(Advertência: Este texto não deve ser lido por todas as pessoas! É exclusivo e recomendado só para aquelas que serão, muito provavelmente, as melhores mães do mundo.)

Não, não é verdade que as mães sejam serenas, macias e bucólicas, quase sempre. E que, seja diante do que for, reajam num tom ameno, almofadado e cheio de açúcar, sem sequer gritarem, esbracejarem e esconjurarem todos os descuidos que, sempre que elas são dedicadas e atentas, abundam numa casa. As mães saudáveis têm o direito (milenar!) a esganiçar-se, sim senhora! (Aliás, mães esganiçadas são um património imaterial da Humanidade; como se sabe.) E têm o direito a ameaçar que, um dia, se vão embora e “aí sim, vocês vão ver a falta que vos faço!”. E por mais que não esperem que ninguém as leve a sério, como é óbvio, agradeciam que toda a gente da família ficasse, pelo menos, em… estado de choque (!!!) diante de um grito como esse, em vez de permanecer em silêncio – entre o divertido e  uma atitude do género: “Ela fica tão gira quando está com mau génio!” – como se nada, na gritaria duma mãe, valesse para o que quer que fosse! Aliás, as mães (saudáveis, é claro) estão fartas e saturadas da sua função de mãe nunca ter nem domingos nem feriados! Nem ser considerada para efeitos de reforma, de banco de horas – a reverter em seu favor, aos fins de semana – ou com mais dias de férias, como devia ser!

Afinal, quem é que levanta as crianças, todos os dias, e se dispõe ao papel (maléfico!) de as proibir de dormir mais cinco minutos, e se esgadanha contra os seus dedos papudos que reclamam “mais desenhos animados já!”? E quem é que as apressa a vestir e as obriga a engolir o pequeno almoço, quase sem respirar? E quem é que as intima a lavar os dentes (depressa!), antes de as ameaçar que vão de cuecas para a escola se não descerem (a correr!) para o carro para que, depois de esbracejarem contra o trânsito, irem numa correria deixar a miudagem, que cansa, só de ver? E quem é que deve sofrer de dupla personalidade e, depois dos ataques de nervos  de todas as manhãs, passa da fúria de leoa à maior de todas as ternuras e pespega um beijo inimitável, e dá um sorriso cheio de luz, e abraça, e diz “a mãe ama-te tanto!!!!”, enquanto aconchega os caracóis, e chama “príncipes” e “princesas” a crianças normais e ensonadas?  As mães!

E quem é que sai mais cedo do trabalho e, cidade acima/cidade baixo, anda numa “roda viva” entre a escola, a piscina, o inglês, o futebol e a música, e transforma o porta-bagagens dum automóvel numa parafernália de mochilas, flautas, chuteiras, lanches, touca, toalha e óculos, e ainda tem tempo para as perguntas mais tolas que só as pessoas bondosas conseguem fazer (como, por exemplo: “Como é que correu a escola?” ou “O que foi o almoço”) e – oh canseira! – fica parecida com a Cruela sempre que uma criança responde: “correu bem” ou “não me lembro”?… As mães!

E quem é que, depois do trabalho, barafusta o tempo todo contra os trabalhos de casa mas que, ainda assim, franze a sobrancelha e – com um orgulho mal disfarçado – diz, num tom solene mas, todavia, aconchegado: “Eu não sei como é… Se eu não estiver sempre ali ao pé, ele não faz nada!…”?
As mães?

E quem é que tem a mania de dizer: “O meu filho não gosta de ser contrariado!” para justificar as 200 vezes que se chama uma criança para saltar para o banho, as outras 200 que são precisas para a convencer a deixar os desenhos animados para vir jantar, não esquecendo mais 200 suplementares em que  repete, devagarinho: “Come a sopa!” e acaba a ribombar: “Despachas-te ou não?…” antes de lhe dizer: “Abre lá essa boca, já!” (enquanto despeja as últimas colheres de sopa pelas goelas dum filho)? As mães!

E quem é que, diante do lado mais demagógico duma criança (quando diz “Eu não sei” ou – “à Calimero” – se lamenta: “Eu não faço nada bem feito”) começa devagarinho: “Oh, meu pequenino: não sejas pateta… Vá… A mãe gosta tanto de ti!…” e, quando os interessados esperariam que em direitos adquiridos nunca se mexesse, e insistem só com mais um “não sou capaz” (é só mais um…) acaba a berrar, num tom amigo dos trovões: “Mas onde é que tu tens a cabeça?…” As mães!

E quem é que faz o jantar, e tem a mania de achar que a sopa é importante, e que o peixe torna as crianças inteligentes, e que os vegetais fazem os meninos crescer, e as cenouras tornam os olhos bonitos, e as batatas fritas não prestam, e que a Coca-Cola torna as crianças mais redondinhas, e que o açúcar faz cair os dentes, e não deixa comer bolachas antes do jantar, nem pizza dia sim/dia sim?
As mães!

E quem é que, enquanto apanha os brinquedos que se atropelam pelo chão, mais a roupa que se amontoa na cadeira, mais a outra que se escondeu, (por iniciativa própria, logo se vê…) atrás do armário, e fiscaliza a mochila e os cadernos, e põe a roupa, esticadinha, para o dia que lá vem, e descobre pacotes de leite vazio onde não deviam estar, e embalagens de bolachas que – vá lá saber-se porquê – se refugiam no quarto das crianças, e enquanto arruma tudo, um dia atrás do outro, repete e repete e repete:  “Mas será que tu nunca arrumas nada, é?..”   E quem é que nos seus piores dias de arrumadeira, pergunta, com um desvario quase sindical:  “Mas achas que há empregadas cá em casa, é?…”
As mães!

E quem é que vai à escola e, enquanto conversa com as outras mães sobre os caprichos das crianças (como se fossem toques muito pessoais que a personalidade “muito vincada” de cada uma as leva a ter) se prepara para ser repreendida, por alguns professores, e tem de ouvir: “ Mas… está tudo bem lá por casa?” (sempre que as crianças acham enfadonhas muitas aulas, por exemplo) ou, nas alturas de pior karma, é advertida para a necessidade de dar mais apoio à pequenada “porque eu tenho 28 alunos e não chego para tudo?…” As mães!

E quem é que não perde a compostura e, antes de fingir que deita os olhos para a televisão, enquanto pestaneja, ainda se esparrama na cama e conta histórias e, para se desintoxicar do papel de “chata oficial lá de casa”, sente que aqueles minutos de namoro, antes do sono, são os únicos em que não tem de ser mandona e refilona e tudo o mais que toda a gente espera que só as mães consigam ser e, quando dá conta, adormeceu, mais outra vez, na cama de um dos filhos, e é repreendida (e muito bem…) por esse desvario? As mães, claro.

Mas, afinal, o que é querem mais das mães? Que elas não se esgotem? Que não exijam ter o direito a ser mimadas e, por mais que ninguém diga isso, que queiram, pelo menos, mais um miligrama de amor e outro de carinho do que aqueles que as crianças dão ao pai? E que não sejam vaidosas? E que sejam discretas e se anulem com se o aquilo que mais desejassem é que ninguém desse por elas?

Por isso mesmo, que em relação a tudo o resto seja “ano nova, vida nova”, ainda vá. Mas em relação ao jeito muito especial de todas as mães eu espero é que nada deixe de ser como é. É claro que ninguém tem dúvidas que as mães “estragam” as crianças, sim! Mas que não haja quem ouse imaginar que as queremos doutro modo. Nós – os filhos, os pais e os avós, todos juntos, adoramos – no fundo – que elas sejam assim!

Por Prof. Eduardo Sá, na revista Pais & Filhos, em 9.06.15

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Enquanto mãe de três que trabalha a tempo inteiro, sinto que a gestão de tempo é essencial para conseguir fazer tudo a que me proponho.

O facto do Little Style reunir 60 marcas durante um fim de semana, possibilita a outras mães e mulheres no geral, com tão pouco tempo livre, conhecer a nova coleção e escolher os conjuntos e acessórios de que mais gostam. Roupa para o dia-a-dia, para festas, calçado, meias, laços, toucas e gorros, abrigos, colares, pulseiras e muito mais para bebés e crianças.

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Para as mães, marcas giríssimas com propostas que vão adorar, o difícil vai ser escolher.dixo

Aqui é o local ideal para fazer as compras da nova coleção outono-inverno, já que reúne num só espaço uma seleção das melhores marcas de moda, acessórios e decoração para mães e filhos, num ambiente descontraído, entre sumos naturais, comidas saudáveis e saborosas, e atividades giras para crianças e workshops pais e filhos!

workshops

No que toca à moda infantil, o próximo outono-inverno veste-se de tons cinza e taupe, como o rosa, azul anilado, água e cru, para além do inevitável marsala. Cor em bloco, padrões com flores ou geométricos, as tendências são várias mas revestem-se de mais modernidade, menos folhos, golas e rendas.

rosa

Para os bebés os conjuntos em malha são um must-have, uma proposta super confortável e apetitosa, que deve ser conjugada com um body de golas redondas ou Peter Pan. As toucas e gorros com pompon são também essenciais para os mais pequenos.

foto_tuchique_bebeAs crianças entre os 12 meses e os 3/4 anos continuam com propostas essencialmente clássicas, com vestidos, túnicas, calções, jardineiras, tapa fraldas, camisas de gola à padre ou capuz, casacos e camisolas de lã nos tons e padrões da estação.
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Já os mais velhos, a partir dos 5/6 anos têm cada vez mais oferta de peças práticas, descontraídas e com muita pinta, nomeadamente sweat-shirts com prints, túnicas e camisas, jumpsuits e vestidos de corte trapézio.

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Vai assim haver muito por onde escolher, não só para bebés, crianças e adolescentes, dos 0 aos 16, mas também para as mães e tias. Será um fim de semana de compras muito tentador, sendo que para as mais indecisas o ideal será assistir aos desfiles de sábado e domingo às 15h30.

Dias 3 e 4 de outubro nas Cavalariças do Pestana Palace
Sábado 10h-20h e domingo 10h-18h
Jau, 54, Lisboa

Acompanhe as novidade em Little Style

Por Filipa Cortez Faria, do  Blog My Happy Kids, para Up to Kids®
Todos os direitos reservados

Agradecimentos imagens Little Style,
D.I.X.O.,
TuChique,
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Os vencedores do passatempo  “Os bebés também querem dormir”, de Constança Cordeiro Ferreira já foram apurados,são:

  • Inês Magalhães, 
  • Selma Moreira Pereira,
  • Estela de Lurdes Ribeiro Martins da Silva

PARABÉNS! Obrigada por ter participado!
Para reclamar o prémio siga as instruções enviadas por e-mail.
Caso não tenha recebido um e-mail, por favor verifique a caixa de spam.

Este passatempo foi oferecido pela Matéria-Prima Edições, em parceria com a Up To Kids®.

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A vida com um bebé ao colo não tem de ser feita de lutas para dormir, cólicas, choro permanente, inseguranças e medos. Há estratégias que fazem a diferença e técnicas para os momentos SOS, para que os pais e o bebé se entendam na perfeição, criando uma ligação única.

A Up To Kids® em parceria com a Matéria-Prima Edições vai oferecer 3 exemplares do livro “Os bebés também querem dormir”, onde a autora Constança Cordeiro Ferreira, considerada a “Fada dos bebés” mostra como cada bebé tem, dentro de si, um verdadeiro manual de instruções e ajuda-nos a compreender os sinais. Participe já!

COMO PARTICIPAR | REGRAS

1. Fazer like na página Up to Lisbon Kids e Matéria-Prima Edições.
2. Partilhar no Facebook (ao público) com tag para 3 amigos.
3. Preencher o formulário e enviar!!

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O passatempo é válido de dia 26.09.15 até dia 4.10.15.
Os exemplares do livro serão serão sorteados pelos e-mails dos concorrentes através do programa Random.com.
Os vencedores serão anunciados publicamente no dia 7.10.15.
Apenas estarão habilitadas ao sorteio pessoas cumpram as 3 regras de participação.
A partilha deverá ser publica para a podermos seguir.
O mesmo utilizador pode concorrer mais que uma vez (máx 5 participações/pessoa/dia), desde que em cada participação cumpra novamente as regras impostas, e os nomes do tag sejam sempre diferentes.
Ficará habilitado o nº de vezes que concorrer
Os vencedores serão avisados por e-mail, e terão 15 dias a contar da data do envio do mesmo, para responder e reclamar o prémio. Após essa data perderão o direito ao mesmo.
O prémio será enviado por correio após a reclamação do mesmo.

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São na generalidade jovens, com idade entre os 30 e 40 anos e mães que viram na maternidade uma oportunidade de desenvolver o seu gosto por moda e acessórios. Raros são os casos de mulheres que escolheram desde o primeiro momento fazer desta a sua profissão, ter uma marca de roupa ou acessórios de moda, e assim promover a cultura do handmade tão presente na história do nosso país.

Uma mudança de estilo de vida que se prende também com a possibilidade de ter horários mais flexíveis e acompanhar de perto o crescimento das crianças. São as novas empresárias do momento, que conciliam o seu pequeno negócio com a maternidade na perfeição.

A Ana, a Sofia e a Teresa são exemplos disso, as suas histórias de vida são estas:

A Ana estudou Ciências da Comunicação e dedicou 12 anos à sua carreira enquanto brand manager de grandes marcas de telecomunicações. Quando nasceu a sua primeira filha, Constança, foi entre as primeiras fraldas e mamadas que decidiu criar a Ma Petite Princesse, agora Grace Baby and Child. Uma marca encantadora de roupa de bebé e criança, dos 0 aos 6 anos que faz a delícia das new mums Portuguesas e não só.

Grace-Baby-&-Child

A Sofia é uma psicóloga que depois de mais de 6 anos a trabalhar na sua área decidiu que estava na altura de mudar. Mãe de duas raparigas, foi perante a dificuldade em conciliar a vida de mãe com a sua profissão que decidiu arriscar e mudar. Apaixonada por moda infantil, decidiu criar aquela que é hoje uma das marcas de referência no que diz respeito a roupa para crianças, a Tu Chique.

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A história de Teresa é um pouco diferente, formou-se em Conservação e Restauro de Pintura em Itália, onde viveu quatro anos. Quando regressou a Portugal exerceu essa atividade ainda durante uns anos, até que os projetos foram diminuindo e decidiu começar o projeto da Wonder.it, conciliando ambas as áreas enquanto foi possível. Há cerca de umano e meio arriscou apostar tudo na marca que hoje em dia é referência para muitas mulheres e está muito satisfeita com essa mudança.

Wonder.it

 

Poderá visitar estas, e outras, marcas no Little Style

Por Filipa Cortez Faria, do  Blog My Happy Kids,
para Up To Kids®

Todos os direitos reservados

Os vencedores do passatempo  “O Rei Inchado” já foram apurados,são:

  • Susana Sofia Pereira de Sousa, 
  • Lina Maria Gomes Forte,
  • Ana Isabel Andrade Costa

PARABÉNS! Obrigada por terem participado!
Para reclamar o prémio siga as instruções enviadas por e-mail.
Caso não tenha recebido um e-mail, por favor verifique a caixa de spam.

Este passatempo foi oferecido pela Máquina de Voar® Editora, em parceria com a Up To Kids®.

 

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#GIVE TO KIDS

Começamos o ano letivo e voltamos ao viró-disco-e-toca-o-mesmo.

Para um bom aproveitamento escolar é necessário rotinas mais rigorosas, e uma hora de deitar mais tranquila e que nos deixe crescer e sonhar. Mas quando já se conhece de trás para a frente todas as histórias que temos na prateleira, por vezes perde-se o entusiasmo pela leitura!

Preocupados com as nossas crianças, a  Up To Kids® em parceria com a Máquina de Voar vai oferecer 3 exemplares do livro “O Rei Inchado”, para dar uma lufada de ar fresco nas histórias lá de casa. Participe já!

COMO PARTICIPAR | REGRAS

1. Fazer like na página Up to Lisbon Kids e Máquina de Voar
2. Partilhar no Facebook (ao público) com tag para 3 amigos.
3. Preencher os campos e no campo “comentário” inserir o nome do livro infantil preferido do seu filho!

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O passatempo é válido de dia 24.09.15 até dia 4.10.15.
Os exemplares do livro serão serão sorteados pelos e-mails dos concorrentes através do programa Random.com.
Os vencedores serão anunciados publicamente no dia 7.10.15.
Apenas estarão habilitadas ao sorteio pessoas cumpram as 3 regras de participação.
A partilha deverá ser publica para a podermos seguir.
O mesmo utilizador pode concorrer mais que uma vez, desde que em cada participação cumpra novamente as 3 regras impostas, e os nomes do tag sejam sempre diferentes.
Ficará habilitado o nº de vezes que concorrer (máx 5 participações/pessoa/dia)
O prémio será enviado por correio após a reclamação do mesmo.
Os vencedores serão avisados por e-mail, e terão 15 dias a contar da data do envio do mesmo, para responder e reclamar o prémio. Após essa data perderão o direito ao mesmo.rei-inchado_25

A chegada de um bebé à vida dos pais, é um momento, normalmente, muito desejado. Mesmo quando não planeado, a natureza dá-nos cerca de 9 meses para nos organizarmos, ou seja, arrumar a cabeça e a casa.

Há inúmeros preparativos e adaptações a fazer: há que preparar o enxoval do bebé e organizar a casa para receber mais um elemento da família.

As primeiras preocupações dos pais são a deslocação do bebé, ou seja, carrinhos e ovo, e o descanso do bebé, ou seja, a cama onde irá dar noites maravilhosas aos pais.

Nos primeiros anos de vida, o crescimento da criança é exponencial pelo que se impõem uma necessidade de adaptar a sua roupa e objetos ao crescimento.

No que se refere ao descanso do bebé, embora tenha havido uma grande evolução a nível de materiais e conforto, até agora, ainda não havia uma solução única que se adaptasse às várias fases de crescimento, até aos 3/4 anos. A partir desta idade, a criança já poderá dormir  numa cama de corpo inteiro, e caso considere necessário, poderá colocar uma barra de pôr e tirar na lateral da cama para a criança não cair.

O Hogie, é um berço que pode ser usado até aos 3 anos de idade, e foi criado por Patrícia Cruz no âmbito da sua dissertação de mestrado em design na Faculdade de Aveiro.

A Designer começou por realizar uma pesquisa num infantário em Aveiro: “Verifiquei que existiam mudanças nos infantários que prejudicavam a adaptação, o bem-estar, o conforto, a experiência e a memória da criança do seu percurso escolar, mudanças essas que se deviam essencialmente à constante alteração do local de sono e às mudanças de educadoras”

Embora tenho sido criado a pensar nas instituições pré-escolares “que pretendam adquirir um produto que proporcione bem-estar para a criança e para as educadoras”, Patrícia Cruz não sobrevalorizou as  mães que queiram adquirir um a nível particular, e atribuiu uma função extra ao berço: caixa de arrumação. Assim, mesmo quando a criança já não está a  utilizar o berço Hogie para dormir, poderá armazenar lá os seus brinquedos.

arrumação

O Hogie é de fácil transporte (Rodas), empilhavel,  fácil lavagem de materiais amigos do ambiente. Além de todas estas vantagens, adapta-se ao crescimento do bebé.

empilhavel
As suas três fases distintas de adaptação ao crescimento são:

  • Mini-Berço – 0 aos 4 meses | Nesta fase o berço tem dimensões reduzidas e encontra-se a um nível mais elevado para permitir que a educadora mantenha a postura correta na colocação da criança no produto.
  • Berço – Dos 4 meses a 1 Ano |  Esta versão “está relacionada com a fase de constante evolução motora e cognitiva da criança”.  “O berço adquire maior altura para proteger e garantir a segurança máxima da criança”.
  • Catre – Do 1 aos 3 anos | Pretende fazer face ao avanço motor e à autonomia da criança. “A função de catre surge a partir da parte constituinte “mini-berço” e permite que a criança se possa deitar sozinha sem o auxílio da educadora e sem qualquer risco de queda”

Informação Extra
*Dimensões 120×60
*Material acrílico, pode ser fabricado em várias cores.
*Tampa transforma o módulo do berço numa caixa de arrumação.
*As peças protetoras impedem a colocação do berço diretamente no piso permitindo maior limpeza.
*O sistema de elevação do colchão permite que a criança durma mais tranquila ao mesmo tempo que proporciona maior relaxamento geral.


Agora, a Designer procura investidores que queiram transformar este sonho em realidade.
Sigue a Hogie no facebook, e saiba mais em Hogie

hoggie

 

 

 

 

 

Vencedora do passatempo “A Psicologia Positiva na Creche e no Pré-Escolar”:
Elsa Patrícia Freitas
Obrigada por ter participado! Agradecemos ao Mundo Brilhante por proporcionar este passatempo!

 

Começar desde cedo a estimular as emoções positivas é benéfico para o desenvolvimento das crianças. As Educadoras de Infância estão cada vez mais atentas às premissas da Psicologia Positiva.

A Casa do Menino de Deus em Lisboa, como “Entidade Positiva” foi proativa e associou-se ao Mundo Brilhante. Centrada em fazer sempre o melhor pelo desenvolvimento das crianças, numa ideia que foi bem acolhida desde a primeira hora pela Diretora Lúcia Santos Silva, vai receber a Formação para Educadoras “A Psicologia Positiva na Creche e no Pré-Escolar”. Esta será dinamizada pelos Formadores do Mundo Brilhante.

Depois do Porto e Viseu, é a vez de Lisboa. Em breve iremos também a Faro espalhar esta onda positiva…

A Up To Kids® em parceria com o Mundo Brilhante vai oferecer uma inscrição nesta Formação.

Se é Educadora de Infância, participe já!

COMO PARTICIPAR | REGRAS

1. Fazer like na página Up to Lisbon Kids e Mundo Brilhante
2. Partilhar no Facebook (ao público) com tag para 3 Educadoras.
3. Preencher os campos e no campo “comentário” inserir o nome da Escola onde trabalha (ou desempregada, se for o caso)!

 

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Saiba os pormenores do seu prémio aqui

O passatempo é válido de dia 22.09.15 até dia 25.09.15 às 18h.
Os vencedores serão sorteados pelos e-mails dos concorrentes através do programa Random.com.
Os vencedores serão anunciados publicamente no dia 25.10.15 às 20h.
Apenas estarão habilitadas ao sorteio pessoas cumpram as 3 regras de participação.
A partilha deverá ser publica para a podermos seguir.
O mesmo utilizador pode concorrer mais que uma vez, desde que em cada participação cumpra novamente as 3 regras impostas, e os nomes do tag sejam sempre diferentes.
Ficará habilitado o nº de vezes que concorrer (máx 5 participações/pessoa/dia)
O vencedor será avisado por e-mail, ou se preferir sms, deixe o contacto telefónico no comentário, e deverão apresentar-se no dia 26 no local e hora  da Formação para usufruir do seu prémio.

20 coisas que os meus filhos nunca vão perceber. Bem vindos aos anos 80/90!

Quando era mais nova lembro-me dos meus pais me contarem episódios que começavam com “No meu tempo…” Cheirava-me logo a anos 40/50, a histórias longínquas e desatualizadas, com o encanto de imaginar o meu pai com 6 anos, em África, a brincar na rua, tal como via na fotografia na sala de nossa casa. Parecia que, da infância deles à nossa, tinham ficado centenas de histórias por contar.

Hoje, dou por mim a começar frases da mesma maneira. “No meu tempo…”

Os meus filhos gostam de saber.

Com os olhos a brilhar tentam adivinhar o que vou eu contar: serão aventuras como andar de bicicleta sem que ninguém soubesse do nosso paradeiro, ou serão coisas que me passam pela cabeça como “Menina, que polos conhece? – Polo Norte, Polo Sul e Polilon!”. 1, 2, 3, diga lá outra vez: de onde vem esta famosa frase?

 

A pensar nestas conversas, resolvi compilar 20 coisas que os meus filhos nunca vão perceber… Bem vindos aos anos 80/90!

 

1.A Televisão era a preto e branco.

Só tinha dois canais, e o mais parecido com controlo remoto para os nossos pais éramos nós: “Vai lá ver o que está a dar no 2”. Não existia zapping, e se algum visionário se lembrasse de alternar entre canais fazia, quando muito, ping pong.
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Mais tarde um asterisco que piscava no canto do ecrã indicava que estava a começar um programa no outro canal.

2. Fazer viagens Lisboa-Algarve pela Estrada Nacional.

Sem cintos atrás, e ficar horas no trânsito com temperaturas a roçar os 40 graus, sem ar-condicionado. A paragem obrigatória era em Canal Caveira ou Mimosa e não era para fumar um cigarro. Os cigarros fumavam-se dentro do carro, ao longo da viagem. Para os mais novos, cigarros de chocolate para agarrar entre dedos e ir comendo, powered by “próprios pais”.

3. TV a cores e Eurovisão

Assistir pela primeira vez ao festival da canção numa televisão a cores com toda a família e os amigos dos pais.

Sim, marcavam-se convívios para viver momentos especiais, e este foi um deles.

4. A mira da televisão antes de abrir a emissão

Acordar ao sábado de manhã para ver bonecos animados, e o desapontamento de ficar 1h a olhar para a mira da RTP porque a emissão ainda não tinha começado.

mira

A excitação do início da emissão era tanta que até dançávamos ao som da orquestra de abertura (Este video é mais antigo, mas não arranjei com a mira dos anos 80, gozem só a orquestra).

 

Falar ao telefone sem poder sair do mesmo sítio e enrolar o dedo à volta do fio durante a conversa.

Quando a ligação não estava boa, trocávamos o telefone de orelha. Quando queríamos telefonar para casa de um amigo, tínhamos de saber falar ao telefone: cumprimentar, identificarmo-nos, e perguntar, “A Ana está?”

5. Colecionar borrachas com cheirinho, folhas queridas, caricas, berlindes, latas de bebida, ou pedras.

vorrachas6. Querer telefonar para os amigos e ter um cadeado no telefone. Sim, já nos bloqueavam o teclado na altura, o método é que era um bocadinho diferente.cadeado

7. Para brincar bastava termos vontade.

Éramos pequenos Macgyver a improvisar brinquedos: fazíamos fisgas, cabanas, e arcos e flechas. Com pedras jogávamos à mosca, com um canivete (ups!) jogávamos ao mundo, com um elástico ou uma corda saltava-se. Com um fio fazíamos manobras de mãos e jogávamos ao pé de galo. Faziamos 3 covas e jogávamos Bilas ou Guelas.Só tinhamos de decidir se valia palmo e ganso ou não. Éramos incansáveis.  Sabíamos que os presentes se recebiam nos anos e no natal, e vivíamos bem com isso. A moeda que a Fada dos dentes deixava dava para comprar pastilhas Gorila, e era fantástico! (Até porque, também, colecionávamos os cromos dos aviões)
gorila

8. Saber esperar

Marcar encontros no cinema ou no café sabendo que não haveria hipótese de desmarcar caso surgisse um imprevisto. Esperávamos até que o outro aparecesse. Às vezes, quando o atraso era grande, íamos a um café ligar para casa:  “Quanto é que é cada impulso para chamada local?” – “Dois e quinhentos”. Nessa altura falávamos em escudos.

9. Assistir ao telejornal até ao fim, para ver as sessões de cinema que passava logo de seguida.

10. Load aspas aspas Enter.

Rezar que o jogo “entre”. Quando caía, afinava-se um parafuso no gravador e tentava-se novamente. Depois esperávamos uns 2 a 5 minutos para descarregar o jogo, numa espécie de hipnose provocada pelas riscas e sons que eram produzidos na televisão.


Poder jogar Pacman em casa… e depois Mrs. Pacman.

11. Ter uns headphones da Sony amarelos e rebobinar as cassetes com uma caneta bic para não gastar pilha.sony-walkman

11. Revelar fotografias

Pôr as fotografias das férias finalmente a revelar, esperar uma semana para levantar, pagar os olhos da cara, e não haver uma foto que se aproveite. O rolo tinha a “asa” errada e ficou com muita ou com pouca luz. Ou simplesmente abrimos a tampa antes de rebobinar, e ficou todo queimado!kodak

12. Gravar musicas da rádio

Esperar ansiosamente que passe a música preferida no rádio para pôr a gravar, e alguém falar a meio. Ou estar a gravar uma música e a cassete acabar: virar rapidamente para o outro lado, pôr no Rec e apanhar a parte branca da fita até ao fim da música.rec

13. Linhas cruzadas

Arranjar uma extensão de telefone gigante para conseguires falar com alguma privacidade. Estar ao telefone e ouvir um “arfar” na linha. Alguém em tua casa estava a ouvir a conversa no outro telefone (Esta para eles parece muito à frente!)

14. Trabalhos escolares (Calma, os TPC já existiam, só davam um bocadinho mais de trabalho a realizar)

Fazer um trabalho de pesquisa, para a escola, na biblioteca. Ter de consultar vários livros, e criar a apresentação em acetatos! (Graças a Deus já existia o retro-projetor!)retroprojetor

15. Videoclubes sem ser on-line

Esperar meses para que aquele filme que perdemos no cinema chegasse ao clube de vídeo. Conseguir alugá-lo ao fim de duas semanas esgotado, chegar a casa ansioso para ver, e a fita não estar rebobinada!
vhsOu gravar um filme no vídeo, e no dia que vamos ver… alguém gravou outro programa por cima.

16. Passar bilhetinhos nas salas de aula.

17. A primeira ligação à internet.

Aproveitar a extensão do cabo de telefone para fazer a ligação à internet no computador. O som que a internet fazia a ligar. O tempo que a internet demorava a ligar. A meio alguém resolvia fazer um telefonema, e adeus internet.

18. Ver a astrologia e os jogos no teletexto. (Isto já foi muito recente)teletexto

Lembra-se de todas estas coisas? De longe e de olhos vendados? Então vamos lá experimentar, feche os olhos e descubra de que são os 8 sons que estão na seguinte gravação! A seguir, faça o mesmo exercício com os seus filhos.

Veja quantos destes sons eles reconhecem!
Deixe o seu comentário!

Pontuação Filhos:
Até 2 respostas certas | Fantástico – Já andaste a ver vídeos no youtube sobre o século passado…!
2 a 4 | Afinal quantos anos tens?
4 a 6 | Uaaaauuuuu! Com esta pontuação também te deves lembrar da “Amiga Olga”, não?
6 a 8 | Agora a sério. Pontuação dos FILHOS! Não é a dos pais. Mas boa tentativa.

 

Por Up To Kids®
Todos os direitos reservados

Todas as imagens tiradas da net

Há dias tive uma experiência no parque infantil, que me ensinou uma importante lição de maternidade.
Fez-me pensar sobre a forma como eu reajo, respondo e trato outras mães e os respetivos filhos.

Eu estava nos baloiços a empurrar o meu filho de 1 ano, ao lado de outra mãe que empurrava a sua filha. Estávamos na conversa, quando uma menina que estava em cima de um brinquedo do parque começou a chorar, com medo, porque achava que não conseguia descer. Apesar dos seus gritos, aparentemente ninguém vinha socorre-la.

Olhe para aquilo…” – Comentou a outra mãe. “Como é que alguém deixa uma criança desta idade sozinha no parque? E se a miúda cai?”

Eu olhei para esta mãe, e para a criança. Depois olhei em volta para perceber quem era a mãe da menina. Percebi que estava do outro lado do parque com outros dois filhos mais novos.

Neste momento, das duas uma: ou juntava-me a esta mãe a criticar a situação, ou fazia qualquer coisa para ajudar.

Acha que vá lá ajuda-la?”, perguntei. Mas de repente a resposta pareceu-me obvia. “Eu vou lá ajuda-la!”, disse.

Deixei o meu filho no baloiço, afastei-me 15 metros, ajudei a miúda a descer e voltei. Depois, apareceu a mãe da menina com os outros filhos, e estavam a leste do que se passou.

Eu estou a partilhar isto agora, mas não para me valorizar. Aliás o que eu fiz nem sequer foi grande coisa. E gosto de pensar que se eu não tivesse ido lá, qualquer outra mãe teria ido, ou a mãe da criança teria aparecido antes que acontecesse alguma coisa má.

Eu estou a partilhar esta história porque eu apercebi-me de uma coisa: nós, enquanto mães, muitas vezes julgamos os comportamentos de outras mães de tal forma que perdemos a noção de senso comum. Uma criança precisava de ajuda, a mãe não estava suficientemente perto, e em vez de ajudarmos de imediato, ficávamos ali a dizer mal da mãe que deixou a criança sozinha no parque.

A mãe da criança, estava obviamente sem mãos a medir, sozinha com três filhos. Conhece-os bem e sabe que a sua filha é perfeitamente capaz de brincar por sua conta no parque. E apesar da miúda não conseguir descer do brinquedo, na verdade não estava a correr nenhum perigo. Mesmo que tivesse caído, não estava assim tão alto. E havia outras mães à sua volta que a poderiam ajudar caso fosse preciso.

A mãe que estava ao meu lado e que fez juízo de valores, é uma mãe de primeira viagem com uma filha. Com base na conversa que tivemos, e na forma como agiu no parque, é uma mãe bastante protectora. Para ela é difícil de perceber como é que alguém pode deixar uma filha a brincar livremente no parque, nem que seja por um minuto apenas. O juízo de valores que fez foi baseado no conhecimento e na relação que tem com a sua própria filha.

Provavelmente nenhumas das mães que estavam lá nesse dia se lembram desse episódio, mas é algo que me tem vindo frequentemente à memória. Foi algo que me definiu enquanto mãe.

Junto-me à outra mãe e critico, ou ajudo a criança? Aqui trata-se de fazer parte do problema ou da solução. Neste caso optei por ajudar. O meu plano é continuar a fazê-lo, até porque também eu por vezes preciso de uma mão extra.

Nós jogamos todas na mesma equipa. O que nós queremos é a felicidade e o bem-estar dos miúdos que nos rodeiam (e de todos os outros).

Vamos dar o beneficio da dúvida umas às outras, e sempre que uma criança estiver em apuros, tentemos ajudar em vez de criticar.

 

Por Mindy Raye Friedman para familyshare.com
Traduzido e adaptado por Up To Kids®

imagem@http://hdwyn.com/

 

 

 

 

 

Os vencedores do passatempo “À DESCOBERTA DAS PROFISSÕES COM A SURY” já foram apurados,são:

  • Luísa Roldão Pereira, com a sugestão Técnico de Saúde de Medicina Nuclear!
  • Sara Magina, com a sugestão Agricultor!

Obrigada por terem participado!
Para reclamar o prémio siga as instruções enviadas por e-mail. Caso não tenha recebido um e-mail, por favor verifique as caixas de spam.
Este passatempo foi oferecido pela StoryTellMe, em parceria com a Up To Kids.

 

Agora que estamos no regresso à aulas, vamos estimular o imaginário de cada criança com uma viagem pelo mundo das profissões?

A acompanhar cada criança temos a Sury, uma cadelinha muito meiga e brincalhona! “À DESCOBERTA DAS PROFISSÕES COM A SURY” de ISABEL ANGELINO e ilustrações de CAROLINA CUSTÓDIO, é um livro personalizado que o seu filho irá adorar.

A Up To Kids® em parceria com a StoryTellMe vai oferecer 2 exemplares do livro “À descoberta das profissões com Sury” e duas canecas alusivas ao tema. Participe já!

COMO PARTICIPAR | REGRAS

1. Fazer like na página Up to Lisbon Kids e StoryTellMe
2. Partilhar no Facebook (ao público) com tag para 3 amigos.
3. Preencher os campos e no campo “comentário” inserir uma profissão que gostasse de ver representada no livro!

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O passatempo é válido de dia 18.09.15 até dia 29.09.15.
Os exemplares do livro serão serão sorteados pelos e-mails dos concorrentes através do programa Random.com.
Os vencedores serão anunciados publicamente no dia 30.10.15.
Apenas estarão habilitadas ao sorteio pessoas cumpram as 3 regras de participação.
A partilha deverá ser publica para a podermos seguir.
O mesmo utilizador pode concorrer mais que uma vez, desde que em cada participação cumpra novamente as 3 regras impostas, e os nomes do tag sejam sempre diferentes.
Ficará habilitado o nº de vezes que concorrer (máx 5 participações/pessoa/dia)
O prémio será enviado por correio após a reclamação do mesmo.
Os vencedores serão avisados por e-mail, e terão 15 dias a contar da data do envio do mesmo, para responder e reclamar o prémio. Após essa data perderão o direito ao mesmo.