver os meus filhos a triunfar.

Não saberia o gratificante que é desafiar-me diariamente para ser uma mãe melhor.

Não saberia que ser mãe ia ajudar-me a entender algumas questões por esclarecer desde a minha infância.

Não saberia que ao transformar-me numa mãe ia encontrar uma versão mais profunda, mais forte, e mais verdadeira de mim própria.

Não saberia o que é o amor incondicional dos filhos.

Não sentiria a energia e a força desta poderosa forma de amar, que só uma mãe/pai conhece.

Não saberia que a dor e as armadilhas que nos aparecem no caminho são superadas pela beleza, alegria e pelas maravilha desta viagem.

Por tudo isto, se eu soubesse na verdade o que era a maternidade, eu teria feito tudo como fiz…!

… Se calhar, teria aproveitado para dormir um pouco mais antes de ser mãe.

 

Por Annie Reneau, publicado originalmente em Scary Mommytraduzido e adaptado com autorização por e para Uptokids®


imagem@Luna Belle

 

LER TAMBÉM…

Carta às mães mais que perfeitas

As 7 primeiras vezes depois de sermos pais

Amor de mãe

Há fotografias dos nossos filhos que não podemos publicar na net!

Hoje li no blogue A Mulher é que manda um post sobre a fotografias dos nossos filhos na net, e tratando-se um tema tão sensível como a segurança e pedofilia e/ou rapto, achei obrigatório trazê-lo para a Up To Kids® de forma a chegar ao maior numero  de leitores possível.

Não é nada que não saibamos e que não estejamos alerta, mas por vezes tornamo-nos descuidados mesmo com o que nos é mais importante na vida. Será que está a seguir à linha as instruções de segurança, quando se trata de colocar fotografias dos seus filhos na internet?

«Há fotografias dos nossos filhos que não podem estar na internet. Não podem ou não devem, dependendo da vossa opinião sobre o nível de segurança, a que devem sujeitar a exposição das fotografias dos vossos rebentos.

 

Apresento-vos hoje meia dúzia de cuidados a ter, ao partilhar fotografias de crianças:

1 – Fotografias de bebés só de fralda, nus ou a tomar banho.
Muitas vezes estes retratos são raptados por verdadeiros pedófilos e colocados a circular em várias redes criminosas. Lembre-se que pode acontecer com qualquer uma de nós e já se descobriram inúmeros episódios destes em Portugal.

2 – Fotografias de crianças com a farda do colégio.
Já cometi esse erro, aqui me confesso. Neste caso foi no Facebook e já lá fui apagar. Através da farda facilmente se identifica a escola e por vezes até o ano que frequentam. Se um criminoso tiver acesso ao nome dos pais, da criança e da escola… o resultado pode não ser positivo. É só uma questão de não nos “pormos a jeito”.

3 – Fotografias com pistas sobre a morada da criança
Sempre que fotografem os vossos filhotes perto de casa, tenham o cuidado de não captar prédios, nomes de lojas ou montras que possam denunciar o sitio onde mora. Pelo menos nas fotografias que tenciona partilhar na web.

4 – As fotografias que os seus filhos não quererão ver divulgadas quando forem mais crescidos.
Todas sabemos que o bullying está na ordem do dia e sempre que partilharmos alguma gracinha dos nossos filhotes, devemos ter em conta que eles poderão não achar graça alguns anos mais tarde. Ou pior, poderão outros tentar aproveitar-se dessa exposição exagerada.

5 – Fotografias de crianças sem que os pais tenham autorizado.
Imaginem que uma “amiga” de uma amiga resolve partilhar a fotografia do vosso filhote numa daquelas páginas com um número gigante de fãs. A proliferação da dessa foto pode vir a ser quase infinita. É impossível poder depois controlar ou contactar as pessoas que tiveram acesso a ela. É quase como publicar uma fotografia de uma criança num jornal de grande tiragem, sem pedir permissão aos encarregados de educação. Digo é quase pois é pior. Uma fotografia na internet pode chegar mais longe que qualquer capa de jornal em papel.

6 – Fotografias com identificações de GPS.
Muitos dos telemóveis com GPS, se não desligarmos essa função, tornam publico, no vosso Facebook ou Instagram, o local de onde vocês estão a partilhar as fotografias. Já pensou que um ladrão ou um raptor poderá ter acesso aos seus passos ou antecipar o horário das suas deslocações?»

 


Imagem @Jill Greenberg

Por regra, assim que um casal engravida do primeiro filho, surgem as questões das preferências de género, e com isso os argumentos que defendem o porquê da escolha do rapaz ou da rapariga. Na verdade o que queremos é que eles sejam saudáveis, mas existir uma preferência faz parte das expectativas e da excitação de vir a ser mãe e pai.

Se for uma rapariga o pai (embora a criança ainda esteja em fase de gestação) começa de imediato a preocupar-se e a pré-ocupar-se com pensamentos sobre, como será quando a sua menina trouxer o primeiro namorado para casa.

O psicólogo Dr. Kelly Flanagan, deixa-nos uma carta para a sua filha relativamente ao seu futuro marido, que pretende que todas as raparigas e rapazes possíveis futuros maridos de alguém leiam, na esperança de que reflitam sobre este tema.

«Minha querida,

Há dias eu e mãe estávamos a fazer uma pesquisa na net, e enquanto escrevíamos no motor de busca, o Google mostrou uma lista das frases mais procuradas do mundo. No topo da lista estava “Como mantê-lo interessado?”

Fiquei incrédulo. Comecei a desbravar inúmeros artigos sobre “como ser sexy e sexual,” “quando levar-lhe uma cerveja vs uma sandwich”, e “quais as maneiras de fazê-lo sentir-se inteligente e superior”.

Senti-me irritado..

Minha querida, não é, nunca foi, e nunca será uma tarefa tua “mantê-lo interessado.”

A tua única tarefa é saberes no fundo da tua alma que tu és digna de interesse. (Se te conseguires lembrar que todas as outras pessoas também são dignas de interesse, as batalhas na tua vida estarão praticamente ganhas. Mas isso é conversa para outra carta)

Se confiares no teu valor, vais ser uma pessoa atraente no mais importante sentido da palavra: vais atrair um rapaz interessante e que vai querer passar a sua vida a investir no aumento do seu interesse por ti.

Minha querida, eu vou falar-te desse rapaz. O tal que nunca vais precisar de o “manter interessado”, porque ele sabe que tu és interessante, e ele vai manter-se interessado.

  • Não importa que ponha os cotovelos na mesa – desde que ponha os olhos na forma como o teu nariz se enruga quando te ris. E que não consiga parar de admirar-te.
  • Não importa que não possa jogar golfe comigo – desde que brinque com os vossos futuros filhos, e que te reveja neles, quer nas suas saídas brilhantes quer nas suas frustrações.
  • Não importa que não seja muito ambicioso, desde que siga sempre o seu coração, e que o leve sempre de volta para ti.
  • Não importa que não seja um homem forte, desde que te dê espaço para usares a força do teu coração.
  • Não importa nada quais as suas convicções políticas, desde que todas as manhãs ao acordar te escolha como dona do seu coração.
  • Não importa qual o tom de pele dele – desde que pinte a tela das vossas vidas com pincéis de paciência, sacrifício, vulnerabilidade e ternura.
  • Não importa se é católico, budista ou ateu – desde que tenha sido criado para valorizar o sagrado, e que como sagrado considere cada momento da vida que passa contigo, e que passam em família.

E por fim, minha querida, se conheceres um homem que reúna estas características, mas que não tenha nada em comum comigo, não te preocupes, pois teremos sempre a coisa mais importante do mundo a ligar-nos:

Temos-te a ti.

Porque no fim, minha querida, a única coisa que deves fazer para “mantê-lo interessado”, é seres tu própria.

do teu, eternamente interessado em ti,
Pai.»

 

Crédito carta@ UnTangled

Imagem@popphoto

Se pretender aceder ao ficheiro de audio da carta original, clique aqui.

38 máscaras de Carnaval para fazer com Tule

Há inúmeras máscaras giras e divertidas, especialmente para meninas, que se podem fazer com tule. Elas adoram e os resultados são surpreendentes.

Se sabe costurar, mãos à máquina que o Carnaval está à porta! Mas ainda há tempo:

1º Escolha o disfarce

2º Compre o material

3º Comece imediatamente porque o tempo está a passar!

 

Boa sorte!

 

Crédito imagens
Sparkle Box
The train to craizy
Etsy

Tenho saudades daquela altura da minha vida em que podia fazer tudo sem quaisquer preocupações, responsabilidades ou consequências!

Lembram-se desse tempo?

Da altura em partíamos cabeças porque caiamos das árvore enquanto nos escondíamos para pregar uma partida? Do tempo em que andávamos tanto de bicicleta que chegávamos a ter de trocar os pneus por ficarem carecas! Sim, isto foi no tempo em que uma bicicleta durava uma vida!

Quando os pais só ralhavam se chegávamos depois de anoitecer porque o combinado era voltar sempre antes do sol se pôr!

Details

Enquanto pai que sou, tenho muitas vezes a sensação que o tempo pode curar quase todas as nossas maleitas, sendo que o desaparecimento de um Pai, de uma Mãe ou de um Filho é certamente a mais dura de todas elas.

Em inúmeras ocasiões, desesperei com o trajecto de progressão do meu filho varão de 7anos de idade, na medida em que este tinha e tem pavor de dormir sozinho ou de livremente movimentar-se pela casa argumentando que vê um “velhinho” que não é visto por mais ninguém.

Muitas vezes pensei que estaria a fazer algo de mal, ao não perceber a sua irritação e desinteresse pelas tarefas escolares e a enfurecer-me pelo seu alheamento de tudo o que não fosse respeitante ao Spider Man, Batman, Homem de Ferro ou ainda a jogos electrónicos.

Surpreendentemente, no dia de ontem, notei que este meu filho, não só estava muito satisfeito pelo facto de a sua professora o ter elogiado, como também irradiava entusiasmo com tudo aquilo que tinha sido o seu dia e discorria assertividade sobre o que iria fazer no futuro.

Tal inesperado salto do ou no tempo, injecta felicidade no coração de qualquer pai que se preze, e eu naturalmente não fujo à regra.

Vendo bem, quando os anciãos falam sobre o tempo e os seus efeitos certamente não o fazem vão.

No dia de hoje, dei comigo a pensar que este “salto no tempo” do meu filho é indiciador de que muito em breve deixarei de ter razão de queixa com a sua progressão e só poderei vigiar a sua evolução.

Até lá, mais ou menos à hora de dormir vou-me aninhando com ele na cama à espera de ver o meu ou o nosso “velhinho” por lá a divagar.

RMPC para Up To Lisbon Kids

Feche os olhos e visualize o rosto dos seus filhos. Um por um. Pense neles.

Agora imagine que um dos seus filhos precisa de um transplante de medula óssea, e nenhum familiar é compatível com ele. A única coisa que você pode fazer é tentar convencer as pessoas que conhece a fazerem uma recolha de sangue, para verificar se são compatíveis e encontrar, deste modo, um potencial dador para salvar a vida do seu filho. Nenhuma das pessoas que você conhece é compatível com o seu filho.

Então, utiliza todos os meios de comunicação ao seu alcançe para convencer o maior número de estranhos a doar uma amostra de sangue para saber se são ou não compatíveis com o seu filho. O tempo está contra si. E não consegue perceber como é que, sabendo que o seu filho pode estar em risco de vida, as pessoas ignoram as suas mensagem e apelos, e continuam todos os dias no mesmo ciclo, a ir trabalhar como se nada se passasse, e você, sem poder fazer nada.

Mas, na verdade pode. Pode inverter o ciclo. Se tem a sorte de não ser a pessoa desesperada à procura de ajuda, seja o potencial salvador da vida de outra pessoa. Tente ajudar. Você não tem nada a perder.

O que é que ainda o impede de ser dador de medula óssea?

Requisitos:

  • Idade compreendida entre os 18 e os 45 anos
  • Peso igual ou superior a 50 kg, e altura igual ou superior a 1,50m
  • Não terem recebido transfusões de sangue desde 1980
  • Não serem portadores de doenças crónicas ou auto-imunes
  • Fazer-se acompanhar da respectiva identificação (BI ou CC)

A brigada é constituída por dois momentos realizados em simultâneo: a inscrição – que requer o preenchimento de um formulário, e a colheita de um tubo de sangue, não sendo necessário estar em jejum. Se for identificado como possível dador será contactado e serão feitos outros exames laboratoriais de compatibilidade. Existem dois processos de colheita:

  • Colheita de células progenitoras do sangue periférico: o sangue vindo da veia do dador circula através de um aparelho chamado separador celular que recolhe, apenas, as células necessárias para o transplante, devolvendo as restantes ao dador;
  • Colheita de medula óssea: as células progenitoras do interior dos ossos pélvicos são colhidas directamente, pelo que se requer uma breve anestesia e 24 horas de hospitalização.

O dador poderá optar pela forma de colheita e a cada etapa deste processo ser-lhe-á dada informação sobre o que se irá passar. Para muitos doentes o transplante de medula óssea é a única esperança de vida. Ser Solidário é um ato de altruísmo.

Onde e como se pode tornar dador

CONTAMOS CONSIGO PARA PARTICIPAR COMO POTENCIAL DADOR DE MEDULA ÓSSEA NÃO PODEREI SER DADOR SE: –

Idade inferior a 18 anos ou superior a 45 anos – Altura inferior a 1,50m – Peso inferior a 50kg – Obesidade (Índice de Massa Corporal > 40), mesmo nos casos de colocação de Banda ou Bypass Gástrico – Patologia Cardíaca – Hepatite B ou C, alguma vez na vida – Doença Oncológica – Transfusão de sangue depois de 1980 – Doença Auto-imune – Patologia da Tiróide – Diabetes – Anemia Crónica – Hérnia Discal – Artrite Reumatóide – Fibromialgia – Glaucoma – Epilépsia – Não compreender a língua portuguesa tanto na sua forma oral como escrita – Não tiver residência estabelecida em Portugal

Sabia que há doenças como as leucemias e outros tipos de linfomas, entre outras, que podem ser curadas através de um transplante de medula óssea? Sabia que estes doentes só têm 25% de hipóteses de terem um irmão compatível, e que a hipótese de encontrarem um dador compatível não aparentado é de 1/10000?

Onde e como se pode tornar dador

Doe Vida
I
magem @capimcidrera.blogspot.com 

Nós somos livres de espírito.  E agora, peço-lhe que construa esta liberdade no nosso país. Você pode ajudar-nos. Basta contar esta história ao seus amigos. Basta partilhar este vídeo. Partilhe. Converse com os seus amigos sobre isto. Com a sua família, com o seu governo, e mostre que nos apoia.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Hvds2AIiWLA&w=560&h=315]

Este video foi publicado a 10 de Fevereiro de 2014 no Youtube, e neste momento tem 2 980 069 visualizações. Quase três milhões de pessoas aceitaram o desafio proposto. Tornar este video viral. Consciencializar é o que é pedido. É um must see da atualidade.

A autora deixa bem claro as suas pretensões. Luta pela paz e pela liberdade no seu país.  Quer que a população viva uma vida normal, uma vida civilizada. Querem ser livres.

Este video precisa de se tornar viral, e só nós o podemos fazer. É preciso partilhar. Não vire as costas a este País.  Não vire as costas a esta causa. Partilhe.

A glória da Ucrânia não pereceu

A glória da Ucrânia não pereceu, tampouco a sua liberdade,
O destino voltará a nos sorrir, jovens irmãos.
Como o orvalho some com o sol da manhã, assim também desaparecerão nossos inimigos,
E também nós, irmãos, governaremos terras que nos pertencem.  Lutaremos com corpo e espírito para obter a nossa liberdade,
E mostraremos, irmãos, que somos uma nação de Cossacos.

Hino Nacional da Ucrânia,
adotado em 2003

Imagens em Maidaners
I
magem capa @ 
Maia Mikhaluk

O que todos os filhos precisam que os pais saibam

Nos anos 90, o “The Message Internacional” publicou um texto que ainda hoje, representa de uma forma muito clara o que todos os filhos precisam que os pais saibam.
É uma espécie de mapa do tesouro por passos, mas o tesouro aqui é o futuro dos seus filhos, e a caça, é para ser feita com eles. As respostas, estão no fim do arco-íris, por isso prepare-se que a aventura vai começar.

«Memorando de um filho aos pais»

Queridos mãe e pai, estas são as 20 coisas que eu e todos os filhos precisam que os pais saibam:

  1. Não me estraguem com mimos. Eu sei perfeitamente que não vou receber tudo aquilo que peço. Estou apenas a testar-vos.
  2. Não se inibam de ser firmes comigo. Eu prefiro firmeza, dá-me segurança.
  3. Não me deixem criar maus hábitos. Eu confio em vocês para os detetarem atempadamente.
  4. Não me façam sentir mais pequeno do que sou. Isso faz com que me comporte de uma forma “estupidamente adulta”
  5. Se for possível, não me corrijam à frente das outras pessoas. Prestarei mais atenção se falarem comigo calmamente e em privado.
  6. Não tratem os meus erros como se fossem pecados. Isso altera o meu sentido de valores.
  7. Não me protejam de consequências. Às vezes preciso de aprender da maneira mais dolorosa.
  8. Não se preocupem quando eu digo “Odeio-te”. Eu não vos odeio, apenas odeio o poder que têm de me fazer sentir frustrado.
  9. Não dêem muita importância às minhas pequenas queixas. Às vezes fazem com que consiga a atenção que preciso.
  10. Não sejam chatos. Se forem vou ter de me proteger e fingir que sou surdo.
  11. Não se esqueçam que eu não me consigo explicar da forma que queria. Por isso é que nem sempre sou explícito no que digo.
  12. Não me ignorem quando faço perguntas. Se o fizerem, vão perceber que vou deixar de vos perguntar, e começar a procurar informação noutro sítio.
  13. Não sejam inconsistentes. Confunde-me e faz-me perder a fé em vocês.
  14. Não me digam que os meus medos são ridículos. Para mim são reais e vocês podem fazer muito para me tranquilizar, se tentarem percebê-los.
  15. Nunca sugiram que são perfeitos e infalíveis. Quando descubro que nem uma coisa nem outra são verdade, fico magoado e desiludido.
  16. Nunca pensem que pedir-me desculpas os torna menos dignos. Um pedido de desculpas sincero vai-me fazer sentir muito mais próximo de vocês.
  17. Não se esqueçam que gosto de experimentar coisas. E não consigo fazê-lo sem o vosso apoio. Envolvam-se e criem limites.
  18. Não se esqueçam que eu estou a crescer a uma velocidade incrível. Eu sei que deve ser difícil acompanhar o ritmo, mas por favor, tentem.
  19. Não se esqueçam que eu não consigo crescer sem muito amor e compreensão… mas não preciso de vos dizer, pois não?
  20. Por favor, cuidem de vocês. Mantenham-se saudáveis e em segurança. Eu adoro-vos e preciso de vocês.

[The Message International,
June 1991 – pág. 40]

Traduzido e adaptado por Up To Lisbon Kids®
Todos os direitos reservados

Boy businessman writing in book | Image by © Andrea Ruester/Corbis