A infância é o tempo em que vivemos um belo paradoxo; somos capazes de construir as mais fortes bases no mais curto espaço de tempo, sem darmos por isso. Aos quatro anos já começamos a definir a nossa maneira de ser.

A infância deixa marcas que duram para sempre. São marcas imutáveis que se irão refletir essencialmente na atitude que temos connosco e com o resto do mundo. No entanto, algumas destas marcas são mais persistentes e profundas, devido ao grande impacto que causam na mente da criança.

Vamos falar sobre as três marcas de infância que nunca se apagarão em adulto.

A impossibilidade de confiar desde a infância

Quando uma criança é enganada ou traída pelos pais ou educadores, dificilmente irá confiar nas outras pessoas ou em si própria. Terá que lutar muito contra a tendência à desconfiança para conseguir estabelecer vínculos de intimidade com outras pessoas.

A criança é enganada quando lhe são prometidas coisas que não são cumpridas. Para elas, é importante que recebam o brinquedo prometido caso obtenham sucesso em alguma coisa em determinado momento, que sejam levadas ao parque que lhes prometeram, ou que lhes seja dedicado um momento, quando tal lhes foi prometido.

Esses tipos de atitudes podem passar despercebidas ou não ter qualquer importância para os adultos. No entanto, para a criança, representam um aprendizado sobre o que podem esperar, globalmente, das pessoas.

Se a criança observa que os pais mentem, aprenderá que a palavra carece de valor. Será difícil, então, acreditar nos outros e esforçar-se para fazer com que a sua própria palavra seja confiável. Essa marca fará com que, durante o seu desenvolvimento, tenha grandes dificuldades em criar os laços e em construir uma verdadeira intimidade – refúgio  – no qual se sinta segura com alguém.

O medo de ser abandonado

A criança que se sentiu só, ignorada ou abandonada, começa a acreditar que a solidão é um estado completamente negativo, e poderá optar por dois caminhos: ou tornar-se excessivamente dependente, procurando constantemente alguém que a acompanhe e proteja, ou poderá renunciar à companhia como medida de precaução frente ao sofrimento de um potencial abandono.

Os que optam pelo caminho da dependência chegam a ser capazes de tolerar qualquer tipo de relação para que não fiquem sozinhas. Acreditam que são completamente incapazes de escolher a solidão e, por isso, estão dispostos a pagar qualquer preço por companhia.

Aqueles que escapam do medo do abandono pela via da independência inflexível tornam-se incapazes de desfrutar a proximidade afetiva de alguém. Para eles, o amor é sinónimo de medo. Quanto mais afeto sentem por outra pessoa, mais cresce sua ansiedade e seu desejo de escapar. São o tipo de pessoa que rompe vínculos cativantes para deixarem de sentir a angústia que uma eventual perda da figura amada poderia causar

O medo da rejeição

Uma criança que foi permanentemente questionada ou censurada pelos pais costuma transformar-se numa inimiga de si própria. Dessa maneira, desenvolve um diálogo interior no qual se censura e se recrimina a si mesma.

Esta criança, na sua vida adulta, provavelmente jamais se vai sentir confortável com o que faz, o que diz ou o que pensa. Irá sempre encontrar uma forma de sabotar os próprios planos e será muito complicado aceitar as suas virtudes e acertos. Sentirá que não merece afeição, nem a compreensão de ninguém, e que as suas expressões de amor não têm valor.

No geral, tornam-se adultos isolados e volúveis que sentem pânico em situações de contato social. Simultaneamente, são extremamente dependentes da opinião alheia. À mínima crítica, desvalorizam-se por completo, já que não sabem distinguir uma observação objetiva de um ataque pessoal.

Se, além de rejeitada, a criança também for humilhada, as consequências são ainda mais graves. As humilhações deixam sentimentos de ira não resolvidos que se transformam numa  sensação de impotência contínua e que, muitas vezes, dá lugar a pessoas tiranas e insensíveis, que acabam por humilhar os outros.

As marcas que essas experiências da infância deixam são muito difíceis de modificar. No entanto, isso não quer dizer que não possam ser trabalhadas para que se tornem em algo mais positivo. O primeiro passo é reconhecer que elas existem e que devem ser trabalhadas para que não determinem por completo o resto das nossas vidas.

Publicado em A mente é maravilhosa,adaptado por Up To Kids®

Olá bebé lindo da mãe!

Quando me leres já não serás um bebé, mas por agora ainda és… e na verdade, para mim, serás sempre o meu bebé!

Completaste 1 ano de vida! E já completaste tanto!

Cresces a cada dia, e constantemente aprendes uma nova gracinha, um novo desafio, uma nova competencia!

Adoro ver-te crescer, mas ao mesmo tempo adorava parar o tempo, porque sei que vou ter saudades!
Vou ter saudades do cheirinho de bebé! Aquele cheirinho inconfundível, e irreproduzível que só mesmo os bebés têm. Um cheirinho delicioso que me sabe a calor, a conforto e a amor.

Vou ter saudades do teu sorriso desdentado! Esse sorriso lindo de onde só espreitam pontinhas de pequenos dentes que já te cresceram, mas que fazem esse sorriso tão inocente e puro

Vou ter saudades da forma como me agarras… Como me agarravas os dedos quando eras mais pequeno, e como me agarras agora a mão, ou os braços, ou quando te empoleiras em mim para te levantares… vou ter saudades desta forma que me agarras…

Vou ter saudades que adormeças no meu colo. Aconchegado, quentinho, confortável… aninhado em mim… sabes que não há encaixe mais perfeito que uma mãe e seu filho… Vai deixar saudades….

Vou ter saudades da forma como ficas surpreendido com a mais pequena coisa… como tudo para ti é novidade, e da forma como me procuras para mostrar o que de novo descobriste!

Vou ter saudades desses passos atabalhoados que dás agora que ainda estás a aprender… São atabalhoados mas tão deliciosos…

Vou ter saudades de ter ver com fralda! Ficas tão giro com essas pernocas gorduchas, e essa fralda que te dá esse ar de bebé.

Vou ter saudades dos teus beijinhos cheios de baba! Os beijinhos babados são mil vezes melhores porque são os primeiros.

Vou ter saudades de todas as primeiras vezes que passamos juntos. Os primeiros passeios, as primeiras comidas, as primeiras gracinhas… deste mundo de primeiras vezes…

Vou ter saudades das gargalhadas de bebé que dás! São tão contagiantes, tão deliciosas…

Vou ter saudades de tantas coisas… vou ter saudades que sejas bebé. Vou ter tantas saudades…

Vou ter saudades que sejas só meu, quando um dia te tornares do mundo, porque para mim, serás sempre o meu bebé. Mas o meu bebé está a crescer… e eu vou ter saudades!

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O modelo de ensino tradicional e os testes padronizados das escolas têm vindo a ser postos em causa por pais e educadores de todo o mundo. O processo de repetição e a sobrecarga horária para garantir que as crianças aprendam mais conteúdos (e cada vez mais cedo), acaba com a verdadeira aprendizagem – o desenvolvimento da curiosidade e do pensamento criativo e crítico.

Outro estigma do ensino tradicional é que os resultados escolares são preditores de um futuro garantido e de uma existência feliz.

No entanto, sabe-se hoje que muitas das pessoas mais bem-sucedidas no mundo não foram alunos brilhantes, e que o sucesso empresarial não é sinonimo de felicidade. Não é preciso um estudo para confirmar isto, mas de certeza que se googlarmos encontramos qualquer coisa neste sentido.

Obviamente, se as pessoas são todas diferentes, exames padronizados e um sistema de ensino estanque não poderão servir a todas as cabeças.

Quando começou a época de exames, um diretor de uma escola em Singapura enviou esta carta a todos os pais, que foi colocada online, e tornou-se viral pela forma como enfatizou as necessidades de cada criança em vez dos resultados escolares.

Queridos pais,

A época de exames dos vossos filhos está prestes a começar. Eu sei que estão ansiosos para que eles obtenham boas classificações.

Mas por favor lembrem-se que em cada estudante que estará a ser avaliado há um artista que não precisa de ser especialista em matemática… há um empreendedor que não precisa de dominar História ou Literatura… há um músico, cujas notas de Ciências não são relevantes para si. Há um atleta que valoriza mais educação física do que as aulas de Físico-química.

Se os vossos filhos tiverem notas excelentes, ótimo! Mas se não tiverem, por favor não os deitem abaixo destruindo-lhes a confiança e a autoestima.

Digam-lhes que está tudo bem. É só um teste. Eles estão destinados a algo muito maior e mais importante na vida. Digam-lhes que os amam incondicionalmente, independentemente dos resultados académicos, e não vão conota-los por uma avaliação.

Por favor, façam o que vos peço.

E quando o fizerem, vejam os vossos filhos a crescer e a conquistar o mundo. Uma nota baixa não irá acabar com os sonhos deles nem mesmo com o seu talento.

E acima de tudo, lembrem-se que os médicos e engenheiros não são as únicas pessoas felizes do mundo.

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P A R A B É N S!

Já temos vencedores!

1º – Nina Santos

2º – Neusa Fernandes

Por favor envie um e-mail com nome e morada para reclamar o prémio para
teresa.valente@storytellme.pt

Obrigada a todos os que participaram, e fiquem atentos aos próximos passatempo!

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A Up To Kids em parceria com a StoryTellme vai oferecer 2 livros personalizados e assinados pela Isabel Angelino!

A Isabel Angelino autora do livro “À descoberta das profissões com a Sury” da www.StoryTellme.store, reverte os direitos de autor da venda de cada livro para a União Zoófila.

Surpreenda o seu filho ou filha, com o livro “À descoberta das profissões com a Sury”, que permite estimular o imaginário de cada criança com uma viagem pelo mundo das profissões.

COMO PARTICIPAR

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REGULAMENTO

O passatempo termina às 23h59 do dia 11 de Dezembro de 2017.

O vencedor será sorteado aleatoriamente através do programa Random.com, será anunciado tanto no site como no post do passatempo no facebook. Poderá ser pedido ao vencedor o link da partilha bem como o nome de utilizador de instagram.

Não existe um número limite de participações, no entanto será apurado apenas uma participação vencedora por cada participante.

Este passatempo não é patrocinado, aprovado, administrado ou associado ao Facebook, sendo da exclusiva responsabilidade da entidade promotora. O Facebook exonera-se de qualquer responsabilidade relativamente ao passatempo.

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Calma, calma! Não se virem já assim de repente contra mim… O Não tenham filhos tem um contexto e têm de ler até ao fim!

O que digo tem um motivo:
Ser mãe é espectacular… é fantástico todos os dias, é sentirmo-nos especiais e ter connosco um ser especial que foi gerado por nós! É um sentimento incontrolável… Mesmo que um dia os nossos filhos venham a ser tudo o que nunca imaginámos é impossível deixar de gostar deles como só uma mãe gosta!

Sim, só uma mãe!

Não há qualquer tipo de sentimento que se possa ter igual ao amor de mãe! Não há e pronto!
Porque é que eu recomendo que não tenham filhos?! Porque parte-nos o coração… Este sentimento incontrolável, esta sensação de pertença, este apegar tão forte, dá cabo de nós!

Mesmo… Senão vejam só:

  • Vacinas
    Começam cedo e custa imenso! Sabemos que estamos a fazer o melhor para eles, mas que lhes dói e que eles vão chorar e vão ficar super tristes com o que lhes estão a fazer. Ainda assim nós mães, temos que os levar às vacinas, e segurar neles e assistir aquela picada implacável…
  • O choro deles dói
    Das piores dores que se pode ter… Não há dor de parto comparável… o que dói mesmo é ouvi-los chorar, saber que não estão bem e não saber o que fazer… São facas espetadas no coração…
  • 1º Dia de Escola/Cresce
    Mais tarde ou mais cedo vai acontecer… O 1º dia de escola… O verdadeiro corte do cordão umbilical… Aquele primeiro dia em que não estamos com eles o dia todo para dar miminhos… Aquele dia em que os confiamos a estranhos e pairamos o dia todo a pensar se estarão bem, ou a chorar, ou coisa assim…
  • Eles vão ficar doentes
    Mais uma vez, é tudo uma questão de tempo… Vai acontecer… Eles vão ficar doentes e nós vamos desesperar por não conseguir transferir os seus males para nós! Sim, qualquer mãe tomaria o lugar do seu filho… Qualquer mãe lutava contra as piores doenças do mundo se isso garantisse que o seu filho nunca teria uma mínima febre…
  • Eles vão achar-nos chatas!
    Todos passam por esta fase… Nós mães temos esta cruz. Vamos ser as mães chatas que ditam a hora de ir para a cama, que obrigam a vestir o casaco, que se zangam para eles comerem, que decidem que já chega de brincar… Sempre a pensar no bem deles, cabe-nos este papel chato e eles vão ficar chateados connosco. E só de pensar que eles ficam chateados ou tristes connosco…
  • Eles vão cair
    Cair milhões de vezes de todas as formas e feitios… Desde as primeiras quedas que acompanham os primeiros passos, passando pelas quedas mais fortes nas macacas, até às “quedas” de crescidos quando não conseguem atingir um objectivo… Eles vão cair e vão precisar do nosso colinho e beijinhos mágicos para passar a dor… Mas vê-los cair é mais uma vez doloroso…
  • Eles vão voar: Sim voar!
    Quando olhamos para estes seres pequeninos e doces a quem demos a vida, nem nos lembramos que são pequenas pessoas que um dia seguirão o percurso normal da vida… Aquele que nós fizemos… Vão crescer, viajar, sair de casa e constituir a família deles… Vão deixar o ninho! E se custa o primeiro dia de creche em que estamos umas horas sem eles, chegará o dia em que estaremos dias a fio sem eles… É o decorrer natural da vida!
    Eles vão voar e deixar de ser nossos…

Ser mãe é uma dádiva e eu não a trocaria por nada, mas a verdade é que ser mãe parte-nos o coração aos pedaços milhares de vezes… Isto porque a entrega é total!
Ele não é MEU filho… Eu é que sou SUA mãe!
Toda e completamente SUA! Para sempre.

Antes do Natal os Cristãos têm um tempo de preparação: o Advento.

Um tempo para encontrar o Cristo que vem. O Advento começa no Domingo, quatro semanas antes do Natal. Este ano, o Advento começa no dia 3 de Dezembro 2017 e termina com o nascimento de Cristo, a 25 Dezembro 2017.

São quatro semanas para deixar crescer a esperança e reencontrar as razões da alegria. O Deus verdadeiro que se mostrou em Jesus de Nazaré quer-nos felizes. Ele vem ao nosso encontro. A sua presença ajuda-nos a superar as dificuldades. A sua companhia permite-nos ultrapassar os fracassos. Ele é como uma Luz que nos aponta um caminho seguro para uma vida de qualidade.

Advento é o tempo de colocar o coração em sintonia com o Deus-menino. É o tempo para aprendermos de novo o que é a beleza e a ternura.

A Liturgia da Igreja oferece-nos um caminho seguro para a esperança. Ao longo do Advento a Liturgia escolhe um conjunto de textos que ajudam o nosso coração a converter-se à esperança e ao optimismo.

A Up To Kids criou um calendário do Advento com atividades para realizar em família ao longo destas quatro semanas. Cada dia, uma proposta diferente. Um jogo, uma brincadeira, um pensamento, ou até uma receita para fazerem e saborearem em conjunto. Diariamente, sairá no Instagram a actividade do dia do advento.

Procuramos criar momentos em família, onde se abre espaço para o diálogo, reforçando a união familiar e a paz.

Para iniciar esta data sugerimos que imprima e recorte o presépio da imagem, e montem em família.

Este é o momento de preparação e alegria para o nascimento de Jesus Cristo.

 

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10 razões para ires ver Coco o novo filme Disney•Pixar

O filme “Coco” da DisneyPixar estreou no México um mês antes de qualquer outro país do mundo, e a 15 de Novembro já tinha sido o maior sucesso de bilheteiras da História do país. Quando soube disto não pude recusar o convite para assistir à ante-estreia, e ainda bem!

Coco é capaz de ser a melhor obra que a DisneyPixar já apresentou.

Para os meus filhos o Toy Story era o melhor filme da Pixar, e tenho impressão que, agora que viram o Coco, ficaram muito divididos. São dois filmes que nada têm a ver, mas que encontramos as características DisneyPixar nas personagens e na história, e que nos fazem apaixonar inconscientemente.

Coco é um filme sobre sonhos e sobre a família.

Miguel sonha em tornar-se num grande artista da música, como o seu ídolo, Ernesto de la Cruz. A história começa com a sua grande e estreita família, numa cidade movimentada no México. Inicialmente parecem ser bastante convencionais mas há uma coisa proibida nesta família: tocar ou ouvir música. Daqui, somos levados numa divertida viagem pela terra dos mortos, onde Miguel encontra amigos e inimigos e aprende a verdade por trás de um segredo que a bisavó Coco tem guardado consigo, como um túmulo.

Sem ser Spoiler o que é que vos posso contar do filme? É uma obra extraordinária, e  que superou em muito o que esperava (apesar de estar já com expectativas altas, pois tinha visto o trailer)

Sabem porque é que não querem perder este filme? Dou-vos 10 razões:

1. A Curta de Olaf

Como já tem sido habitual ao lançar um novo filme, a DisneyPixar junta o lançamento de uma curta, que normalmente é exibida antes da nova estreia. Faz-me lembrar quando éramos mais novos e passavam uns desenhos animados antes do filme. Este ano, e após grande sucesso Frozen, vamos poder ver “Frozen: Uma Aventura de Olaf“, a curta de 21 minutos da Walt Disney Animation Studios.

Nesta curta Olaf junta-se a Sven numa missão de natal para trazer para casa as melhores tradições e salvar o primeiro Natal de sempre, de Anna e Elsa. Os miúdos vão delirar com este regresso (Nós deliramos!).

2. A História do dia dos mortos no México e a cultura mexicana

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A cultura mexicana, de origem milenar é extremamente rica e diversa, tendo sofrido a influência de vários povos nomeadamente dos espanhóis. Este filme dá-nos a conhecer esta cultura, fala-nos sobre a história e o significado do “El Día de Los Muertos” e todos os costumes e rituais a eles associados. As roupas, ambientes e personagens, transmitem o ambiente vivido nas cidades mexicanas!Um filme rico em cores e cenários mágicos, que provavelmente destacará o filme em relação aos restantes da DisneyPixar.

3. Músicacoco-guitarra

Coco incorpora diferentes géneros musicais mexicanos, incluindo huapango, jarocho, ranchera e baladas inspirados pelos clássicos da “Era Dourada” do cinema mexicano.
As músicas originais do filme são enérgicas, memoráveis e bem executadas. O diretor Lee Unkrich e os animadores da Pixar fizeram um trabalho fantástico onde mostram a delicadeza que exige tocar guitarra. O pormenor das expressões faciais de Miguel quando toca cada nota da sua guitarra naquele sótão para que a família não descobrisse esta sua paixão pela música, é maravilhoso.

4. Família
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A cultura mexicana está profundamente enraizada nas tradições familiares que vão muito além da unidade familiar imediata, e este filme é um óptimo reminder de que devemos valorizar a nossa família quer no dia a dia, quer à distância, ou mesmo depois de uma discussão. A família não se escolhe, nascemos com ela. Nem toda a gente se identifica com a sua família, mas a mensagem a reter é que família é família e irá sempre amar-nos incondicionalmente. Este filme transmite valores importantes sobre o respeito aos nossos ancestrais e acredito que, depois de o verem, as crianças comecem a questionar mais sobre a sua árvore genológica.

5. Arte

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O facto da história se passar no México e os cenários, personagens e guarda roupa serem inspirados nas referências culturais mexicanas, fez com que toda a peça se tornasse numa gigante obra de arte. A riqueza dos desenhos, a quantidade de pormenores, a luz, a música, e como tudo está articulado, é sem dúvida uma das grandes mais valias deste filme.

6. Desmistificação da morte e do mundo dos mortos.

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Apesar da história se passar quase toda no mundo dos mortos, o filme não é violento nem assustador. Nem sequer há aquela parte do salto da cadeira que nos deixa o coração a bater. No entanto, há que ter em consideração que há várias cenas em que os personagens discutem sobre como alguém morreu, e passa o flashback completo da cena, desmistificando aos mais novos o mistérios da morte. Os esqueletos são coloridos e divertidos, e aqui devemos dar os parabéns à DisneyPixar por animar de forma tão humana um monte de caveiras!

7. Dante

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A Disney tem esta capacidade de criar personagens inesquecíveis para os companheiros de ação dos heróis. Dante é um cão Xolo – abreviatura de Xoloitzcuintli – a raça nacional do México. Quase sem pelos, Dante tem problemas em manter a língua dentro da boca, por já não ter alguns dentes, e garante-nos muitas gargalhadas, e quebras de silêncio durante o filme. Os meus filhos apaixonaram-se por ele! <3

8. Mamã Coco

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A Mamã Coco, é a amada bisavó de Miguel e cuja memória se está a deteriorar lentamente devido à velhice. Apesar da sua avançada idade e fragilidade é com ela que Miguel partilha todas as suas aventuras. Aviso: qualquer pessoa com pais ou avós mais velhos vai sair de lá literalmente lavado em lágrimas.

9. As crianças identificam-se com o Miguel

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As crianças revêem-se tendencialmente no herói da história, mas todo o contexto do filme e o envolvimento familiar faz com que os miúdos vistam a pele da personagem. Fazer algo que adoram mas que a família não permite, a viagem pelo desconhecido com o seu companheiro, encontrar familiares estranhos que o adoram… qual a criança que não se identifica? Saímos do filme e os meus filhos já assumiam orgulhosamente a personagem: “Eu sou o Miguel!”

10.Realização e Produção do Toy Story 3

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Coco foi produzido e realizado por uma equipa de sucesso: o realizador Lee Unkrich e a produtora Darla K. Anderson já tinham trabalhado juntos no filme “ToyStory 3”, de 2010, vencedor de um OSCAR® e do Globo de Ouro,  sendo até hoje, o segundo maior filme de animação a nível de box-office mundial.

A Estreia em Portugal é já amanhã, 23 Novembro 2017. Se depois disto ainda não estão em pulgas para ir ver o filme com os miúdos, deixo-vos o trailler, que certamente não vos encherá as medidas mas deixará com água na boca!

Digam lá que isto não é uma receita de sucesso?

 

1) Set exclusivo 9 figuras Coco, €35 | 2) Peluche Hector, €28 | 3) Peluche Pepita, €35 | 4) Peluche Miguel, €28 | 5) Peluche Dante Alebrije, €30 | 6) Figura com música de Miguel, €36 | 7) Bolsa reutilizada Coco, €3 | 8) Carteira Coco, €16 | 9) Figura com música de Hector, €36 | 10) Caneca Coco, €14

(clique em cada imagem para comprar online, mas podem também encontrar na loja física)

Adultos desatentos precisam de crianças atentas

Estava presente para o meu filho. Estava fisicamente presente, por isso estava presente. Chegava a casa e satisfazia as suas necessidades básicas. Significava que estava presente: atenta. Pensava eu.

Mas hoje sei que, na verdade, não estava presente, não estava atenta. Estava em casa, sim. O meu corpo realmente estava em casa mas a minha cabeça, o meu sentir, vagueava por outros lugares: o trabalho, os objetivos, as metas, as contas para pagar, a barriga gorda, os comentários dos outros e por ai fora. Encontrava-me entre os problemas do passado e as antecipações de cenários dantescos do futuro. Mas a verdade é que não estava em casa. Não estava ali, presente, inteira. Não olhava para os seus olhos, não conhecia os sinais o seu corpo, não me espantava com as suas conquistas, não me apercebia dos seus pedidos de ajuda. Estava desatenta. Não sabia quem era o meu filho. Não conseguia ver o que verdadeiramente importava. Só lhe dava ordens e lhe dizia como devia ser e fazer.

Um dia o meu filho mostrou-me um desenho e eu, de forma automática, disse – lhe “que bonito!”. E ele, muito dececionado, respondeu: “mãe, são só riscos!”. Acho que tive tipo uma mini epifania nesse momento porque ainda me lembro disto hoje. Tocou-me profundamente.

No infantário começaram os alertas que se prolongaram até à escola: o seu filho é muito agitado, impulsivo, ansioso, desatento. Fiquei fora de mim. O meu filho não podia ser assim. Não podia! Irritava-me tanto. Ficava fora de mim. “Tens estar mais quieto, atento, calmo!”.

A mãe desatenta precisava de um filho atento. À força! Sim, ele tinha de estar quieto, ser bem comportado e ter bom desempenho escolar. Ele tinha de mostrar que eu era a mãe perfeita e extremosa. (“O que os outros iam pensar?”). Mas não: ele mostrava o contrário. A minha autoestima ficou um caos. Mesmo. Mas a culpa não era minha, não, nem pensar, a culpa era dele. Especialistas, despistes, correrias.

Comecei a procurar fora uma resposta mas nenhuma me satisfazia por completo. Algo começou a corroer-me. Comecei a sentir que podia fazer algo mais do que simplesmente culpá-lo ou deixar o trabalho para as mãos de outros. Não ia abandonar a ajuda dos especialistas, é certo, mas senti que tinha de começar pelo princípio (que é como quem diz: olhar para mim).

Mas custava tanto…

No entanto procurei ajuda e assim comecei a desenrolar o novelo. E perguntas inconvenientes começaram a aparecer. Onde teria estado nos seus primeiros anos de vida? E como estava emocionalmente? Numa espiral de ansiedade, medo, culpa, irritação.

Até que percebi. Mãe Desatenta Precisava de Filho Atento. Aqui entre nós, que grande incongruência não é?

A criança precisa de alguém que a veja, que a ouça, que a reconheça, que esteja verdadeiramente presente! Que se ligue a ela. E assim sente-se segura e coopera. E assim sente-se vista, fica atenta e aprende. Esta foi a minha história. Esta é a história dos pais que acompanho.

Quando finalmente parei, despertei! Eu não estava atenta, eu não estava presente. Eu pensava que estava mas não estava. Eu estava em luta. O sofrimento tinha-se tornado a minha zona de conforto e eu pensava que a única saída que tinha era ficar por lá. Mas não. Existe outra: dá mais trabalho, é certo, mas é uma oportunidade maravilhosa. Uma oportunidade para nos voltarmos a encontrar.

Acredito que o primeiro passo para as crianças estarem atentas é olharmos para nós: que exemplo estamos a dar?. E às vezes até podemos estar a fazer tudo para ajudar os nossos filhos, mas mesmo essa ocupação de fazer tudo pelos nossos filhos, também nos leva a ficar desatentos, ou seja, andamos tão ocupados em ajudar, desvendar, resolver, fazer alguma coisa, que nos esquecemos de simplesmente ESTAR com eles de forma inteira, plena. Andamos em modo “Fazer” e esquecemo-nos de “Estar”.

Há algo que não nos podemos esquecer: comportamento gera comportamento, atenção gera atenção, desatenção gera desatenção.

E agora vamos para a escola, outro sistema importante que a criança frequenta. Vamos dar um passeio à escola. Ouve-se que as crianças estão desatentas, agitadas, mais violentas. É um facto. A questão é: o que é que estamos fazer para que elas aprendam a ser atentas, calmas, empáticas? Gritos, castigos, irritação, violência, cansaço são as palavras que se ouvem por parte dos que frequentam este ambiente. E atenção: a minha intenção não é culpar ninguém, acredito que todos estão a fazer o seu melhor que podem com os recursos que têm, mas a verdade é que, de uma forma geral, os adultos que por ali andam estão emocionalmente debilitados: esgotados, cansados, frustrados. Estão a precisar de ajuda! Estão todos a precisar de ajuda! A nossa forma de estar reflete-se nas crianças.

Esqueçamo-nos da guerra de quem tem culpa. Isso só nos desvia do que é realmente IMPORTANTE: o olhar para nós. Cada um de nós pode fazer diferença, cada um de nós terá a sua quota de responsabilidade. Na verdade estamos todos no mesmo barco, pais e filhos, professores e alunos: todos queremos ser vistos, ouvidos, reconhecidos, amados, olhados com Atenção. Certo?

Eu exigia ao meu filho atenção mas vivia desatenta. Acredito num caminho mais consciente para responder à desatenção e do que daí advém, como por exemplo, a chamada “má educação”. Se sempre consigo? Não, não consigo por isso continuo no caminho de reeducar-me para ser uma pessoa, mãe, mulher mais inteira e presente.

Não podemos exigir às crianças aquilo que não somos, simplesmente por uma razão, que apesar de óbvia nos esquecemos muito facilmente: Educamos Por Aquilo que Somos! Pelo exemplo!

O que estarão as crianças desatentas a precisar?

Crianças Desatentas precisam de Adultos Atentos.

Vamos olhar para nós sem julgamentos mas com verdade? À primeira vista pode até surgir o medo mas, acreditem, é tão libertador …

 

Por Carla Patrocínio do Blog Meus filhos meus mestres, visite a página do Facebook da especialista em Parentalidade Consciente

imagem@shutterstock

Aprendemos a falar com meses de idade e a ouvir quando estamos ainda na barriga da mãe. O nosso olfacto desenvolve-se também na mesma altura. No entanto, um dos nossos sentidos mais importantes só se desenvolve na sala de aula.
São os professores que nos ensinam a olhar. A observar o mundo que nos rodeia, a perceber a vida, as oportunidades. A entender como as coisas funcionam (ou deveriam funcionar).

É na sala de aula que as crianças aprendem a ler – talvez um dos maiores poderes já dados ao ser humano. E quando uma criança aprende a ler, cria asas.

É na sala de aula que as crianças aprendem a primeira letra do alfabeto e aprendem a junta-la a todas as outras. São os professores que ensinam às crianças a importância da comunicação e como as palavras têm vida.

É na sala de aula que os miúdos sonham em seguir os exemplos dos seus professores, talvez já sabendo que a educação pode mudar o mundo. O meu, o teu, o de todos os que nos rodeiam.

Vivemos numa sociedade de classes – o que torna tudo mais desequilibrado. Para piorar o quadro negro da educação as escolas públicas sofrem o peso da incapacidade dos políticos, bem como das suas genialidades para nos tirar o dinheiro dos quadros, dos giz, dos lanches, do inglês e do salário de quem possibilita que tudo isto aconteça.

As crianças que sonham um dia partilhar o que aprenderam ainda não sabem o que há por trás do sorriso de quem as olha com afecto desde o primeiro dia de aulas. Atrás do amor que sustenta a missão do professor – e que é certamente o que o faz continuar, há uma vida dura e cheia de recomeços.

Os salários que não chegam para as contas, a falta de estrutura para trabalhar, o peso de levar às costas a responsabilidade de educar crianças que já nascem destinadas ao fracasso e a dificuldade de convencê-las de que isso não tem de ser verdade. Será simples a missão de quem educa?

Precisamos de assumir esta luta em conjunto com os professores e educadores, com os directores das escolas e os orientadores e procurar uma solução como quem procura a cura de uma doença. O défice na educação é a doença da sociedade e quem morre não somos nós, mas os sonhos daqueles que ocuparão as Câmaras e todos os outros cargos por aí.

Se a educação não pode salvar o mundo, quem mais o fará?

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Por Ju Farias, em A soma de Todos os afetos

Crescemos com as histórias Disney

O calor é de verão mas as férias acabaram e a rotina lectiva instalou-se para ficar.

Quando regressamos do colégio, apesar das tarefas do dia-a-dia, há sempre tempo para os desenhos animados.

Digam o que disserem os especialistas e inventem-se as teorias que quiserem, mas até hoje, conto aos meus filhos a alegria que era para nós ver desenhos animados ao sábado de manhã. Acordávamos cedíssimo para não perder nada, assistíamos ao início da emissão alegremente enquanto dançávamos a música de abertura. A excitação era grande. Não havia gravações, nem podíamos puxar a fita para trás. Aquele era o momento para ver os nossos desenhos. Com sorte, dava um episódio da Disney.

A Disney passava os filmes de eleição. Das fábulas aos contos de príncipes e princesas não havia histórias Disney que não adorássemos. O fantástico é que não nos apercebíamos do quanto crescíamos enquanto viajávamos nas florestas encantadas, nos castelos de princesas, ou nas aventuras divertidas do Mickey e os seus amigos. Havia sempre uma moral da história que realmente marcava. Havia perigo, maus, lágrimas e mortes. Mas havia sempre finais felizes. E assim crescemos a acreditar que podemos seguir os nossos sonhos, que podemos ser o herói, e moldar o nosso futuro.

Hoje fico feliz por o canal de eleição dos meus filhos ser o Disney Júnior. As séries são novas, modernizadas, diferentes, mas os conceitos e os ensinamentos de sempre estão presentes em todos os desenhos.

O Disney Júnior preparou um conjunto de novos episódios, novas séries e novas temporadas que vão encher as medidas aos mais novos, e tal como aconteceu connosco, vão ajuda-los a crescer e a seguir os seus sonhos.

A GUARDA DO LEÃO: REGRESSO DE SCAR
Chegou finalmente a segunda temporada de A Guarda do Leão, ao Disney Junior. A Guarda do Leão é uma série que adultos e graúdos adoram. Por um lado porque tem na sua génese de criação o incrível filme “O Rei Leão”, um dos maiores sucessos cinematográficos de sempre, por outro lado porque proporciona momentos únicos de aprendizagem sobre a amizade e o respeito que se deve ter as leis do ciclo da vida.

Esta segunda temporada vai surpreender com “O Ressurgir de Scar”. Scar é o irmão de Mufasa, o tio de Simba e que esteve na origem de toda a história, de certeza que se lembram!. Com ele surgem uma série de novas personagens e novas aventuras que irão proporcionar novas aprendizagens nas terras do reino, onde garantir e respeitar as leis do ciclo da vida continua a ser o mais importante.

Guarda do Leão e as histórias disney

MICKEY E OS SUPERPILOTOS

Estão de regresso os 5 Magníficos: Mickey, Donald, Pateta, Minnie e Margarida, cheios de energia e com mais força que nunca. Mickey, a personagem mais icónica do mundo Disney e com a qual múltiplas gerações já cresceram, volta com novos episódios de “Mickey e os Superpilotos”.  Mickey e os seus amigos Minnie, Pluto, Pateta, Margarida e Donald vivem emocionantes aventuras de corridas de carros à volta do mundo. Em outubro chega um momento muito especial com a estreia de um especial de Halloween que vai fazer as delícias lá de casa.

mickey

A PRINCESA SOFIA E AS ILHAS MÍSTICAS
A nossa querida Princesa Sofia também está de volta com novos episódios onde continua a descobrir o que é ser da realeza!

Só encontramos a magia de unicórnios, fadas e dragões num único sítio, As Ilhas Místicas. Um lugar incrível onde a Princesa Sofia e os seus novos amigos se juntam para travar uma mestre em cristais.

A série “A Princesa Sofia” segue as aventuras de Sofia, uma pequena princesa, e dos seus melhores amigos, humanos e animais. Todos os dias são uma nova aventura para Sofia dentro e fora do seu reino. A princesa usa a sua coragem e coração para superar qualquer obstáculo e ensina a todos à sua volta, inclusive a ela própria, que a coragem e a compaixão são o que realmente salvam o dia.

Por isso, a partir de Outubro prepare-se para viver algo de Nowo. Sim, os canais preferidos dos seus filhos estão disponíveis na Nowo. Entre num mundo que é feito para si e onde pode escolher apenas os serviços que realmente necessita. Explore de uma forma clara, intuitiva e transparente as múltiplas combinações de serviços que temos para lhe oferecer. E tudo isto a preços justos.