A maternidade consiste numa série de eventos infelizes que une as mulheres no mais ingrato e revoltante trabalho do mundo.

Ok, é muito mais do que isso, mas os eventos infelizes fazem, definitivamente parte desta experiência universal.

Quando me cruzo com uma mãe, quer seja a Angelina Jolie ou uma mãe solteira adolescente, sinto uma ligação instantânea com ela, porque sei que ambas já tivemos um puto a vomitar na nossa cama ou um bebé a arder de febre pela noite dentro.

Quando era miúda, pertenci aos escuteiros e ganhei algumas medalhas de mérito que na altura serviam basicamente para me gabar de feitos como boa desportista/atleta, voluntária para uma boa causa etc. Tenho andado a pensar em procurar esse cinto, e criar as minhas próprias medalhas de mérito: As medalhas da maternidade!

  1. Medalha Melhor Engenho: Apanhar vomitado no ar com as próprias mãos
  1. Medalha melhor estátua: Fazerem-nos xixi para cima e nem sequer pestanejarmos
  2. Medalha Disney: Conseguir não perder um dos miúdos no parque
  3. Medalha melhor Voluntário: Sobreviver a uma tarde com miúdos chatos, mal criados, irritantes e que não são os meus.
  1. Medalha Melhor Magia: Desaparecer com uma fralda suja em público, num carro em andamento, ou quando estamos ao telefone sem perder pitada da conversa.
  2. Medalha de Pesca: Pescar bolas de cocó da banheira sem te engasgares
  3. Medalha de sobrevivência: Tens de conseguir descansar tudo em três horas de sono
  4. Medalha da Versatilidade: Usar a casa de banho como esconderijo, pequeno escritório e, em caso extremo, quarto.

Em Scary Mommy, traduzido e adaptado com autorização por Up To Kids®, Todos os direitos reservados

A maioria dos pais querem o melhor para seus filhos. Mas, quando se trata de disciplina, alguns equivocamente usam a força física para punir ou intimidar. Sejamos honestos: nada justifica bater e magoar desnecessariamente as crianças e nem sequer é aceitável.

O governo australiano ratificou a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança (1989). Ou seja, a Austrália coloca as crianças como pessoas com direitos. Chegou a vez do governo Australiano juntar-se outros 33 países “esclarecidos” do mundo, e banir o castigo físico de crianças em todas as suas formas.

A proibição bem sucedida na punição física das crianças deve ser acompanhada de uma campanha de sensibilização para apoiar e educar os pais que batem nos filhos a mudar a atitude ultrapassada da “palmada”.

Os malefícios do castigo físico

O castigo físico, mesmo quando é chamado de “disciplina” ou “palmadas”, pode causar danos a curto e longo prazo nas crianças. Hoje em dia sabemos, com base em investigações rigorosas, que a punição física e a adoção de comportamentos agressivos e violentos está directamente relacionada com alterações comportamentais e de saúde mental das crianças.

Sabemos também, intuitivamente, que bater e ferir pessoas desnecessariamente afeta o relacionamento social e a autoconfiança de um indivíduo. As nossas crianças são os adultos do futuro. A forma como tratamos os nossos filhos agora, irá afetar a sua saúde, autoestima e noção de bem-estar futuramente.

Mudar o comportamento

A Austrália tem estado na vanguarda de muitas reformas da saúde e segurança pública, tais como o uso dos cintos de segurança nos carros, o controlo do tabagismo e uso de preservativo, mas falta dar um safanão no que toca à punição física.

Mas o que fazer para que os pais mudem o seu comportamento – ou seja, parar de dar “palmadas” nos filhos?

Campanhas recentes e alternativas, tais como o grande sucesso animado educativo “Maneiras idiotas de morrer”, é um bom exemplo de como uma campanha de sensibilização pode ajudar a mudar mentalidades, atitudes ultrapassadas e comportamentos de risco. Neste caso, o vídeo promove a segurança ferroviária para os jovens através de anúncios em jornais, rádio, outdoors, redes sociais, etc. A campanha visa “envolver um público que não quer ouvir qualquer tipo de mensagem de segurança”.

Uma campanha de educação deste género, com apoios e incentivos para encorajar os pais a adotar métodos disciplinares positivos, poderia ser o suficiente para mudar comportamentos de risco na educação infantil.

Esta campanha poderia ser tanto contundente quanto inspiradora; retratando os impactos imediatos e possíveis do castigo físico através de palavras e imagens. Fornecer informações importantes sobre o desenvolvimento da infância e maneiras positivas de interagir e estabelecer limites razoáveis ​​para as crianças poderia ser um caminho.

Na Suécia, os castigos corporais e outras formas de tratamento humilhante a crianças foram proibidos em 1979, e foram distribuídos flyers informativos a todas as famílias e colocada a informação relevante nos pacotes de leite incentivando o diálogo entre pais e filhos.
Conclusão? A maior parte das famílias suecas praticam disciplina positiva, sem violência. As crianças são respeitadas, e os pais são valorizados e apoiados no seu importante papel como modelos para os seus filhos.

Alterar a lei

Alguns adultos responsáveis ​​irão voluntariamente modificar as suas atitudes e comportamentos à luz da evidência que os motiva. Mas a mudança comportamental, por vezes, só ocorre em resposta a legislação ou reforma da mesma.

Criar legislação pertinente em cada um dos estados e territórios da Austrália pode ser um caminho para remover explicitamente a “correção legal” e enviar uma mensagem clara aos pais de que o castigo físico já não é uma forma justificável de disciplina ou controle das crianças. As crianças terão a mesma proteção contra a agressão que os adultos.

Esta lei, exceptuando trivialidades, pretende proteger contra a criminalização dos pais que, ocasionalmente, dão uma palmada nos filhos, mas a punição física será fortemente desencorajada.

Dar voz às crianças

Bater e desnecessariamente e magoar as crianças degrada-as. Foi-lhes dada a oportunidade de comentar sobre a punição física, e as crianças dizem que dói fisicamente e emocionalmente.

Ao mesmo tempo, as crianças simpatizam com os pais que estão cansados ​​e stressados e que perdem o controle. Aceitam, mas questionam  a crença dos pais de que bater-lhes ensina-lhes lições positivas.

Muitos pais têm manifestado arrependimento por terem batido nos seus filhos – eles preferiam ter apicado meios alternativos de disciplina que não se transformam em raiva, lágrimas e ressentimento. Em casos extremos, o arrependimento dos pais é inútil, quando seus filhos ficam gravemente feridos – e alguns terminam com a morte da criança – porque um ensinamento não correu bem.

Recolhemos alguns comentários das crianças sobre o assunto que se revelaram muito esclarecedores. “Como os adultos são mais velhos, eles pensam que sabem mais coisas, mas às vezes não… Às vezes eles estão enganados” – 8 anos. Outra criança sugeriu que os adultos não “têm que bater, porque têm opção de escolha”.

Incentivar as crianças a falar sobre estas questões e ouvir o que têm a dizer, deve levar-nos a questionar as nossas perspectivas. Podemos até aceitar o que disse uma criança de 12 anos: “Não se devia bater nas crianças porque há uma maneira melhor…do que magoar alguém”

O castigo físico de crianças continuará a ser tolerado até que adultos esclarecidos reconheçam que as crianças não são menos dignas que os adultos.

As crianças têm direitos humanos relativamente à dignidade e ao respeito iguais aos de qualquer adulto, e merecem, no mínimo proteção igual ou até maior à agressão.

 

Em MedicalExpress, traduzido e adaptado por Up To Kids®, Todos os direitos reservados

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Um dos meus filhos adolescentes chegou da sua primeira saída à noite a dois. Sentou-se no sofá, tirou os sapatos e contou-me… basicamente tudo! Sem grandes pormenores, graças a Deus. Mas o suficiente para ficar a saber que hoje deu  o seu primeiro beijo.

Conversamos imenso, e acabou por me contar que ainda não se sente preparado para ter relações sexuais. Depois de lhe ter dado alguns conselhos sobre preservativos, que eu sei que nunca ninguém os dá até ser tarde demais, levantou-se e foi comer qualquer coisa.

Passado um bocado, a minha filha adolescente veio contar-me que a sua melhor amiga de infância, agora anda com um grupo de miúdos que fumam erva. Aparentemente, a festa de anos da amiga era uma fogueira na praia e todos a fumar ganzas à volta. Apesar de comentar comigo que acha uma estupidez miúdos de 14 anos andarem a fumar droga, ainda se questionou porque é que a amiga não a convidou para a festa. Sentiu-se excluída.

Um pouco mais tarde, os meus três filhos adolescentes sentaram-se comigo a comentar uma situação actual de vida de um amigo em comum que os está a preocupar por poder vir a ter dimensões que colocam em risco a sua segurança.

Após ter conseguido, finalmente, tirar toda gente do meu quarto, fiquei a repensar nos acontecimentos desta noite. Sexo, drogas, relações interpessoais… e conclui que, acho que nunca me senti tão orgulhosa dos meus três filhos como hoje.

Adeus gráficos de autocolantes!

Eu não sou perita nesta coisa da parentalidade. Eu segui a educação que me foi dada, a abordagem da minha mãe, simplesmente porque me era natural e aparentemente correta. Mas conforme os meus filhos foram crescendo e eu fui crescendo com eles, essa abordagem evoluiu.

Originalmente eu tinha muitas regras, recompensas, gráficos com autocolantes e até castigos. Os meus filhos sempre se portaram bastante bem, e por isso eu achei que era uma mãe espectacular. Um dia tornaram-se pré-adolescentes e começaram a contar-me aqueles disparates que tinham feito às escondidas, na altura que eu achava que cumpriam sempre as regras. Trepar pelas janelas e andar no telhado para passarem de um quarto para o outro (só para fugirem a um castigo) foi aquilo que me fez repensar tudo. Se os meus filhos conseguiram fugir pela janela, sem que eu ou o meu ex-híper-vigilante-marido nos apercebêssemos, era óbvio que controlar em pleno o comportamento dos meus filhos não estava funcionar.

Acabaram-se os limites.

Uma vez que não sou fã de perder tempo, resolvi experimentar uma nova estratégia. Abandonei todas as regras em minha casa excepto algumas básicas que ficaram definidas em reunião de família. Retirei todos os limites às tecnologias. Comprei-lhes smartphones. Não fiz qualquer esforço para controlar o comportamento deles on-line. Retirei-me enquanto pessoa que detém o poder e tentei criar um novo papel de líder mais envolvida. Deixei de dar tantos sermões e passei a escuta-los mais. E continuei a falar com eles sobre tudo, desde qualquer coisa que vi nas redes sociais e que me comoveu às notícias dos jornais. Quando algum tema me preocupava, passei a falar com eles sobre o assunto em vez de criar uma regra para controlar o problema.

Já passaram dois anos desde que mudei drasticamente a minha abordagem enquanto mãe. Ao longo do tempo, assumi os meus próprios limites – aquilo que estava disposta a aceitar dos meus filhos e tornei-os muito claros. Pode não haver muitas regras em minha casa, mas não aceito que me desrespeitem. Com sentido de humor, vamos aliviando as tensões.

Sugerir os filhos como amigos dos nossos amigos no Facebook

Ultimamente vi uma série de artigos e posts nas redes sociais sobre a necessidade de monitorizar o comportamento dos filhos adolescentes, especialmente online. Um amigo postou qualquer coisa sobre o tema, e os seus amigos sugeriram que se reencaminhasse o e-mail dos filhos para o nosso, pois desta forma poderiamos ver os comentários dos amigos dos amigos dos amigos e perceber com que tipo de miúdos os nossos miúdos andavam a interagir. Uma mãe dizia que lê os sms do seu filho todas as noites. Outra tem instalado software que monitoriza tudo o que o filho faz na net.

Quando me deparo com este tipo de comportamento entre os pais, eu questiono-me desde quando é que perseguir os filhos se tornou um comportamento aceitável. Perseguir um adulto é crime. Eu não percebo como é que perseguir uma criança pode ser considerado positivo e ser aceite em nome da “boa ”parentalidade.

Uma boa maneira de perder a confiança dos seus filhos

Pergunto-me qual o objetivo de tudo isto. É proteger os miúdos dos perigos? É garantir que não irão cometer erros? Em qualquer um dos casos parece-me que este comportamento está projectado para desenvolver ressentimentos, falta de confiança e de honestidade. Imaginem como é que se sentiam se as pessoas em quem confiam lhe exigissem cópias daquilo que faz no seu telemóvel diariamente.

Os miúdos também precisam de privacidade e autonomia. A adolescência é a fase em que os filhos devem começar a tomar decisões, a abrir as asas e… cometer erros! Os mesmos erros que todos os adolescentes cometem há décadas. Em nome do ser humano, imperfeito que erra, aprende e cresce.

Pecar por excesso de confiança

Eu dei aos meus filhos toda a liberdade que considero que poderia dar. No passado, pequei por excesso de zelo. Agora, peco por excesso de confiança. Não por achar que eles nunca vão fazer asneira, mas porque prefiro que tenham a liberdade de errar enquanto têm o seu porto seguro na nossa casa.

Às vezes abano a cabeça quando me contam os disparates que fizeram. Mas porque lhes dei confiança para fazerem as suas próprias escolhas, aprenderam a confiar em si próprios e nas suas opções. Aos 16 anos, por exemplo, o meu filho mais velho ainda não que aprender a conduzir. Ele prefere andar de transportes públicos, e esperar até se sentir mais responsável e confiante.

Eu sei que os meus filhos não vão fazer as escolhas “certas” em todas as situações, como aconteceu esta noite. Eventualmente vão escolher ter relações sexuais cedo demais e fumar erva. E tendo em conta que 99% dos adultos que conheço fizeram estas duas escolhas, eu acredito que os meus filhos vão ficar bem.

Há umas semanas atrás desamiguei os meus filhos do FB. Apercebi-me que, sendo amiga deles, não podia postar tudo livremente. Eles ficaram em choque com a minha decisão, e quase em uníssono disseram “ Mas e agora como é que vamos saber tudo o que se passa na vida da mãe?”

É simples, disse-lhes. Perguntem-me!

 

Por Jody Allard,  publicado em FreeRange Kids
Autorizado por Lenore Skenazy, Author of the bookblog and Twitter feed, FreeRange Kids

Traduzido e adaptado por Up To Kids®, Todos os direitos reservados.

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Mimijumi – O biberão mais ergonómico de sempre

Nos últimos anos, os biberão e as tetinas têm vindo a adaptar-se cada vez mais às necessidades e ao bem estar do bebé e recém nascido. Procura-se dar resposta ás diferentes questões apontadas pelas mães e estudadas por especialistas ao longo dos tempos.

A maiores alterações e preocupações de estudo são:

  •  a nível ergonómico (de pega);
  • de passagem de ar (cólicas);
  •  peso e durabilidade (resistência);
  • facilidade de montar, desmontar e lavar;
  • material (texturas) etc.

Todos estes factores são importantes na escolha de um biberão.

Mas existe uma preocupação nas mães que amamentam e dão suplemento: “Será que depois de dar biberão o bebé já não vai querer mamar mais?

Existe de facto esse dizer, e como “onde há fumo, há fogo” pensou-se que seria uma situação a reavaliar no design da tetina do biberão. Outro factor é a forma como o bebé faz a sucção.

A ideia da Mimijumi foi criar uma tetina que fosse tão confortável para o bebé como a amamentação materna!

A Mimijumi, apareceu há 10 anos atrás, criada por dois médicos e um designer, exatamente com o intuito de proporcionar aos bebés uma experiência de alimentação o mais natural possível.

Mimijumi

Os biberons Mimijumi, têm um sistema anti-cólicas e anti-gás. São dotados de um design exclusivo sem válvulas, fácil de enroscar e limpar. As tetinas são únicas. Apresentam um design, cor e textura únicas, e vão proporcionar uma sensação de conforto (e de dêja-vu) ao seu bebé!

 

Agora já pode adquirir o seu Mimijumi em Portugal.

 

 

 

Sebastian tem dois anos e, tal como o seu pai, é um fã incondicional de Star Wars.

Um dia o pai resolveu pregar uma partida ao filho: mascarar-se de Darth Vader, encarnar a personagem e acordar o pequeno Sebastien de sabre de luz na mão!

Planeou tudo: preparou o fato, arranjou um aparelho para modificar a voz, obteve uma autorização assinada da mãe avançar com a brincadeira, montaram-se as câmaras de vídeo e escolheu-se a manhã em questão.

Os pais estavam expectantes para ver a reação do Sebastien, mas o que aconteceu foi muito melhor do que qualquer um poderia ter imaginado.

O pequeno Sebastien mostrou ao comum dos mortais como se trata do Darth Vader em poucos minutos.

Veja o vídeo!

Lá está ela, por baixo do meu filho de 3 anos, de braços abertos como se estivesse na igreja à espera que Deus lhe largue uma bomba em cima.

“Sabe quem é a mãe desta criança?” – pergunta-me quase a arfar, em pânico.

-“É minha”, respondo, “E já sobe essa escada desde os 2 anos

Ela olha para mim como um falcão para um rato. É aí que me apercebo que estou encurralada. Ela é uma controladora. E se eu não estiver sempre à volta dos meus filhos, ela vai fazê-lo por mim de uma forma pouco silenciosa enquanto me critica e julga telepaticamente.

Obrigada por me estragares o programa no parque infantil, fofa!

Porque existem dois tipos de pais no parque.

Eu vou muito com os meus filhos para o parque por duas razões: para que possam brincar com outras crianças, e para que aprendam a lidar com as situações por sim mesmos. Aprendem a testar os seus limites, a experimentar a sua capacidade física. “Será que consigo subir esta escada?” – se não conseguir, temos pena. Talvez consiga da próxima vez.. Aprendem a correr e a gritar e a fazer amigos e todas essas coisas que os miúdos aprendem nos parques enquanto eu fico sentada na conversa com outras mães. Porque isso é o que eu faço no parque. Eu converso com as minhas amigas mães, enquanto me certifico, ao longe, de que corre tudo bem.

Há vários motivos para eu levar os meus filhos ao parque. Mas eu não os levo lá para brincar com eles. E isso, aparentemente, faz de mim uma mãe negligente e merecedora de se chamar a segurança social, aos olhos do outro tipo de mães no parque. Essas são as mães helicópteros.

Estes pais nem sequer aquecem o banco de jardim. Estes pais vêm com um objetivo: brincar com os filhos. E não é à distância. Eles ensinam o Júnior a subir as escadas degrau por degrau, a descer o escorrega, empurram-no suavemente nos baloiços. Não há trepadelas pelo lado errado do escorrega. Não se sobe ao topo dos divertimentos mais altos. E muito menos se corre perto de qualquer coisa que possa andar ou rodar. Aliás, não podem fazer nada daquilo que os miúdos gostam de fazer no parque. Sei lá eu o que é. Não tenho 6 anos.

As arestas de plástico arredondados de cada brinquedo do parque não são o suficiente para essas mães, nem tampouco o chão emborrachado. Elas têm de estar ali, de braços abertos à espera de agarrar uma criança que possa cair. Elas seguem as recomendações de idades dos baloiços. E estragam tudo às outras mães.

Normalmente é assim: estou sentada a picnicar com um grupo de mães como eu. Uma até pode estar, cof cof, em pulgas para ir a correr de braços abertos para um miúdo, e a pior está de costas a mexer no telemóvel. De repente uma criança, normalmente o meu filho mais novo, tenta escalar cuidadosamente uma plataforma, talvez até grande demais para ele.

Onde é que está a tua mamã?” E ouço essa voz fofa a dizer ”Eu ajudo-te a subir”, e enquanto isso, olha à volta à minha procura para fulminar-me com os olhos.

Isto significa que tenho de levantar-me e tirar de lá o miúdo, porque se ele não conseguia subir sozinho, obviamente não vai conseguir descer.

Estas são também as mães que andam frenéticas a gesticular por baixo dos meus filhos cada vez que estão a subir umas escadas, a escalar uma parede ou a balouçar nas grades de macaco. As mães helicóptero ficam ali, de braços no ar, a olhar à volta à procura de uma mãe para culpar. “Ai, já estou cheia de nervos! – dizem alto e em tom depreciativo!

As mães helicóptero gostam de reforçar as regras do parque. Aquelas regras de bom senso, que não estão definidas em nenhum lado, e que toda a gente ignora. “Sobe-se pelas escadas e desce-se pelo escorrega!” dizem alto e em bom som e vezes infinitas. Olham para os meus filhos de lado até eu me levantar e dar a ordem “Meninos, não subam pelo escorrega!”.

Não pode haver brinquedos dentro do parque infantil. Nem pode haver lutas. Não podem atirar pinhas (mesmo que não sejam direccionadas nem acertem a ninguém). Não podem andar descalços. Não podem estar de tronco nú! (Ei, o meu filho molhou-se todo no aspersor de rega). E nada de brincar com terra ou na lama, porque dá mau exemplo. Não vão os tesouros preciosos e assépticos destas mães querer sujar-se também.

Eu não venho ao parque para fazer o meu papel de mãe. Eu venho para lhes dar liberdade, com limites razoáveis. Eu venho ao parque para deixá-los explorar. Eu venho ao parque para os meus filhos serem crianças.

E quando estas mães que me olham de lado pegam no meu filho e o colocam em sítios onde sozinho não conseguiria ir, estão a estragar tudo.

Querida mãe Helicóptero, quando te fartares de andar com o Júnior ao colo, a pô-lo e a tira-lo de cima de todas as escadas e divertimentos, podes  juntar-te a nós. É simpático estar de conversa à sombra. Nós somos divertidas.

Pode ser que o Júnior faça alguns amigos. Pode ser que corra e se suje. Pode ser que se torne no momento mais divertido de todo o seu dia.

Até lá, guarda a mania de controlar o parque todo para ti própria.

 

Por Elizabeth Broadbent, para Scary Mommy

 

Traduzido e adaptado com autorização por Up To Kids®
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A Finlândia, país conhecido por ter um dos sistemas de ensino mais elogiados do mundo, está constantemente na vanguarda das metodologias de ensino. Em 2015, foram integrados 35 professores brasileiros em turmas de ensino básico, profissional e superior, na área de ciencias e tecnologia.

A BBC Brasil conversou com quatro desses professores, para apurar de que forma poderão aplicar as ferramentas lá desenvolvidas em contexto de sala de aula, de forma a melhorar o aprendizado nas instituições públicas de ensino onde atuam.
Os professores relatam que podem agregar partes do ensino finlandês às suas rotinas, criando pequenas revoluções na aprendizagem. Ficam os 8 tópicos, que estes professores mais valorizaram na educação na Finlândia

1. Desenvolvimento de projetos em sala de aula

Os projetos elaborados por alunos e a resolução de problemas têm grande protagonismo no ensino finlandês, em detrimento das aulas tradicionais.

São as metodologias chamadas de “problem-based learning” e “project-based learning” (ensino baseado em problemas ou projetos). Aqui, problemas – fictícios ou reais da comunidade – são o ponto de partida da aprendizagem. Os alunos aprendem pela experimentação e procuram soluções.

“Os projetos são desenvolvidos sem o envolvimento tão direto do professor, em que os alunos aprendem não só o conteúdo, mas a gerir um plano e lidar com erros” – Bruno Garcês, professor de Química do Instituto Federal do Mato Grosso

“Um curso de Administração tem disciplinas tradicionais no primeiro ano. Mas, nos dois anos e meio seguintes, os alunos deixam de ter professores, passam a ter tutores, formam empresas reais e aprendem enquanto desenvolvem o negócio”,  Francisco Fechine, coordenador do Instituto Federal de Tecnologia da Paraíba.

Não é uma estrutura que sirva para qualquer tipo de curso, mas funciona nos voltados, por exemplo, a empreendedorismo: “Os alunos têm uma carga de leitura, para procurar nos livros as ferramentas que precisam para resolver os problemas.” Joelma Kremer, do Instituto Federal de Santa Catarina.

2. Produção de conteúdos

A resolução de problemas e projetos é parte dum ensino centrado na produção pelo próprio aluno. Ao professor cabe mediar a interação em sala de aula e saber quais metas que devem de ser alcançadas em cada projeto.

O mais comum é o professor preparar a aula, dar e corrigir exercícios. O aluno faz pouco. Podemos dar mais espaço para o aluno avaliar o que vai desenvolvendo“, Giani Barwald Bohm, do Instituto Federal Sul-rio-grandense.

No modelo tradicional de ensino, o professor é o que aprende mais. Na Finlândia, o foco é o aluno. O aluno é que pesquisa os  conteúdos, e o professor tem de saber qual o objetivo da aula. Para isso não é precisa muita preparação, mas sim de conhecimento qualificado (dos docentes)“, Joelma Kremer.

3. Repensar a avaliação

Neste contexto, a avaliação é diferente, diz Kremer: “A avaliação está presente, mas os alunos autoavaliam-se, avaliam-se uns aos outros, e o professor avalia os resultados dos projetos“.

Ao reduzir o número de testes (formais) e avaliar mais os trabalhosde grupo e atividades realizadas, os professores têm um “filme” do desempenho do aluno, e não apenas uma foto (do momento da teste)”, diz Fechine.

“Conhecemos um professor de física finlandês que avaliava seus alunos pelos vídeos que eles gravavam dos experimentos feitos em casa e mandavam por e-mail ou Dropbox.”

4. Tecnologia como meio

A tecnologia não é o foco deste processo, mas complementa o trabalho do professor como ferramenta de trabalho.

“Em vez de proibir o uso dos telemóveis, os professores aproveitam-nos para estimular a participação dos alunos – por exemplo, utilizando aplicações específicas para dar resposta a trabalhos específicos.”, conta Kremer.

A aula torna-se mais interessante para os alunos. E evita que o professor esteja constantemente a criar inimizades por retirar ou mandar desligar os telemóveis diversas vezes vezes por aula.”

Existem também salas de aula com mobiliário específico, projetado especialmente para ir ao encontro das necessidades de aprendizagem dos alunos e dos métodos aplicados.

Salas de aula

“Muitas salas têm sofás, poltronas, mesas ajustáveis para trabalhos individuais ou em grupo e vários projetores. É um mobiliário pensado para essa metodologia diferente de ensino.”, diz Kremer. ”

Ler também a Arquitetura escolar e os modelos pedagógicos alternativos

5. Desenvolver  competências adaptadas ao século XXI

O ensino fundamental finlandês continua dividido em disciplinas tradicionais, mas cada vez mais centrado no desenvolvimento das competências dos alunos, e não apenas na assimilação de conteúdo tradicional.

“São desenvolvidas competências como comunicação, pensamento crítico e empreendedorismo”, Giani Barwald Bohm
Estimular a autonomia do aluno é uma forma de interromper o ciclo “alunos passivos, que só fazem a tarefa se o professor obrigar, e que interagem muito pouco“. Details

Há tempos houve uma polémica que envolveu o boneco da personagem Merida, do filme “Brave” da Pixar/Disney. O brinquedo foi criado ao estilo de uma boneca Barbie, tal como uma Merida Photoshopada. As características mais marcantes da personagem tinham desaparecido e dado lugar a mais uma princesa de traços finos e cabelo esticado.

Merida

Numa reflexão sobre o padrão que caracteriza as princesas da Disney e a forma como a sociedade dá resposta comercial aos brinquedos para os mais novos, o artista David Trumble resolveu moldar no ‘padrão princesa’ 10 mulheres que considera de extrema relevância na sociedade, com o intuito de mostrar que não faz qualquer sentido alterar as característica nem da Mérida, nem de qualquer outra personagem.

Ficam as 10 mulheres que transformou em “princesa Disney” sem lhes ter roubado a aparência!

  • Princesa Ruth Bader Ginsburg: Princesa Suprema

Foi a segunda mulher nomeada para o cargo de Juíza do Supremo Tribunal dos EUA, portadora de uma potente voz a favor da igualdade de género, de direitos dos trabalhadores e da separação entre Igreja e Estado. Em 1996, Ginsburg escreveu a decisão histórica do Supremo Tribunal Federal dos EUA, e os fez entender que o Instituto Militar da Virgínia apoiada pelo Estado não poderia recusar-se a admitir mulheres.

Princesa Ruth Bader Ginsburg

  • Princesa Hillary Clinton: Princesa 2016

Uma das mulheres mais influentes dos EUA, atualmente assume o cargo de Secretária de Estado de Barack Obama, e uma forte candidata a presidência dos EUA em 2016.

Princesa Hillary Clinton

  • Princesa Rosa Parks: Princesa da Igualdade

Entrou para a história por um pequeno gesto, mas simbolicamente poderoso. A 1 de dezembro de 1955 em Montgomery,  Alabama (EUA), a costureira com 42 anos Rosa Parks, recusou-se a ceder seu lugar no autocarro a um homem branco que exigia sentar-se. Foi presa e multada por recusar-se a levantar, mas foi o pontapé inicial para que um boicote em massa contra as companhias de autocarros locais fosse organizado pelo reverendo Martin Luther King, foi o início de uma reviravolta na história dos EUA e no mundo.

Princesa Rosa Parks

  • Princesa Susan B. Anthony: Princesa do Sufrágio

Sufrágio é o direito ou a execução do direito de votar, e Susan B. Anthony  foi uma das únicas que lutou pelos direitos das mulheres, isso em meados de 1800, e deixou um legado para as mulheres das futuras gerações.Princesa-Susan-B.-Anthony

  • Princesa Anne Frank: Princesa do Holocausto

Uma adolescente judia que foi morta aos 15 de anos de idade num campo de concentração, e se tornou mundialmente conhecida com a publicação de seu diário póstumo onde relatou as experiências que viveu com a família escondendo-se dos nazis nos países baixos.Princesa-Anne-Frank

  • Princesa Harriet Tubman: Princesa da Abolição

Também conhecida por Black Moses, foi uma afro-americana natural dos EUA, abolicionista, humanitária e espiã da União durante a Guerra Civil dos Estados Unidos da América, ela lutou pela liberdade, contra a escravidão e o racismo. Após escapar do cativeiro, fez treze missões para resgatar setenta escravos utilizando a rede de ativistas abolicionistas e os abrigos conhecidos como Underground railroad.

Princesa-Harriet-Tubman

  • Princesa Jane Goodall: Princesa da Selva

Britânica nascida em 1934, primatóloga, etóloga e antropóloga. Dedicou-se ao longo de 40 anos aos estudos sobre a vida social e familiar dos chimpanzés em Gombe, Tanzânia. Os seus estudos contribuíram muito para o avanço dos conhecimentos sobre a aprendizagem social, o raciocínio e a cultura dos chimpanzés selvagens.

É a mensageira da paz das Nações Unidas, fundou o Jane Goodall Institute e é afiliada ao grupo defensor dos animais Human Society of the United States.

Princesa-Jane-Goodall

  • Princesa Marie Curie: Princesa Nobel

Foi a primeira pessoa a ser premiada duas vezes  com um Prémio Nobel, de Física. Em 1903, (dividido com seu marido, Pierre Curie, e Becquerel) pelas suas descobertas no campo da radioatividade e com o Nobel de Química,  em 1911 pela descoberta dos elementos químicos rádio epolônio2. Marie foi cientista polonesa, e exerceu a sua atividade profissional em França.

Princesa-Marie-Curie

  • Princesa Gloria Steinem: Princesa Pioneira

Jornalista americana, nascida em 1934, ela tornou-se conhecida pelo seu engajamento com o feminismo e pela sua atuação como escritora e palestrante, principalmente durante os anos 60.

  • Princesa-Gloria-SteinemPrincesa Malala Yousafzai: Princesa Desafiadora

Malala foi baleada na cabeça e pescoço numa tentativa de assassinato por talibãs armados quando regressava a casa numa carrinha escolar aos 16 anos.

Tentaram elimina-la por ser uma ativista em prol dos direitos da educação e das mulheres – Malala sobreviveu e reside atualmente na Europa. Ganhou o Prémio Sakharov e o dedicou aos heróis sem nome do Paquistão:  “Algumas crianças não querem uma X-Box, iPhone ou chocolate, querem um livro e uma caneta para irem ao colégio”.

Princesa-Malala-Yousafzai

Trumble referiu que aquilo que gostaria de transmitir era que, se não faz sentido transformar estas mulheres da vida real num modelo limitado, por que motivo o fazemos com as nossas heroínas fictícias?

” A ficção é a lente através da qual as crianças em primeiro lugar percebem modelos, por isso temos a responsabilidade de proporcionar-lhes uma seleção diversificada e eclética de arquétipos femininos. Agora, eu não digo que as meninas não devam ter princesas nas suas vidas, o arquétipo em si não é intrinsecamente errado, mas deve haver mais opções para escolher”, disse o artista ao site Women You Should Know.

 

Em Razões para acreditar, adaptado por Up To Kids®

Desde que tive filhos comecei a dizer coisas que nunca tinha dito e a fazer coisas que nunca tinha feito.

Ser mãe  faz-me dizer coisas completamente disparatadas e sem qualquer fundamento. Algumas são tão parvas que conforme me ouço já me estou a arrepender, e automaticamente penso para mim própria – “Mas que estupidez foi aquela?”

Deixo-vos 10 coisas estúpidas que insisto em dizer aos meus filhos:

  1. Se não te calçares imediatamente, eu vou-me embora! – A sério, onde é que eu vou sem ela? Legalmente até ao quintal ou à garagem e já é no limite!
  2. Queres apanhar? – Eu é que devia apanhar…Quem no seu perfeito juízo vai responder que sim?
  3. Se não arrumares tudo imediatamente vais direta para a cama” – E são duas da tarde…
  4. Se não paras imediatamente volto para trás na próxima rua e vamos já para casa – Calha sempre bem porque normalmente quando digo isto vamos a caminho do médico ou do infantário.
  5. Tens 30 segundo para arrumar os brinquedos ou vou buscar um saco e deito tudo fora – Eu devia ter dito a pilha de brinquedos. São imensos. Seriam precisas 3 horas. E 3 pessoas. Sendo duas delas adultas. E eu não queria estar envolvida nessa tarefa.

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  6. Se não comeres tudo amanhã vais comer o que deixares no prato – ? A sério que eu disse isso?
  7. Vou contar até 3. É bom que venhas ou… – Ou o quê? Nem eu sei…
  8. Estás a fazer de propósito para me chateares? – Que estupidez. Os meus filhos não tentam deliberadamente chatear-me. Eles só me ignoram até eu ficar com os olhos tortos e a cabeça a rodar em cima dos ombros!!
  9. Se não me estão a ouvir, vou deixar de falar! – Diz a mãe para os filhos que não estão a ouvir.
  10. Se não paras de brincar com a comida vou tirar-te o prato e já não jantas – Provavelmente se não estão a comer é porque não têm fome ou não gostam da refeição… Brilhante a minha decisão!

Sinto que vou ter de mudar urgentemente a minha estratégia para que, quando forem mais velhos, acreditem que consegui manter uma educação positiva todos estes anos.

Entretanto eles têm 30 segundo ou então…

 

Por Christina Antus, para Scary Mommy, traduzido e adaptado com autorização por Up To Kids®

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11 gestos para ajudar a salvar o planeta

Vamos mudar o nosso estilo de vida e adotar algumas ou todas estas medidas?

Todos os anos, mais precisamente, todos os dias a mensagem “ser pró-ecológico” ganha um maior ênfase. Claro que isso é um bom sinal porque significa que a cultura dominante tem sido bem sucedida e se tornou parte das nossas vidas. No entanto as mensagens repetitivas também podem transfomar-se em “ruído silencioso”. Ou seja, as pessoas ouvem-nas mas nem sempre as seguem. Sabem que “deviam” mas, pelas razões mais diversas, não o fazem. Ou então chegam  simplesmente à conclusão (errada) de que o seu modo de agir não vai gerar qualquer diferença. O mais importante a reter  sobre o facto de se “ser pró-ecológico” é que isso implica tudo aquilo que fazemos no nosso quotidiano. Isso SIM, faz  toda a diferença.

Todos nós sabemos que fazer reciclagem e desligar as luzes são coisas a fazer em prol do planeta. No entanto, há outras coisas do nosso dia-a-dia e que podem, na verdade, fazer toda a diferença.

Vamos enumerar 11 gestos para ajudar a salvar o planeta:

Estar informado

A informação é a chave. Por que razão devemos fazer reciclagem, desligar as luzes ou conduzir uma viatura híbrida? A partir do momento em que uma pessoa compreende o porquê das ações pró-ecológicas é muito mais fácil incorporá-las na sua vida. Leia num jornal ou faça pesquisas em blogs ligados ao Ambiente.

reciclar

Adquirir no comércio local

Sempre que é cliente de um mercado abastecido por produtores locais ou se frequenta um restaurante que recebe diretamente do produtor, está a fazer o bem – duplamente. Por um lado dá apoio à economia local e, por outro,  ajuda a reduzir a poluição gerada pelo transporte desses produtos.

Usar a sua própria garrafa/cantil de água

Uma garrafa reutilizável não só diminui o desperdício como os custos, pois pode enche-la em qualquer sítio sem ter de estar sempre a comprar água engarrafada.

Ser vegetariano uma vez por semana

Esta é uma ação que pode adotar e que traz múltiplos benefícios. A Introdução da 2ªFeira sem Carne, ou qualquer outro dia da semana, vai trazer-lhe certamente benefícios mas há razões de peso a equacionar. A indústria da carne gera quase um quinto das emissões de gás provocadas pelo Homem em todo o mundo. Cortar na carne ajuda a abrandar este processo. Reduz também o enorme gasto de água para tratar do gado e ajuda ainda a reduzir a dependência do combustível natural.

Usar sempre o seu próprio saco de compras

Menos plástico traduz-se em menor desperdício em aterros sanitários e numa probabilidade mais reduzida de que os animais os consumam ou fiquem presos nos mesmos. O lixo  não-biodegradável  recolhido quer nos oceanos quer em áreas desabitadas e inóspitas, ameaçam o nosso ecossistema e podem até libertar perigosas substâncias químicas. E pior, traduz-se também numa terrível poluição visual/paisagista. Por isso sugerimos que leve os seus próprios sacos sempre que for às compras.

Plástico e poluição

Levar o seu almoço em embalagens amigas do ambiente

Levar o almoço para o local de trabalho não só é mais saudável como sai mais barato e pode ser uma forma excelente de se tornar pró-ecológico. Acondicione os alimentos em caixas reutilizáveis (caixas em vidro são as melhores) e leve os seus próprios utensílios para a refeição. Evitar sempre o desperdício, é o pretendido.

Reduzir as Impressões

Prosseguindo a política de se ser amigo do ambiente…. Disponha um pouco do seu tempo para alterar todas as suas contas bancários, cartões de crédito e outros, recebendo-os por via digital. Regozije-se com o facto de receber apenas e-mails em vez de receber “pilhas de papeis!”

papel

Desligar o Computador durante a noite

Ao desligar o computador em vez de o deixar no modo “adormecido”, pode poupar 40 watts-hora por dia. Isso representa cerca de  4 cêntimos por dia, ou seja, 14 dólares por ano. Mas não faça isso pelo dinheiro. Faça-o pela poupança de energia. Fique ciente que a energia  despendida em  mil milhões de computadores em todo o mundo, por apenas uma noite, é a mesma necessária para manter o Empire State Building  durante 30 anos. E quem diz computador, diz a TV e respetiva box, os carregadores de telemóvel quando não estão a ser utilizados, e outros carregadores de baterias que tenha em casa.

Plantar qualquer coisa

Árvores, flores, jardins ou sementes. Plante qualquer coisa e fique maravilhado. Vai ajudar a reduzir a poluição ambiental, produz alimentos, cria beleza e irá participar no nosso incrível ecossistema. Faça isso com os miúdos e observe as suas reações à medida que as coisas crescem. Faça essa experiência e envolva-se na forma fantástica como o nosso planeta funciona.

plantar

Lavar com água fria

Se todas as habitações nos Estados Unidos mudassem do ciclo quente-quente para aquecido-frio, poderíamos poupar energia correspondente a 100.000 barris de petróleo, por dia.

Acompanhar a Tecnologia

Fazer ”downloads” é bom. Os DVDs, CDs, e software de computador são ainda coisas que as pessoas normalmente adquirem. Pense na quantidade de lixo que poderia ser evitada se, em vez disso, se fizessem “downloads” sempre que possível. (Não aconselhamos a pirataria, certo?)

 

Publicado em Personal Creations, Traduzido e adaptado por Up To Kids®

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