Creme para crianças retirado do mercado pelo Infarmed
O Infarmed ordena a suspensão imediata da comercialização e a retirada de todas as unidades existentes no mercado do creme para crianças Barral BabyProtect Creme de Rosto.
A autoridade Nacional do Medicamento, refere que o creme de rosto infantil da Barral
“Não cumpre com o Regulamento (CE) n.º 1223/2009, de 30 de novembro, devido à identificação laboratorial de Phenoxyethanol não declarado na lista de ingredientes, bem como à utilização de conservantes não autorizados...”
Alerta ainda que, os consumidores que possuam este cosmético não o devem utilizar. Quanto àsentidades que disponham de embalagens deste produto refere que não as disponibilizem para venda, devendo proceder à sua devolução.
Nos produtos “INCA Creme hidratante Limão” e “INCA Creme hidratante de Frutas“o Infarmed detetou “laboratorialmente a presença da mistura de conservantes “Methylchloroisothiazolinone (and) Methylisothiazolinone” e verificou que todos os cosméticos da mesma marca foram colocados no mercado sem que a pessoa responsável garanta o cumprimento das obrigações previstas, pelo que o Infarmed ordena a suspensão imediata da comercialização e a retirada do mercado nacional de todos os produtos da marca INCA.”
Refere ainda que “A utilização desta mistura de conservantes é proibida em produtos cosméticos não enxaguados e pode colocar em sério risco a saúde humana, por induzir alergia de contacto.”
Estudo confirma: Ficar em casa com os filhos é mais extenuante que ter um emprego
Manter a casa limpa e arrumada, preparar e planear refeições (de preferência saudáveis), lavar e passar roupa a ferro.
Levar os miúdos à escola e da escola para as atividades extracurriculares. Acompanhar os TPCs, brincar, leva-los ao pediatra, dentista, oftalmologista, otorrinolaringologista e a todas as especialidades médicas que precisarem. Saber o nome dos amigos e respetivas mães e lidar com os grupos de whatsapp de cada turma e de cada actividade de cada filho.
A lista de afazeres diários de muitas mães e pais pode ser longa, exaustiva e muitas vezes desesperante. No entanto, a sociedade geralmente não reconhece este esforço dos progenitores que optaram por ficar em casa com os filhos.
Muitas pessoas, especialmente as que não têm filhos, pensam que é muito mais cansativo ter um emprego a tempo inteiro do que ficar em casa a criar e a educar os filhos.
A critica alheia
O pior é quando familiares próximos, muitas vezes o próprio marido ou mulher do progenitor que está em casa, não percebem porque é que este está sempre cansado. Aliás, não há pior pergunta do que “O que é que fazes o dia inteiro?”
Investigadores da Universidade Católica de Lovaina entrevistaram quase 2.000 pais, principalmente mães, e concluíram o trabalho de mãe/pai a tempo inteiro é muito mais cansativo do que trabalhar fora.
13% das mães demonstraram um alto nível de exaustão. Com um profundo sentimento de incapacidade de lidar com todas as tarefas diárias, apenas uma em cada dez mães conseguiu reconhecer que abdicar do seu emprego veio a comprometer seriamente a sua saúde física e emocional.
Um outro estudo, da empresa Aveeno, sobre a mesma temática, aprofundou também as dificuldades do dia-a-dia dos novos pais. Segundo esta pesquisa, 22% dos pais e mães inquiridos admitiu que, depois do bebé nascer, nunca mais conseguiram terminar uma chávena de chá, 33% só utilisa uma mão enquanto come, 19% nunca mais conseguiu ver um programa de televisão completo e 17% queixaram-se de dores de costas. (Os restantantes não se queixaram, mas garantidamente sofrem do mesmo problema.)
Também foi abordado neste estudo a influencia das redes sociais na parentalidade.
Segundo os resultados,71% dos pais admite que as redes socais os tornaram mais competitivos em relação a outros pais. 22% afirmaram que a pressão para se ser uma mãe/pai perfeita/o é grande. Que cada a partir do momento que cada um exibe os seus feitos com os filhos. São bolos e festas de anos megalómanos e quartos de criança que parecem ter saído das revistas. Gurus da parentalidade que nunca deram um grito aos filhos. Amigos da natureza que reciclam, não usam fraldas descartáveis e só dão alimentos bio. Nas redes sociais vale tudo. Aqui é exibida uma parentalidade que raramente corresponde à real.
Ontem ouvi-te a falar com uma amiga sobre como são difíceis os dois anos!
Fiquei feliz. Pensava que não compreendias e fiquei muito feliz por saber que percebes o quão difícil são os dois anos.
Não é à toa que chamam a adolescência dos bebés, porque é mesmo isso. É uma fase de descobertas e de mudanças.
É a fase em que descubro que afinal também tenho vontades, também tenho direitos e acredita que é muito difícil para mim tentar controlar a forma como me expresso. E é por isso que há as birras, mãe.
É que, agora que descobri que posso fazer e mexer em muitas coisas, é quando me proíbem mais de as fazer e eu não percebo porquê.
Eu não te quero chatear…
Gosto muito mais quando estamos os dois a brincar em sintonia. Às vezes não percebo porque é que não posso brincar com tesouras, ou atirar água um ao outro… Fizemos isso na praia lembraste? E tu riste-te. Eu gosto tanto quando te ris comigo, mãe. Não percebo porque é que quando te atirei com a água em casa no outro dia ao jantar, ralhaste comigo.
Sabes mãe, também não percebo porque é que temos de ir para a cama. Estamos tão pouco tempo juntos. Gostava que ficássemos a brincar os dois para sempre, sem nunca ter de dormir.
Mas acho que isto faz parte da descoberta. Ainda estou a tentar descobrir o que posso ou não fazer para que fiques sempre a sorrir comigo sem te zangares.
Por isto é que fico feliz que percebas o quão difícil são os dois anos, e tudo aquilo que está a mudar.
Já queres que eu coma sozinho e sem entorna. Mas às vezes distraio-me e fico a brincar com a comida. Mas temos que comer depressa não é? Tu estás sempre a dizer para me despachar…
Agora também tenho que fazer xixi como tu e o pai, quando até agora podia fazer na fralda que simplesmente tu trocava. Eu tento mãe, mas às vezes quando estou a brincar não quero parar e depois zangaste comigo.
E antes, quando nos zangávamos, deixavas-me usar a minha chucha e o meu boneco. É que, sabes mãe, eles são meus amigos e ajudam-me quando estou triste. Ajudam para que tudo fique bem. Não percebo porque é que agora estás sempre a esconder a minha chuchinha e o meu boneco…
Ah e mãe, só mais uma coisa… Eu gostava tanto de beber o leitinho quentinho ainda na cama no biberon… Não me obrigues a ir para a mesa beber na caneca…
Não tenhas pressa que eu cresça. Não dizes sempre às tuas amigas que o tempo passa a correr? Então aproveita-o!
Mas, mãe, só queria dizer que fico muito feliz que percebas como os dois anos são difíceis para mim. Obrigada pela tua paciência!
Como sobreviver às férias com irmãos ou, na perspectiva dos pais, como sobreviver às férias quando temos vários filhos
Entramos em férias com vontade de descansar, de aproveitar o tempo em família e de criar memórias felizes com muita diversão. É a altura do ano em que passamos mais tempo juntos e isso pode (e deve) ser tão especial! Então, e para que nenhuma briga ou conflito entre irmãos possa pôr em causa essa harmonia, aqui ficam 10 dicas para sobreviver às férias com irmãos, e fazerem destas férias uma festa!
1. ½ dose de planeamento e ½ dose de improviso!
As férias envolvem geralmente alguma preparação. De forma a promover a cooperação entre todos, conversem e envolvam as crianças nessa organização. Onde vão, o que vão fazer, com quem vão estar, o que é que cada um quer levar. Meio caminho para se sentirem todos envolvidos e evitar “amuos”! E se alguma coisa não correr conforme planeado, é hora de gerir expectativas e frustrações, e toca a improvisar com sentido de humor! Isso é aventura!
2. Apostar em jogar!
É a altura para abusar dos jogos de tabuleiro, dos jogos ao ar livre, dos jogos nas viagens de carro, dos jogos nas toalhas de papel dos restaurantes. Levem os preferidos de casa, descubram novos e porque não criarem os vossos? E até que os irmãos tenham maturidade para saberem jogar um contra o outro, e aceitarem que para um ganhar outro tem de perder, promovam que eles façam equipa contra os pais. Dá-lhe um gozo enorme!
3. Digam não à competição!
“Vamos lá ver quem faz o castelo maior!” “Quem comer a sopa primeiro pode comer um gelado depois” Hum… não vai funcionar! Evitem promover a competição que já é tão normal que exista entre os irmãos e que origina tantos conflitos!
4. E a comparação? Também não!
“Ai o teu irmão com esta idade já sabia andar de bicicleta” “O teu irmão já fez os trabalhos das férias, e tu és sempre o mesmo a deixar tudo para a última!” Podemos pensar que os estamos a motivar, mas na realidade não estamos é a respeitar a individualidade de cada um, os seus ritmos, os seus gostos, e sim a promover a competição!
5. Cada um é um só!
Tentem ter um tempinho para cada um, uma ida aos gelados, um mergulho com conversa pelo meio, um passeio ao fim da tarde, acompanhem numa atividade que queiram fazer sozinhos… numa altura que é de intensa partilha, sabe bem uns momentos de filho único com cada um deles!
6. Antecipem situações de conflito!!
Nós já conhecemos bem os miúdos, e sabemos quais são os “gatilhos” que podem despoletar uma briga! É o sono, é a fome, o cansaço, o tablet ou o telefone, ou o simples botão do elevador. Então toca a fintar essas situações e estabeleçam regras e limites claros!
7. Diplomatas e negociadores
Aproveitem as férias para promover a gentileza (“podes pedir-lhe por favor?” “a tua irmã está com o balde de água muito pesado, podes ajudar?”) e ensinem-lhes técnicas de negociação e a serem criativos na resolução dos seus problemas! (que a técnica “um parte e outro escolhe” salve muitas partilhas de bolas de Berlim, sumos ao almoço e algodão doce à noite) e saberem que têm escolhas antes de brigar ou bater (perante uma discussão, podem chamar um adulto, pedir para parar, pedir ajuda, etc)
8. Stop! Parem, escutem, observem e avaliem se é mesmo necessário intervir.
Se nos metermos constantemente nas brigas dos nossos filhos estamos certamente a tomar partidos, a tomar decisões por eles e a não incentivar que resolvam os problemas entre si. Mas, por outro lado, não ignorem situações em que um deles possa estar a cometer uma injustiça contra o outro, ou exista agressão física e/ou verbal.
9. Mediação é a solução!
Perante um desentendimento que seja necessário intervir, não tomem partidos. Dêem-lhes ferramentas para que consigam comunicar de uma forma positiva, respeitando-se e alcançando um acordo que seja bom para todos (escrevam mesmo os acordos e aquilo em que se comprometem – eles adoram).
10. Criem muitas memórias felizes e registem esses momentos!
Não há nada como depois conseguirmos reviver cada momento e partilhar histórias.
“Ai, que o menino suja-se!” “Ai, que o menino cai!” “Ai, que o menino chora!” “Ai, que o menino aleija-se!” “Ai, que o menino estraga!”
Ai, ai, ai que não me largam!
Deixem as crianças em paz, e deixem as mães serem mães!
Deixem-se de palpites e conselhos e avisos e histórias porque no final, todas fazemos o mesmo. Todos aprendemos as mesmas lições e lidamos com as mesmas situações.
Deixem os miúdos sujar-se, correr na lama, brincar na relva, apanhar insectos e comer areia!
Deixem-nos brincar com molas da roupa e tupperwares, ou tampas dos tachos mesmo que façam barulho. Logo se arruma!
Deixem os miúdos saltar, cair e esfolar os joelhos, arranhar as mãos e tropeçar nos próprios pés.
Deixem-nos espalhar o papel higiénico, brincar com a escova de dentes e espalhar creme no chão da sala!
Deixem que o vosso mundo se torne desarrumado, desordenado, barulhento e acima de tudo alegre e feliz!
O barulho e a desordem fazem parte da felicidade.
E se pelo caminho dermos umas quedas e esfolarmos uns joelhos. Assim seja.
Se esse é o preço a pagar pela cumplicidade de uma brincadeira entre mãe e filho, assim seja! Ficam as “marcas de guerra” mas não ficam sozinhas. Ficam gargalhadas, memórias e momentos felizes!
Deixem as crianças em paz! Deixem as crianças ser simplesmente crianças!
Famílias têm de se registar online para ter manuais gratuitos
Os encarregados de educação têm de se registar numa plataforma online para pedir os manuais escolares que são gratuitos para os alunos das escolas públicas do 1.º ao 6.º ano, anunciou esta segunda-feira o Ministério da Educação.
A partir de agosto, as famílias e escolas vão poder usar a plataforma “MEGA – Manuais Escolares GrAtuitos”, que também estará disponível na aplicação móvel “Edu Rede Escolar”, refere o gabinete de comunicação do ministério.
O registo na plataforma é gratuito e necessário para quem pretenda adquirir os manuais gratuitamente. Após registo efetuado, será criado um código, associado ao número de contribuinte do encarregado de educação do aluno, que permitirá o levantamento dos manuais em qualquer uma das livrarias aderentes”, acrescenta.
Cerca de 500 mil alunos terão direito a manuais gratuitos, segundo o Ministério que lembra ainda que nos próximos quatro anos letivos o preço dos manuais escolares não irá aumentar, sendo apenas atualizado em função da taxa de inflação.
Famílias carenciadas
Já as famílias carenciadas, com direito a ação social escolar, vão continuar a ter manuais escolares gratuitos sem terem de se inscrever previamente na plataforma online “Mega”, esclareceu o Ministério da Educação.
De fora desta obrigatoriedade ficam todos os alunos com ação social escolar, que irão continuar a levantar os manuais como vinham fazendo nos anos anteriores, esclareceu à Lusa o gabinete do Ministério da Educação.
Para garantir que ninguém fica de fora, as escolas terão equipas disponíveis para ajudar as famílias que tenham mais dificuldades em utilizar a internet ou a aplicação agora criada, referiu.
Encontrar a babysitter certa pode parecer uma missão impossível!
Deixar os miúdos com uma babysitter?
É ainda, hoje em dia, algo relativamente raro em Portugal apesar de ser prática comum em outros países. Contudo, pouco a pouco, assistimos a uma quebra de alguns preconceitos e estigmas em torno do babysitting. Vamos lá, então, ver o que se passa e como podemos ultrapassar esta apreensão comum entre pais e mães.
1ª fase – Precisar de uma babysitter
Quer seja uma recém-mãe à procura da primeira babysitter de sempre ou uma mãe experiente com quatro filhos à procura da próxima, encontrar a pessoa certa pode ser uma tarefa complicada.
Quem é a babysitter? Uma amiga da família? Uma vizinha? Independentemente da resposta, deixar os filhos com uma pessoa estranha pode ser algo intimidador.
Não há dúvidas de que se irá certificar de que os números de emergência estão todos em plena vista. Relembrará a babysitter de que lhe deve telefonar se houver um problema. E mencionou que o mais pequeno deve estar na cama às 8 e meia? Será que a babysitter se vai lembrar que o mais velho tem uma alergia a amendoins? Ao sair para o compromisso para o qual a contratou é normal que estas e outras questões lhe assaltem a mente.
Contudo, a verdade é que, se viver longe do avós e não tiver o apoio de mais ninguém, essa babysitter poderá tornar-se num recurso valioso: um dia em que o trabalho não permita sair à hora em que os seus filhos saem da escola ou do ATL, ou uma noite em que queira ir jantar fora e desfrutar da noite entre amigos sem os seus filhos, sabendo que estes ficaram bem entregues.
2ª fase – Encontrar uma babysitter
Existem, hoje em dia, diversas formas para encontrar babysitters, especialmente com a ajuda das plataformas online que ajudam famílias a entrar em contacto com babysitters nas proximidades. Essa não é a parte complicada.
A parte complicada é encontrar alguém em quem confie e que se enquadre na sua família. Isto para não mencionar o facto de várias mães e pais ficarem nervosos com a ideia de encontrar babysitters online e considerarem impossível a ideia de confiar num estranho da Internet. Por isso, para que consiga dar tranquilamente o primeiro passo porta fora, deixando o seu filho com uma babysitter que encontrou online, é preciso encontrar a pessoa certa.
E como se encontra a “pessoa certa”?
Uma poderá ter várias referências e experiência. Outra poderá cobrar um valor mais acessível, mas ter menos experiência. Uma outra poderá ainda ser perfeita, mas viver na outra ponta da cidade e não ter carta de condução, dificultando marcações de última hora. Todas têm os seus prós e contras, então como escolhemos?
3ª fase – Conhecer a babysitter
Conhecer primeiro as potenciais babysitters é uma das melhores formas de encontrar a pessoa certa para si. Aproveite esta oportunidade para discutir alguns requisitos. Se não tiver negociado isto antes de conhecer a babysitter, determine o valor a ser cobrado pela mesma. Qual é o valor por hora? Aceitará a babysitter um valor mais baixo se tudo o que tiver de fazer é sentar-se no sofá enquanto a criança dorme? Dependendo do que lhe pedir, esta poderá aceitar reduzir o valor.
Os valores são, evidentemente, importantes, mas não são a única coisa que deve ter em conta quando procura por uma babysitter.
4ª fase – Entrevistar a babysitter
Uma técnica importante para a avaliação da babysitter é fazer-lhe perguntas difíceis. Esta pessoa irá ficar a cargo dos seus filhos, por isso não tenha hesitações e não deixe nada por saber. Pergunte-lhe sobre como gere uma emergência e peça-lhe que conte a sua pior experiência de sempre como babysitter. Arme-se em Sherlock Holmes e tente ler nas entrelinhas. Não se esqueça de apresentar e explicar todas as regras, mencionando as zonas fora de limite da sua casa e o que não deverá ser feito.
5ª fase – observar a babysitter
Outra maneira de perceber se a babysitter se adequa à sua família é assistindo à interação desta com os seus filhos, à sua frente. Traga-os quando se for encontrar com a potencial babysitter e veja se existe uma ligação. Cumprimenta a criança ou apenas os pais? Sorri para as crianças, faz-lhes algumas perguntas e tem uma atitude acessível?
Saber que está a deixar os seus filhos com alguém que eles já conhecem e com quem se sentem à vontade pode tranquilizar muito o passo porta fora, em direção a uma noite relaxada e sem filhos.
Escrito em colaboração com Babysits, a comunidade de babysitting em Portugal
Eu sou a mãe perfeita que comeu sushi e marisco na gravidez!
Eu sou a mãe perfeita que não amou loucamente o filho no segundo em que nasceu (ainda que o ame loucamente agora)
A mãe perfeita que só amamentou até aos 4 meses, e ainda assim lhe deu leite adaptado!
Eu sou a mãe perfeita que foi a correr para as urgências quando ele teve a primeira febre! Que chorou baba e ranho nos primeiros 15 dias!
Eu sou a mãe perfeita que viu o filho cair com a cara no chão, a centímetros das minhas mãos! Que já deu frutas de boião do supermercado (tantas vezes)!
A mãe perfeita que de vez em quando o deixa comer bolachas, estrelitas e pipocas!
Eu sou a mãe perfeita que já se chateou à séria com ele!
Eu sou a mãe perfeita que tem, quase sempre, a casa por arrumar, pó nas prateleiras e loiça por lavar! Que veste calças só para não ter que fazer a depilação! Que já esperou que o pai chegasse a casa para mudar a fralda! (enquanto não chegar aos joelhos, vale tudo)
Sou a mãe perfeita que já fingiu não o ouvir enquanto estava no banho, para que o pai fosse lá!
A mãe perfeita que já ficou na cama a dormir, enquanto o pai e ele se levantaram e foram brincar para a sala! A mãe perfeita que já o deixou com a avó para ir jantar fora!
Eu sou a mãe perfeita que o deixa comer terra ou areia e perceber por si próprio que não é lá muito agradável! Sou a mãe perfeita que nem sempre tem paciência para brincar! A mãe perfeita que, por vezes, quer apenas ficar a ver televisão.
Eu sou a mãe perfeita que às vezes o deixa dormir na minha cama só para não ter que o ir pôr na dele! Que nunca atinei com um marsúpio/sling (ou lá o que chamam àquilo)! Sou a mãe perfeita que já o deixei dormir no carro!
Eu sou a mãe perfeita! E para quem tenha dúvidas perguntem-lhe a ele, quem seria para ele a mãe perfeita!
Todas as crianças têm grandes interesses, paixões e sonhos. Umas querem ser astronautas e visitar o espaço, outras gostavam de viver num castelo como uma princesa. E são estes os ícones que gostavam ter no seu quarto.
Alguns pais levaram estas paixões tão a sério ao ponto de criar espaços de sonho, tão levados ao pormenor que até é difícil acreditar que são reais.
Veja os próximos 15 quartos de sonho para crianças, inspire-se e faça o seu filho ainda mais feliz!
O castelo da princesa
Um quarto inspirado nos castelos das princesas faz parte do imaginário de muitas meninas. Não pode faltar o cor-de-rosa, muitos brilhantes e alusões ao filme da Cinderela. Se a sua criança adora contos de fada então tire algumas ideias e aplique-as. Se não pode ter um castelo desta dimensão, e porque não pintá-lo na parede? A imaginação é o limite!
Para crianças que adoram Legos
Um quarto muito colorido para aquelas crianças que adoram brincar e construir com peças Lego. Tanto os móveis, como a decoração é inspirada nas famosas peças. O seu filho é um dos muitos fãs de Lego? Então apostamos que nunca mais ia querer sair deste quarto, certo?
Para sonhar e voar
Este é para os grandes fãs de aviões. Se é o caso da sua criança, então aposte no tema da aeronáutica. De certeza que vai adorar! Uma cama em forma de avião vai fazê-la criar asas, assim como um papel de parede com nuvens e um mapa do mundo. Todos os detalhes contam para a ajudar a imaginar.
Uma casa na árvore
Este é daqueles quartos que qualquer criança gostaria de ter. Todos os miúdos imaginam ter uma casa na árvore e passam sempre pela fase em que constroem cabanas com lençóis. Seja por brincadeira, como forma de esconderijo ou porque sentem que é um ambiente acolhedor. Então porque não uma cabana em forma de cama? Não só vai proporcionar vários momentos de diversão, como se vai sentir mais protegido quando for dormir.
A carruagem da Cinderela
Se a sua princesa passa a vida a ver contos de fadas, então talvez não lhe deva mostrar este quarto porque vai querer ter um igual. O castelo e a cama em forma de carruagem são os elementos perfeitos para se recriar o filme da Cinderela. Se não tiver orçamento para uma cama desta dimensão, experimente desenhar a carruagem na parede!
Para o maior pirata
Sem dúvida um quarto de sonho onde se vive a temática do mar e dos piratas. Tal como o da carruagem da Cinderela, talvez seja melhor não mostrar este ao seu filho, porque pode nunca mais deixar de pensar nele. Ou então, que tal inspirar-se nele? Pode pintar as paredes de azul, pendurar quadros com animais marinhos, colocar algumas redes e se possível, uma cama em forma de barco.
A floresta encantada
Este é um dos temas mais simples e bonitos! Basta pintar o tecto de azul, que juntamente com a iluminação simula um céu estrelado. Não se esqueça de colocar uma árvore de fantasia e um baloiço pendurado no tecto, para que se recrie o ambiente de uma floresta encantada. Decore o quarto em tons de verde e deixe o seu filho dar asas à imaginação. Mas atenção: nada de tons sombrios para não criar pesadelos! 🙂
Carros
O seu filho é daquelas crianças que sabe de cor todas as marcas de carros? Então este quarto é para ele! Aqui nada falta para que se sinta numa corrida da Fórmula 1, desde a cama em forma de carro, ao vermelho Ferrari e até uma cómoda que parece uma bomba de gasolina.
Ambiente colorido para partilhar
Se tem vários filhos mas apenas um quarto, saiba que são várias as opções giras e divertidas, sem que o espaço se torne demasiado pequeno ou desconfortável. Coloque um beliche, escolha um tema e pinte a parede com uma cor alegre. São os pormenores que mais dão vida a esta divisão, por isso incorpore algumas estrelas ou bolinhas nas paredes e colchas.
Para os que sonham ir ao espaço
Tem um fã de astronomia em casa? Então diga-nos se este quarto não seria o seu maior sonho. Inspire-se e torne-o realidade: pinte as paredes de azul, recrie o sistema solar colocando os planetas no tecto e pinte algumas estrelas. Experimente usar uma tinta que brilhe no escuro para fazer umas estrelinhas que se vejam à noite! É fácil fazer a sua criança feliz.
O esconderijo do super-herói
Não se preocupe, também não nos esquecemos do seu filho que está na fase dos super-heróis. Coloque alguns quadros das suas personagens preferidas, almofadas alusivas e livros de banda desenhada. Terá todos os elementos reunidos para que a criança se sinta como se estivesse no esconderijo do super-herói.
Fãs de futebol
Para as crianças que sonham em ser o próximo Cristiano Ronaldo, um quarto com o tema do futebol pode fazê-lo muito feliz. E que tal um chão em vinil ou um tapete que simula um campo de futebol? Não se esqueça de colocar várias bolas, uma baliza e até alguns quadros com os seus jogadores preferidos.
Para os futuros jogadores de Basquete
Já para aqueles miúdos que ambicionam ser um jogador de basquetebol também é fácil criar um quarto de sonho. O que acha de uma cama com uma cabeceira feita com rede? Depois basta pôr um cesto, algumas bolas e uma decoração em tons de laranja e azul, as cores que mais remetem para esta modalidade.
Um estúdio de música
Também não nos esquecemos das crianças que adoram música e até já sabem tocar algum instrumento. Vamos tornar o seu quarto num estúdio de música onde possa praticar e aperfeiçoar a técnica? Só tem que ter alguma paciência nos momentos em que desafinar um pouco.
Chegam as férias escolares e tudo o que isso implica!
Para muitos, estes são os meses mais esperados. Os meses do merecido descanso, das férias de verão, do tempo em família! Mas as palavras “férias de verão” têm um sabor amargo para muitos outros.
Falo dos que não têm “férias de verão” nos seus empregos, mas ainda assim têm que lidar com as “férias de verão ” nas escolas e infantários.
Nunca fiz férias em Agosto, não gosto!
E mesmo que fizesse, no meu trabalho, como em muitos, sou obrigada a coordenar férias com os meus colegas para uns substituam os outros. A empresa não fecha, e o trabalho não pára! Como tal, mesmo que quisesse fazer férias em Agosto, no máximo poderia gozar duas semanas e jamais o mês todo.
Ainda assim, os meus colegas, na sua maioria também pais de filhos, teriam à partida as mesmas condições que eu… É simples: não podemos ir de férias todos ao mesmo tempo.
O nosso país acha que o mês de Agosto pára tudo #sóquenão, e não querem que pare nada!
As escolas e infantários na sua maioria fecham (os que não fecham são, maioritariamente, escolas privadas), deixando os pais sem alternativas.
Estes pais podem justificar no trabalho que precisam do mês de Agosto de férias porque não têm onde deixar os filhos…. Eles e os seus substitutos…
Ou seja, esperam que andemos com os filhos no bolso! Qualquer mãe sabe que é completamente impossível levar um filho de 2 anos para o trabalho e esperar que ele fique ali sossegado e sem barulho um dia inteiro…
Sinceramente não faço ideia do que vai na cabeça destes loucos que nos governam (neste caso na educação, e nas escolas que fecham)…
Valham-nos as avós! As casas com cheiro a canela, as frutas acabadas de apanhar…
Valham-nos as avós, que do alto da sua reforma, lá arranjam genica para ficar com os netos durante o mês de Julho, de Agosto ou às vezes em setembro!
E quando as avós ainda trabalham?!
Pois não sei….
Cá por casa encontramos uma escola que fecha apenas uma semana. Este ano a avó pode ficar com ele… no próximo ano, logo se vê!
Mas quando me falam em incentivos à natalidade, é nestas coisas que penso…Que tal em vez de falarem em incentivos começarem primeiro a criar condições para que os filhos existam?!
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