A simplicidade traz equilíbrio, liberdade e alegria.

Quando começamos a viver de uma forma simples e a usufruir dos benefícios desta experiência, surge-nos a questão:

Como posso reduzir mais as distracções do dia-a-dia, e focar-me no essencial?”

Baseado nesta jornada pessoal, em várias conversas e em constatações que fizemos aqui fica uma lista daquilo que pode e deve reduzir imediatamente para simplificar a sua vida e viver uma vida mais equilibrada, alegre  e completa.

  1. Bens Materiais

    Bens materiais em excesso, complicam-nos a vida de uma forma que, normalmente, desvalorizamos.
    Sugam-nos a conta bancária, a energia e sobretudo a nossa concentração. Afastam-nos dos que mais amamos e confundem os nossos valores morais. Invista tempo e descarte os bens não essenciais da sua vida. Verá que não se irá arrepender.

  2. Compromissos de Tempo

    A maior parte de nós tem o seu tempo preenchido com compromissos: ou de trabalho, ou familiares, ou são as festas e convívios infantis, eventos comunitários, religiosos, hobbies, etc. A lista continua. Sempre que possível liberte-se de alguns compromissos. Nem todos são primordiais ao seu equilíbrio.

     

  3. Objetivos

    Reduza o número de objetivos que está determinado a alcançar, foque-se num ou dois principais objectivos e terá uma maior probabilidade de concretizá-los com sucesso. Quando concluir um, acrescente mais outro à lista, tendo sempre dois objetivos para concluir. Não os torne intermináveis.

     

  4. Pensamentos negativos

    A maioria das emoções negativas são completamente inúteis. Ressentimento, amargura, ódio ou ciúmes nunca melhoraram a qualidade de vida de um único ser humano. Assuma controlo da sua mente. Veja o copo meio cheio. Perdoe as mágoas do passado e substitua pensamentos negativos por positivos.

  5. Dívidas

    Acabe com as dívidas. Sacrifique os luxos para se libertar das dívidas. Reduza o numero de cartões e linhas de crédito. Comece já hoje: faça o que tem de fazer para sair da frente desse comboio!

     

  6. Palavras

    Poupe nas palavras. Mantenha um discurso claro e honesto. Evite o “diz que disse” e falar sobre a vida alheia. Acredite que não lhe acrescenta nada.

  7. Ingredientes artificiais

    Evite gorduras saturadas, transgénicos, pão branco em excesso, açucares e sódio.
    Ao minimizar estes ingredientes aumentará o seu nível de energia a curto prazo e a sua saúde a longo prazo. E sempre que possível, reduza todas as substancias químicas que podem ser substituídas por produtos naturais: o seu corpo vai ganhar imunidade para se curar a si próprio em vez de criar dependência a substancias artificiais.

  8. Tempo em frente a monitores

    A  TV, tablets, computadores, smartphones e videojogos afetam-no mais do que pensa. Os gadgets começam a dominar a sua vida, roubando-lhe tempo. E isso tem consequências profundas no seu comportamento e na sua postura. Infelizmente quando passamos muito tempo de volta dos gadgets não nos apercebemos do impacto que tem nas nossas vidas. A única forma de apreciarmos em pleno o nosso tempo é desligar. Experimente. Desligue-se.

  9. Ligações virtuais

    Relações pessoais é muito positivo, mas estar constantemente conectado a vários grupos, eventos e acções em direto é altamente distractivo quer a nível profissional quer pessoal.
    Desligue as redes sociais. Foque-se no importante e não no que aparenta ser urgente.  Ter constantemente um bando de gente a responder-nos nas redes sociais pode dar-nos uma falsa sensação de status e de importância, mas sentir-se importante e realizar feitos importantes são coisas totalmente distintas.

  10. Multitasking

    Estudos indicam que o Multitasking aumenta o stress, diminui a capacidade de concentração e consequentemente diminui a capacidade de produção/conclusão de tarefas. Actualmente realizar uma tarefa de cada vez, parece estar em desuso. Aprenda a fazê-lo. Uma tarefa de cada vez. Seja perfecionista.  E quando acabar, comece uma nova tarefa.

    Não tenha várias tarefas pendentes. Acabe-as!

 

Por becomingminimalist, traduzido e adaptado por Up To Kids®

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Nota: Todos os textos traduzidos, adaptados e publicados pela Up To Kids®, obtiveram autorização prévia do autor e/ou foram comprados os direitos dos mesmos.

A decoração perfeita para amantes de Lisboa, Porto, Coimbra.

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Como já verificaram, temos imagens de capa frescas e novas! As nossas novas “capas” resultam da parceria criada com a SOMEWHERE by Tiago f Moura.

SOMEWHERE é um projeto de ilustração figurativa, baseado nas Memórias e Perceções registadas pelos olhos do ilustrador Tiago f Moura, que nós descobrimos e amámos. Identificámo-nos imediatamente com o ar naif e desconstruído das ilustrações.
Tiago é apaixonado por desenhar o que as cidades têm de mais bonito! A sua coleção conta com ilustrações de Lisboa, Porto e Coimbra, pensadas para decorar casas, espaços públicos e escritórios e enchê-los de estilo, vida e cor.

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O estilo fluído, fresco e inovador das suas ilustrações capta imediatamente o olhar de quem as vê e hipnotiza-nos enquanto observamos todos os pormenores e detalhes que se encontram nas mesmas.

São peças que se distinguem de qualquer outra representação das cidades, sendo também uma ótima recordação para oferecer a amigos estrangeiros que visitem a cidade!

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Posters, telas, postais e até hortas verticais fazem parte do catálogo de produtos assinados por Tiago f Moura, disponíveis para venda no site oficial da marca.

As ilustrações em POSTER têm o formato de 32X45 cm e são impressas em papel de 300 gr.
As ilustrações em TELA têm o formato standard de 74X50 cm.
A tela é vendida em tubo de cartão e não inclui armação de madeira.poster_tfm

Venha descobrir o mundo SOMEWHERE em www.somewherebytfm.com

Imagine que após loooongos minutos de espera numa fila gigante, para o seu filho tirar a 1ª foto da vida com o Pai Natal, o seu bebé simplesmente adormece no seu ombro, pouco antes da sua vez.

Foi o que aconteceu a Zeke Walters, no Indiana, EUA. Zeke, de 6 meses de idade, e a sua família foram para o shopping perto da sua casa com o único propósito de perpetuar o primeiro encontro entre o bebé e o Pai Natal. Mas como a tenra idade não perdoa, o sono falou mais alto, e antes de chegar a sua vez estava a dormir ferrado.

O Pai Natal, imbuído do espírito Natalício, não quis fazer a desfeita à família, nem quis acordar o bebé Zeke, arranjando a solução perfeita para imortalizar este momento, tornando-o assim mágico.

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As fotos ficaram famosas, obviamente, pelo resultado maravilhoso que podem ver.

O Pai do Zeke colocou as imagens no Fb, podem ver Donnie Walters / Via Facebook: donniesdaddydaycare

 

 

 

Ei-los!

Chegam sempre agora, no final do ano; por vezes a meio. Mas estão sempre lá, eles, os belos dos Encontros Anuais da Empresa. Para muitos, a loucura concentrada num ano de trabalho e esforço; para esses, os Encontros Anuais são equivalentes aos Casamentos: há quem se embebede (muito) e esqueça que é diretor comercial, há o IT júnior que conta tudo em mesas redondas que colaboradores  não sabem apreciar em silêncio e ainda as gaffes do ano num ecrã para todos se rirem uns dos outros, exceto quando é de eles próprios.

Ah, os Encontros Anuais! Há quem não se lembre sequer o motivo da sua existência: havendo uma reunião inicial, apresentam-se números, resultados, conclusões de objetivos (que nunca ninguém atinge), desafios a apresentar para o próximo ano, o que correu mal no que finda. Termina-se e vai-se para um almoço ou jantar e acabou o motivo do Encontro. Segunda-feira logo se pensa no que se escreveu no bloco novo para o efeito.

Convenhamos: a retrospetiva é uma ferramenta maravilhosa para vários assuntos da nossa Vida. A retrospetiva, acima de tudo, é o melhor meio para não se voltar a fazer, não repetir erros; mas também serve para pensar que em equipa que ganha não se mexe, salvo o relativismo que este pensamento possui (por mais que se saiba que existem tantos indicadores para pensar e repensar no decorrer do ano). É o caso do nosso dia-a-dia laboral também. Pessoalmente não sou a favor de contínua retrospetiva: é como quando queremos emagrecer; é um tremendo erro passar a vida a verificar o nosso peso na balança. A retrospetiva deve existir, sim, em momentos cruciais: a meio dos prazos dos projetos a que nos propomos, no final e curtas verificações semanais (ou quando se sentir necessidade).

Desta feita, podemos analisar e rever; e rever pode implicar reestruturação de planeamento. Assusta? Nem por isso. Sejamos honestos: quantos de vós planeiam a semana de trabalho, o To Do List do dia, um mês completo? Pois esse é o passo inicial (ouso dizer, principal) para se atingir os objetivos. A energia que depositamos num planeamento para um objetivo comum tem (deve) ser proporcional ao resultado que queremos atingir: não vale a pena dedicar parte do nosso planeamento (quer seja diário, semanal, mensal ou até anual) em tarefas que se podem delegar ou tarefas acessórias. Nós sabemos que as tarefas são todas importantes: mas umas mais que outras. Simplificar é preciso. E o planeamento nasce naturalmente.

Um bom planeamento, idealmente, deve indicar as datas, tarefas, o tempo (cronómetro precisa-se!) que nos propusemos a efetuar, se é urgente, se é prioritário, se delegamos ou não… Nós podemos ter muita vontade em plantar uma magnólia na nossa varanda: até temos vasos com diâmetro suficiente, espaço e a semente. Mas devemos saber que o PH da terra deve ser ácido, que uma bonita e saudável magnólia só cresce em solo fértil, 50% adubado com estrume… A boa-vontade até existe mas o planeamento e o projeto faz-nos identificar ameaças e/ ou pontos menos positivos que poderão fazer-nos repensar no caminho a seguir e optar, por exemplo, em plantar antes… gardénias.

Não vos desejo um ano de planeamento/ organização/ objetivos a atingir/ retrospetiva… Não, nem pensar! Mas são instrumentos que devem ser utilizados para o ano vindouro. Que o percurso profissional do próximo ano, mentalmente preparados para onde queremos ir (o nosso destino, o nosso fim) seja mesmo uma decisão a tomar no final deste ano porque se definirmos em janeiro já estamos a perder tempo. Mas esse destino deve ser comportável – para nós e para a equipa com que trabalhamos. Caso contrário, numa tal retrospetiva (antes do Encontro Anual das loucuras e do desapego) assustar-se-ão com o objetivo não é tampouco possível de ser concretizado e a frustração ascende o lugar que anseia; a desmotivação imperará e o ano fica perdido e ainda só vamos no verão.

E claro, nada disto faz sentido sem as pausas – e não falo das dos cafés. Falo das pausas nas folgas: a família à nossa espera, os amigos para jantar, a corrida de 5 kms. Desligar para recuperar energias e não entrar em estado de sobrevivência profissional.

Desejo a Todos um Excelente Ano de 2016, recheado de sucessos profissionais e progressos pessoais. Que todos pensemos nos resultados no final do ano e que, dos Encontros Anuais, se retire material para trabalhar o ano seguinte. Não vale a pena trazer as penas; vale a pena, sim, retirar vivências e não repeti-las. Rever os sucessos e multiplicar a receita.

E vá… No Encontro, faça boa cara, relaxe e aproveite para perguntar se a Clara da contabilidade namora.

Por Sofia Cruz, para Up To Kids®
Todos os direitos reservados

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7 sinais de cancro do colo do útero que as mulheres precisam vigiar

O cancro cervical ou cancro do colo do útero é o segundo tipo de cancro que mata mais mulheres no mundo, perdendo apenas para o cancro da mama.

O cancro cervical ou cancro do colo do útero é o segundo tipo de cancro que mais mata no mundo, perdendo apenas para o cancro da mama. Embora essa estatística seja assustadora, é um tipo de cancro que pode ser evitado.O HPV ou vírus do papiloma humano é altamente contagioso.

É uma DST (Doença Sexualmente Transmissível) sendo esta a principal via de contágio. A mãe também pode infectar o filho durante o parto. Há relatos de transmissão pela mão, mas é raro.

O vírus também causa crescimento anormal de células na região algumas vezes chamada de verruga, crista de galo, figueira ou cavalo de crista. Nem todos os HPV levam ao cancro.  Existem mais de 150 tipos e apenas alguns podem causar cancro do colo do útero ou retal. Os do tipo 16 e 18 são os responsáveis por esse tipo de cancro. Os sinais de cancro cervical não são tão evidentes como os de mama que podem ser percebidos pelo toque.

Mas, existem maneiras de se prevenir observando-se os sinais. Procure imediatamente o ginecologista caso perceba:

1. Corrimento incomum

Quando o cancro começa a crescer dentro do colo do útero, as células da parede da cavidade começam a desfazer-se produzindo um corrimento aquoso abundante.

2. Verrugas

Segundo a ginecologista Rosa Maria Leme, “O aparecimento de pequenas verrugas (externas ou internas) serve como um sinal vermelho para algumas doenças, como o HPV, que na mulher aumenta muito as chances de cancro de colo de útero”.

3. Dor ou sangramento

Fora do período menstrual qualquer sangramento deve ser investigado, ou mesmo corrimentos escuros ou rosados. Como o cancro cervical cresce nas paredes do colo do útero, estas tornam-se ressecadas e podem até rachar causando sangramento por qualquer desconforto, seja relações sexuais ou até mesmo por andar. Pode haver também sangramento retal ou da bexiga.

4. Anemia

Se os seus hábitos alimentares não mudaram, se está pálida, se sente fatigada e o coração acelera ao esforço comum, é um sinal de anemia. Os sangramentos anormais são a primeira causa.

5. Problemas urinários

Com o inchaço do colo do útero, a bexiga e os rins podem ficar comprimidos dificultando a passagem da urina e o total esvaziamento da bexiga, podendo causar dor e/ou até mesmo uma infecção urinária.

6. Dor contínua nas pernas, quadris ou costas

Assim como ao inchar o colo do útero comprime órgãos internos, também pode comprimir vasos sanguíneos dificultando a irrigação da pélvis e das pernas, bem como o retorno sanguíneo causando dores, inchaços nas pernas e tornozelos.

7. Perda de peso

Todos os tipos de câncro costumam diminuir ou até mesmo suprimir o apetite. Além disso, o inchaço já mencionado do colo do útero pode comprimir o estômago, diminuindo o espaço para a alimentação adequada, o que certamente irá reduzir o peso.

Importante

Convém ressalvar que os mesmos sintomas podem significar outras coisas que não necessariamente o cancro cervical. Só o médico pode dar o diagnóstico. Existem fatores de risco associados e ao contrário do que se pensa não só as mulheres desenvolvem cancro pelo HPV. Os homens também sofrem risco de que a doença surja em outras partes do corpo como no pénis, reto ou cavidade oral.

Os fatores de risco mais conhecidos são:

  • Tabagismo
  • Uso de drogas
  • Uso de contraceptivo oral prolongado
  • Infecções pelo vírus herpes simples tipo 2 ou C. trachomatis (clamídia)
  • Multiplicidade de parceiros sexuais
  • Sexo sem proteção
  • Imunidade baixa

A maioria das pessoas já teve contato ou foi infectada por algum desses tipos de HPV.

Por ser de grande incidência entre a população sexualmente ativa, é bom estar atento aos sinais e sintomas e fazer exames preventivos. O mais comum dos exames é o Papanicolau, que pode ser feito pelo SNS em qualquer centro de saúde. Atualmente há um programa de vacinação para meninas entre os 9 e 11 anos de idade. As de 12 e 13 anos também devem ser vacinadas, caso ainda não tenham sido. Segundo o Ministério da Saúde (Brasil) “a vacina tem maior eficácia se for administrada em adolescentes que ainda não foram expostas ao vírus, pois, nessa idade, há maior produção de anticorpos contra o HPV que estão incluídos na vacina.”

 

Por Stael F. Pedrosa Metzger,
publicado em  familia.com.br

Diz alguma literatura de referência que os pais deviam dedicar cerca de 15 a 20 minutos diários a cada filho, um “Tempo Especial” de brincadeira, aceitação e atenção plena.

Depois de ser mãe fui aprofundando e integrando todos os conhecimentos que tinha até então. Aprendi por experiência própria que 20 minutos por dia são simplesmente insuficientes. Dependendo dos nossos valores enquanto pais e de saber se pretendemos desempenhar um papel principal no crescimento interior dos nossos filhos temos de dar de nós muito mais do que 20 minutos diários.

Para estabelecer uma relação profunda com os nossos filhos é necessário entregarmo-nos inteiramente e mostrar o nosso amor incondicional por eles.

Mas com um dia a dia tão atarefado, ocupado e preenchido como podemos fazer? Com agendas tão complexas onde vamos encontrar tempo? Aqui vão algumas dicas para pensar, refletir e experimentar!

  1. Estabelecer prioridades
    O dia tem apenas 24 horas, temos de trabalhar, fazer as tarefas domésticas, preparar refeições, estar com os amigos, passar tempo em família, cuidar dos filhos… Agora pense, para si o que é mais importante? o que será que pode acontecer se um dia brincar com os seus filhos deixando a roupa por passar a ferro? E se não tomarem banho num dia para poderem acabar um puzzle em família? E for comerem comida mais rápida mas menos saudável um dia para poderem dar um passeio no parque depois do dia de trabalho?
  2. Dedique-se plenamente em cada momento que passa com os seus filhos
    Aproveitem cada momento de forma plena e consciente. Faça das atividades rotineiras e diárias um momento de partilha, diversão e crescimento mútuo. Seja no carro a caminho de casa, no banho ou na hora da refeição. Evite lutas de poder, críticas, julgamentos e discussões e abra-se plenamente. Deixe-se guiar por ele, aproveite para explorar o mundo com um olhar curioso, como se visse tudo pela primeira vez!
  3. Ligue-se à família e desligue-se do mundo
    Ao chegar a casa desligue o telemóvel, internet, televisão. Quando estamos demasiado ligados ao mundo e com tantos estímulos é difícil concentrarmo-nos no que realmente importa. Viva em pleno o dia a dia com os seus filhos. Quando eles se forem deitar pode ligar-se novamente ao exterior!

Por Rita Felizardo, Conselheira Parental em Leiria

imagem@augsburger-allgemeine

O vencedor do passatempo  “Pippi das meias altas”, da Tenda Produções é:

  • 1 bilhete duplo para a sessão de sábado às 11h no teatro Vilaret |
    Sofia Santos
    «A característica que eu mais gosto na Pipi das meias altas é a sua alegria de viver 🙂 “ 
  • 1 bilhete duplo para a sessão de domingo às 11h no teatro Vilaret |
    Sílvia Maria Silva Ferreira
    «Gosto das conjugações das cores, formas e cabelo impossíveis que nos fazem acreditar que o impossível acontece, existe e cria afetos.»

PARABÉNS! Obrigada por ter participado!
Para reclamar o prémio siga as instruções enviadas por e-mail.
Caso não tenha recebido um e-mail, por favor verifique a caixa de spam.

Este passatempo foi oferecido pela Tenda Produções, em parceria com a Up To Kids®.

 

A Up To Kids® em parceria com a Tenda Produções vai oferecer para o espetáculo Pippi das Meias Altas – O Musical

  • um bilhete duplo para a sessão de sábado dia 5 às 12h;
  • um bilhete duplo para a sessão de domingo dia 6 às 12h;

Pippi das Meias Altas fez sonhar crianças de várias gerações, pois todos gostavam de ser como ela. A sua espontaneidade e rebeldia tornaram-na uma heroína, apelando ao reconhecimento da diferença e da inclusão.

É esta a história que a Tenda Produções vai apresentar este ano no Teatro Villaret, agora numa versão musical.
Será concerteza o melhor presente de Natal e não só para crianças mas também para jovens e adultos.

COMO PARTICIPAR | REGRAS

1. Fazer like nas páginas Up to Lisbon Kids e Tenda Produções
2. Partilhar no Facebook (ao público) com tag para 3 amigos.
3. Preencher o formulário – no campo frase responder – “Qual a característica que mais gosta na Pippi das meias altas?” 

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O passatempo é válido de dia 3.12.15 até dia 4.12.15 às 20h
O vencedor será sorteado através do programa Random.com.
Os vencedores serão anunciados publicamente no dia 4.12.15, às 22h
Apenas estarão habilitadas ao sorteio pessoas cumpram as 3 regras de participação.
A partilha deverá ser publica para a podermos seguir.
O mesmo utilizador pode concorrer mais que uma vez (máx 10 participações/pessoa/dia), desde que em cada participação cumpra novamente as regras impostas, e os nomes do tag sejam sempre diferentes.
Ficará habilitado o nº de vezes que concorrer
Os vencedores serão avisados por sms e poderão levantar o seu bilhete na bilheteira no próprio dia.

Ela não tinha sapatos. A minha tinha umas sandálias.  Ela tinha meias rotas e os dedos dos pés espreitavam-lhe dos buracos. A minha tinha sandálias.  Ela tinha um fio preto, muito bonito, enrolado na mão. A minha tinha sandálias.

A minha quis dar-lhe as sandálias dela. Ela ficou surpreendida e deu-lhe o fio preto muito bonito.

As duas sorriram, abraçaram-se, pediram mais fotos juntas. Disseram até logo, cada uma na sua língua. A Fatma foi aos saltinhos a cantar pelo meio dos rochedos. A Gabriela nunca mais tirou o fio durante a viagem.

 

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Há quem ache que viajar para determinados lugares não seja para crianças. Há quem ache que viajar não seja, de forma alguma, para crianças. As crianças pertencem a este mundo e por isso têm de o conhecer- como ele é! Compreender este mundo é importante!

A Fatma faz parte deste mundo. A Gabriela também. As duas poderão um dia ser a solução para muitos dos problemas da humanidade. Quero acreditar que sim…

 

Por Sofia Isabel Vieira, Mãe de 2, autora do projecto Pais com P Grande, aventureira, realizadora de sonhos…

 

“No liceu fui sempre um aluno razoável – nunca fui um aluno extraordinário. Estive sempre na Turma A (a dos melhores alunos) e nunca chumbei um ano. Mas também nunca fui o melhor da turma, longe disso, nem nunca tive essa ambição.

Estudava o suficiente para ter notas entre o 12 e o 14. Só excecionalmente chegava ao 16. Mas também era raro ter menos de 10.

Devo confessar que a maioria das aulas não me interessava nada. Era um sacrifício suportar os 50 minutos que duravam e um alívio quando ouvia a campainha que assinalava o intervalo. E o que aprendia nos livros, nas vésperas das provas ou dos exames, também raramente me entusiasmava.

Eu estudava basicamente para passar de ano e não para aprender.

Não percebia por que se estudavam certas matérias – e ainda hoje não percebo, porque nunca me fizeram falta nenhuma.

Para que me serviu aprender as equações de 2.º e 3.º grau, ou os integrais, na matemática? Ou saber resolver aqueles problemas complicadíssimos na física ou na química? E a gramática? Para quê saber identificar o sujeito e o predicado e o nome predicativo do sujeito? Nunca soube isto. Sempre ignorei a gramática. Mas isso não me impediu de ser bom aluno a português, desforrando-me na redação e na interpretação, provando que a gramática não fazia falta nenhuma.

Inversamente, hoje percebo como é importante saber história, e gostaria de saber mais do que sei. História universal e história de Portugal. Como é importante saber geografia, conhecer o mapa-mundo e certos fenómenos da atmosfera. Idem no que respeita à zoologia, à botânica e à geologia: é importante conhecer os animais, as plantas e os minerais.

Mas tudo isto era ensinado de uma forma enfadonha, sem vida, que tornava a aprendizagem uma chatice.

Aliás, há uma coisa básica no ensino que nunca se fez: motivar os alunos para aprender.

Dou um exemplo.

Quando dei aulas no Centro de Formação da RTP, nos anos 70, apareceram por lá uns nórdicos que tinham o seguinte método de ensino: punham câmaras nas mãos das pessoas e mandavam-nas para a rua filmar. As pessoas não sabiam para que serviam os botões, nem como se focava, nem como se enquadrava, mas iam experimentando e tentando perceber como aquilo funcionava. Ora, quando chegavam às aulas e o professor explicava o funcionamento da câmara, os alunos eram verdadeiras esponjas – porque estavam a ouvir as respostas para as dificuldades que tinham sentido. E nunca mais esqueciam as explicações.

Todos nós já passámos por situações parecidas. Quando vamos buscar um carro novo ao stand, o vendedor dá-nos montes de explicações – sobre o rádio, o GPS, as variadíssimas funções, os programas automáticos, a abertura do capot, etc. – mas quando pegamos no carro e começamos a andar já não nos lembramos de metade das explicações.

Porém, se uns dias depois voltarmos ao stand e o vendedor repetir a lição, absorvemos tudo – porque estamos a obter respostas para aquilo que não conseguimos fazer.

O ensino devia ser assim: haver um período de preparação para aprender. As aulas seriam muito mais produtivas, os alunos perceberiam o porquê de estarem a aprender certas matérias.

Há no ensino coisas que se ensinam a mais e outras que se ensinam a menos. Talvez não acreditem, mas no curso de Arquitetura não havia nenhuma cadeira sobre a história da arquitetura portuguesa. Ou seja: nós, jovens candidatos a arquitetos, não tínhamos nenhuma ideia sobre a arquitetura que se fazia em Portugal nem sobre a sua evolução ao longo do tempo. Como não havia visitas a obras nem a ateliês de arquitetos. E, no entanto, aprendíamos pormenores ínfimos sobre maneiras de construir na Idade Média.

Julgo também que deveria haver uma muito maior articulação entre a escola e a vida.

Nos dias de hoje há muita gente a viver sozinha. E já não há ‘criadas de servir’, como havia no passado. Então, por que não incluir no ensino aulas de culinária, noções básicas de cozinha? Seria utilíssimo para todos. E não seria bom conhecermos melhor o funcionamento das casas que habitamos? Havendo cada vez menos gente para fazer certos serviços, por que não ensinar aos alunos noções básicas de trabalhos domésticos: como arranjar uma torneira, como usar um berbequim, como pendurar um quadro, como consertar uma tomada elétrica, etc.? Ao longo da vida todos poderiam experimentar a utilidade destes ensinamentos. Tal como certas noções de bricolage.

E conselhos de alimentação. Ou noções básicas de economia: juros, impostos, dívida soberana, inflação, balança comercial, etc . Estamos constantemente a ouvir estes palavrões na TV; ora, não seria mais útil aprender isto do que as equações de 2.º e 3.º grau?

Finalmente, há uma disciplina que deveria ser enormemente valorizada: o desenho. Em certas situações, é mais importante saber desenhar do que saber escrever. Quantas vezes já não ouvimos dizer: «Eu desenho muito mal, mas vou tentar…»? Saber exprimir ideias através de desenhos e outros elementos gráficos valoriza imenso a capacidade de comunicação de uma pessoa.

Em abono do atual ensino, diz-se que muitas destas coisas que aprendemos e nunca voltamos a usar são importantes porque dão ‘ginástica mental’. Discordo. As outras coisas que aprendêssemos em vez destas também dariam essa ginástica, com a vantagem de adquirirmos conhecimentos que se encaixariam na vida quotidiana e que estaríamos sempre a usar.

Um ensino mais ligado à vida, em que os alunos percebessem a utilidade do que estão a aprender e fossem previamente estimulados para absorver, que lhes desse competências mínimas para seguir uma especialização profissional mas também para funcionarem melhor no quotidiano, para serem mais auto-suficientes, menos dependentes, seria muito mais útil e motivador.

Mas caminhamos em sentido contrário. A introdução do computador na escola, por exemplo, parecendo um avanço, é um disparate – como explicava um dia destes Castro Caldas no SOL. Há certas zonas do cérebro que, quando não se desenvolvem na altura própria, morrem. Os jovens, com as calculadoras e os computadores, qualquer dia não sabem fazer de cabeça contas básicas de somar e dividir.

Ora saber a tabuada é uma daquelas coisas de que se percebe imediatamente a utilidade.

Todos os dias, quando vamos ao restaurante com colegas ou amigos e temos de dividir a conta, recorremos à cabeça para fazer o cálculo – e constatamos a importância de saber de cor a tabuada.

É isto que se pede ao ensino: dar ao nível básico conhecimentos que estejamos constantemente a utilizar, que nos permitam agir melhor e compreender melhor a realidade em que vivemos.

Depois, cada um desenvolverá esses conhecimentos de acordo com as suas capacidades, ambições e preferências.”

Por José António Cabritajas@sol.pt, publicado no Sol, a 19.11.2015

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