{"id":3690,"date":"2014-07-31T13:45:14","date_gmt":"2014-07-31T13:45:14","guid":{"rendered":"http:\/\/uptolisbonkids.com\/?p=3690"},"modified":"2014-07-31T13:45:14","modified_gmt":"2014-07-31T13:45:14","slug":"ana-marques-e-a-cronica-de-uma-gravidez-inesquecivel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/uptokids.fredericolopes.pt\/?p=3690","title":{"rendered":"Ana Marques e a cr\u00f3nica de uma gravidez inesquec\u00edvel"},"content":{"rendered":"<p>Ana Marques, apresentadora de televis\u00e3o, m\u00e3e de Laura e Francisca, acaba de lan\u00e7ar o seu primeiro livro: <strong><em>as minhas g\u00e9meas<\/em><\/strong>. 33 Dias de internamento na Maternidade Alfredo da Costa, retratados na primeira pessoa, num livro comovente e realista.<\/p>\n<p>Um olhar atento e uma nova perspetiva sobre a gravidez e a maternidade, sem esquecer a inelut\u00e1vel condi\u00e7\u00e3o das mulheres. Ana: a m\u00e3e coragem que transformou a sua experi\u00eancia num livro de sucesso. A Up to Lisbon Kids foi conhec\u00ea-la.<\/p>\n<h3><strong>Ol\u00e1 Ana,<br \/>\n<\/strong><strong>Como surgiu a ideia de tornares p\u00fablica uma experi\u00eancia t\u00e3o pessoal?<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"color: #808080;\">Ol\u00e1. O livro j\u00e1 existia mesmo antes de ser um livro escrito, pois na realidade sempre contei a experi\u00eancia do nascimento das minhas filhas. Fui sempre contando estas hist\u00f3rias e epis\u00f3dios. Em v\u00e1rias ocasi\u00f5es, \u00e0 fam\u00edlia ou em jantares, por exemplo. <span style=\"color: #ea6ba2;\"><strong>Contava este meu c\u00e1rcere na Maternidade Alfredo da Costa de forma desdramatizada e at\u00e9 um pouco humor\u00edstica.<\/strong><\/span> Ali\u00e1s, quando voltei da licen\u00e7a de maternidade, a almo\u00e7ar com algumas colegas da SIC, comecei a contar estes epis\u00f3dios. As pessoas que trabalhavam comigo estavam longe de imaginar que tinha estado internada e passado alguns momentos t\u00e3o complicados. Existe, contudo, uma colega que se interessa pela hist\u00f3ria e me diz que dever\u00edamos fazer uma curta-metragem. Ainda tent\u00e1mos, mas depois a ideia foi sendo adiada. H\u00e1 cerca de um ano e meio, o Manuel Fonseca (da Editora Guerra e Paz) prop\u00f4s-me escrever um romance. Disse-lhe que n\u00e3o era a primeira pessoa que me falava em escrever um livro, no entanto talvez ainda fosse prematuro. Tenho muito respeito por quem escreve e acho que ainda sou um pouco imatura. Fal\u00e1mos sobre o nascimento das minhas filhas e todos estes epis\u00f3dios que vivi na maternidade e acabei por escrever sobre esta experi\u00eancia marcante e esta fatia da minha vida. O Manuel gostou, concordou e surgiu assim a ideia do livro.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Foi f\u00e1cil passar para o papel todas as recorda\u00e7\u00f5es? A mem\u00f3ria continuou fresca ap\u00f3s estes anos?<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"color: #808080;\">As recorda\u00e7\u00f5es estavam muito frescas. As minhas filhas v\u00e3o fazer cinco anos, portanto tudo isto aconteceu em 2009. Escrever estas mem\u00f3rias, anos depois, foi como se tivesse sido ontem. Ainda pensei em conversar com as minhas colegas e amigas da maternidade para me lembrar de alguns detalhes. No entanto, n\u00e3o precisei. Acabei por lhes ligar pouqu\u00edssimas vezes. Na verdade, julgo que tinha mat\u00e9ria para escrever o dobro das p\u00e1ginas do livro. Contudo, h\u00e1 coisas que vou continuar a querer guardar s\u00f3 para mim. <span style=\"color: #ea6ba2;\"><strong>Foi\u00a0uma experi\u00eancia muito marcante.<\/strong><\/span> O facto de ter estado internada, de repente, numa altura em que estamos em suposto \u201cestado de gra\u00e7a\u201d, onde parece que nada de mal nos acontece, \u00e9 dif\u00edcil de lidar. \u00c9 impactante. <strong><span style=\"color: #ea6ba2;\">N\u00f3s, m\u00e3es casulo, com problemas, sentimos que n\u00e3o estamos \u00e0 altura, que n\u00e3o protegemos bem as nossas crias. Psicologicamente \u00e9 muito duro. O internamento \u00e9 um momento complicado.<\/span><\/strong> A sensa\u00e7\u00e3o de internamento, por acidente, de um momento para o outro e gr\u00e1vidas, deixa-nos viradas do avesso.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><span style=\"color: #333333;\"><strong>A inten\u00e7\u00e3o do livro poder\u00e1 ter sido, tamb\u00e9m, denunciar situa\u00e7\u00f5es que se assemelham com as que viveste na maternidade?<\/strong><\/span><\/h3>\n<p><span style=\"color: #808080;\">A inten\u00e7\u00e3o n\u00e3o era, de todo, denunciar situa\u00e7\u00f5es. Eu levei algum tempo para escrever o livro e hesitei in\u00fameras vezes, enquanto o escrevia. Questionava-me: ser\u00e1 que vai afastar as pessoas porque tem muito da minha experi\u00eancia? Ser\u00e1 que tem um lado que n\u00e3o \u00e9 politicamente correto de se falar? Ser\u00e1 que sou das \u00fanicas m\u00e3es que escreve sobre esse lado menos bom?<span style=\"color: #ea6ba2;\"> <strong>O facto \u00e9 que o livro, apesar de n\u00e3o ter nenhum objetivo pedag\u00f3gico (nunca foi essa a minha inten\u00e7\u00e3o), toca e levanta quest\u00f5es relacionadas com tabus da maternidade que n\u00f3s, mulheres, n\u00e3o falamos habitualmente umas com as outras e que n\u00e3o nos foram contadas sequer pelas nossas m\u00e3es ou av\u00f3s.<\/strong><\/span> Parece que vivemos todas com um compromisso de segredo quando as coisas n\u00e3o correm t\u00e3o bem. Na realidade o feedback que tenho recebido, na sua maioria, s\u00e3o mulheres mais velhas que passaram por maus momentos, que tinham acabado de ser m\u00e3es, de cumprir um desejo de uma vida inteira mas que n\u00e3o sabiam o que sentiam, nem t\u00e3o pouco, tinham falado sobre isso. Achamos que \u00e9 tudo maravilhoso e sentimo-nos pequeninas e impotentes, quando surge o inesperado. Tenho recebido muitas mensagens confessionais de quem j\u00e1 leu o livro, pessoas que depois de lerem o livro se come\u00e7aram a compreender. Ora, isto \u00e9 muito positivo para mim.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Portanto, o teu livro descreve a tua experi\u00eancia de 33 dias de internamento como dias que jamais ir\u00e1s esquecer\u2026<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"color: #808080;\">Quando estamos na maternidade, estamos numa esp\u00e9cie de pris\u00e3o e numa nova realidade. Estamos privadas de fazer tudo aquilo que gostar\u00edamos de fazer, como a mala da maternidade, construir e preparar o ninho para o bebe que a\u00ed vem. <span style=\"color: #ea6ba2;\"><strong>Sentimos que n\u00f3s, as mulheres internadas, somos fracas.<\/strong> <strong>Esta emancipa\u00e7\u00e3o feminina trouxe a muitas mulheres um certo exibicionismo de que a gravidez n\u00e3o \u00e9 doen\u00e7a e que, na verdade, conseguem estar gr\u00e1vidas e fazer tudo o resto.<\/strong><\/span> Ora, nem sempre \u00e9 assim. H\u00e1 complica\u00e7\u00f5es e problemas que existem na gravidez, tais como pr\u00e9-eclampsia, diabetes gestacional, placenta pr\u00e9via, entre outras. <span style=\"color: #ea6ba2;\"><strong>H\u00e1 doen\u00e7as que s\u00e3o s\u00f3 de gravidez e que podem ser um mau totoloto para qualquer gr\u00e1vida.<\/strong><\/span> Acho que o livro passa esta mensagem.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\">O livro n\u00e3o \u00e9 um elogio \u00e0 maternidade Alfredo da Costa, mas tamb\u00e9m n\u00e3o vai contra ela. Julgo que, nos 33 dias de internamento na maternidade, passei por v\u00e1rias maternidades. Existem formas de estar e tratar as mulheres que s\u00e3o completamente diferentes. H\u00e1 realmente um conceito de maternidade que n\u00e3o concordo. Sem me alongar muito, pois \u00e9 preciso ler o livro para perceber, o que \u00e9 facto \u00e9 que <span style=\"color: #ea6ba2;\"><strong>somos mulheres gr\u00e1vidas hero\u00ednas mas tamb\u00e9m somos pu\u00e9rperas hero\u00ednas. Lembro-me de estar nos cuidados intensivos e, ap\u00f3s ter passado \u00e0 enfermaria, tinha que tratar da minha filha com muita dificuldade, sem estar minimamente capaz.<\/strong><\/span> Permanece a ideia, de que o maior v\u00ednculo da m\u00e3e ao seu beb\u00e9 \u00e9 estar sozinha com ele e tratar dele, mesmo sem o conseguir fazer. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\">Na aldeia mais rec\u00f4ndita do pa\u00eds, as mulheres do antigamente descansavam, assim que tinham os filhos. As mulheres ajudavam-se umas \u00e0s outras. As m\u00e3es ficavam numa esp\u00e9cie de recobro dois ou tr\u00eas dias e outras pessoas tratavam dos beb\u00e9s. N\u00f3s, hoje em dia, temos que estar logo a postos para tratar dos bebes e, por vezes, n\u00e3o estamos preparadas, nem o conseguimos fazer. <span style=\"color: #ea6ba2;\"><strong>A\u00ed, claro est\u00e1, abre-se um espa\u00e7o \u00e0s depress\u00f5es p\u00f3s-parto, baby blues ou rejei\u00e7\u00e3o<\/strong>.<\/span> Eu n\u00e3o me senti bem e explico no livro porque \u00e9 que n\u00e3o concordo com essa ideia de ficarmos completamente sozinhas, sem condi\u00e7\u00f5es, a tratarmos dos nossos filhos. <span style=\"color: #ea6ba2;\"><strong>Sa\u00ed da maternidade e fui pra casa, fui com as pe\u00e7as do puzzle por organizar e senti que, esse momento, foi o momento mais desgastante.<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>\u00c9 um livro que tem ajudado as outras m\u00e3es e isso reflete-se pela aceita\u00e7\u00e3o do p\u00fablico. Est\u00e1 no top de vendas nacional. Tens sido muito acarinhada?<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"color: #808080;\">Tenho sido muito acarinhada e recebo muitas mensagens de pessoas. Eu acho que a minha hist\u00f3ria acabou por tocar muita gente. Tamb\u00e9m pela forma como foi contada, n\u00e3o esquecendo um toque de humor, que faz parte da minha personalidade. Tenho uma tend\u00eancia para brincar e desdramatizar.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><em><span style=\"color: #ea6ba2;\">&#8220;Apesar de amar imenso os meus pais, o meu irm\u00e3o e amar visceralmente a minha m\u00e3e, amar os nossos filhos \u00e9 diferente: d\u00e1-nos medo mas tamb\u00e9m a sensa\u00e7\u00e3o de que a nossa vida come\u00e7a a ter sentido.&#8221;<\/span><\/em><\/h2>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Com este livro, n\u00e3o se consegue colocar, de parte, o lado emocional. O que se alterou com a maternidade?<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"color: #808080;\">Para mim, ficou claro que a minha ansiedade duplicou mas que o meu cora\u00e7\u00e3o se encheu ainda mais de amor. Ap\u00f3s sermos m\u00e3es ficamos com a sensa\u00e7\u00e3o de concretiza\u00e7\u00e3o. O que \u00e9 facto \u00e9 que a maternidade d\u00e1 este misto de ansiedade e de h\u00edper responsabilidade.<span style=\"color: #ea6ba2;\"> <strong>O nosso cora\u00e7\u00e3o transborda de amor.<\/strong><\/span> Apesar de amar imenso os meus pais, o meu irm\u00e3o e amar visceralmente a minha m\u00e3e, amar os nossos filhos \u00e9 diferente: d\u00e1-nos medo mas tamb\u00e9m a sensa\u00e7\u00e3o de que a nossa vida come\u00e7a a ter sentido.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Este livro pode ser o primeiro de outras publica\u00e7\u00f5es?<\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"color: #808080;\">Este livro come\u00e7ou com a encomenda de um romance, que acabou por originar <strong><em>As minhas g\u00e9meas<\/em>.<\/strong> Provavelmente, poder\u00e1 abrir caminho a explorar outras quest\u00f5es relacionadas com a tem\u00e1tica da maternidade ou hist\u00f3rias de vida. <strong><span style=\"color: #ea6ba2;\">\u00a0Sinto que este livro tem funcionado com uma catarse de sentimentos para algumas pessoas. Est\u00e1 a ajud\u00e1-las e isto \u00e9 muito bom<\/span><\/strong>. Sinto que vou levantando v\u00e1rias \u201ctampinhas\u201d de algumas realidades que at\u00e9 ent\u00e3o estavam escondidas ou que ningu\u00e9m falava sobre elas. A grande surpresa do livro foi exatamente esta, pois receava que ningu\u00e9m compreendesse o que escrevi e da forma como o escrevi. Neste momento, come\u00e7am at\u00e9 a surgir alguns convites para falar em confer\u00eancias sobre estes temas relacionados com a maternidade. Estou dispon\u00edvel para participar em debates e outras iniciativas. As imensas mensagens que tenho recebido s\u00e3o t\u00e3o positivas, o que me d\u00e1 mesmo muita for\u00e7a para continuar.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3><strong>Em rela\u00e7\u00e3o ao facto de seres m\u00e3e de g\u00e9meas, tens algum conselho que possas transmitir? <\/strong><\/h3>\n<p><span style=\"color: #808080;\">Ter dois bebes ao mesmo tempo e o facto de serem prematuras cria em n\u00f3s, pais, uma fragilidade que se mant\u00e9m por muito tempo. H\u00e1 uma ansiedade maior e parece que o mundo \u00e9 ainda mais amea\u00e7ador. No in\u00edcio, \u00e9 assustador. Eu, por exemplo, at\u00e9 as minhas filhas terem um ano de idade n\u00e3o saia sozinha com elas. Usei sempre carrinhos diferentes e n\u00e3o o carrinho duplo de g\u00e9meos. Acabei por me programar e sair sempre com algu\u00e9m e ter, ent\u00e3o, dois carrinhos. Acabou por ser a estrat\u00e9gia de log\u00edstica que segui. Como tenho duas filhas muito diferentes tenho que me lembrar constantemente que s\u00e3o g\u00e9meas. E esta quest\u00e3o remete para uma outra essencial quando se tem g\u00e9meas: <span style=\"color: #ea6ba2;\"><strong>respeitar sempre as diferen\u00e7as de cada uma.<\/strong><\/span> Portanto, o conselho que dou \u00e9 o seguinte: respeitar a identidade de cada uma das crian\u00e7as. Outra das dicas que dou \u00e9 aproveitar, <strong><span style=\"color: #ea6ba2;\">de vez em quando, para se fazer um programa com apenas uma delas. Estar sozinha com cada uma, \u00e9 importante.<\/span><\/strong> Acho que nos faz\u00a0bem, \u00e0s tr\u00eas.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table class=\" alignleft\" style=\"height: 234px;\" width=\"800\">\n<tbody>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#ea6ba2\" width=\"800\">\n<h1><span style=\"color: #ffffff;\"><strong>BI<\/strong><\/span><\/h1>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\"><strong>NOME:<\/strong> Ana Marques<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\"><strong>IDADE<\/strong>: 42 anos<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\"><strong>FILHAS:<\/strong> Laura e Francisca<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\"><strong>PROFISS\u00c3O<\/strong>: Apresentadora de televis\u00e3o<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\"><strong>UM LIVRO:<\/strong> As minhas G\u00e9meas<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #ffffff;\"><strong>UM DESEJO:<\/strong> <em>que o livro continue a permitir que tanta gente se identifique com ele<\/em>.<\/span><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SUGEST\u00d5ES DA ANA MARQUES:<\/strong><\/p>\n<h4><strong>Um programa favorito com as tuas filhas,<\/strong><\/h4>\n<p><strong>no ver\u00e3o:<\/strong> <em>Ir \u00e0 praia. \u00c9 o que nos sabe melhor.<\/em><\/p>\n<p><strong>no inverno<\/strong>: <em>Ir a espet\u00e1culos e ao teatro.<\/em><\/p>\n<p><strong>um livro infantil\u00a0<\/strong><em>O Dia em que os L\u00e1pis Desistiram<\/em>, Oliver Jeffers. <em>Um autor estupendo que elas adoram<\/em>.<\/p>\n<p><strong>Portal infantil:\u00a0<\/strong><a href=\"http:\/\/uptokids.fredericolopes.com\/\"><em>uptokids.pt<\/em><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Obrigada Ana.<\/p>\n<p><span style=\"color: #808080;\"><em>Por Selma Pereira Rocha, \u00a0para Up to Lisbon kids<\/em><\/span><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/uptokids.fredericolopes.com\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/livrojpg.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignleft size-full wp-image-3720\" src=\"http:\/\/uptokids.fredericolopes.com\/wp-content\/uploads\/2014\/07\/livrojpg.jpg\" alt=\"LivroJPG\" width=\"470\" height=\"702\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ana Marques, apresentadora de televis\u00e3o, m\u00e3e de Laura e Francisca, acaba de lan\u00e7ar o seu primeiro livro: as minhas g\u00e9meas. 33 Dias de internamento na Maternidade Alfredo da Costa, retratados na primeira pessoa, num livro comovente e realista. Um olhar atento e uma nova perspetiva sobre a gravidez e a maternidade, sem esquecer a inelut\u00e1vel [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3697,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[86,161],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/uptokids.fredericolopes.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3690"}],"collection":[{"href":"https:\/\/uptokids.fredericolopes.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/uptokids.fredericolopes.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uptokids.fredericolopes.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uptokids.fredericolopes.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=3690"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/uptokids.fredericolopes.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/3690\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/uptokids.fredericolopes.pt\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/3697"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/uptokids.fredericolopes.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=3690"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/uptokids.fredericolopes.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=3690"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/uptokids.fredericolopes.pt\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=3690"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}