Trissomia 21, o que é?

A trissomia 21 (t21) ou síndrome de down caracteriza-se pela existência de um cromossoma adicional no par 21. Esta alteração genética advêm de uma divisão celular atípica que produz um óvulo ou um espermatozóide com 24 cromossomas em vez de 23. Em consequência o bebé terá 47 cromossomas em vez dos 46, como a maioria da população.

Pode acontecer a qualquer casal ter um bebé com t21 sem que esta situação possa ser evitada.

Atualmente, não é ainda conhecida a causa para a t21.

Sabe-se que em cerca de 600-800 gravidezes uma será a gravidez de um bebé com t21. No nosso país, à semelhança do resto dos países europeus, podemos observar um recuo na taxa de nascimentos de bebés com t21. O  diagnóstico prénatal cada vez mais precoce, a procura do filho perfeito e ideal tem levado a um aumento das Interrupções voluntárias da gravidez (IVG) . Estima-se que em 1000 nascimentos um bebé nasça atualmente com t21 em Portugal. A IVG de uma gravidez com diagnóstico t21 é permitida por lei até às 22 semanas de gravidez. Um bebé sem t21 a data limite de aborto são as 10 semanas.

Saiba mais Lei n.o 16/2007 de 17 de Abril / Lei da Exclusão da ilicitude nos casos de interrupção voluntária da gravidez.

Podemos afirmar que a t21 se encontra em vias de extinção. Que a vida destes bebés não tem qualquer tipo de proteção. Lamentamos que cada vez menos pais consigam aceitar um filho com t21 e dar-lhe a oportunidade de mostrar do que é capaz.

Como se reflete a t21?

A t21 reflete-se num atraso no desenvolvimento, assim como em possíveis problemas de saúde associados. Isto não quer dizer que todas as pessoas com t21 apresentem problemas de saúde.

Sabemos, no entanto, que estatisticamente a sua incidência é mais elevada. As pessoas com t21 apresentam alguma semelhança física  (fenótipo) entre si. No entanto, cada pessoa é única.  E naturalmente muito mais parecida com a mãe, pai ou avós, do que com outras pessoas com a mesma síndrome. Para além da carga genética provocada pelo cromossoma adicional,  o desenvolvimento das crianças e jovens é também influenciado pelo ambiente que as rodeia e pelos  estímulos a que estão expostas.

A t21 na criança

Os estímulos e as oportunidades influenciam o desenvolvimento cognitivo de qualquer criança, crianças com t21 não são exceção. Não nos definimos apenas pelo nosso material genético,  mas também por factores externos que nos envolvem. A criança com t21 deve ter um percurso de vida semelhante a qualquer criança. Deve visitar o infantário, fazer ginástica, praticar natação, ir à escola. É fundamental pensarmos no nosso bebé como alguém que vai crescer e desenvolver o seu próprio projeto de vida.

O bebé com Trissomia 21 é, acima de tudo, um bebé que precisa de amor e carinho da sua família. Sentir-se amado é o passo mais importante para um desenvolvimento saudável do seu  bébé

Idade escolar

Depois de frequentar o infantário a criança com t21 deve, como qualquer outra criança, fazer uma transição natural para o ensino básico. Em Portugal esta transição faz-se por volta dos 6 anos de idade. Algumas crianças poderão beneficiar de uma adiamento escolar. Manter a criança mais um ano no jardim de infância deve ser uma exceção e uma situação ponderada.

Apesar da opinião dos profissionais ser de grande importância, os pais têm sempre o poder de opinar e decidir sobre a vida dos seus filhos. A opinião dos pais é sempre soberana. Se considerar que será proveitoso para o seu filho ficar mais um ano no jardim infantil e o justificar, a decisão será sua. Aconselhamos, no entanto, que seja procurado um consenso entre todas as partes envolvidas: a escola, os terapeutas e os pais, tendo sempre como objetivo o projeto de vida delineado para a criança.

Qual o tipo de escola para o meu filho com t21?

A escola regular é o lugar ideal para que o seu filho cresça e progrida enquanto pessoa. Ao longo dos últimos anos, a nossa sociedade tem evoluído e as crianças com t21 começam a ser vistas de outra maneira. Parte dessa mudança deve-se a alterações legislativas que permitem e obrigam a uma inclusão plena nas escolas e na sociedade. (Mais informação e legislação aqui)

Adolescência

As dúvidas sobre a adolescência e da transição para a vida adulta surgem-nos  muitas vezes quando os nossos filhos ainda são pequenos. Começamos a pensar que bom que seria, se pudéssemos protegê-los para sempre. Mas os nossos filhos crescem e o tempo passa tão rápido. Sem darmos conta, temos à nossa frente um verdadeiro adolescente. E de repente apercebemo-nos que nesta coisa da adolescência são como todos os outros. E agora? (Mais informação e testemunhos aqui)

Em Pais 21

 

A Associação Pais21 – Down Portugal é uma associação de pessoas com trissomia 21, famílias e sociedade civil que desde 2008 promove a informação e a partilha de novidades relativas  à trissomia 21. A nossa associação pretende  mudar o modo como a sociedade vê as pessoas com t21,  dar um apoio individualizado aos pais, dar informação atualizada sobre as suas capacidades reais  e apoio às novas famílias.

 

Quer filhos mais felizes e tranquilos? Simplifique o dia a dia deles

Sente que os horários apertados e o excesso de atividades dos seus filhos a estão a fazer perder o controlo? Sente que se está a afastar dos seus filhos? Então, é tempo de parar e simplificar.

Os benefícios de simplificar a vida dos seus filhos são muitos. E isso também pode e vai tornar a sua mais gratificante.

As crianças tornam-se criativas quando têm tempo e espaço para explorar o mundo sem estarem presos ao “excesso”. Tudo o que é em excesso é esmagador e stressante. Quer sejam coisas de mais, informação de mais, atividades de mais, escolhas de mais ou um ritmo rápido de mais. Quando se anda a correr de uma tarefa para a outra, não há um momento para relaxar ou brincar. Ter e fazer muito pode sobrecarregar uma criança e levar a um stress desnecessário que se reflete tanto em casa como na escola.

Simplificar a rotina da criança e reduzir a sua sobrecarga de informações e atividades, bem como o excesso de brinquedos e desarrumação, poderá ajudar crianças hiper-estimuladas a tornarem-se menos argumentativas e disruptivas.

Ao simplificar o dia a dia de uma criança abre-se espaço para um desenvolvimento positivo, criativo e tranquilo.

“Muitas das questões comportamentais de hoje vêm de crianças que têm muitas coisas e vivem uma vida muito acelerada”, diz Kim John Payne, autor de Simplicity Parenting: Using the Extraordinary Power of Less to Raise Calmer, Happier and More Secure Kids.

Payne diz que muitas das crianças americanas vivem numa sobrecarga sensorial com “bugigangas a mais, escolhas de mais e informação excessiva”. Se a educação dos filhos for estruturada com base na simplicidade, reduz-se significativamente o stress diário na criança. Isto poderá traduzir-se em crianças mais felizes e mais bem-sucedidas.

As crianças precisam de tempo para si próprias.

Para se conhecerem através da brincadeira e interação social. Se sobrecarregarmos uma criança com escolhas e pseudoescolhas antes que tenha a maturidade para as entender, esta aprenderá apenas um gesto emocional: MAIS!”

A melhor forma de começar é em casa.

À medida que diminuir a quantidade de brinquedos e a desorganização do seu filho, está a aumentar-lhe a capacidade de atenção e de brincar profundamente. Coisas a mais resumem-se em falta de tempo e pouca profundidade na forma como as crianças veem e exploram os seu mundo”, diz Payne.

Destralhar

Ao reduzir os brinquedos, concentre-se em manter uma mescla de brinquedos que os seus filhos gostem de forma consistente.  Aqueles brinquedos que os mantêm entretidos por longos períodos de tempo. Muitas vezes, os brinquedos favoritos das crianças são simples e clássicos, sem muitos sinos e apitos – bichos de peluche, bonecos, brinquedos de construção como Legos, comboios e carros, roupas de vestir e materiais de artesanato.

Diminua a quantidade de livros para um punhado de favoritos que podem ser saboreados. Remova o restante para criar uma “biblioteca” e encontrar novas leituras. Dê-lhes tecidos, cordel e almofadas para criarem fortes e cabanas. Depois dê-lhes tempo para se ajustarem e criarem o seu próprio mundo de brincadeiras com esta simples seleção de brinquedos.

Faça do tempo de descanso uma prioridade

Na mesma linha, simplificar a programação da sua família pode reduzir a sensação frenética de estar sempre em movimento. Os TPC, as atividades extracurriculares e desportos diários podem stressar as crianças. O seu dia a dia torna-se caótico já que lhes falta o tempo livre que precisam para brincar e explorar criativamente.  Definir limites de tempo de ecrãs também manterá seu filho livre de distrações e ajudá-lo-á a encontrar alegria no momento presente.

“O descanso alimenta a criatividade, que alimenta a atividade. A atividade alimenta o descanso, o que sustenta a criatividade”, explica Payne em Simplicity Parenting. “Cada um extrai e contribui para o outro.

Também a mãe que anda sempre a fazer de motorista se sente cansada e stressada. Reduzir para apenas uma ou duas das atividades favoritas poderá dar-lhes a liberdade não só de ter tempo para brincar e explorar, mas também de praticar e se concentrar numa atividade especificamente.

Reduzir a desorganização física, definir ritmos previsíveis e simplificar atividades trará também benefícios para os pais, e consequentemente para o equilibrio familiar. Ao simplificar, podemos concentrar-nos naquilo que realmente valorizamos.

Ter menos brinquedos beneficia a imaginação de uma criança e a sensação de calma.

A simplificação é um processo contínuo, não algo que posse ser começado e acabado numa tarde ou fim de semana. Demora tempo a reduzir, a mudar hábitos e a desenvolver novos ritmos. Não é fácil mudar de direção quando toda a sua família anda à velocidade da luz e o caos está instalado. Comece devagar, com pequenas mudanças e um olhar para o que quer que a sua vida em família seja.

Relaxar

“Nas infância o que se destaca não são as viagens à Disneylândia, mas sim as coisas comuns que se repetem. Os jantares em família, passeios na natureza, ler juntos antes de dormir, panquecas ao sábado de manhã.”

Com a simplificação, podemos trazer uma infusão de inspiração para o nosso quotidiano. Podemos definir um tom que honre as necessidades da nossa família à frente das exigências do mundo. Permitir que a fé que temos nos nossos filhos supere os nossos medos. Realinhar a nossa vida para proporcionar uma infância como deve e pode ser..

Existirá melhor lembrete de nós próprios do que os nossos filhos? O nosso ‘eu’ menos stressado e mais despreocupado?

Na inocência deles vemos a sombra do que já fomos. Quando éramos crianças, sim, mas também antes de termos filhos. Ou mesmo há duas semanas atrás antes de todo o stresse dos testes escolares, por exemplo.

Simplificar é encontrar um lugar de equilíbrio à medida que nos afastamos do “excesso”.

Com menos, as crianças podem descobrir de que é que realmente gostam e o que realmente querem.

E tornarem-se mais seguras, mais tranquilas e mais felizes.

 

 

Publicado em Want happier, calmer kids? Simplify their world, de Sandy Kreps

 

Porque é que não me convidaste para a tua festa?

Todas as pessoas com filhos conhecem o drama das festas de aniversário.

Quem é  convidado? Quem tem que ficar de fora?

Hoje em dia as festas de aniversário tem vindo a perder o seu caráter pessoal. A festa do João pode ser a festa da Maria. Muitas vezes as festas são impessoais e delegadas a empresas de eventos o que aumenta o drama da escolha. Só podem ser 20, repetem os pais, porque senão fica mais caro. Paga-se por cabeça e é preciso escolher bem. Este número pré definido acaba por ser um drama tanto para os miúdos, como para os graúdos.

É óbvio que perante esta restrição numérica as crianças sejam obrigadas a escolher e gerir o stress de convidar a, b, ou c.

Quem escolher? Aquela miúda que até se gosta, mas que não é tão popular ou optar pela miúda menos simpática, mas que todos acham fixe. As crianças desde cedo são obrigadas a escolher e a tomar decisões. É difícil, sabemos disso. É lhes difícil chegar à escola e ter que ouvir de alguém de lágrima ao canto do olho “porque não me convidaste?” ou um “pensei que éramos amigas?”.

E quando quem fica de fora é aquela miúda ou miúdo que tem t21?

Talvez nem perceba, julgamos, pelo menos não se queixa, nem implora para ir e continua a ser simpático, como se nada fosse. É preciso escolher e este miúdo embora se goste imenso dele não é a escolha a, b, ou c, provavelmente será a escolha x. Os miúdos têm dificuldade. E os pais? Que tipo de pensamento terão ao deixar de fora o colega diferente? Acharão que  para esta criança ficar de fora não será tão mau como para outra qualquer?

Nestes últimos anos tenho ouvido muitos desabafos de pais.

Os filhos não são convidados porque as pessoas têm receio. Será que gosta de pizza ou  de bolo? Será que gosta de piscina? Saberá nadar? Há coisas que nos atingem profundamente, a nós pais de crianças com t21. Não porque não saibamos que existem, mas porque nos chegam quase sempre de pessoas que julgamos informadas.

A Maria queria convidar a Sara, a colega com t21, mas não sabia se a Sara gostava de bowling. Quem diz bowling, diz outra coisa qualquer. A solução encontrada foi não convidar a Sara, a Maria e os pais da Maria não sabiam. Este episódio contou-me a mãe da Sara há alguns dias. Fiquei a pensar nisto. Será que a Maria e os pais fazem isto com todas as pessoas ou apenas com quem não queriam convidar? É o que me ocorre. Teria sido fácil perguntar aos pais da Sara, se tinham dúvidas.

Que feio que é distribuir os convites e dizer àquela criança: “não te convidei porque não sabia se gostavas”. Que feio que é justificar-se desta forma aos pais da Sara. Maneira esquisita de ser (des)convidado. Sempre pensei que primeiro se convida e depois o convidado decide se quer ou não ir, se gosta ou não.

Os miúdos com t21 também sabem fazer esta escolha.

Sabiam? E  acreditem que não gostam de tudo.  Já pensou, se fizessem o mesmo com o seu filho sem t21. Se lhe dissessem “gostava de convidar o x ou y mas não sei se gosta, por isso optei por não convidar.”

Já não devia chatear-me com estas histórias, mas fico sempre sem saber o que dizer. Como chegar aos pais dos colegas? Como combater ideias pré-concebidas?

A minha filha Vera tem 14 anos e continua a ser convidada para as festas. “Isso vai deixar de acontecer, espera que ela cresça. Os colegas já não vão querer estar com ela”, dizem-me.

Será que vai ser assim? Confesso que este pensamento me causa alguma angústia, Por enquanto, esse momento ainda não chegou, mas sei que, tal como vocês,  nunca estarei preparada para ver a minha filha sofrer.

 

Marcelina Souschek, em Pais 21

 

A Associação Pais21 – Down Portugal é uma associação de pessoas com trissomia 21, famílias e sociedade civil que desde 2008 promove a informação e a partilha de novidades relativas  à trissomia 21. A nossa associação pretende  mudar o modo como a sociedade vê as pessoas com t21,  dar um apoio individualizado aos pais, dar informação atualizada sobre as suas capacidades reais  e apoio às novas famílias.

Brindemos a nós, mulheres.

A nós, mulheres

Honremos a nossa condição de mulher dia após dia, todos os dias.

Quando vencemos preconceitos e assumimos a nossa verdade, sem considerar a opinião alheia.

Quando fazemos as pazes com a nossa gordura, a nossa magreza, a nossa altura ou o nosso tipo de cabelo. Quando realizamos os procedimentos estéticos que entendemos importantes para o nosso bem estar, ou quando preferimos manter-nos “ao natural”, por assim nos sentirmos melhor.

Quando nos impomos, de igual para igual, com qualquer homem, em qualquer situação, não permitindo discriminações ou abusos. Quando admitimos as nossas fraquezas e as nossas carências.

Quando procuramos ajuda para algo que já não damos conta sozinhas. Quando saímos de cara lavada e uns ténis e ficarmos à vontade assim, ou quando dedicamos tempo a arranjar-nos, enaltecendo a nossa beleza.

Quando nos damos um tempo, apenas para não fazer nada.

Quando aceitamos os ciclos do nosso corpo, e nos harmonizamos com as revoluções hormonais que eles ocasionam.

Quando resgatamos a nossa dignidade, e afastamos pessoas e situações que não nos fazem bem. Quando alimentamos a nossa auto-estima, dando-nos o devido valor independentemente do que os outros pensam.

Quando sentimos o nosso instinto maternal e damos vazão à maravilha da natureza que é gerar um ser. Ou quando reconhecemos e defendemos o nosso direito de não querer ter filhos, sem nos importarmos com o julgamento alheio.

Quando nos dedicamos ao auto-conhecimento e a identificar os nossos medos mais sinceros. Quando investimos em nós e nos tornamos prioridade na nossa lista de tarefas.

Quando mandamos o nosso cérebro tagarela “calar a boca” e paramos para ouvir o coração. Quando conversamos com a nossa criança interior, permitindo-nos voltar a ser inocentes e brincar perante a vida.

Quando nos autorizamos a dançar, a cantar, pular ou gritar, extravasando as nossas emoções.

Quando nos permitimos errar, cair e levantar, reconhecendo que somos humanas e, por isso, falíveis.

Quando perdoamos o nosso passado, libertando-nos (e aos outros) da responsabilidade de todas as coisas negativas que nos aconteceram. Quando nos reconhecemos como primeiras e principais responsáveis pela nossa felicidade. Quando arregaçamos as mangas e seguimos efetivamente atrás dos nossos sonhos.

Quando nos permitimos a ser delicadas e fortes, tolerantes e incisivas, solidárias e egoístas, cautelosas e corajosas, interessadas e indiferentes, consoante as circunstâncias da vida nos exigirem.

Quando vemos as outras mulheres como companheiras e não como rivais, enaltecendo de modo coletivo o sagrado feminino.

Brindemos mulheres, a todo o momento, o nosso corpo, as nossas emoções, o nosso eu, a nossa força, a nossa vida e a nossa conexão!

 

Artigo publicado em ContiOutra, adaptado por Up To Kids®

 

Desculpem, somos felizes

Li há dias esta frase:

Em 1970 a maioria das pessoas com t21 não sabiam ler nem escrever, não frequentavam a escola e viviam institucionalizadas sem qualquer perspectiva. Em 2019 as crianças e jovens com t21 frequentam a escola, aprendem a ler e a escrever. Têm amigos, trabalham, namoram e têm vidas praticamente autónomas. O que mudou? O cromossoma é o mesmo.

Nunca as condições foram tão propícias ao desenvolvimento das pessoas com t21. A evolução da medicina permite tratar os problemas de saúde. Terapeutas especializaram-se e sabem ajudar e apoiar as famílias, estimular e acompanhar as crianças e jovens. Os indivíduos com t21 nunca foram tão longe e superam-se a cada dia.

Apesar destas previsões positivas, nunca nasceram tão poucos bebés com t21 como atualmente. Se há duas décadas 1 em cada 600 bebés nascia com t21, hoje fala-se de 1 bebé em 1000 nascimentos. Tendência decrescente. Há países cuja taxa de nascimentos de bebés com t21 é já de zero nascimentos, tudo para bem de uma qualquer sociedade que andamos a construir.

No nosso país os pais podem decidir até às 24 semanas de gravidez se querem ou não o seu bebé com t21 (Lei nº 16/2007 de 17 de Abril), o que tem contribuído para um recuo nos nascimentos.

A questão que aqui se coloca não é a legalidade, mas se aquilo que está a acontecer é bom, do ponto de vista ético.

A sociedade estará a tornar-se melhor porque há cada vez menos indivíduos com t21?

Como justificamos o extermínio consentido de um grupo de pessoas, sabendo que aqueles que lidam com eles são mais felizes por isso?

Nesta incessante procura de uma sociedade perfeita, temos tendência a esquecer que, aquilo que nos é permitido legalmente não tem que ser uma situação boa e eticamente aceitável.

Quando um Ministro da saúde de um país europeu diz publicamente que se amanhã não existirem pessoas com t21, temos que o aceitar – sabemos que algo está mal no caminho pelo qual enveredamos.

Com uma taxa de zero nascimentos de crianças com t21 não estamos a contribuir para um mundo melhor e mais humano. Estamos a enveredar pelo caminho perigoso da seleção genética.

Não posso aceitar. Até porque por trás destas decisões está uma certa hipocrisia e uma pseudo-moral.

Afinal, quais os argumentos apresentados para a IVG de um bebé com t21?

Ouvimos muitas vezes referir o medo, a vergonha, o não ser capaz, o não estar preparado, os custos. Ora, muitas destes argumentos não se referem ao bebé mas sempre e apenas ao eu. Ou se quer ter um filho ou não. Se quero, o nosso filho poderá dar trabalho.

Deixemo-nos de hipocrisias, somos egoístas e empacotamos este sentimento em justificações falsas de incompatibilidade com vida, desgraça, sofrimento.

Lamento informar, nada disto vem com a t21. Olhamos mas não queremos ver.

Não foi por acaso que mães francesas que interromperam a gravidez com bebés com t21 se sentiram incomodadas com o filme “Dear Future Mom” . A felicidade, que o video mostra,  ofendia-as. E a sociedade francesa concordou. Se tens t21 ao menos sê infeliz, para que eu possa justificar a minha decisão. Não. Não posso aceitar pacificamente que pessoas como a minha filha não tenham direito à vida.

Lamento informar, estamos bem, felizes e recomendamo-nos!

 

Nota: este texto não é uma discussão ao aborto, apenas e somente à pratica de seleção de bebés que são desejados e abortados por terem t21.

 

Marcelina Souschek, em Pais 21

 

A Associação Pais21 – Down Portugal é uma associação de pessoas com trissomia 21, famílias e sociedade civil que desde 2008 promove a informação e a partilha de novidades relativas  à trissomia 21. A nossa associação pretende  mudar o modo como a sociedade vê as pessoas com t21,  dar um apoio individualizado aos pais, dar informação atualizada sobre as suas capacidades reais  e apoio às novas famílias.

Quem disse que os anjos não têm costas? | Angel – Associação Síndrome de Angelman de Portugal

Durante uma ida ao hospital o Duarte ficou fixado numa mãe e filha que falavam por linguagem gestual. Foi a primeira vez que contactou com essa realidade. Por isso, para que ambas não se sentissem incomodadas com o pequeno observador, chamei-o para o colo e expliquei-lhe porque motivo falavam assim. Acho muito importante que as crianças tenham esta consciencialização social desde cedo para evitar o bullying escolar e a exclusão de crianças consideradas diferentes. Eu própria lidei com essa realidade desde cedo e aprendi a respeitar os outros.

Como o Duarte gosta de leitura e a nossa biblioteca está cada vez maior, muitas vezes optamos por livros solidários.

O livro “Quem disse que os anjos não têm costas?”, da Associação Angel, tem por objetivo desmistificar a Síndrome de Angelman (SA) entre a comunidade infantil e parental e também contribuir para a angariação de fundos.

Quem disse que os anjos não têm costas?

O livro, retrata a SA a partir dos olhos de um menino chamado Rafael. É de fácil leitura e interpretação sendo uma forma leve e didática de explicar a diferença aos nossos filhos.

A Síndrome de Angelman é uma doença genético-neurológica que se estima que afete um em cada 15 mil bebés. A doença manifesta-se por volta do sexto mês de vida, ao verificar-se nas crianças um atraso severo no desenvolvimento psicomotor, dificuldade na fala, distúrbios no sono, convulsões, movimentos desconexos e sorriso frequente, razão pela qual os portadores são conhecidos como “anjos”.

Em Portugal existem cerca de 60 casos referenciados mas estima-se que sejam cerca de 200, por dificuldades de diagnóstico.

ANGEL foi constituída em Portugal em 2012 por um grupo de pais de crianças portadoras de Síndrome de Angelman, que sentiram a necessidade de reunir esforços na vida diária para oferecerem uma vida melhor aos seus filhos. Em Portugal, há cerca de 60 casos referenciados, mas estima-se que existam cerca de 200, muitos deles mal diagnosticados.

 

Artigo e imagens de Raquel Rodrigues, publicado em Baby Time, autorizado para Up To Kids®

O mau humor do pai afeta o desenvolvimento intelectual dos filhos

Um pai irritado, na maioria das vezes, reflete não só a falta de controle das suas emoções, como gera um efeito negativo no desenvolvimento cognitivo e emocional dos filhos.

Embora este comportamento seja mais comum nos homens, convém reforçar que é tão prejudicial como quando exercido pela mãe. E, pior ainda, quando é característico em ambos os progenitores.

Os gritos, por exemplo, independentemente da causa, devido à violência intrínseca, têm um efeito extremamente forte nas crianças (pela negativa). A euforia manifestada por gritos quando uma equipe de futebol  marca um golo pode ter o mesmo efeito negativo do que gritar durante uma discussão entre o casal. A criança olha mais para a forma do comportamento do que propriamente para a sua causa. Além disso, comportamentos carregados de ansiedade têm efeitos similares em crianças. Ansiedade gera ansiedade.

O estágio de maior vulnerabilidade das crianças frente a este tipo de comportamento ocupa a faixa etária desde o nascimento até aos três anos de idade. Mas isto não significa que se forem mais velhas as crianças não se sintam afetadas. O mau humor de um pai é geralmente traduzido por um sentimento de culpa nas crianças. Isto significa que as crianças podem sentir-se responsáveis ​​pela falta de controle emocional dos pais.

Os efeitos do mau humor do pai, ou síndrome do pai stressado

Os filhos de um pai mal-humorado desenvolvem, com o passar do tempo, problemas de insegurança, angústia e stress . Estes sintomas irão afetar a sua evolução cognitiva, emocional e linguística, bem como as suas habilidades de sociabilização. Infelizmente, o mau humor age como uma epidemia e rapidamente se espalha a toda a família. Torna-se um “estilo de vida” que se repete como um ciclo vicioso.

A ansiedade é uma condição que não facilita o aprendizado. Há um “excesso” nas emoções e isso impede que se concentre a energia psicológica para outros aspectos. Além de que o stress também supõe um obstáculo para a continuidade da atividade. Habitualmente quem sofre de ansiedade acaba por se tornar instável perante as suas responsabilidades.

O mau humor do pai gera uma tensão adicional na criança. As obrigações académicas são por si só uma fonte de tensão para as crianças. Nestes casos, terão de lidar com duas fortes demandas simultaneamente. Por um lado, com o conflito de culpa e confusão que se origina no mau humor do pai. Por outro lado, com a necessidade (e obrigatoriedade imposta) de responder às suas obrigações.

 

Não consigo pensar em nenhuma necessidade da infância tão intensa como a necessidade de proteção de um pai – Sigmund Feud

 

Agressividade como um exemplo

Um pai rabugento e alterado transmite mensagens agressivas e assustadoras aos filhos. Por isso é que é, cada vez mais, se encontram adolescentes (e adultos) fracassados ​​e, muitas vezes, vítimas de algum tipo de vício. São pessoas que se tornam tão atormentadas quanto os seus progenitores e vagueiam pela vida sem esperança.

As crianças aprendem essencialmente pelo exemplo. Inconscientemente, imitam o comportamento dos pais (os seus elementos referenciais), quer este seja positivo ou negativo. Assim, nestes casos, aprendem a ser emocionalmente descontroladas. Ao acatarem os ataques dos progenitores, acreditam que a sua resposta reflete o que eles sentem. Portanto, é muito provável que a criança acabe também por desencadear conflitos na escola. Torna-se tão descontrolada quanto o seu pai e reagindo de forma irracional à mais pequena adversidade.

As relações na escola

O ambiente escolar tem um papel fundamental no desempenho académico. Ora, se a criança transformar as relações na escola numa nova fonte de angústia, provavelmente prejudicará ainda mais a sua capacidade de tirar proveito disso. É uma corrente que se estende e que, na pior das hipóteses, levará ao fracasso escolar, o que levará ao aumento do sentimento de culpa, ao aumento das suas inseguranças e à frustração.

Por outro lado, o pai que está positivamente envolvido na educação dos filhos está a criar condições para que eles desenvolvam autoconfiança. Esta segurança é manifestada através de habilidades sociais superiores e melhores resultados académicos. Aprender passa a ser encarado como uma aventura interessante e os objetivos como desafios assumidos com entusiasmo.

Algumas recomendações

As alterações emocionais dos pais como raiva, tristeza e stress, inibem o bom desenvolvimento da criança. Os filhos de pais com essas características replicam esse comportamento com efeitos nocivos a longo prazo. Estes podem causar depressão e problemas de aprendizagem e de linguagem.

Assim, deixamos aqui algumas recomendações, para pais e mães:

  • Fortaleçam o relacionamento com os vossos filhos:

Expressem os seus sentimentos. Falem sobre o que gostam e não gostam. Das vossas preocupações, anseios, medos e sonhos. Não só estarão a criar um clima de confiança, mas também promovem o diálogo e terá um efeito terapêutico para toda a família.

  • Responsabilidades profissionais e filhos são fundamentais, mas não são tudo.

Devem saber manter um espaço e um tempo para para cada um de vocês, e para os dois em conjunto (se for o caso de estarem juntos). Vocês também merecem atenção. Façam atividades que possam desfrutar. Dividam-se e aprendam a libertar a mente das tensões. Relaxam ou pratiquem um desporto.  Arranjem um hobbie!

  • Fiquem atentos a qualquer sinal de desestabilização do vosso humor, como stress, depressão, angústia ou raiva.

É aconselhável estabelecer limites e manter o autocontrole. É melhor agir na altura certa e não permitir que os conflitos aumentem. Assim não haverá arrependimentos mais tarde. Se for preciso, procure um profissional para o ajudar..

Nós, pais, queremos que nossos filhos sejam felizes.

Tente oferecer-lhes tempo de qualidade, aproxime-se deles e não se esqueça de dizer (todos os dias) o quanto os ama. Não tenha medo de pedir desculpas se agiu de forma menos correta. É muito positivo que os miúdos saibam que esse é um comportamento positivo e que toda a gente deve desculpar-se quando erra e tentar não repetir “a graça”.

Artigo publicado em La mente es maravilhosa traduzido e adaptado por Up To Kids®

P A R A B É N S

Já há vencedores do passatempo!

Mariana Carneiro (Aveiro)

Inês Pinto Leite (Porto)

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E com o Natal à porta, a Up To Kids® em parceria com a Clementoni  vai oferecer 2 exemplares do Mind Designer Robot, o novo robô inteligente para crianças em idade escolar, com integração de reconhecimento de voz.

Apresentação

O Mind vai reconhecer e seguir os comandos dados pela criança, ajudando-a a descobrir o desenho, aritmética e geometria, de forma divertida. Tem uma APP específica que ensina como codificar, havendo a possibilidade de se jogar de forma ilimitada. Ajuda as crianças a aprender robótica educacional de forma intuitiva, visto que guia a criança no processo de aprendizagem de matemática e geometria, seguindo o programa escolar.

COMO PARTICIPAR

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REGULAMENTO

O passatempo termina às 23h59 do dia 16 de dezembro de 2018.

Não existe um número limite de participações, no entanto será apurado apenas uma participação vencedora por cada participante.

O vencedor será sorteado aleatoriamente através do programa Random.com, será anunciado tanto no site como no post do passatempo no facebook. Poderá ser pedido ao vencedor o link da partilha bem como o nome de utilizador de instagram.

O vencedor terá 15 dias a partir do momento da divulgação do mesmo para reclamar o prémio via e-mail (uptolisbonkids@gmail.com) ou Mp. Caso não o faça perderá o direito ao mesmo. Deverá fornecer o nome e morada de envio.

Este passatempo não é patrocinado, aprovado, administrado ou associado ao Facebook, sendo da exclusiva responsabilidade da entidade promotora. O Facebook exonera-se de qualquer responsabilidade relativamente ao passatempo.

*A Clementoni posiciona-se como uma das empresas mais inovadoras na área dos brinquedos didáticos, combinando novas teorias da educação com novas tecnologias, sempre com o selo STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) e as três recentes novidades da marca são prova dessa mesma inovação.

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Huawei usa inteligência artificial para ajudar crianças surdas a aprender a ler

E se o seu filho não conseguisse ouvir?

Aprender a ler é um processo difícil e demorado para a maioria das crianças. Por isso, quando os nossos filhos começam a aprender a ler, gostamos de incentiva-los a ler em voz alta. Porque sabemos que conseguir ouvir-se a ler as palavras e transformar silabas em sons, tem um papel de extrema importancia nesta evolução.

Fazer a união da língua falada com a língua escrita.

Agora imagine que o seu filho não consegue ouvir. Como será a aprendizagem da leitura de palavras escritas e a tradução imediata para língua gestual?

Para uma criança surda que já domina a língua gestual aprender a ler é como aprender uma outra língua. O grau de dificuldade é grande. O processo é ainda mais complexo e demorado do que para uma criança sem quaisquer problemas auditivos.

Estas crianças não estão diariamente a ouvir o som das palavras. Não ouvem os pais a ler-lhes histórias. Não ouvem o som dos brinquedos didácticos que repetem vezes sem contas os nomes das cores, ou dos números, enfatizando a silaba tónica sempre que se carrega num botão.

Estas crianças precisam da visão para ver e ouvir em simultâneo.

A maioria de nós, pais, nunca pensou nisso.

É importante aumentar a consciencialização sobre a questão da alfabetização das crianças surdas. É importante criar empatia e compreensão pelos desafios enfrentados em conjunto com as suas famílias.

A pensar nestas questões, a Huawei veio a desenvolver um projeto diferente e inovador. Um utilitário que vai fazer com que também os meninos surdos possam ouvir histórias antes de ir dormir.

StorySign, a app que vai ler histórias às crianças surdas

StorySign é a app gratuita desenvolvida pela Huawei que usa a inteligência artificial para interpretar em língua gestual livros infantis previamente selecionados.

Como funciona?

1º  Abrir a aplicação e clicar num dos livros disponíveis na biblioteca do StorySign. (Deverá ter uma cópia física do livro para que o StorySign possa fazer a sua magia e contar esta história em língua gestual portuguesa.)

2º. Segura o telemóvel na vertical sobre as palavras na página e a Star, a avatar tradutora, conta a história em língua gestual, enquanto as palavras escritas são realçadas. Assim a criança consegue de forma simples associar gestos e palavras de forma a facilitar a aprendizagem da leitura mantendo o seu próprio ritmo.

Star

A Star é a avatar, criada para traduzir os livros para língua gestual. Foi desenvolvida pela Aardman Animation, recorrendo a tecnologia avançada de captura de movimento, para garantir que a expressão facial e as mãos da Star comunicam em língua gestual perfeita. Assim, todas as crianças surdas e ouvintes vão adorar “ouvir” a Star a contar histórias.

 

A aplicação StorySign está disponível gratuitamente para Android através da Google Play Store e Huawei AppGallery, em dez línguas gestuais (inglês, francês, alemão, italiano, espanhol, holandês, português, irlandês, flamengo da Bélgica e alemão da Suíça).

Para a apresentação da app, a Huawei lançou o emblemático livro “Onde está o Bolinha?” de Eric Hill, que já se encontra disponível gratuitamente em Portugal.

O StorySign é apoiado por associações de caridade por toda a Europa, incluindo a União Europeia dos Surdos. Assistido pela Inteligência Artificial da Huawei, desenhado pela Aardman Animations e com livros clássicos infantis da Penguin Random House.

 

P A R A B É N S

Já há vencedores do passatempo!

Ana Novais(Guimarães)

Isabel Torres (Santarem)

Vera Caroço (Portalegre)

 

Por favor envie-nos um email para uptolisbonkids@gmail.com (ou MP para FB), com o seu nome, morada, + Instagram user para verificar o Like e o comentário.

Obrigada por participarem!

Up To Kids®

 

A Up To Kids® em parceria com a Educa Borras vai oferecer 3 exemplares do Agente BLIP, um robot programável, articulado e com controlo remoto para que miúdos e graúdos possam completar as suas fabulosas missões neste Natal!

APRESENTAÇÃO

O Agente BLIP é um robot muito simpático. É articulado e pode ser programado.

Representa a tendência STEM e foi enviado ao Planeta Terra em missão de exploração. É trilingue, fala espanhol, português e inglês (ou noutra versão francês, holandês e inglês).

Pode mover-se, caminhar, e adora dançar. Também emite alguns sons, música e conta também com efeitos luminosos!

COMO PARTICIPAR

  1. Fazer like na nossa página de facebook Up To Lisbon Kids e instagram aqui e na página de Fb da Educa Borras?
  2. Partilhar este post no vosso facebook ⇓
  3. Comentar aqui no FB com link para 3 amigos ⇓

 

Para reconhecermos o teu nickname do insta, fica atento à publicação que irá aparecer sobre o passatempo no nosso instagram e comenta que estás a participar!

REGULAMENTO

O passatempo termina às 23h59 do dia 16 de dezembro de 2018.

Não existe um número limite de participações, no entanto será apurado apenas uma participação vencedora por cada participante.

O vencedor será sorteado aleatoriamente através do programa Random.com, será anunciado tanto no site como no post do passatempo no facebook. Poderá ser pedido ao vencedor o link da partilha bem como o nome de utilizador de instagram.

O vencedor terá 15 dias a partir do momento da divulgação do mesmo para reclamar o prémio via e-mail (uptolisbonkids@gmail.com) ou Mp. Caso não o faça perderá o direito ao mesmo. Deverá fornecer o nome e morada de envio.

Este passatempo não é patrocinado, aprovado, administrado ou associado ao Facebook, sendo da exclusiva responsabilidade da entidade promotora. O Facebook exonera-se de qualquer responsabilidade relativamente ao passatempo.

Up To Kids®

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