Antes do Natal os Cristãos têm um tempo de preparação: o Advento.

Um tempo para encontrar o Cristo que vem. O Advento começa no Domingo, quatro semanas antes do Natal. Este ano, o Advento começa no dia 29 Nov ’15 e termina com o nascimento de Cristo, a 25 Dez’15. São quatro semanas para deixar crescer a esperança e reencontrar as razões da alegria. O Deus verdadeiro que se mostrou em Jesus de Nazaré quer-nos felizes. Ele vem ao nosso encontro. A sua presença ajuda-nos a superar as dificuldades. A sua companhia permite-nos ultrapassar os fracassos. Ele é como uma Luz que nos aponta um caminho seguro para uma vida de qualidade.

Advento é o tempo de colocar o coração em em sintonia com o Deus-menino. É o tempo para aprendermos de novo o que é a beleza e a ternura.

A Liturgia da Igreja oferece-nos um caminho seguro para a esperança. Ao longo do Advento a Liturgia escolhe um conjunto de textos que ajudam o nosso coração a converter-se à esperança e ao optimismo.

A Up To Kids criou um calendário do Advento com atividades para realizar em família ao longo destas quatro semanas. Cada dia, uma proposta diferente. Um jogo, uma brincadeira, um pensamento, ou até uma receita para fazerem e saborearem em conjunto. Fique atento.

Procuramos criar momentos em família, onde se abre espaço para o diálogo, reforçando a união familiar e a paz.

Para iniciar esta data sugerimos que imprima e recorte o presépio da imagem, e montem em família.

Este é o momento de preparação e alegria para o nascimento de Jesus Cristo.

Hoje acordei com sono! Depois de uma noite mal dormida só me apetecia um pouco de calma, um pequeno almoço descontraído, um banho revigorante antes de ir para o trabalho… Mas ele acordou rabugento. “Não quero mudar a fralda”, “Não quero tirar a roupa”, “Não quero comer”, “Não quero vestir”. Eu fui tentando, negociar, explicar o porquê, dar o tempo necessário, mas hoje estava com sono, eu também tinha o direito de estar rabugenta!

Tive de andar atrás dele para sairmos de casa, lá se tinha ido a manhã perfeita que eu havia idealizado!

Ao longo do dia fui pensando no que tinha acontecido nesta manhã e nos dias anteriores. O filhote anda numa fase de negativismo, diz não a tudo, quer ser independente mas ao mesmo tempo depende mais dos pais, acordando inúmeras vezes ao longo da noite e procurando o nosso conforto. O que vulgarmente se refere como os terríveis dois, ou seja anda numa luta entre a vontade de ser independente, de fazer sozinho algumas coisas e a insegurança, o medo de se afastar dos pais. Esta é uma fase assustadora e cansativa tanto para os pais como para as crianças.

Acabo por ficar com um sorriso na cara, o meu filho sente-se seguro em casa, junto dos pais, para exprimir sentimentos negativos, libertar as tensões do dia, experimentar as suas novas capacidades, exprimir as suas vontades, em suma para fazer “birras”!

Vou guardar este pensamento para a próxima manhã complicada ou fim de dia com menos paciência e repito para mim “Que bom que o meu filho se sente seguro para exprimir toda a sua individualidade e autenticidade”.

Por Rita Felizardo, Conselheira Parental em Leiria

imagem@whatafraid

(mais) 5 minutos

– Mãe, vem cá ver o que eu fiz no meu quarto!

E ela pediu-lhe (mais) 5 minutos para terminar de lavar a loiça. Lavou a loiça, limpou o fogão, limpou o balcão da cozinha e ainda conseguiu tirar qualquer coisa do congelador para fazer para o jantar.

– Mãe, acho que já passaram cinco horas. Tu disseste cinco horas não disseste? Anda cá ver o que eu fiz no meu quarto…

Não, não eram cinco horas, eram só cinco minutos. Arre que criança sem paciência nenhuma!

A mãe já vai lá acima. Primeiro tem de ir tirar a roupa da máquina. Tem também de estendê-la.

E precisa de pôr aquela toalha na lixívia, que está cheia de nódoas. Ah! Quase que se esquecia… Falta-lhe também tirar os lençóis da cama para lavar.

– Mas mãe, eu estou à tua espera. Quando é que vens? Tu disseste que eram cinco minutos e já passaram mais de cinco minutos de certeza!

E a mãe continuou o frenesim de apanhar a roupa seca, estender a molhada…e depois reparou que a entrada da casa precisava de ser varrida e lá foi varrê-la . Depois o telefone tocou.

– Mãe, tu vais ficar tão contente com o que eu fiz no meu quarto! Eu juro que tu vais adorar!

A mãe mandou-o calar. Era um telefonema importante. Alguém do escritório a perguntar sobre uns papéis. A mãe caminhou quilómetros pela casa fora a tentar explicar à pessoa importante do outro lado da linha, onde estava o papel. O telefonema durou muito tempo. Muito mais do que cinco minutos. Ele sentiu-se triste, muito triste. Afinal já tinham passado muitos cinco minutos desde que ele pediu à mãe para ir ver que ele arrumou o quarto todo sozinho.

Esta é uma história que se passa em muitas casas todos os dias. Passa-se na minha casa muitas vezes, e talvez na sua também, Esta é uma história, que não sendo verídica, rebenta de tanta verdade, e queima o coração de cada um de nós-pais e mães.

Não podemos deixar o frenesim dos dias, o caos da lida da casa (que nunca acaba), os nossos trabalhos, os TPC´s, os compromissos, impedirem-nos de termos tempo para os nossos filhos. Não podemos deixar que as nossas vidas nos impeçam de vivermos.

A vida é demasiado curta para acharmos que as nossas crianças podem esperar por nós para sempre.

 

Por Sofia Isabel Vieira, Mãe de 2, autora do projecto Pais com P Grande, aventureira, realizadora de sonhos…

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O vencedor do passatempo  “Bububox de Natal ou de Newborn é:

  • Elisa Esteves (Gostava de receber cremes hidratantes e produtos de higiene)

PARABÉNS! Obrigada por ter participado!
Para reclamar o prémio siga as instruções enviadas por e-mail.
Caso não tenha recebido um e-mail, por favor verifique a caixa de spam.

Este passatempo foi oferecido pela Bubox, em parceria com a Up To Kids®.

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A Up To Kids® em parceria com a Bububox vai oferecer uma Bububox de Natal ou de Newborn no valor de 40€. A Bububox é a primeira caixa de descobertas para crianças de 1 mês aos 3 anos, e contém produtos de marcas conceituadas e diferentes como a Tommee Tippee, Munchkin, Organix, Trudi, entre outras. Participe já!

 

COMO PARTICIPAR | REGRAS

1. Fazer like nas páginas Up to Lisbon Kids e Bububox
2. Partilhar no Facebook (ao público) com tag para 3 amigos.
3. Preencher o formulário – na frase colocar que tipo de produtos/marcas gostaria de receber numa Bubbox – e enviar!!

Boa Sorte!

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O passatempo é válido de dia 24.11.15 até dia 6.12.15.
O vencedor será sorteado através do programa Random.com.
Os vencedores serão anunciados publicamente no dia 9.12.15.
Apenas estarão habilitadas ao sorteio pessoas cumpram as 3 regras de participação.
A partilha deverá ser publica para a podermos seguir.
O mesmo utilizador pode concorrer mais que uma vez (máx 5 participações/pessoa/dia), desde que em cada participação cumpra novamente as regras impostas, e os nomes do tag sejam sempre diferentes.
Ficará habilitado o nº de vezes que concorrer
Os vencedores serão avisados por e-mail, e terão 15 dias a contar da data do envio do mesmo, para responder e reclamar o prémio. Após essa data perderão o direito ao mesmo.
O prémio será enviado por correio após a reclamação do mesmo.

Portugal deve prolongar a licença de maternidade paga até aos seis meses para apoiar a amamentação exclusiva dos bebés, segundo recomendam os autores do relatório da Iniciativa Mundial sobre Tendências do Aleitamento Materno.

“Prolongar a licença de maternidade paga para apoiar o aleitamento materno exclusivo durante seis meses, tal como recomenda a Organização Mundial de Saúde (OMS)”, é uma das propostas do relatório ontem divulgado pela Iniciativa Mundial sobre Tendências do Aleitamento Materno.

A licença parental é atualmente de 120 a 150 dias, podendo ser gozada por ambos os progenitores.

Esta Iniciativa Mundial sobre Tendências do Aleitamento Materno, que documenta a aplicação de estratégias e políticas para esta área em cada país, é coordenada em Portugal pela pediatra e ex-ministra da Saúde Ana Jorge.

No que se refere à proteção da maternidade, o documento, a que a agência Lusa teve acesso, sugere que os empregadores passem a ter zonas específicas para que “as mães possam amamentar os seus bebés e/ou extrair e armazenar leite materno”.

Globalmente, o relatório dá pontuação positiva a Portugal em vários indicadores, especialmente no caso das políticas e programas para assegurar que as mães com VIH/sida tenham apoio para cumprir as práticas recomendadas de alimentação de lactentes.

Contudo, a pontuação de Portugal é baixa no que se refere à duração média do aleitamento materno e ao uso do biberão.

A duração mediana do aleitamento materno (não em exclusivo) é de seis meses, com os autores do relatório a considerarem este resultado baixo e que aumentar este valor deve ser “uma prioridade”.

Quanto ao uso do biberão, quase 80% dos bebés amamentados dos 0 aos 12 meses recebem alimentos ou bebidas (incluindo leite materno) através de biberão, um valor considerado demasiado elevado.

De acordo com o relatório, falta em Portugal uma campanha nacional específica pró-aleitamento materno e é ainda recomendada a criação de um Comité de Aleitamento Materno, com um coordenador nacional, e que reúna representantes de vários setores.

Os especialistas sugerem ainda que mais unidades sejam abrangidas pela iniciativa ‘hospitais amigos dos bebés’ (que promove a amamentação), frisando que a percentagem de aderentes é ainda reduzida e que não há unidades privadas acreditadas por esta iniciativa.

O documento critica a ausência de vigilância das autoridades quanto ao cumprimento da lei sobre publicidade e marketing dos substitutos de leite materno (fórmulas infantis), aconselhando a ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica) a criar um órgão próprio para este fim.

Sobre a alimentação de lactentes durante emergências, a Iniciativa Mundial do Aleitamento Materno lembra que não existe informação disponível para os serviços de emergência nem para o público sobre como lidar com a proteção do aleitamento materno em situações de desastre natural.

A Rede Internacional Pró-alimentação Infantil (IBFAN, na sigla inglesa) considera que Portugal “teve pontuação positiva na sua primeira avaliação internacional” no âmbito desta iniciativa.

“Como representante da iniciativa em Portugal, estou ansiosa para trabalhar em estratégias com os parceiros nacionais relevantes para colmatar as lacunas identificadas no relatório para que possamos ter melhores resultados na próxima avaliação, que será em 2018”, referiu Jacqueline de Montaigne (do IBFAN), em declarações à Lusa num comentário ao relatório.

Cuidado com as crianças que se deitam tarde

“Vai dormir senão não cresces!”

Alguém já ouviu essa frase em criança?

Quase todos ouvimos isso em criança. Mas sempre como uma forma de intimar as crianças para que se deitassem e acordassem cedo sem reclamações.

Acontece que o tal “dormir cedo”, de facto, faz muita diferença no seu crescimento e desenvolvimento, confirma o psiquiatra pediátrico, Dr. José Ferreira Belisário Filho.

Os nossos hábitos mudaram, e ir para a cama antes das 21 horas não é uma realidade muito comum. Acontece que isso tem influenciado directamente o futuro das crianças quer fisica quer emocionalmente.  Verifica-se uma descida da estatura média prevista para esta geração estatura e as criança estão mais desatentas e mais ansiosas. Apresentam diferentes transtornos que tem vindo a encher os consultórios de psicologia e psicoterapia.

É possível mudar esses hábitos?

As mães também sofrem com esta pressão social. Se se ausentam mais cedo de algum programa social para pôr a prole na cama, são criticadas. Quando o telefone toca em casa depois das 21:30h e atendem num tom mais baixo porque as crianças estão a adormecer ou a dormir – “Ah não sabia que se deitavam tão cedo!”.  Tudo isto acaba por gerar alguma tensão e ansiedade!

Para mudar os hábitos de sono de uma criança, é importante mudar os hábitos da família.

A criança não querer ir para a cama cedo se perceber que toda a casa está a pé, luzes acesas, TV ligada, e só ela é que tem de se deitar.

Portanto, a orientação do psiquiatra, nestes casos é simples:

  • ler estórias
  • preparar o ambiente
  • desligar as luzes da casa. Sim, todas as luzes.

E esta mudança de hábitos pode mesmo passar por alterar o tipo de iluminação da casa, especialmente na sala e nos quartos. Nada de luzes brancas, por favor! Uma casa precisa de luzes amarelas, que relaxam e fomentam a chegada do sono. Segundo o Dr. Belisário, a luz branca emite uma onda azul que actua directamente nas mitocondrias da nossa retina, inibindo a hormona do sono, a melatonina.

E é a mesma luz que sai dos aparelhos electrónicos.

Telemóveis e ipads antes de dormir, nas palavras do psiquiatra, são uma desgraça. Isto serve também para os pais. O whatsapp que não pára de até de madrugada desperta muito as pessoas. Ainda que consiga adormecer depois de ler uma mensagem, certamente dormiria melhor se não a tivesse lido. Acordar de madrugada e olhar para o telemóvel só prejudica o sono.

As crianças precisam dormir cedo por um simples motivo: a hormona do crescimento age sempre às 00h30 em quase todas as pessoas. Mas actua no quarto estágio do sono.

Desta forma, se a criança for para a cama às 22h, 23h, a hormona terá muito menos tempo de actuação, prejudicando assim o seu crescimento.

Funcionamento cerebral e o sono

Observando imagens do cérebro de uma criança que adormecia cedo e de outra adormecia tarde, antes de uma prova de matemática, percebe-se que na primeira há várias áreas destacadas em actividade, enquanto na outra, há só uma pequena parte. Possivelmente, a que dormiu mal vai-se lembrar menos do que estudou do que a outra criança.

Aquelas crianças que adquirirem um hábito de sono desde cedo, vão se tornar adultos com menos propensão de ter outras doenças, como o Alzheimer, que tem afectado um número cada vez maior de pessoas. Segundo o psiquiatra, apenas duas coisas realmente retardam essa doença: exercícios físicos e sono. Quanto mais, melhor.

Uma das boas coisas que os pais podem fazer pelos filhos é habitua-los a praticar desporto desde cedo. “Crianças que fazem exercício antes de ir dormir, dormem muito melhor”, afirma o psiquiatra.

O Dr. Belisário também alerta sobre a quantidade de prescrição de ritalina, e que isso está directamente ligada à má qualidade de sono.

Os pais devem pensar seriamente em estratégias para melhorar a qualidade do sono de toda a família. Trocar as lâmpadas, incentivar os desportos, assumir ainda mais a família como a sua mais importante tarefa. Os pais trabalham como loucos e esquecem que não estão numa corrida, mas sim com uma missão: fazer de sua casa o melhor lugar para se viver.

Fazer da sua família uma prioridade consciente,  criará crianças felizes. Crianças felizes têm uma maior probabilidade de se tornem adultos seguros, realizados e saudáveis – física e psicologicamente.

 

Texto publicado em soutãoboa

imagem@paranaportal

Hoje em dia somos confrontados com a palavra Light todos os dias. Esta palavra entra pelas nossas casas, através de muitas janelas: virtuais ou não. Pela televisão, nas conversas do dia-a-dia… Gostamos e queremos o que julgamos ser o melhor para cada um de nós. Mas será mesmo assim?

Não vou falar sobre a substituição do ‘açúcar’ pelo ‘adoçante’. Não. Mas vou realçar que também a família se está a tornar Light.

A Família Light é um produto da sociedade em que vivemos. Aberta, plural, multicultural. Os valores como o amor light e o egoísmo proliferam neste meio. Cada um vive como lhe apetece.
Este tipo de família enfrenta um dos piores males deste mundo: o individualismo. Condutas assentes na mera visão do individual ao invés de uma coexistência pessoal, que acabam por corroer e destruir a convivência familiar.

São meios onde se concentram doses elevadas de desconfiança e de pessimismo, chegando mesmo a ver o outro, como uma ameaça à própria realização de projectos pessoais.

Nestas famílias, vive-se de uma forma isolada, numa ‘bolha’. Afastados, cada um por si.

E qual é o nosso desafio, enquanto pais?

Em família temos que educar os nossos filhos na liberdade, a serem capazes de decidir, ensinar-lhes o que devem fazer e principalmente quais as consequências de cada decisão que tomam.

Transmitir que o que devem fazer nem sempre coincide com o que querem fazer. No entanto, têm mesmo de o fazer. Para isso, é muito importante desde cedo, educar a vontade. E isso treina-se através da criação dos hábitos.

A educação familiar deve assentar em ensinar os filhos a saberem ultrapassar as dificuldades que vão aparecendo na rotina diária, concretamente a alcançar mais e mais, ou sejam a superarem-se!

Por Maria da Conceição Gigante, do Blog Educarcomtalento

image@aynomanche

Discussão com os seus filhos adolescentes

9 coisas que nunca deve dizer

As divergências entre um pai e seus filhos são um facto assumido da parentalidade. Quando as crianças crescem começam a afirmar a sua independência, e as coisas podem rapidamente transformar-se quando os seus “bebés-adolescêntes” se tornam desobedientes e e lhe faltam ao respeito. Quando se trata de discutir com os seus filhos, faça-o de forma justa evitando a todo custo estas nove frases:

1. Palavrões

Palavrões são completamente proibidos. Não retribua mesmo que o seu filho os diga contra si. Tudo o que fizer estará a moldar o comportamento e as atitudes do seu filho no futuro, quando for adulto.

2. Insultos

És um (insira qualquer rótulo aqui)”
Parte de ser justo numa discussão é conseguir expressar os seus sentimentos reais e preocupações. Depois trabalhar para resolvê-los. Rótulos e insultos não fazem nenhuma destas coisas e apenas provocam mágoa ou mais raiva. Estas palavras ficam gravadas nas memórias dos jovens e podem afetar significativamente os seus relacionamentos e autoestima durante os anos a seguir.

3. Arrependimentos infundados

Quem me dera que nunca tivesses nascido…” ou “Eu bem sabia que nunca devias ter nascido”
É fácil atacar a clássica birra infantil, “Mais valia não ter nascido”, com uma destas frases. Mas não solte a bomba. Questionar a existência do seu filho não é um pensamento que quer implantar na mente de um adolescente.

4. Culpabilizar

“Foste um erro”, ou “Acabaste com a minha vida!
Atribuir ao seu filho a culpa dos seus problemas não só não faz qualquer sentido como o torna imaturo para assumir responsabilidades de parentalidade. Nascer não foi um decisão dele – foi sua. E, mesmo no calor do momento, fazer uma reivindicação tão feia diz mais sobre si do que sobre ele.

5. Comparar

Porque é que não podes ser mais como ___?
Comparar o seu filho rebelde a um miúdo mais calmo e melhor aluno é um clássico dos pais nesta idade do armário (como se não fosse suficientemente má) e entram numa espiral de conflitos e “trombas” para toda a gente. Mas isso é (mais) uma fase, e ele está a tentar encontrar-se. Ele é ele, e pedir que seja outra pessoa é o mesmo que lhe dizer: “Não és suficiente bom para seres meu filho.”

6. Rebaixar

“Odeio-te”, ou “Não gosto de ti!”
Vamos torcer para que nenhuma dessas afirmações seja verdadeira. Inúteis e sem tacto, apenas criam um maior distanciamento entre pais e filhos. Mesmo que sejam verdadeiras naquele momento, não podem ser ditas como trunfo!

7. Não saber ouvir durante uma discussão com os seus filhos

“Cala-te! Não me interessa”
Ouvir é muito mais difícil e mais importante do que falar. O que causou o argumento inicialmente foi provavelmente uma falha de comunicação. Reforçar o facto de não querer ouvir uma explicação só vai aumentar os insultos e a desconexão entre ambos.

8. Ameaçar

Vou-me embora”, ou “Nunca mais volto!”
O seu filho precisa de si independentemente de dizer que não. Nunca lhe dê um motivo para se sentir abandonado. Se precisar de sair para apanhar ar, faça-o. Mas volte!

9. Enxotar

“Sai daqui!”
O s
eu filho precisa de um sítio seguro ao qual chama lar e que seja confortável para descansar. Tirar-lhe isso não só é contra a lei como provoca danos catastróficos no vosso relacionamento.

Manter a cabeça no lugar no meio de uma discussão com o seu filho requer plenitude, paciência e capacidade de autodisciplina e autocontrole. Mas como o pai/mãe, esta é a responsabilidade que assumimos quando planeamos uma família.

Seja o adulto, e certifique-se de que toda discussão com os seus filhos caminha em direção a uma solução – e lembre-se de guardar estas palavras desagradáveis para si mesmo.

 

Por Georgia Lee, originalmente publicado em Familyshare, com autorização para Up To Kids®

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Quando nos preparamos para ter o primeiro filho tentamos saber, junto dos amigos mais próximos e familiares, aquilo que seria importante sabermos antes de avançar para essa nova etapa, essa tão esperada aventura. O que esperar? Como vai ser? Como me posso preparar?

Quando engravidamos já não precisamos de pedir conselhos, pois assim que a barriga “aparece”, estes são-nos oferecidos de bandeja, como se estivéssemos numa fila única de aconselhamento parental.

Aqui fica um vídeo que resume aquilo que eu gostaria de ter sabido antes de ter filhos.