Resposta ao artigo Hiperactividade? Medicar, e depois?

Sou pai. Apenas isso. Apaixonado pela matemática, sou engenheiro e gosto do raciocínio lógico.

Sem jeito para escrever conto em poucas palavras que justificam o meu pavor à Ritalina, ou concretamente ao Rubifen. Porque não entendo nada de medicina e porque no meu tempo a irrequietude era tratada pelo chinelo da mãe ou pelas palmatoadas dos professores, partilho na minha leiga opinião o seguinte:

Tive há 14 ou 15 anos atrás o meu filho diagnosticado como hiperactivo, e concordo com os sintomas supra descritos, como plausíveis para esse diagnostico. Foi tratado com Rubifen que reliogiosamente comprava em Espanha pois não era comercializado em Portugal.

Após o desmame aconselhado pelo clínico assistente, aos 13 anos, depois de 6 de “tratamento”, o meu filho começou a ter um comportamento estranho, apresentando ausências de, e fenómenos de mastigação.

Depois de um conjunto exaustivo de exames foi-lhe então diagnosticada, por exclusão de outras patologias, epilepsia benigna.

Iniciou um tratamento com um fármaco Zigabal, que o prostrava como um zombie, sem que todavia os fenómenos de mastigação se atenuassem. Suspendemos essa medicação e ficou algum tempo sem tomar qualquer fármaco.

Entretanto o seu rendimento escolar baixou drasticamente.
A sua postura social pautou-se pelo isolamento.
Não tinha amigos e só se relacionava com “velhos”.

Até que subitamente começou a ter convulsões. A primeira, tinha ele 16 anos de idade.

Foi-lhe diagnosticada, no hospital de Matosinhos, decorrente dessa convulsão, pela primeira vez, epilepsia do lobo frontal.

Receitado com o Topiramato Tomix, a postura de zombie foi exponencialmente acrescida.
Exames, tacs, ressonancia, EEG, tudo foi feito sem que contudo um diagnostico claro e inequivoco lhe fosse feito.

As convulsões foram-se repetindo, cada vez mais graves e frequentes, entremeadas, com os fenómenos de mastigação.

Recorri então a um médico de Pontevedra neurologista, psiquiatra, a conselho de um amigo, porque o seguimento que obtive do hospital de Matosinhos era péssimo, não dando qualquer solução com consultas semestrais e fármacos que sempre de uma forma, diria, experimental, não produziam qualquer efeito.

Quando disse, ao clínico espanhol, do tratamento com o Rubifen, em criança, este, fez uma cara muito feia.

O médico após exames no seu consultório, e de posse dos dados que possuímos dos testes e exames anteriores feitos em Portugal, “confirma” (?) a epilepsia do lobo frontal.

Medicou-o, com Depakine, Bialminal e Nootropil.

Desde então até agora, com 21 anos de idade, não pára de ter convulsões, mas agora só e quando, por distracção, se esquece de tomar a medicação atempadamente.

Todavia fica aqui uma dúvida que na minha ignorância coloco:

O meu filho era hiperactivo ou não?
Até que ponto essa hiperactividade não seria já uma primeira revelação da sua epilepsia?
Terá o Rubifen provocado secundariamente a epilepsia?

Hoje o meu filho é um inapto.

Não gosta de nada, nada o apaixona nem capta a sua atenção a não ser uns quantos jogos “on line” na internet.
Não concluiu o 12ºano escolar, apesar de ter sido um excelente aluno em criança.

Onde é que eu falhei? Onde é que a medicina me traiu?
A quem ler isto, sugiro.
Para mim, como leigo, a eleger um motivo da minha (e dele) desgraça actual, elegeria a Ritalina.
Tenham cuidado, para que a minha historia não se repita em mais lar nenhum do meu pais.
Obrigado e desculpem.

José Pereira, leitor da Up To Kids®,
publicado com autorização do leitor

imagem@ptmedical

E se existisse um livro que além de letras para leres e imagens para viajares na história tivesse também espaço para fazeres tu os desenhos e tornavas-te no próprio ilustrador, e quem sabe até o narrador ou o escritor desta história! E se esse livro fosse composto por vários textos, várias histórias todas diferentes, sem qualquer ligação entre si?
No Livro “Histórias minhas, desenhos teus” podes finalmente ir até onde a tua imaginação te levar. Podes desenhar um OVNI recheado de extra-terrestres que desceram à terra para conhecer a tua personagem favorita! Ou podes fazer uma máquina do tempo e regressar tantos que até um DINOSSAURO aparece no teu livro.
Tudo a teu gosto. Como sempre quiseste!

SINOPSE

Os livros são objetos que eternizam momentos, vivências e sentimentos. Este livro consiste num conjunto de textos, alguns dos quais com características “non sense”, que exploram os casos especiais de leitura. Pretende-se que este livro não seja explorado de forma solitária.
É um livro, não só para ser lido, mas para ser partilhado e vivido.
Esta pode ser uma oportunidade para alunos e professores, pais e filhos, juntos, darem largas à imaginação e explorarem não só os textos, mas também as ilustrações, criando um livro que será único. 

Ilustracao_historias

INSTRUÇÕES
Este livro, que agora é teu,foi começado por mim, mas foi de propósito que não o acabei.

E porquê? Perguntas tu! 

Porque eu gostava que este livro se tornasse único e nosso.

O que eu quero dizer com isto é que terás oportunidade de o acabar, dando largas à imaginação e ilustrando os textos que faltam.

Para além disso, quero desafiar-te a fazê-lo sem que utilizes os materiais habituais. 

Que tal experimentar os lápis de cera, as aguarelas ou até as canetas de acetato? Não te esqueças que a criatividade permite-nos inventar, criar e sonhar, ela não tem limites ou barreiras…aceitas o desafio?!

Todos vamos querer ver o teu livro terminado!


histórias-minhas-desenhos-teus1
FICHA TÉCNICA
Autor: Andreia Reis
Data de publicação: Junho de 2015
Número de páginas: 48
ISBN: 978-989-51-5044-1
Colecção: Literatura Juvenil
Género: Conto Infantil

Visite-nos no Facebook

 

A Dislexia – Manual de Instruções | Editora Psiclínica | Autor Rui Manuel Carreteiro

«O que é a dislexia? Existe uma diferença entre disléxicos e maus leitores? O que se pode fazer por estas pessoas?»
De uma forma breve e sucinta, o Prof.Doutor Rui Manuel Carreteiro responde a estas e outras questões e revisita as principais teorias e os instrumentos de avaliação da dislexia, numa obra útil para profissionais, educadores e pais. O autor, com um vastíssimo currículo nesta área, consegue assim transmitir de forma leve tudo o que é importante saber sobre este distúrbio.
A obra inclui materiais de avaliação e intervenção na dislexia.
Uma ótima ferramenta para pais e educadores.
FICHA TÉCNICA

A Dislexia – Manual de Instruções
Autor: Rui Manuel Carreteiro
Nº de páginas: 168
Editor: Psiclínica
Data de edição: Outubro 2015
ISBN: 9789898176608
PVP: 17,49€
dislexia1

Querido marido,

Tu és, em quase tudo, espectacular. Se eu não achasse isso não teria casado contigo, porque como sabes eu tenho um gosto seleto. Mas temos de falar sobre um assunto(zinho).
São as tuas idas à casa de banho. Já cheiram mal e de diversas maneiras.
Eu percebo que, às vezes, quando uma pessoa tem de ir tem mesmo de ser. Mas eu tenho dúvidas em relação aos teus timings, como quando acabamos de arrumar o carro na garagem, temos compras de supermercado até ao tejadilho, e de repente tens de sair a correr, levas os miúdos para dentro e eu fico com a batata quente nas mãos, com tudo por arrumar.
Milagrosamente (cof cof) isso acontece sempre em momentos (in)oportunos, como na hora de meter os miúdos na cama que como sabes é como enfiar lulas em t-shirts ou quando há um monte de loiça para pôr na máquina e que supostamente “já ias” pôr.
Somos os dois adultos com décadas de experiência em controlar as necessidades fisiológicas. Não somos nenhuns amadores. Por isso eu tenho uma grande dificuldade em acreditar que não aguentas. Acredites ou não eu também tenho vontade mas, no entanto, consigo aguentar até a altura ser conveniente.
Se soubesses a quantidade de vezes que eu estou na fila para largar os miúdos no colégio a apertar as bochechas do rabo… E tenho sobrevivido a minha vida de adulta até agora sem um único descuido para contar (pelo menos meu). E eu não sou nenhum prodígio no controle intestinal, apenas trato do assunto atempadamente, e não fico à espera de ter de sair a correr de um sítio (até porque essa atitude é altamente suspeita)
Além do mais meu querido, há uma enorme discrepância entre a urgência de ires à casa de banho e o tempo que demoras a terminar. Normalmente, se estás tão aflito ao ponto de te borrares – como tu costumas dizer – o serviço termina poucos segundos depois de te sentares na retrete! No entanto lá estás tu meia hora depois ainda no trono de telemóvel na mão. Algo me diz que as tuas cólicas são mais maratonas de candy-crush, facebook e outras apps.
Enquanto estás enfiado na (bendita solitária) casa de banho, eu estou a tratar de assuntos que não podem esperar: a guardar o leite antes que azede, a deitar os miúdos antes que passe uma hora da hora de ir para a cama, ou a pôr os pratos na máquina antes que fique tudo tão ressequido que precise dum berbequim para descolar os restos!
Eu espero que percebas de que é que estou a falar.
Querido, podes ser o campeão do intestino bem resolvido, mas as tuas idas à casa de banho estão a tirar-me do sério.
Pensares em mim quando tens de evacuar é uma cortesia mínima.
A casa de banho não é a tua solitária.
Se ficas sentado até teres as pernas dormentes, provavelmente não precisavas tanto de ir.
Eu só acredito que vais ler com atenção esta carta pelo seguinte: vou-te enviar por e-mail para poderes ler na casa de banho, porque como todos sabemos é lá que vais estar.
Com amor
A tua mulher!

Por Rita Templeton para Scary Mommy

A Kikinono é uma marca Portuguesa de T-shirts personalizadas que vai encher as medidas aos mais pequenos.

Lançada em Julho 2015 a primeira coleção de 4 Super T-shirts que permitem às crianças (dos 2 aos 6 anos) vestirem a pele dos heróis e personagens das histórias que eles tão bem conhecem e dar-lhes vida, as Super T-shirts são um produto muito especial que se caracteriza pela sua multifuncionalidade e versatilidade.

kikinnono-bailarina-(1)

kikinnono-bailarina-(2)

 

 

 

Aparentemente tratam-se de t-shirts/sweats comuns, mas em apenas alguns segundos, e com total autonomia, as crianças podem transformá-las numa divertida brincadeira que pode ser iniciada em qualquer lugar bastando apenas aplicar-lhe a capa.

Se os seus filhos adoram brincar ao faz-de-conta e encarnar as suas personagens favoritas, este é o acessório essencial ao seu guarda roupa: podem vestir para qualquer lado porque são giras que chateiam, e quando quiserem brincar já estão vestidas a rigor.kikinnono-heroikikinnono-pirata

A marca surgiu da vontade de duas mães de acrescentar valor à infância desafiando e proporcionando formas das crianças brincarem ao faz de conta com toda a liberdade que ser criança pressupõe!.

Liberdade para pensar, dizer, fazer, imaginar, explorar, recriar, imitar, perguntar… no fundo, liberdade para brincar! Hoje em dia os pais vivem tão assustados que até um joelho esfolado lhes faz confusão e sem quererem, acabam por limitar os filhos naquilo que é a sua essência.

As crianças precisam apenas de um empurrãozinho para darem asas à sua imaginação e criatividade própria da idade.

Este projeto pretende reforçar a  importância de se brincar ao ar-livre, em contacto com a natureza e com tudo aquilo que nos rodeia por ser, também, através da brincadeira e do estímulo ao movimento que as crianças conseguem desenvolver capacidades físicas fundamentais como o equilíbrio, a coordenação motora, a força e a agilidade.

Comprar on-line | Visite o Facebook, ou se preferir o Instagram

 

 

 

É egoísmo uma mãe pensar primeiro em seu bem-estar e felicidade antes de pensar nos filhos? Veja porque isso é a coisa certa a fazer.

A diva Gisele Bündchen declarou à revista Sunday Times Style

É muito importante nutrir-se, cuidar de si mesma. Não dizem no avião que o adulto tem que colocar a máscara de oxigénio primeiro em si próprio e, de seguida, colocá-la no seu filho? Então, eu acho é assim mesmo, devo cuidar primeiro de mim para ser uma boa mãe.”

E está certíssima. O médico húngaro Gabor Maté, autor de livros sobre relacionamentos entre pais e filhos, no programa de rádio “democracia já”, declara que “a maioria de seus pacientes tem ótima disposição, não apresentam raiva observável, colocam as necessidades de todos antes de sua própria e são geralmente muito autocríticos. Esses pacientes também têm dificuldade em estabelecer limites pessoais com os outros. É muito difícil para eles dizer ‘não’. Essas qualidades são o que muitos adultos associam a ser bons pais para os filhos.”

Mas, como assim? As mães não devem pensar primeiro nos filhos? Isso mesmo. Não devem e aqui estão 6 boas razões para as mães pensarem primeiro em si:

1. As mães precisam de ser felizes

Embora a alegria das mães sejam os filhos, não devem ser a única alegria. Mães felizes, filhos felizes. E para isso a mãe deve primeiro cuidar de sua própria alegria, cuidando de seu espírito, seu lazer e das coisas que gosta de fazer como uma “renovação”. Os filhos refletirão essa alegria. Portanto, se quer ter filhos felizes, cuide da sua felicidade primeiro.

 

2. As mães precisam ser saudáveis

Cuidar primeiro da saúde da mãe é fundamental para que esta possa enfrentar as inúmeras viroses e outros problemas infantis e ainda cuidar da casa ou trabalhar fora. Uma mãe deve ter saúde suficiente para cuidar de uma (ou mais) criança doente por toda uma noite, se for preciso. Essa saúde já deve começar bem antes das crianças nascerem. Uma mulher saudável, terá uma gestação saudável e filhos saudáveis. E a mãe que se trata, se alimenta bem, evita substâncias nocivas e faz exercícios está dando aos filhos um modelo de saúde que eles levarão para sempre.

 

3. Deve deixá-los ser autónomos

Uma mãe não deve fazer tudo pelos seus filhos, isso será altamente prejudicial para eles. Ensine-os a cuidar das suas coisas, a apanhar o que desarrumam, a lavar seu próprio prato, a tomarem banho sozinhos, vestirem-se para a escola e cuidarem uns dos outros. À medida que crescem devem aprender a cozinhar, lavar e passar sua própria roupa e outras habilidades. Isso não é egoísmo e nem tampouco aproveitar-se do serviço das crianças. Isso além de aliviar a carga da mãe, prepara os filhos para serem auto-suficientes.

 

4. As Mães precisam de amigos

Tenha tempo para cultivar as amizades. Se o seu dia acaba em torno dos filhos e da casa, algo vai faltar para o seu equilíbrio. Se tudo está bem em casa, o seu marido pode cuidar das crianças para que você possa sair com as amigas. Depois você devolve a gentileza deixando-o ter uma noite com os amigos.

 

5. Evitar o sentimento de culpa

As mães sentem-se culpadas. Não importa pelo quê, vão sempre encontrar uma razão para se sentirem culpadas. Segundo um estudo publicado no Jornal The Telegraph, 8 em cada 10 mães que trabalham fora, sentem-se culpadas por deixar a criança em casa, e 3 em cada 10 pais também. No entanto, a diferença da culpa é gritante entre as mulheres.

Todas sabemos como é difícil fazer isso, mas a culpa certamente não ajudará em nada. Só piora a criação dos filhos nos fazendo querer dar-lhes desastrosas compensações.

Se sente que não pode livrar-se da culpa, a mãe deve deixar o trabalho e ficar com os filhos, se possível.

 

6. Mães devem ter auto-compaixão

Ser uma mãe “boa” significa preservar suficiente auto-compaixão para satisfazer as suas próprias necessidades como pessoa. Isso significa que quando evita a autocrítica, o cobrar-se sem medidas, a sua saúde emocional será favorecida, o que é essencial para ser a boa mãe que deseja ser.

Tente eliminar do seu vocabulário a palavra “deve” para começar “Eu deveria ficar acordada até tarde a lavar a louça e a preparar tudo para amanhã”. Quem disse? Por que não tentar dormir o suficiente para acordar bem-disposta, renovada e cuidar de tudo isso?

Ser mãe é algo maravilhoso, não temos que transformar num martírio sem fim. Cuide de si mesma como se você fosse sua filha. Faça uma lista de todas as boas coisas e vitórias que gostaria que seus filhos alcançassem e comece a tentar alcançar essas coisas para si mesma. Assim será ainda melhor mãe do que já é.


Em familia.com.br

imagem@pinterest

Humildade é uma qualidade fundamental na vida, e uma que está em decadência. Eu fui criada com esta palavra no centro da mesa onde a minha mãe servia as nossas refeições, e talvez da forma menos pedagógica, mas sem dúvida bem sucedida, aprendi que é necessário ser-se humilde e aprender a tapar a boca quando não temos nada inteligente para dizer. Mas hoje a humildade está em decadência, as pessoas esqueceram-se da humildade, e na ausência dela agridem-se, torturam-se, mesmo que virtualmente, umas às outras. As pessoas aproveitam os ecrans dos seus aparelhos electrónicos para vomitarem ideias e opiniões que poluem drasticamente as relações humanas.

Mais do que o problema catastrófico que se vive no mundo (o terrorismo), temos agora um outro problema grave – o terrorismo causado pela falta de humildade para aceitar que estas divergências de opinião, são apenas um lobby para a manipulação de opiniões pelos meios de comunicação. E enquanto se especula e inventa, o velho planeta torna-se um lugar cada vez mais desumano.

Como me disse o meu pai muitas vezes, há falta de coisas positivas para serem ditas, tapamos a boca.

Por Sofia Isabel Vieira, Mãe de 2, autora do projecto Pais com P Grande, aventureira, realizadora de sonhos…

9 perigos para as crianças que temos de evitar!

Num mundo feito por adultos e para adultos, as crianças têm hipóteses, às vezes, inesperadas de se magoar. A maioria de nós não está acostumada a olhar para um ambiente e ver ameaças aos pequenos, como uma televisão precariamente equilibrada, ou mesmo um balde de água.

Com as desastrosas possibilidades de uma distração dos pais, e considerando que não é possível vigiar crianças 100% do tempo, é importante saber quando é seguro virar as costas por um minuto, e quando é preciso ficar atento.

ficam aqui nove maneiras como as crianças se magoam, incluindo algumas que mesmo os pais mais conscientes jamais imaginariam que poderia trazer dano às crianças.

9. Insufláveis

insuflável

São bastante populares os brinquedos insufláveis, em que várias crianças se reúnem para brincar e pular bastante. E eles também tem seus perigos. Um relatório de um pediatria apontou que aproximadamente 65.000 crianças se magoaram nestes brinquedos entre 1990 e 2010 nos Estados Unidos.

Mais da metade das crianças feridas tinham entre 6 e 12 anos, e mais de 1/3 tinha menos de 5 anos. A maior parte dos ferimentos era causada por quedas, e envolvia fraturas e entorses, geralmente nos braços e pernas.

  • O conselho dos especialistas é que haja sempre um adulto para minimizar as colisões e desencorajar movimentos arriscados, como saltos mortais. Além disso, as colisões podem ser menos perigosas se todas as crianças que estão num dado momento forem de idade e peso parecidos.

8. Pilhas-botão

pilha botão perigo crianças. 9 perigos para as crianças que temos de evitar

São pequenas, redondas e brilhantes, e o primeiro impulso da maioria das crianças é colocar na boca, tanto que cerca de 84% das emergências envolvendo crianças e baterias são com as deste tipo.

A bateria, a maioria das de alta voltagem de lítio, pode se alojar no esôfago, onde pode queimar e formar um buraco em menos de duas horas.

  • Para evitar acidentes, os compartimentos de bateria podem ser tapados com fita adesiva, e as baterias extra devem ser guardadas fora do alcance dos pequenos.

7. Dermatite da cadeira automóvel (ovo)

9 perigos para as crianças que temos de evitar

Entre as grandes erupções que as crianças podem apresentar, um novo tipo apareceu: a dermatite de cadeirinha de automóvel, ou “ovo”. Ela geralmente aparece quando se combina temperatura alta, superfícies suadas e o material brilhante, semelhante a nylon, do “ovinho” em contato com a pele da criança.

O período em que esta dermatite costuma aparecer é entre o final da primavera e o início do outono, e pode ser vista na parte de trás das pernas, braços e cabeça do bebê. Ainda não se sabe a causa exata, talvez seja uma irritação causada pela espuma ou aos produtos retardadores de chama usados para impedir a formação de mofos.

  • Uma maneira simples de evitar é colocar uma barreira, como um lençol de algodão, entre o bebê e a cadeirinha.

6. Síndrome do torniquete de cabelo

9 perigos para as crianças que temos de evitar

Parece incrível, mas um simples fio de cabelo pode causar um ferimento sério numa criança pequena. Não é raro encontrar fios de cabelo nas mãos das crianças menores, mas se um deles se enrolar nos dedinhos, pode cortar a circulação do mesmo. Este é um acidente assustadoramente comum.

Parece ser difícil de perceber um fio de cabelo enrolado num dedinho, ou dedo do pé, ou mesmo no pénis de um menino, os três locais onde a síndrome do torniquete de fio de cabelo é mais comum. Desconfie se você notar uma extremidade inchada e que está a ficar roxa, numa criança que chora inconsolavelmente de dor.

  • O tratamento envolve a remoção do fio, para evitar danos permanentes aos tecidos.

5. Pacotes e embalagens coloridos

detergentes. 9 perigos para as crianças que temos de evitar

Os especialistas em segurança alertam que as crianças são atraídas pelas cores brilhantes e padrões das embalagens, e acabam por confundi-las com doces colocando tudo na boca.

As crianças podem sofrer de intoxicação se ingerirem coisas como detergentes, tintas, etc.

  • Os sintomas mais comuns incluem vómito, tosse, asfixia e sonolência.

4. Magnéticos

perigo magnéticos. 9 perigos para as crianças que temos de evitar

Os magnéticos ou ímans, tem constituído um perigo para crianças desde há muito tempo, mas alguns objetos tais como os ímans dos frigoríficos, que são bastante atrativos para as crianças, e alguns brinquedos para adultos que são usados para aliviar o stress, são especialmente perigosos já que podem ser engolidos acidentalmente.

Engolir dois ou mais destes magnéticos pode ser perigoso pois dentro do intestino eles podem atrair-se, causando obstruções, danos a tecidos e até mesmo a morte. Desde 2008, a Comissão de Segurança de Produtos ao Consumidor dos EUA recebeu mais de 200 relatos destes magnéticos sendo engolidos por crianças, algumas das quais precisaram de cirurgia de emergência para evitar ferimentos potencialmente letais.

3. Escorregas

escorrega 9 perigos para as crianças que temos de evitar

Parece seguro uma criança descer o escorrega ao colo de um adulto, mas isso aumenta as chances da criança ser levada à emergência com uma perna partida. Geralmente, o que acontece é que o calçado prende o pé da criança na borda do brinquedo, enquanto ela é arrastada adiante pela enorme inércia do adulto.

A recomendação dos especialistas é que apenas o adulto toque no escorrega. Ou então, que eles deixem as crianças escorregarem sozinhas, supervisionando ao lado.

2. Carrinhos de supermercado

supermercado

A Academia Americana de Pediatria alerta que, todos os anos, mais de 23.000 crianças são levadas à sala de emergência por causa de ferimentos causados no carrinho de compras. Geralmente, os ferimentos resultam de quedas sobre superfícies duras, principalmente na cabeça e pescoço, ou ossos partidos.

O problema é que os carrinhos de compras não foram projetados para transportar crianças com segurança, e sim as compras. Acidentes podem acontecer quando a criança está pendurada do lado de fora do carrinho, de pé dentro dele, ou então quando tenta escalar para fora do carrinho.

1. TVs e móveis

tv
A cena não é tão absurda: uma criança a subir às gavetas, estantes e móveis para alcançar um brinquedo ou mesmo a TV, com resultados às vezes fatais. Estes elementos pesados podem cair sobre a criança, ferindo-a, podendo tornar-se, por vezes, num acidente mortal.

Entre os anos 2000 e 2011, 349 americanos, 84% crianças menores de 9 anos, morreram quando TVs, móveis e outros aparelhos caíram sobre eles. O mesmo estudo estima que todo ano mais de 25.000 crianças são feridas neste tipo de acidente.

Metade dos acidentes ocorre com TVs, provavelmente porque as famílias fazem um upgrade TV plasma e leds, e colocão as TVs antigas e mais pesadas em locais sem um suporte apropriado para estabilizar seu peso e tamanho.

Em hypescience

imagens@shutterstock e net

 

 

 

Mais uma vez a Coca-cola cria uma campanha diferente este Natal. Aqui é-nos dada a possibilidade de, através de um clique, podermos enviar mensagens aos nossos amigos de todo o mundo. A ideia é original, e propaga o espírito de amizade nesta época Natalícia. O processo é simples, mas giro, por podermos escolher a forma que a mensagem é enviada…

Não vamos ser estraga prazeres, experimente por si próprio!

Envie desejos de Natal aos seus amigos através do Pai Natal!
A Up To Kids adorava receber uma mensagem… contamos consigo?

 

cola2

Clique na imagem

A partir do momento que sabemos que vamos ser pais iniciamos um processo de mudança e construção. Mas o tempo, o stress, a correria do dia a dia e os conselhos que vão aparecendo por todo o lado, desde as mães, sogras, amigos, vizinhos, conhecidos e desconhecidos, que sabem lidar com todas as situações melhor do que nós e têm sempre solução e estratégias para tudo. É difícil manter o foco.

Então como manter o nosso rumo? É fácil em períodos de calma mas tudo se complica quando temos de tomar decisões no “calor do momento”. Ou seja, em casa eu consigo saber que vou lidar de forma calma mas quando o meu filho decide fazer uma birra no meio de um supermercado com toda a gente a olhar, tecer comentários, dar palpites e críticas nem sempre conseguimos seguir o nosso íntimo.

Então o que fazer? Nesses momentos de calma podemos aproveitar para refletir sobre nós, os nossos valores, o que para nós é verdadeiramente importante, os ideais que dão rumo e sentido à nossa vida. Escolham alguns desses valores, os mais importantes para vocês, para que sirvam de bússola ao vosso comportamento enquanto pais e sempre que tiverem de tomar uma decisão ou quando falarem com os vossos filhos perguntem se estão a respeitar esses valores. Assim podem pedir ajuda ou ouvir conselhos dos outros, mas no final farão apenas o que for ao encontro da vossa verdadeira essência, sem sentimentos de culpa e continuar a percorrer o caminho em busca dos pais que verdadeiramente querem ser!

Ficam aqui alguns valores que podem usar como ponto de partida. Escolham alguns deles e sintam-se à vontade para acrescentar outros!

Aceitação Natureza Alegria Respeito Amor Ternura Bondade União Coerência Esforço Calma Cooperação Criatividade Dever Curiosidade Paz Coragem Fraqueza Persistência Perdão Iniciativa Modéstia Otimismo Prudência Paciência Gratidão Amizade Humor Estabilidade Cidadania Compreensão Liderança Saúde  Justiça Tolerância  Esperança Disciplina Dignidade Atenção Generosidade  Gentileza Entusiasmo Honestidade

Por Rita Felizardo, Conselheira Parental em Leiria

imagem@whatafraid