A maternidade nasceu comigo. Correu-me nas veias desde o meu primeiro suspiro ao sair da barriga da minha mãe. Quando me imaginava adulta, imaginava-me sempre dentro de uma casa linda e com uma catrefada de filhos por ali ao meu redor. Todos morenos, todos vestidos de igual, todos lindos.

Sempre fui aquela miúda a quem os pais das crianças pediam para dar um olho aos pequeninos porque eu tinha imenso jeito e paciência, diziam eles. Os crescidos. Tirei o curso de educadora de infância, não apenas para poder trabalhar com crianças, mas porque me imaginava a cumprir o meu papel de mãe na perfeição e nada melhor que um curso de educadora para me por no topo dos conhecimentos de como ser mãe e educar. Sempre tive certezas em relação aos meus filhos. As certezas foram todas pelo ralo! E não foi preciso muito…

Bastou ver os dois riscos encarnados naquele baton branco. É impressionante como somos sempre tão certas em relação aos filhos dos outros e com os nossos isso nunca acontece.

A partir daquele instante, tinha uma vida a crescer dentro de mim. 25 anos a sonhar com aquele momento. E naquele preciso momento, tão esperado, encontro-me lavada em lágrimas.

Algumas de alegria, outras de incrudelidade. (Como se eu não tivesse feito de propósito para aquilo acontecer.) Mas a maior parte das lágrimas eram de medo, de ansiedade, de respeito. Segue-se a ida ao médico, a confirmação daquilo que já sabíamos e a ecografia com um feijão minúsculo e feio que ninguém consegue interpretar. E um coração a bater. O coração do nosso filho! Que raio! Este milagre da vida é tão grande!!! Como é que conseguimos ter um coração a bater nas nossas entranhas?! E como é que aquele compasso acelerado consegue mexer com todas as nossas ligações nervosas e com todos os músculos no nosso coração e deixar-nos extasiadas de amor, de felicidade!!!

O nascimento dos meus filhos trouxe-me o maior dos sentimentos. Com todas as expressões clichê que se pode encontrar alguma vez escritas. O maior dos maiores amores. O maior dos maiores terrores. Temos medo de perder um pai ou uma mãe, temos medo de perder um marido, até um cão. Mas só de pensar em perder um filho, até nos falta o ar.

E eu que me achava a super conhecedora mãe, formada em educação de infância e possuidora de todas as respostas para todas as dúvidas, percebi que afinal, os filhos são os nossos maiores professores.Que nos ensinam a amar, a respirar, a não ter pressa, a desvalorizarmos o que, até então, achávamos que era um problema.

De repente, passamos para segundo plano. Vivemos em função dos horários das maminhas, dos choros, dos sorrisos. Os dias passam a ser contados pelas horas de amamentação. Os anos passam a ser contados pelo aparecimento dos dentes, pela primeira sopa, pelos primeiros passos.

Percebemos que somos tão mais pequenos e tão maiores do que pensávamos. É contraditório. Mas ao mesmo tempo, os nossos filhos são tão mais e maiores do que nós. Mas nós somos tão maiores por conseguirmos gerar vida dentro de nós.

E de repente, transformamo-nos nas pessoas mais importantes da vida de alguém!!! E isso é mágico! A maternidade não é fácil!

Nada fácil e mente quem disser que sim.

Mas é tão boa!

Por Kiki, Família de 3 e 1/2
para Up To Lisbon Kids

Uma boa mãe ama os seus filhos

Uma boa mãe amamenta – por seis dias, seis semanas, seis meses, ou seis anos, porque sabe que é o melhor, porque é natural, porque tem apoio, porque pode e consegue, porque é mais fácil, porque na verdade ninguém tem nada a ver com isso.

Uma boa mãe dá suplemento raramente, ou dá de vez em quando ou dá sempre, porque tem que ser, porque não têm apoio à amamentação, porque tem apoio mas não consegue amamentar,  porque é mais fácil, porque a bomba não vai fazer o que é suposto , porque na verdade ninguém tem nada a ver com isso.

Uma boa mãe consome produtos biológicos porque pode, porque quer, porque tem canas de pesca, porque os filhos gostam e vão mesmo comê-los, porque não têm outra opção, ou talvez tenha.

Uma boa mãe trabalha fora de casa porque tem de ser, porque quer, porque gosta, porque quer ensinar aos filhos que a mulher tem um papel activo no mundo do trabalho, porque é a melhor escolha para a sua família.

Uma boa mãe fica em casa com os filhos porque tem de ser, porque quer, porque gosta, porque quer ensinar aos filhos que a maternidade pode ser um trabalho a tempo inteiro sem culpas nem desculpas, porque é a melhor escolha para a sua família.

Uma boa mãe faz bolinhos. Uma boa mãe não faz bolinhos. Uma boa mãe tenta fazer bolinhos e faz discos de hockey no gelo.

Uma boa mãe planta um jardim orgânico, e tem uma casa imaculada. Uma boa mãe planta-se na sala a dobrar meias, e tem pelo menos um desenho rabiscado na parede.

Uma boa mãe nunca grita com os filhos. Uma boa mãe grita com os filhos e de seguida pede desculpas por ter perdido a paciência. Uma boa mãe grita com os filhos e não pede desculpas, porque de vez em quando as crianças precisam de saber que passaram dos limites.

Uma boa mãe sabe quando precisa de descansar, e descansa.  Uma boa mãe sabe quando precisa de descansar mas nem sempre o pode fazer. Uma boa mãe nem sempre se apercebe que precisa de descansar, e depois dá consigo a fazer ou dizer coisas que todas as boas mães fazem e dizem quando estão cansadas demais para pensar e agir em condições.

Uma boa mãe vai a todas as festas da escola. Uma boa mãe às vezes não pode ir às festas da escola. Uma boa mãe tenta compensar quando não vai às festas da escola.

Uma boa mãe toma conta dos seus filhos. Uma boa mãe por vezes não pode tomar conta dos seus filhos. Uma boa mãe pede ajuda. Uma boa mãe, às vezes não tem quem a ajude.

Uma boa mãe, por vezes, escolhe dar um filho, por mais que o seu coração morra para sempre, porque é a única solução que existe.

Uma boa mãe erra. Uma boa mãe ajuda outra mãe quando erra. Uma boa mãe, por vezes, não se lembra de ajudar outra mãe quando a vê errar.

Uma boa mãe perdoa.

Uma boa mãe preocupa-se.

Uma boa mãe tenta ser uma boa mãe.

Uma boa mãe ama os seus filhos.

 

Por Annie Reneau para Scary Mommy, autorizado, traduzido e adaptado por e para Up To Kids®

A industria da confeção infantil é uma área que está cada vez mais em desenvolvimento. As mães procuram vestir os seus filhos com peças que se distingam não só a nível de design, conforto e qualidade, mas que apresentem preços acessíveis e compatíveis com as características do produto.

Coroa
Tu Chique | Coleção Primavera Verão 2014 | Criado e apresentado em Abril 2014

No universo feminino, uma das peças mais procuradas continua a ser o clássico vestido, mas agora com um toque de je ne sais quoi, que transforma o simples numa peça única e original.

A Tu Chique tem demonstrado ser um dos criadores nesta área apresentando modelos originais que representam esta recente tendência da moda infantil.

Vestido 2 branco
Tu Chique | Vestido Branco 1 | Coleção Primavera Verão 2014 | Criado e apresentado em Abril 2014

A Tu Chique é uma marca de roupa de criança dos 0 aos 10 anos que, aplicando tecidos e mão de obra de qualidade, se preocupa em criar peças únicas com toda a beleza e requinte, sem nunca esquecer o que a criança gosta!

A Missão da Tu Chique é vestir crianças com gosto e requinte, contribuindo para que as famílias se sintam mais felizes.

Queremos ser uma marca Premium de referencia nacional e internacional em roupa de criança, diferenciando-se no design e oferecendo uma relação qualidade e preço competitivos no mercado.

VestidoFlower
Tu Chique | Vestido Flower | Coleção Primavera Verão 2014 | Criado e apresentado em Abril 2014

Com um design romântico, privilegiamos a qualidade dos materiais e de concepção de cada peça.

Valores: qualidade, sustentabilidade, responsabilidade social, inovação, design, imagem de marca, comunicação e serviço pós-venda.

Vestido 1 branco
Tu Chique | Vestido Branco 2 | Coleção Primavera Verão 2013 | Criado e apresentado em Março 2013
VestidoCharme
Vestido Charme | Coleção Primavera Verão 2013 | Criado e apresentado em Março 2013
VestidoWater
Tu Chique | Vestido Water | Coleção Primavera Verão 2013 | Criado e apresentado em Março 2013
VestidoRoma
Tu Chique | Vestido Roma | Coleção Primavera Verão 2014 | Criado e apresentado em Abril 2014

Os vestidos da Tu Chique têm uma excelente relação qualidade preço.

Conheça a nova coleção aqui <3

 

15 coisas que irritam (mesmo) o seu filho de 2 anos e meio

A fase mais querida mas também mais desesperante nas crianças é, para mim, a dos dois/três anos. São um amor a explorar a fala, mas ainda muito trapalhões para se exprimirem. Começam a experimentar a autonomia, mas querem sempre a mãe. Não querem fazer nada que não lhes apeteça, e  já têm técnica e manha suficiente para nos convencer pelo choro ou birra (vencer pelo cansaço). Fazem aquela carinha de gato da botas quando os repreendemos e, apanhando-se sozinhos destroem um quarto em minutos.

Sem que façamos de propósito, vamos descobrindo aos poucos coisas que os incomoda e irrita. Como fazê-lo?

1. Toque primeiro que ele no botão do elevador, ou do interruptor. Aliás toque em qualquer botão primeiro que ele.

2. Abrace o seu filho de 2 anos com muita força por mais de 30 segundos.

3. Sirva-lhe um prato de salada.

4. Não o deixe escolher qualquer coisa que quer escolher. Diga-lhe que é ao calhas.

5. Não lhes dê um olhos nos olhos quando está a usar a sanita pelas primeiras vezes

6. Não o deixar falar quando estiver ao telefone com alguém que ele conhece (Nem ficar com o telefone na orelha a rir  a ouvir o que dizem do outro lado)

7. Depois de lhe tirar uma fotografia com o telemóvel, não o deixe ver.

8. Não o deixe pôr um penso no dedo sempre que achar que se magoou.

9. Não o deixe beber de todos os chafarizes de todos os parques ou praças do mundo.

10. Pegue num bebé ao colo.

11. Não o deixe fazer batota nos jogos de tabuleiro, ou jogar duas vezes de seguida se lhe apetecer.

12. Mude de umas divisões para a outra da casa sem que ele tenha tempo de a seguir por todas elas.

13. Não deixe o seu filho de 2 anos tirar as meias.

14. Contrarie-o.

15. Não o ajude (mesmo) quando ele pediu especificamente para não o ajudar, e deixe-o preso nas suas próprias calças ou cuecas.

A Casa de Noz é, antes de mais, um regresso às origens: a sua história começou com um Pai que um dia construíu uma Casa de Bonecas em madeira para dar à sua filha, e uma Mãe que a decorou. A Casa de Noz é assim a reconstrução desse sonho na geração dos netos, das horas felizes da infância passadas a brincar.

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É um projecto de amor, um projecto que pretende recriar o ambiente acolhedor das casas dos avós, dos papeis de parede, do cheiro a torradas, os dias longos e sem horários… Enfim, é o ponto de partida de uma história que já se contou muitas vezes.

Com a Casa de Noz pretende-se valorizar memórias e reinventar materiais, mostrando que  nem tudo é plástico, rápido e descartável. Utilizam-se materiais de qualidade, e que ofereçam o menor risco para a saúde e o ambiente – madeiras com a garantia FSC, papeis fabricados sem recurso a processos de lixiviamento, tintas à base de água, ceras naturais…10155043_227723290767911_200270137_n

É um projecto para passar de mãos em mãos, de gerações de Mães para filhos, e para os filhos destes.

Mas é também o começo de uma história de outros objectos a que queremos dar valor, uma nova vida – qualquer objecto poderá ser reinventado.

A Casa de Noz é única, e apensas se poderá encontrar no sítio onde foi criada. É a Casa de todos nós.

Venha descobrir a Casa de Noz!

Ovo Criativo | Sugestão Páscoa
Quando os miúdos estão de férias, e especialmente se o tempo lá fora não ajudar, o melhor é fazer atividades em casa. Deixamos-lhe esta sugestão giríssima de Páscoa! Experimente enviar uma mensagem para os colegas da escola receberem quando começarem as aulas. Os miúdos vão adorar

Fazer dois furos nos topos do ovo
Fazer dois furos nos topos do ovo
Retirar o conteudo
Retirar o conteudo
Pintar/decorar
Pintar/decorar
Escrever uma mensagem de Páscoa
Escrever uma mensagem de Páscoa
Enrolar a mensagem
Enrolar a mensagem
Colocá-la no interior do ovo
Colocá-la no interior do ovo
Guardar numa caixa a dizer "Parte-me"
Guardar numa caixa a dizer “Parte-me”
Embrulhar, e enviar pelo correio
Embrulhar, e enviar pelo correio
A surpresa será assim!!
A surpresa será assim!!

 

 

Por Poppytalk

A mãe que nunca serei

Meus queridos filhos,

ninguém é perfeito. Às vezes penso que gostava de fazer determinadas coisas que vejo as outras mães a fazer mas não tenho tempo, ou não tenho paciência. Ou simplesmente nem sequer me lembro de o fazer.

Nunca serei aquela mãe que aceita o desafio de tirar-vos uma fotografia todas as semanas. Eu fotografo-vos sempre que me apetece e isso, tem dias que, acontece 1000 vezes no mesmo dia.

Nunca serei a mãe adorada na escola, porque vos vou buscar sempre a correr e nunca fico a brincar com os vossos amigos… nem tão pouco sei o nome de todos eles.

Nem sempre terei paciência para fazer penteados espectaculares, ou para preparar trabalhos interactivos para levarem para a escola.

Não farei sobremesas e cupcakes deliciosos para levarem para as vendas da escola, embrulhados em caixas giríssimas compradas propositadamente para estas ocasiões.

Nem sempre me vou lembrar de pôr na mochila o equipamento de balet, o protector solar nos dias de mangueiradas, ou o vosso boneco preferido. Às vezes terão de ir para a escola sem ele.

Nunca vou tirar um dia para organizar a festa de pijama melhor do mundo para as vossas amigas. Eu sei que desde que haja sacos cama, uma lanterna e marshmallows vão divertir-se imenso na mesma.

Nunca vou ser a mãe perfeita que vocês pensam que gostavam que fosse.

Mas prometo-vos que vou estar sempre presente em cada espetáculo de ballet, jogo de basquetebol ou torneios de natação, e a torcer por vocês.

ARTIGO RELACIONADO
CARTA ÀS MÃES MAIS QUE PERFEITAS

Vou comprar-vos o material para os projetos da escola, e dar-vos todo o apoio possível para que os realizem sozinhos.

Vou ter sempre qualquer coisa para mandar para as vendas da escola, mesmo que tenha comprado no café quando vos fui levar de manhã.

Vou sempre aconchegar-vos a roupa, e dar-vos um abraço e um beijinho de boa noite.

Vou estar sempre ao vosso lado quando acordarem com pesadelos.

Vou ficar sempre de coração nas mãos quando vos tratarem mal, ou  vos puserem de parte, ou quando vos trocarem por alguém.

Vou estar sempre presente em cada desgosto das vossas vidas, mas também em cada sucesso alcançado.

Vou lembrar-vos sempre que “errar é humano” e vou ajudar-vos a assumir esses erros mesmo que ninguém se tenha apercebido deles.

Vou estar sempre disposta a ajudar-vos a recomeçar; quer seja um trabalho escolar ou um capítulo da vossa vida.

Vou defender sempre os vossos interesses, mesmo que isso implique não vos defender a vocês.

Vou obrigar-vos a tomar as atitudes corretas sempre que possa, mesmo que por vezes não seja a atitude que queiram tomar, porque quero que cresçam íntegros.

Vou estar à vossa frente, sempre de braços abertos, mesmo naqueles momentos em que me vão odiar.

Porque meus queridos, eu sei que nem sempre vou ser a mãe que querem. Mas vou ser a mãe que precisam.

E eu sei, que um dia mais tarde quando tiverem os vossos filhos, vão ler estas palavras e concordar comigo.

Mãe

Por Up To Kids®,
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A verdade sobre ter um terceiro filho

O primeiro filho

Quando temos o primeiro filho, sentimo-nos o centro do universo: nunca ninguém teve um bebé antes, e este é o evento mais importante na história do mundo.

Somos capazes de dormir uma sesta todas as tardes e passeamos orgulhosas de mão na barriga à espera do grande dia! Sentimo-nos calmas e estamos sempre a rir. Adoramos as más disposições de grávida porque é sinal de que o bebé está a crescer. Fazemos uma alimentação saudável, de preferência com produtos biológicos, tomamos as vitaminas todas e não bebemos álcool. Estamos informadas e avisadas. As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras de partos complicados. O nosso Obstetra fala connosco e seguimos os seus conselhos religiosamente.

A verdade sobre ter o terceiro filho

As pessoas desdobram-se para ajudar nas compras, dão-nos as roupas dos seus filhos que já não vão usar. E ficam, realmente, entusiasmadas com a tua gravidez. Todos querem tocar-nos na barriga. E perguntam-nos, onde quer que vamos “É o primeiro?” Quando dizemos que Sim recebemos um grande e caloroso sorriso de boas vindas a este mundo novo da maternidade. Dizem-nos que vai ser a melhor coisa que já nos aconteceu na vida. E nós acreditamos.

Devoramos toda a literatura da especialidade, assinamos a “Pais e Filhos” e outras revistas on line.

Montamos o quarto do bebé, planeamos como vai ficar, pintamos ou colocamos papel nas paredes. Passamos horas a investigar qual a melhor espreguiçadeira baloiço, o melhor sling e os melhores arneses. Protegemos todas as tomadas e esquinas da casa, mudamos os detergentes para um armário mais alto e que, para abrir a porta, é necessário inserir um código de 8 dígitos.

Cortamos cuidadosamente as etiquetas da roupa do bebé, e lavamos tudo duas vezes com um detergente super-XPTO orgânico, amigo do ambiente, e especial para a pele dos bebés.

O meu filho não vai usar chucha, não vai chupar no dedo, vai mamar para sempre.

Vou virá-lo todas as noites para não ficar com a cabeça achatada. Não vai assistir televisão até aos 8 anos, nunca vai ter telemóvel, nem piercings, e nunca vou deixar entrar brinquedos ou roupa dos desenhos da televisão em minha casa, como o Ruca ou a Dora.

A verdade sobre ter o terceiro filho

O segundo filho

Quando engravidamos do segundo filho, o mais velho é o centro do universo. Já nos esquecemos de todas as coisas de bebé, e só podemos gozar a gravidez à noite, quando o primogénito está a dormir.

Nunca mais dormimos durante o dia, porque o mais velho já deixou a sesta. Quando entramos no 2ª trimestre de gravidez parece que estamos grávidas de 6 meses. Sentimo-nos stressadas e gritamos muito. Adoramos as más disposições de grávida porque são um bom motivo para descansarmos um bocadinho. Comemos os restos do prato do primeiro filho, tentamos não beber álcool, e às vezes, lembramo-nos de tomar as vitaminas.

Ficamos saturadas com a informação e os conselhos.

As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras sobre os filhos mais velhos que fazem mal aos bebés. Esquecemo-nos de metade dos conselhos do nosso Obstetra.

Os amigos que já não querem ter mais filhos começam a “despejar”, em nossa casa, as coisas  de que já não precisam. Quer precisemos ou não. Todos querem tocar-nos na barriga. E perguntam-nos, onde quer que vamos, “É o primeiro?” Quando dizemos que Não, afastam-se com um ar desapontado…

Vamos buscar a literatura da especialidade, mas arrastamo-la por semanas sem sequer conseguir dar-lhe uma vista de olhos.

Recomeçamos a ler a Pais e Filhos, mas agora interessamo-nos por outros tópicos, tais como facilitar a adaptação do irmão ao bebé que vai nascer. “Expulsamos” o mais velho da cama de grades, sem cerimónia, e dizemos-lhe que agora é um crescido e, por isso, vai dormir numa cama de crescidos. Fazemos a “reciclagem” dos brinquedos de bebé para perceber os que ainda dão para aproveitar, lavamos os lençóis do berço, compramos uns autocolantes de parede e um par de fraldas de recém-nascidos. Está feito o quarto do bebé.

Olhamos para as espreguiçadeiras-baloiço, os slings e arneses, e questionamo-nos se vale a pena tirar aquilo da garagem.

O nosso filho mais velho já retirou todas as protecções das tomadas da casa e continua vivo, por isso não as repomos. Os detergentes estão debaixo do lavatório com um fecho anti-crianças.

Lavamos as roupas de bebé com detergente normal. Compramos um conjunto de bodies e deixamos perto do berço. De certeza que vai dar jeito. Eles só vão assistir à TV quando estivermos muito cansadas, resmungonas, ou a fazer o jantar. Eles só vão ter uma consola quando tiverem 3 anos. Nunca vão ter piercings. O Ruca e a Dora já fazem parte la de casa.

Já esquecemos tudo sobre planos de nascimento, e estamos ansiosas por aqueles 3 dias no hospital para fugir ao caos de nossa casa. Vai saber bem o descanso.

Carregamos o telemóvel e verificamos se a net funciona, pois pretendemos ficar toda a estadia no Facebook. Não vamos preocupadas com o parto, mas questionamo-nos quanto à amamentação. Levamos protectores de silicone e cremes para o peito. Pelos sim pelo não levamos a bomba e dois biberãos. Só por causa das tosses.

A verdade sobre ter o terceiro filho

O terceiro filho

Quando engravidamos do terceiro filho, o mais velho, em idade pré-escolar, e o segundo, até agora o mais novo, acham-se o centro do universo. Não sabemos que estamos grávidas até percebermos que aqueles 3Kg a mais não são graças ao apetite enorme que temos tido. Parecemos umas mortas-vivas, e aprendemos a dormir as sestas de olhos abertos durante as aulas de natação ou de ballet. Parece que estamos grávidas de 6 meses assim que acabamos de conceber. Só não estamos stressadas quando estamos a dormir. E, quando estamos a dormir, ressonamos.

Andamos com sacos de vómito na mala para sobreviver às más disposições da gravidez, e deitamo-los fora com as fraldas descartáveis. A nossa refeição principal é o almoço. Todas as outras são a correr ou não existem. Se os nossos filhos não comem salada nem vegetais, porque é que nós havemos de comer?

Nem sequer tentamos deixar de beber álcool, até insistimos num copo de vinho, mas sabe pessimamente, e enfrascamo-nos em baldes de leite com chocolate.

Compramos vitaminas no dia em que descobrimos que estamos grávidas, e esquecemo-nos de as tomar durante toda a gravidez. Redefinimos a palavra “eternidade” baseadas nas constantes perguntas do filho mais velho sobre se “é hoje que o bebé nasce?

Ninguém se dá ao trabalho de nos dar conselhos ou informações sobre bebés. Todos pensam que somos loucas ou irresponsáveis. E assumem que foi um acidente. Olham-nos de soslaio no supermercado quando nos veem com dois miúdos, mais um a caminho, 2 cachos de bananas e vários iogurtes. As pessoas fazem questão de nos contar as suas histórias sinistras sobre os filhos do meio que acabaram por se tornar psicopatas. Ou políticos. Vemos o Obstetra no dia do parto.

As amigas que já não vão ter mais filhos, já perderam peso, estão giras, com um ar descansado e relaxado. Podem sair à noite e ter vida social. Não sentem nada mais do que pena por nós.

Perguntam-nos, onde quer que vamos “É o primeiro?” Quando dizemos que é o terceiro, riem-se à gargalhada e vão-se embora.

Já não  temos nenhuma literatura de especialidade como tínhamos, e já não há dinheiro para pagar assinaturas. Folheamos diversas revistas  à espera de nos inspirarmos sobre o nome da criança. Tiramos o segundo filho da cama de grades num ápice, e treinamo-lo a largar as fraldas ainda antes de nascer o bebé. Se tudo correr mal, vamos a rapidamente comprar outra cama de grades.

Vamos desencantar fraldas de recém-nascido que tinham sobrado dos outros, e pomos junto ao berço. Está feito o quarto do bebé.

Olhamos para o enxoval do bebé, que já passou pelos irmãos, e embora coçadinho, vai ter de dar.  Instalamos uma TV no quarto dos miúdos. Nunca vão ter piercings antes dos 16 anos. A Dora e o Ruca estão por todo o lado….

O bebé nasce. E há-de ir para o infantário.

Este filho vai fazer-nos perceber a quantidade de amor de que um coração humano é capaz. Vamos olhar para os mais velhos com outros olhos, e perceber o doloroso que é estar longe deles. Vamos olhar para o nosso marido e ficar eternamente gratas por estes três maravilhosos filhos que ele nos deu, e desculpá-lo por (quase) tudo o resto. A nossa vida é agitada, confusa e barulhenta, alguns  gritos, frustrações e muito amor. Teremos muitos daqueles momentos de cortar a respiração, aquelas experiências únicas, aqueles dias fantásticos que fazem com que nunca nos venhamos  a arrepender das escolhas que fizemos.

 

(…continua…)

A derradeira verdade sobre ter um quarto filho

traduzido e adaptado com autorização por Up To Kids®,

artigo original de Shannon Meyerkort
@Scary Mommy

[youtube http://www.youtube.com/watch?v=t7wmPWTnDbE&w=560&h=315]

Este é um vídeo que todas as mulheres têm de ver.

As mulheres apresentam sintomas que muitas vezes não são associados a um enfarte, ou ataque cardíaco, e assemelham-se a simples indisposições que, principalmente as mulheres com filhos devido ao cansaço extremo, acabam por desvalorizar.

Aprenda a reconhecer os 7 sintomas de um ataque cardíaco em mulheres:

1. Fadiga inexplicável

Mais de 70% das mulheres sofrem de fadiga extrema antes de um ataque cardíaco. Elas podem se sentir exaustas de repente, mesmo após pequenas tarefas como levantar de uma cadeira e ir para a cozinha. Confusão com sintomas de gripe também é comum.

2. Problemas de sono

Se uma mulher é incapaz de adormecer, isso pode indicar um ataque cardíaco. É difícil detectar esse sinal, uma vez que pode ser devido a muitas outras razões. Mas, se você perceber uma perturbação prolongada em seu sono, esse pode ser um aviso de um ataque cardíaco. Um estudo descobriu que quase metade das mulheres que tiveram ataques cardíacos experimentaram distúrbios do sono nos dias anteriores.

3. Dor

Dor leve na mandíbula, costas, ombros, pescoço ou ouvido são sinais de ataque cardíaco. As mulheres geralmente não sentem a dormência no peito e ombro como os homens, mas podem sentir um aperto correndo ao longo de sua mandíbula e descendo ao pescoço. Estas dores leves podem expandir-se para os ombros em direção ao lado esquerdo. Pressão no peito e parte superior das costas também são sinais de ataque cardíaco em mulheres.

4. Falta de ar

Dificuldade em respirar fundo é um mau sinal. Mais da metade das mulheres sofrem de falta de ar antes do ataque cardíaco. É difícil de falar, por conta da dificuldade em puxar o ar. Este é um dos sinais precoces mais comuns em mulheres.

5. Indigestão ou náuseas

Tonturas ou náuseas é outro sinal que ocorre antes de um ataque cardíaco. As Mulheres podem ter indigestão ou vómitos pouco antes de um ataque cardíaco. As chances de ter problemas gastro-intestinais dobram antes de um enfarte.

6. Ansiedade e Stress

As mulheres muitas vezes sentem-se ansiosas, stressadas e tensas antes de um ataque cardíaco. A ansiedade é um sinal comum da condição das mulheres – mais de 30% delas têm este sintoma, descrito como uma sensação de morte iminente.

7. Suor repentino

Palidez súbita sem razão aparente não é um bom sinal e pode ser um indicador de ataque cardíaco. Mais de 40% das mulheres sentem tonturas e suores frios antes de um acidente vascular cerebral também. Tonturas repentinas não devem ser ignoradas – em caso de dúvida, o melhor é chamar uma ambulância.

Caso uma mulher esteja apresentando um ou mais desses sinais, a melhor coisa a se fazer é procurar um médico.

fonte sintomas hypescience

As mães estão de serviço 24h/dia, o que faz com que muitas das vezes, comecem a apresentar sinais de cansaço extremo. Esta situação, faz com que todas as teorias que tão arduamente tentamos pôr em prática diariamente, se dissipem num estalar de dedos, e comecemos  a aplicar métodos pouco ou nada pedagógicos (mas muito criativos) para alcançar o resultado que queremos, sem dramas, nem complicações.
Aqui fica uma lista das 20 mentiras mais usuais neste universo:

  • Diferente o teu peixinho? Como assim? Está exactamente igual, só se cresceu! 
  • A fada dos dentes não apareceu? Hum, se calhar teve muitas casas para ir e deixou algumas para o dia a seguir…. Vais ver que hoje aparece, deixa ficar o dente debaixo da almofada! 
  • Não é sopa de abóbora. É de cenoura!
  • O ipad está sem bateria.
  • Já não vendem pilhas para esse brinquedo, que pena. Mas ainda dá para brincar, agora só não faz a sirene de bombeiro!
  • O meu chocolate? Podem comer mas é picante. Quem quer?
  • No centro comercial:
    -Pronto, olha o segurança a falar no walkie talkie. Já chamou alguém para vos vir buscar. PAREM DE CORRER!
  • Hum, era óptima ideia fazer panquecas agora, mas não temos açúcar suficiente… fica para amanhã…
  • Se não arrumarem o quarto vou buscar um saco de plástico e dou os brinquedos todos aos pobrezinhos!
  • A auxilias Ana lá da escola telefona-me sempre que não comes o lanche todo.
  • Não se pode fazer barulho aqui, vejam ali escrito (e aponto para a primeira placa que aparece… só funciona até aos 5 anos!)
  • Claro que fui comprar os cromos, só que estavam esgotados. Agora só há na próxima semana.
  • Não tenho aqui moedas…
  • Deixa ver se o dente está quase a cair… juro que não vou fazer nada!
  • Eu sei que não lavaste os dentes, porque eu tenho um poder que deteta quando os meninos estão a mentir.
  • Quando mudamos de marca de iogurtes ou cereais:
    É impossível estar diferente. É exactamente a mesma coisa. Só mudaram o rótulo.
  • O Bobby foi para uma quinta de cães e agora é muito feliz lá!
  • Vou jantar fora mas não demoro nada… é possível que chegue antes de adormeceres, mas não fiques à espera! (- Dentro de poucos anos, são os meus filhos a dizer-me isto…)
  • Não tenhas medo eu estarei sempre aqui para te proteger. (… i wish)
  • Achas que eu te ia mentir? (Ups…esta é daquelas que… sem comentários…o karma vai usa-la contra mim!!! E os meus filhos também, muito brevemente!!!)

 

Tem mentiras(inhas) diferentes para nos contar? Deixe um comentário!

 

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