Dois dos meus filhos têm pele atópica. Também eu, quando era mais nova costumava ter algumas crises de eczemas, tendo sido diagnosticada numa crise mais severa na adolescência, como dermatite atópica. Por este motivo, reconheci os mesmos sintomas nos meus filhos quando ainda eram bebés, e começaram a ser acompanhados pelo dermatologista pediátrico desde muito cedo.

O que é a Dermatite Atópica?

Estima-se que 20% das crianças em todo o mundo têm pele atópica*, sendo a principal doença tratada pela dermatologia infantil. Também conhecida como Eczema Atópico, a Dermatite Atópica (DA) é uma doença de pele que pode ser alérgica ou crónica.

Caracteriza-se por secura, comichão e zonas avermelhadas durante períodos mais ou menos longos.

Os meus filhos faziam eczemas nas dobras (como sabemos, os bebés têm muitas pregas), na zona do pescoço, no peito, nas axilas, atrás dos joelhos, interior das pernas e parte inferior das costas, especialmente nas zonas da fralda.

Possivelmente alguns dos vossos filhos já tiverem eczemas, e eu que já sofri do mesmo mal posso dizer-vos que dá muito incómodo pois dá uma espécie de comichão e ardor em simultâneo. Lembro-me de haver alturas em criança, em que me coçava até fazer ferida.

Agora imagino nos bebés, que não têm a capacidade de se queixar, nem de ser coçar ou massajar para aliviar os efeitos.

Por isso, é normal que crianças com dermatite atópica apresentem um comportamento irritado que, muitas vezes, se confunde com uma birra de sono ou de cocó na fralda, com choro à mistura. Esta é a sua forma de comunicarem. De se queixarem e dizer-nos que estão desconfortáveis. É também normal que apresentem padrões de sono mais irregulares, uma vez que, quando estão com irritação na pele, se sintam extremamente desconfortáveis.

Nos meus filhos foi desaparecendo com a idade, até que numa crise de asma, a minha filha voltou a ficar com eczemas grandes, agora mais concentrados apenas em duas zonas, e que me fez andar outra vez à volta deste assunto.

Por isso, para melhor perceber o que é a dermatite, deixamos 12 perguntas e respostas que esclarecem algumas das dúvidas mais comuns:

1. Em que idade surge?

Normalmente, as crianças são mais vulneráveis e a doença surge antes dos cinco anos de idade, havendo uma grande percentagem de incidência em crianças com menos de um ano. Verifica-se em muitos dos casos, o desaparecimento parcial e por vezes total dos sintomas com a idade.  No entanto, pode aparecer em qualquer altura da vida, sendo que, quando aparece mais tardiamente, os efeitos tendem a ser mais duradouros.

2. Quais são os sintomas mais comuns?

Apesar de nenhum organismo ser igual, as queixas mais comuns são:

  • Pele seca;
  • Manchas vermelhas;
  • Comichão.

Para qualquer um destes momentos mais inquietantes, poderá ter um aliado apaziguante, pronto para atuar sobre qualquer tipo de pele, seja em que idade for, com manteiga de Karité, madecassosside e Glocunato de Zinco antibacteriano, uma fórmula tripla de peso que vai querer ter sempre à mão.

 

3. Tem cura?

Assim como outras doenças crónicas, a DA não tem cura, mas tem forma de ser controlada. E a verdade é que com a idade, a maioria das crianças tendem a sentir um alívio considerável dos sintomas e uma diminuição dos episódios de crise.

4. Quais as suas causas?

Pode existir uma predisposição genética (eczema atópico) e alguns factores ambientais que contribuem para o seu aparecimento, como os elevados níveis de poluição. De facto, quando um dos pais sofre de atopia, existe uma maior probabilidade de a criança também desenvolver esta patologia. (Agora percebo onde é que os meus filhos foram buscar isto!)

Por outro lado, existem também causas alérgicas, isto é, quando a pele entra em contato com ingredientes reativos, provocando uma reação de sensibilidade (eczema de contacto alérgico).

5. Quais os factores do nosso dia-a-dia que podem agravar a doença?

  • Banhos demorados
  • Água muito quente
  • Sabonete com ingredientes agressivos
  • Cosméticos não indicados para pele com tendência atópica
  • Roupas sintéticas, transpiração,
  • Alguns detergentes mais agressivos
  • Alimentação.

6. É contagioso?

Nem pensar, a DA não se transmite pelo contato direto. Podem continuar a dormir todos na mesma cama e abraçar-se como antes que não existe qualquer contágio direto.

7. O estado emocional tem influência no aparecimento de sintomas?

Sim, a parte emocional tem um papel importante nas crises de dermatite atópica. Nos bebés é muito fácil de perceber esse desenvolvimento: quando não os ajudamos a acalmar a comichão, eles choram muito, e verifica-se um aumento grande de um dia para o outro da vermelhidão. Depois torna-se numa bola de neve.

Também é possível que o stress dos pais passe para os filhos por isso, em situações destas (e também outras do quotidiano) é impreterível que os pais consigam controlar a sua ansiedade perante os filhos, para que estes não se tornem também crianças nervosas/inquietas, aumentando os sintomas da crise.

8. Uma criança com Dermatite Atópica deve consultar um psicólogo?

Não se tratando de uma doença psicológica, o eczema e os seus sintomas podem ter alguns impactos na qualidade de vida do paciente. Posto isto, pode ser importante ter um acompanhamento profissional, nalguns momentos, sobretudo nos casos mais severos.

9. Como é feito o tratamento?

A melhor forma de lidar e cuidar da sua pele é, nada mais, nada menos, do que através da hidratação.  Quando a pele está seca e desidratada, a sua barreira de proteção está incompleta o que gera mais episódios e crises. Procure sempre nutrir a pele com cuidados emolientes, ricos em óleos e adequados à pele com tendência atópica.

Não descure a importância do banho e restaure o seu equilíbrio cutâneo com os aliados certos.

10. Pode uma pele com Dermatite Atópica frequentar uma piscina?

Sim. No entanto, sem estar demasiado tempo. E assim que sair, deve passar-se por água corrente e hidratar-se devidamente. O cloro e outros desinfetantes colocados nas piscinas, até mesmo o sal, pode ser prejudicial para uma pele atópica, se não lavada de seguida.

11. Os animais de estimação são proibidos?

Muitas crianças sonham com o momento em que têm o seu primeiro animal de estimação. Não é preciso abolir de todo a ideia, mas infelizmente é necessário haver vários cuidados para que não agrave esta condição. A título de exemplo: a animais com pêlo, como cães e gatos, não deve ser permitido o contacto com a cama do mais pequeno, evitando também o sofá. A casa também deve ser aspirada, pelo menos três vezes por semana. Em todos os casos, uma conversa com o dermatologista deve ser o primeiro passo.

12.Quais devem ser as rotinas essenciais de uma pele com Dermatite Atópica?

  1. Hidratar a pele todos os dias.
  2. Banhos rápidos e com água pouco quente.
  3. Utilize produtos de limpeza e sabonetes adaptados à pele sensível e com fórmulas hipoalergénicas.
  4. Prefira sempre roupas de algodão.
  5. Fuja de produtos com muitos químicos e de amaciadores na lavagem das suas roupas.

 

[1] *Nutten, S. Atopic Dermatitis: Global Epidermology and Risk Factors. Ann Nutr Metab 2015; 66 (suppl 1): 8-16

Antes do Natal os Cristãos têm um tempo de preparação: o Advento.

Um tempo para encontrar o Cristo que vem. O Advento começa no Domingo, quatro semanas antes do Natal. Este ano, o Advento começa no dia 2 de Dezembro 2018 e termina com o nascimento de Cristo, a 25 Dezembro 2017.

São quatro semanas para deixar crescer a esperança e reencontrar as razões da alegria. O Deus verdadeiro que se mostrou em Jesus de Nazaré quer-nos felizes. Ele vem ao nosso encontro. A sua presença ajuda-nos a superar as dificuldades. A sua companhia permite-nos ultrapassar os fracassos. Ele é como uma Luz que nos aponta um caminho seguro para uma vida de qualidade.

Advento é o tempo de colocar o coração em sintonia com o Deus-menino. É o tempo para aprendermos de novo o que é a beleza e a ternura.

A Liturgia da Igreja oferece-nos um caminho seguro para a esperança. Ao longo do Advento a Liturgia escolhe um conjunto de textos que ajudam o nosso coração a converter-se à esperança e ao optimismo.

A Up To Kids criou um calendário do Advento com atividades para realizar em família ao longo destas quatro semanas. Cada dia, uma proposta diferente. Um jogo, uma brincadeira, um pensamento, ou até uma receita para fazerem e saborearem em conjunto. Diariamente, sairá no Instagram a actividade do dia do advento.

Procuramos criar momentos em família, onde se abre espaço para o diálogo, reforçando a união familiar e a paz.

Para iniciar esta data sugerimos que imprima e recorte o presépio da imagem, e montem em família.

Este é o momento de preparação e alegria para o nascimento de Jesus Cristo.

 

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1 marido causa 10 vezes mais stress à mulher do que 3 filhos juntos

Cada casal é um mundo, tal como cada família.

Numa família ideal os adultos deveriam apoiar-se mutuamente e contribuir em partes iguais na criação e educação dos filhos. No entanto, sabemos que em muitos casos a realidade não é esta. Infelizmente, em muitas casas a mulher tem de assumir a responsabilidade da casa e da educação dos filhos.

E assim, um marido causa muito mais stress à mulher do que os próprios filhos.

Este foi o resultado de uma pesquisa publicada no Today Moms, realizada nos Estados Unidos com mais de 7.000  mães e que comprovou que os maridos geravam 10 vezes mais stress do que os filhos. 46% das mulheres inquiridas confirmaram que os maridos eram o seu maior gerados de stress, e não os filhos.

As expectativas não cumpridas das mães

Uma parte das mulheres da pesquisa, referiram que os maridos lhes davam “mais trabalho” do que os filhos. Que os filhos não lhes davam tantas dores de cabeça, mas as atitudes infantis dos seus parceiros é que incomodavam e desorientavam muito.

Algumas também se queixaram de que os maridos não ajudavam o mínimo com as tarefas de casa. Esta situação provoca um sobrecarregamento de um dos elementos do casal, podendo vir a desencadear a longo prazo, exaustão, depressão, esgotamento, entre outras. Tal como a privação de sono, a privação de tempo para si própria, é a chave para manter a mente saudável.

Certamente nem todas têm a sorte de ter um marido que participe ativamente nas  tarefas da casa e na educação dos filhos.

No entanto, é provável que estes estudos também incidissem sobre as expectativas das mulheres inquiridas. Por exemplo: é expectável que uma criança tenha um acesso de raiva, uma birra passageira, mas não é expectável que um adulto se comporte com uma criança.

Agir como outra criança que precisa de atenção é um dos fatores que dá pontos extras aos homens da casa. As participantes do estudo alegaram que depois de um dia inteiro de trabalho, a preocupação com as crianças e as tarefas de casa, acaba por não sobrar tempo nem disposição para se dedicarem ao marido. Isto resulta normalmente em falta de compreensão – de ambos os lados.  “É previsível que uma criança não entenda certas coisas, mas esperamos compreensão e paciência de nosso marido”.

Conclusão

Quando a pessoa fica aquém da expectativa do parceiro, não só provoca desilusão mas também frustração no outro. Estas energias negativas aumentam o stress do dia-a-dia e podem vir a ser a gota d’água de uma relação.

Pais acreditam que já fazem o suficiente e exigem mais reconhecimento

Curiosamente, noutra pesquisa realizada pelos mesmos investigadores com 1.500 pais, metade considerou que partilhava a educação e criação dos filhos com as respetivas mães das crianças.

O estranho foi constatar que das 2.700 mães inquiridas, 75% afirmaram que cuidavam sozinhas das crianças.

Muitos pais mostraram-se incomodados por serem considerados uma parte secundária da família. Dois terços dos pais disseram que gostariam que o seu esforço e trabalho fossem reconhecidos de vez em quando, nem que fosse com palavras de incentivo.

Este estudo revela que existe um problema de comunicação e de expectativas mal ajustadas em muitas (quase todas) as casas.

Alguns pais acreditam que fazem o suficiente e que não são reconhecidos, enquanto as mães acham que eles não fazem o mínimo.

De quem é a culpa?

Excluindo os casos em que um dos pais realmente não se envolve nada na criação dos filhos, o certo é que a paternidade é stressante e muitas vezes é mais fácil atribuir responsabilidade do nosso mau humor ou a nossa incapacidade para administrar a agenda quotidiana da família, a outro adulto.

Manter um relacionamento de casal também requer uma boa dose de trabalho. Frequentemente, as mulheres exigem muito de si próprias, acumulando as tarefas de ser mãe, mulher, filha e amiga perfeitas. Esta tensão em satisfazer a todos acaba por ser demais.

Mas é muito importante procurar a causa desta insatisfação, porque, obviamente vai acabar por afetar o relacionamento do casal.  Na verdade, os estudos concluíram que um casamento stressante é tão mau para a saúde como o fumo. Que aumenta as probabilidades de sofrer uma doença cardiovascular, tanto nos homens como nas mulheres.

Um estudo recente em 300 mulheres suecas concluiu que o risco de sofrer um enfarto multiplica-se por três quando estas vivem casamentos conflituosos.

Qual é a solução?

Nove em cada dez casais reconhecem que a sua relação piora com o nascimento do primeiro filho. Em qualquer caso, para evitar que um seja sobrecarregado de tarefas e desenvolva níveis de stress muito elevados, é importante que a comunicação flua em todos os momentos e em ambas as direções.

Portanto, pais e mães ficam as dicas:

  • Peça diretamente ao seu marido/mulher o que precisa, quando precisa e explique por que precisa. Não fique à espera lhe leiam os pensamentos. Não vai acontecer.
  • Não tente assumir/não assuma todas as tarefas. Não tem de provar nada a ninguém. Demonstre amor aos seus filhos todos os dias, isso já basta.
  • Fale com seu parceiro sobre os seus medos, inseguranças e insatisfações. Isso os tornará mais seguros e confiantes. Deixe claro o que espera dele/dela, sem recriminações.
  • Muita calma nos momentos de stress. Cabeça no lugar, inspira, expira, conta até 5 antes de responder.
  • Pensar sempre, mas sempre em primeiro lugar nos miúdos!

 

Publicado originalmente em The Huffington Post – Tradução e adaptação: Portal Raízes, adaptado por Up To Kids®

P A R A B É N S!

Já temos vencedores!

Nanda Oliveira

Elisa Esteves

Marcos Silva

 

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Envie-nos um mail para Uptolisbonkids@gmail.com, com o assunto “Parceria de passatempos“, indicando a marca que representa. Obrigada

 

Giveaway | Tweet Beats – Dá asas ao ritmo que tens dentro de ti

É verdade! A nossa página de facebook chegou aos 50K, e para comemorar (e agradecer), a Up To Kids® uniu-se à Educa Borras e vamos oferecer 3 exemplares deste brinquedo didático que os mais novos irão adorar! Até ao final do ano serão só passatempos para os mais novos, por isso estejam atentos!

APRESENTAÇÃO

Dá asas ao ritmo que tens dentro de ti e cria as tuas próprias canções. Cria a tua própria música com os teus pássaros simpáticos. Coloca os pássaros nos vários ramos da árvore para criares canções originais. Dependendo do ramo em que coloques os pássaros, será reproduzida uma melodia diferente. Cada pássaro tem o seu próprio estilo de música (Reggae, Tecno, Pop, Rock, etc.), e ao combiná-los, podes criar imensas canções originais. Para crianças a partir dos 5 anos.

 

COMO PARTICIPAR

  1. Fazer like na nossa página de facebook Up To Lisbon Kids e instagram aqui e na página de Fb da Educa Borras?
  2. Partilhar este post no vosso facebook ⇓
  3. Comentar aqui no FB com link para 3 amigos ⇓

 

Para reconhecermos o teu nickname do insta, fica atento à publicação que irá aparecer sobre o passatempo no nosso instagram e comenta que estás a participar!

REGULAMENTO

O passatempo termina às 23h59 do dia 23 de novembro de 2018.

Não existe um número limite de participações, no entanto será apurado apenas uma participação vencedora por cada participante.

O vencedor será sorteado aleatoriamente através do programa Random.com, será anunciado tanto no site como no post do passatempo no facebook. Poderá ser pedido ao vencedor o link da partilha bem como o nome de utilizador de instagram.

O vencedor terá 15 dias a partir do momento da divulgação do mesmo para reclamar o prémio via e-mail (uptolisbonkids@gmail.com) ou Mp. Caso não o faça perderá o direito ao mesmo. Deverá fornecer o nome e morada de envio.

Este passatempo não é patrocinado, aprovado, administrado ou associado ao Facebook, sendo da exclusiva responsabilidade da entidade promotora. O Facebook exonera-se de qualquer responsabilidade relativamente ao passatempo.

Up To Kids®

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10 coisas simples que podem mudar completamente o futuro dos teus filhos

O que vai fazer a maior diferença no futuro dos teus filhos?

Todos queremos ver os nossos filhos crescerem e tornarem-se adultos felizes e bem-sucedidos.

É divertido vê-los crescer, desenvolver traços de personalidades e interesses diferentes. Como pais, queremos dar aos nossos filhos o melhor futuro possível. Mas isso não significa que precisemos de lhes dar tudo o que querem ou passar férias de luxo.

Aqui estão 10 coisas simples que podem mudar completamente o futuro dos teus filhos:

1. Um livro

Os livros são queridos ao coração. A maioria de nós lembra-se de uma história favorita, uma leitura emocionante ou daquele personagem que estava ao nosso lado quando não estava mais ninguém. Um livro pode ajudar uma criança a decidir uma carreira ou estilo de vida.

Um estudo do National Endowment for the Arts, diz que o envolvimento de uma criança com livros afeta a vida futura de formas muito amplas. Habilidades de leitura fracas tendem a equiparar-se a salários mais baixos, falta de emprego ou maus empregos, e menos hipóteses de progresso. Pessoas com dificuldade na leitura têm menos probabilidade de serem ativas na vida cívica, voluntariam-se menos e votam menos do que bons leitores.

É importante que as crianças tenham um bom arranque para se engajarem com a palavra escrita. Isso fará a diferença para o resto da sua vidas.

2. Levar o lixo

O guru financeiro Dave Ramsey defende:

Deves encarar o acto de ensinar os teus filhos a trabalhar, da mesma forma como vês o acto de ensiná-los a tomar banho e a lavar os dentes – Uma habilidade necessária para a vida.

Atribuir tarefas às crianças prepara-as para serem capazes de assumir e cumprir obrigações no futuro para com seus empregadores. Ensina-lhes a relação entre trabalho e sucesso. Além disso, dá-lhes confiança e um senso de comunidade à medida que contribuem para o bem-estar da família.

3. Um professor

A criança terá muitos professores ao longo dos anos, mas às vezes cria uma ligação especial com um que irá mudar a sua vida. Seja por acender uma paixão por determinado assunto/tema ou ajudando-a num momento difícil da sua vida. Um(a) professor(a) pode ganhar um lugar especial na mente e no coração do seu aluno.

4. Um amigo

Um amigo pode ter o mesmo lugar para uma criança que a sua família. Os “amigos errados” podem empurrar o teu filho por um caminho descendente e os “amigos certos” podem apoiar e elevar o teu filho a um maior sucesso.

5. Tempo com o pai

Um estudo publicado em childwelfare.gov descobriu que “Desde o nascimento, as crianças que têm um pai envolvido nas suas vidas, são mais propensas a ser emocionalmente seguras, ser confiantes para explorar os arredores e, à medida que crescem, têm conexões sociais melhores com seus colegas. Estas crianças também são menos propensas a ter problemas em casa, na escola ou na vizinhança.” Ter um pai envolvido, é melhor indicador social de sucesso futuro, do que ter dinheiro ou status social. Isto diz o tudo.

6. Um instrumento

Tocar um instrumento musical tem inúmeros benefícios para as crianças. Desde melhorar a memória a desenvolver habilidades matemáticas, até à criatividade, autoexpressão e alívio do stress. Se o teu filho participar numa banda ou orquestra isso pode melhorar as suas habilidades sociais e ampliar o seu grupo de amigos. Alguns músicos iniciantes acabam mesmo por seguir carreiras musicais.

7. A cidade onde vivem

Ao longo das suas vidas os adultos vão-se identificar com a sua cidade natal, mesmo depois de viver longe por vários anos. Onde moras afeta as oportunidades educacionais e recreativas do teu filho. Cada lugar tem a sua própria cultura, que irá influenciar os pensamentos e ideias do teu filho. A maneira como falas e te sentes relativamente ao teu bairro também vai influenciar a forma como se integram.

8. Um animal de estimação

Ter um animal de estimação tem mostrado que ajuda a manter a pessoa saudável física e emocionalmente. Os animais de estimação podem ensinar responsabilidade e compaixão às crianças. Um estudo comparou crianças que tinham um cão com crianças que não tinham, e descobriu que as primeiras eram significativamente mais empáticas e pró-sociais. Os animais de estimação podem também proporcionar uma sensação de segurança e reduzir a ansiedade. Por isso, os animais são muitas vezes utilizados em terapias com crianças. O estudo também concluiu que crianças com níveis mais altos de apego aos animais de estimação tinham sentimentos mais positivos em relação à sua família e ao lar, do que as com baixo apego a seus animais.

9. Uma caminhada

O exercício físico regular traz inúmeros benefícios para a saúde do teu filho. Sair ao ar livre é particularmente importante. Ajuda a impulsionar o sistema imunológico, estimula a imaginação, promove habilidades para resolver problemas, ajuda na síntese da vitamina D (através da luz solar) e melhora o humor. Além disso, também há a conexão que podes criar/fortalecer com o teu filho enquanto caminham juntos. Este é um ótimo momento para conversar longe de distrações. Algumas das vossas conversas mais importantes e significativas podem acontecer durante uma caminhada.

10. Os avós

Ou avô, tia, tio ou primo. Estudos têm demonstrado que crianças com fortes laços familiares tendem a sair-se melhor quando confrontadas com um problema.

“Quanto mais as crianças sabiam sobre a história da sua família, mais forte era o seu senso de controle sobre as suas vidas, maior a sua autoestima e mais elas acreditavam que suas famílias eram atuantes”, de acordo com um estudo da Universidade Emory.

Muitas vezes são elementos da família que dão apoio quando um dos pais não está disponível, ou intervêm em conflitos entre pais e filhos.

Quando se trata de criar os filhos, não são as viagens à Disneylandia, os gadgets topo de gama ou nem mesmo as melhores escolas que têm a maior influência sobre o futuro.

São muitas vezes as pequenas coisas que acabam por fazer toda a diferença.

 

Adaptado da tradução de Sarah Pierina do original 10 little things that can completely change your child’s future

 

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“A Mariana teria 21 anos agora…se fosse viva.”

Assim termina este depoimento da Alexandra. Esta mãe que só quer ser ouvida, só quer que seja reposta a verdade e feita a justiça, para que não haja mais casos como o de Mariana.  Até onde pode ficar impune a negligência médica?

 

 

Petição Publica

“BASTA DE CONFORMISMOS! AJUDA-ME A HONRAR O NOME DA MINHA FILHA MARIANA EM PROL DE UMA JUSTIÇA, JUSTA E EFICAZ!”

No dia 18 de Outubro de 1997, há precisamente 21 anos atrás(!) a minha filha Mariana Costa Pina, foi vitima de negligência médica no Hospital Fernando da Fonseca – Amadora-Sintra. 
Os danos que sofreu no parto, foram irreversíveis e irreparáveis, acabando por não resistir-lhes! 

É impossível partilhar convosco e descrever em poucos palavras, o sofrimento que passou. Nem tão pouco como foram vividos os 15 meses que lutou para viver, a minha pequena guerreira, que acabou por falecer inevitavelmente a 9 Fevereiro de 1999.

Há cerca de 21 anos (!) que dou continuidade à sua luta, em Tribunal, para que sejam apuradas responsabilidades e para que seja feita justiça!

Alexandra Costa, lança o apelo nas redes sociais através do video onde conta a sua história. Espera assim, conseguir repor a justiça, “chamar o Estado à razão e Reivindicar uma mudança”

“18 DE OUTUBRO É, e será sempre, o dia do teu aniversário, minha filha!

18 de Outubro, é também o dia em que se celebra o DIA DO MÉDICO, (ironicamente)!
HOJE é o dia em que DECIDO PEDIR AJUDA e UNIR FORÇAS, pois este MUNDO que (ainda) vejo ao meu redor, se julga tão PERDIDO e SÓ, quanto EU!
HOJE a minha filha MARIANA celebraria o seu 21º aniversário e HOJE ofereço ao MUNDO a possibilidade de se rever na sua história!

Assina a petição publica aqui ↓
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT90857

TODOS os vídeos da petição e inclusive a Carta para o Presidente, estão disponíveis também no YouTube. Se pesquisarem pelo nome de Mariana Costa Pina, chegarão a eles e poderão divulgá-los!

E SE… | Editora: Sana | De Raquel Garcez Pacheco | lustrações de Bárbara Neto |

E Se…?’ – que está entre os títulos literários mais curtos do mundo e o único atribuído a uma obra infantil portuguesa – é como uma viagem de balão pelo mundo da constante inconformidade humana. Aqui a fantasia ilustra o desejo e o sonho permanentes.

Este livro promete cativar miúdos e graúdos. Apesar de ser uma história infantil, a narrativa tem várias mensagens que se podem extrair.

Uma mensagem de motivação.

Que retrata a importância de acreditarmos que é possível realizarmos os nossos sonhos, que é importante sermos inconformados para nos permitirmos voar, sem medo, com ambição;

Uma mensagem de inspiração (nas crianças)

Pela sua curiosidade, bravura e imaginação. Tudo é possível aos olhos destemidos de uma criança. Perpetuar esta essência de criança em nós, é dar asas aos sonhos, é querer ser um herói, guerreiro e vencedor;

Uma mensagem pedagógica – ser resiliente.

Tal como no mundo real, na história narrada no livro, há tristeza, injustiça, solidão, traição, frustração, perda (morte), cabendo a cada de um nós, saber agir, enfrentar, ultrapassar;

Uma mensagem de reflexão universal – a eterna pergunta «E SE?»

Que nos faz escrever a nossa história pessoal pelas escolhas que fazemos, consequência ou não do livre-arbítrio: E se? E se eu fosse? E se eu tivesse feito de outra forma? E se tivesse escolhido aquele outro caminho? E se…?

SINOPSE

E se… um livro tivesse vida e, de repente, cansado de o ser, quisesse ser outra coisa?

E se esse desejo fosse concedido?

E se, num universo fantástico onde a imaginação é a rainha de todas as coisas, a magia transformasse o impossível em possível?

E se alguém fosse eternamente insatisfeito e desejasse ser sempre algo mais?

E se a ambição comandar o sonho?

E se eu fosse um sapato um dia, noutro dia, um banco de jardim e no dia seguinte uma nuvem?

E se…?

Este livro é como uma viagem de balão pelo mundo da constante inconformidade humana, onde a fantasia ilustra os desejos e os sonhos permanentes.

Atreves-te a vir voar?

FICHA TÉCNICA

Autor: Raquel Garcez Pacheco
Ilustrador: Bárbara Neto
Data de publicação: Outubro de 2018
Número de páginas: 40
Formato: 21X21
ISBN: 978-989-54210-0-8
Colecção: infanti

 

Como preparar o quarto do bebé para a sua chegada

A chegada do bebé é um momento de enorme felicidade e entusiasmo, mas também pode trazer alguma ansiedade. De forma a poder aproveitar e vivenciar o momento da melhor forma, é importante planear e organizar. Neste artigo, preparado em conjunto com o Habitissimo, vamos abordar quais os passos mais importantes na criação de um quarto de bebé, assim como algumas dicas ao nível de decoração e segurança!

Mobiliário

Todos nos sentimos atraídos pela decoração e mobiliário de bebé, mas tenha em conta um planeamento a longo prazo. Pense no quarto de bebé como uma divisão no qual o seu filho irá crescer e desenvolver-se, pelo que não deverá limitar demasiado o mobiliário. Isto fará com que tenha que mudar o quarto em pouco tempo, o que não é saudável para o seu orçamento.

Tente optar por gastos equilibrados, que satisfaçam as suas necessidades mais imediatas. Por exemplo, opte por móveis versáteis. A compra de uma cómoda que também é muda fraldas, traz diversas vantagens. Não só é um elemento que lhe permite guardar a roupa do seu bebé (que é geralmente pequena e não ocupa muito espaço), como permite que tenha à mão tudo o que necessita para a mudança da fralda, garantindo a segurança do seu bebé.

Organização do quarto de bebé

A organização de um quarto de bebé é fundamental. É importante que o bebé esteja num local organizado, que transmita serenidade. Opte por cores suaves e não deixe muitos elementos expostos, e otimize o espaço que tem disponível, colocando organizadores nas gavetas e caixas de arrumação.

 

organizar roupa do bebé Marie Kondo

Limpeza

Os bebés são particularmente susceptíveis a alergias, pelo que não deverá exagerar nas decorações. O quarto não deverá ter demasiada acumulação de artigos, de forma a ser facilmente limpo e prevenir acumulação de pó. Por outro lado, um quarto simples permitirá melhor fluidez no espaço e também permite um acesso mais fácil aos artigos que mais precisa!

É ainda importante que o quarto não tenha caixote de lixo. Após a mudança, as fraldas não deverão ser deixadas no quarto.

Iluminação

É importante que o quarto do bebé tenha uma boa exposição solar, de forma a evitar eventuais acumulações de humidade. No entanto, o berço e o trocador não deverão estar debaixo ou encostados a uma janela. Não só se trata de um elemento atrativo para os bebés (pela sua curiosidade de ver o que se passa na rua), como poderá deixar passar frio no Inverno (para garantir que isto não acontece, deverá isolar as janelas) e é importante que os bebés tenham uma temperatura amena e constante no seu quarto

6 Dicas de Segurança:

– Pinte o quarto do bebé com pelo menos 2 meses de antecedência, uma vez que as tintas possuem produtos químicos que se vão libertando durante algum tempo.

– Certifique-se que o berço é bem montado e é um elemento sólido, sem parafusos, pregos ou outras saliências perigosas.

– Evite o uso de tapetes e acumulação de peluches e outros elementos de tecido de forma a prevenir acumulação de pó.

– Evite mudanças bruscas de temperatura.

– Coloque proteções nas janelas, gavetas/portas e tomadas.

– Enquanto o seu bebé tem menos de 1 ano, não use almofadas.

Independentemente do tamanho do quarto do bebé, estes são os 4 elementos fundamentais que cada quarto de bebé precisa:

1. Zona de dormir (berço)

Opte por um berço certificado. Um berço certificado tem garantias de segurança, nomeadamente ao nível da separação das barras e da tinta usada (atóxica).

2. Zona de mudança de fralda (Trocador)

Na compra do seu trocador, opte pela funcionalidade. Deverá ter fácil acesso a todos os artigos de que necessita para a mudança da fralda. É igualmente importante que seja um espaço confortável para o bebé.

3. Zona de amamentação

De forma a que possa amamentar de uma forma tranquila, e sendo que passará muito tempo na poltrona/cadeira que escolher, é muito importante que seja um elemento muito confortável e de preferência de braços. Deverá ainda ser uma peça de fácil limpeza!

4. Zona de arrumação (cómoda)

Como referido anteriormente, existem artigos de mobiliário versátil, que combinam a função de trocador com a de arrumação. Caso opte por elementos separados, deverá optar por uma cómoda com arrumação suficiente. Opte ainda por separadores para poder maximizar o espaço útil de arrumação e ter o que necessita mais facilmente ao seu alcance.

 

Aproveite este momento especial da sua vida e lembre-se, um planeamento antecipado tornará tudo mais fácil!

Colectânea As Crianças e o Mundo | Racismo e Intolerância, de Louise Spilsbury | Refugiados e Migrantes, de Ceri Roberts ! Ilustração de Hanane Kai

O preconceito ainda hoje existe na nossa sociedade e, no seu quotidiano, as crianças vivem ou assistem a diversas situações injustas, perguntando-se como agir.

«Racismo e Intolerância» e «Refugiados e Migrantes» transmitem aos mais novos uma mensagem relevante e sensível sobre a aceitação da diferença

A coleção «As Crianças e o Mundo» apresenta uma excelente ferramenta para pais e educadores ajudarem as crianças a compreender conceitos e a saberem o que fazer nestas situações.

«Racismo e Intolerância» e «Refugiados e Migrantes» são os dois primeiros livros desta pertinente coletânea. A Bertrand Editora faz chegar às livrarias portuguesas a 19 de outubro.

A linguagem simples e os desenhos apelativos destes livros proporcionam uma conversa delicada e importante, para que um adulto consiga explicar, de forma acessível, temas difíceis e, infelizmente, atuais. Permite às crianças entender o que significam conceitos como «intolerância» e «refugiado». E em especial perceber as dificuldades que as crianças deslocadas ou excluídas sentem.

«Racismo e Intolerância» e «Refugiados e Migrantes» transmitem aos mais novos uma mensagem relevante e sensível sobre a aceitação da diferença e a importância da amizade, ajudando-os a perceber como lidar com estas situações e para que saibam que podem fazer a diferença.

Sinopses

Por vezes, as crianças ouvem, nas notícias, palavras que não entendem e que as deixam preocupadas. Com ilustrações lindíssimas e uma linguagem acessível, Racismo e Intolerância e Refugiados e Migrantes procuram responder às suas perguntas e oferecer soluções encorajadoras.

«Racismo e Intolerância»

Louise Spilsbury é autora de livros infantis, com mais de 200 títulos publicados, todos na área da pedagogia e da educação. Já escreveu um pouco sobre tudo, desde ciência a geografia, passando por assuntos internacionais, problemas sociais, arte, história e literacia.

«Refugiados e Migrantes»

Ceri Roberts é jornalista, palestrante, editora e escritora freelancer que trabalha para vários meios de comunicação de destaque.

Sobre a ilustradora

Hanane Kai é ilustradora e designer. A sua aspiração é que as suas ilustrações toquem e dêem que pensar aos adultos e crianças que as vêem. Vive e trabalha no Líbano.

FICHA TÉCNICA

Género: Literatura/Infantil

Formato: 22 x 22 cm – capa dura

No de páginas: 32

Data de lançamento: 19 de outubro de 2018

PVP: 8,80 €

Tradução: Maria Rita Furtado

Este é um tema que gera muitas divergências de opinião. Se por um lado temos os defensores que acham que são uma tarefa bastante importante, por  outro temos os opositores, que acham que não ajudam em nada.

Mas para que servem os trabalhos de casa?

Quem defende, diz que o objetivo é consolidar os conhecimentos adquiridos ao longo do dia, encontrar um método de estudo, e promover a responsabilidade.

Esta prática, já antiga, conhecida por todos nós, que no entanto, nunca chegou a ser atualizada.

Hoje em dia, as crianças têm um horário mais prolongado, com muitas atividades, acabando por chegar a casa cansadas e sem qualquer motivação para se debruçar sobre os trabalhos de casa.

Esta tarefa, que deveria ser realizada com alguma estabilidade e motivação, acaba por ser executada com cansaço e consequentemente  encarada como um sacrifício.

As crianças, rapidamente ganham alguma aversão, e dificilmente criam empatia pela tarefa, e os resultados acabam por ser desastrosos.

Os pais, que por sua vez também estão cansados, vêem-se aflitos para conseguir ajudar os seus filhos, não conseguindo acompanhar da devida forma.

O ideal seria existir um equilíbrio. Trabalhos de casa, sim, aos fins-de-semana. Por exemplo, sob forma de responsabilizar a criança, fazendo com que possa consolidar os seus conhecimentos, mas em doses equilibradas.

É importante perceber que uma criança, precisa de brincar, precisa de ter tempo para ser criança, precisa de se sentir feliz e motivada.

Trabalhos de casa, podem ir muito além das fichas de trabalho. Podem ser feitos através de uma pesquisa, uma conversa com um adulto sobre um tema, a leitura de uma história, uma expressão dramática, uma ida a um supermercado.

Creio que existe uma grande preocupação em depositar conhecimentos numa criança, e não em ensiná-la nas suas mais variadas vertentes de uma forma mais prática e com empatia.

Uma das melhores maneiras de acompanhar o seu filho na escola é vigiar e rectificar a mochila do seu filho. É importante perceber o que é que se passa no seu dia-a-dia, conhecer a sua letra, se há ou não recados, se há trabalhos de casa, que matérias estão a dar, para que ele perceba que é importante ter essa responsabilidade incutida.
Desta forma, os pais estão mais presentes na educação escolar do do seu filho.