SOS Alepo. Não consigo fechar os olhos

Assine as petições por Alepo!

A Up to Kids® tem vindo a associar-se à divulgação de petições especialmente nacionais e na área da educação.

Desta vez estamos por Alepo. Pelos civis que vivem dias de terror a tentar proteger os filhos. A vê-los a morrer nos seus braços. Que tentam desesperadamente, cada dia, viver mais um dia no medo, na angustia, no sofrimento,  no desespero, mas também na esperança de que consigam sobreviver.
Eu sei que nós não podemos mudar o mundo, mas podemos ser mais ativos e participativos.
Se nada acontecer, no máximo perdemos 30s do nosso tempo. Assinem as petições sff.

  • Petição “SOS Alepo: civis estão a ser aniquilados” | Assine aqui a petição dupla
  • Petição “Aleppo: Stop the Massacre” | Assine aqui

47 crianças órfãs pedem para sair da cidade sitiada de Aleppo
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Filhos perfeitos, crianças tristes: a pressão da exigência

Os filhos perfeitos nem sempre sabem sorrir, nem conhecem o som da felicidade.

Temem cometer erros e nunca alcançam as expectativas elevadas dos seus pais. A sua educação não se baseia em liberdade e reconhecimento mas sim na autoridade de uma voz rígida e exigente.

Segundo a APA (American Psychological Association) a depressão nos adolescentes é atualmente um problema muito grave. Uma exigência desmedida por parte dos pais pode derivar facilmente na falta de autoestima, ansiedade, e num elevado mal-estar emocional.

É preciso salientar que essa exigência na infância deixa marcas irreversíveis no cérebro do adulto. O indivíduo cresce a achar que nunca é suficientemente competente ou perfeito no cumprimento dos ideais que lhe foram incutidos. É preciso cortar esse vínculo limitante que veta a nossa capacidade de sermos felizes.

Filhos perfeitos: quando a cultura do esforço é levada ao limite

É frequente ouvirmos que vivemos uma cultura que baseia a sua educação na falta de esforço, na permissividade e na pouca resistência à frustração.
No entanto, esta constatação não é de todo verdadeira, principalmente em tempos de crise em que os pais procuram a “excelência” dos filhos.

Se uma criança obtém 17 valores em matemática é pressionada para alcançar um 20. As suas tardes são preenchidas com aulas extracurriculares e seus momentos de ócio são limitados à procura do desenvolvimento de competências. Na maior parte das vezes isto resulta em crianças stressadas, esgotadas e vulneráveis.

“The Price of Privilege” é um livro interessante publicado pela doutora Madeleine Levine. Explica que a necessidade de educar filhos perfeitos e aptos para o futuro, culmina em criar filhos “desligados da felicidade”.

Consequências por exigir demais das crianças

Enquanto pais e educadores devemos ter em consideração que educar os nossos filhos na cultura do esforço tem um limite.

A barreira, que deveria ser intransponível é a de acompanhar a exigência com  uma igual ou superior dose de amor incondicional.

Por outro lado, os nossos filhos perfeitos serão crianças tristes que evidenciarão as seguintes dimensões:

  • Dependência e passividade

Uma criança habituada a receber muitas ordens deixa de decidir por conta própria. Assim, procurará sempre a aprovação externa e perderá a sua espontaneidade e a sua liberdade pessoal.

  • Falta de emotividade

Os filhos perfeitos inibem as suas emoções para se ajustarem ao que “tem que ser feito”e toda essa repressão emocional traz graves consequências a curto e longo prazo.

  • Baixa autoestima

Uma criança ou um adolescente habituado à exigência externa não tem autonomia nem capacidade de decisão, desenvolvendo uma autoestima muito negativa.

A frustração, o rancor e o mal-estar interior podem traduzir-se muito bem em instantes de agressividade.

A ansiedade é outro fator característico das crianças educadas na exigência: qualquer mudança ou uma nova situação gera insegurança pessoal e uma elevada ansiedade.

Pais exigentes Vs pais compreensivos

A necessidade de educar “filhos perfeitos” é uma forma subtil e direta de dar ao mundo crianças infelizes. A pressão da exigência irá acompanhá-las sempre, principalmente se a sua educação for baseada na ausência de estímulos positivos e de afeto.

Fica claro que como mães/pais todos queremos que nossos filhos tenham sucesso, mas acima de tudo que sejam felizes.

Ninguém quer que os filhos desenvolvam uma depressão na adolescência ou que sejam tão exigentes consigo próprios que não se permitam a aproveitar, a sorrir ou cometer erros.

Características gerais

  • Os pais muito exigentes e excessivamente críticos apresentam uma personalidade insegura que precisa de sentir controlo sobre tudo.
  • Os pais compreensivos “impulsionam” seus filhos para a conquista, permitindo explorar, sentir e descobrir. São guias e não colocam fios nos seus filhos para movê-los como marionetes.
  • O pai exigente é autoritário e leva um estilo de vida rigoroso, com horários definidos e invioláveis. Indica regras e decisões para economizar tempo através do “porque eu sei que é melhor para ti”, ou “porque eu sou o teu pai/mãe”.

Concluindo: educar é exercer a autoridade, mas com bom senso. É usar o afeto como antídoto e a comunicação como estratégia.

 

Por Valeria Amado, em A mente é maravilhosa, adaptado por Up To Kids®

imagem@etsy

Carta às Mães, Pais e Encarregados de Educação

“Se as notas forem muito boas, mais do que a inteligência, elogiem o processo, o caminho, o esforço. Se as notas não forem as desejadas, tentem perceber o que se passou, com calma. É o primeiro período, ainda há muito caminho pela frente. Nunca, mas nunca, lhes chamem algo que os inferiorize.”

Chegamos à meta final do 1º periodo deste ano letivo e pais, filhos, e encarregados de educação começam a fazer contas aos resultados obtidos nas avaliações no decorrer deste trimestre. Poucos são os que fazem contas ao desempenho e ao esforço dos alunos. Poucos são os que valorizam o caminho percorrido e que param para pensar o que correu menos bem, o que podemos mudar, e o que devemos continuar a fazer.
Ontem li esta carta maravilhosa no facebook e quis partilhar, para que mais pais e encarregados de educação pudessem refletir sobre o tema.

Estimadas Mães, estimados Pais, Encarregados(as) de Educação em geral,

Nesta última semana de aulas, muitos irão receber os resultados das avaliações, que serão consolidadas em notas finais de período daqui a alguns dias.
Nada de novo.
O que pode ser algo novo é o modo como as recebem. Talvez muitos já o fazem, no entanto, aqui fica: antes de receberem algum resultado de teste ou de notas finais, dêem um bom abraço aos vossos filhos, filhas, educandos. Esse abraço dirá que gostam deles pelo que são, independentemente dos resultados. 
Se as notas forem muito boas, mais do que a inteligência, elogiem o processo, o caminho, o esforço. Se as notas não forem as desejadas, tentem perceber o que se passou, com calma. É o primeiro período, ainda há muito caminho pela frente. Nunca, mas nunca, lhes chamem algo que os inferiorize.

É certo que é de, tal como nós professores, puxar por eles, de modo a dar o seu melhor.

E aqui estamos, em colaboração convosco, para ensinar-lhes conhecimentos científicos das mais diferentes áreas, dando-lhes ferramentas intelectuais para o seu futuro. No entanto, um aluno, antes de qualquer nota, é uma pessoa com muito a acontecer na sua vida.
De criança a adolescente, a dimensão afectiva é muito forte. A base, o fundamento, o suporte, é sentirem-se amados simplesmente por serem quem são. Mais importante ainda, não descarreguem ou projectem sobre eles as frustrações que possam ter, de presente ou de passado. Ninguém é cópia de ninguém, muito menos uma criança ou um adolescente. Se se sentirem amados, podem ser desafiados ao seu ritmo que irão dar resposta, igualmente ao seu ritmo. 
Talvez possam receber uma ou outra indicação sobre o comportamento. Antes de manifestarem a vossa tristeza, ou repreensão, abracem-nos. Recordem que são crianças ou adolescentes e não adultos em miniatura. 
O primeiro apoio que eles sentem é em casa, nesse sentir de lar, onde podem voltar sempre que algo não corre pelo melhor. É isso, antes de receberem algum resultado de teste ou de notas finais, dêem um bom abraço aos vossos filhos, filhas, educandos. Esse abraço dirá que gostam deles pelo que são, independentemente dos resultados. 
Obrigado. É muito bom estarmos juntos nesta missão, ainda que de modos diferentes, de educar e ajudar as “nossas” crianças e adolescentes a serem mais humanas. 
Um Abraço! – [ , em O.Insecto, autorizado para Up to kids®]
Aproveitem para conhecer o autor e não deixem de espreitar o blog. Vale a pena!
Imagem de Odilon Dimier

PARABÉNS!

A vencedora do passatempo foi:

Inês Cristina Ferreira Fernandes

Será brevemente contactada pela Pisamonas!

OBRIGADA!

pisamonas

Neste Natal a Up To Kids® em parceria com a Pisamonas, vai oferecer umas Botas Safari com Atacadores, um dos modelos top vendas de Outono-Inverno da Pisamonas. São giras, confortáveis, disponíveis em 12 cores – entre elas o mostarda e o verde-esmeralda como novidade! – são unissexo e dão para toda a família (tamanhos do 18 ao 45)

COMO PARTICIPAR

1. Fazer like nas seguintes páginas de Facebook

Up To Lisbon Kids
Pisamonas Portugal

2. Partilhar este post no vosso facebook com link para 3 amigos

3. Preencher e enviar o formulário abaixo e no campo frase responder à questão: “Qual o seu modelo de sapatos Pisamonas preferido?”

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REGULAMENTO

O passatempo termina às 23h59 do dia 31 de Dezembro de 2016.

O vencedor será sorteado aleatoriamente através do programa Random.com, será anunciado tanto no site como no post do passatempo no facebook. Poderá ser pedido ao vencedor o link da partilha por isso guarde-o ou faça um print screen do mesmo.

Não existe um número limite de participações, no entanto será apurado apenas uma participação vencedora por cada participante.

Este passatempo não é patrocinado, aprovado, administrado ou associado ao Facebook, sendo da exclusiva responsabilidade da entidade promotora. O Facebook exonera-se de qualquer responsabilidade relativamente ao passatempo.

pisamonas

Up To Kids®

Já temos página de facebook no Porto aqui | Siga-me no Instagram

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Quer fazer um passatempo em parceria com a Up To Kids®? Envie-nos um mail para Uptolisbonkids@gmail.com, com o assunto “Parceria de passatempos“, indicando a marca que representa. Obrigada

 

 

4 atitudes que enfraquecem o vínculo emocional com os filhos

Ser pai, mãe, avô, avó e um educador eficaz, não é fácil. Cada criança chega ao mundo com necessidades próprias que devemos saber atender (e entender), com virtudes a serem potencializadas e emoções que devem ser incentivadas, orientadas e desenvolvidas.

Educar não é somente ensinar as crianças a ler ou mostrar como se  faz uma pesquisa no computador. Ser pai ou mãe não é oferecer telemóveis nos anos, nem garantir que os cintos de segurança estão postos antes de arrancar com o carro. É tudo isto e muito mais.

Educar também é saber dizer “Não” e ao mesmo tempo, dizer “Sim” com o olhar, porque educar não é apenas proibir, mas abrir o coração aos nossos filhos e reforçar cada dia o vínculo emocional que temos com eles, dando a entender que estamos juntos em cada instante para proporcionar-lhes maturidade como pessoas felizes e capazes.

No entanto, muitas vezes, embora conheçamos a teoria não a aplicamos na prática. Além de pais e mães, também somos um casal, somos empregados, empresários ou pessoas que querem trocar de emprego e que, possivelmente, ainda querem atingir novos objetivos profissionais. Tudo isto acontece concomitantemente no nosso quotidiano e, sem saber como, começamos a cometer erros na educação dos nossos filhos.

Todos os pais já foram filhos, e se pensarmos no nosso passado, conseguimos perceber aquilo que valorizamos mais nos nossos pais ou aquilo que mais sentimos falta na nossa infância. Se a sua infância não foi especialmente feliz, entenderá quais os aspectos que romperam este vínculo emocional com os seus pais, e esses erros são exatamente aqueles que não quererá repetir com os seus filhos

Deixamos aqui, para reflexão, as 4 atitudes que enfraquecem o vínculo emocional com os filhos

 

1. Não saber ouvir/escutar

As crianças falam (muito) e fazem muitas perguntas. Apanham-nos de surpresa e fazem 1000 perguntas sobre o mundo, e  centenas de comentários, muitas vezes, nos momentos mais inoportunos. Querem saber, experimentar, querem partilhar e compreender tudo que acontece à sua volta.
Se as mandar ficar sossegadas, se as obrigar a ficar em silêncio ou se em vez de lhes dar as respostas tão esperadas lhes falar severamente ou de forma agressiva, isso fará com que, a curto prazo, a criança deixe de se dirigir a si. E irá encontrar os seus próprios espaços de solidão, atrás de uma porta fechada esperançada que o pai ou a  mãe não a descubram.

2. Castigos

São muitos os pais que relacionam a palavra educação com punição, com proibição, com um autoritarismo firme e rígido em que tudo se impõe e qualquer erro é castigado. Este tipo de conduta educativa resulta numa baixa autoestima, na insegurança e, ao mesmo tempo, uma ruptura do vínculo emocional com os nossos filhos.

Se castigamos não ensinamos. Se nos limitamos a enfatizar tudo o que a criança faz de errado, jamais saberá como fazer algo bem. Não lhe estamos a dar medidas ou estratégias e limitamo-nos a humilhá-la. Esta atitude irá gerar raiva, rancor e insegurança.

3.Comparar e rotular

São poucas as atitudes que podem ser mais destrutivas do que comparar duas crianças para lhes dar a entender as suas escassas aptidões, as suas falhas, ou a sua falta de iniciativa. Um erro que muitos pais cometem é falar em voz alta à frente das crianças como se elas não os ouvissem.

“É que o meu filho não é como o teu, é mais lento…”. Expressões como estas são dolorosas e geram um sentimento negativo na criança que causará não apenas revolta e mágoa em relação aos pais, mas também um sentimento interior de inferioridade.

4.Gritar e apoiar-se mais nas ordens do que nos argumentos

Excluindo os maus tratos físicos, que não há pior forma de romper o vínculo emocional com uma criança do que cometer esse acto imperdoável, temos de estar conscientes de que existem outros tipos de maus tratos implícitos, quase igualmente destrutivos. É o caso do abuso psicológico, no qual se arruína a personalidade da criança por completo, sua autoimagem e a confiança em si própria.

Há pais e mães que se dirigem constantemente aos filhos a gritar. Levantar a voz sem razão justificável provoca um estado de euforia e stress contínuo nos filhos; eles não sabem em que se apoiar, não sabem o que fizeram de errado. Os gritos contínuos enfurecem e são extremamente negativos já que não há diálogos, apenas ordens e críticas.

Deve-se ter muito cuidado com estes aspectos básicos. O não escutar, o não falar e o não demonstrar abertura, compreensão ou sobrepor a sanção ao diálogo são modos de afastar aos poucos as crianças dos pais. Nestes casos, as crianças começam a encarar os pais como inimigos dos quais se devem se defender e assim se rompe o vínculo emocional com eles.

Educar é uma aventura que dura a vida toda em que ninguém é um verdadeiro especialista. No entanto, se nos apoiarmos nos pilares da compreensão, do carinho e num apego saudável que proporcione a maturidade e a segurança a estes seres que são parte de nós, é meio caminho andado para criar crianças felizes!

 

Adaptado de artigo publicado em A mente é maravilhosa

 

LER TAMBÉM…

7 Atitudes dos pais que impedirão os filhos de se tornarem Líderes

Filhos abandonados dentro da própria casa

10 coisas que devemos dizer aos nossos filhos sem medo

 

Os vencedores do passatempo foram:

1º PRÉMIO | Marcelo Martins

2º PRÉMIO | Joana Mota Figueiredo

PARABÉNS! Por favor enviem um mail com o nome e morada completa, e o link da partilha pública para que possamos validar a participação e enviar-vos o prémio!

Obrigada por participar!

Neste momento temos um passatempo da Pisamonas a decorrer. Saiba mais CONCORRA AQUI!

• PASSATEMPO TERMINADO •
(Resultados nos próximos 5 dias)

Neste Natal a Up To Kids® em parceria com 5 editoras –  Bruaá Editora, Livros Horizonte, Máquina de Voar Editora, Orfeu Negro, e Storytellme – vão oferecer DOIS packs de 5 Livros infantis cada!

PRÉMIOS

1º PRÉMIO | PACK 1
Bruaá Editora | Um dia de Loucos
Livros Horizonte | A Lista de Natal da Zoe
Máquina de Voar Editora | Monterrosso
Orfeu Negro | Ké is tuk?
StoryTellme | É Natal também no Jardim

 

2º PRÉMIO | PACK 2
Bruaá Editora | CÉU DE SARDAS (LIVRO + JOGO)
Livros Horizonte  | A Lista de Natal da Zoe
Máquina de Voar Editora| Os pais não sabem mas eu explico
Orfeu Negro | Ké is tuk?
StoryTellme | É Natal também no Jardim

BRUAÁ EDITORA

UM DIA DE LOUCOS | Walter Benjamin + Marta Monteiro
“Um dia de loucos: Trinta ossos duros de roer” é um dos cerca de noventa programas de rádio para crianças que Walter Benjamin, um dos mais influentes pensadores do século XX, escreveu e apresentou na rádio alemã entre 1927 e 1933.”Um Dia de Loucos

CÉU DE SARDAS (LIVRO + JOGO) | Inês d’Almeÿ + Alicia Baladan
“A Sofia e a Camila são duas amigas. A Sofia tem muitas pintinhas e a Camila tem sardas. A Camila contou à Sofia que foi a Via Láctea que lhe caiu em cima. Mas como toda a gente sabe, as estrelas não brilham na pele.”

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LIVROS HORIZONTE

A LISTA DE NATAL DA ZOE | Mick Inkpen, Chloe Inkpen
“A Zoe não queria presentes surpresa. Só queria aquela boneca e mais nenhuma. Decidiu ir ao Polo Norte levar a carta, mas a viagem não correu como esperava…”
lista-de-natal-da-zoe

MÁQUINA DE VOAR EDITORA

MONTERROSSO | João Ferreira Oliveira e Maria Bouza
“Monterrosso, com texto de João Ferreira Oliveira e ilustrações de Maria Bouza, é uma homenagem a esta obra, mas ao contrário do livro de Maurice Sendak, em que um rapaz se fecha no quarto e entra num mundo repleto de monstros, aqui a viagem é feita pelos pais, à procura do seu filho, que desaparece nas páginas de um livro.”

maq-monterroso

OS PAIS NÃO SABEM MAS EU EXPLICO | Maria João Lopes e Teresa Cortez
“Porque é que as estrelas não caem do céu? Porque é que não podemos estar todos os dias contentes? Porque é que o meu coração dispara quando vejo a Maria?
Tinha muitas interrogações na minha cabeça e, por isso, pedi ajuda ao pai e à mãe, mas não fiquei satisfeito com as explicações que me deram. Decidi, então, que teria de investigar sozinho se quisesse perceber o mundo.”maqos-pais-nao-sabem

 

ORFEU NEGRO

KÉ IZ TUK? | Carson Ellis
“Um dia, para seu grande espanto, dois insectos encontram um pequeno caule a nascer da terra. A planta cresce e os animais decidem escalá-la e fazer dela o seu castelo. Mas há um perigo à espreita… Nhareto Nhacoso!!”

ke-is-tuk

STORYTELLME

É NATAL TAMBÉM NO JARDIM? | Octávio Carmo Santos, Sara Alves e Calaim
“É Natal também no Jardim, conta os preparativos para a Consoada de uma família feliz, não só porque é Natal, mas porque os seus membros sabem que não estão sós no Mundo. Humano e comovente, este conto une não só gerações como também espécies das diversas criaturas de Deus.”
enataltambemnojardim

COMO PARTICIPAR

1. Fazer like nas páginas de Facebook das editoras e também na nossa 🙂

Up To Lisbon Kids ou para quem vive mais a norte Up To Oporto Kids
Bruá Editora
Livros Horizonte
Máquina de Voar Editora
Orfeu Negro
Storytellme

2.Partilhar publicamente o post  do Facebook na vossa cronologia (Este aqui↓↓)

3.Comentar a nossa publicação no nosso FB com o Tag para 3 amigos (Esta aqui↑↑)

REGULAMENTO

O passatempo termina às 23h59 do dia 12 de Dezembro de 2016.

O vencedor será sorteado aleatoriamente através do programa Random.com, será anunciado tanto no site como no post do passatempo no facebook.

Não existe um número limite de participações, no entanto será apurado apenas uma participação vencedora por cada participante.

Este passatempo não é patrocinado, aprovado, administrado ou associado ao Facebook, sendo da exclusiva responsabilidade da entidade promotora. O Facebook exonera-se de qualquer responsabilidade relativamente ao passatempo.

Para receber este e artigos por e-mail, subscreva a nossa Newsletter: o último a inscrever-se é um ovo podre!

Quer fazer um passatempo em parceria com a Up To Kids®? Envie-nos um mail para Uptolisbonkids@gmail.com, com o assunto “Parceria de passatempos“, indicando a marca que representa. Obrigada

Estímulos a mais Concentração a menos. Estamos a enlouquecer os nossos filhos

Vivemos tempos frenéticos. A evolução, sobretudo tecnológica, tem sido tão rápida que quando olhamos para há dez anos atrás parece que passaram 30. A distância existente entre hoje, e a forma como vivíamos nessa altura é abismal. E não é só a nível empresarial. É a todos os níveis.

O mundo infantil foi atingido em cheio por esta evolução. As mudanças são totais: já não se educa, brinca, alimenta, veste, entretém, cuida, consola, protege, ampara e satisfaz crianças como antigamente: os gadgets, por exemplo, são agora companheiros imprescindíveis nas refeições de milhares de crianças; Em muitas casas as televisões (sim, plural…) ficam ligadas o dia inteiro nos canais infantis  – naqueles cujo volume aumenta consideravelmente durante os intervalos – mesmo que as crianças estejam a almoçar com o iPad  à mesa;

Muitas e muitas crianças têm atividades extra curriculares pelo menos três vezes por semana, somando, por vezes, cerca de 50 horas semanais entre escola, cursos, desportos e explicações.

Existe, em quase todas as casas, uma profusão de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas disponíveis a tempo inteiro para garantir que a criança “evolua” e não “morra de tédio”;

O ensino pré-escolar apresenta, em muitas escolas, metodologias de ensino  idênticas às do 1ºciclo.

Estamos a educar para que no fim, possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar, potencializar, otimizar e capitalizar todo o tempo disponível para impor às nossas crianças uma preparação praticamente militar, visando seu “sucesso”.

O ambiente familiar onde essa preocupação é latente chega a ser denso, tal é a pressão que as crianças sofrem para desenvolverem estas competências competitivas.

No entanto, o excesso de estímulos sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que a criança organize o seu pensamento e os seus actos: o ambiente é muito disperso e os sinais que chegam ao cérebro são confusos e superficiais. A criança muitas vezes não consegue descrever o que acabou de ouvir, ver ou fazer.

Além disso, aptidões que devem ser estimuladas estão a ser descuradas. As crianças não sabem conversar, não olham os interlocutores nos olhos. Não conseguem focar –se numa brincadeira ou atividade só – tendência é estarem a ver televisão e a brincar ao mesmo tempo, por exemplo. São impacientes, não sabem esperar. Não conseguem ler um livro, por mais pequeno que seja. Não reconhecem a autoridade, e nem respeitam as regras.

A concentração, a comunicação, a interacção, o afeto, o respeito, a autonomia de acção e a organização, são algumas das competências  fundamentais na construção de um ser humano íntegro, independente e pleno, e devem ser aprendidas em casa nas suas rotinas do dia-a-dia.

Há que parar e olhar à volta.  Tirar as mãos do telemóvel  e do volante do carro, e pôr as mãos na consciência: estamos a enlouquecer os nossos filhos e a impedi-los de aprender a lidar com as suas vontades, as suas qualidades e talentos. Estamos a roubar o tempo precioso que os nossos filhos tanto precisam para processar a quantidade enorme de informação e de estímulos que nós e o mundo lhes estamos a dar.

Há que ter calma. A parentalidade não é uma corrida. Temos de parar de entregar gadgets aos nossos filhos sempre reclamam ou que dizem que “não têm nada para fazer”. O “tédio”, não é mais que a oportunidade de estarmos em contato connosco, de estimular o pensamento, a fantasia e a concentração. As crianças precisam de aprender a entreter-se. A ser criativas e brincar ao faz de conta. A ler um livro.

Um dos problemas é que os nossos filhos lêem cada vez menos. Muitos livros infantis já estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a principal função do livro: parar para ler, para fazer a mente respirar, aprender a juntar uma palavra com outra, paulatinamente formando frases e sentenças e finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.

Cerquem os vossos filhos de livros e leiam com eles, por amor. Deixem que se esparramem em almofadas e façam sua imaginação voar.

Mais tempos livres, mais criatividade, mais livros e por favor, menos obrigações, menos tecnologia, menos avaliações, menos resultados e menos competições. Vamos desligar os estímulos excessivos e usufruir de uma tarde improvisada em família, neste dia de chuva. Vai ver que valerá a pena!

O ambiente de casa agradece!

Adaptado do texto original de  , em Pais que educam

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Os gadgets deixam as crianças mal-humoradas, chateadas e sem energias

O mundo virtual como refúgio da solidão nas crianças

Os equipamentos tecnológicos como pacificadores na educação

Crianças superprotegidas, adultos frágeis

Muitos pais privam os filhos da possibilidade de enfrentar riscos, tanto físicos como emocionais. Qual é o limite sadio entre a simples supervisão e o controle exagerado das atividades dos filhos?

Retrato dos “pais helicóptero”, e conselhos úteis para não te tornares num deles

Os americanos chamam “helicopter parents”, em português “pais helicóptero” àqueles pais que controlam constantemente os seus filhos quando brincam, quando interagem com os outros, quando escolhem o que vão vestir naquela manhã, sempre. Aqueles pais que, se nos olharmos sinceramente no espelho, teremos uma grande hipótese de vê-los refletidos. “Tornamo-nos tão obcecados pela segurança que, inadvertidamente, privamos nossos filhos da possibilidade de assumir riscos e de sofrer as consequências dos seus atos, quer a nível físico quer emocional”, explicou a psicóloga social Hanna Rosin, autora de um artigo sobre crianças superprotegidas, recentemente publicado na revista The Atlantic.

A psicóloga enfatiza as enormes mudanças que se verificam no decorrer da última geração: “Comportamentos de pais considerados paranóicos nos anos Setenta, tal como acompanhar à escola crianças de 9 anos, ou proibir o jogo à bola nas ruas, hoje constituem a regra. São, por sinal, considerados um sinal de responsabilidade paternal”.

A medida da postura hiperprotetora a que se chegou pode ser lida naquele espaço reservado por excelência à liberdade que são os jogos e as brincadeiras infantis. Um recente estudo da Universidade da Califórnia (Ucla), por exemplo, certifica que os filhos das famílias de classe média de Los Angeles passam 90% do seu tempo livre trancados em casa, empenhados em atividades como ver televisão, jogar vídeo jogos e usar o computador. No espaço aberto, os espaços para jogos e brincadeiras reservados às crianças são seguros, coloridos, homogeneizados e previsíveis, e também destituídos de qualquer desafio.

Em Wrexham, na região norte do País de Gales, o parque “The Land” é uma exceção à regra. The Land é um parque é de materiais deitados doados, prontos para serem reciclados. “Nesse espaço, as crianças não precisam de se adequar ao sentido de ordem dos adultos, podem modificar tudo aquilo que quiserem. Não existe um valor monetário atribuído aos materiais, e as crianças podem construir e destruir. A brincadeira que resulta disso é uma criação coletiva, uma co-criação”, explica Claire Griffiths, gerente do The Land. A instituição acaba de ser premiada entre os melhores parques de diversão do Reino Unido pela Sport and Recreation Alliance. The Land não foi pensado de forma a separar as crianças com base na faixa etária: “Uma das maiores satisfações é ver as crianças chegarem sozinhas e desenvolverem dentro de poucos dias uma verdadeira rede de amigos”, completa Griffiths, coisa que não acontece na imensa maioria dos espaços de brincadeiras nas grandes cidades, que tendem a segmentar e a separar grupos e a não facilitar as trocas.

The Land – New Day Films – Children, Youth, & Families – Anthropology 

Seis comportamentos irresistíveis

Essas opções que anulam os riscos não são, na realidade, destituídas de contra indicações. Segundo Ellen Sandseter, professora de educação infantil no Queen Maud University College de Trondheim, na Noruega, as crianças têm uma necessidade sensorial de experimentar o perigo e a excitação que dele deriva. “Não se trata de coisas perigosas em si mesmas, mas sim de experiências que, do ponto de vista das crianças, parecem perigosas”, completa Ellen Sandeter.

Autora do ensaio “As brincadeiras de risco das crianças a partir de um ponto de vista evolutivo: O efeito antifóbico das experiências excitantes”. Sandeter evidencia no ensaio seis comportamentos “arriscados” que exercem grande fascínio sobre nossos filhos, a sua possível função e seu consequente efeito antifóbico. Por exemplo, andar depressa ajuda a desenvolver a percepção espacial e redimensiona o medo de enfrentar as próprias emoções. Os outros comportamentos irresistíveis são: enfrentar as altitudes; manipular instrumentos; estar perto de forças da natureza, como a água, o fogo ou um precipício; brincar de luta e explorar um território por conta própria.

Como escreveu o teórico holandês Johan Huizinga, “a brincadeira serve para muito mais do que brincar, e enfrentar um obstáculo que do ponto de vista da criança parece arriscado e superá-lo, permite às crianças desenvolver a coragem e incrementar o sentimento de segurança e confiança na sua própria capacidade de enfrentar os problemas. “Embora sem querer, pais excessivamente presentes e protetores produzem crianças e adolescentes com muita dificuldade de se perceber a si próprios e de pensar em si mesmos como pessoas autónomas, com características e limites próprios”, observa Francesca Broccoli, psicóloga e psicoterapeuta italiana.

Privar as crianças da possibilidade de enfrentar desafios e correr riscos enquanto brincam pode ter consequências a longo prazo: “As crianças que não puderam fazer experiências, conhecer-se a si mesmas e aos seus próprios limites serão pessoas frágeis e com baixa autoestima. Recordemos, para começar, que ser superprotegido significa ser desvalorizado e não reconhecido como adequado, capaz e competente”, prossegue Broccoli. Essa fragilidade poderá  exprimir-se através de comportamentos de passividade, insegurança, dependência, e também através de fracassos consecutivos, raiva, atitudes desafiadoras e provocadoras e incapacidade de tolerar qualquer frustração.

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Capa da revista The Atlantic, com artigo sobre crianças superprotegidas

 

Por fim, quando se passa da simples supervisão ao controle, o resultado é algo que não faz bem nem sequer às mães. Uma pesquisa da University of Mary Washington, publicada no Journal of Child and Family Studies, revelou como uma maternidade “intensiva” – feita de estímulos constantes e incapacidade de delegar a supervisão dos filhos – se traduz numa sobrecarga psicológica que impacta sobre a saúde mental das mães. “A sugestão mais importante para os progenitores é a de confiar nos próprios filhos, no fato que não se irão magor deliberadamente e no fato de que devem experimentar o risco para aprender a superá-lo”, conclui Griffiths.

Artigo de Stefania Medetti, jornal La Repubblica

“A Dieta da Crise é uma dieta que o leva literalmente a apertar o cinto.”

O nome, obviamente apelativo por equilibrar duas necessidades de muitas mulheres e mães hoje em dia, diz tudo. Normalmente o termo dieta é associado à vontade/necessidade de perder peso e crise à vontade/necessidade de poupar dinheiro.
O slogan “Perder peso sem perder a cabeça” aguçou o meu interesse neste conceito. Já visitei várias páginas e grupos de dieta no Facebook e quis saber qual o segredo do sucesso da  Dieta da Crise:

  • 100% online, acessível a partir de qualquer lugar, a qualquer hora
  • Alimentação saudável a preços baixos
  • Estratégias eficazes de motivação pessoal
  • Grupos pequenos com grande taxa de sucesso
  • Acompanhamento diário por uma nutricionista

Fomos falar com a Nutricionista Rita RM, responsável por este projeto para saber como tudo começou e mais importante ainda, para saber quando posso começar?

Com 2 filhos e uma casa para gerir constatei que as dificuldades financeiras acabam por facilmente promover uma alimentação desequilibrada e foi o que me levou a procurar alternativas à crise inerente que também senti na pele. A minha irmã Inês, personal trainer, acabou por dar o impulso que faltava para a criação da página de facebook “Dieta da Crise”. Até à data, nunca tinha tido qualquer contacto com as redes sociais e foi desta forma que me estreei neste mundo.

Nesta página sugiro, gratuitamente, receitas light e saudáveis com produtos em promoção, os locais onde as podemos encontrar e por quanto tempo estarão disponíveis.

A Dieta da Crise é uma dieta que o leva literalmente a apertar o cinto.

Uma dieta, nos dias de hoje, exige – quase sistematicamente – um orçamento em geral inacessível a muitos. As pessoas chegam a perder a cabeça e a gastar rios de dinheiro, dinheiro que têm e não têm, pelo desespero de querer perder peso. Mas não tem que ser assim! Uma harmonia entre os dois é perfeitamente viável desde que haja um acompanhamento atento de um profissional da área de nutrição mas que também tenha alguma noção das despesas inerentes à alteração dos hábitos alimentares.

Posteriormente, comecei a criar grupos de dieta no facebook porque, uma das dificuldades que me fui apercebendo ao longo da minha prática clínica foi de que as pessoas precisam de um acompanhamento quase diário, assim estão constantemente a ser relembradas. O espaçamento entre consultas é, muitas vezes, desfavorável a quem faz dieta. Estes grupos têm a duração de 4 semanas, com a possibilidade de continuação e integração em novo grupo. No grupo são fornecidos os planos alimentares, há partilha diária de receitas, dicas ou sugestões, entre outras. Há partilha de perda de peso e medidas semanalmente. Muitos participantes chegam mesmo a assumir que o facto de terem que partilhar a perda de peso e medidas todas as semanas, os leva a querer atingir os melhores resultados, como numa competição saudável! 

Há, de facto, uma entreajuda entre os participantes que mantém a motivação em alta. Segundo vários estudos, as pessoas que fazem dieta por sua conta tendem a perder muito menos peso do que aquelas que aderem a um grupo de dieta onde chegam a perder o dobro. Isto acontece porque se sentem muito mais empenhadas e motivadas ao lutarem pelo mesmo objectivo.

Todos os meses abrem novas vagas na página. As pessoas que queiram participar terão que estar atentos à página perto do fim de cada mês.”

 

As vantagens desta dieta em grupo:

✓ Acompanhada por uma nutricionista;

✓ Vertente motivacional muito forte, pois como já foi dito anteriormente a dieta em grupo tem mais resultados do que se for feita por conta própria;

✓ A qualquer instante a sua dúvida é esclarecida;

✓ Qualquer pessoa pode entrar num grupo independentemente da sua localização;

✓ Acessível a qualquer pessoa que precise e queira alterar e melhorar os seus hábitos alimentares.

Como participar num grupo de Dieta da Crise:
1. Seguir a página Dieta da Crise, onde pode aceder às receitas e dicas GRATUITAMENTE;
2. Na última semana de cada mês são criados novos grupos e abrem novas vagas – Para se inscrever deverá enviar uma MP nessa altura;
3. Receberá um documento com as regras do grupo e outro documento, para preenchimento, com dados específicos, como por exemplo, o peso, a altura, idade, patologias (doenças), medicamentos, prática de exercício físico, entre outros.
4. Se pretender avançar, será inserida num grupo de dieta específico com a duração de 4 semanas;
5. Após as 4 semanas, poderá renovar a sua inscrição para um novo grupo específico ou, caso se sinta confiante, poderá simplesmente dar continuidade por conta própria à metodologia desenvolvida no grupo, seguindo as dicas e receitas da página da Dieta da Crise.

 

Fiquem atentos que em breve teremos um passatempo!

 

DIETA DA CRISE “Perder peso sem perder a cabeça”
Rita RM – Nutricionista desde 2004 | Cédula Profissional 1320N | “Where there’s a will, there’s a way”

Antes do Natal os Cristãos têm um tempo de preparação: o Advento.

Um tempo para encontrar o Cristo que vem. O Advento começa no Domingo, quatro semanas antes do Natal. Este ano, o Advento começa no dia 27 Novembro 2016 e termina com o nascimento de Cristo, a 25 Dezembro 2016.

São quatro semanas para deixar crescer a esperança e reencontrar as razões da alegria. O Deus verdadeiro que se mostrou em Jesus de Nazaré quer-nos felizes. Ele vem ao nosso encontro. A sua presença ajuda-nos a superar as dificuldades. A sua companhia permite-nos ultrapassar os fracassos. Ele é como uma Luz que nos aponta um caminho seguro para uma vida de qualidade.

Advento é o tempo de colocar o coração em sintonia com o Deus-menino. É o tempo para aprendermos de novo o que é a beleza e a ternura.

A Liturgia da Igreja oferece-nos um caminho seguro para a esperança. Ao longo do Advento a Liturgia escolhe um conjunto de textos que ajudam o nosso coração a converter-se à esperança e ao optimismo.

A Up To Kids criou um calendário do Advento com atividades para realizar em família ao longo destas quatro semanas. Cada dia, uma proposta diferente. Um jogo, uma brincadeira, um pensamento, ou até uma receita para fazerem e saborearem em conjunto. Diariamente, às 12h sairá nas nossas páginas de Facebook  Lisboa e Porto a actividade do advento do dia.

Procuramos criar momentos em família, onde se abre espaço para o diálogo, reforçando a união familiar e a paz.

Para iniciar esta data sugerimos que imprima e recorte o presépio da imagem, e montem em família.

Este é o momento de preparação e alegria para o nascimento de Jesus Cristo.

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